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Author Archives: Sofia Pacheco

Avisos e Domingo de Ramos- Ano C

PREPARAR AS CELEBRAÇÕES PASCAIS

A Congregação para o Culto divino publicou, em Janeiro de 1988, uma “Carta circular” que retoma, explicita e particulariza as normas litúrgicas relativas à preparação e celebração das Festas Pascais e sugere oportunos temas da catequese do máximo interesse para a vivência da Páscoa. Destacamos algumas propostas:

1. “Tal como a semana tem o seu início e o seu ponto culminante na celebração do Domingo, sempre caracterizado pela sua índole pascal, assim também o centro culminante de todo o ano litúrgico refulge na celebração do sagrado Tríduo Pascal da Paixão e Ressurreição do Senhor, preparada pela Quaresma e prolongada na alegria dos cinquenta dias seguintes“. (Carta circular, Preparação e celebração das Festas pascais [PCFP], nº 2). Toda a pastoral e, assim, a pastoral litúrgica, devem brotar da e convergir para a celebração anual da Páscoa.

2. “A caminhada anual de penitência da Quaresma é o tempo de graça durante o qual se sobe à santa montanha da Páscoa. O tempo da Quaresma, com a sua dupla característica, prepara quer os fiéis quer os catecúmenos em ordem à celebração do mistério pascal… Os fiéis, dedicando-se com mais assiduidade a escutar a Palavra de Deus e a uma oração mais intensa, e mediante a penitência, preparam-se para renovar as suas promessas baptismais. (PCFP, nº 6)

3. “Toda a iniciação cristã comporta um carácter eminentemente pascal enquanto é a primeira participação sacramental na Morte e na ressurreição de Cristo. Por esta razão convém que a Quaresma adquira o seu carácter pleno de tempo de purificação e de iluminação…; a própria Vigília Pascal há-de ser tida como o momento mais adequado para celebrar os Sacramentos da iniciação” (PCFP, nº 7).

4. “…Os pastores recordem aos fiéis a importância que tem para fomentar a sua vida espiritual a profissão da fé baptismal que, “terminado o exercício da Quaresma”, são convidados a renovar publicamente na Vigília Pascal” (PCFP, nº 8). Este é o programa próprio da Quaresma.

5. Durante a Quaresma há que organizar uma catequese para os adultos… Ao mesmo tempo, estabeleçam-se celebrações penitenciais… (PCFP, nº 9).

6. “O tempo da Quaresma é também tempo apropriado para levar a cabo os ritos penitenciais, a modo de escrutínios… também para as crianças, já baptizadas, antes de se abeirarem pela primeira vez do Sacramento da Penitência” (PCFP, nº 10).

7. “Deve ministrar-se, sobretudo nas homilias do Domingo, a catequese do mistério pascal e dos sacramentos…” (PCFP, nº 12).
8. “Os pastores exponham a Palavra de Deus mais a miúdo e com maior empenho, nas homilias dos dias feriais, nascelebrações da Palavra de Deus, nas celebrações penitenciais, nas pregações especiais próprias deste tempo, nas visitas que façam às famílias ou a grupos de famílias para a sua bênção. Os fiéis participem mais frequentemente nas Missas feriais e, se isso não lhes for possível, serão convidados para ao menos ler, em família ou privadamente, as leituras do dia” (PCFP, nº 13).9. “A Igreja celebra todos os anos os grandes mistérios da redenção humana, desde a missa vespertina da Quinta-feira “In Cena Domini” até às vésperas do domingo da ressurreição. Este espaço de tempo é justamente chamado o “tríduo do crucificado, do sepultado e do ressuscitado” e também tríduo pascal, porque com a sua celebração se torna presente e se cumpre o mistério da Páscoa, isto é, a passagem do Senhor deste mundo ao Pai. Com a celebração deste mistério a Igreja, por meio dos sinais litúrgicos e sacramentais, associa-se em íntima comunhão com Cristo seu Esposo” (PCFP, nº 38).
10. “É muito conveniente que as pequenas comunidades religiosas, quer clericais, quer não, e as outras comunidades laicais participem nas celebrações do t r í d u o pascal nas igrejas maiores. De igual modo, quando em algum lugar é insuficiente o número dos participantes, dos ajudantes e dos cantores, as celebrações do tríduo pascal sejam omitidas e os fiéis reúnam-se noutra igreja maior. Também onde mais paróquias pequenas são confiadas a um só sacerdote, é oportuno que, na medida do possível, os seus fiéis se reúnam na igreja principal para participar nas celebrações. Para o bem dos fiéis, onde ao pároco é confiada a cura pastoral de duas ou mais paróquias, nas quais os fiéis participam em grande número e podem ser realizadas as celebrações com o devido cuidado e solenidade, os mesmos párocos podem repetir as celebrações do tríduo pascal, respeitando-se todas as normas estabelecidas” (PCFP, nº 43). “Nestas comunidades, embora muitas vezes pequenas e pobres, ou dispersas, está presente Cristo, por cujo poder se unifica a Igreja una, santa, católica e apostólica” (LG 26)
11. “É desejável que, segundo as circunstâncias, seja prevista a reunião de diversas comunidades numa mesma igreja, quando, por razão da proximidade das igrejas ou do reduzido número de participantes, não se possa ter uma celebração completa e festiva. Favoreça-se a participação de grupos particulares na celebração da vigília pascal, na qual todos os fiéis, formando uma única assembleia, possam experimentar de modo mais profundo o sentido de pertença à mesma comunidade eclesial. Os fiéis que, por motivo das férias, estão ausentes da própria paróquia sejam convidados a participar na celebração litúrgica no lugar onde se encontram” (PCFP, nº 94).

14-04-2019

UMA PASTORAL PARA GARANTIR A UNIDADE SACRAMENTAL DO TRÍDUO PASCAL

A unidade do Tríduo Pascal é uma unidade histórica e sacramental porque representa o mistério pascal que S. Agostinho chamou de “Tríduo de Cristo, crucificado, sepultado e ressuscitado”. É uma unidade litúrgica, porque as suas celebrações estão muito relacionadas com estes três acontecimentos: a antecipação sacramental da morte na Última Ceia ao entardecer de quinta-feira santa, o drama do Calvário na sexta-feira santa, a contemplação da sepultura durante o sábado, e a Ressurreição na passagem da noite para o dia do domingo da Ressurreição. Em algumas comunidades paroquiais, devido à falta de padres, celebra-se somente na quinta-feira santa e no Domingo de Páscoa. Em alguns sítios, há celebrações da Palavra no dia da Instituição da Eucaristia com a distribuição da sagrada comunhão! Noutros, a liturgia de sexta-feira santa consiste numa celebração da palavra, presidida por um leigo, fundamentando-se na seguinte ideia: se não há consagração, não há necessidade de sacerdote! Proliferam “vigílias” pascais, a começar pela tarde com a duração de uma “normal” missa vespertina e com uma redução do número das leituras propostas. Fala-se na celebração de “vigílias” pascais para grupos específicos de espiritualidade, retirando os seus membros das comunidades paroquiais! Outra “novidade” é a multiplicação dos círios pascais na Vigília Pascal para significar as diversas comunidades numa única assembleia. Afinal, o círio representa Cristo Ressuscitado ou comunidades? O que fazer? O que se deve corrigir? O Tríduo Pascal é uma grande celebração com diversos momentos. Três são centrais e alguns complementares. Centrais: a missa da Ceia do Senhor, a celebração solene da Paixão e a Vigília Pascal. Complementares: adoração na noite de quinta para sexta-feira santas, alguma parte da Liturgia das Horas, nas manhãs de sexta-feira e Sábado Santos. A continuidade destas três celebrações manifesta-se no seguinte: não se despede a assembleia ao concluir a liturgia de quinta-feira santa, mas temos a trasladação da reserva eucarística. Esta reserva da Eucaristia é a que se vai comungar, depois da adoração da cruz, no dia seguinte. Na sexta-feira santa não há saudação inicial e, no final, não se despede a assembleia. A desnudação do altar no fim da missa de quinta-feira santa introduz-nos na entrega plena de Cristo na sua Paixão até à sua “descida aos infernos”. Num clima de contemplação, o Tríduo Pascal vai sendo, pouco a pouco, um momento de espera e de preparação para o encontro com o Ressuscitado na Vigília Pascal. Assim, é conveniente que se estabeleça e se promova uma continuidade. Para tal:

1º Nas comunidades paroquiais, o Tríduo Pascal seja completo: a missa da Ceia do
Senhor, a Celebração da Paixão e a Vigília Pascal.

2º Todas as celebrações sejam presididas pelo sacerdote.

3º As celebrações ocorram na mesma igreja por causa da repercussão que a liturgia tem sobre o espaço litúrgico, que permite apreciar os diversos mistérios que se estão a celebrar. Por exemplo, a desnudação do altar não é uma acção meramente funcional; esse altar representa Cristo na sua entrega total e plena. O mesmo altar revestido de uma forma festiva representará Cristo, Cordeiro Pascal.

4º Nas comunidades paroquiais onde não é possível as celebrações do Tríduo Pascal, poder-se-á cultivar a oração da Liturgia das Horas, pela qual, como acontece com os sacramentos, se actualiza também o mistério pascal. O Ofício Divino não é uma realidade paralela ou alternativa à Eucaristia, ou às celebrações do Tríduo, mas é uma forma de participação que se deve promover onde não são possíveis as celebrações do Tríduo Pascal.

5º Nas comunidades onde existem tradições da Semana Santa (procissões, via-sacra ao vivo, sermões), não haja competições com as celebrações litúrgicas no que respeita à marcação de horários, mas que sirvam para a oração e para a contemplação do mistério pascal de Cristo, a sua morte, sepultura e ressurreição, acompanhado pela sua Mãe, Maria de Nazaré.

6º Recordemos que o Tríduo Pascal “não é de preceito”, o que não supõe assegurar de qualquer maneira a sua celebração em todos os lugares. O ideal será assegurar a celebração do Domingo de Ramos e do Domingo de Páscoa, enquanto o Tríduo Pascal seja celebrado no local onde se congrega a maioria dos fiéis e que permita uma celebração espiritual, cuidada e participativa. O mistério pascal actualiza-se sacramentalmente na celebração da Eucaristia e de uma forma sequencial, anualmente, no Tríduo Pascal. Como não é concebível a separação dos mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo, também não é admissível a celebração do Tríduo de um modo que não seja completo. Não se retirem elementos destas celebrações, como se fossem celebrações paralelas nem se multipliquem as celebrações sem as suficientes condições de assistência de fiéis, cuidando da liturgia e nas horas correspondentes. Sobre isto, é urgente iniciar e promover um caminho de sensibilização dos fiéis…o que não é nada fácil, mas não impossível!

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Ano C - Tempo da Quaresma - Domingo de Ramos - Boletim Dominical

 

Queima do Judas em Trancoso

No Município de Trancoso realiza- se no próximo dia 21 de abril, pelas 15h30, “A Queima do Judas” no Campo da Feira em Trancoso.

No final deste momento emblemático da quadra pascal, terá lugar no Largo do Mercado Municipal, um concerto com a banda Batuta D’ Alegria de Fornos de Algodres.

(Em caso de condições climatéricas adversas, o concerto realizar-se-á no Convento de São Francisco – Teatro Municipal de Trancoso).

Avisos e liturgia do 5º Domingo da Quaresma (Ano C)

Depois da reflexão da parábola do Pai Misericordioso, neste Domingo, nas leituras bíblicas, encontramos a forma de viver a misericórdia e um grande exemplo de Jesus Cristo a exercer a misericórdia: o perdão à mulher pecadora. Tendo em conta a primeira leitura do profeta Isaías, podemos afirmar que a misericórdia de Deus convida-nos a não recordar o passado, porque as águas da sua graça divina limparam a nossa consciência no dia do nosso baptismo, abriram caminho no deserto da nossa vida e fizeram correr rios na terra árida do nosso coração. Na segunda leitura, São Paulo afirma que a misericórdia divina lança-nos para a frente na vida, sem olhar para trás, rumo à meta da santidade. Jesus Cristo é a expressão máxima da misericórdia de Deus, perdoando quando confessamos os nossos pecados, dizendo: “Vai e não tornes a pecar”. Como se isto não bastasse, Ele avisa-nos para não atirarmos pedras de condenação aos outros, porque não somos juízes de ninguém.

O texto do evangelho diz-nos que os escribas e os fariseus apresentaram a Jesus uma mulher surpreendida em flagrante adultério. Esta mulher estava solteira e era noiva. Por isso, os seus acusadores, profissionais da lei, pedem contra ela a pena de morte por apedrejamento. A mulher sabe a morte que lhe espera e não se queixa, sabe que pecou. Mas, onde está o homem com quem foi apanhada em flagrante adultério? Nada se sabe dele, talvez escondido em algum lado ou no meio daqueles que a queriam apedrejar. Ninguém atira uma pedra, porque todos são pecadores! Os mais jovens não começaram atirar pedras, porque ainda eram ingénuos, os mais velhos nada fizeram, porque já sabiam todas as estratégias de atirar pedras aos outros e esconder a mão.

07-04-2019

Os escribas e os fariseus não apedrejaram logo a mulher pecadora, porque queriam armar uma cilada a Jesus e, assim, terem pretexto para O acusar. Será que Jesus iria lançar a primeira pedra sobre esta mulher? Se Jesus fosse contra a Lei, seria já motivo de acusação e da sua condenação. Se Jesus ficasse indiferente perante este caso, perderia toda a sua autoridade, porque iria contradizer toda a sua pregação, fundamentada no amor e na misericórdia. Durante a sua vida, Jesus confundiu muitas vezes os seus inimigos com a sua sabedoria, deixando-os sem resposta e obrigando-os a mudar de atitude. Neste episódio da mulher adúltera, Jesus procedeu do seguinte modo: em primeiro lugar, “inclinou-se e começou a escrever com o dedo no chão”; em segundo lugar, como persistiam em interrogá-lo, Jesus dá uma resposta brilhante, através da qual consegue três coisas: não contradiz a lei e assim não o podem acusar; perdoa a mulher pecadora e assim faz o que o seu coração deseja; e confunde os escribas e os fariseus, afirmando: “Quem de entre vós estiver sem pecado atire a primeira pedra”. Jesus condena o adultério, mas não condena a mulher adúltera: “Ninguém te condenou? Nem Eu te condeno. Vai e não tornes a pecar”. Coisa impressionante! Condena-se o pecado, mas não o pecador! Em toda a história da humanidade, só existiu um homem inocente que, na hora de atirar a primeira pedra, inclinou-se e começou a escrever com o dedo no chão, espantou os acusadores e perdoou a mulher pecadora.

Com este gesto de Jesus, o que podemos aprender para a nossa vida? Quantos de nós talvez andemos a guardar pedras para atirá-las contra os nossos irmãos pecadores? Quantos de nós já atirámos pedras com a nossa língua afiada, com a nossa inveja, com o nosso desprezo e silêncio? Não desanimemos porque pecamos, porque Deus é misericórdia. Tenhamos a coragem de lhe pedir perdão e mudar a vida. Sejamos firmes contra o pecado, mas cheios de misericórdia com o pecador. Que o Senhor tenha piedade de mim que sou um pecador e que me dê um coração manso e humilde, semelhante ao Seu.

 

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PREPARAR AS CELEBRAÇÕES PASCAIS

A Congregação para o Culto divino publicou, em Janeiro de 1988, uma “Carta circular” que retoma, explicita e particulariza as normas litúrgicas relativas à preparação e celebração das Festas Pascais e sugere oportunos temas da catequese do máximo interesse para a vivência da Páscoa. Destacamos algumas propostas:

1. “Tal como a semana tem o seu início e o seu ponto culminante na celebração do Domingo, sempre caracterizado pela sua índole pascal, assim também o centro culminante de todo o ano litúrgico refulge na celebração do sagrado Tríduo Pascal da Paixão e Ressurreição do Senhor, preparada pela Quaresma e prolongada na alegria dos cinquenta dias seguintes“. (Carta circular, Preparação e celebração das Festas pascais [PCFP], nº 2). Toda a pastoral e, assim, a pastoral litúrgica, devem brotar da e convergir para a celebração anual da Páscoa.

2. “A caminhada anual de penitência da Quaresma é o tempo de graça durante o qual se sobe à santa montanha da Páscoa. O tempo da Quaresma, com a sua dupla característica, prepara quer os fiéis quer os catecúmenos em ordem à celebração do mistério pascal… Os fiéis, dedicando-se com mais assiduidade a escutar a Palavra de Deus e a uma oração mais intensa, e mediante a penitência, preparam-se para renovar as suas promessas baptismais. (PCFP, nº 6)

3. “Toda a iniciação cristã comporta um carácter eminentemente pascal enquanto é a primeira participação sacramental na Morte e na ressurreição de Cristo. Por esta razão convém que a Quaresma adquira o seu carácter pleno de tempo de purificação e de iluminação…; a própria Vigília Pascal há-de ser tida como o momento mais adequado para celebrar os Sacramentos da iniciação” (PCFP, nº 7).

4. “…Os pastores recordem aos fiéis a importância que tem para fomentar a sua vida espiritual a profissão da fé baptismal que, “terminado o exercício da Quaresma”, são convidados a renovar publicamente na Vigília Pascal” (PCFP, nº 8). Este é o programa próprio da Quaresma.

5. Durante a Quaresma há que organizar uma catequese para os adultos… Ao mesmo tempo, estabeleçam-se celebrações penitenciais… (PCFP, nº 9).

6. “O tempo da Quaresma é também tempo apropriado para levar a cabo os ritos penitenciais, a modo de escrutínios… também para as crianças, já baptizadas, antes de se abeirarem pela primeira vez do Sacramento da Penitência” (PCFP, nº 10).

7. “Deve ministrar-se, sobretudo nas homilias do Domingo, a catequese do mistério pascal e dos sacramentos…” (PCFP, nº 12).
8. “Os pastores exponham a Palavra de Deus mais a miúdo e com maior empenho, nas homilias dos dias feriais, nascelebrações da Palavra de Deus, nas celebrações penitenciais, nas pregações especiais próprias deste tempo, nas visitas que façam às famílias ou a grupos de famílias para a sua bênção. Os fiéis participem mais frequentemente nas Missas feriais e, se isso não lhes for possível, serão convidados para ao menos ler, em família ou privadamente, as leituras do dia” (PCFP, nº 13).9. “A Igreja celebra todos os anos os grandes mistérios da redenção humana, desde a missa vespertina da Quinta-feira “In Cena Domini” até às vésperas do domingo da ressurreição. Este espaço de tempo é justamente chamado o “tríduo do crucificado, do sepultado e do ressuscitado” e também tríduo pascal, porque com a sua celebração se torna presente e se cumpre o mistério da Páscoa, isto é, a passagem do Senhor deste mundo ao Pai. Com a celebração deste mistério a Igreja, por meio dos sinais litúrgicos e sacramentais, associa-se em íntima comunhão com Cristo seu Esposo” (PCFP, nº 38).
10. “É muito conveniente que as pequenas comunidades religiosas, quer clericais, quer não, e as outras comunidades laicais participem nas celebrações do t r í d u o pascal nas igrejas maiores. De igual modo, quando em algum lugar é insuficiente o número dos participantes, dos ajudantes e dos cantores, as celebrações do tríduo pascal sejam omitidas e os fiéis reúnam-se noutra igreja maior. Também onde mais paróquias pequenas são confiadas a um só sacerdote, é oportuno que, na medida do possível, os seus fiéis se reúnam na igreja principal para participar nas celebrações. Para o bem dos fiéis, onde ao pároco é confiada a cura pastoral de duas ou mais paróquias, nas quais os fiéis participam em grande número e podem ser realizadas as celebrações com o devido cuidado e solenidade, os mesmos párocos podem repetir as celebrações do tríduo pascal, respeitando-se todas as normas estabelecidas” (PCFP, nº 43). “Nestas comunidades, embora muitas vezes pequenas e pobres, ou dispersas, está presente Cristo, por cujo poder se unifica a Igreja una, santa, católica e apostólica” (LG 26)
11. “É desejável que, segundo as circunstâncias, seja prevista a reunião de diversas comunidades numa mesma igreja, quando, por razão da proximidade das igrejas ou do reduzido número de participantes, não se possa ter uma celebração completa e festiva. Favoreça-se a participação de grupos particulares na celebração da vigília pascal, na qual todos os fiéis, formando uma única assembleia, possam experimentar de modo mais profundo o sentido de pertença à mesma comunidade eclesial. Os fiéis que, por motivo das férias, estão ausentes da própria paróquia sejam convidados a participar na celebração litúrgica no lugar onde se encontram” (PCFP, nº 94).

Ano C - Tempo da Quaresma - 5º Domingo - Boletim Dominical

Avisos e Liturgia do 4º Domingo da Quaresma (Ano C)

Neste Domingo, já começamos a sentir a proximidade das festas solenes da Páscoa. Por isso, pedimos a Deus que nos conceda “fé viva e espírito generoso, a fim de caminharmos alegremente para as próximas solenidades pascais”. Na segunda leitura, São Paulo continua a recordar o convite à reconciliação, afirmando: “por Cristo, Deus reconciliou-nos consigo. Se alguém está em Cristo é uma nova criatura. Nós vos pedimos em nome de Cristo: reconciliai-vos com Deus”.

O texto do evangelho é a parábola do filho pródigo, tão conhecida de todos. É a manifestação do grande amor de Deus Pai por cada homem e por cada mulher. É o próprio Jesus que nos dá a conhecer o Pai misericordioso. Ao fazer esta revelação, escandaliza os fariseus e os escribas, porque acolhe e come com os pecadores. Na parábola, o filho mais velho, a quem chamaríamos bom e recto (sempre serviu o pai), também se escandaliza e indigna-se com o seu pai. Mas também o pai é bom e misericordioso para com ele. Sai da festa para ir ao seu encontro e dizer-lhe: “Filho, tu estás sempre comigo e tudo o que é meu é teu”. Como é impressionante constatar o seguinte: o filho mais velho estava sempre com o seu pai, mas não o conhecia! Também nós reconhecemos que Deus está sempre connosco. Mas qual a nossa relação com Aquele que invocamos como nosso Pai e que está nos Céus?

Quem abre o seu coração à voz de Deus nunca desanima nem se desorienta, porque sente o amor misericordioso de Deus Pai, disposto a perdoar, lento para ira e rico de misericórdia. Mas também sente que Deus não tem a pretensão de julgar ou excluir aqueles que, segundo a Lei, aparecem como pecadores. Deus facilita-lhes o caminho de regresso e celebra com alegria este retorno. Neste domingo, somos convidados a fazer o nosso caminho de regresso ao Pai, preparando-nos, assim, para as festas da Páscoa. O Pai está ansioso por nos devolver a dignidade e a alegria da nossa filiação divina, da nossa fraternidade em Cristo Jesus, nosso Redentor. Por isso, na parábola, disse aos servos: “trazei depressa a melhor túnica e vesti-lha. Ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés. Trazei o vitelo gordo e matai-o. Comamos e festejemos, porque este meu filho estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi reencontrado”.

31-03-2019

As palavras e as acções de Jesus revelam misericórdia. Como Ele sabia ler o coração de cada um e respondia às suas necessidades! Nas parábolas dedicadas à misericórdia, Jesus revela a natureza de Deus como de um Pai que quer vencer o pecado e a rejeição com compaixão e misericórdia. Nestas parábolas encontramos o núcleo do Evangelho e da nossa fé, porque a misericórdia é a força que tudo vence, que enche de amor o coração e que consola com o perdão. A parábola do filho pródigo ensina-nos tanto! A misericórdia não é somente a acção do Pai, mas converte-se no critério para saber quem são realmente os seus filhos. Somos convidados a viver a misericórdia, porque sobre nós é derramada a misericórdia divina. O perdão das ofensas é a expressão mais evidente do amor misericordioso. Por isso, é algo que nenhum de nós se pode esquecer, porque assim o rezamos: “Perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”. O perdão é o instrumento colocado nas nossas frágeis mãos para conseguir a serenidade do coração. É isto que Jesus afirma nas Bem-aventuranças: “Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia”.

A parábola do filho pródigo é a parábola do pai misericordioso, é a parábola da festa da reconciliação. A parábola fala-nos de um pecado, mas não fica por aí; fala-nos de um arrependimento, mas não fica por aí; fala-nos de uma conversão, mas não fica por aí; fala-nos do perdão do pai e da confissão do filho, mas não fica por aí! A parábola conta tudo isso para terminar com uma festa e a alegria da reconciliação. Será este sentimento que reinará nos nossos corações, quando nos reconciliarmos com Deus, com os irmãos e connosco próprios.

 

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                                                     PREPARAR AS CELEBRAÇÕES PASCAIS

A grande celebração anual dos cristãos é a Páscoa. Foi por causa da Páscoa que entramos em Quaresma. E se a pastoral faz um enorme investimento na Quaresma (e ainda bem, porque uma grande festa requer uma grande preparação!) é por causa da Páscoa. Mal seria, contudo, se esgotássemos as nossas energias na preparação e celebrássemos pobremente a Páscoa. Não estaria bem ter-se a impressão de dar uma excessiva importância à Quaresma, de tal modo que esta aparecesse como a grande celebração anual dos cristãos. Isso seria um grave desvio, pois desvirtuaria todo o sentido cristão da Páscoa, reduzindo-a a uma quaresma. O valor, o sentido, a finalidade e a orientação da Quaresma é a Páscoa, quer do ponto de vista espiritual quer do ponto de vista litúrgico. Se não se chega a celebrar a Páscoa festivamente, exterior e interiormente, então a Quaresma foi inútil, foi vã. Os cristãos, de fato, não celebram a quaresma, mas a Páscoa. Nunca será demasiado insistir nisto.

Neste sentido, convém inculcar nos fiéis a importância e, consequentemente, o dever da celebração do Tríduo pascal, mormente da Vigília pascal, mas também da Cinquentena (o Pentecostes ou os Cinquenta dias).

A Páscoa é tempo de festa. Mas também, para muitos, é tempo de férias. Não será a festa da Páscoa um distintivo dos cristãos? Mesmo que ausentes da sua residência habitual, não deixem de celebrar a Páscoa em Igreja, nos lugares em que se encontrem. Os cristãos celebram a Páscoa em três dias, sexta, sábado e domingo (desde a Missa Vespertina da Ceia do Senhor, em quinta-feira santa, até ao fim da tarde do domingo da ressurreição) – que se prolongam nos 50 seguintes – como se fosse uma só celebração.

A liturgia do Tríduo exige uma preparação cuidada, particularmente dos ministros: presidente, acólitos, leitores, cantores, salmistas, organistas, etc.. Em muitos casos, requer-se uma preparação remota. Muitos cânticos deverão ter sido já preparados durante a Quaresma. O Coro, por exemplo, precisa de um repertório adequado, entre outros, para o lava-pés (5ª feira santa), para a adoração da cruz (6ª feira santa), para a aspersão (vigília), para a procissão do Santíssimo Sacramento (5ª feira), para a procissão para o baptistério (vigília), etc.; os leitores (em número razoável) deverão ser bem preparados para as leituras, nomeadamente as da vigília; os salmistas (em número notável) terão de cantar vários salmos, nomeadamente na vigília; os acólitos e outros ministros têm muitas coisas a preparar e devem, sobretudo, preparar-se, com repetidos ensaios, para que a celebração decorra com ritmo, nobreza, naturalidade e beleza. Também o Presidente e o Diácono precisam de uma preparação cuidada, não apenas dos ritos, mas também do canto. Cantar o Precónio pascal e o tríplice Aleluia (na vigília), entoar o canto da apresentação da Cruz e a solene oração universal (na 6ª feira), os Prefácios da Oração Eucarística (de 5ª, da vigília e do Domingo), a despedida (na vigília e no Domingo).

 

Todos os domingos do Tempo Pascal (Cinquentena = Pentecostes) são excepcionalmente festivos. Não são, como outrora se dizia, domingos depois da Páscoa, mas domingos de Páscoa. Essa máxima solenidade deve ser não só interior, mas também exterior. Sem dúvida que, para ela, muito contribui o canto e a música, mas não bastam. Importa lançar mão de tudo o que possa contribuir para o máximo brilho do espaço litúrgico e para o carácter festivo da celebração, a iluminação, os arranjos florais, a limpeza e ornamentação da igreja, a disposição dos celebrantes (todos os participantes na celebração) e a sua participação activa. Deverá, sem dúvida, haver um grande esforço (foi a grande actividade quaresmal) para congregar todos os baptizados em celebrações festivas (não necessariamente longas, palavrosas e enfadonhas). A Páscoa implica um investimento espiritual e material de toda uma comunidade (esse foi o objectivo da quaresma) para a Festa. Sem a longa Festa da Páscoa, o cristianismo perde o seu sentido.

Como vamos celebrar a festa da Páscoa: o Tríduo e a Cinquentena? Não se pense que não é preciso, que basta que seja como no ano passado, ou, pior ainda, que o assunto não é importante. A celebração da Páscoa é o núcleo da verdadeira Pastoral, porque o é da vida cristã.

Ano C - Tempo da Quaresma - 4º Domingo - Boletim Dominical

Aguiar da Beira e Vila Cortez na final da Taça de Honra

Decorreu na tarde deste domingo, as meias finais da Taça de Honra da AF Guarda, com o Aguiar da Beira a vencer em casa o Celoricense por duas bolas a zero e o Vila Cortez a receber o Paços da serra e venceu por cinco bolas a duas.

Assim vamos ter uma final em data a designar , entre Aguiar da Beira e Vila Cortez, ambas vão lutar por um lugar na Taça de Portugal da edição 2019/20.

Resultados da AF Viseu – Divisão Honra

 

25ª Jornada

Moimenta da Beira – Carregal do Sal -0-1

Silgueiros – Vale de Açores – 1-2

Nespereira FC- SC Lamego – 2-3

ACDR Lamelas – Castro Daire – 0-3

Canas Senhorim – GD Resende -0-1

Tarouquense – Ferreira de Aves -1-2

Mortágua – Sampedrense -1-0

Sátão – Paivense -3-2

 

Resultados do Campeonato de Portugal -Série B

28ªjornada

SC Coimbrões – Gondomar -1-2

FC Pedras Rubras – U. Madeira -0-0

Gafanha – Águeda -0-1

Penalva Castelo – Amarante FC-1-5

Cinfães – Marítimo B -3-2

Paredes – Sp. Espinho -0-3

Lusitânia Lourosa – Lusitano FCV- 1-0

Cesarense – AD Sanjoanense -1-2

Leça – Sp. Mêda – 3-0

JSD da Guarda lança repto a Carlos Peixoto

O IV Conselho Distrital da JSD da Guarda teve lugar em Gouveia.
Fernando Melo desafiou o líder distrital do Partido,  Carlos Peixoto, a olhar para a juventude na elaboração das listas para as legislativas, com a mesma seriedade que o partido olhou nas europeias, ao atribuir o segundo lugar a Lídia Pereira.

Ainda esteve presente a Prof.ª Dra. Maria Graça Carvalho, antiga Ministra da Educação e candidata a Eurodeputada, que participou numa reflexão sobre educação, na sequência da comemoração do dia do estudante.

No decorrer dos trabalhos, ainda se manifestou especial interesse sobre o futuro da Câmara Municipal da Guarda.

 

ARC Sport com boa prestação nos Açores

A ARC Sport foi à ilha de São Miguel assinar mais um resultado extremamente positivo, tanto ao nível europeu como para o Campeonato de Portugal de Ralis. Ricardo Moura e António Costa foram sempre a melhor equipa nacional, e até estiveram perto da vitória, terminando a prova no 2º lugar, a escassos segundos do vencedor. Ricardo Moura é agora o líder do campeonato nacional.

Ricardo Teodósio e José Teixeira ocuparam o 3º lugar final para o CPR, continuando na luta pelo título de 2019. A ARC Sport ocupa agora os 2 primeiros lugares do Campeonato de Portugal de Ralis. Fantástica prestação de Miguel Correia e Pedro Alves, com um 4º lugar final, e assim a equipa a subir à 5ª posição do campeonato. Pedro Almeida e Nuno Almeida não tiveram sorte no rali açoriano, apesar do esforço para regressar à prova, acabaram por registar dois abandonos.

Outra performance a salientar, foi a fabulosa exibição de Luís Miguel Rego e Jorge Henriques, que durante os dois primeiros dias de prova foram sempre a 2ª melhor equipa portuguesa. Luís Rego conquistou o 2º lugar para o Campeonato de Ralis dos Açores, e a ARC Sport ocupa as duas primeiras posições do campeonato açoriano.

Para Ricardo Moura foi um enorme prazer ter regressado ao seu rali, andou rápido, liderou sempre em termos nacionais e até podia ter vencido.

“O 2º lugar foi uma posição excelente e estamos muitos felizes. O objetivo nunca foi vencer o rali, mas sim fazer o meu melhor. Estivemos a discutir a vitória, depois do abandono do Lukyanuk, fomos sempre os melhores portugueses e foi um enorme prazer ter voltado a andar rápido”, afirmou, claramente feliz, Ricardo Moura.

Depois de ter triunfado no Rali Serras de Fafe, Ricardo Teodósio queria conquistar a 2ª vitória consecutiva do ano nos Açores, mas uma série de condicionantes acabaram por ditar o 3º lugar no CPR.

“Queríamos ter feito melhor, mas tenho de assumir escolhas menos acertadas. Um toque no primeiro troço acabou por complicar tudo, alguns peões, opções de set up e pneus menos acertadas acabaram por ditar este resultado. Só me senti bem no último dia, mas mesmo assim conseguimos minimizar os estragos. O 3º lugar no CPR acabou por ser o melhor resultado possível”, disse Ricardo Teodósio, que assinou 3 vitórias em especiais de classificação.

Miguel Correia e Pedro Alves estiveram em grande plano no Azores Rallye. O 4º lugar para o Campeonato de Portugal é uma excelente recompensa pela exibição que tiveram.

“Só posso fazer um balanço muito positivo desta nossa participação no Azores Rallye. Foi uma experiência que nunca mais vou esquecer, e uma verdadeira aventura, essencialmente na parte final da prova, onde a ARC Sport fez um trabalho fantástico para que fosse possível alcançar este resultado”, disse Miguel Correia.

Pedro Almeida e Nuno Almeida registaram dois azares seguidos na prova açoriana. Um abandono na especial da Sete Cidades, um trabalho exímio de recuperação do carro para regressar ao rali, mas a sorte voltou a abandonar a equipa.

“O Azores Rallye definitivamente não foi a nossa corrida. Ao longo dos três dias de prova tivemos sempre alguma contrariedade que acabou por nos afastar dos objetivos que trazíamos para o rali. Retiramos os aspetos positivos desta prova, e vamos procurar melhorar o nosso registo já em Mórtagua”, afirmou Pedro Almeida.

O campeão de ralis dos Açores voltou a estar com a ARC Sport. Luís Miguel Rego, navegado por Jorge Henriques teve uma atuação simplesmente brilhante. Segundos classificados na prova de abertura do Campeonato de Ralis dos Açores e a segunda melhor equipa portuguesa em prova no final do segundo dia do rali.

“Foi uma agradável surpresa ser o segundo melhor português no final dos 10 troços que contaram para o campeonato dos Açores. Foi um resultado muito positivo. A minha ligação com o Skoda tem sido excelente e a nossa parceria com a ARC Sport bastante proveitosa. Diminuído fisicamente, não realizei o último dia de prova para não comprometer o bom trabalho que tinha feito até ali, mas fiquei triste, porque gostava de ter realizado o resto do rali sem pressões. Acho que entrámos com o pé direito no campeonato”, disse o campeão dos Açores.

Para a equipa de Aguiar da Beira esta acabou por ser uma jornada positiva, apesar de se lamentar o abandono de Pedro Almeida.
“Melhor só se tivessem terminado os cinco carros. Vencer para o Campeonato de Portugal de Ralis com o Ricardo Moura e conquistar o 3º lugar com o Ricardo Teodósio, são dois excelentes resultados. Para além disso, a 2ª posição final numa prova do Campeonato da Europa de Ralis, a poucos segundos do vencedor, é também um grande resultado. Para o Campeonato dos Açores, registámos também os dois primeiros lugares, com duas grandes provas assinadas pelo Ricardo Moura e pelo Luís Miguel Rego. Em termos nacionais, ocupamos agora os dois primeiros lugares do campeonato, com o Moura e o Teodósio, o que também é de sublinhar. Em relação aos nossos dois jovens que disputam o CPR, quero deixar uma palavra de alento ao Pedro Almeida, que apesar de ter desistido deixou excelentes indicadores ao longo da prova. Para o Miguel Correia deixar os meus sinceros parabéns pelo grande resultado que conseguiu alcançar, numa prova tão dura e exigente. Quero agradecer a todos os elementos da ARC Sport o excelente trabalho que realizaram nos Açores”, disse Augusto Ramiro.

4.ª Edição do “Elos – Festival Literário de Nelas 2019”

Terminou,  4.ª Edição do “Elos – Festival Literário de Nelas 2019”, com a realização de um atelier de Reciclagem de Papel e construção de livro por Lia Alvadia e participação do Teatro Habitus e da ContraCanto, Associação Cultural, no Mercado Municipal. À noite, o Auditório Maria José Cunha, na FLL, encheu, com uma plateia atenta e entusiasta, para Descobrir Camilo.

A sessão iniciou com as boas-vindas de Rui Fonte, coordenador da Biblioteca da FLL, seguido de umas breves palavras do Dr. Carlos Torres, Presidente da Administração da FLL, e do Dr. Borges da Silva, Presidente da Câmara Municipal de Nelas, que encerrava, assim, o “ELOS – Festival de Literário”, ao mesmo tempo que dava o mote para o espetáculo: “Descobrir Camilo”, dos Vítor Blue. Música e poesia, no seu estado puro, legítimo, belo. A terminar, as sábias palavras do Prof. Doutor Carlos Mota Cardoso, um Camiliano de excelência.

Por:MN

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