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Author Archives: Sofia Pacheco

Liturgia do Pentecostes- Ano A

ORIENTAÇÕES PASTORAIS

em tempo de COVID-19

 

Baptizados:

1. Serão celebrados na sede da Paróquia, somente com os Pais e Padrinhos;

2. Cumprir-se-ão as orientações da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP).

 

Casamentos:

1. Devem celebrar-se, preferencialmente, aos Sábados, somente com os Nubentes e as testemunhas…;

2. Cumprir-se-ão as orientações da Conferência Episcopal Portuguesa.

 

Reconciliação:

1. Sempre que for necessário, marcando antecipadamente com o Pároco;

2. Cumprir-se-ão as orientações da Conferência Episcopal Portuguesa.

 

Unção dos Doentes:

  1. Sempre que for necessário, marcando antecipadamente com o Pároco;
  2. Cumprir-se-ão as orientações da Conferência Episcopal Portuguesa.

 

Funerais:

  1. Serão no Cemitério e seguindo as disposições da DGS, do Município e da Diocese;
  2. A Celebração da Santa Missa de sufrágio será acertada com a Família para quando for oportuno;

3. Cumprir-se-ão as orientações da Conferência Episcopal Portuguesa.

 

Missas:

Dominical: à hora marcada;

Ferial: à hora marcada. Não haverão celebrações nas Capelas, visto estas não terem as disposições mínimas pela DGS e CEP para este tempo de pandemia. As Missas com intenções particulares serão avisadas e celebradas na Igreja Paroquial;

Cumprir-se-ão, sempre, as orientações da Conferência Episcopal Portuguesa.

 

Outros actos religiosos:

Peregrinações, procissões, festas, romarias, concentrações religiosas, acampamentos e outras actividades similares em grandes grupos, passíveis de forte propagação da epidemia, continuam suspensas até novas orientações da DGS e CEP.

 Pe.Jorge Gomes

 

Neste Domingo, encerramos o Tempo Pascal. Páscoa e Pentecostes são uma herança que recebemos da tradição judaica. Páscoa recordava a passagem da escravidão do Egipto para a liberdade da terra prometida. Pentecostes celebrava as primícias e as colheitas e, mais tarde, a aliança entre Deus e o povo no monte de Sinai. Para nós, Páscoa é a memória da passagem de Jesus deste mundo para o Pai; e Pentecostes celebra o dom do Espírito à comunidade primitiva nascente. O prefácio da missa deste dia diz o seguinte: “Hoje manifestastes a plenitude do mistério pascal e sobre os filhos de adopção, unidos em comunhão admirável ao vosso Filho Unigénito, derramastes o Espírito Santo”.

Uma bela actividade para fazer com os jovens ou os adultos, que se preparam para receber o sacramento da confirmação, é descobrir pouco a pouco o simbolismo das manifestações do Espírito Santo sobre a comunidade apostólica reunida em Jerusalém, junto com Maria, a mãe de Jesus. Os Actos dos Apóstolos falam-nos de “um rumor semelhante a forte rajada de vento, que encheu toda a casa onde se encontravam”. É a vinda do Espírito Santo. É curioso que, na língua hebraica, a mesma palavra que significa “espírito” também significa “vento”. O sopro (a força do vento) do Espírito Santo faz aquela comunidade perder o medo, abrir as portas e pregar no meio da multidão.

“Viram então aparecer uma espécie de línguas de fogo, que se iam dividindo, e poisou uma sobre cada um deles”. É o fogo que nos recorda a sarça que ardia sem se consumir, da qual Moisés se aproximou. É Deus com a sua força irresistível. É o próprio Deus, é a presença de Deus que não só purifica, mas que aquece, ilumina, inflama, aviva e abrasa. É o fogo que Jesus veio trazer à terra para destruir a indiferença, a frieza e a tibieza dos corações que se fecham à vinda do Reino. É o fogo com o qual seremos baptizados, como anunciou João Batista (“com o Espírito Santo e com o fogo”). A antífona do Aleluia diz claramente: “Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor”.

“Cada qual os ouvia falar na sua própria língua”. Todos ficaram espantados, porque a linguagem do coração, a linguagem do Espírito Santo, a linguagem do Evangelho somente é compreensível para aqueles que acolhem a Palavra de Deus. A linguagem do amor e da solidariedade não precisa de ser aprendida nas escolas e não tem gramática nem dicionário. A linguagem do amor é a linguagem do Espírito Santo. É uma linguagem que não serve “favores e cunhas” ou poderosos, mas está ao serviço das pessoas que vivem na miséria, no desamparo e no esquecimento. Bem dizia S. Paulo: “A caridade nunca desaparece”. O amor nunca desaparecerá. Esta é a missão que nos foi dada por Jesus. Para esta missão, precisamos do Espírito de Jesus. Alimentados com o banquete eucarístico e cheios do Espírito de Jesus, teremos coragem para proclamar ao mundo a nossa alegria e viver a força de amar e do amor.

 31-05-2020

«Também vós dareis testemunho»

 

Pentecostes é a palavra grega que quer dizer «quinquagésimo». Este quinquagésimo dia, que o povo judaico festejava, contava-se a partir do dia em que tinham imolado o cordeiro pascal; e isto porque, cinquenta dias depois da saída do Egipto, a Lei foi dada no cume incendiado do monte Sinai. Assim também, no Novo Testamento, cinquenta dias depois da Páscoa de Cristo, o Espírito Santo descia sobre os apóstolos e aparecia-lhes sob a forma de fogo. A Lei foi dada sobre o monte Sinai, o Espírito sobre o monte Sião; a Lei foi dada no cume da montanha, o Espírito no Cenáculo.

«Todos os discípulos estavam reunidos no mesmo lugar. Subitamente fez-se ouvir um grande barulho». Como diz o salmo, «o ímpeto do rio alegra a cidade de Deus» (45,5). Um grande barulho acompanha a chegada Daquele que vem ensinar os fiéis. Notai como isso está de acordo com o que lemos no Êxodo: «Era já chegado o terceiro dia, e já tinha amanhecido, eis senão quando começaram a ouvir-se trovões, e o fuzilar de relâmpagos; e uma nuvem muito espessa cobriu o monte e um som de corneta muito forte atroava e todo o povo se atemorizou» (19,16). O primeiro dia foi a Incarnação de Cristo; o segundo dia foi a Sua Paixão; o terceiro dia é a missão do Espírito Santo. Chegou este dia: ouve-se o trovão, faz-se um grande barulho; brilham os relâmpagos, os milagres dos apóstolos; uma espessa nuvem – a compunção do coração e a penitência – cobre a montanha, o povo de Jerusalém (Act 2,37-38). […]

«Apareceu-lhes então como línguas de fogo». As línguas, as da serpente, de Eva e de Adão, tinham aberto à morte o acesso a este mundo. É por isso que o Espírito aparece sob a forma de línguas, opondo línguas às línguas, curando pelo fogo o veneno mortal. «Eles começaram a falar.» Eis o sinal da plenitude; o vaso repleto transborda; o fogo não pode conter-se. Estas línguas diversas são as diferentes lições que Cristo nos deixou, como a humildade, a pobreza, a paciência, a obediência. Falamos essas línguas diversas quando damos ao próximo o exemplo dessas virtudes. Viva está a palavra, quando falam as obras. Façamos falar as nossas obras! (Santo António de Lisboa, c. 1195-1231, franciscano, Doutor da Igreja, Sermões para o Domingo e as festas dos santos)

 

http://www.liturgia.diocesedeviseu.pt/

Ano A - Tempo Pascal - Pentecostes

 

Centro de Portugal, Alentejo e Extremadura com campanha conjunta para atrair turistas ibéricos

As autoridades de turismo da região europeia Euroace, composta pelas regiões portuguesas Centro de Portugal e Alentejo e pela Extremadura espanhola, vão realizar uma campanha promocional conjunta a partir de junho, com o objetivo de atrair turistas ibéricos a este território. Esta decisão foi tomada num encontro por videoconferência, que reuniu ontem os responsáveis do setor do turismo das três regiões.

A campanha promocional, dirigida ao mercado ibérico, vai ser preparada para ser lançada assim que reabrir a fronteira entre Portugal e Espanha, o que presumivelmente irá acontecer a 15 de junho.
A reunião teve como principal finalidade discutir uma estratégia comum de curto e médio prazo pós-Covid-19, com ações concretas, que acelere a retoma da atividade turística nos territórios da Euroace já neste verão, numa altura em que será previsível o retomar da mobilidade entre os dois países. Ficou clara a convergência de posições e o interesse mútuo num trabalho conjunto entre regiões que enfrentam desafios semelhantes no contexto da pandemia. Ficou também claro que os territórios transfronteiriços e de interior reúnem condições preferenciais de procura neste contexto, pelo que existe uma oportunidade para apostar no turismo de proximidade, com base em produtos turísticos diferenciadores.
Os responsáveis turísticos das três regiões concertaram também posições para falarem a uma só voz, no sentido de assegurar que o plano europeu de recuperação turística permita que cheguem ajudas diretas às empresas turísticas da Euroace, as quais geram mais de 91.000 empregos diretos no setor.
Os visitantes portugueses e espanhóis, a que chamo o nosso mercado interno alargado, são aqueles que mais rapidamente poderão fazer férias nestas três regiões, uma vez que dificilmente haverá muita afluência de visitantes de outros países neste verão, por falta de ligações aéreas, pelo fecho das fronteiras e, também, por algum receio em viajar para longe”, sublinha Pedro Machado. “Esta campanha, que ficou hoje acertada ao mais alto nível, visa atrair um mercado potencial de 55 milhões de habitantes dos dois países, que vão procurar destinos tranquilos, seguros e espaçosos para as suas primeiras férias pós-Covid-19. As regiões Centro de Portugal, Alentejo e Extremadura já eram destinos perfeitos e são-no ainda mais nestas circunstâncias”, acrescentou. “Este encontro é mais um passo importante numa estratégia de promoção transfronteiriça que já vem detrás e que tem sido elogiada internacionalmente”, disse ainda Pedro Machado.

A reunião contou com a participação dos presidentes das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Centro e do Alentejo, respetivamente Isabel Damasceno e Roberto Pereira Grilo, e da Diretora Geral de Ação Exterior da Junta da Extremadura, Rosa Balas. Pelas estruturas regionais do turismo, estiveram presentes Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal e da Agência Regional de Promoção Turística Centro de Portugal; Vítor Silva, presidente da Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo; José Santos, secretário-geral do Turismo do Alentejo; e Francisco Martín, diretor-geral de Turismo da Junta da Extremadura, entre outros.

Durante a reunião, as três regiões fizeram ainda um balanço muito positivo das ações realizadas em conjunto nos últimos anos, que incidiram sobretudo em quatro eixos: património cultural, gastronomia e vinho, natureza e turismo religioso.

A Eurorregião Euroace, iniciativa criada em 2009, cobre uma área de 92.500 quilómetros quadrados e nela vivem 3,4 milhões de habitantes, cerca de 6% da população da Península Ibérica.

Almeida – Dois detidos por tráfico de produtos estupefacientes

O Comando Territorial da Guarda, através do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Vilar Formoso, ontem, dia 27 de maio, deteve dois homens, de 51 e 53 anos, por tráfico de estupefacientes, no concelho de Almeida.

No âmbito de uma operação de vigilância de fronteiras, foi detetada uma viatura, com dois passageiros, a entrar em Portugal, por um ponto de passagem não autorizado, pelo que foi abordada.

Imediatamente antes da abordagem à viatura, um dos ocupantes atirou um embrulho pela janela que, depois veio a confirmar-se, ser produto estupefaciente, nomeadamente, 242 doses de heroína e quatro doses de cocaína.

Os detidos foram constituídos arguidos e os factos remetidos para o Tribunal Judicial de Almeida.

Auto de consignação assinado entre Município da Guarda e empresa João Tomé Saraiva

A Câmara Municipal da Guarda e a Firma João Tomé Saraiva – Sociedade de Construção Lda assinaram nesta quinta-feira, dia 28 de maio, nos Paços do Concelho, o Auto de Consignação da empreitada “Reabilitação de Espaço Público e Zona Envolvente da Rua Pinto Peixoto – Bairro do Pinheiro. O documento foi assinado pelo presidente da Câmara Municipal da Guarda, Carlos Chaves Monteiro, e pelo Sócio Gerente da Firma adjudicatária, João Tomé Saraiva.

Covid-19: Retrospetiva do consumo em tempos de pandemia, segundo a Nielsen

Terminou, no dia 4 de maio, o período de confinamento em Portugal. Entrando agora numa nova fase destes tempos tão particulares, a Nielsen desenvolveu, no seu relatório semanal, uma visão diferente e mais macro daquilo que têm sido as grandes tendências em tempos de COVID-19. Como se comportou o consumo FMCG em Portugal nas fases Pré-Covid (semanas 1 a 8), Armazenamento (semanas 9 a 11) e Quarentena (semanas 12 a 18)?

  • Bens de Grande Consumo cresceram com o impacto da COVID-19
  • Diferentes categorias dinamizam cada um dos períodos
  • Portugueses mostram capacidade de adaptação entre cada fase
  • Após o desconfinamento, portugueses armazenam e o consumo cresce 17%

Segundo a análise da Nielsen, e de uma forma geral, a pandemia COVID-19 veio trazer crescimento no setor dos Bens de Grande Consumo em Portugal. Houve nitidamente um período de Armazenamento, entre 24 de fevereiro e 15 de março, em que o mercado cresceu 31% sobre o período homólogo de 2019. Nas semanas de Quarentena, entre 16 de março e 3 de maio, o crescimento foi de 9%.

 

 

 

 

 

 

Enquanto no período pré-COVID todas as categorias cresciam sensivelmente ao mesmo ritmo, detetámos diferentes comportamentos nas etapas posteriores.

Armazenamento – A preparação da despensa dos portugueses

Durante a fase de Armazenamento, foram as categorias de Higiene Pessoal e do Lar (+37%) e de Alimentação (+35%) as que apresentaram maior dinamismo.

Em Higiene, o crescimento do papel higiénico, que mereceu mesmo algum destaque noticioso, não deixou dúvidas quanto à necessidade dos portugueses de se abastecerem previamente. Esta categoria cresceu 87% durante todo o período de Armazenamento. Destacam-se também, nesta fase, os Acessórios de Limpeza (+54%) e os Rolos, Guardanapos e Lenços (+54%).

No setor da Alimentação, destacam-se claramente os produtos de maior durabilidade, como é o caso das Conservas (+102%), dos Produtos Básicos (+89%) e dos Congelados (+44%).

No que diz respeito aos produtos Frescos, os portugueses não quiseram que faltassem produtos a que estão habituados à mesa, exemplo da Carne, do Peixe e das Frutas & Legumes, que, neste período de Armazenamento, cresceram, respetivamente, 30%, 26% e 18%.

As Bebidas Não-Alcoólicas (+16%) cresceram no período de Armazenamento (influenciadas pela preocupação em ter água em casa). Não há dúvida de que os portugueses prepararam a sua despensa no sentido de enfrentar as necessidades associadas à permanência em casa.

 

 

 

 

 

Quarentena – A tentativa de manter a normalidade possível

No período de Quarentena, com todo o consumo a ser realizado em casa, é na Alimentação que se verifica o maior dinamismo (+14%). As Bebidas Quentes, onde se inclui o Café, ocuparam um lugar de relevo desta fase, com um crescimento de 52%. Embora com menos destaque, continua a notar-se uma preocupação dos consumidores por manter a sua despensa recheada, com um dinamismo de 33% nos Produtos Básicos, de 29% nos Congelados e de 28% nas Conservas.

Quando ficam em casa, é evidente a preocupação dos consumidores com a limpeza (+62% em Acessórios de Limpeza) e com a embalagem e conservação de alimentos (+43% em produtos para este efeito). Por outro lado, com os portugueses confinados nas suas casas, notam-se decréscimos acentuados em categorias como Produtos Solares (-88%), Produtos para Calçado (-46%), Perfumes (-37%) e Maquilhagem (-29%).

Nos Frescos, a tendência é de quebra durante a Quarentena. Registaram-se, no entanto, crescimentos nas Frutas & Legumes (+10%) e no Talho (+6%). O Take Away & Cafetaria do retalho alimentar, que apresentava o maior dinamismo no período pré-COVID, inverteu a tendência na quarentena (-68%).

 

 

 

 

 

Diferentes tipologias de loja para necessidades distintas

Se é pelas lojas maiores que os portugueses optam no momento de armazenar, na vida em quarentena a proximidade ganha visibilidade, possibilitando deslocações mais próximas de casa e de menor duração.

 

 

 

 

 

 

Face à evolução do consumo desde que se começaram a sentir os efeitos desta pandemia, “é notória uma adaptação dos consumidores às distintas necessidades que esta nova realidade impôs nas suas vidas e rotinas. Os dados analisados pela Nielsen mostram uma tentativa de responder a novas exigências, quer no momento de assegurar uma despensa recheada que permitisse enfrentar o confinamento, quer na compra de produtos que tornassem mais fácil a permanência prolongada em casa”, explica Inês Pimentel, Client Consultant da Nielsen.

“A procura por diferentes tipologias de canais de retalho evidencia que o consumidor possui uma capacidade para ajustar os seus hábitos e adotar novas rotinas quando tal se revela indispensável. Lojas de maior e de menor dimensão adquirem um papel específico quando se trata de suprir determinadas necessidades e em distintas fases neste longo processo de confinamento e restrições.

As próximas semanas trarão, certamente, novidades. A possibilidade de voltar a uma rotina mais aproximada à realidade pré-COVID, com maior liberdade de movimentos, significará também mais liberdade para os consumidores realizarem as suas compras, e o fim de algumas exigências modificará o aspeto da sua cesta”, conclui.

 Após a quarentena, os portugueses armazenam e cresce o consumo

Terminado o período de Quarentena, a décima edição do Barómetro Covid-19 da Nielsen revela o impacto do novo Coronavírus no mercado dos Bens de Grande Consumo na semana 19 (4 a 10 de maio), marcada pelo início de uma nova fase: Viver uma Nova Normalidade.

No período em que se dá início ao processo de desconfinamento, com a reabertura do pequeno comércio, os produtos FMCG registaram um crescimento de 17% comparativamente à semana homóloga, totalizando 187 milhões de euros.

 

 

 

 

 

Nesta semana 19, os portugueses voltaram a armazenar e todas as categorias apresentaram crescimentos. Alimentação (20%), Bebidas (18%), Higiene Pessoal e do Lar (9%) e comida e acessórios para cães e gatos (6%) registaram incrementos de vendas comparativamente à semana homóloga.

 

Freguesia de Tavares assinala o Dia Mundial da Criança

Não querendo deixar de homenagear as crianças, a União das Freguesias de Tavares, mantendo em simultâneo o respeito pelo Plano de contingência à Covid-19, vai entregar a todas as crianças dos 0 aos 3 anos ou que estejam matriculados em qualquer nível de ensino uma lembrança para assinalar o Dia Mundial da Criança.

Vai ser um dia animado, com animadores,modelagem de balões e muita música.

“Ninho do Falcão” – edifício de apoio ao projeto “Siga o Falcão”

A partir da  próxima segunda-feira, dia 1 de junho, o Município de Pinhel vai retomar o serviço “Siga o Falcão” e vai também abrir as portas do “Ninho do Falcão”.
Trata-se de um edifício propriedade da autarquia, recuperado para dar apoio aos utentes deste projeto de mobilidade social que veio encurtar distâncias e dar maior autonomia às gentes do concelho.

A abertura / inauguração do “Ninho do Falcão” está agendada para as 12.00h, no edifício contíguo ao edifício que acolhe os serviços de Ação Social, Ambiente e Proteção Civil do Município de Pinhel (junto à principal paragem do Siga o Falcão).

Suspenso desde o dia 15 de março, na sequência da declaração de pandemia e da ativação do plano de contingência do Município de Pinhel para fazer face ao COVID-19, o serviço de mobilidade social “Siga o Falcão” vai ser retomado na próxima segunda-feira, dia 1 de junho.
Sendo um serviço que faz muita falta às gentes do concelho, nomeadamente às pessoas mais idosas ou com menos recursos, o Presidente da Câmara Municipal de Pinhel, Rui Ventura, entendeu estarem reunidas as condições para retomar este meio de transporte coletivo a cargo da autarquia, garantindo o cumprimento das necessárias medidas de segurança.
Os autocarros do “Siga o Falcão” irão retomar os circuitos normais, de segunda-feira a domingo, possibilitando a deslocação dos munícipes de todas as localidades à sede de concelho, bem como as ligações de fim de semana, de e para a estação ferroviária de Vila Franca das Naves.
Quanto às regras, motoristas e passageiros deverão usar máscara durante todo o percurso, sendo que apenas serão usados dois terços da lotação total do autocarro, de modo a preservar os distanciamentos preconizados pelas autoridades de saúde.

“Ninho do Falcão”, assim vai ser chamado este espaço que irá servir de abrigo aos utentes do “Siga o Falcão”, situando-se mesmo junto à principal paragem da cidade, em frente ao Tribunal.
Com a abertura deste espaço, as pessoas poderão esperar mais confortavelmente pelo autocarro, não estando sujeitas aos rigores do inverno ou do verão.
De referir que as obras de adaptação do edifício, propriedade do Município, decorreram nos últimos meses, representando um investimento na ordem dos 30 mil euros.

Encontro Gastronómico Amador em Abrunhosa-a-Velha adiado para 2021

Anualmente, a localidade de Abrunhosa-A-Velha recebe o Encontro Gastronómico Amador, no primeiro fim de semana de agosto, mas face a esta situação pandémica de Covid-19, vai ser adiado para agosto de 2021.

Segundo a organização, foi uma decisão tomada em consciência para que este Encontro não fosse eventualmente propagador do vírus.

Habitualmente, é um evento que conta com centenas de participantes e diversos cozinheiros amadores que dão destaque à gastronomia tradicional do concelho de Mangualde.

Trata-se de uma organização conjunta da Junta de Freguesia de Abrunhosa-a-Velha e da Câmara Municipal de Mangualde.

Suspensão preventiva do Dia da Defesa Nacional até final de julho

A suspensão preventiva do Dia da Defesa Nacional foi prolongada até dia 31 de julho, atendendo às orientações das autoridades nacionais e internacionais de saúde e às medidas previstas no Plano de Contingência do Ministério da Defesa Nacional, face à evolução epidemiológica e ao risco de contágio do novo coronavírus (COVID-19).

Recorde-se que o Dia da Defesa Nacional abrange um total de 50236 cidadãos convocados, o que implicaria a concentração de um elevado número de jovens e de equipas divulgadoras, em unidades militares dos três ramos das Forças Armadas, pelo que se justifica esta medida preventiva de proteção, até ao próximo dia 31 de julho.

Para mais informações ou esclarecimento:
Balcão Único da Defesa | 213 804 200 | ddn.covid19@defesa.pt

Os cidadãos interessados poderão obter mais informações e emitir a cédula militar, documento oficial que atestará, à data da sua emissão, a situação militar em https://bud.gov.pt/ddn-covid19.html.

GNR comemorou o dia do Guarda-Florestal

 A Guarda Nacional Republicana comemorou o dia do Guarda-Florestal, adaptando este evento devido às restrições resultantes da pandemia COVID-19, garantindo a devida solenidade e dignidade de que são plenamente merecedores todos os elementos desta carreira profissional, reforçando a sua imagem institucional.

Os Guardas-Florestais foram integrados na Guarda Nacional Republicana no ano de 2006, sendo considerados Órgãos de Polícia Criminal (OPC), cujas funções e qualificações são uma mais-valia que tem acrescido a qualidade específica nas temáticas que visam a proteção do património florestal, da riqueza cinegética e piscícola. Constituem-se um recurso essencial para o cumprimento das missões que, por sua vez, foram transferidas para a GNR, nomeadamente, carreando o conhecimento consolidado e as técnicas sempre atualizadas de que são detentores, especialmente na investigação das causas de incêndios florestais, habilitação, essa, que acarreta um enorme impacto social e responsabilidade institucional.

Saliente-se que a ligação mais antiga que se conhece, como génese da missão da Guarda-Florestal, remonta a 1385, com a nomeação por D. João I do 1.º Monteiro-Mor do Reino (também chamado de couteiro-mor), uma vez que este era um Oficial da casa real encarregado de governar e dirigir as coutadas, as caçadas reais e as pessoas que nelas participavam.

A comemoração desta efeméride  incluiu uma exposição temporária alusiva ao Dia do Guarda-Florestal, patente no Museu da GNR, no Largo do Carmo – Lisboa, e que poderá ser visitada, até dia 30 de junho, de segunda a sábado, das 10:00 às 18:00 horas, com a última entrada às 17:30 horas, assim como a divulgação de um vídeo de homenagem à carreira de Guarda-Florestal, teve na página oficial de Facebook da GNR.

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