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Fornos de Algodres

Livro “ Dietas e Borbulhas” de Maria Teresa Maia Gonzalez vai ser publicado na Sérvia

A escritora Maria Teresa Maia Gonzalez, recentemente foi convidada pela Editora Sérvia ARETÉ para a publicação do livro “Dietas e Borbulhas “(um livro sobre a problemática dos distúrbios alimentares, inserido na coleção Profissão: Adolescente) na Sérvia.

Face a isso, a escritora com raízes em Fornos de Algodres, aceitou e refere na sua página oficial que: Ficou surpreendida e muito grata. “Não posso deixar de me surpreender com tanto interesse que o meu trabalho tem suscitado em pessoas e países que nem conheço. Tenho muito a agradecer a Deus e a muita gente que, desde a primeira hora, apostou no meu trabalho, acrescenta a escritora.

Recorde-se que a escritora Maria Teresa Maia Gonzalez tem o seu nome associado à Biblioteca Municipal fornense e tem  publicado muitos livros, todos eles com muita qualidade.

Ana Mendes Godinho presente num fórum/debate em Fornos de Algodres

Vai ter lugar , no Centro Cultural Dr. António Menano, em Fornos de Algodres, um fórum/debate com o tema “CLDS 4G- Intervenção Social em Tempos de Pandemia”, com a presença da Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social,  Ana Mendes Godinho , nesta sexta-feira, 25 de setembro pelas 11 horas.

Fornos de Algodres associou-se ao Dia Mundial de Segurança do Doente

Todos os Municípios  que pertencem à área de abrangência da ULS Guarda foram desafiados associar-se ao Dia Mundial de Segurança do Doente, iluminando de 17 a 24 de setembro um Monumento/Edifício.

O Município de Fornos de Algodres aceitou o desafio, à semelhança de outros municípios por todo o mundo, iluminando a fachada da Câmara Municipal.

Dado que a pandemia COVID-19 veio salientar as dificuldades enfrentadas pelos profissionais de saúde em todo o mundo, incluindo infeções associadas à prestação de cuidados, à violência, à estigmatização, ao desenvolvimento de distúrbios psicológicos e emocionais e também à morte, a OMS definiu para a campanha de 2020 o tema “Segurança do Profissional de Saúde: Uma prioridade para a segurança do doente, sendo o slogan da iniciativa: “Profissionais de Saúde Seguros, Doentes Seguros”

Município de Fornos de Algodres entregou 9 computadores ao Agrupamento de Escolas

O Município de Fornos de Algodres entregou 9 computadores , na Escola Básica e Secundária de Fornos de Algodres , para permitir que todos os alunos do Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres tenham acesso a computador individual durante este período em que a partilha destes recursos é desaconselhada, instalados na sala de informática.

Assim garantindo que todos têm as condições necessárias para o seu processo de aprendizagem numa área tão importante para o seu desenvolvimento.

Estiveram presentes na cerimónia, Manuel Fonseca, Presidente do Município de Fornos de Algodres, Alexandre Lote, vice -presidente e Artur Oliveira, Diretor executivo da Escola.

Avisos e Liturgia do 25º Domingo do Tempo Comum do Ano A

O autor da carta aos Hebreus afirma que a Palavra de Deus é viva, eficaz e mais afiada que uma espada de dois gumes, ou seja, é capaz de cortar, de separar aquelas realidades que pertencem ao domínio de Deus das que são fruto do sentir e agir humanos. Para o discípulo, a Palavra de Deus converte-se no principal critério de discernimento. É importante aprender a distinguir os planos de Deus dos nossos. É isto que nos é proposto neste domingo. Por muito que queiramos não é fácil harmonizar os nossos planos com os de Deus, sem haver o risco da vontade de Deus ser falseada e deturpada. Uma vez discernidos, os planos de Deus podem ser acolhidos como nossos.

É vontade de Deus Pai que todos os seus filhos estejam junto Dele, disfrutando da sua companhia. Ele nunca faz acepção de pessoas e quer salvar todos. “Com efeito, manifestou-se a graça de Deus, portadora de salvação para todos os homens” (Tit 2,11). Jesus apresenta-nos este projecto de salvação universal de Deus com uma comparação. O seu Reino é como uma vinha, na qual todos somos chamados a trabalhar. O dono da vinha saiu à praça pública em diversos momentos do dia e convidou a trabalhar na sua propriedade todos quanto encontrou. Se estivéssemos no lugar deste empresário, teríamos feito uma selecção do pessoal, contratando os mais fortes, os que nos foram recomendados ou aqueles que nos pediram. Mas Deus não faz isto. Não são os operários que se aproximam do proprietário a pedir trabalho. É o dono que sai e vai chamando os que vai encontrando. Trabalhar na vinha do Senhor não é, em primeiro lugar, fruto do nosso desejo e das nossas capacidades. É consequência de uma escolha e de um chamamento de Deus que temos de acolher com alegria e gratidão. São todos convocados e o salário ajustado com os da primeira hora é um denário. Este salário que Deus nos oferece é a sua própria presença ao nosso lado. Oferece-se como salário, porque sabe que nós seremos plenamente felizes com a sua companhia. Mas quando nos afastamos dele ficamos fracos. Esta experiência fez S. Paulo. Ele descobriu que só com o Senhor a vida tem sentido: “Para mim, viver é Cristo”.

20-09-2020

Os nossos pensamentos e os nossos caminhos não são como os de Deus. Nós pensamos que aqueles que renderam bem no seu trabalho têm de ser recompensados e receber mais do que os seus colegas. Achamos que isto é justo e nisto somos como os que foram contratados no início do dia. Deus tem um modo de pensar e de agir caracterizado pela misericórdia. Quanto à nossa maneira de pensar, poder-se-ia fazer as seguintes perguntas: Por que é que se paga menos aos que são mais fracos? Não têm todos uma família para sustentar? Os operários da última hora terão o suficiente para levar algo para jantar com a sua família? Deus pensa sempre a partir dos últimos, dos pobres, dos que têm menos oportunidades. Por isso paga a todos por igual, porque Ele é o salário. Perante esta atitude do dono da vinha, os primeiros operários contratados protestaram. Tiveram inveja do patrão e dos colegas de trabalho. Recordam-nos o filho mais velho da parábola do Filho Pródigo. Não conseguiram reconhecer a imensa alegria que é trabalhar na vinha do Senhor, gozando da sua companhia; por isso, não se sentiram recompensados. São muitos os cristãos a quem a rotina não lhes deixa perceber a felicidade de estar junto de Deus. Todos somos irmãos chamados por Deus a trabalhar na sua vinha e nenhum tem o direito a cobrar nem mais nem menos do que aquilo que Deus nos quer dar, que é Ele próprio.

 

«Ide vós também para a minha vinha»

 

Meus bem-amados, perseverai nas boas obras que começastes. Há homens infelizes que servem um rei terreno correndo risco de vida e passando por enormes dificuldades em troca de um benefício que rapidamente desaparece; como não haveis vós de querer servir o Rei do Céu para obter a felicidade do Reino? Uma vez que, pela fé, o Senhor já vos chamou à sua vinha, ou seja, à unidade da Santa Igreja, vivei e comportai-vos de tal maneira que, graças à generosidade de Deus, possais receber a moeda de prata, isto é, a felicidade do Reino dos Céus.

Que ninguém desespere por causa da grandeza dos seus pecados, dizendo: «Numerosos são os pecados nos quais perseverei até à velhice e à velhice extrema; não poderei já obter perdão, sobretudo porque foram os pecados que me deixaram, não fui eu que os rejeitei.» Que essa pessoa não desespere de todo da misericórdia divina, porque uns são chamados à vinha do Senhor à primeira hora, outros à terceira, outros à sexta, outros à nona e outros à décima primeira – ou seja, uns são conduzidos ao serviço de Deus na infância, outros na adolescência, outros na juventude, outros na velhice e outros na velhice extrema.

Que ninguém desespere, pois, se quer converter-se a Deus, seja qual for a sua idade. Trabalhai fielmente na vinha da Igreja, para receberdes o salário da felicidade eterna e reinardes com Cristo por todos os séculos dos séculos. (Autor anónimo do século IX, na actual Itália, Homilia para a Septuagésima, 4-7)

 

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Ano A - Tempo Comum - 25º Domingo - Boletim Dominical II

Visitas guiadas a Fornos de Algodres

O Município de Fornos de Algodres está a promover um programa de visitas guiadas a Fornos de Algodres através de uma parceria com a Fundação INATEL, no âmbito do Programa Inatel Outono.

Deste modo, na manhã de segunda- feira, dia 14, foi recebido no exterior da Câmara Municipal de Fornos de Algodres, pelo Executivo Municipal, um grupo de pessoas de Évora, Setúbal e Lisboa.

Foram feitos três grupos que foram acompanhados por três guias iniciando uma visita rotativa por três pontos essenciais da vila: Jardim 28 de Maio (Jardim Municipal), onde houve uma  explicação da história do Concelho,  Museu “Centro de Interpretação Histórica e Arqueológica de Fornos de Algodres” e uma visita guiada intitulada “Rota dos Solares”, onde puderam vislumbrar casas brasonadas, monumentos religiosos e alguma da história arquitetónica da vila.

Avisos e Liturgia do 24º domingo do Tempo Comum- Ano A

 

Pedro é um discípulo curioso que procura aprofundar a mensagem de Jesus. Através das suas incompreensões, das suas perguntas e da sua ousadia, o Mestre explica com mais clareza os mistérios do Reino. Neste Domingo, encontramos este discípulo inquieto pelas vezes que tem de perdoar. Talvez tivesse alguém que o ofendesse continuamente e que tivesse de perdoar para além do número que pede a lei judaica. Coloca esta questão a Jesus e, como sempre, este ultrapassa com a sua resposta as expectativas de Pedro.

O rei da parábola evangélica sentiu compaixão daquele servo que lhe devia uma fortuna, deu-lhe a liberdade e perdoou-lhe a dívida. O perdão é uma das manifestações mais radicais e puras do amor e de Deus, que é amor. O refrão do salmo responsorial introduz-nos na essência de Deus, “que é clemente e compassivo, paciente e cheio de bondade”. Quando alguém faz a experiência do pecado, Deus deseja a sua conversão e propõe-lhe caminhos para reorientar novamente a vida. O salmo 81 mostra-nos o desgosto de Deus perante o pecado do seu povo: “Mas o meu povo não quis ouvir-me; Israel não quis obedecer”; e, ao mesmo tempo, expressa o desejo do seu regresso: “Se o meu povo me tivesse escutado! Se Israel tivesse seguido os meus caminhos!”. Santa Teresa de Jesus diz-nos como antes da sua conversão Deus a avisava na oração e através de algumas pessoas para que deixasse o pecado e voltasse para Ele (cf. Livro da Vida, 7,8-9). Podemos, então, entender que quando um pecador se converte, a inquietação do coração do Pai transforma-se em alegria.

O perdão de Deus é-nos oferecido de uma forma total e gratuita. Perdoa a dívida ao servo e dá-lhe liberdade sem nenhuma condição. Este modo de perdoar de Deus está no centro da mensagem de Jesus. Oferece sempre aos pecadores a graça libertadora da sua misericórdia sem qualquer cláusula. Assim aconteceu com Levi, com a mulher pecadora, com Zaqueu…e com o servo do evangelho deste domingo. Quando bebemos no manancial da misericórdia de Deus, a nossa vida fica curada. Quando se é perdoado por Deus, descobre-se com humildade a nossa debilidade de espírito e vive-se agradecido Àquele que nos dá a fortaleza. Santa Teresa de Jesus narra em muitas ocasiões o excesso de amor de Deus que viveu na sua vida ao acolher o Seu perdão: “Olhem o que Ele fez comigo; cansei-me mais depressa de O ofender que sua Majestade de perdoar-me. Nunca se cansa de dar nem se podem esgotar as suas misericórdias” (Livro da Vida 19,15).

13-09-2020

Quem já experimentou o perdão de Deus, sente vontade em viver perdoando em todas as ocasiões em que é ofendido. Por isso, Jesus diz a Pedro que tem de perdoar “setenta vezes sete”, ou seja, sempre. O perdão é uma atitude que define a vida do cristão. Não há ofensa tão grande que não possa ser perdoada com a ajuda daquele que perdoou na hora da morte aos que o tinham condenado injustamente. Jesus alerta-nos para uma irregularidade que pode acontecer na nossa vida. O servo da parábola, depois de ter sido perdoado pelo rei, não foi capaz de perdoar a um dos seus companheiros que lhe devia somente cem denários. E nós? Depois de fazermos a experiência do perdão do Pai, somos capazes de perdoar aos que nos ofendem? Talvez celebremos com frequência o perdão do Pai, mas sem o valorizar. Será que também pensamos que merecemos o perdão, tendo em conta as nossas boas obras? “O senhor, indignado, entregou-o aos verdugos, até que pagasse tudo o que lhe devia”. Jesus avisa-nos que o perdão que Deus nos dá reclama forçosamente o nosso perdão ao irmão: “Assim procederá convosco meu Pai celeste, se cada um de vós não perdoar a seu irmão de todo o coração”.

 

Deus à procura do homem perdido

 

Como a fraqueza dos homens não é capaz de manter um rumo firme neste mundo escorregadio, o bom médico mostra-nos o remédio para os nossos desvios, e o juiz misericordioso não nos recusa a esperança do perdão. Compreende-se assim que São Lucas tenha apresentado em sequência as três parábolas da ovelha perdida, da dracma perdida e do filho que estava morto e regressou à vida; fê-lo para que este triplo remédio nos comprometa a cuidarmos das nossas feridas.

Alegremo-nos, pois, pelo facto de a ovelha que se tinha perdido em Adão ser reerguida em Cristo. Os ombros de Cristo são os braços da cruz; foi lá que depus os meus pecados, nesse madeiro encontrei repouso. Aquela ovelha é única na sua natureza, mas não nas suas pessoas, porque todos nós formamos um só corpo, mas somos muitos membros. Por isso está escrito: «Vós sois o corpo de Cristo e membros dos seus membros» (1Cor 2,27). Pois «o Filho do homem veio salvar o que estava perdido» (Lc 19,10), quer dizer, todos os homens, uma vez que «todos morrem em Adão, tal como todos voltam à vida em Cristo» (1Cor 15,22).

Também não é indiferente que a mulher se alegre por ter encontrado a moeda: é que nessa moeda figura a imagem de um príncipe. De igual modo, a imagem do Rei é o bem da Igreja. Nós somos ovelhas; peçamos, pois, ao Senhor que nos conduza à água do descanso (Sl 22,2). Nós somos ovelhas; peçamos para ser conduzidas às pastagens. Nós somos a moeda; mantenhamos o nosso valor. Nós somos filhos; corramos para o Pai. (Santo Ambrósio, c. 340-397, bispo de Milão, doutor da Igreja, Sobre o evangelho de S. Lucas, 7, 207)

 

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Ano A - Tempo Comum - 24º Domingo - Boletim Dominical II

AF Guarda- Arranque do distrital adiado para 11 de outubro

Depois de ter sido apontada a data de 4 de outubro, o arranque do Distrital de seniores da AF Guarda, mas face às circunstâncias do dia a dia, foi adiado o arranque para dia 11 de outubro, com o sorteio a ser previsto a sua realização, no próximo dia 19, onde terá lugar , uma reunião preparatória com todos os clubes seguido do sorteio, a ter início às 16h00 no Auditório do Paço da Cultura na Guarda.

Quanto ao formato do campeonato vai decorrer com 3 séries, em regime de proximidade, proposta aprovada pelos clubes em Assembleia Geral.

Série A- Mêda, Aguiar da Beira, VF Naves, Foz Côa, Trancoso, Pinhelenses, Freixo Numão

Série B- Sabugal, Soito, E.Almeida, V.Formoso, Casal Cinza, Guarda FC, Guarda D e NDS

Série C- Gouveia, AD Fornos de Algodres, Manteigas, Os Vilanovenses, Celoricenses, S.Romão,Paços da Serra e Nespereira

 

Escola Básica e Secundária de Fornos de Algodres pronta para receber os alunos

Com as novas medidas de acordo com a DGS e o Ministério da Educação, o Agrupamento de escolas em parceria com o Município de Fornos de Algodres , realizaram todasa s alterações a nível de circulação e bem estar dos alunos , professores e pessoal docente nas salas, no sentido de no dia 17, estarem reunidas as condições para o arranque das aulas.

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