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Fornos de Algodres

AF Guarda criou Gabinete COVID

A direção da Associação de Futebol da Guarda ciente dos constrangimentos inerentes à situação pandémica que o País atravessa ,deliberou oficializar o Gabinete COVID, composto por quatro colaboradores, pretendendo que se tornem especialistas no tema. Isto é compromisso com os nossos clubes, bem cientes do slogan com que nos candidatámos, uma AFG ao serviço dos CLUBES!
Queremos apoiar os clubes, fazendo de plataforma entre as várias entidades apoiando, esclarecendo e tentando resolver todas as questões que se relacionem com esta temática, e que têm sido muitas.
Os n/dirigentes estão a passar tempos muito difíceis, por isso temos a obrigação de os ajudar/apoiar nestas novas questões, porque defendemos que o futebol amador é a base da pirâmide do futebol. São estes dirigentes, que quase sempre “probono”, se dedicam de alma e coração a uma causa comum, substituindo-se ao Estado, arcando com todas as responsabilidades para formar/educar os jovens da sua localidade, através da prática desportiva. Os n/dirigentes são uns heróis!!! Com serenidade e esperança, acreditamos no Futuro.
O gabinete estará disponível pelo email e pelos contactos da AFG e será composto por quatro pessoas, Paulo Menano, Artur Lobão, Leandro Gonçalves e Carlos Cruz, que prestarão os esclarecimentos necessários e farão a ponte entre os clubes e as entidades oficiais, como os delegados de saúde com o propósito de esclarecermos/clarificarmos a legislação em vigor, nomeadamente a Resolução do Conselho de Ministros de 30/7 e as Orientações 30 e 36 da Direção Geral de Saúde e o Regulamento da FPF adaptado a nossa distrital.
Deixamos os contatos que poderão utilizar em caso de necessidade.
Paulo Menano: paulo.menano@afguarda.pt 918690689
Artur Lobão: gabtecnico@afguarda.pt
Leandro Gonçalves: secretaria@afguarda.pt 969 771 946
Carlos Cruz

Alerta para risco de incêndios

A manutenção do risco de incêndio rural,conduz aos  Ministros da Defesa Nacional, da Administração Interna, do Ambiente e da Ação Climática e da Agricultura determinarem o prolongamento da Situação de Alerta em 14 distritos do Continente.

A Situação de Alerta,  prolonga-se agora até às 23h59 horas de sexta-feira, dia 11 de setembro.

Os distritos abrangidos são os de Aveiro, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Leiria, Lisboa, Portalegre, Porto, Santarém, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu.

A Declaração da Situação de Alerta decorreu da necessidade de adotar medidas preventivas e especiais de reação face ao risco de incêndio previsto pelo IPMA na maioria dos concelhos do continente nos próximos dias.

No âmbito da Declaração da Situação de Alerta, prevista na Lei de Bases de Proteção Civil, estão em vigor as seguintes medidas de caráter excecional:

1) Proibição do acesso, circulação e permanência no interior dos espaços florestais previamente definidos nos Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios, bem como nos caminhos florestais, caminhos rurais e outras vias que os atravessem;

2) Proibição da realização de queimadas e queimas de sobrantes de exploração;

3) Proibição total da utilização de fogo-de-artifício ou outros artefactos pirotécnicos, independentemente da sua forma de combustão, bem como a suspensão das autorizações que tenham sido emitidas nos distritos onde tenha sido declarado o Estado de Alerta Especial de Nível Laranja pela ANEPC;

4) Proibição de realização de trabalhos nos espaços florestais com recurso a qualquer tipo de maquinaria, com exceção dos associados a situações de combate a incêndios rurais;

5) Proibição de realização de trabalhos nos demais espaços rurais com recurso a motorroçadoras de lâminas ou discos metálicos, corta-matos, destroçadores e máquinas com lâminas ou pá frontal.

A proibição não abrange:

1) Os trabalhos associados à alimentação e abeberamento de animais, ao tratamento fitossanitário ou de fertilização, regas, podas, colheita e transporte de culturas agrícolas, desde que as mesmas sejam de carácter essencial e inadiável e se desenvolvam em zonas de regadio ou desprovidas de florestas, matas ou materiais inflamáveis, e das quais não decorra perigo de ignição;

2) A extração de cortiça por métodos manuais e a extração (cresta) de mel, desde que realizada sem recurso a métodos de fumigação obtidos por material incandescente ou gerador de temperatura;

3) Os trabalhos de construção civil, desde que inadiáveis e que sejam adotadas as adequadas medidas de mitigação de risco de incêndio rural.

A Declaração da Situação de Alerta implica, entre outros aspetos:

A) A elevação do grau de prontidão e resposta operacional por parte da GNR e da PSP, com reforço de meios para operações de vigilância, fiscalização, patrulhamentos dissuasores de comportamentos e de apoio geral às operações de proteção e socorro que possam vir a ser desencadeadas, considerando-se para o efeito autorizada a interrupção da licença de férias e a suspensão de folgas e períodos de descanso;

B) O aumento do grau de prontidão e mobilização de equipas de emergência médica, saúde pública e apoio psicossocial, pelas entidades competentes das áreas da saúde e da segurança social, através da respetiva tutela;

C) A mobilização em permanência das equipas de Sapadores Florestais;

D) A mobilização em permanência do Corpo Nacional de Agentes Florestais e dos Vigilantes da Natureza que integram o dispositivo de prevenção e combate a incêndios, pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I. P., através da respetiva tutela;

E) A realização pela GNR de ações de patrulhamento (vigilância) e fiscalização aérea através de meios da Força Aérea, nos distritos em estado de alerta especial do SIOPS, para o DECIR, incidindo nos locais sinalizados com um risco de incêndio muito elevado e máximo.

F) A dispensa de serviço ou a justificação das faltas dos trabalhadores, do setor público ou privado, que desempenhem cumulativamente as funções de bombeiro voluntário, salvo aqueles que desempenhem funções em serviço público de prestação de cuidados de saúde em situações de emergência, nomeadamente técnicos de emergência pré-hospitalar e enfermeiros do Instituto Nacional de Emergência Médica, I. P., nas forças de segurança e na ANEPC.

A par da emissão de avisos à população pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil sobre o perigo de incêndio rural, a Força Aérea – através do Ministério da Defesa Nacional – tem disponibilizado os meios aéreos para, em caso de necessidade, estarem operacionais nos locais a determinar pela ANEPC.

GNR- Atividade operacional das últimas 12 horas

A Guarda Nacional Republicana, para além da sua atividade operacional diária, levou a efeito um conjunto de ações policiais, em todo o território nacional, entre as 20h00 de sábado e as 08h00 de hoje, domingo. Estas ações visaram, não só, a prevenção e o combate à criminalidade e à sinistralidade rodoviária, como também a fiscalização de diversas matérias de âmbito contraordenacional, registando-se os seguintes dados operacionais:

  1. Detenções: 31 detidos em flagrante delito, destacando-se:
  • 19 por condução sob o efeito do álcool;
  • 7 por condução sem habilitação legal;
  • 3 por ofensa à integridade física
  • 1 por tráfico de estupefacientes
  1. Apreensões:
  • 24,15 de liamba.
  • 21,2 doses de haxixe;
  • 1,7 de Cocaína;
  • 0,93 heroína.
  1. Trânsito:

Fiscalização372 infrações detetadas, destacando-se:

  • 244 por excesso de velocidade;
  • 45 por condução com taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei;
  • 36 por falta de inspeção periódica obrigatória;
  • 14 relacionada por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório;
  • 11 relacionado por falta ou incorreta de cinto de segurança e/ou sistema retenção para crianças;
  • Nove por infrações relacionadas com tacógrafos;
  • Seis por uso indevido do telemóvel no exercício da condução.

Sinistralidade: 36 acidentes registados, destacando-se:

  • 2 feridos graves;
  • 9 feridos leves.

Avisos e Liturgia do 23º Domingo do Tempo Comum do Ano A

O individualismo é um dos aspetos que caracterizam a sociedade atual. Há a tentação de cada um viver por sua conta e risco, centrado em si mesmo sem ter que responder à incómoda pergunta de Deus a Caim: “Onde está o teu irmão?”. Na própria comunidade cristã aparecem sintomas da infiltração deste elemento tão nocivo. Alguns cristãos vivem despreocupados pelos outros, só aparecem na igreja paroquial para satisfazer a sua necessidade particular de relação com Deus; mas também é grande o grupo de cristãos sem comunidade que vão a esta ou outra paróquia dependendo do seu gosto. Neste domingo, mais uma vez, Jesus recorda-nos que a comunidade é essencial para o caminho que nos propõe. Sem vida comunitária, seguir Jesus não se compreende nem faz sentido. A Palavra de Deus oferece-nos alguns conselhos para a vida fraterna, entre os quais se destaca a necessidade de ajudar a mudar a vida do irmão que anda desorientado e perdido. Todos somos responsáveis daqueles que nos rodeiam.

Jesus começa a instruir os seus discípulos num assunto delicado e transcendente: a correcção fraterna. É delicado porque requer muito amor, doçura da parte de quem faz e muita humildade de quem recebe. É transcendente porque na emenda do irmão depende a sua salvação: “Se te escutar, terás ganhado o teu irmão”. A correcção fraterna é fruto do amor. Na segunda leitura, São Paulo afirma: “A caridade não faz mal ao próximo”. A correcção do irmão é um acto de amor por ele, do qual sairá beneficiado. Nesta missão aparece a comunidade como mediadora da salvação. Não nos salvamos na solidão (sozinhos), o caminho da fé faz-se com os outros. A graça de Jesus Cristo não vem directamente do seu coração através de raios penetrantes, mas chega-nos pelo nosso próximo. Trata-se de um processo paciente que procura, não a reprovação, mas a salvação daquele que pecou. Em primeiro lugar, corrige-se a sós; depois, com a presença de duas ou três testemunhas; finalmente, com toda a comunidade (Igreja). Era bom que a correcção fosse aceite num destes três momentos, mas se, infelizmente, tal não acontecer, essa pessoa coloca-se fora da comunidade e os irmãos irão considerá-la como um “pagão”. A comunidade procura a conversão da pessoa; esta, ao não deixar-se orientar pela comunidade, coloca-se à margem de todos.

06-09-2020

Com a expressão “Em verdade vos digo”, Jesus apresenta-se como mestre que dá às suas palavras uma coloração peculiar. Este mestre atribui a autoridade aos seus apóstolos no meio da comunidade: “Tudo o que ligardes na terra será ligado no Céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no Céu”. Mas agora concede-lhes um poder especial que se relaciona com o que, mais tarde, conferirá a Pedro em Cesareia (cf. Mt 16,19). É o poder de atar e desatar. Assim, Pedro e os outros discípulos são confirmados por Jesus como guardiães e intérpretes da Nova Aliança. Jesus tem uma grande confiança nos seus discípulos. Ele conhece as limitações e pecados de cada um. Apesar disso, Ele compromete a sua Palavra e a sua acção às palavras e acções destes homens. Esta concessão de autoridade perpetua-se no tempo e é sempre dada por Jesus àqueles que vai escolhendo como pastores do seu rebanho.

 

«Tudo o que ligardes na terra será ligado no Céu»: o sacramento da reconciliação

Ano A - Tempo Comum - 23º Domingo - Boletim Dominical II

 

No outro dia, alguém, um jornalista, fez-me uma pergunta estranha: «A Madre também se confessa? – Sim, confesso-me todas as semanas, respondi. – Deus deve ser muito exigente, para a Madre também ter de se confessar.»

Então disse-lhe: «Por vezes, o seu filho também se porta mal. O que é que o senhor faz quando ele lhe diz: ‘Paizinho, desculpa-me!’ O que é que faz? Toma o seu filho nos braços e beija-o. Porquê? Porque é a sua maneira de lhe dizer que o ama. Deus faz a mesma coisa. Ele ama-o com ternura.» Se tivermos pecado ou cometido alguma falta, façamos de maneira que isso nos ajude a aproximarmo-nos de Deus. Digamos-Lhe com humildade: «Sei que não devia ter agido assim, mas ofereço-Te esta fraqueza.»

Se tivermos pecado, se tivermos cometido faltas, vamos ter com Ele e digamos-Lhe: «Desculpa Estou arrependido!» Deus é um pai que tem piedade. A sua misericórdia é maior do que os nossos pecados. Ele perdoar-nos-á. (Santa Teresa de Calcutá, 1910-1997, fundadora das Irmãs Missionárias da Caridade, «Não há maior amor»)

 

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Beatas no chão passa a dar multa

Deste modo, agora deitar uma beata de cigarro para o chão dá lugar a uma multa, perante a Lei n.º 88/2019 de redução do impacto das pontas de cigarros, charutos ou outros cigarros no meio ambiente aprova medidas para recolha e tratamento dos resíduos de tabaco e pune com coimas entre 25 e 250 euros quem atirar beatas para a via pública.

Desta forma, as pontas de cigarros, charutos ou outros cigarros contendo produtos de tabaco passam a ser equiparadas a resíduos sólidos urbanos e, por isso, fica proibido o seu “descarte em espaço público”.

A lei foi publicada a 3 de setembro de 2019, entrando em vigor no dia seguinte, mas previa um “período transitório de um ano a contar da data da entrada em vigor” para que as entidades pudessem fazer as adaptações necessárias.

“Dá Vida à Vida” vai de localidade em localidade

Está a ser desenvolvido um Projeto de Combate à Solidão e ao Isolamento intitulado de “Dá Vida à Vida”, pela equipa CLDS 4G Servir Fornos, onde pretendem deslocar-se às freguesias do concelho, a fim de realizar atividades lúdicas, ateliers, caminhadas e convívios, com o objetivo de:

· Promover a qualidade de vida dos idosos.
· Incentivar ao envelhecimento ativo.
· Combater o isolamento social e os riscos de solidão.
· Promover e apoiar o contacto e a solidariedade intergeracional.
· Promover a motricidade e a actividade física regular e moderada.
Em breve sairá o cartaz da 3ª semana de setembro com as visitas às restantes freguesias do concelho.
Para mais informações:
📱 926 209 792 / 926 212 113
📩 cldservirfornos@gmail.com
📸 @clds4g_servirfornos
🏠 Centro Cultural Dr. António Menano – Fornos de Algodres

Avisos e Liturgia do 22º Domingo do Tempo Comum- Ano A

 

Depois de tudo o que aconteceu na Galileia, ou seja, a falta de fé de algumas pessoas, o abandono de muitos dos que O seguiam e a aversão, cada vez maior, dos anciãos, dos príncipes dos sacerdotes e dos escribas, Jesus toma consciência da sua paixão e morte. “Tinha de ir a Jerusalém e sofrer muito”. É vontade do Pai que Jesus entregue a vida e Ele está disposto a iniciar este caminho. A vontade do Pai era revelada nas suas palavras, “era um fogo ardente, comprimido dentro dos meus ossos. Procurava contê-lo, mas não podia” (1ª leitura). Depois da profissão de fé de Pedro, “Jesus começou a explicar aos seus discípulos que tinha de ir a Jerusalém e sofrer muito da parte dos anciãos…”. Talvez, estivesse a precisar de sentir o apoio e o afecto dos seus discípulos; por isso, faz-lhes esta confidência e prepara-os, para que possam assumir e compreender o escândalo da cruz à luz da ressurreição: “tinha de ser morto e ressuscitar ao terceiro dia”.

Jesus tinha perguntado aos seus discípulos sobre a sua identidade: “Quem dizem os homens que Eu sou?”. Pedro, como verdadeiro discípulo, confessou a sua fé, afirmando que Jesus é o Messias. Mas, agora, a sua atitude é diferente, deixa de ser discípulo, convencido que é capaz de ensinar o próprio mestre. Toma a iniciativa de tomar Jesus à parte para o contrariar. Pedro estava ainda fascinado pela ideia de um messianismo terreno caracterizado pelo poder. “Tomando-O à parte, começou a contestá-l’O, dizendo: Deus Te livre de tal, Senhor! Isso não há-de acontecer!”. Ainda não entende o sofrimento que supõe a entrega da vida por amor. A atitude de Pedro é totalmente humana. Gosta tanto de Jesus que não quer que Ele sofra por nada deste mundo. Ainda não descobriu que Jesus está a cumprir a vontade do Pai e não entende um Messias como servo a entregar a vida por amor. A tentação aborda Jesus através de uma pessoa próxima e amiga.

30-08-2020

“Jesus voltou-se para Pedro” e mudou o semblante e o tom de voz. Agiu com dureza porque sentiu a presença próxima do tentador. Aquele que antes se tinha revelado como um bom discípulo recebendo de Deus a novidade do messianismo de Jesus, agora é utilizado por Satanás para tentar Jesus a afastar-Se do plano que o Pai Lhe tinha confiado. Jesus pede a Pedro que ocupe novamente o seu lugar como discípulo. Com amor, quer arrancar Pedro da influência do Maligno e colocá-lo nas mãos de Deus, na rota do discipulado. Para Jesus, Pedro estava a ser um obstáculo porque ainda não tinha entrado no pensamento de Deus. Pensar como Deus, discernir a sua vontade, é fruto da graça e da aprendizagem. Paulatinamente, o discípulo vai fazendo uma conversão da sua mentalidade, como afirma S. Paulo, na segunda leitura: “Transformai-vos pela renovação espiritual da vossa mente”. Reflectindo e conhecendo Jesus pelo Evangelho, vamos descobrindo e acolhendo o seu modo de pensar e de agir, adquirindo gratuitamente o modo de pensar de Deus.

Finalmente, Jesus diz-nos que o sofrimento não é só para o mestre, mas que será um companheiro fiel de quem quiser seguir o Mestre. Viver em doação por amor aos outros supõe este incómodo mas fecundo companheiro de viagem: “Se alguém quiser seguir-Me, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me”. Neste domingo, S. Paulo recorda-nos que ser discípulo de Jesus supõe uma vida de sofrimento. Somos convidados a viver uma liturgia existencial, na qual, como vítimas agradáveis a Deus, nos oferecemos a Ele.

 

«Não tens em vista as coisas de Deus, mas dos homens»

 

Quando o Senhor impõe ao homem que quer segui-Lo que renuncie a si mesmo, achamos que os seus mandamentos são difíceis e duros de ouvir. Mas, se aquele que ordena nos ajuda a cumprir o que ordena, então esses mandamentos deixam de ser difíceis e penosos. É igualmente verdadeira aquela outra palavra saída da boca do Senhor: «O meu jugo é suave e o meu fardo é leve» (Mt 11,30). Com efeito, o amor suaviza o que os preceitos podem ter de penoso. Conhecemos todas as maravilhas que o amor pode realizar. Que dificuldades não enfrentaram os homens, que condições de vida indignas e intoleráveis não suportaram para atingirem o objecto do seu amor! Porque nos admiramos se aquele que ama Cristo e quer segui-Lo renuncia a si mesmo para O amar? Porque, se o homem se perde amando-se a si mesmo, deverá sem dúvida alguma encontrar-se renunciando a si mesmo.

Que homem se recusaria a seguir Cristo até à morada da felicidade perfeita, da paz suprema e da tranquilidade eterna? É bom segui-Lo até aí; mas é preciso conhecer o caminho para lá chegar. O caminho parece-te cheio de asperezas, repugna-te, não queres seguir a Cristo. Vai atrás dele! O caminho que os homens traçaram é pedregoso, mas foi aplanado quando Cristo o percorreu ao voltar ao Céu. Que homem se recusaria, pois, a avançar em direcção à glória?

Todos gostamos de nos elevar até à glória, mas temos de o fazer pela escada da humildade. Porque levantas o pé acima da tua própria altura? Quererás cair em vez de subir? Começa pelo primeiro degrau: já começaste a subir. Os dois discípulos que diziam: «Senhor, permite-nos que, no teu Reino, nos sentemos, um à tua direita e outro à tua esquerda» não deram atenção à escada da humildade. Visavam o cume, mas não viam os degraus. Mas o Senhor mostrou-lhos. Na verdade, o que foi que Ele respondeu? «Podeis beber do cálice que Eu vou beber? (Mc 10,37-38) Vós que desejais atingir o cume das honras, podeis beber o cálice da humildade?» Foi por isso que Ele não Se limitou a dizer, de uma maneira genérica: «Renuncie a si mesmo e siga-Me», mas acrescentou: «Tome a sua cruz e siga-Me». (Santo Agostinho, 354-430, bispo de Hipona, norte de África, doutor da Igreja, Sermão 96)

 

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 Ano A - Tempo Comum - 22º Domingo - Boletim Dominical II

Bombeiros de Fornos receberam Cortador de Disco

O clube ESGALHADA TT de Fornos de Algodres resolveu premiar a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fornos de Algodres, pelos bons serviços prestados à comunidade com um equipamento necessário, para o dia a dia desta Associação de Bombeiros.

Assim, o equipamento é um Cortador de disco de marca Stihl que serve para todo o tipo de metais, alumínio, ferro e todo o tipo de construções em cimento e pedra utilizado universalmente para serviços de desencarceramento e outras utilizações em incêndios urbanos. Ora aqui fica mais um benemérito que faz com que este equipamento os soldados da paz fornenses sirvam melhor toda a comunidade.

Uma janela virada para a Estrela

Depois  de surgirem alguns baloiços por estes montes fora, em concelhos vizinhos, em Fornos de Algodres, foi colocada uma janela gigante nas quintas, mais concretamente junto ao talegre que dá acesso ao famoso Penedo do Bácoro.

Desta forma, esta janela muito original, tem a particularidade de os visitantes olharam para a Serra da Estrela, que recentemente recebeu a designação de Geopark, mas ainda pode ser usado para grandes fotos de diversas índoles.

Assim ainda tem a designação” O Bom Sabor da Serra”, boa homenagem à plataforma de produtos regionais que tem feito enorme sucesso por todo País.

Todos os dias nasce algo novo para poder observar a natureza.

MEO disponibiliza o serviço TV aos seus clientes numa nova box Android TV

Uma vez mais, a Altice Portugal e o MEO lideram na inovação tecnológica ao passar a disponibilizar o seu serviço TV numa nova box Android TV, oferecendo uma experiência de entretenimento pautada pela simplicidade, personalização, qualidade e pioneirismo, facilitando também a partilha de conteúdos entre o ecrã do smartphone ou do tablet e a TV.

Com uma abordagem de entretenimento totalmente disruptiva e assente numa estratégia de inovação e diferenciação, o MEO torna-se assim no primeiro operador líder de mercado no mundo a disponibilizar a experiência TV nas plataformas Apple TV e Android TV. De recordar que, ainda no ano passado, o MEO foi pioneiro ao ser o primeiro operador de TV em Portugal e um dos primeiros no mundo a oferecer uma experiência de entretenimento no universo da Apple TV.