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Fornos de Algodres

Clientes do Centro de Atividades Ocupacionais foram ao Estádio da Luz e Sta Eufémia (Matança)

Nesta quadra de Páscoa, os clientes do Centro de Atividades Ocupacionais foram presenteados com duas atividades interessantes, onde todos adoraram.

Neste sábado, foram a Lisboa ao Estádio da Luz, numa parceria com a Fundação Benfica, os clientes do Centro de Atividades Ocupacionais visitaram o Museu Cosme Damião e assistiram ao encontro Benfica -V.Guimarães, onde a turma da Luz venceu por duas bolas a zero, para alegria de todos e mais daqueles que nunca lá tinham ido.

Depois nesta segunda feira, foram em romaria à Matança, à Ermida de Santa Eufémia para celebrar o dia e acabaram por lá almoçar.

Em suma duas atividades de muita importância para todos , que contribuem para o seu desenvolvimento.

Por:AP foto: APSCDFA

 

João Paulo Clemente apresentou o seu livro “O Menino Jesus Roubado” em Figueiró da Granja

Teve lugar, na tarde deste sábado, no Museu de Arte Sacra/Casa Paroquial de Figueiró da Granja, a apresentação do livro ” O Menino Jesus Roubado”, de João Paulo Clemente.

Este é o primeiro livro, que veio até à sua terra natal mostrar este livro que foi apresentado pelo Bruno Costa, vereador do Município de Fornos de Algodres, com presença de Alexandre Lote, vice-presidente do Município de Fornos de Algodres, Álvaro Santos, Presidente da Freguesia de Figueiró da Granja entre outros amigos.

O escritor estava muito satisfeito por esta concretização, entre amigos e família mostrou os seus escritos, que muito falam destas localidades da serra.

Animaram a tarde  grupos amigos.

Liturgia do domingo de Páscoa e Avisos da Semana

A liturgia deste domingo celebra a RESSURREIÇÃO e garante-nos que a vida em
plenitude resulta de uma existência feita dom e serviço em favor dos irmãos. A
ressurreição de Cristo é o exemplo concreto que confirma tudo isto.
A primeira leitura apresenta o exemplo de Cristo que “passou pelo mundo fazendo
o bem” e que, por amor, se deu até à morte; por isso, Deus ressuscitou-O. Os
discípulos, testemunhas desta dinâmica, devem anunciar este “caminho” a todos os
homens. A ressurreição de Jesus não é apresentada como um facto isolado, mas
como o culminar de uma vida vivida na obediência ao Pai e na doação aos homens. A
vida nova e plena que a ressurreição significa parece ser o ponto de chegada de uma
existência posta ao serviço do projecto salvador e libertador de Deus. Por outro lado,
esta vida vivida na entrega e no dom é uma proposta transformadora que, uma vez
acolhida, liberta da escravidão do egoísmo e do pecado.

01-04-2018
Ano B - Tempo Pascal - Domingo de Páscoa - Boletim Dominical

A segunda leitura convida os cristãos, revestidos de Cristo pelo baptismo, a
continuarem a sua caminhada de vida nova, até à transformação plena, que
acontecerá quando, pela morte, tivermos ultrapassado a última barreira da nossa
finitude. Neste texto, Paulo apresenta, como ponto de partida e base da vida cristã, a
união com Cristo ressuscitado, na qual o cristão é introduzido pelo baptismo. Em
concreto, isso significa despojarmo-nos do “homem velho” por um processo de
conversão que nunca está acabado e o revestirmo-nos – cada dia mais
profundamente – da imagem de Cristo, de forma a que nos identifiquemos com Ele
pelo amor e pela entrega da vida.
O Evangelho coloca-nos diante de duas atitudes face à ressurreição: a do discípulo
obstinado, que se recusa a aceitá-la porque, na sua lógica, o amor total e a doação da
vida não podem, nunca, ser geradores de vida nova; e a do discípulo ideal, que ama
Jesus e que, por isso, entende o seu caminho e a sua proposta, a esse não o
escandaliza nem o espanta que da cruz tenha nascido a vida plena, a vida verdadeira.
O texto começa com uma indicação aparentemente cronológica, mas que deve ser
entendida, sobretudo, em chave teológica: “no primeiro dia da semana”. Significa que
aqui começou um novo ciclo – o da nova criação, o da libertação definitiva. Este é o
“primeiro dia” de um novo tempo e de uma nova realidade – o tempo do Homem
Novo, que nasceu a partir da acção criadora e vivificadora de Jesus.

Diocese de Viseu:Mensagem de Páscoa do Bispo D.Ilidio Leandro

Este é o autêntico e solene anúncio da Páscoa. Com estas ou semelhantes palavras: a mesma notícia, a mesma certeza e a mesma realidade. Tudo o resto – seja o que for – é sinal, transmissão, consequência ou eco desta verdade, ainda que alguns desconheçam a fonte e a razão de tudo o que se faça ou se diga.

A Celebração e a Procissão da Morte e do Enterro do Senhor e a Solene Vigília Pascal são a Matriz de toda a alegria cantada, vivida, proclamada e anunciada na Páscoa e na Visita Pascal que se saboreia de tantas formas e que se transmite, universalmente, sem qualquer excepção.

Não é porque o Facto aconteceu há cerca de 2000 anos que se lhe tira a verdade, a originalidade ou a novidade. A Páscoa tornou-se Acontecimento, sempre a acontecer e a celebrar-se na Eucaristia. Esta é renovação da Páscoa, tornada nova e feita realidade verdadeira, até ao fim dos tempos. Não fora assim e a Salvação era limitada, factual e circunstancial, localizada no espaço e no tempo. Mas, também na Páscoa, o tempo é mais largo e maior que o espaço, pois chega a cada hoje, ainda que o espaço seja, mesmo e também, universal localizada no espaço e no tempo. Mas, também na Páscoa, o tempo é mais largo e maior que o espaço, pois chega a cada hoje, ainda que o espaço seja, mesmo e também, universal.

É com estas circunstâncias e nesta riqueza celebrativa, oferecidas pela Páscoa de Jesus Cristo, que eu me dirijo a todas e a todos – cristãos e pessoas de boa vontade da Igreja de Viseu. A cada pessoa desejo uma Feliz e Santa Páscoa. Que a Vida de Jesus brote da Cruz Vitoriosa, onde a morte deu lugar à vida, para todos e para sempre.

Jesus Cristo Ressuscitou e está vivo! Feliz Páscoa! Aleluia! Aleluia!

FPF -Campeonato de Portugal- Jornada 27

Jornada 27

AD Nogueirense- Sertanense 2-2

Águias do Moradal- Mortágua 2-2

Lusitano FCV- Gafanha 1-0

Ferreira de Aves- Águeda 3-1

ARC Oleiros- Anadia 3-0

U.Leiria- Benfica C.Branco 1-1

Fornos de Algodres- Sourense 1-1

Marítimo B- Marinhense 2-1

 

Por:Zerozero

Workshop sobre o tema “apicultura e seus desafios” no CIHAFA

O CIHAFA (Centro de Interpretação Histórica e Arqueológica de Fornos de Algodres), promove um Workshop sobre o tema “apicultura e seus desafios” dirigida a todos os apicultores do Concelho, dia 07 de Abril de 2018 pelas 14.00H promovido pelo austríaco Harald Hafner.

Harald Hafner é um apicultor austríaco há muito radicado em Mangualde, é um tipo de natureza tímida, mas quando fala em abelhas, a sua paixão pelo tema explode e ouvi-lo falar sobre a vida das abelhas, as fantásticas propriedades do mel, as plantas melíferas, e a apicultura natural é uma delícia. O seu respeito pelas abelhas, e a sua visão filosófica sobre a apicultura aproxima-o a um mestre oriental, sempre em busca da perfeição.

O mundo das abelhas é fascinante, antigamente todas as quinta tinham colmeias, de forma a usufruir de toda a sua riqueza apícola: polinização, mel, cera, pólen e própolis.

Hoje a maioria do mel vem de grandes apicultores comerciais e as abelhas encontram-se cada vez mais ameaçadas e em declínio. As abelhas são essenciais para a nossa sobrevivência no planeta, sendo nosso dever contribuir para que encontrem as melhores condições de vida possíveis. Por isso os apicultores têm um papel tão determinante na preservação dos ecossistemas e da biodiversidade.

Assim aqui ficam os horários:

14.00H – Inicio do Workshop sobre o tema “Apicultura e seus desafios”

16.30H – Degustação de mel

Centro de Portugal atraí milhares de visitantes na Páscoa

Este fim de semana de Páscoa vai ser extremamente positivo para a atividade turística no Centro de Portugal. Um inquérito feito às unidades hoteleiras e de turismo rural, conduzido pelo Turismo Centro de Portugal, mostra que as taxas de ocupação estão muito altas, havendo dezenas de espaços completamente lotados.

Os dados, recolhidos até ao dia 28 de março, indicam que, na globalidade do Centro de Portugal, as taxas de ocupação serão de 70% na sexta-feira e 66% no sábado. A procura é particularmente intensa nas sub-regiões da Beira Baixa e da Beira e Serra da Estrela, com taxas de ocupação que rondam, respetivamente, os 90% e os 80%. A esta elevada procura não será alheio o forte nevão que cobriu a Serra da Estrela de branco por estes dias, e que convida à prática de desportos de inverno ou a simples passeios em família para ver a neve.

Mas não é apenas a neve a levar milhares de visitantes ao Centro de Portugal neste fim de semana, uma vez que outras sub-regiões registam elevadas taxas de ocupação. A Região de Coimbra e a Região de Aveiro, por exemplo, registam uma taxa superior a 75% na sexta-feira e a Região Viseu Dão-Lafões aproxima-se dos 70%.

Muito significativo é o fato de, num universo de 220 respostas, o inquérito ter registado 47 empreendimentos já lotados, para sexta-feira e sábado. Sinal de que o Centro de Portugal continua a atrair cada vez mais visitantes, que procuram experiências diferentes e enriquecedoras!

Por:TC

Tufão Team triunfa na prova inicial em Valongo, no CNTrial 4×4

No ano em que o trial português passa para a tutela da FPAK Valongo abriu caminho para uma excelente época desportiva. A estreia do Campeonato de Portugal de Trial 4×4 contou com  26 equipas em pista, divididas por 5 categorias.

Com uma pista renovada em relação ao ano anterior e a chuva que antecedeu o dia da prova, a pista revelou-se muito dura e os obstáculos difíceis de transpor. Rui Querido (Euro4x4parts/Veicomer), campeão em título, foi o grande vencedor desta etapa inaugural. Acompanhado por Ivo Mendes passou para a frente da corrida logo na primeira volta e assim se manteve até à bandeirada xadrez. Durante as três horas de resistência completou 12 voltas à pista, começando assim a nova época na liderança da Absoluto e da Classe Proto e aumentando ainda mais o favoritismo na corrida pelo título.

O campeão da Super Proto, Cláudio Ferreira (Auto Higino), também foi feliz em Valongo. Ficou em segundo da geral e venceu a luta com Pedro Costa (PBCabral seguros) na vitória pela Super Proto.

Na classe Extreme a luta foi muito renhida entre António Silva (Canelas Pneus) e António Calçada (Nordhigiene Team) que rodaram sempre perto um do outro. Levou a melhor António Silva ao dar mais uma volta ao circuito nortenho.

A grelha de partida da promoção estava recheada de novas equipas, que se aventuram em 2018 no  Campeonato de Portugal Promoção Trial 4×4. André Henriques (Tufão Team), um dos pilotos mais experientes da classe uniu-se ao navegador campeão de 2017, Rodrigo Sousa, e entrou com o pé direito na época 2018. Completou as mesmas 4 voltas de Carlos Teixeira (RC automoveis & tasco do stand) mas gastou menos 26 minutos e 16 segundos.

Na classe UTV/Buggy Marco Melo (M. Transportes) foi o grande vencedor. Foi a primeira vitória do piloto flaviense depois de um ano de 2017 recheado de vitórias nos prólogos, mas muito azar na prova de resistência. Em 2018 começa o CPT4x4 com uma vitória expressiva, com 4 voltas de vantagem.

A segunda prova é numa terra mítica do todo-o-terreno, mas que se estreia no trial 4×4. Reguengos de Monsaraz recebe o Campeonato de Portugal de Trial 4×4 2018.

Classe Absoluto

1.º Rui Querido – Toyota BJ 40 – 12 voltas

2.º Cláudio Ferreira – Crawler Mercedes – 11 voltas

3.º Pedro Costa – Crawler 15BFT – 10 voltas

Classe Extreme

1.º António Silva – Toyota Hilux – 9 voltas

2.º António Calçada – Suzuki Samurai R – 8 voltas

3.º Pedro Alves – Land Rover Defender – 6 voltas

Classe Proto

1.º Rui Querido – Toyota BJ 40 – 12 voltas

2.º Luís Bacelo – Nissan Patrol – 10 voltas

3.º Miguel Marques – Toyota IJ70 – 8 voltas

 

Classe Super Proto

1.º Cláudio Ferreira – Proto Mercedes – 11 voltas

2.º Pedro Costa – Crawler 15BFT – 10 voltas

3.º Adriano Santos – Crawler Bj40 – 6 voltas

 

Classe Promoção

1.º André Henriques – Land Rover Defender td5 – 4 voltas

2.º Carlos Teixeira – Suzuki Samurai – 4 voltas

3.º Bruno Bastos – Nissan Patrol GR Y60 – 3 voltas

 

Classe UTV/buggy

1.º Marco Melo – RZR Polaris xp – 6 voltas

2.º Paulo Mendes – Polaris RZR 1000 – 2 voltas

Campeonato de Portugal- Jornada 26

Jornada 26

Sertanense- Águias do Moradal 2-0

Mortágua- Lusitano FCV 1-0

Gafanha- U.Leiria 0-1

Águeda- AD Nogueirense 1-1

Anadia- Ferreira de Aves  1-1

Marinhense- Fornos de Algodres 3-0

Sourense- ARC Oleiros 1-2

Benfica C.Branco- Marítimo B 0-0

P J V E D GM GS DG
1 U. Leiria 68 26 22 2 2 63 17 +46 a
2 Lusitano FCV 53 26 16 5 5 39 18 +21 a
3 Benfica C.Branco 53 26 16 5 5 43 19 +24 a
4 Sertanense 46 26 13 7 6 38 18 +20 a
5 Águeda 44 26 13 5 8 33 26 +7 a
6 7 Anadia 42 26 11 9 6 37 23 +14 a
7 8 Gafanha 42 26 11 9 6 30 19 +11 a
8 7 Marinhense 36 26 10 6 10 38 36 +2 a
9 7 Mortágua 35 26 11 2 13 20 33 -13 a
10 8 AD Nogueirense 35 26 9 8 9 31 34 -3 a
11 8 Marítimo B 35 26 11 2 13 37 27 +10 a
12 ARC Oleiros 32 26 9 5 12 29 35 -6 a
13 Ferreira de Aves 23 26 7 2 17 28 58 -30 a
14 Águias do Moradal 20 26 5 5 16 27 45 -18 a
15 Sourense 16 26 3 7 16 23 49 -26 a
16 Fornos de Algodres 3 26 0 3 23 12 71 -59 a

Fonte:Zerozero

Liturgia e avisos Domingo de Ramos -Unidade Pastoral Fornos de Algodres e Aguiar da Beira

DOMINGO DE RAMOS

 Iniciamos a Semana Santa, imitando a multidão que aclamava Jesus na cidade santa de Jerusalém: “Hossana! Bendito o que vem em nome do Senhor! Bendito o reino que vem, o reino do nosso pai David! Hossana nas alturas!”. Muitos estenderam as suas capas no caminho por onde Jesus ia passar e cortaram ramos de verdura para o aclamar e acolher. Isto contrasta com a traição e tristeza que ocorrerão naquela mesma cidade passados poucos dias. E perguntamos: Porquê e como é possível fazer tanto mal a quem só fez tanto bem? Jesus viveu para os outros, sem poder e sem violência, tendo como única arma o amor! Como foi possível? O texto mais importante deste dia é a narração da Paixão, segundo o evangelista S. Marcos. Desta narração, fixemo-nos nas palavras impressionantes de Jesus na cruz: “Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonastes?”. Estas palavras expressam o drama que acontece no monte do Calvário. Resumem as horas da paixão de Jesus e também a sua vida. Na narração da Paixão, segundo S. Marcos, estas são as únicas palavras de Jesus na cruz. 25-03-2018
Ano B - Tempo Quaresma - Domingo de Ramos - Boletim Dominical

Este evangelista, ao contrário dos outros três, descreve-nos Jesus muito só e sentindo-se sozinho; um Jesus que, pouco a pouco, se vai desprendendo daqueles que tinha junto de si; alguns foram contra Ele e os que O apoiavam fugiram ou esconderam-se. Todos olham para Ele como um coitado, um desgraçado, um maldito. É horrível: praticamente ninguém manifesta compreensão ou reconhecimento para com um justo, agora objecto de desprezo, de maldade, de injustiça. Ridicularizado, até Jesus cala-se e aceita. Nesta solidão, foi despojado da sua roupa. O evangelista diz-nos: “repartiram entre si as suas vestes, tirando-as à sorte, para verem o que levaria cada um”. Jesus não está somente despojado das suas vestes e das pessoas, mas também sente-se despojado de Deus. O Seu Pai parece que não está e, por isso, clamou com voz forte: “Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonastes?”.

Estas palavras de Jesus resumem os clamores de todos os homens e mulheres. No monte do Calvário, na cruz, estão todos os gritos de desespero, de angústia, de tribulação e de sofrimento da humanidade. Jesus clama por todos os homens e mulheres, porque Ele é a expressão da humanidade sofredora. Quantas vezes já tivemos vontade de dizer estas palavras de Jesus com aquilo que nos acontece na vida? Quantas vezes já fizemos a experiência do “abandono” de Deus, parece que, às vezes, Ele não está e não nos ouve! Quantas vezes já pedimos e gritámos a Deus que oiça os nossos pedidos e esteja connosco nas tribulações?

Mas, perante esta situação desesperada e sofredora de Jesus, há uma brisa de esperança, há uma intuição de vida e há uma confissão de fé. Perante todo o drama do Calvário, o centurião romano, testemunha de todo este sofrimento, profere uma frase que marca tudo o que aconteceu: “Na verdade, este homem era Filho de Deus”. De certeza que disse estas palavras sem pensar, não estava consciente do que estava a dizer, mas expressavam o sentimento de muitas pessoas naquela hora e naquele lugar. No início da vida pública de Jesus, Pedro já tinha confessado que Jesus era o Filho de Deus; os apóstolos sabiam que aquele que os tinha chamado nas margens do lago da Galileia era alguém excepcional; tantas pessoas deram conta que Jesus de Nazaré era alguém diferente. O povo dizia que Jesus falava com “autoridade”, mas no momento da morte é o centurião, um pagão, que faz a confissão de fé. É a confissão da Igreja, é a afirmação fundamental da nossa fé: “Na verdade, este homem era Filho de Deus”. Confessar Jesus como Filho de Deus. Mas não podemos esquecer algo muito importante que completa a frase do centurião. Jesus foi julgado, condenado, morto. Sujeitou-se a tudo porquê? Porque Jesus morreu por nós, deu a vida pelos nossos pecados, morreu para nos salvar.

Neste Domingo de Ramos, com o qual iniciamos a Semana Santa, duas coisas tornam-se muito evidentes: Jesus reza com um sentimento atribulado: “Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonastes?”, e, com o centurião, também nós, que contemplamos a sua morte gloriosa, afirmamos: “Na verdade, este homem era Filho de Deus”. Que estas palavras estejam na nossa oração desta semana para podermos celebrar com toda a solenidade a Páscoa de Nosso Senhor Jesus Cristo.

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