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Fornos de Algodres

Baile de Máscaras em Fornos de Algodres

Vai realizar-se um Baile de Máscaras, no antigo quartel dos Bombeiros Voluntários de Fornos de Algodres , no sábado, 2 de março,às 21h30,  numa iniciativa dos Escuteiros de Fornos.

A noite será animada pela Banda Tradição, onde todos pode, levar a sua máscara.Entrada livre , serviço de bar, bifanas, caldo verde e um animado Concurso de Máscaras.

 

Resultados do Campeonato da 1ªDivisão Distrital AF Guarda

JORNADA 19

Os Vilanovenses- Fornos de Algodres-1-0

Vilar Formoso- Manteigas-1-3

SC Celoricense – Trancoso-1-1

AD São Romão- SC Sabugal 1-2

Ginásio Figueirense- CD Gouveia-2-1

Aguiar da Beira- Vila Cortez- 2-1

Desportiva do Soito- Estrela Almeida-2-0

Fornos de Algodres apresentou serviço de recolha de materiais “Porta a Porta”

Teve lugar no salão nobre do Município de Fornos de Algodres, a apresentação do novo serviço de recolha de materiais recicláveis.

Estiveram presentes Manuel Fonseca, Presidente da Câmara, Bruno Costa, Vereador do Ambiente, Nuno Heitor e João Silva, para além dos muitos comerciantes que responderam afirmativamente ao repto.

Este novo serviço consiste em recolher vidro, papel/cartão e plástico, pelo facto de se verificar que os contentores dos resíduos, em certas zonas contêm grandes quantidades de materiais passíveis de reciclagem e estavam a ir para tratamento indiferenciado.

Desta forma foi uma ação destinada a comerciantes deste concelho, uma ação da Resiestrela, que proporciona um melhor ambiente e uma diminuição de custos para o município.

Assim a viatura da Resiestrela vai passar uma vez por semana, neste caso à quarta-feira, a partir do início de março, em Fornos de Algodres, Figueira de Castelo Rodrigo, Mêda e Almeida.

 

Colocação de 25 caixas-ninho no Parque Polis na Guarda

Na próxima terça-feira, dia 26 de fevereiro, a partir das 14h, o Núcleo Regional da Guarda irá colocar no Parque Polis, na Guarda, 25 caixas-ninho com o objetivo de proporcionar uma zona de nidificação e de abrigo para as aves que as utilizam. A iniciativa contará com a presença de alunos da Escola Básica da Sequeira e da Escola Beatriz Ângelo. As caixas foram construídas por utentes do estabelecimento prisional da Guarda e a atividade contou também com o apoio da empresa Transdev.

Algumas dicas e curiosidades sobre as caixas-ninhos.

A importância das caixas-ninho é cada vez maior fundamentalmente por 2 razões. Por um lado é mais fácil estudar as aves  se conseguir determinar com precisão onde está localizado o respetivo ninho. Com uma caixa-ninho ocupada essa tarefa está resolvida sem que se corram riscos com a procura do ninho que deve ser sempre evitada. Qualquer perturbação pode provocar o abandono do ninho pelas aves. Por outro lado os buracos nas árvores, ou mesmo em construções humanas, são cada vez mais raros, porque as árvores mais velhas são cortadas e as construções modernas são demasiado herméticas para as aves.

Ao construirmos e colocarmos à disposição estes suportes para nidificação e abrigo, estamos portanto, a prestar uma grande ajuda às aves, que de outra forma, se vão afastando dos locais à medida que vão deixando de ter condições para se reproduzirem. Ora, como na sua esmagadora maioria, as espécies que utilizam caixas-ninho são consumidores secundários ou predadores, o seu desaparecimento provoca desequilíbrios ecológicos.

As caixas-ninho devem ser colocadas durante o inverno e deste modo as aves habituam-se à sua presença e algumas adotam-nas como abrigo. Deve-se procurar que a entrada não fique diretamente virada para o sol e por isso a caixa-ninho deve ser fixada com uma ligeira inclinação para a frente. Nunca devem ser utilizados pregos para a fixação das caixas nas árvores. E as cordas ou arames devem ficar separados do tronco por pequenas tábuas em forma de cunha, para que não se prejudique o crescimento das árvores.

Todos os anos, durante o outono, deve fazer-se a limpeza das caixas. Nessa altura é interessante fazer-se o registo dos materiais utilizados no ninho, como musgos, penas, pelos, etc.

Por:Quercus

Comunidades Intermunicipais cumprem apesar de afastadas dos cidadãos

Investigação da Universidade de Aveiro

Seis anos depois da aprovação do estatuto das entidades intermunicipais, um estudo da Universidade de Aveiro (UA) sugere que as comunidades intermunicipais “cumpriram amplamente o seu objetivo” de aproximar municípios com vistas à resolução de problemas comuns. No entanto, por concretizar, estão as expectativas das comunidades intermunicipais que há seis anos julgavam quer iriam conseguir mais financiamentos do que aqueles que até agora conseguiram. Às comunidades intermunicipais falta ainda envolver outros atores regionais e cidadãos.

O estudo parte de um inquérito às comunidades intermunicipais do território continental, incluindo as Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto, nas quais todos os 278 concelhos se encontram representados.

“As associações intermunicipais cumpriram amplamente o objetivo de estimular a aprendizagem mútua entre municípios e de permitir aos municípios obter ganhos de escala, isto é, os municípios passaram a cooperar para resolver problemas que ultrapassam as fronteiras dos municípios individuais”, aponta a investigadora Patrícia Silva, politóloga e investigadora do Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território (DCSPT) e da  Unidade de Investigação Governança, Competitividade e Políticas Públicas (GOVCOOP) da UA.

A autora do trabalho, a par de Filipe Teles e Joana Ferreira, também da UA, diz que “esta capacidade de cooperar – e até a vontade expressa de alargar formas de cooperação intermunicipal a outras arenas – sugere sinais muito positivos”, sobretudo quando se pensa que “o contexto português foi durante muito tempo caracterizado por rivalidades entre os municípios, com escassa vontade de cooperar e que, em larga medida, a pertença às comunidades intermunicipais foi imposta aos municípios”.

 Exceções à regra

A única exceção a este cenário parece ser a perceção quanto à capacidade de as associações obterem fundos comunitários. Se, por um lado, descreve Patrícia Silva, “tal pode estar relacionado com as elevadas expectativas (e necessidade!) dos municípios relativamente à diversificação das fontes de financiamento para assegurar os projetos municipais e intermunicipais”, por outro lado “a obtenção de fundos depende muito da capacidade de interação com outros níveis de governação e, naturalmente, das oportunidades de financiamento”. Por isso, sublinha a investigadora, “não se trata de uma dimensão que dependa exclusivamente do compromisso dos municípios para com os projetos intermunicipais”.

A investigação chama ainda a atenção para as questões de legitimidade das comunidades intermunicipais que “é indireta, na medida em que os membros e, naturalmente, o presidente não são escolhidos diretamente pelos cidadãos”. Os eleitores escolhem ‘apenas’ os representantes dos municípios nas Eleições Autárquicas e são estes que estão representados na assembleia intermunicipal e no conselho executivo das Comunidades intermunicipais. Pelo menos parcialmente, aponta Patrícia Silva, “esta questão ajuda a explicar o pouco interesse dos cidadãos relativamente às atividades das Comunidades intermunicipais”.

A única exceção identificada é o caso das empresas da região que “têm revelado maior interesse pelas atividades das comunidades do que revelam pelas atividades dos seus municípios”.

Para além das questões de legitimidade que o estudo refere, “esta incapacidade de envolver outros atores pode limitar a capacidade das comunidades intermunicipais de mobilizar outros recursos e outras competências e capacidades que as regiões têm”. Além disso, “a capacidade de envolver e de obter consensos com outros atores (políticos, empresariais, da academia, etc.) também poderia ser uma forma de evitar a duplicação de funções e, muitas vezes, de estruturas”.

O trabalho do DCSPT da UA procurou analisar a capacidade de governação das comunidades intermunicipais, considerando  cinco dimensões específicas: âmbito de cooperação (motivos para a cooperação e áreas de intervenção); o compromisso dos municípios e o seu contributo para os objetivos da comunidade; a sua arquitetura (em termos de número de funcionários e financiamento), democracia (a forma como as comunidades se relacionam com os cidadãos e com outros atores regionais) e estabilidade  (considerando a perceção dos benefícios da cooperação, a capacidade de tomada de decisões e a vontade expressa dos municípios de alargar o âmbito de cooperação a outras áreas).

Por:Univ.Aveiro

JMV Fornos em segundo no Festival de Música da JMV

Recentemente realizou-se mais uma edição do Festival da Canção JMV. E assim 9 anos depois a JMV de Fornos de Algodres participou e o resultado não poderia ter sido melhor, um mais que merecido 2° lugar.

Desta vez, a Região Centro arrecadou os lugares e prémios de destaque neste evento musical.
No final os jovens fornenses mostravam-se satisfeitos pelo resultado alcançado.

AF Guarda- AD Fornos de Algodres – Vilar Formoso-2-1

Um jogo bem disputado por ambas equipas, mas sempre com sinal mais por parte do Fornos de Algodres, assim o resultado final ajusta-se, dado que a equipa local foi a que mais procurou o triunfo.

Por sua vez ao intervalo, a igualdade a uma bola premiava o esforço de ambas equipas, mas depois para a segunda parte, o Fornos de Algodres entrou mais forte e Marcelo, remata forte e coloca a sua equipa a vencer, após um grande golo.

Na reta final , os locais jogaram com 10 unidades por expulsão de Edmar, obrigando o recuou das linhas, permitindo alguma subida de produção dos homens da fronteira.

Mas o resultado estava feito e o Fornos de Algodres venceu e arrecadou três pontos.

Arbitragem com alguns erros.

Por:AM

 

AF Guarda -Resultados da 1ªdivisão-Ronda 18

Muitos golos!!

Tarde de sol com uma jornada produtiva, o Fornos de Algodres a alcançar um triunfo importante diante dos leões da fronteira, por duas bolas a uma.

O líder Ginásio rumou a Almeida e goleou por quatro bolas a zero, já o Manteigas em casa, venceu o Soito por quatro bolas a duas e mantém-se na corrida.

O Aguiar da Beira no Farvão perante o Gouveia, marcou tres golos e não venceu dado que houve muita alternância no placard e face a isso, os locais empataram na reta final e assim os aguiarenses atrasaram-se .

JORNADA 18

Fornos de Algodres- Vilar Formoso-2-1

Manteigas- Desportiva do Soito-4-2

Trancoso- Os Vilanovenses-1-1

SC Sabugal – SC Celoricense-2-2

CD Gouveia- Aguiar da Beira-3-3

Vila Cortez- AD São Romão- 1-2

Estrela Almeida- Ginásio Figueirense-0-4

classificação

1ºG.Figueirense- 49 pts

2º Manteigas – 39pts

 

Concurso “Dormir bem, envelhecer melhor”

A Associação Portuguesa do Sono está a promover um concurso de desenho que visa sensibilizar a comunidade escolar nacional para a importância do sono. O objetivo é divulgar que, em qualquer idade, o sono é um dos principais pilares da saúde.

“Dormir bem, envelhecer melhor” é o nome do concurso de desenho organizado pela Associação Portuguesa do Sono, em parceria com o Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra (CNC – UC), para celebrar o Dia Mundial do Sono que este ano se assinala a 15 de março. A iniciativa pretende dar a conhecer a crianças e jovens as condições para uma boa higiene do sono e sensibilizar para a sua importância na saúde, mobilizando as escolas e promovendo a sua criatividade nesta temática.

O concurso é destinado a todas as crianças e jovens dos 1.º, 2.º, 3.º ciclos e ensino secundário que frequentem estabelecimentos de ensino público, particular e cooperativo, em Portugal.

A criação de imagens deverá seguir o mote do lema deste ano – “Dormir bem, envelhecer melhor” -, tendo como referência as informações divulgadas na brochura “Higiene do Sono na Criança e Adolescente“, produzida pela Associação Portuguesa do Sono e Sociedade Portuguesa de Pediatria, disponível aqui.

As inscrições devem ser submetidas até ao dia 1 de março de 2019, através do formulário disponível aqui ou enviadas para comunicacao@apsono.pt com os elementos indicados no regulamento.

Casa do Benfica de Fornos de Algodres desfilou na Luz

No dia do jogo das Casas, no Estádio da Luz, no encontro do Benfica frente ao Nacional, as casas do Benfica desfilam no relvado.

Deste modo, ao intervalo, todas as casas se fizeram representar, assim desta forma, a Casa do Benfica de Fornos de Algodres, lá desfilou com José Melo e José Morais.

Anualmente é uma forma de o executivo encarnado agradecer o magnifico trabalho que estas filiais fazem ao longo do ano, em prol do clube.

foto:Dep.casas

 

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