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Celorico da Beira

AF Guarda-Resultados do Campeonato Distrital da 1ªDivisão

G.Figueirense caminha para o título

A seis rondas do final da prova, o G.Figueirense passou num teste complicado diante do Vila Cortez, por cinco bolas a três e aproveitando os deslizes dos mais diretos perseguidores, tem o titulo ali ao lado.

Por sua vez o Manteigas a jogar em casa não foi além de uma derrota diante dos Vilanovenses, por duas bolas a uma.

O Aguiar da Beira visitou o Sabugal e também saiu derrotado por duas bolas a uma. O Celoricense veio empatar a Fornos, numa partida muito equilibrada com os keepers a terem horas de muito trabalho, assim um empate a duas bolas.

JORNADA 20

Manteigas- Os Vilanovenses-1-2

Vilar Formoso- Desportiva do Soito- 1-0

Fornos de Algodres- SC Celoricense- 2-2

Trancoso- AD São Romão- 2-0

Vila Cortez- Ginásio Figueirense- 3-5

SC Sabugal- Aguiar da Beira- 2-1

CD Gouveia- Estrela Almeida- 6-0

CLASSIFICAÇÃO
1º G.Figueirense- 55
2º Manteigas -42
3º Aguiar da Beira- 39
4º Celoricense -33
5º Gouveia -33
6º Trancoso -32
7º Vila Cortes -31
8º AD Fornos -24
9º Os Vilanovenses -23
10º São Romão – 19
11º Vilar Formoso- 16
12º Soito -15
13º Sabugal -15
14º Almeida -13

Violência doméstica com números elevados em Portugal

Se souber de casos, denuncie

Só em 2019, já temos diversos casos de violência doméstica, cada vez existem mais diariamente, nas mais diversas índoles, face a isso, o luto nacional pelas vítimas da violência doméstica, foi assim assinalado por todo País.

Face a isso, deixamos aqui algumas dicas no caso de conhecer casos de violência doméstica, e não ter receio de denunciar, porque isso pode salvar vidas.

Quando alguém é vítima de violência, está numa situação difícil, que pode ser traumática. É importante o apoio de familiares e amigos.

Uma pessoa é vítima de violência quando sofre um ataque contra a sua integridade física ou mental, que põe em risco a sua vida ou causa sofrimento físico ou emocional.

Podem ainda ser consideradas vítimas indiretas os familiares e amigos que prestam apoio direto à vítima e todas as pessoas que a ajudem durante a situação de violência.

Existem diversos tipos :

  • violência emocional: qualquer comportamento do(a) companheiro(a) que visa fazer o outro sentir medo ou inútil. Usualmente inclui comportamentos como: ameaçar os filhos; magoar os animais de estimação; humilhar o outro na presença de amigos, familiares ou em público, entre outros.
  • violência social: qualquer comportamento que intenta controlar a vida social do(a) companheiro(a), através de, por exemplo, impedir que este(a) visite familiares ou amigos, cortar o telefone ou controlar as chamadas e as contas telefónicas, trancar o outro em casa.
  • violência física: qualquer forma de violência física que um agressor(a) inflige ao companheiro(a). Pode traduzir-se em comportamentos como: esmurrar, pontapear, estrangular, queimar, induzir ou impedir que o(a) companheiro(a) obtenha medicação ou tratamentos.

A violência doméstica funciona como um sistema circular – o chamado Ciclo da Violência Doméstica – que apresenta, regra geral, três fases:

1. aumento de tensão: as tensões acumuladas no quotidiano, as injúrias e as ameaças tecidas pelo agressor, criam, na vítima, uma sensação de perigo eminente.

2. ataque violento: o agressor maltrata física e psicológicamente a vítima; estes maus-tratos tendem a escalar na sua frequência e intensidade.

3. lua-de-mel: o agressor envolve agora a vítima de carinho e atenções, desculpando-se pelas agressões e prometendo mudar (nunca mais voltará a exercer violência).

Sintomas de vítima de Violência Doméstica:

  • Tem medo do temperamento do seu namorado ou da sua namorada?
  • Tem medo da reação dele(a) quando não têm a mesma opinião?
  • Ele(a) constantemente ignora os seus sentimentos?
  • Goza com as coisas que lhe diz?
  • Procura ridicularizá-lo(a) ou fazê-lo(a) sentir-se mal em frente dos seus amigos ou de outras pessoas?
  • Alguma vez ele(a) ameaçou agredi-lo(a)?
  • Alguma vez ele(a) lhe bateu, deu um pontapé, empurrou ou lhe atirou com algum objeto?
  • Não pode estar com os seus amigos e com a sua família porque ele(a) tem ciúmes?
  • Alguma vez foi forçado(a) a ter relações sexuais?
  • Tem medo de dizer “não” quando não quer ter relações sexuais?
  • É forçado(a) a justificar tudo o que faz?
  • Ele(a) está constantemente a ameaçar revelar o vosso relacionamento?
  • Já foi acusado(a) injustamente de estar envolvida ou ter relações sexuais com outras pessoas?
  • Sempre que quer sair tem que lhe pedir autorização?

7 Maravilhas Doces de Portugal, prazo até 17 de março

Devido ao elevado número de candidaturas de todo o país, que estão neste momento a ser submetidas na plataforma online, para a eleição das 7 Maravilhas Doces de Portugal®, o prazo acaba de ser prolongado até 17 de março, à meia noite. Pela primeira vez é possível incluir 7 candidatos numa só proposta de candidatura.

As categorias a concurso são: Doces de Território, Bolo de Pastelaria, Doce de Colher e Doce à Fatia, Biscoitos e Bolos Secos, Doces Festivos, Doces de Fruta e Mel e Doces de Inovação. A grande aposta deste ano é na Inovação à base de produtos endógenos, incentivando ao empreendedorismo local. A tradição, a importância económica, social e cultural dos doces são também critérios preponderantes.

A oitava edição das 7 Maravilhas em Portugal® volta a reinventar-se e este ano os candidatos são votados por cada um dos 18 distrito e duas regiões autónomas, com 20 programas de daytime em direto a realizar nos meses de julho e agosto. Haverá nesta fase 7 candidatos por distrito e regiões autónomas, num total de 140 doces candidatos, sendo que de cada programa na RTP sai um pré-finalista que passa às semifinais.

Uma novidade desta edição é a existência de um Grande Júri, órgão de deliberação constituído por 7 figuras do espaço mediático, que será responsável pela da repescagem de 8 candidatos que se irão juntar aos 20 pré-finalistas.

Os 28 pré-finalistas são divididos por sorteio pelas duas semifinais, nos dias 24 e 31 de agosto, dois programas em direto na RTP1, transmitidos em horário nobre. Em cada semifinal são apurados os 7 doces, aqueles que tenham mais votos contabilizados. Nesta fase os 7 elementos do Grande Júri assumem grande preponderância, comentando e provando os Doces.

A Gala Finalíssima decorre a 7 de setembro de 2019 e será transmitida pela RTP1, em horário nobre. Dos 14 finalistas apurados vão ser eleitos 7 doces pelos portugueses como 7 Maravilhas de Portugal®.

Sobre as 7 Maravilhas®

A eleição das 7 Maravilhas Doces de Portugal® é a oitava edição realizada desde 2007, com concursos que têm por tema os grandes valores da Identidade Nacional:

7 Maravilhas de Portugal (Património Histórico), em 2007

7 Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo (Património Histórico), em 2009

7 Maravilhas Naturais de Portugal, em 2010

7 Maravilhas da Gastronomia, em 2011

7 Maravilhas – Praias de Portugal, em 2012

7 Maravilhas de Portugal – Aldeias, em 2017

7 Maravilhas à Mesa, em 2018

O Conselho Científico é um órgão constituído para apoiar a Organização do Concurso na elaboração do regulamento, na verificação das candidaturas e nas tomadas de decisão, tendo o objetivo de libertar a Organização de quaisquer tomadas de posição face aos candidatos a concurso, assegurando por isso, a máxima idoneidade, independência e equidistância do processo. As 7 Maravilhas Doces de Portugal® contam com os seguintes membros no Conselho Científico:

ACPP – Associação Cozinheiros Profissionais de Portugal;

AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal;

APN – Associação Portuguesa de Nutrição;

FPCG – Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas;

Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural;

RIPTUR – Rede de Instituições Públicas do Ensino Superior com Cursos na área do Turismo;

Turismo de Portugal – Escolas.

GNR- Operação “Carnaval 2019” – Balanço

A Guarda Nacional Republicana, entre os dias 1 e 5 de março, realizou uma operação de intensificação do patrulhamento e fiscalização rodoviária em todo o Continente, a qual foi orientada para as vias que conduziam aos locais onde tradicionalmente ocorrem festividades carnavalescas, com o objetivo de combater a sinistralidade rodoviária, regular o trânsito e garantir o apoio a todos os utentes das vias, proporcionando-lhes uma deslocação em segurança.

Durante esta operação a GNR fiscalizou 24 464 condutores tendo detendo 818 condutores com excesso de álcool, dos quais 238 foram detidos por possuírem uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l, sendo ainda detidos 62 condutores por falta de habilitação legal para conduzir.

No mesmo período, a GNR registou 6 485 infrações, das quais se destacam:

·         1 623 por excesso de velocidade;

·         373 por falta de inspeção periódica;

·         291 por anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização;

·         237 por utilização indevida do telemóvel durante a condução;

·         230 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças;

·         183 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório;

·         72 por anomalias nos pneus.

 

No que diz respeito à sinistralidade rodoviária, a GNR, na sua área de responsabilidade, registou:

·         964 acidentes;

·         Cinco mortos, dos quais:

o   Três condutores resultantes de despistes (dois motociclos e um veículo ligeiro de mercadorias);

o   Um condutor de um veículo ligeiro de passageiros, devido a uma colisão;

o   Um peão (atropelamento).

·         30 feridos graves;

·         326 feridos leves.

5º Festival do Requeijão em Fornotelheiro

O requeijão desde há uns anos a esta parte passou a ser homenageado na Freguesia de Fornotelheiro, no concelho de Celorico da Beira.

Assim este ano, a festa vai ter lugar ,  no domingo, dia 24 de março, o 5º Festival do Requeijão, um certame organizado pela Junta de Freguesia do Fornotelheiro e conta com o apoio do Município de Celorico da Beira.

foto:CA

Celorico da Beira – Termo de Identidade e Residência para Militar da GNR

Dando cumprimento a um mandado de detenção fora de flagrante delito emitido pela Polícia Judiciária do Departamento de Investigação Criminal da Guarda, na sequência de pertinentes diligências de investigação realizadas com base em denúncia de um crime de abuso sexual de pessoa detida, a GNR, através do Comando Territorial da Guarda, procedeu, no dia 25 de fevereiro, à detenção de um militar da GNR, a prestar serviço no Posto Territorial de Celorico da Beira.

No dia 24 de fevereiro, o Departamento de Investigação Criminal da PJ da Guarda, entregou sob detenção uma mulher de 45 anos, no Posto Territorial de Celorico da Beira, no intuito da mesma permanecer detida naquelas instalações.

No dia seguinte, a detida formalizou uma queixa-crime nas instalações da PJ por, alegadamente, ter sido vítima de abusos sexuais, praticados por um militar da GNR, no referido Posto.

O militar foi ontem, dia 25 de fevereiro, presente ao Tribunal Judicial da Guarda, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de termo de identidade e residência. Paralelamente, a GNR procedeu à instauração de procedimento disciplinar, tendo o militar sido preventivamente transferido para outra subunidade do Comando Territorial da Guarda.

Resultados do Campeonato da 1ªDivisão Distrital AF Guarda

JORNADA 19

Os Vilanovenses- Fornos de Algodres-1-0

Vilar Formoso- Manteigas-1-3

SC Celoricense – Trancoso-1-1

AD São Romão- SC Sabugal 1-2

Ginásio Figueirense- CD Gouveia-2-1

Aguiar da Beira- Vila Cortez- 2-1

Desportiva do Soito- Estrela Almeida-2-0

Colocação de 25 caixas-ninho no Parque Polis na Guarda

Na próxima terça-feira, dia 26 de fevereiro, a partir das 14h, o Núcleo Regional da Guarda irá colocar no Parque Polis, na Guarda, 25 caixas-ninho com o objetivo de proporcionar uma zona de nidificação e de abrigo para as aves que as utilizam. A iniciativa contará com a presença de alunos da Escola Básica da Sequeira e da Escola Beatriz Ângelo. As caixas foram construídas por utentes do estabelecimento prisional da Guarda e a atividade contou também com o apoio da empresa Transdev.

Algumas dicas e curiosidades sobre as caixas-ninhos.

A importância das caixas-ninho é cada vez maior fundamentalmente por 2 razões. Por um lado é mais fácil estudar as aves  se conseguir determinar com precisão onde está localizado o respetivo ninho. Com uma caixa-ninho ocupada essa tarefa está resolvida sem que se corram riscos com a procura do ninho que deve ser sempre evitada. Qualquer perturbação pode provocar o abandono do ninho pelas aves. Por outro lado os buracos nas árvores, ou mesmo em construções humanas, são cada vez mais raros, porque as árvores mais velhas são cortadas e as construções modernas são demasiado herméticas para as aves.

Ao construirmos e colocarmos à disposição estes suportes para nidificação e abrigo, estamos portanto, a prestar uma grande ajuda às aves, que de outra forma, se vão afastando dos locais à medida que vão deixando de ter condições para se reproduzirem. Ora, como na sua esmagadora maioria, as espécies que utilizam caixas-ninho são consumidores secundários ou predadores, o seu desaparecimento provoca desequilíbrios ecológicos.

As caixas-ninho devem ser colocadas durante o inverno e deste modo as aves habituam-se à sua presença e algumas adotam-nas como abrigo. Deve-se procurar que a entrada não fique diretamente virada para o sol e por isso a caixa-ninho deve ser fixada com uma ligeira inclinação para a frente. Nunca devem ser utilizados pregos para a fixação das caixas nas árvores. E as cordas ou arames devem ficar separados do tronco por pequenas tábuas em forma de cunha, para que não se prejudique o crescimento das árvores.

Todos os anos, durante o outono, deve fazer-se a limpeza das caixas. Nessa altura é interessante fazer-se o registo dos materiais utilizados no ninho, como musgos, penas, pelos, etc.

Por:Quercus

Comunidades Intermunicipais cumprem apesar de afastadas dos cidadãos

Investigação da Universidade de Aveiro

Seis anos depois da aprovação do estatuto das entidades intermunicipais, um estudo da Universidade de Aveiro (UA) sugere que as comunidades intermunicipais “cumpriram amplamente o seu objetivo” de aproximar municípios com vistas à resolução de problemas comuns. No entanto, por concretizar, estão as expectativas das comunidades intermunicipais que há seis anos julgavam quer iriam conseguir mais financiamentos do que aqueles que até agora conseguiram. Às comunidades intermunicipais falta ainda envolver outros atores regionais e cidadãos.

O estudo parte de um inquérito às comunidades intermunicipais do território continental, incluindo as Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto, nas quais todos os 278 concelhos se encontram representados.

“As associações intermunicipais cumpriram amplamente o objetivo de estimular a aprendizagem mútua entre municípios e de permitir aos municípios obter ganhos de escala, isto é, os municípios passaram a cooperar para resolver problemas que ultrapassam as fronteiras dos municípios individuais”, aponta a investigadora Patrícia Silva, politóloga e investigadora do Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território (DCSPT) e da  Unidade de Investigação Governança, Competitividade e Políticas Públicas (GOVCOOP) da UA.

A autora do trabalho, a par de Filipe Teles e Joana Ferreira, também da UA, diz que “esta capacidade de cooperar – e até a vontade expressa de alargar formas de cooperação intermunicipal a outras arenas – sugere sinais muito positivos”, sobretudo quando se pensa que “o contexto português foi durante muito tempo caracterizado por rivalidades entre os municípios, com escassa vontade de cooperar e que, em larga medida, a pertença às comunidades intermunicipais foi imposta aos municípios”.

 Exceções à regra

A única exceção a este cenário parece ser a perceção quanto à capacidade de as associações obterem fundos comunitários. Se, por um lado, descreve Patrícia Silva, “tal pode estar relacionado com as elevadas expectativas (e necessidade!) dos municípios relativamente à diversificação das fontes de financiamento para assegurar os projetos municipais e intermunicipais”, por outro lado “a obtenção de fundos depende muito da capacidade de interação com outros níveis de governação e, naturalmente, das oportunidades de financiamento”. Por isso, sublinha a investigadora, “não se trata de uma dimensão que dependa exclusivamente do compromisso dos municípios para com os projetos intermunicipais”.

A investigação chama ainda a atenção para as questões de legitimidade das comunidades intermunicipais que “é indireta, na medida em que os membros e, naturalmente, o presidente não são escolhidos diretamente pelos cidadãos”. Os eleitores escolhem ‘apenas’ os representantes dos municípios nas Eleições Autárquicas e são estes que estão representados na assembleia intermunicipal e no conselho executivo das Comunidades intermunicipais. Pelo menos parcialmente, aponta Patrícia Silva, “esta questão ajuda a explicar o pouco interesse dos cidadãos relativamente às atividades das Comunidades intermunicipais”.

A única exceção identificada é o caso das empresas da região que “têm revelado maior interesse pelas atividades das comunidades do que revelam pelas atividades dos seus municípios”.

Para além das questões de legitimidade que o estudo refere, “esta incapacidade de envolver outros atores pode limitar a capacidade das comunidades intermunicipais de mobilizar outros recursos e outras competências e capacidades que as regiões têm”. Além disso, “a capacidade de envolver e de obter consensos com outros atores (políticos, empresariais, da academia, etc.) também poderia ser uma forma de evitar a duplicação de funções e, muitas vezes, de estruturas”.

O trabalho do DCSPT da UA procurou analisar a capacidade de governação das comunidades intermunicipais, considerando  cinco dimensões específicas: âmbito de cooperação (motivos para a cooperação e áreas de intervenção); o compromisso dos municípios e o seu contributo para os objetivos da comunidade; a sua arquitetura (em termos de número de funcionários e financiamento), democracia (a forma como as comunidades se relacionam com os cidadãos e com outros atores regionais) e estabilidade  (considerando a perceção dos benefícios da cooperação, a capacidade de tomada de decisões e a vontade expressa dos municípios de alargar o âmbito de cooperação a outras áreas).

Por:Univ.Aveiro

AF Guarda -Resultados da 1ªdivisão-Ronda 18

Muitos golos!!

Tarde de sol com uma jornada produtiva, o Fornos de Algodres a alcançar um triunfo importante diante dos leões da fronteira, por duas bolas a uma.

O líder Ginásio rumou a Almeida e goleou por quatro bolas a zero, já o Manteigas em casa, venceu o Soito por quatro bolas a duas e mantém-se na corrida.

O Aguiar da Beira no Farvão perante o Gouveia, marcou tres golos e não venceu dado que houve muita alternância no placard e face a isso, os locais empataram na reta final e assim os aguiarenses atrasaram-se .

JORNADA 18

Fornos de Algodres- Vilar Formoso-2-1

Manteigas- Desportiva do Soito-4-2

Trancoso- Os Vilanovenses-1-1

SC Sabugal – SC Celoricense-2-2

CD Gouveia- Aguiar da Beira-3-3

Vila Cortez- AD São Romão- 1-2

Estrela Almeida- Ginásio Figueirense-0-4

classificação

1ºG.Figueirense- 49 pts

2º Manteigas – 39pts

 

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