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Celorico da Beira

Colocação de 25 caixas-ninho no Parque Polis na Guarda

Na próxima terça-feira, dia 26 de fevereiro, a partir das 14h, o Núcleo Regional da Guarda irá colocar no Parque Polis, na Guarda, 25 caixas-ninho com o objetivo de proporcionar uma zona de nidificação e de abrigo para as aves que as utilizam. A iniciativa contará com a presença de alunos da Escola Básica da Sequeira e da Escola Beatriz Ângelo. As caixas foram construídas por utentes do estabelecimento prisional da Guarda e a atividade contou também com o apoio da empresa Transdev.

Algumas dicas e curiosidades sobre as caixas-ninhos.

A importância das caixas-ninho é cada vez maior fundamentalmente por 2 razões. Por um lado é mais fácil estudar as aves  se conseguir determinar com precisão onde está localizado o respetivo ninho. Com uma caixa-ninho ocupada essa tarefa está resolvida sem que se corram riscos com a procura do ninho que deve ser sempre evitada. Qualquer perturbação pode provocar o abandono do ninho pelas aves. Por outro lado os buracos nas árvores, ou mesmo em construções humanas, são cada vez mais raros, porque as árvores mais velhas são cortadas e as construções modernas são demasiado herméticas para as aves.

Ao construirmos e colocarmos à disposição estes suportes para nidificação e abrigo, estamos portanto, a prestar uma grande ajuda às aves, que de outra forma, se vão afastando dos locais à medida que vão deixando de ter condições para se reproduzirem. Ora, como na sua esmagadora maioria, as espécies que utilizam caixas-ninho são consumidores secundários ou predadores, o seu desaparecimento provoca desequilíbrios ecológicos.

As caixas-ninho devem ser colocadas durante o inverno e deste modo as aves habituam-se à sua presença e algumas adotam-nas como abrigo. Deve-se procurar que a entrada não fique diretamente virada para o sol e por isso a caixa-ninho deve ser fixada com uma ligeira inclinação para a frente. Nunca devem ser utilizados pregos para a fixação das caixas nas árvores. E as cordas ou arames devem ficar separados do tronco por pequenas tábuas em forma de cunha, para que não se prejudique o crescimento das árvores.

Todos os anos, durante o outono, deve fazer-se a limpeza das caixas. Nessa altura é interessante fazer-se o registo dos materiais utilizados no ninho, como musgos, penas, pelos, etc.

Por:Quercus

Comunidades Intermunicipais cumprem apesar de afastadas dos cidadãos

Investigação da Universidade de Aveiro

Seis anos depois da aprovação do estatuto das entidades intermunicipais, um estudo da Universidade de Aveiro (UA) sugere que as comunidades intermunicipais “cumpriram amplamente o seu objetivo” de aproximar municípios com vistas à resolução de problemas comuns. No entanto, por concretizar, estão as expectativas das comunidades intermunicipais que há seis anos julgavam quer iriam conseguir mais financiamentos do que aqueles que até agora conseguiram. Às comunidades intermunicipais falta ainda envolver outros atores regionais e cidadãos.

O estudo parte de um inquérito às comunidades intermunicipais do território continental, incluindo as Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto, nas quais todos os 278 concelhos se encontram representados.

“As associações intermunicipais cumpriram amplamente o objetivo de estimular a aprendizagem mútua entre municípios e de permitir aos municípios obter ganhos de escala, isto é, os municípios passaram a cooperar para resolver problemas que ultrapassam as fronteiras dos municípios individuais”, aponta a investigadora Patrícia Silva, politóloga e investigadora do Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território (DCSPT) e da  Unidade de Investigação Governança, Competitividade e Políticas Públicas (GOVCOOP) da UA.

A autora do trabalho, a par de Filipe Teles e Joana Ferreira, também da UA, diz que “esta capacidade de cooperar – e até a vontade expressa de alargar formas de cooperação intermunicipal a outras arenas – sugere sinais muito positivos”, sobretudo quando se pensa que “o contexto português foi durante muito tempo caracterizado por rivalidades entre os municípios, com escassa vontade de cooperar e que, em larga medida, a pertença às comunidades intermunicipais foi imposta aos municípios”.

 Exceções à regra

A única exceção a este cenário parece ser a perceção quanto à capacidade de as associações obterem fundos comunitários. Se, por um lado, descreve Patrícia Silva, “tal pode estar relacionado com as elevadas expectativas (e necessidade!) dos municípios relativamente à diversificação das fontes de financiamento para assegurar os projetos municipais e intermunicipais”, por outro lado “a obtenção de fundos depende muito da capacidade de interação com outros níveis de governação e, naturalmente, das oportunidades de financiamento”. Por isso, sublinha a investigadora, “não se trata de uma dimensão que dependa exclusivamente do compromisso dos municípios para com os projetos intermunicipais”.

A investigação chama ainda a atenção para as questões de legitimidade das comunidades intermunicipais que “é indireta, na medida em que os membros e, naturalmente, o presidente não são escolhidos diretamente pelos cidadãos”. Os eleitores escolhem ‘apenas’ os representantes dos municípios nas Eleições Autárquicas e são estes que estão representados na assembleia intermunicipal e no conselho executivo das Comunidades intermunicipais. Pelo menos parcialmente, aponta Patrícia Silva, “esta questão ajuda a explicar o pouco interesse dos cidadãos relativamente às atividades das Comunidades intermunicipais”.

A única exceção identificada é o caso das empresas da região que “têm revelado maior interesse pelas atividades das comunidades do que revelam pelas atividades dos seus municípios”.

Para além das questões de legitimidade que o estudo refere, “esta incapacidade de envolver outros atores pode limitar a capacidade das comunidades intermunicipais de mobilizar outros recursos e outras competências e capacidades que as regiões têm”. Além disso, “a capacidade de envolver e de obter consensos com outros atores (políticos, empresariais, da academia, etc.) também poderia ser uma forma de evitar a duplicação de funções e, muitas vezes, de estruturas”.

O trabalho do DCSPT da UA procurou analisar a capacidade de governação das comunidades intermunicipais, considerando  cinco dimensões específicas: âmbito de cooperação (motivos para a cooperação e áreas de intervenção); o compromisso dos municípios e o seu contributo para os objetivos da comunidade; a sua arquitetura (em termos de número de funcionários e financiamento), democracia (a forma como as comunidades se relacionam com os cidadãos e com outros atores regionais) e estabilidade  (considerando a perceção dos benefícios da cooperação, a capacidade de tomada de decisões e a vontade expressa dos municípios de alargar o âmbito de cooperação a outras áreas).

Por:Univ.Aveiro

AF Guarda -Resultados da 1ªdivisão-Ronda 18

Muitos golos!!

Tarde de sol com uma jornada produtiva, o Fornos de Algodres a alcançar um triunfo importante diante dos leões da fronteira, por duas bolas a uma.

O líder Ginásio rumou a Almeida e goleou por quatro bolas a zero, já o Manteigas em casa, venceu o Soito por quatro bolas a duas e mantém-se na corrida.

O Aguiar da Beira no Farvão perante o Gouveia, marcou tres golos e não venceu dado que houve muita alternância no placard e face a isso, os locais empataram na reta final e assim os aguiarenses atrasaram-se .

JORNADA 18

Fornos de Algodres- Vilar Formoso-2-1

Manteigas- Desportiva do Soito-4-2

Trancoso- Os Vilanovenses-1-1

SC Sabugal – SC Celoricense-2-2

CD Gouveia- Aguiar da Beira-3-3

Vila Cortez- AD São Romão- 1-2

Estrela Almeida- Ginásio Figueirense-0-4

classificação

1ºG.Figueirense- 49 pts

2º Manteigas – 39pts

 

5.000 árvores autóctones plantadas na área da CIMBSE

Nos  dias 15 e 17 de fevereiro, a Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela em parceria com os Municípios do território e o ICNF irá promover a plantação de 5.000 árvores autóctones, uma por cada PADRINHO/MADRINHA que participou na Ação Verde Puro em 2018 através da entrega de uma ficha/semente na Bolsa de Turismo de Lisboa e Feira Internacional de Turismo.

Município de Almeida – 15 de fevereiro
Local da plantação: Freguesia de Vilar Formoso (Alto dos Pinhos)
Município de Celorico da Beira – 15 de fevereiro
Local da plantação: Junto ao novo parque industrial
Município da Covilhã – 15 e 17 de fevereiro
Local da plantação 15/02/2019: Baldios de Freguesia de Cortes do Meio (Louseiro / Alto da Cerca)
Local da plantação 17/02/2019: U.F. de Covilhã e Canhoso (Mata Nacional da Covilhã)
Município de Figueira de Castelo Rodrigo – 15 de fevereiro
Local da plantação: Serra da Marofa
Município de Forno de Algodres – 15 de fevereiro
Local da plantação: Freguesia de Matança (Monte de Milho)
Município do Fundão – 15 de fevereiro
Local da plantação: U. F. de Vale de Prazeres e Mata da Rainha (Vale de Prazeres)
Município de Gouveia – 17 de fevereiro
Local da plantação: Baldios de Mangualde da Serra (Mondeguinho)
Município da Guarda – 17 de fevereiro
Local da plantação: Freguesia da Vela
Município de Pinhel – 15 de fevereiro
Local da plantação: Freguesia de Pínzio
Município de Sabugal – 15 de fevereiro
Local da plantação: U.F. de Pousafoles do Bispo, Penalobo e Lomba (Pousafoles do Bispo)
Município de Seia – 17 de fevereiro
Local da plantação: Freguesia de Paranhos da Beira (Santuário de Santa Eufémia)
Município de Trancoso – 15 de fevereiro
Local da plantação: Serra do Pisco

Associação Lageosense de Solidariedade Social coordena CLDS 4G

O concelho de Celorico da Beira vai voltar a beneficiar do Programa de Contrato Local de Desenvolvimento Social, agora denominado de 4ª Geração (CLDS-4G), um instrumento de intervenção ao nível das problemáticas do desemprego, da pobreza, envelhecimento e exclusão social.
O montante de financiamento do CLDS 4G atribuído ao concelho de Celorico da Beira é de 486 mil euros e irá incidir sobre 4 eixos: emprego, formação e qualificação; intervenção familiar e parental, preventiva da pobreza; promoção do envelhecimento ativo e apoio à população idosa; e auxílio e intervenção emergencial às populações inseridas nos territórios afetados pelos incêndios de outubro de 2017.
O CLDS 4 G terá a duração de 36 meses de intervenção e terá como entidade coordenadora a Associação Lageosense de Solidariedade Social

Doces são tema das 7 Maravilhas® em 2019

Candidaturas decorrem até 7 de março. Uma candidatura pode incluir 7 doces.
Catarina Furtado e José Carlos Malato voltam a ser os embaixadores do projeto, enquanto anfitriões das três Galas a emitir no prime time da RTP1 e na RTP Internacional.
Este ano o formato reinventa-se, com Grande Júri, eliminatórias distritais, duas semifinais e uma Grande Final a 7 de setembro.
Depois de eleitas as 7 Maravilhas à Mesa® em 2018, que privilegiou gastronomia, vinhos, azeites e roteiros, chegou a vez de adoçar a boca aos portugueses e colocar em votação das 7 Maravilhas Doces de Portugal®. O tema de 2019 já tem candidaturas abertas, em que pela primeira vez é possível incluir 7 candidatos numa só proposta.
 
As 7 Maravilhas Doces de Portugal foram lançadas hoje, pelas 16h, na Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa. O projeto foi apresentado por Luis Segadães, presidente das 7 Maravilhas, e o formato televisivo por José Fragoso, Diretor da RTP1 e RTP Internacional. Catarina Furtado e José Carlos Malato, apresentadores da RTP, estiveram presentes enquanto embaixadores das eleições 7 Maravilhas. Gonçalo Reis, presidente do Conselho de Administração da RTP, esteve também presente neste evento. Contou-se ainda com a presença de representantes dos Apoios Institucionais do projeto, nomeadamente Antero Jacinto, Presidente do Grupo de Setor da Restauração Tradicional, Ana Paula Pais, Diretora Coordenadora de Formação do Turismo de Portugal e de Miguel Freitas, Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural.
As categorias a concurso são: Doces de Território, Bolo de Pastelaria, Doce de Colher e Doce à Fatia, Biscoitos e Bolos Secos, Doces Festivos, Doces de Fruta e Mel e Doces de Inovação. As candidaturas terminam a 7 de março e são realizadas online, no site oficial das 7 Maravilhas. A grande aposta deste ano é na Inovação à base de produtos endógenos, incentivando ao empreendedorismo local. A tradição, a importância económica, social e cultural dos doces são também critérios preponderantes.
 
A oitava edição das 7 Maravilhas em Portugal® volta a reinventar-se e este ano os candidatos são votados por cada um dos 18 distrito e duas regiões autónomas, com 20 programas de daytime em direto a realizar nos meses de julho e agosto. Haverá nesta fase 7 candidatos por distrito e regiões autónomas, num total de 140 doces candidatos, sendo que de cada programa na RTP sai um pré-finalista que passa às semifinais.
Uma novidade desta edição é a existência de um Grande Júri, órgão de deliberação constituído por 7 figuras do espaço mediático, que será responsável pela da repescagem de 8 candidatos que se irão juntar aos 20 pré-finalistas.
Os 28 pré-finalistas são divididos por sorteio pelas duas semifinais, nos dias 24 e 31 de agosto, dois programas em direto na RTP1, transmitidos em horário nobre. Catarina Furtado e José Carlos Malato voltam a ser os anfitriões e embaixadores das 7 Maravilhas, apresentando as três Galas (duas semifinais e uma Grande Final). Em cada semifinal são apurados os 7 doces, aqueles que tenham mais votos contabilizados. Nesta fase os 7 elementos do Grande Júri assumem grande preponderância, comentando e provando os Doces.
 
A Gala Finalíssima decorre a 7 de setembro de 2019 e será transmitida pela RTP1, em horário nobre. Dos 14 finalistas apurados vão ser eleitos 7 doces pelos portugueses como 7 Maravilhas de Portugal®

Design e produtos endógenos são tema da “Conversa de Café”

Café Concerto na Guarda acolhe

Decorre nesta sexta-feira, dia 15 de fevereiro, a segunda “Conversa de Café” no âmbito do ciclo promovido pela Candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura em 2027. Desta vez, a troca de ideias andará à volta do tema “Design e produtos endógenos: da tradição à inovação” e acontece no Café Concerto do Teatro Municipal da Guarda, às 21h30, com entrada livre.
Participam na conversa António Cruz Rodrigues (professor e investigador), Miguel Gigante (designer de moda), Ana Almeida (criadora), Guida Rolo (produtora cultural), Francisco Afonso (mentor do projeto New Hand Lab) e Sérgio Lemos (designer).

Recorde-se que esta iniciativa vem no âmbito da série “Conversa de Café” que a Comissão Executiva da Candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura e a Câmara Municipal da Guarda estão a organizar até 26 de abril de 2019, no âmbito da candidatura. Este ciclo de conversas tem como objetivo a promover a participação e o envolvimento da comunidade em geral na discussão pública e reflexão dos temas que integram o conteúdo da estratégia e proposta de programa da Candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura 2027.

Sobre os participantes desta conversa

António Cruz Rodrigues
Doutorado em Design pela IADE-Creative University, Mestre em Design Industrial pela Scuola Politecnica di Design de Milão, Licenciado em Design Industrial pelo IADE – Instituto de Artes Visuais, Design e Marketing. Diretor do Mestrado em Design e Professor investigador na ULHT – Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Professor visitante de: Scuola Politecnica di Design de Milão, Itália; Università IUAV di Venezia, Itália; Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil; Faculdade Nordeste, Brasil; Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Brasil; Chiba University, Japão. Fundador, CEO e diretor criativo da Modus Design, Portugal. Participação em Conferências em Universidades Internacionais, Associações Empresariais, Centros Tecnológicos e Organismos Institucionais, em Portugal, Itália e Brasil. Artista-fotografo, investigador da imagem enquanto veículo de referência e inferência da sociedade.

Miguel Gigante
Criador de moda, sediado na cidade da Covilhã, que só trabalha com burel, a lã utilizada pelos pastores da Serra da Estrela. A sua marca inclui uma vasta gama de criações: casacos, coberturas de mobiliário, candeeiros, malas, almofadas, alfinetes de lapela e chapéus. Nasceu na Covilhã no seio de uma família que trabalhava na indústria dos lanifícios, pelo que o mundo da lã desde sempre o fascinou. Estudou todo o processo de produção da lã: o desenho, o molde, o corte e o projeto. Abriu a primeira loja em 1992, na Covilhã. Um ano mais tarde, começou a vender as suas coleções em Portugal, Espanha, França, Alemanha e Itália. Trabalha agora no New Hand Lab, na Covilhã, e criou a primeira coleção com o selo das Aldeias Históricas de Portugal. Artesão e ao mesmo tempo visionário, cria a partir do burel, com As Aldeias Históricas lançou o primeiro produto da Marca na indústria da moda. Aldeias Históricas de Portugal by Miguel Gigante é um produto com valor histórico e criativo.
Ana Almeida
Inventora de histórias. Reconta as lendas dos recantos da Beira, recortando personagens em figuras que cantam. Da imaginação que traz nos dedos e da destreza que leva na alma, as suas formas nascem, crescem, vivem e, às vezes, morrem, porque as histórias também terminam. Ana Almeida cria figuras, concebe texturas, imagina cores. Há quem lhes chame bonecos, ela prefere chamar-lhes gente de outro existir. Gente com rostos e gestos, corpos e sorrisos, e histórias por contar. Como Geppetto, Ana Almeida recruta nos materiais inertes o exército de seres viventes que a rodeiam. Se o que lhes dá vida existe já, as suas vidas estão ainda por inventar.


Guida Rolo
É produtora cultural. Organiza sensações, promove liberdades, divulga criações. Ela faz, o artista sonha, a obra aparece. Quis que a “Floresta Negra” fosse toda uma, que a imagem unisse, e já não se parasse. Estudou Gestão de Património, foi produtora de teatro e gestora de conta de publicidade. A sua paleta é a lista telefónica, a sua organização é uma sinfonia, com momentos de allegro e tempos de adagio, o seu trabalho é um poema modernista sem pontos finais. Guida Rolo propõe-se potencializar, divulgar e comercializar as obras de arte, com a mesma ilusão dos seus criadores, com menos temores do que Abraão, com mais ambição do que o irmão de Van Gogh.


Francisco Afonso
É o impulsionador do projeto New Hand Lab, o gatilho da intervenção. Sonhador, cavalheiro e afável, a sua arte é a vontade de fazer e boa vontade de aceitar.
Francisco Afonso vive nas paredes da fábrica. O seu património são os espaços que conhece de lés-a-lés, de máquinas a degraus, entre rolos e colunas, cheios de sonhos perdidos e esperanças reencontradas.  Francisco Afonso oferece ao público o seu chão, mas foi aos artistas que entregou a alma.

Sérgio Lemos
Nasceu no Porto. É licenciado em Design pela Esad Matosinhos (1996), pós-graduado em Design Industrial pela Glasgow Scholl of Art. Fez mestrado e doutoramento em Design na Universidade de Aveiro, onde foi docente no curso de Design. Atualmente é Professor Auxiliar Convidado no curso de design da Universidade da Madeira. Realizou soluções gráficas e produtos; festivais culturais e exposições que envolveram instituições públicas, empresas e comunidades artesanais. Desenvolveu um projeto artístico com a Fiskars (Fiskars Air, Finlândia 2011). Criou a marca e produz, em oficina própria, uma linha de artefactos em madeira chamados Darga crafts (Serra d’Arga 2009). Atualmente, quer os seus projetos em design, quer as suas atividades de ensino e investigação centram-se no tema da sustentabilidade e responsabilidade social, na procura de soluções baseadas nas relações entre o design, o craft e as formas e sistemas da natureza.

Resultados do Campeonato Distrital da 1ª divisão-17ªjornada

Vilar Formoso- Trancoso- 0-1

Manteigas- Fornos de Algodres- 4-2

Os Vilanovenses- SC Sabugal- 2-2

SC Celoricense- Vila Cortez- 3-2

Aguiar da Beira- Estrela Almeida- 5-2

AD São Romão- CD Gouveia- 1-1

Desportiva do Soito- Ginásio Figueirense- 0-1

 

Caminho Português de Santiago promovido

A Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal (ERTCP) saúda de forma muito positiva o Decreto-Lei aprovado pelo Conselho de Ministros, que regula a promoção do Caminho Português de Santiago e que visa a certificação dos seus itinerários. Esta medida vem ao encontro do intenso trabalho desenvolvido nos últimos anos pela ERTCP, em conjunto com vários parceiros do território do Centro de Portugal, que se enquadra na perfeição no espírito e na letra do Decreto-Lei agora aprovado.

Com efeito, o trabalho de identificação e valorização dos itinerários do Caminho de Santiago no Centro de Portugal iniciou-se há mais de uma década. Mais concretamente, desde 2007 que na ERTCP se delineou a estratégia de estruturação desta via de peregrinação enquanto produto turístico de grande potencial.

Na região, estão identificados e sinalizados os Caminhos Central, Interior e Nascente e a ligação do Caminho Interior ao Caminho Central.

Em 2014 ficou concluída toda a sinalética do Caminho Central, que, iniciando-se em Lisboa, passa neste território por Vila Nova da Barquinha, Tomar, Ferreira do Zêzere, Alvaiázere, Rabaçal, Conímbriga, Coimbra, Mealhada, Águeda e Albergaria-a-Velha, em direção ao Porto e a Santiago de Compostela. Neste itinerário está já em pleno funcionamento uma importante rede de albergues e pontos de apoio ao peregrino.

O Caminho Nascente está igualmente completamente identificado e sinalizado no Centro de Portugal. O itinerário parte do Alentejo e atravessa o território do Centro de Portugal em Vila Velha de Ródão, Castelo Branco, Fundão, Ferro (Covilhã), Belmonte, Guarda, Celorico da Beira e Trancoso, onde se junta com o Caminho de Torres. Este, começando em Espanha, cruza Almeida, Pinhel e Trancoso, em direção a Lamego, Guimarães, Braga e Santiago.

O Caminho Nascente é de grande importância estratégica, uma vez que constitui um percurso alternativo à Via da Prata, tradicionalmente utilizado pelos peregrinos do Sul de Espanha e que passa por Sevilha, Cáceres e Salamanca. A Via da Prata está hoje saturada, pelo que cada vez mais peregrinos da Extremadura e de Castela e Leão preferem utilizar o Caminho Nascente.

Identificado está também o Caminho do Interior, que parte de Viseu e segue por Castro Daire, Lamego, Vila Real e Chaves, até desembocar na Via da Prata. Em 2015, foi protocolada entre a ERTCP e os municípios, em 2015, a ligação entre o Caminho do Interior e o Caminho Central, havendo inclusivamente uma candidatura ao programa Valorizar, promovida pela Associação Via Lusitana.

Paralelamente, foram e estão a ser desenvolvidas ferramentas de apoio ao peregrino, nomeadamente uma app, guias e mapas, que permitem a plena fruição do Caminho Português de Santiago na região, proporcionando informação geral e prática, bem como informação histórico-cultural.

A região Centro de Portugal tem apostado, de forma assertiva, na qualificação e valorização do Caminho Português de Santiago, em parceria com os Municípios, a Associação Via Lusitana e o Turismo de Portugal. Por isso, a ERTCP reúne todas as condições para avançar com a certificação dos seus itinerários, aguardando o desenvolvimento do processo de organização a nível nacional e disponibilizando-se até para, face aos passos importantes que já foram dados pelo Centro de Portugal nesta área, assumir um papel de região-piloto a nível nacional.

A ERTCP não pode deixar de se congratular com a aprovação do Decreto-Lei, que constitui uma excelente oportunidade para a região e para o país.

AFGuarda- Sorteio da Taça de Honra-1/4 finais

Teve lugar o sorteio da fase dos quartos de final da taça de honra da AF Guarda, a decorrer no próximo dia 3 de março:

Aguiar da Beira – Estrela de Almeida

SC Celoricense –  Soito

Nespereira – Vila Cortez do Mondego

SC Paços da Serra –  Vila Nova Foz Côa

Por:AFG

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