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Celorico da Beira

Ação de florestação em Celorico da Beira

No âmbito do programa Eco Escolas do qual o município é parceiro, irá ser realizada no dia 30 de janeiro, uma ação de florestação de uma área da autarquia nas imediações da futura zona industrial na União de freguesias de Celorico da Beira. 

Nesta iniciativa, irão participar todos os alunos do 1º Ciclo (251) e Pré-escolar (56) num total de 307 alunos, em conjunto com os sapadores florestais da Celflor. 

A florestação da próxima sexta feira, constitui a primeira etapa da plantação de 15.000 árvores oferecidas pela AMI (Assistência Médica Internacional) ao Município de Celorico da Beira.   No
âmbito do programa Eco Escolas do qual o município é parceiro, irá ser
realizada no dia 30 de janeiro, uma ação de florestação de uma área da
autarquia nas imediações da futura zona industrial na União de
freguesias de Celorico da Beira.

  Nesta iniciativa, irão
participar todos os alunos do 1º Ciclo (251) e Pré-escolar (56) num
total de 307 alunos, em conjunto com os sapadores florestais da Celflor.

   A florestação da próxima sexta -feira, constitui a primeira
etapa da plantação de 15.000 árvores oferecidas pela AMI (Assistência
Médica Internacional) ao Município de Celorico da Beira.
Fonte:Município de Celorico da Beira

Tolerância de ponto nos municípios das beiras no Carnaval

 
fonte:RA
A CIMBSE é
constituída por 12 municípios do distrito da Guarda (Almeida, Celorico da
Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de Algodres, Guarda, Gouveia,
Manteigas, Meda, Pinhel, Seia, Sabugal e Trancoso) e por três municípios
distrito de Castelo Branco (Belmonte, Covilhã e Fundão), e vai haver aqui tolerância
de ponto.

“Foi uma decisão que tomámos por unanimidade e porque entendemos que
é fazer justiça a uma tradição popular portuguesa e uma forma de motivar os
trabalhadores”, referiu o autarca, que é também presidente da Câmara da
Covilhã.O ministro da Presidência e dos Assuntos Parlamentares, Marques Guedes,
já anunciou que o Governo não dará tolerância de ponto no Carnaval, sublinhando
que essa é uma questão que “está resolvida desde o início desta legislatura”. No
entanto, e tal como já tinham feito há um ano, os presidentes destes municípios
decidiram, “no âmbito da autonomia do poder local”, em sentido contrário,
autorizando os funcionários autárquicos a gozar esta data, que este ano se
assinala no dia 17 de fevereiro.“Entendemos que esta também é uma forma de
compensar os trabalhadores das nossas autarquias por muitas das agruras que
lhes têm sido impostas, neste contexto de crise”, acrescentou Vítor Pereira.fonte:Lusa

Acidente leva nove crianças de Celorico da Beira ao hospital

  Fonte do Comando Territorial da GNR da Guarda disse à
agência Lusa que embora as crianças, com idades entre os 06 e os 09
anos, e a condutora, de 64 anos, não apresentassem sinais visíveis de
ferimentos, mas apenas “ansiedade e nervosismo”, como medida de
“precaução” foram transportadas para o serviço de urgências do Hospital
Sousa Martins, na Guarda.

  O episódio ocorreu pelas 12:33, na rua Barroco D’el Rei, na vila de
Celorico da Beira, quando a viatura que recolhia as crianças da escola
básica de São Pedro embateu num muro existente nas proximidades.
“A condutora, ao ligar o motor da viatura, não conseguiu controlar a
marcha, e a mesma só se imobilizou quando embateu contra um muro em
pedra”, de acordo com a GNR.
A rua tem uma grande inclinação, o que facilitou que o veículo “atingisse alguma velocidade”, acrescentou a fonte.
  As causas do acidente estão a ser investigadas pelo Núcleo de
Investigação de Crimes em Acidentes de Viação (NICAV) do Destacamento de
Trânsito da GNR da Guarda.
  No local também estiveram os bombeiros voluntários de Celorico da
Beira com quatro viaturas e oito homens, indicou fonte do Comando
Distrital de Operações de Socorro (CDOS) da Guarda.
fonte:Agência Lusa/notícias ao minuto

Feira festa do queijo em Celorico da Beira

Desde há muito que o Concelho de Celorico da Beira granjeia a designação de “Capital do Queijo Serra da Estrela”, lembremos também que Celorico da Beira acolheu a primeira Feira de Queijo realizada no nosso País no ano de 1287, por decreto do Rei D. Dinis.

Este ano o Município de Celorico da Beira, numa ótica de promover a Tradicional Feira do Queijo Serra da Estrela e por conseguinte, afirmar-se como sendo o Concelho de Celorico da Beira a Capital do Queijo Serra da Estrela, decidiu alargar o numero de dias para a realização do certame que se irá realizar de 13 a 21 de Fevereiro.

Durante 9 dias irão decorrer inúmeras actividades de índole cultural, recreativa, desportiva, entre outras, de forma a dar visibilidade ao “Produto Rei” produzido no Concelho de Celorico da Beira, que é o Queijo Serra da Estrela.
Festa do queijo

Desde
há muito que o Concelho de Celorico da Beira granjeia a designação de
“Capital do Queijo Serra da Estrela”, lembremos também que Celorico da
Beira acolheu a primeira Feira de Queijo realizada no nosso País no ano de 1287, por decreto do Rei D. Dinis.

Este ano o Município de Celorico da Beira,
numa ótica de promover a
Tradicional Feira do Queijo Serra da Estrela e por conseguinte,
afirmar-se como sendo o Concelho de Celorico da Beira a Capital do
Queijo Serra da Estrela, decidiu alargar o numero de dias para a
realização do certame que se irá realizar de 13 a 21 de Fevereiro.
Durante 9 dias irão decorrer inúmeras atividades de índole cultural,
recreativa, desportiva, entre outras, de forma a dar visibilidade ao
“Produto Rei” produzido no Concelho de Celorico da Beira, que é o Queijo
Serra da Estrela.
 Fonte:Município Celorico da Beira

Comboio regressa a Viseu

Comboio regressa a Viseu
Foto:J.Sérgio /Sol

O comboio vai voltar a circular no Vale do Vouga, fazendo a ligação
entre o Porto de Aveiro, Viseu e Vila Franca das Naves, onde encaixará
na Linha da Beira Alta, seguindo depois para Espanha. A decisão está
tomada e se a solução encontrada ficar abaixo dos 1,4 mil milhões de
euros será uma realidade. O Governo está a negociar a solução com a
União Europeia (UE) e impôs silêncio às associações empresariais.

Os responsáveis políticos ouvidos pelo SOL consideram que a
nova ligação é uma exigência para que o noroeste peninsular não fique
isolado

A ligação que o Governo negoceia com a UE retoma o projecto
de 2009, do troço designado Lote 4A – entre Aveiro e Celorico da Beira,
acordado com Espanha. Será em bitola europeia e ligará o noroeste
peninsular, através da ligação da Linha do Norte a Salamanca, incluído
nas redes transeuropeias. O atravessamento da fronteira a norte de Vilar
Formoso possibilita a ligação em pouco mais de 130 km, o que encaixa
nos orçamentos previsíveis.
O troço terá uma extensão de 110 km, com passagem por Viseu. O custo
por quilómetro aponta para 10 milhões de euros e pressupõe 60
quilómetros de via única. Quanto ao financiamento, o valor final está
ainda por definir. Um estudo do Grupo de Trabalho Centro e Norte, que
reúne as associações empresariais de Portugal, Minho e Centro, aponta
para um investimento de 1,9 mil milhões de euros, um valor
“incomportável porque equivale ao dinheiro que o país dispõe para o
investimento total em ferrovia”, sustenta um responsável político ouvido
pelo SOL.
Quebrar o isolamento
Todavia, lembra que o estudo foi feito com base numa via dupla,
quando se prevê agora uma via única, capaz de garantir velocidades até
250 km em bitola europeia, a que acresce um ramal de ligação a Viseu, de
5 km, e outro entre Vila Franca das Naves e a Plataforma Logística da
Guarda. Essa solução fará Portugal “honrar os compromissos e dividir as
verbas disponíveis entre a ligação Aveiro-Salamanca e Sines-Badajoz”,
acrescenta.
Os responsáveis políticos ouvidos pelo SOL consideram que a nova
ligação é uma exigência para que o noroeste peninsular não fique
isolado. Essa é a convicção do presidente da Câmara de Viseu, que num
encontro com jornalistas prometeu que a cidade “irá voltar a dispor de
ferrovia”. Apesar das insistências, Almeida Henriques pouco mais
adianta, mas assume que “será uma evidência a curto prazo”. Também o
autarca da Guarda assume a “vontade política para a construção, com
financiamento europeu”. Álvaro Amaro pede “um compromisso entre os
partidos do arco do Governo para que o país não marque passo”, numa
solução que permitirá “servir os portos de Leixões, Aveiro e Figueira da
Foz e quebrar o isolamento do país em ferrovia”.
Esta ligação tem sido reclamada pelos franceses da PSA, que têm duas
fábricas de automóveis Peugeot Citröen, em Vigo e Mangualde. Carlos
Tavares, o presidente do grupo, tem insistido que a ligação
Vigo-Mangualde permitiria reduzir os custos de operação em 20%, ajudando
à manutenção da fábrica em Mangualde. Também a mina de ferro de Torre
de Moncorvo tem um estudo que aponta para a viabilidade apenas com a
exportação do minério, a partir de Vila Franca das Naves e dali para o
Porto de Aveiro.
Nas associações empresariais de Portugal e do Minho ninguém assume
mas, sob anonimato, os dirigentes reconhecem a existência de
negociações. O primeiro sinal de que o anúncio da nova construção está
por um fio foi sentido em Cacia, nos arredores de Aveiro, uma zona
industrial onde a procura por terrenos disparou.
fonte:Sol

Celorico da Beira volta a apostar no comércio local

Shutterstock Images - Licença StandardO Município de Celorico da
Beira volta a apostar no comércio local, promovendo um sorteio de natal,
onde as pessoas através das compras que efetuarem, poderão beneficiar
de cupões que posteriormente serão sorteados no dia 5 de janeiro, às
20h30 no Salão Nobre da Câmara Municipal.
Por cada 25 euros de compras,
o cliente obtém um cupão de Natal e habilita-se a prémios como um fim
de semana em Óbidos (primeiro prémio), o segundo prémio, um jantar para
duas pessoas no Lagar Municipal e por fim um Cabaz de Natal.
O Sorteio irá decorrer de 1 a 31 de dezembro de 2014, e irá
incentivar os clientes a fidelizarem-se às compras no comércio local,
servindo o mesmo de alavanca ao próprio desenvolvimento económico.
Fonte: Guarda Digital | imagem: Shutterstock Images – Licença Standard

Este ano não vai realizar-se o Festival das sopas de S.Paio

ESCLARECIMENTO – “Festival de Sopas da Serra da Estrela”
A
ADRUSE – Associação de Desenvolvimento Rural da Serra da Estrela
organizou no ano 2000, a 12 de novembro, no recinto da Adega Cooperativa
de S. Paio, o I Festival de Sopas da Serra da Estrela, integrado na
Feira e Cultura de S. Paio. A concurso estiveram dezasseis sopas
tradicionais, confecionadas no local por quinze participantes. Era o
início de um evento gastronómico que tem na sua essência a promoção e
valorização dos usos e costumes da região, bem como, as tradições gastronómicas da serra da Estrela, neste caso particular das sopas.

Ao longo de catorze anos, a ADRUSE, em parceria com as entidades locais
Câmara Municipal de Gouveia, Junta de Freguesia de S. Paio, ADRUSPA e
Adega Cooperativa de S. Paio, desenvolveu esforços e aplicou a sua
experiência e conhecimento no evento que foi ganhando escala tornando-se
numa referência do cartaz turístico e gastronómico da região. A
envolvência da comunidade acompanhou o crescimento do Festival e o
sucesso das primeiras edições levou à realização de outras iniciativas
que trouxeram novas vertentes ao evento. Às Sopas juntaram-se os doces,
através da realização no mesmo espaço da Feira de Doçaria Tradicional. A
par da gastronomia, o Festival de Sopas teve sempre uma componente de
animação, protagonizada por grupos de cantares, bandas de música,
ranchos folclóricos e outras coletividades do território dinamizando e
valorizando a herança etnográfica e popular da Serra da Estrela. A
presença de chefes de cozinha conceituados como presidentes de júri
trouxe mediatismo e mais-valias ao Concurso de Sopas Tradicionais.

Ao longo das catorze edições estiveram a concurso 360 sopas,
confecionadas por 312 participantes oriundos dos cinco concelhos da zona
intervenção da ADRUSE – Celorico da Beira, Fornos de Algodres, Gouveia,
Manteigas e Seia.
A promoção e divulgação feitas pela ADRUSE,
junto dos “media” locais, regionais e nacionais através da presença em
programas televisivos, reportagens em direto e artigos noticiosos deram à
iniciativa uma dimensão que extravasou o território Serra da Estrela.
Atendendo à importância e à tradição que o Festival de Sopas da Serra da
Estrela assumiu no contexto regional, a ADRUSE esclarece que, no
presente ano, não lhe é possível realizar o Festival de Sopas; tal
situação prende-se com o facto de estarmos perante a transição de
quadros comunitários, não sendo possível neste momento garantir
cofinanciamento para esta iniciativa.
fonte:adruse

Conversa com o staff técnico da formação da AD Fornos de Algodres

Reerguer o clube do coração
Antonio Pacheco-Como surgiu a
hipótese de se juntarem e integrarem assim a coordenação técnica da formação do
clube?

ADFA-Esta hipótese surgiu
numa dinâmica de grupo do curso de estudos avançados denominado Empreendedorismo
Estratégico e Desenvolvimento Regional, 
onde nos foi proposto
que debatêssemos  possíveis ideias para desenvolver projetos
rentáveis na área desportiva no concelho de Fornos de Algodres. Deste debate,
surgiram várias ideias para que fosse criado algo no sentido de promover
diversas atividades desportivas. Após todas as ideias e cenários terem
sido desenvolvidos, ponderados e estruturados, considerou-se que devido aos
dias difíceis que a Associação Desportiva de Fornos de Algodres (A.D.F.A.)
vive, ao nível financeiro e associativo, poderia ser implementado um projeto de
reestruturação que fizesse com que esta fosse revitalizada e potenciada.
Elaborámos um projeto de reestruturação que posteriormente foi apresentado à
comissão administrativa do clube que o aceitou e apoiou.

AP– Pelo que pude observar o vosso projeto tem em vista
o reerguer o clube a nível da formação? Descrevam em traços gerais o projeto?
ADFA-O objetivo máximo do projeto visa reerguer o clube
como um todo, no entanto neste ano que é para nós o ano zero, iremos começar
por apostar claramente na formação, sem esquecer outras áreas que pretendemos vir
a criar e desenvolver. A Associação Desportiva de Fornos de Algodres foi em
tempos uma referência do futebol formação e é este bom exemplo do passado que
queremos trazer de volta ao clube. Numa abordagem sucinta podemos dizer que
pretendemos ao nível da formação proporcionar a todas as crianças e jovens a
prática e a aprendizagem da modalidade de futebol num ambiente divertido e de
uma forma sustentada, ou seja, pedagogicamente adaptada, respeitando as etapas
de desenvolvimento de cada atleta.
AP– Recentemente deram
o pontapé de saída com o evento de inicio de época e pode dizer se que foi um
sucesso?
ADFA-Foi um evento que quando o
concebemos sabíamos que corríamos um certo rico mas as diversas atividades do
evento mobilizaram muita gente, aos quais agradecemos mais uma vez a presença e
todo o apoio. Sem dúvida que foi um sucesso.
AP-Este evento
culminou com um jantar onde estiveram cerca de centena e meia de pessoas, sinal
de que os adeptos podem regressar ao clube?
ADFA-Sabíamos que seria muito difícil
recomeçar e trazer de volta as pessoas ao clube, no entanto a A.D.F.A. tem uma
cultura e identidade com as quais muitos nos identificamos, logo é possível que
os adeptos possam regressar cada vez mais. Para isso, iremos tentar recuperar o
que de bom se fez no passado, não esquecendo que teremos de inserir algumas
inovações pois os tempos mudaram e temos de nos adaptar à conjuntura atual.
AP-Agora falando de
futuro, os treinos já iniciaram da formação, como esta a correr?
ADFA-Têm sido dias de muito trabalho uma
vez que os atletas estavam afastados do clube, no entanto o projeto que criámos
credibilizou a formação e o clube o que faz com que diversos atletas queiram
vir praticar futebol na Associação Desportiva de Fornos de Algodres,
inclusivamente atletas de outros concelhos como de Celorico da Beira, Gouveia e
Aguiar da Beira. Um facto também a considerar é que neste momento temos todos
os treinadores com formação superior na área do desporto, o que também tem
ajudado a que este inicio de época esteja a correr bem.
AP-Quais os objetivos
desportivos nesta temporada?
ADFA-Os objetivos a que nos propusemos
esta época passam por tentar que a A.D.F.A. esteja a competir em todos os
escalões (Juniores, Juvenis, Iniciados, Infantis e Escolas), algo que já não
acontece há vários anos. Temos consciência que será uma época difícil, pois ter
cinco equipas a competir requer uma logística e organização grande mas pensamos
que poderemos conseguir. Na A.D.F.A. pretendemos
valorizar o processo de formação do atleta e não o resultado desportivo.
AP-Que outros eventos
poderão vir a realizar nesta temporada no clube?
ADFA-Temos projetados alguns eventos
assim como outras ações, contudo ainda não estamos em condições de os revelar
mas convidamos todos os interessados a acompanharem-nos via facebook onde divulgaremos
todas as nossas notícias. Podemos adiantar que muito em breve teremos novidades.
Fiquem atentos!
AP-A novidade é a
introdução de modalidades novas a medio prazo que poderão dar mais visibilidade
ao clube também?
ADFA-Este projeto tem um caracter
inovador, uma vez que não pretende só ter a modalidade de futebol mas sim
diversificar a oferta de modalidades aos seus sócios e simpatizantes. Podemos
já adiantar que em breve irá ser criada uma escola de natação assim como também
iremos iniciar com aulas de grupo. A implementação desta variedade de
modalidades na A.D.F.A. irá dar mais visibilidade ao clube mas também irá
contribuir para a sua sustentabilidade, pois todo o projeto e consequentemente
as atividades desenvolvidas no seu âmbito serão norteadas sempre pela procura
da sustentabilidade do clube.
AP– Para concluir que
reptos deixam á massa associativa do clube?

ADFA-Convidamos todos aqueles
que assim desejem a juntarem-se a nós na implementação deste projeto e a
participarem ativamente na vida associativa do clube. Irá arrancar no decorrer
do mês de Outubro uma campanha de atualização e angariação de sócios à qual agradecemos
que todos se associem. PARTICIPEM…A VOSSA PARTICIPAÇÃO É A NOSSA FORÇA

reportagem de Antonio Pacheco

A ADRUSE entrega contratos de financiamento


Projetos de
investimento ultrapassam os 9 milhões de euros
A ADRUSE –
Associação de Desenvolvimento Rural da Serra da Estrela, fez a entrega formal
dos contratos de financiamento aos beneficiários dos Pedidos de Apoio aprovados
nas Medidas 3.1 – Diversificação da Economia e Criação de Emprego e
Medida 3.2 – Melhoria da Qualidade de Vida, do Subprograma 3 do PRODER –
Dinamização das Zonas Rurais/Abordagem LEADER.

Enquanto entidade gestora do programa LEADER, a ADRUSE apoiou
no período de programação comunitária 2007 – 2013 a implementação de 74
projetos, envolvendo um investimento total de 9.328.530,15€ e a criação de 91
postos de trabalho que fomentam e dinamizam a economia de base local nos concelhos de Celorico da Beira,
Fornos de Algodres, Gouveia, Manteigas e Seia. Na cerimónia realizada no CISE –
Centro de Interpretação da Serra da Estrela, Carlos Filipe Camelo, Presidente
do Conselho de Administração da ADRUSE referiu a capacidade de iniciativa dos promotores,
bem como, as potencialidades existentes nos territórios rurais: “Apesar da
conjuntura económica desfavorável, que marcou este período comunitário,
sentimos que na região houve dinâmica empresarial e espírito empreendedor; os
beneficiários do Subprograma 3/Abordagem LEADER são o exemplo de quem acredita no
interior do país, e que contribui para o seu desenvolvimento sustentável.”
A iniciativa privada destaca-se com 39 projetos apoiados,
correspondendo um investimento na região de 5.582.604,52€ e à criação de 68
novos postos de trabalho. Os investimentos feitos tiveram presente a
importância do aproveitamento dos recursos endógenos, e o seu potencial
enquanto fator de competitividade.
O apoio às entidades do terceiro sector, nomeadamente às
IPSS, permitindo a criação de novas respostas sociais, mas sobretudo o
melhoramento dos serviços existentes, contribuindo para o bem-estar dos idosos,
foi outra das vertentes da aplicação do subprograma na região. Foram apoiados
12 projetos, com um investimento de 1.545.667,62€.
Por último, é de referir os investimentos efetuados nos
vários concelhos, que permitem valorizar o património rural, enquanto fator de
identidade e de atratividade dos territórios, mas também preservar e valorizar
a cultura e tradições locais. Com um investimento total de 2.200.258,01€ foram
apoiados 23 projetos.

ADRUSE fez hoje entrega de contratos LEADER na iniciativa “Seia Empreende e Inova”

A ADRUSE – Associação de Desenvolvimento Rural da Serra da Estrela,
enquanto entidade gestora do Subprograma 3 do PRODER – Dinamização das
Zonas Rurais/Abordagem LEADER, vai fazer a entrega formal dos contratos
de financiamento aos beneficiários dos Pedidos de Apoio aprovados nas
Medidas 3.1 – Diversificação da Economia e Criação de Emprego e Medida
3.2 – Melhoria da Qualidade de Vida. Na área
de intervenção da ADRUSE (que abrange os concelhos de Celorico da
Beira, Fornos de Algodres, Gouveia, Manteigas e Seia) foram
implementados 74 projetos, traduzidos num investimento total de
9.328.530,15€ e na criação de 91 postos de trabalho que fomentam e
dinamizam a economia de base local. A cerimónia,  teve lugar no CISE –
Centro de Interpretação da Serra da Estrela , está integrada na iniciativa “Seia Empreende e Inova”,
promovida pelo município de Seia no âmbito da “Semana Europeia das PME”,
coordenada pela Comissão Europeia e que tem por objetivo promover o
empreendedorismo em toda a Europa, em conformidade com o “Small Business
Act” designadamente no que respeita a orientações relativas a PME.
fonte:Adruse

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