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Cultura

“Estranhos dias à Janela” apresentado a 7 de Março na Casa da Cultura de Seia

“Estranhos Dias à Janela” é o título do livro de escrita criativa de
Mário Jorge Branquinho, cuja cerimónia de apresentação terá lugar no
próximo dia 7 de Março, pelas 21.30 horas, no Cineteatro da Casa
Municipal da Cultura de Seia.

Editado pela Sinapsis, do grupo
Elêtheia Editores, o livro de 158 páginas, “leva-nos a viajar pelo
mundo, numa dimensão suavemente poética”,
segundo o artista plástico Sérgio Reis, que assina um dos textos
introdutórios. O mesmo responsável acrescenta que se trata de “uma
escrita apurada, culta e criativa, que se desdobra em significados e
sentidos, levando a universos reais e imaginários, de fragâncias e
fantasias, para dar que pensar”.
O livro será apresentado pelo professor António Silva Brito e haverá ainda outras intervenções, de amigos do autor.
No foyer do cineteatro estará patente uma exposição das 25 fotografias
que fazem parte do livro, feitas a partir de janelas de vários países,
“remetendo a olhares reflexivos de horizontes diversos e ao interior de
cada espectador”.
No palco, vão igualmente registar-se intervenções musicais e dramatização de textos por músicos e atores locais.
Mário Jorge Branquinho é licenciado em Ciências Sociais e Mestrado em
Animação Artística. É programador cultural e diretor e fundador do
CineEco, Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela.
Autor dos livros “Sentido Figurado” e “O Mundo dos Apartes”
Fonte:MJB

Candidaturas para jovem agricultor

Abertura de candidaturas a Jovem Agricultor – 23 de Fevereiro

Foi hoje publicada a Portaria 31/2015 que estabelece o regime de aplicação da ação n.º 3.1 – Jovens agricultores no PDR2020.
As candidaturas abrem a 23 de Fevereiro e encerram 30 de Abril 2015.
As principais alterações às propostas iniciais são:
Prémio de Instalação
1 – O montante base do prémio à instalação é de € 15 000 por jovem agricultor, ao qual pode acrescer uma das seguintes majorações:
    a) 25 % do montante do prémio, para investimentos na exploração cujo valor seja igual ou superior a € 80 000;
    b) 50 % do montante do prémio, para investimentos na exploração cujo valor seja igual ou superior a € 100 000;
    c) 75 % do montante do prémio, para investimentos na exploração cujo valor seja igual ou superior a € 140 000.
2 – Quando o beneficiário seja membro de agrupamento ou organização de produtores reconhecido no sector relacionado com a instalação, é atribuída uma majoração de € 5.000€.

3 – O valor total do prémio de instalação é pago da seguinte forma:
    a) 75 % do valor do prémio, após a data de aceitação da concessão do apoio;
    b) 25 % do valor do prémio, após verificação do cumprimento dos investimentos e da boa execução do plano empresarial.
Investimentos mínimos por Jovem Agricultor de 55.000€
Transição de candidaturas submetidas no PRODER
As candidaturas apresentadas entre 19 de fevereiro e 30 de junho de 2014, à ação n.º 1.1.3 – Instalação de Jovens Agricultores  do PRODER que ainda não foram objeto de decisão, são analisadas e decididas, com base nos critérios estabelecidos na presente portaria relativamente à tipologia «Prémio à instalação», mantendo, para todos os efeitos, as respetivas data de apresentação e ordem de submissão.

fonte:GERA

Campanha de solidariedade, “Recolher para ajudar”

.
Arrancou hoje, 16 de fevereiro de 2015, em Figueiró da Granja, uma nova campanha de Solidariedade, intitulada “Recolher para Ajudar”.

A Associação Recreativa e Cultural de Figueiró da Granja (ARCFG), em parceria com a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Fornos de Algodres (AHBVFA), com o apoio da Junta de Freguesia de Figueiró da Granja e da Câmara Municipal de Fornos de Algodres, associou-se ao movimento nacional de recolha de tampinhas, estando a partir de hoje, 16 de fevereiro de 2015, a receber tampinhas de plástico (de água, leite, iogurtes, amaciadores, entre outras), canalizando-as para reciclagem e utilizando o valor de venda na doação de dispositivos móveis para trepar escadas. As tampinhas podem ser entregues aos membros da Associação ou colocadas diretamente no depósito para a finalidade (junto à Igreja Matriz de Figueiró da Granja).
 
Esta campanha de solidariedade tem como objetivos, promover uma boa prática ambiental, informar, sensibilizar e consciencializar a população da freguesia de Figueiró da Granja e freguesias limítrofes, em especial as camadas mais jovens para os benefícios da prevenção, redução, reutilização e reciclagem de resíduos, estimulando o espírito solidariedade e de cidadania.
 
Contamos com a Vossa Ajuda.
Uma simples Tampinha é uma Grande ajuda, não para nós, mas para alguém muito necessitado.   Uma iniciativa da Associação Recreativa e Cultural de Figueiró da Granja em parceria com os Bombeiros Fornos de Algodres, com o apoio da Junta de Freguesia de Figueiró da Granja e do Município de Fornos de Algodres.
É bastante simples.

 Basta depositar as “tampinhas” no ponto de recolha para o efeito, perto da Igreja Matriz (junto da paragem de autocarros).

Um simples gesto hoje, irá ajudar alguém amanhã.
Fonte:ACRFG

Conclusões da 2ªsessão da Assembleia Sinodal da Diocese de Viseu

A LITURGIA – FONTE E CUME DA VIDA DA IGREJA – Documento votado na 2ª sessão da 3ª Assembleia

14 de Fevereiro de 2015 às 14:48

INTRODUÇÃO 

O
Concílio Vaticano II suscitou uma das maiores reformas da Igreja, no
que se refere à Liturgia, de tal forma que, em 1985, nos vinte anos da
sua conclusão, o Relatório do Sínodo dos Bispos registava: «A renovação
litúrgica é o fruto mais visível de toda a obra conciliar».

Não se tratou simplesmente de alterar rituais, mas de reencontrar o originário e genuíno sentido teológico, espiritual e pastoral
da Liturgia. Nesse intuito, os padres conciliares não pretenderam
operar uma ruptura com dois milénios de história, mas refontalizar nas
fontes bíblicas e patrísticas, encontrando aí os fundamentos da
renovação.

Uma das afirmações basilares sobre a
importância da Liturgia foi condensada na afirmação da Constituição
Conciliar sobre a Liturgia, Sacrosanctum Concilium (SC) 10: «A Liturgia é, simultaneamente, a meta para a qual se encaminha a acção da Igreja e a fonte de onde dimana toda a sua força».

A diocese de Viseu não foi excepção ao ímpeto reformador do concílio. É chegado, porém, o momento de avaliar, de corrigir e, sobretudo, de incutir novo impulso
à reforma. Com essa finalidade se convocou o Sínodo Diocesano
(10.10.2010 a 8.12.2015): comemorar os cinquenta anos do encerramento do
Concílio (8 de Dezembro de 1965) e re-sintonizar a vida diocesana com o
que propôs o Concílio nos diversos âmbitos e, consequentemente, na
Liturgia.

Após a primeira sessão da assembleia dedicada à
vida litúrgica, e tendo em conta os contributos que dela surgiram, é
chegado o momento de apreciar e votar as temáticas reflectidas para que,
posteriormente, se incorporem nas constituições sinodais, no que se
refere à renovação litúrgica.

I – PARTICIPAÇÃO E MINISTÉRIOS

«É desejo ardente da mãe Igreja que todos os fiéis cheguem àquela plena, consciente e activa participação nas celebrações litúrgicas que a própria natureza da Liturgia exige e que é, por força do baptismo, um direito e um dever do povo cristão» (SC 14).

O
Concílio Vaticano II, com o objetivo de devolver a todos os cristãos o
exercício efetivo do papel que lhes cabe na ação litúrgica, assumiu
como uma das suas linhas orientadoras, decorrente do sacerdócio baptismal
de todos os cristãos, a ativa participação litúrgica, não só dos
sacerdotes, mas de todos os fiéis, cada qual no que lhe compete (cf. SC
28).

A participação
é uma categoria-chave da Constituição Litúrgica. Nesta e noutras
Constituições, Decretos e Declarações posteriores menciona-se a
importância da participação litúrgica que deve ser: plena, consciente, ativa e frutuosa (SC 11,14), interna e externa (SC 19,110), comunitária
e em assembleia (SC 27,121), ordenada e hierárquica (SC 28,29). Para
que tal se consiga, é necessário formação litúrgica e técnica dos intervenientes nas celebrações (cf. SC 14-19).

A participação ativa, plena e consciente da assembleia sujeito integral da acção litúrgica – é potenciada no exercício dos diferentes ministérios ou serviços/funções, expressão de uma eclesiologia de comunhão, para a qual todos os membros contribuem, cada qual a seu modo, edificando o único corpo eclesial (cf. 1Cor 14,5; Ef 4,12).

Na assembleia litúrgica, intervêm ministros ordenados (bispo, presbíteros e diáconos), ministros instituídos (leitores e acólitos) e outros ministérios ou ofícios, mais ou menos estáveis, igualmente importantes: 1) ao serviço da assembleia: acolhimento, sacristão, adorno do espaço e monitor; 2) ao serviço da Palavra: o leitor e o salmista; 3) ao serviço do Altar: o acólito e o ministro extraordinário da comunhão; 4) ao serviço do canto: o grupo coral, diretor do canto da assembleia e instrumentistas.

No sentido de qualificar a participação litúrgica, tornando-a mais plena e consciente, propõe-se:

1.1. Constituir, por paróquia ou unidade pastoral, uma equipa de coordenação litúrgica que inclua, entre outros, um sacerdote, um diácono (onde existir), o responsável pelo setor da liturgia e da catequese, além de um representante dos jovens, do grupo coral, dos acólitos, dos leitores e ministros da comunhão.

1.2.
Promover uma maior articulação celebrativa e operativa entre os setores da liturgia, da catequese infanto-juvenil e da pastoral social
(cf. Sugestão da pastoral orgânica).

1.3. Estabelecer, ao nível arciprestal ou unidade pastoral e com regularidade, um tempo de formação litúrgica para leitores e acólitos e outros.

1.4. Realizar anualmente, em cooperação com a Escola Diocesana de Ciência Religiosas, um curso para ministros extraordinários da comunhão e para animadores dominicais na ausência de presbítero.

1.5. Criar uma Escola Diocesana de Música Litúrgica.

II – A EUCARISTIA – CENTRO DA VIDA CRISTÃ

«O nosso Salvador instituiu na Última Ceia, na noite em que foi entregue, o Sacrifício Eucarístico do seu Corpo e do seu Sangue para perpetuar pelo decorrer dos séculos, até Ele voltar, o Sacrifício da Cruz, confiando à Igreja, Sua esposa amada, o memorial da sua morte e ressurreição: sacramento de piedade, sinal de unidade, vínculo de caridade, banquete pascal em que se recebe Cristo, a alma se enche de graça e nos é concedido o penhor da Glória futura» (SC 47).

«A celebração da Missa, como ação de Cristo e do povo de Deus hierarquicamente ordenado, é o centro de toda a vida cristã, tanto para a Igreja, quer universal quer local, como para cada um dos fiéis» (Introdução Geral ao Missal Romano 16).

Estão
sintetizados nestes textos os fundamentos para a compreensão teológica e
eclesial da Eucaristia enquanto «fonte e centro de toda a vida cristã»
(LG 11). Na Escritura, a passagem que melhor retrata a vida dos
primeiros cristãos e que os configura como comunidade modelo tem como referência a Eucaristia: «Eram assíduos ao ensino dos Apóstolos, à união fraterna, à fração do pão e às orações» (Act 2,42). Fracção do pão foi a primeira designação da Eucaristia.

A
pastoral da celebração eucarística experimentou um grande incremento a
partir do Vaticano II, sobretudo no que concerne à Eucaristia dominical.
Contudo, é chegado o momento de incutir um novo ímpeto a essa tarefa, a
fim de que a Eucaristia seja, cada vez mais, o centro vital das comunidades cristãs e fecunde todos os âmbitos da vida dos cristãos.

Esse objetivo atingir-se-á com uma adequada catequese sobre o Mistério Eucarístico
(mistério acreditado), desde a infância, vinculada com a participação
regular na celebração (mistério celebrado) e concretizada numa vida
eucaristizada (mistério vivido).
Estas três perspectivas não são de carácter meramente didático, mas constitutivas da concepção teológicoespiritual do sacramento dos sacramentos
e da finalidade com que foi instituído: «Quem comer deste pão viverá
eternamente» (Jo 6,51); «Aquele que me come viverá por mim» (Jo 6,57).

A
Eucaristia gera vitalidade nos que dela participam conscientemente e
«embora constitua a plenitude da vida sacramental, não é um prémio para
os perfeitos, mas um remédio generoso e um alimento para os fracos»
(Papa Francisco, A Alegria do Evangelho, 47).

A celebração digna e consciente da Eucaristia é a mais profunda expressão de fé na presença real de Cristo no meio dos seus e, como tal, ato de adoração por excelência.
O culto de adoração eucarística, prolongamento da celebração da Missa,
assume um lugar relevante na dimensão orante da Igreja: a oração pessoal e comunitária diante da reserva eucarística (o sacrário), a adoração perpétua, a bênção do Santíssimo e a procissão do Corpo de Deus.

A
Eucaristia edifica a Igreja. Como celebrá-la com mais intensidade
espiritual, participação, dignidade e amor? Que medidas pastorais adotar para que não se torne rotineira, rubricista e tenha mais
expressão na vida de cada cristão e das comunidades?

2.1. Incentivar o exercício mais pleno e consciente de cada ministério/função na celebração eucarística: leitor, acólito, cantor, sobretudo ao domingo, criando em cada paróquia um grupo para cada um dos serviços, com calendário e formação regular.

2.2. Aproveitar a formação permanente dos sacerdotes para incentivar ao uso mais diversificado das orações
do Missal, sobretudo as orações eucarísticas e prefácios, de modo a
evitar a monotonia e a tornar a celebração eucarística espiritualmente
mais bela.

2.3. Criar mecanismos de
articulação pastoral para que, tendo em conta a necessária disposição
espiritual e física que requer a presidência da Eucaristia, o sacerdote não tenha de presidir a mais que três celebrações num só dia, sobretudo ao domingo e dias de preceito (cf. Código de Direito Canónico, cân.905,& 2).

2.4. Instituir nas paróquias onde ainda não existe, com regularidade semanal ou mensal, tempos de Adoração Eucarística, com ou sem bênção do Santíssimo, e incentivar à adoração pessoal, mantendo, para tal, as igrejas abertas.

2.5. Cuidar criteriosamente a escolha dos cânticos, especialmente para a missa dominical.

III – SACRAMENTOS E SACRAMENTAIS

«Os sacramentos destinam-se à santificação dos homens, à edificação do Corpo de Cristo e, enfim, a prestar culto a Deus; mas, como sinais, têm também a função de ensinar. Não só supõem a fé, mas, por meio de palavras e elementos rituais, também a alimentam, fortificam e exprimem é de grande importância que os fiéis compreendam facilmente os sinais sacramentais e recebam com a maior frequência possível os sacramentos que foram instituídos para alimentar a fé cristã» (SC 59).
Os sacramentais «são, à imitação dos sacramentos, sinais sagrados que significam realidades, sobretudo de ordem espiritual, e se obtêm pela oração da Igreja» (SC 60).

A
liturgia vive dos sacramentos, «sinais eficazes da graça, instituídos
por Cristo e confiados à Igreja, pelos quais nos é dada a vida divina.
Os ritos visíveis com os quais são celebrados os sacramentos significam e realizam as graças
próprias de cada sacramento e dão fruto naqueles que os recebem com as
disposições requeridas» (Catecismo n. 1131). Os sacramentos e os
sacramentais fundam a sua eficácia no mistério Pascal de Cristo, a alma de todos os sacramentos e sacramentais, e têm a função de santificar e edificar a Igreja (cf. SC 61).
Pelo Batismo e Confirmação,
os fiéis são incorporados na Igreja, formando um povo sacerdotal,
tornam-se aptos a celebrar a liturgia e são chamados ao testemunho
cristão; pela participação no Eucaristia, os cristãos oferecem o sacrifício divino e oferecem-se a si mesmos com Ele; pela Penitência, obtêm a misericórdia de Deus; pela Unção dos Doentes, a Igreja encomenda-os ao Senhor; pela Ordem, alguns fiéis são constituídos pastores em nome de Cristo; pelo Matrimónio,
os cônjuges cristãos auxiliam-se mutuamente para a santidade (cf. LG
11). A liturgia sacramental é ação ministerial da Igreja que torna
presente o mistério de Cristo, ou seja: o prolongamento visível do
mistério e ministério salvífico de Cristo na e através da Igreja.

Pelos sacramentais, santificam-se as várias circunstâncias da vida
(cf. SC 60) e, como os sacramentos são verdadeiros atos litúrgicos,
completam, integram ou alargam o efeito dos sacramentos, na medida em
que influem e dão sentido às grandes experiências da vida humana.
Destacam-se: a profissão religiosa, as exéquias, a bênção de uma casa, de outros objectos, religiosos ou não, a dedicação de uma igreja, momentos relevantes na vida dos fiéis onde se deseja a presença e a oração da Igreja

Partindo
desta sumária fundamentação teológica, e para uma adequada atitude
pastoral diocesana, alguns aspectos da vida sacramental devem requer
atenção especial e orientações claras e uniformes, de modo a evitar
procedimentos díspares que geram, por vezes, não poucos
constrangimentos, sobretudo no que se refere aos sacramentos da iniciação cristã
e, especificamente, quanto aos padrinhos de batismo. Igualmente quanto
à celebração dos restantes sacramentos e sacramentais se expõem algumas
propostas para análise e votação.

3.1. Prover ao uso adequado do Ritual de Iniciação dos Adultos
para o catecumenato, com a necessária, serena e apropriada formação
catequética. Nesse sentido, preparar esquemas de apoio à preparação para
o batismo de crianças em idade de catequese (Ritual de Iniciação de Adultos, cap. V), frequentem ou não a catequese paroquial.

3.2. Elaborar uma normativa diocesana sobre os padrinhos de batismo tendencialmente a consentir que, nos casos em que os candidatos a padrinhos de batismo não reúnam os requisitos exigidos, possam ser meras testemunhas,
desde que validamente batizados e expressem o desejo de ajudar o
crescimento da fé da criança. Mantenha-se, num e noutro caso, a idade
prevista, a declaração de idoneidade, não admitindo dois
padrinhos/testemunhas do mesmo sexo. Para os pais, padrinhos e/ou
testemunhas é obrigatória a devida preparação.

3.3. Fomentar as celebrações penitenciais comunitárias, sacramentais ou não, estabelecendo tempos regulares para a confissão individual, especialmente na quaresma; promover a celebração comunitária da unção dos doentes, incluindo os lares de idosos.

3.4. Incentivar os noivos à preparação séria do matrimónio, através do CPM ou outras formas reconhecidas, no que toca à escolha de leituras, à música a interpretar, à ornamentação do espaço litúrgico e, sobretudo, à participação consciente na celebração

3.5. Requerer, obrigatoriamente, a apreciação e aprovação diocesana de novos projetos de espaços litúrgicos ou de adaptações.

IV – O DOMINGO: DOM, TAREFA E DESAFIO

«Por tradição apostólica, que nasceu do próprio dia da Ressurreição de Cristo, a Igreja celebra o mistério pascal todos os oito dias, no dia que bem se denomina dia do Senhor ou domingo. Nesse dia, devem os fiéis reunir-se para participarem na Eucaristia e ouvirem a Palavra de Deus…o domingo é o principal dia de festa a propor e inculcar no espírito dos fiéis; seja também o dia da alegria e do repouso… o domingo é o fundamento e o centro de todo o ano litúrgico» (SC 106).

A preocupação dos quatro evangelistas ao assinalarem que a ressurreição do Senhor ocorreu ao amanhecer do primeiro dia da semana surpreende
(Mt 28,1; Mc 16,2; Lc 24,1; Jo 20,1). Nesse dia o Senhor ressuscitou e,
ao cair da noite, apareceu aos discípulos de Emaús, que O reconheceram
ao partir do pão (Lc 24, 1-35). Este cuidado narrativo decorre da pretensão de sublinhar a importância da celebração da ressurreição do Senhor, em assembleia eucarística, como se infere de outros relatos (cf. Act 20,7-12; 1Cor 16,1-2).

São
múltiplos os testemunhos posteriores dos padres da Igreja e de normas
eclesiásticas sobre o domingo: é o dia da assembleia dominical, para a celebração semanal da Páscoa do Senhor.
«Que desculpa terão aqueles que não se reúnem no dia do Senhor, para
ouvir a Palavra de Vida e se alimentar com o alimento divino que
permanece eternamente?» (Didascália dos Apóstolos séc. III). A escolha do primeiro dia da semana como dia da assembleia eucarística está vinculada ao facto de a ressurreição do Senhor ter acontecido nesse mesmo dia.

Nos primeiros séculos, apesar de proibida aos cristãos a reunião cultual, o domingo era dia obrigatório
de assembleia eucarística: «não podemos viver sem o domingo», assim
responderam, em 304, alguns cristãos da Abitinia, surpreendidos numa
assembleia em casa de um deles, desobedecendo à lei civil. Em 321 o
domingo passou a ser, não por mandato da Igreja, mas por decreto
imperial, dia de descanso e «os cristãos sentiram grande contentamento
ao verem assim afastados os obstáculos que, até então, tinham tornado
por vezes heróica a observância do dia do Senhor» (João Paulo II, Carta
Apostólica Dies Domini, sobre a santificação do domingo, 64).

Ao domingo, além da participação na assembleia eucarística, os cristãos devem fruir do tempo
para causas não especificamente cultuais, mas sociais e humanizantes: a
família, a solidariedade, a partilha do tempo com quem está mais só e a
contemplação da beleza da criação.

O domingo foi-se desvinculando do seu caráter originário, ao ser englobado e secundarizado no fim-de-semana.
Este, sendo um tempo que permite o repouso do trabalho e a livre
fruição do tempo, tornou-se para muitos, um tempo de evasão e dispersão,
mais preenchido e cansativo que os restantes dias da semana, com
diversas atividades, por vezes na hora da Eucaristia

Porém,
os fatores que mais afetam a vivência do domingo como memorial
semanal da Páscoa advêm dos próprios cristãos, da concepção subjetivista e privatista da fé, da ausência do sentido de pertença comunitária e, sobretudo, da decrescente participação na assembleia eucarística.
São cerca de 20% os cristãos da nossa diocese que participam
regularmente na assembleia, composta na sua maioria por adultos e
idosos, constatando-se a ausência generalizada de crianças e jovens, o
que lhe confere um clima pouco cativante e festivo.

Refira-se, igualmente, nalgumas assembleias a participação pouco qualificada:
escolha pouco criteriosa de cânticos e fraca execução; deficiente
proclamação da Palavra; predomínio de acólitos demasiado infantis;
homilias nem sempre ancoradas na Palavra, abstractas e desfasadas da
vida concreta; rubricismo e pouca criatividade; algum descuido com a dimensão estética nos gestos, alfaias, vestes e espaços litúrgicos.

Algumas
comunidades, devido à escassez de sacerdotes, celebram o domingo
escutando a Palavra e comungando o Pão da Vida, orientados por um
animador. A diocese conta com cerca de cem animadores. Se, por um lado, não é o ideal, por outro é a manifestação da vitalidade da Igreja que propicia aos seus filhos a comemoração semanal da Páscoa. Também os ministros extraordinários da comunhão
possibilitam aos idosos e aos doentes que não podem deslocar-se à
assembleia a celebração cristã do domingo nas suas casas ou nos lares de
idosos.

Em muitas paróquias, além da Eucaristia, faz-se,
regularmente o culto eucarístico, com ou sem bênção do Santíssimo; a
oração do Rosário, sobretudo no mês de Maio; a Via Sacra; romarias a
santuários e outros atos de religiosidade popular.

Decorrente
do exposto, e a fim de valorizarmos o domingo nas várias dimensões,
propõem-se os seguintes tópicos para análise e votação:

4.1. Fomentar, em articulação com a catequese paroquial, a participação regular das
crianças, jovens e adolescentes na assembleia dominical, nalgumas
tarefas que podem e sabem desempenhar: canto, leituras e/ou oração dos
fiéis, gestos, colocação de cartazes…

4.2. Qualificar a homilia, como sugere A Alegria do Evangelho: fundamentada
na Palavra, breve, evitando que pareça uma lição, iluminadora para a
vida ativa, seja como uma “conversa da mãe” (nn. 135-144).

4.3. Cuidar o acolhimento e a disposição na assembleia dos idosos, das pessoas com mobilidade condicionada, dos que estão de passagem e das mães com crianças.

4.4. Usar
os meios necessários para que se torne mais clara a relação entre a
celebração e a vida, como, por exemplo, colocar em lugar visível uma
frase bíblica, ou da homilia, ou entregar uma folha dominical.

4.5. Valorizar as práticas de religiosidade popular: o rosário, a via-sacra, romarias, procissões: procurando que sejam momentos de verdadeira oração e evangelização.
fonte:Facebook sínodo diocesano

Saiba como se pode candidatar aos estágios autárquicos

  O Governo já distribuiu os 1.500 estágios
autárquicos por câmaras, freguesias ou empresas municipais. Os estágios
são dirigidos a jovens até 29 anos que estejam desempregados ou à
procura do primeiro emprego. Braga é a câmara que vai receber mais
estagiários: 22.
O Programa de Estágios Profissionais na
Administração Local está prestes a entrar na fase final. O Governo já
decidiu quantos estágios, e em que áreas, é que as câmaras, juntas de
freguesia, empresas municipais ou associações de municípios vão receber.
Ao todo serão 1.500 estágios, divididos por 232 câmaras e 70
freguesias. Depois de o Governo publicar a lista em Diário da República,
as câmaras terão 30 dias para abrir o processo de seleção.

Quem é que se pode candidatar?
Jovens até 29 anos (ou até 35 anos, no caso de serem portadores de
deficiência) que estejam à procura do primeiro emprego (ou seja, ainda
sem descontos), ou que estejam desempregados (e inscritos no Centro de
Emprego). Os estágios serão preferencialmente na função de técnico
superior, o que obriga o candidato a ter, pelo menos, o grau de
licenciado. Mas se o município decidir que o estágio seja noutra
carreira (assistente técnico, por exemplo), a qualificação pode ser
inferior à licenciatura.

Em que áreas serão os estágios?
O Governo escolheu duas grandes áreas para a realização dos estágios:
estes terão que estar ligados ao setor do desenvolvimento económico
local, nomeadamente nas áreas do Desenvolvimento, Competitividade
económica local, Energia e Ciência, e nas áreas de domínio social, como
Educação, Saúde, Ação Social e Cultura.

Quando é que começam as candidaturas?
O Governo vai publicar “nos próximos dias” a lista com a distribuição
de estágios pelas diferentes entidades autárquicas. A partir desse dia,
as câmaras têm 30 dias para lançar o processo de seleção, que será
“aberto e concorrencial”, e vai ser “divulgado na Bolsa de Emprego
Público, no Portal Autárquico e em dois órgãos de comunicação social
regional ou local do território da autarquia”. Portanto, as candidaturas
poderão começar a ser feitas, à partida, ainda esta semana e deverão
prolongar-se até meados de Março.

Como é feita a seleção dos estagiários?
A portaria do Governo explica que “na seleção dos candidatos são
aplicados os métodos da avaliação curricular e da entrevista
individual”. Cada autarquia define de que forma será feita a avaliação
curricular. A câmara ou junta pode dar preferência aos candidatos que
residam na sua área. Possivelmente, as candidaturas poderão ser feitas
por via electrónica, mas é preciso esperar para ver de que forma é que
cada autarquia vai conduzir o processo.

Quanto é que se ganha?
Os candidatos vão receber uma bolsa mensal e subsídio de refeição. A
bolsa depende da formação do candidato. Os que forem licenciados
receberão 692 euros mensais brutos (equivalente a 1,65 vezes o Indexante
dos Apoios Sociais – IAS). Abaixo da licenciatura, as bolsas oscilam
entre os 503 euros brutos para quem tiver o ensino secundário e os 629
euros para quem detiver uma qualificação pós-secundário que não seja de
nível superior. Os estagiários terão de fazer descontos para a Segurança
Social e IRS.

Quanto tempo duram os estágios?
Os estágios PEPAL têm a duração de 12 meses. No final desse período,
os estagiários que tiverem um aproveitamento com nota igual superior a
14 terão “preferência” caso se candidatem a algum concurso público da
entidade em que estagiaram nos dois anos seguintes, no caso de ficarem
em igualdade com outro candidato. E esses estagiários, caso sejam selecionados, beneficiam de uma redução no período experimental.

Quais são as câmaras ou juntas que vão ter estágios?
Vai haver 227 câmaras a receber estágios PEPAL, bem como 70
freguesias, 19 empresas municipais, 13 comunidades intermunicipais e
cinco associações de municípios.
Por Bruno Simões/negócios online

Comemorações do Feriado Municipal em Aguiar da Beira

  Hoje para o concelho de Aguiar da Beira é assim um dia especial pois comemora-se o feriado municipal, onde vai também ter algumas atividades durante este dia aos quais deixamos assim o programa:
10h00 – Hastear da Bandeira

Paços do Concelho

10h15 – Inauguração e visita à Exposição de Bordados do Prado/Pena Verde
Biblioteca Municipal

14h30 – Sessão da Assembleia Municipal

18h00 – Espetáculo “Memórias Partilhadas”
Teatro do Montemuro – Centro Cultural de Aguiar da Beira
É de certo um motivo de festa para todos os residentes no concelho de Aguiar da Beira.

Celorico da Beira-Ação de sensibilização “Como ter uma internet mais segura?

  Decorreu no centro cultural de Celorico da Beira, um ação de sensibilização sobre o tema”Internet segura para os seus filhos”, uma iniciativa conjunta entre a Associação de Pais e encarregados de educação e a GNR local, em sintonia com  a Microsoft.

  Esta ação esta inserida nas atividades do “Dia da internet mais segura”, que vai ter lugar na próxima terça feira , 10 fevereiro, um pouco port todo País.
  Uma preleção muito rica levada a cabo pelos agentes da GNR local que assim procuraram elucidar todos os presentes em numero razoável, das vantagens e desvantagens, os perigos e como poder evitar que os seus filhos possam cair nesses perigos que hoje em dia a internet traz.
Sabemos que a internet é um bem necessário, mas também é uma ferramenta que usada de forma menos positiva pode ser perigosa.
Face a isso e a todas as explicações, todos os presentes saíram mais esclarecidos e claro irão ter mais atenção no dia a dia.

Reportagem de António Pacheco

Amendoeiras em Flor 2015 em Figueira Castelo Rodrigo

Amendoeiras em Flor 2015 

Figueira de Castelo Rodrigo – Rainha da Amendoeira em Flor
  As
Amendoeiras em Flor são dos mais belos postais desta nossa terra, por
todo o Concelho de Figueira de Castelo Rodrigo começam a desabrochar as
pequenas mas belas flores da amendoeira, que de rosa e branco salpicam
os campos e trazem o prenúncio de uma Primavera antecipada.


 A festa das Amendoeiras em Flor é um dos maiores cartazes turísticos
mais apelativos desta região, milhares de pessoas vêm usufruir dos
primeiros raios de sol, depois de um duro e fustigante Inverno.   A Câmara
Municipal de Figueira de Castelo Rodrigo para assinalar esta força viva
da natureza em ambiente festivo e dinâmico, preparou um vasto cartaz,
onde a cultura, o desporto, a caça e a música são alguns dos
ingredientes deste programa que vai de 14 de fevereiro a 8 de março. Sob o lema “Rainha da Amendoeira em Flor”
o Município de Figueira de Castelo Rodrigo faz-lhe o apelo a que saia
de casa e venha visitar esta terra acolhedora, e usufruir do que ela tem
para lhe oferecer. Para além desta natureza admirável, de um património
edificado invejável e das nossas gentes afáveis e acolhedoras, tem
ainda para provar a nossa gastronomia de excelência, onde os vinhos, o
azeite, o mel, os doces e compotas, são alguns dos ingredientes que nos
prendem à mesa pela sua qualidade de excelência. Dentro da gastronomia
não podemos deixar de salientar o famoso Borrego da Marofa, que, através
da rota da CP “Lugar à Janela”, centenas de pessoas tem trazido a
Figueira de Castelo Rodrigo. São mais do que razões para se deixar
seduzir pela nossa terra!

Feira do queijo e BTT em Penalva com muita adesão

  Este domingo , em Penalva do Castelo, o dia foi de grande festa onde a 24ªedição da Feira do queijo da serra foi um verdadeiro êxito com grande adesão dos expositores e demais grupos participantes a nível cultural e claro com a presença da TVI e do programa Somos Portugal, tudo foi mais fácil para a adesão dos visitantes ser muito grande,
aliado a isso tudo logo cedo se iniciou a prova de BTT cuja organização era dos BV Penalva, onde cerca de três centenas de ciclistas participaram num traçado de 40km que assim percorreu as freguesia do concelho das terras de castendo.

Lançamento do Prémio de Pintura Abel Manta

  No
dia em que se comemora o 27º aniversário da elevação de Gouveia a
cidade, foi lançada a 5ª edição do Prémio de Pintura Abel Manta.

  Recorde-se
que a primeira edição do concurso aconteceu em 2007 e tem tido desde
então um caráter bienal. Esta iniciativa visa promover artistas
plásticos nacionais, proporcionando a apresentação pública dos seus
trabalhos e valorizando as Artes Plásticas como elemento-chave da
Programação Cultural do Município. Cada concorrente poderá apresentar a
concurso não mais que duas obras, com o máximo de 1,5m em largura ou
altura, sem assinatura visível e devidamente montadas para serem
expostas. No verso de cada trabalho deverá constar o título, técnica,
dimensões e pseudónimo do concorrente.
Os trabalhos concorrentes deverão ser entregues até
ao dia 18 de Abril de 2015, no Museu Municipal de Arte Moderna Abel
Manta, Rua Direita, 45, 6290-526 Gouveia, de terça-feira a sábado,
exceto feriados, no seguinte horário: 9h30-12h30 e 14h-18h. O vencedor
da 5ª edição do Prémio de Pintura Abel Manta, e as obras selecionadas
para exposição e catálogo, serão divulgadas no dia 18 de maio de 2015,
Dia Internacional dos Museus.
As obras poderão ver vistas de 7 de agosto a 27 de setembro, na exposição patente do Museu Municipal de Arte Moderna Abel Manta.

Descarregue o Regulamento 

Fonte:Município  de Gouveia
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