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Religião

Liturgia do Domingo de Ramos – Ano A

 

Com esta comemoração da entrada de Jesus em Jerusalém, iniciamos a Semana Santa, na qual somos convidados a viver os mistérios da paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo. Esta entrada do Messias na cidade de David não se deve considerar uma entrada triunfal, porque Jesus entra como uma pessoa humilde e pacífica. Se hoje trazemos os nossos ramos para aclamar um Cristo triunfante é porque estamos a pensar naquele que veio a este mundo e continua a vir em cada um de nós, em nome do Senhor, para edificar a razão mais profunda da nossa existência humana e cristã. A vida das pessoas é constituída de triunfos e de fracassos, de sorrisos e de lágrimas, de momentos esplendorosos e de momentos de escuridão. Viver a Semana Santa é uma boa ocasião para rever a nossa vida e vida das pessoas que nos rodeiam, com a firme esperança de que à dor da próxima sexta-feira seguir-se-á a alegria do Domingo da Ressurreição.

Este Domingo é marcado pela narração da paixão segundo S. Mateus, onde se encontram quatro aspectos que só aparecem neste evangelista: a morte de Judas; o gesto de Pilatos lavar as mãos; a perturbação da mulher de Pilatos por causa da inocência de Jesus e a presença de soldados a guardar o sepulcro de Jesus. Não deixa de ser curioso que Mateus inicie o seu evangelho com a figura do rei Herodes, dos sumos-sacerdotes e dos escribas a procurarem a morte de Jesus-menino; e o acabe apresentando Pilatos, os sumos-sacerdotes e os escribas a condenarem à morte Jesus-adulto; e que Jesus é sempre apresentado como o rei dos judeus. Quando S. Mateus narra a infância de Jesus, encontramos cinco momentos onde aparecem amigos e inimigos de Jesus. Os amigos são Maria, seu esposo José e os magos vindos do Oriente; e os inimigos são Herodes, os escribas e os fariseus. Ora, no relato da paixão repete-se o mesmo esquema: os amigos são José de Arimateia, Maria Madalena e algumas mulheres e alguns discípulos; e os inimigos são os sumos-sacerdotes e os soldados romanos. Na história da humanidade, a figura de Jesus sempre foi e é polémica, ou é seguido ou é perseguido, ou é admirado ou é marginalizado, por uns ou por outros.

Segundo S. Mateus, os discípulos de Jesus tinham proclamado que Ele era o Filho de Deus; por isso, a sua fuga e o terem abandonado o Mestre é ainda mais escandaloso, mas é a imagem da fragilidade humana. Pedro, que tinha sido salvo por Jesus quando se afundava no mar e que tinha confessado que Jesus era o Messias, negou-o por três vezes. No início do seu evangelho, para S. Mateus eram os magos, uns personagens gentios, que procuravam Jesus perante a hostilidade dos judeus; no relato da paixão, é uma mulher pagã, a esposa de Pilatos, a que mais defende Jesus.

O relato da paixão de Jesus é uma história de amores e de desamores, de fidelidades e infidelidades. A sua morte é a melhor expressão de um amor total, pleno, até ao fim da sua vida. É esta forma de amar que devemos imitar e viver.

 

Com a sua Paixão, Cristo pagou por nós as nossas dívidas

Como pode ainda um homem considerar o próprio sangue preço suficiente para a sua redenção, depois de Cristo ter derramado o seu sangue pela redenção de todos? Haverá alguém cujo sangue se possa comparar ao de Cristo, Ele que pelo seu sangue reconciliou o mundo com Deus? Que vítima melhor poderá haver? Que sacrifício poderá ser mais precioso? Que advogado poderá ser mais eficaz do que Aquele que Se tornou propiciação pelos pecados de todos os homens e deu a sua vida como redenção por todos nós?

O que se exige, portanto, não é a propiciação ou o resgate que pode oferecer cada um de nós, porque o preço de todos é o sangue de Cristo, pelo qual o Senhor Jesus nos remiu e reconciliou com o Pai; e levou com afã o seu labor até ao fim, tomando sobre Si a nossa própria fadiga. Por isso nos diz: «Vinde a Mim, todos vós que andais sobrecarregados e oprimidos, e Eu vos aliviarei» (Mt 11,28). Com efeito, nem o homem pode dar seja o que for em expiação pela sua redenção uma vez que ficou livre do pecado de uma vez por todas pelo sangue de Cristo, nem o homem é por isso mesmo dispensado do sofrimento que possa suportar na observância dos preceitos de vida eterna e em quaisquer esforços para não se desviar dos mandamentos do Senhor. Enquanto viver, será com o seu afã que a sua perseverança deverá contar para alcançar a vida eterna, sob pena de voltar à morte quem já estava salvo das garras da morte. (Santo Ambrósio, c. 340-397, bispo de Milão, doutor da Igreja, Comentário ao Salmo 48, 14-15).

 

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05-04-2020

Ano A - Tempo da Quaresma - Domingo de Ramos II

Celebrações da Semana Santa em Pinhel à porta fechada

Em comunicado, o Município de Pinhel informa a pedido da Paróquia e Unidade Pastoral de Pinhel, que as celebrações pascais de 2020 vão decorrer na Igreja Paroquial de São Luís, à porta fechada, sem a presença de povo, mas sempre pelo povo e com a certeza da união espiritual de muitos cristãos.
A celebração da Santa Missa do Domingo de Páscoa será transmitida em direto na página do Facebook do Município de Pinhel.
Aqui deixamos o programa completo da Semana Santa
5 de abril, 12h00 | Domingo de Ramos na Paixão do Senhor
Missa da Paixão do Senhor
9 de abril, 21h00 | Quinta-feira Santa
Missa Vespertina da Ceia do Senhor
10 de abril, 15h00 | Sexta-feira Santa
Celebração da Paixão do Senhor
11 de abril, 21h30 | Sábado Santo
Vigília Pascal na noite santa da Ressurreição
12 de abril, 11h00 | Páscoa da Ressurreição do Senhor
Missa Solene do Domingo da Páscoa da Ressurreição
(com transmissão em direto na página do Facebook do Município de Pinhel)

 

Liturgia do Domingo V da QUARESMA – Ano A

 

Jesus disse a Marta: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem acredita em Mim… nunca morrerá”. Estamos quase a terminar a nossa caminhada quaresmal; por isso, é necessário preparar os nossos corações para ir ao encontro de Cristo ressuscitado, ou seja, para celebrar digna e solenemente as festas pascais. A partir da nossa fragilidade, da nossa escravidão, da escuridão da nossa morte, erguemos o nosso clamor ao Senhor, afirmamos que dele procedem a misericórdia, o perdão e a redenção. Na 1ª leitura, é-nos proclamada a promessa do Senhor: “Vou abrir os vossos túmulos e deles vos farei ressuscitar, ó meu povo. Infundirei em vós o meu espírito e revivereis”. No coração dos baptizados já habita o Espírito de Deus, o mesmo Espírito que ressuscitou Jesus de entre os mortos. Ao celebrarmos a Eucaristia, encontramo-nos com Cristo ressuscitado, com o Senhor que vive entre nós, com Aquele que para todos é a ressurreição e a vida.

O evangelho da ressurreição de Lázaro é a última das catequeses baptismais da Quaresma deste ano. Jesus de Nazaré, a fonte de água viva para os que têm sede, a luz do mundo enviada por Deus para que os cegos vejam, é também a fonte de vida para os que habitam nas sombras da morte. Nós, os sedentos, procuramos a água que jorra para a vida eterna; nós, os cegos, procuramos a luz que vem de Deus; nós, os escravos da morte, seremos surpreendidos pela vida com Cristo ressuscitado. Seduzidos pelo mal, quisemos ir longe, subir mais alto, quisemos ser como Deus; andámos por um caminho, com sede e cegos, que nos levou à morte. Até que chega Jesus, Aquele que é “a ressurreição e a vida”.

No silêncio das nossas sepulturas, ouviram-se as palavras que chamam à vida: “Lázaro, sai para fora”. A cegueira dos nossos olhos viu, num milagre de luz, não só Jesus, o amigo que tínhamos perdido ao morrer, mas também Cristo, o rosto de Deus, o Messias de Deus, o Amor encarnado de Deus. Jesus, que é Vida, desceu ao seio dos mortos para nos fazer sair dos sepulcros; Jesus, que é Vida, fez-se carne e habitou entre nós, chorou a nossa morte, comoveu-se e perturbou-se profundamente, encontrou-se com a morte; Jesus, que é Vida, desceu ao seio da morte e do sepulcro, e uma morte de cruz, para que os mortos “subissem” para a vida!

29-03-2020

A ressurreição de Lázaro prefigurou profeticamente a ressurreição de Cristo. Aquela morte, aquele sepulcro e aquela ressurreição são também um sinal profético do mistério que se realiza na celebração do baptismo: na fonte baptismal, que é a imagem sacramental do sepulcro de Cristo, encontramo-nos com Cristo, somos configurados e enxertados Nele. “Todos nós que fomos baptizados em Jesus Cristo, fomos baptizados na sua morte…para que, assim como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova”. As nossas vidas não são para a morte, mas para a Vida com Cristo e para a glória de Deus.

 

«E Jesus chorou. Diziam então os judeus: “Vede como era seu amigo”».

Porque eras Deus verdadeiro, Tu conhecias, Senhor, o sono de Lázaro e preveniste os teus discípulos. Mas na tua carne – Tu que não tens limites – vens até Betânia. Como verdadeiro homem, choras sobre Lázaro; como verdadeiro Deus, ressuscitas pela tua vontade aquele que estava morto há quatro dias. Tem piedade de mim, Senhor; muitas são as minhas transgressões. Traz-me de volta, eu Te suplico, do abismo dos males em que me encontro. Foi por Ti que eu gritei; escuta-me, Deus da minha salvação.

Chorando sobre o teu amigo, na tua compaixão puseste fim às lágrimas de Marta; pela tua Paixão voluntária, secaste todas as lágrimas do rosto do teu povo (Is 25,8). «Bendito sejas, Deus de nossos pais!» (Esd 7,27). Guardião da vida, chamaste um morto como se ele dormisse. Com uma palavra, rasgaste o ventre dos infernos e ressuscitaste aquele que começou a cantar: «Bendito sejas, Deus dos nossos pais!» A mim, estrangulado pelas amarras dos meus pecados, ergue-me também e eu cantarei: «Bendito sejas, Deus dos nossos pais!»

Em reconhecimento, Maria traz-Te, Senhor, um vaso de mirra que estaria preparado para o seu irmão (Jo 12,3) e canta-Te por todos os séculos. Como mortal, invocas o Pai; como Deus, despertas Lázaro. Por isso nós Te cantamos, ó Cristo, pelos séculos dos séculos. Tu despertas Lázaro, morto há quatro dias; fá-lo erguer-se do túmulo, designando-o assim como testemunha verídica da tua ressurreição ao terceiro dia. Tu andas, falas, choras, meu Salvador, mostrando a tua natureza humana; mas, ao despertares Lázaro, revelas a tua natureza divina. De maneira indizível, Senhor, meu Salvador, de acordo com as tuas duas naturezas e de forma soberana, Tu operaste a minha salvação. (São João Damasceno, c. 675-749, monge, teólogo, doutor da Igreja, Matinas do sábado de Lázaro).

 

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Ano A - Tempo da Quaresma - 5º Domingo - Boletim Dominical II

“Semana Académica de Viseu 2020” suspensa devido ao Covid-19

Em comunicado, a Direção Geral da Federação Académica de Viseu, anunciou a suspensão da realização da trigésima sexta edição do evento Semana Académica de Viseu e todas as atividades com ela relacionadas.
A Federação Académica em conjunto com os seus parceiros, encontrava-se em organização do evento, Semana Académica de Viseu 2020 para o espaço compreendido entre os dias vinte cinco a trinta de abril do presente ano.

A direção, juntamente com os seus parceiros, devido à evolução do quadro epidémico COVID-19 e indicações decretadas pelo Governo, decidiu, suspender todas e quaisquer atividades, relacionadas com a Semana Académica de Viseu.
Com estas medidas procuram garantir a saúde, bem-estar e segurança de toda a comunidade académica, munícipes e restantes participantes, assegurando o estudo de outras alternativas ao evento e suas atividades, acompanhando a evolução do atual panorama nacional causado pela pandemia COVID-19.

Liturgia – Tempo da Quaresma – 3º Domingo- Ano A

Este fim de semana  14 e 15 de março ainda haverá celebrações Dominicais, mas com recomendações.

Subsídios para vivermos melhor este tempo de suspensão e contenção:

Para a vivência do domingo em família:

https://www.snpcultura.org/celebrar_o_domingo_em_familia.html?fbclid=IwAR2FLrcBCPxrZYvHkl6SsMxmpmrDetaSOzoAwHwrHcqGdd7gdNf0ShwdGAM#.XmtnhcqcTGE.facebook

Última nota da Conferência Episcopal:

https://agencia.ecclesia.pt/portal/covid-19-conferencia-episcopal-portuguesa-determina-suspensao-da-celebracao-comunitaria-das-missas/

Acompanhamento da incidência do coronavírus:

https://esriportugal.maps.arcgis.com/apps/opsdashboard/index.html?fbclid=IwAR3f_RiYXga2i48cR1vOtGNYw34gBOf6G9FG3xq7FL8mklyjHuuDxc7Jbz0#/e9dd1dea8d1444b985d38e58076d197a

 

Peçamos ao SENHOR nas nossas preces pela Alegria da Saúde.

Pe. Jorge Gomes

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Mangualde concorre em 3 categorias no concurso “7 Maravilhas de Portugal”

O tema do concurso “7 Maravilhas de Portugal” deste ano é a “Cultura Popular” e Mangualde quer ser uma dessas Maravilhas concorrendo nas categorias de Artesanato com o Bordado Tibaldinho, em Festas e Feiras com a Feira dos Santos e em Procissões e Romarias com a Romaria à Senhora do Castelo. A iniciativa visa promover o património cultural e imaterial de Portugal.

Bordado Tibaldinho é uma arte secular elaborada por mulheres maioritariamente oriundas de Tibaldinho/Alcafache, a aldeia do concelho de Mangualde que dá o nome a esta arte com cerca de dois séculos de história, que foram transmitindo os seus conhecimentos e técnicas de geração em geração, mantendo-se fiéis à tradição. Um bordado tradicional português bastante específico que se caracteriza pela sua gramática decorativa e simbolismo único e singular, tornando-o inconfundível.

Feira dos Santos, conhecida também como Feira das Febras, é um evento com mais de 300 anos de existência e de grande importância para o concelho. A tradição dos torresmos e das febras surge com o facto da feira durar alguns dias e os feirantes terem de pernoitar e alimentar-se. Anima as ruas do centro de Mangualde no primeiro fim de semana de novembro, e promove aquilo que de melhor se faz e produz no município. Sabores gastronómicos sem igual, os magníficos vinhos do Dão, o peculiar artesanato, as cerâmicas e até a maquinaria e alfaias agrícolas. Uma Feira que promove a coesão territorial, aliando a tradição à modernidade.

Romaria à Nossa Senhora do Castelo é uma das maiores celebrações marianas da região, tem início a 7 de setembro, marcado pela procissão das velas. O cortejo começa no escadório setecentista que conta com 365 degraus e termina na Ermida de Nossa Senhora do Castelo após paragens junto das restantes capelinhas. No decorrer dos dias, os visitantes mantêm a tradição de partilhar as merendas trazidas de casa. Uma Romaria que atrai milhares de fiéis e tem origem na Idade Média.

As votações serão realizadas em direto durante os 20 programas emitidos pela RTP 1, nos meses de julho e agosto.

Avisos e Liturgia do II Domingo da Quaresma – Ano A

Neste segundo Domingo da Quaresma, somos convidados a recordar, a contemplar e a celebrar a concretização, em Cristo, da aliança de Deus com Abraão e com todos os que foram, são e serão, pela fé, filhos de Abraão. A Palavra de Deus convida-nos a sair da nossa terra, do nosso mundo, das nossas seguranças, e a pormo-nos a caminho, guiados pela fé, para a terra que o Senhor nos indicar. Assim saiu Abraão e foi abençoado. Assim saiu Jesus, o Messias, que é a bênção de Deus para todos os povos. Assim queremos sair todos nós que somos de Jesus Cristo, chamados a ser a sua presença no mundo. Para Jesus de Nazaré, a meta da sua caminhada foi a glória do Pai. Para Abraão e para nós, a meta do nosso caminho é Jesus Cristo, o Filho de Deus, em quem o Pai pôs toda a sua complacência (estima e amor); por isso nós temos de O escutar, ou seja, imitar e seguir. Escutando Cristo, participamos da sua glória. Unidos a Cristo, estamos sentados com Ele à direita de Deus no céu. Seguindo Cristo, proclamamos que Ele é o Senhor e, com Ele, teremos como herança a vida eterna. Em Cristo, alcançamos a graça e a bênção, a misericórdia e a redenção, a eternidade da vida, a beleza da glória. Na glória de Cristo, que se manifesta no mistério da sua transfiguração e na luz da sua ressurreição, contemplamos a glória que está reservada àqueles que, como Abraão, caminham para a terra que o Senhor lhes prometeu mostrar, ou seja, a nós que, conforme o chamamento do Pai, escutamos hoje a palavra do seu Filho.

Em primeiro lugar, na nossa caminhada para a Páscoa com Cristo, temos de aceitar a grandeza da nossa dimensão divina e assumir a fragilidade da nossa condição humana. Na nossa vida de discípulos de Cristo, estão presentes, ao mesmo tempo, a natureza e a graça, a limitação e a transcendência, a filiação humana e a filiação divina. O texto do evangelho deste domingo permite-nos penetrar ainda mais no mistério deste encontro entre Deus e o homem: vencida por Jesus de Nazaré, e também por todos os que acreditam nele, a tentação de nos afastarmos de Deus e de nós próprios, o evangelho mostra-nos agora a profunda harmonia que existe em Jesus, e também naqueles que são de Jesus, entre a dimensão divina e a natureza humana. A transfiguração revela a presença misteriosa da glória de Deus na humanidade de Jesus. É-nos revelado um mundo de luz divina que se encontra no coração da condição humana; por breves instantes, no Filho do homem que caminha para a morte, vemos aquela que há-de ser eternamente a glória de Cristo ressuscitado.

08-03-2020

Em segundo lugar, a luz que se manifesta na transfiguração de Jesus, o resplendor do seu rosto, a brancura das suas vestes, não é somente a revelação da sua glória, ou visão antecipada da meta da sua existência; essa luz é também revelação do sentido que tem toda a vida de Jesus; mais ainda, a luz da transfiguração permite-nos ver um pouco a glória divina que já existe dentro do homem Jesus de Nazaré. Aquela luz de glória que viram os Apóstolos, e que hoje nós contemplamos com os olhos da fé, é inseparável da realidade humana de Jesus, é inseparável da sua obediência ao Pai e do seu serviço aos homens, é inseparável da sua vida e da sua morte. É impossível separar o monte da transfiguração e o monte da crucifixão de Jesus, porque esse Jesus que vemos hoje transfigurado, é o mesmo que vai a caminho de Jerusalém, onde será crucificado. Na luz da transfiguração como nas trevas do Calvário, ouvimos a voz do Pai que diz: “Este é o meu Filho muito amado, no qual pus toda a minha complacência. Escutai-O”.

Escutar Jesus é seguir Jesus. Como Jesus viveu, somos convidados a viver; o que Ele foi, somos convidados a ser. A vida divina, que o amor de Deus colocou em nós, não é um instrumento de manipulação da condição humana, mas a razão definitiva que o homem tem para não se afastar da sua realidade, para aceitar o seu próprio ser, para encerrar num abraço de amor a própria morte.

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Ano A - Tempo da Quaresma - 2º Domingo - Boletim Dominical II

Quadragésima em Pinhel

A Quaresma, em latim, quadragesima dies (quadragésimo dia), é o período do ano litúrgico que antecede a Páscoa cristã, sendo celebrado, entre outras, pela Igreja Católica.

Associado a este período surgem múltiplas vivências, tradições e manifestações de fé, diferentes consoante a região, os concelhos e até mesmo diferentes de aldeia para aldeia, no mesmo concelho.

Reavivar e divulgar essas tradições e manifestações de fé é o objetivo do Município de Pinhel ao promover, em parceria com as paróquias e freguesias do concelho, um calendário coletivo de iniciativas de cariz religioso que irão decorrer em diversas aldeias e também na cidade ao longo da Quaresma e Páscoa.

Com início a 7 de março , a Quadragésima terá como ponto alto a representação da Via-Sacra, dia 10 de abril, em Pinhel, culminando com a tradição da Visita Pascal, dia 11 de abril, em Alverca da Beira.

De referir que a maioria das iniciativas serão dinamizadas pelas pessoas das aldeias e mais não serão do que a concretização de usos e costumes dessas mesmas aldeias.

A Ceia Pascal Judaica, dia 3 de abril, em Pinhel, é uma novidade.

Quanto à Via-Sacra, este ano terá como mote a passagem do Evangelho segundo São Lucas “Filhas de Jerusalém, não choreis por mim” (Lc 23, 28), realçando o papel da Mulher na Igreja, sendo uma vez mais organizada em parceria pela Paróquia de Pinhel e pelo Município, com a participação de pinhelenses a título individual e coletivo.

 Programa Quadragésima em Pinhel:

Cantar do Terço

7 de março | 22.30h | Lameiras (ruas da aldeia)

14 de março | 21.00h | Santa Eufêmia (Igreja)

Amentação das Almas

21 de março | 21.00h | Souropires (ruas da aldeia)

27 de março | 21.00h | Ervedosa (ruas da aldeia)

28 de março | 21.00h | Azêvo (ruas da aldeia)

Alvíssaras

11 de abril | 23.30h | Lamegal (ruas da aldeia)

Função em Honra do Senhor dos Passos

4, 5 e 6 de abril | Atalaia

(com destaque para a Procissão do Senhor dos Passos, dia 5 de abril, às 16.00h)

Ceia Pascal Judaica

3 de abril | 20.00h | Pinhel (Salão de Provas da Adega Cooperativa)

Manifestações religiosas do tríduo e da Páscoa:

Eucaristia da Ceia do Senhor com lava-pés e canto dos Passos

. 9 de abril | 18.30h | Gouveias (Igreja)

Eucaristia da Ceia do Senhor com lava-pés

. 9 de abril | 21.00h | Freixedas (Igreja)

. 9 de abril | 21.00h | Pinhel (Igreja de São Luís)

Vigília Pascal

. 11 de abril | 23.00h | Pinhel (Igreja de São Luís)

Visita Pascal

. 13 de abril | Alverca da Beira (ruas da aldeia)

Via-Sacra

“Filhas de Jerusalém, não choreis por mim” (Lc 23, 28)

Representação e encenação da Paixão e Morte de Jesus

10 de abril | 21.00h | Pinhel (ruas de Pinhel e centro histórico)

Parcerias:

Município de Pinhel / Paróquia de Pinhel

Juntas de Freguesia / Paróquias do Concelho

Por:Mun.Pinhel

VIII Workshops Internacionais de Turismo Religioso (WITR) na Guarda

Os VIII Workshops Internacionais de Turismo Religioso (WITR), em Fátima e na Guarda, são o mais importante certame de Turismo religioso do país que englobará novamente este ano a cidade da Guarda e o seu património de herança judaica.

Na cidade mais alta, a iniciativa decorrerá nos dias 6 e 7 de março (sexta e sábado) no Teatro Municipal da Guarda contando com a participação de 40 hosted buyers, oriundos de 16 países. Ao todo, o evento contará com 50 nacionalidades entre os 150 hosted buyers vindos de 42 países e os 150 suppliers e 40 expositores oriundos de 22 países. Os WITR são uma organização da ACISO com o apoio da Câmara da Guarda, da Câmara de Ourém, do Turismo do Centro e do Turismo de Portugal.

Os Workshops têm como objetivos a promoção de uma bolsa de contactos de negócio entre os participantes, a promoção internacional de Portugal enquanto destino privilegiado de turismo religioso e o fortalecimento da importância do turismo religioso no contexto do setor turístico mundial. O evento é estruturado em 4 segmentos: conferência com oradores nacionais e internacionais especialistas na área e com a presença de um destino convidado; bolsa de contactos onde poderão participar apenas os profissionais do trade (Hosted Buyers e Suppliers) e cujas reuniões, cerca de 5000, serão pré-agendadas e decorrerão em Fátima; segmento de turismo de herança judaica a decorrer no dia 7 de março, na Guarda, e pós-tours organizados pelas Agências Regionais de Promoção Turística exclusivamente para os Hosted Buyers, que têm como objetivo dar a conhecer a multiplicidade de produtos de interesse turístico das várias regiões do país.

O Programa completo da iniciativa, incluindo pós tours (8 a 10 de março) pode ser consultado aqui: https://www.iwrt.pt/files/1193_iwrt2020_prog_pt_5e597fc9b3138.pdf

E aqui fica o programa da iniciativa para os dois dias na Guarda:

Dia 6 | Sexta-feira

Receção dos participantes | Hotel Lusitânia

20:30 – Welcome Dinner no Hotel Lusitânia

Dia 7 | Sábado

9:30 –   Início do Workshop de Turismo Religioso  |    Teatro Municipal  da Guarda

13:00 –   Network Lunch | Foyer do Grande Auditório do Teatro Municipal  da Guarda

14:30 – Visita à Aldeia Histórica de Trancoso | Judiaria, Centro de Interpretação da Cultura Judaica e Casa Bandarra

18:00 – Visita encenada à Judiaria da Guarda

20:00 – Jantar no Hotel Lusitânia (apenas Hosted Buyers do Workshop)

Dia 8 | Domingo

8:30 – Visita ao Museu da Paz | Vilar Formoso

11:00 – Visita a Belmonte | Museu Judaico e Sinagoga

13:00 – Almoço em Belmonte

Partida para os post tours

 

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