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Religião

II Encontro Diocesano de Pastoral Litúrgica em Viseu

Vai realizar -se o II Encontro Diocesano de Pastoral Litúrgica, no Centro Pastoral Diocesano, no domingo, dia 27 de Outubro.

O tema deste II Encontro é : “Liturgia e Espiritualidade Familiar”.

Cartaz
Este Encontro destina-se aos Padres, Diáconos Permanentes, Equipas Paroquiais e Arciprestais de Pastoral Litúrgica, Responsáveis dos Ministérios, os membros das Equipas do CPM, os membros de todos os movimentos da Pastoral Familiar, os grupos que animam as celebrações do Matrimónio nas comunidades e todas as pessoas interessadas nesta temática.

O programa será o seguinte:

9h – Acolhimento

9h 30m – Momento de Oração

10h – Conferência: Liturgia e Espiritualidade Familiar – Pe. Paulo Jorge Barbosa da Rocha, Diocese do Porto, Pároco de Penafiel, Marecos e Milhundos; Capelão da Santa Casa da Misericórdia de Penafiel, Assistente Nacional do CPM.

11h – Intervalo

11h 30m – Ensaio

13h – Almoço (para almoçar no Centro Pastoral é necessário inscrever-se)

14h 30m – Apresentação do livro de Cânticos para a Celebração do Matrimónio, do Secretariado Nacional de Liturgia

16h – Ensaio (Igreja do Seminário)

17h – Eucaristia (Igreja do Seminário)

XV Off Road Bridgestone ACP – Caminhos de Santiago

O Clube Escape Livre inicia, no fim-de-semana de 4 a 8 de Outubro, mais uma grande viagem fora de estrada, entre Trancoso e Santigo de Compostela. O XV Off Road Bridgestone ACP – Caminhos de Santiago conduz uma caravana de 50 viaturas e cerca de 120 pessoas por um dos mais emblemáticos e mais ambicionados percursos do clube da Guarda, aproveitando o melhor da história, paisagem e gastronomia.

Para o Escape Livre, esta é mais uma aposta ganha. O XV Off Road Bridgestone ACP Caminhos de Santiago voltou a esgotar rapidamente, atraindo aventureiros literalmente de norte a sul do país: Braga, Caldas da Rainha, Viseu, Guarda, Figueira da Foz, Leiria, Vila Nova de Gaia, Guimarães, Porto, Coimbra, Tavira, Moimenta da Beira e Albufeira são apenas algumas da cidades dos participantes que no dia 4 se dirigem a Trancoso, no distrito da Guarda, local de partida.

Da terra das sardinhas doces até à catedral de Santiago de Compostela, passando pelas paisagens nortenhas e visitando a imensa arquitetura histórica, civil e religiosa, conhecendo as tradições e os sabores gastronómicos ao longo de 500 quilómetros e descansando nas melhores unidades hoteleiras, este evento conduz, pela terceira vez, e após as edições de 2011 e 2012, os sócios de ambos os clubes.

Percorrendo o Caminho Português de Santiago de Compostela, o evento tem entre os pontos de visita alguns marcos importantes da fé do povo ibérico, pontos de passagem secular dos peregrinos, como são os centros históricos de Trancoso e Sernancelhe, o santuário de Nossa Senhora da Lapa, o mosteiro de S. João de Tarouca, a ponte e torre medieval de Ucanha, a aldeia típica de Agra, os santuários de S. Bento da Porta Aberta e de Nossa Senhora da Abadia, o mosteiro de Tibães, e o Mosteiro de Oia, entre muitos outros, antes da chegada à catedral de Santiago de Compostela, onde será realizada a cerimónia do Botafumeiro, com o grande incensário da catedral.

De destacar a presença de D. Manuel Felício, bispo da Guarda, que uma vez mais acompanha a fase final deste passeio, celebrando, na catedral de Santiago, a Missa do Peregrino para todos os participantes.

Peregrinação das Misericórdias em Fátima

Fátima acolheu este sábado, a  Peregrinação Nacional das Misericórdias, onde no Recinto de Oração, em direção à Basílica da Santíssima Trindade.

  Ali foi celebrada Missa, presidida por D. José Traquina, bispo de Santarém e presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana.

Por:SF

Milhares de peregrinos na procissão de velas em Mangualde

Tiveram início na tarde, desta sexta-feira, as festividades em honra de N.S. do Castelo, em terras de mangualdenses, com milhares de pessoas a deslocarem-se dos mais variados pontos da região., afim de participar  na Procissão de Velas.

Liturgia dominical e avisos das UPAB/UPFA

22º DOMINGO COMUM (ANO B)

Eis a questão: somos religiosos, homens e mulheres de fé, ou ritualistas? A nossa relação com Deus não consiste em coisas e gestos exteriores, como acreditavam os fariseus, os quais Cristo trata com tanta dureza no texto do evangelho. Através de práticas exteriores, os fariseus esqueceram-se da fidelidade ao Senhor e ficaram pelo ritualismo, ou seja, pelo cumprimento de acções e tradições.

02-09-2018

A verdadeira religião não é só dos lábios para fora. Jesus recorda a afirmação do profeta Isaías: “Este povo honra-Me com lábios, mas o seu coração está longe de Mim. É vão o culto que Me prestam, e as doutrinas que ensinam não passam de preceitos humanos”. Muitas vezes, substituímos a verdadeira religião por ritos, costumes, piedades e tradições: vamos à missa, baptizamos as nossas crianças, fazemos a festa da primeira comunhão dos filhos, casamos pela Igreja, pedimos um funeral cristão para os nossos familiares e ficamos por aqui. Somente isto não basta. Cristo não desprezou as normas de vida dos judeus. Ele disse que não tinha vindo para abolir a lei, mas para dar cumprimento e levá-la à perfeição. Jesus pede-nos que não nos conformemos com a aparência exterior. Ele condena o legalismo formalista, sem alma, sem sensibilidade, sem caridade, que escraviza mais do que liberta. O mais importante é a fé em Jesus, morto e ressuscitado, glorificado pelo Pai. A fé é a atitude transcendental do coração do homem, para quem Jesus é tudo, como a sua escala de valores e princípios e as suas esperanças eternas. A atitude transcendental é a obediência a Deus, ou seja, seguir os princípios de uma reta consciência e bem formada e o serviço desinteressado ao próximo. Assim, a fé é a atitude transcendental do coração como estilo de vida: sem esta fé, não faremos uma experiência de encontro com Deus na celebração dos sacramentos e de alguns exercícios de piedade. Resumindo, é vontade de Deus que cada um de nós seja homem e mulher que acredita e não somente que pratica. É necessário colocar alma, espírito, coração e vida na celebração e na vivência da nossa fé. Alguns exemplos para pensar: algumas festas de primeira comunhão são tão faustosas, sendo um escândalo económico, social e religioso; algumas celebrações de matrimónio são tão “sem sabor”; algumas procissões e peregrinações parecem mais uma feira. Será isto agradável a Deus? Perante estas situações, o que diria Jesus? Agora entendemos o facto de Jesus ter sido tão duro com os fariseus ritualistas que se preocupavam somente com as práticas exteriores e esqueciam-se da fé em Deus. Por isso, Jesus, entre o homem e o sábado, preferiu o homem. É de fixar as palavras de Jesus: “não há nada fora do homem que o torna impuro; porque do interior do homem é que saem as más intenções: imoralidades, roubos, assassínios, adultérios, cobiças, injustiças, fraudes, devassidão, inveja, difamação, orgulho, insensatez. Todos estes vícios saem do interior do homem e são eles que o tornam impuro”. É importante reflectir: como sou eu? Religioso ou ritualista? Crente ou só cumpridor? Cumpro a vontade de Deus e estou ao serviço do próximo? Fujamos do farisaísmo e do ritualismo sem fé e sem alma. Foram os “praticantes” que levaram Cristo à cruz e o crucificaram. A principal regra moral do cristão é discernir o que lhe diz a sua consciência e, em seguida, agir em conformidade, ser coerente, traduzir em actos o que lhe vai na alma e no coração.

http://www.liturgia.diocesedeviseu.pt/

Encontro Anual de Antigos Seminaristas em Fornos de Algodres

Vai realizar-se  o Encontro Anual de Antigos Seminaristas, no sábado, dia 1 de Setembro, realiza-se no Seminário de Fornos de Algodres.  o O inicío está marcado para as 9h30, com acolhimento.

Às 10h30, terá lugar a Eucaristia, que será solenizada pelo Ad Libitum e pelo Coral Lopes Morago.
Por volta do meio dia, realiza-se a Assembleia-Geral, com eleição dos órgãos sociais para o mandato 2018-2021.
O almoço será às 13h00 horas, seguindo a habitual tarde de convívio, com Dão de Honra às 16h30.

Liturgia e avisos do 19ºdomingo TC

A liturgia do 19º Domingo do Tempo Comum dá-nos conta, uma vez mais, da preocupação de Deus em oferecer aos homens o “pão” da vida plena e definitiva. Por outro lado, convida os homens a prescindirem do orgulho e da auto-suficiência e a acolherem, com reconhecimento e gratidão, os dons de Deus. A primeira leitura mostra como Deus Se preocupa em oferecer aos seus filhos o alimento que dá vida. Deus retempera as forças do profeta Elias e manifesta-se o Deus da bondade e do amor, cheio de solicitude para com os seus filhos, que anima os seus profetas e lhes dá a força para testemunhar, mesmo nos momentos de dificuldade e de desânimo. A cena apresenta-nos um Elias abatido, deprimido e solitário face à incompreensão e à perseguição de que é alvo. O profeta sente que falhou, que a sua missão está condenada ao fracasso e que a sua luta o conduziu a um beco sem saída; sente medo e está prestes a desistir de tudo…

No entanto, Deus não está longe e não abandona o seu profeta. A segunda leitura mostra-nos as consequências da adesão a Jesus, o “pão” da vida… Quando alguém acolhe Jesus torna-se um Homem Novo, que renuncia à vida velha do egoísmo e do pecado e que passa a viver na caridade, a exemplo de Cristo. Pelo Baptismo, cada cristão tornou-se morada do Espírito; e ao acolher o Espírito, recebeu um sinal ou selo que prova a sua pertença a Deus. Tem, portanto, de viver em consequência e de expressar, nas suas ações concretas, a vida nova do Espírito. Como exemplo concreto, os crentes têm diante dos olhos Cristo, o Filho bem-amado de Deus que, cumprindo os projectos do Pai, ofereceu a sua vida por amor aos homens. O Evangelho apresenta Jesus como o “pão” vivo que desceu do céu para dar a vida ao mundo. Para que esse “pão” sacie definitivamente a fome de vida que reside no coração de cada homem ou mulher, é preciso “acreditar”, isto é, aderir a Jesus, acolher as suas propostas, aceitar o seu projecto, segui-l’O no “sim” a Deus e no amor aos irmãos. Os interlocutores de Jesus não aceitam a sua pretensão de Se apresentar como “o pão que desceu do céu”. Eles conhecem a sua origem humana. Em consequência, eles não podem aceitar que Jesus Se arrogue a pretensão de trazer aos homens a vida de Deus. Em lugar de discutir a questão da sua origem divina, Jesus prefere denunciar aquilo que está por detrás da atitude negativa dos judeus face à proposta que lhes é feita: eles não têm o coração aberto aos dons de Deus e recusam-se a aceitar os desafios de Deus… O que é decisivo, neste processo, é o “acreditar”. Essa vida que Jesus está disposto a oferecer não é uma vida parcial, limitada e finita; mas é uma vida verdadeira e eterna. “Vida plena” não indica aqui, apenas, um “tempo” sem fim; mas indica, sobretudo, uma vida com uma qualidade única, com uma qualidade ilimitada, uma vida total, a vida do homem plenamente realizado.

Por:UPFA/AB

Eucaristia nas Fuinhas em direto na TVI-19 de agosto

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Depois de muito tempo depois, uma benesse para esta região, sobretudo o concelho de Fornos de Algodres, mais concretamente a localidade de Fuinhas, foi contemplada pela TVI, com a transmissão da Eucaristia Dominical.

Assim , neste domingo, 19 de agosto, pelas 11 horas, a Igreja das Fuinhas vai ser pequena demais para acolher tantos fiéis que chegam de toda a parte, para assistir à Santa Missa.

Uma manhã em cheio para  a localidade e para todas as pessoas.

Por:AP foto:DR

Oferta de uma bicicleta de fisioterapia para Misericórdia de Mangualde

A Misericórdia de Mangualde foi contemplada nesta segunda -feira com a oferta de uma bicicleta de fisioterapia, na passagem da 80ª edição da prova rainha do ciclismo nacional “ Volta a Portugal”, pela cidade de Viriato.
Para o Provedor, José Tomás, “este equipamento vai contribuir para a promoção da boa forma física, dos residentes das diferentes respostas sociais da Misericórdia. Trata-se de um ato simbólico para com aqueles que mais precisam, que muito agradecemos.”
A Vice-Provedora, Isabel Couto e o Mesário, Carlos Coutinho, representaram a Misericórdia de Mangualde nesta Cerimónia.
Esta ação inovadora resulta da assinatura de um protocolo entre o Banco Santander, a União das Misericórdias Portuguesas e a Podium Events de apoio à população sénior, que prevê a entrega de várias bicicletas de fisioterapia à população sénior residente nas localidades das etapas da 80ª Volta a Portugal em Bicicleta.

Por:SMM

Liturgia e avisos 18ºdomingo TC

Depois do milagre da multiplicação dos pães, aquelas pessoas, em vez de regressarem às suas casas, foram à procura de Jesus, porque lhes tinha saciado com pão. Ficaram somente pela alegria de ter comido o pão, ou seja, não perceberam o milagre. Era importante que o olhar da multidão fosse para além do comer o pão, ou seja, procurassem aquele alimento que dá a vida para sempre. Somente Jesus pode dar este alimento e a única maneira de o receber é acreditar Nele.05-08-2018
Quando lhe perguntaram sobre as obras que serão necessárias fazer para ter este alimento, Jesus responde que a única obra necessária é acreditar Nele. Por isso, Jesus apresenta-se assim: “Eu sou o pão da vida: quem vem a Mim nunca mais terá fome, quem acredita em Mim nunca mais terá sede”.
O ser humano não é só corpo. Tem sentimentos e necessita de afectos e carinho. Quem se preocupa somente em saciar o corpo é viver só a nível físico. O pão material é importante, mas também é o pão espiritual.
Na primeira leitura, do Livro do Êxodo, é-nos dito que Israel começou a murmurar contra Moisés e Aarão: “Antes tivéssemos morrido no Egipto, quando estávamos sentado ao pé das panelas de carne e comíamos pão até nos saciarmos. Trouxestes-nos a este deserto, para deixar morrer à fome toda esta multidão”. Por intercessão de Moisés, Deus enviou o maná, o pão descido do céu. O maná é o anúncio de Jesus Cristo, o pão da Eucaristia. O maná não dava vida; todos os que dele se alimentavam iriam, mais cedo ou mais tarde, voltar a ter fome. Jesus Cristo, o verdadeiro Pão, dá a vida para sempre e mata tantas outras fomes: a fome de amor, de felicidade, de verdade, de segurança, de vida. O pão material só restaura as forças, não evita a morte. Mas o pão espiritual dá vida, porque destrói a morte. Por isso, Jesus Cristo é o pão da vida, do qual o maná era somente a figura. Deus continua a dar o seu pão aos que têm fome. Esse pão é o seu Filho que nos é servido em dois pratos: o pão da Palavra e o pão da Eucaristia. Infelizmente, alguns ficam felizes e saciados somente com a “panela de carne” do Egipto! O que é preocupante é não ter fome das coisas mais importantes, ou seja, é ficar satisfeito com a “panela de carne” que nos oferece o mundo: os vícios, as paixões, o egoísmo, a ganância, a indiferença.
Todos sabemos donde surge e como é feito o pão. A semente é lançada à terra, germina, dá a espiga que é cortada. Depois o grão é triturado no moinho. Assim aconteceu com Cristo, o Pão vivo. Durante 30 anos foi crescendo em Nazaré. Tornou-se espiga na sua vida pública, fazendo o bem, ensinando e curando. Depois, passou pelo “moinho” da sua paixão, onde se deixou triturar pelos golpes, pelas chicotadas, pela lança para se fazer Pão da nossa Eucaristia. É verdade que Cristo já se ofereceu por todos nós na cruz uma vez para sempre naquela primeira sexta-feira santa. Mas a Eucaristia torna presente aquilo que aconteceu uma só vez na história da humanidade: fazemos memória da paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo. A Eucaristia é o sacramento do sacrifício da Cruz, onde comemos o Pão que é a Palavra e o Corpo de Jesus. Por isso Jesus afirma: “Não foi Moisés que vos deu o pão do Céu; meu Pai é que vos dá o verdadeiro pão do Céu. Eu sou o pão da vida: quem vem a Mim nunca mais terá fome, quem acredita em Mim nunca mais terá sede”.
Façamos nossa a oração daquela multidão: “Senhor, dá-nos sempre desse pão”. Aquelas pessoas procuravam a solução para os seus problemas. Tantas vezes acontece o mesmo connosco, usando o Senhor! O pão material (a saúde, o trabalho, o alimento…) é importante, mas há algo mais importante: “Nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus”. Procuremos cumprir a vontade de Deus na nossa vida. Não fiquemos satisfeitos somente por “assistir” passivamente à missa. Jesus envia-nos a ser pão fresco e quentinho para os nossos irmãos, ajudando-os, confortando-os e escutando-os. Cumpriremos esta missão divina, quando abandonarmos as “panelas de carne” deste mundo (os vícios, o egoísmo, os nossos interesses) para nos alimentarmos com Jesus Cristo, o Pão da Vida, o verdadeiro Pão descido do Céu.
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