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Religião

Luís Miguel Ginja candidato para o Sec. Distrital da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) da Guarda,

“Dar um novo alento e uma nova dinâmica”é o lema  da candidatura de Luís Miguel Ginja ao Sec. Distrital da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) Guarda.
O atual Provedor da ISCMFA, reconheceu o trabalho anteriormente feito, mas entende que seja necessário uma nova dinâmica de trabalho em prol de todas as IPSS’s mas sobretudo das Misericórdias que representam mais de 40% do trabalho em prol dos que mais necessitam.

Salientou que o apoio de grande parte dos Provedores da Guarda foi essencial a esta tomada de posição, assim como o privilégio de contar com o Dr. Alcides Henriques, Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Seia, impulsionador e Mandatário desta candidatura, refere Luís Ginja.

Avisos e Liturgia do 2º domingo Advento (Ano A)

Solenidade IMACULADA CONCEIÇÃO DA VIRGEM SANTA MARIA

Padroeira principal de Portugal e das Dioceses de Évora,
Santarém, Setúbal e Vila Real – SOLENIDADE
Branco – Ofício da solenidade. Te Deum.
+ Missa própria, Glória, Credo, pf. próprio.

L 1 Gen 3, 9-15. 20; Sal 97, 1. 2-3ab. 3cd-4
L 2 Rom 15, 4-9
Ev Lc 1, 26-38

 

Segundo a ordem de precedência indicada na tabela dos dias litúrgicos, os Domingos do Advento têm precedência sobre todas as solenidades, devendo aquelas que ocorrem nesses domingos ser transferidas para a segunda-feira seguinte. É o que deveria acontecer este ano com a solenidade da Imaculada Conceição da Virgem Santa Maria.
Porém, pelo significado desta solenidade em Portugal, a Comissão Episcopal de Liturgia obteve da Congregação do Culto Divino permissão para a celebrar no dia próprio, 8 de Dezembro, com as seguintes condições: 1) «que, na Missa, a II Leitura seja a do Domingo II do Advento; 2) que se faça menção deste Domingo na homilia; 3) que a oração conclusiva da oração dos fiéis seja a oração colecta do mesmo Domingo»
.

 

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08-12-2019

Ano A - Tempo do Advento - 2º Domingo - Boletim Dominical II

Maior Presépio tradicional em Aldeia Viçosa

Aldeia Viçosa vai ter em exposição o Maior Presépio Tradicional no seu Salão Cultural. Trata-se de um presépio tradicional, animado e dinâmico, com as figuras natalícias, com espaços tradicionais, com utensílios da época e muito mais. A montagem do Presépio ficou a cargo do artesão Ezequiel, que já é repetente na matéria.

A inauguração está marcada para domingo, dia 8 de dezembro, às 14h30. As portas estarão abertas diariamente, das 9h00 às 19h00, até ao dia de Reis (ao domingo estará aberto entre às 10h00 e as 18h00).  

 

 

Foto:DR

Guarda comemora Dia Internacional dos Direitos Humanos

O Dia Internacional dos Direitos Humanos 2019 vai ser comemorado pelo Município da Guarda associando-se ao Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) que acontecerá no próximo dia 10 de dezembro,na Sé da Guarda pelas 18h00.

Este ano, a celebração de amplitude mundial centraliza-se na mais alta e tem como organizadores para além da Câmara Municipal, a Diocese da Guarda e a Direção Regional de Cultura da Região Centro.

Será um encontro inter-religioso (18h00), no qual participará a Associação de Estudantes dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa – Guarda (AEPALOP). Seguindo-se uma atuação do Grupo Coral Pedras Vivas, pelas 19h00.

Na altura, será feita pelo Observatório Internacional de Direitos Humanos a entrega de um título que classifica a Sé da Guarda de Lugar de Paz, Fé e Cultura, à semelhança do Convento de São Salvador, localizado na cidade de Jerusalém. Este reconhecimento público pelo OIDH insere-se numa corrente solidária, à escala planetária, pela paz mundial.

Neste âmbito, o Observatório Internacional de Direitos Humanos fará chegar um exemplar do referido título ao papa Francisco, à Biblioteca Apostólica Vaticana e à Organização das Nações Unidas (ONU).

 

 

Avisos e Liturgia 34ºDomingo Comum (Ano C)

a)      Para as celebrações deste Domingo, é importante ter em consideração dois aspectos. Em primeiro lugar, a comunidade deve sentir que hoje termina o ano litúrgico, como se fosse o último dia de um curso académico. Os nossos encontros semanais não são exclusivamente celebrativos, mas também formativos. No decurso anual dos Domingos, a comunidade cristã faz como que um “curso de formação”, aprofundando a fé e a Pessoa de Jesus Cristo. Assim, seria interessante que na homilia fosse feito um brevíssimo resumo da caminhada realizada neste ano litúrgico, orientados pelo evangelista S. Lucas que nos apresentou alguns aspectos importantes da vida de Jesus: começaríamos pela encarnação do Filho de Deus, no Natal, preparado pelo Advento; lembraríamos a Quaresma que nos preparou para celebrar o mistério da Redenção na Paixão e Morte do Senhor; recordaríamos a alegria da Ressurreição e de todo o Tempo Pascal. O centro de toda a História da Salvação foi Jesus Cristo; por isso, hoje, O aclamamos como Cristo-Rei. Se na celebração deste domingo há a preocupação de marcar o final do ano, isto permitir-nos-á no próximo domingo dar o sentido da novidade: o início de um novo ano litúrgico com o Advento.

 

b)      Em segundo lugar, é importante fazer referência ao evangelho do Domingo passado. Se nessa leitura evangélica, Jesus anunciava a destruição do Templo de Jerusalém que era o único lugar de encontro do Povo de Israel com Deus, hoje sentimos que em Jesus podemos construir o novo lugar de encontro e de relação com Deus Pai e com os outros nossos irmãos. Jesus é o Novo Templo, Jesus é o centro. Jesus é o Cristo-Rei.

24-11-2019

c)       No tempo de Jesus, a imagem do rei tinha muito significado, sobretudo para aqueles que, sob o domínio romano, recordavam o esplendor da monarquia de Israel com David ou Salomão (o construtor do Templo). Na História, a imagem do rei teve sempre uma conotação de governo e de domínio, mas hoje pode ficar um pouco diluída por ideologias e correntes políticas que podem confundir mais que esclarecer. Por isso, não é necessário acentuar demasiadamente o que Jesus diz no evangelho de S. João: “O meu reino não é deste mundo” (Jo 18, 36). Seguindo as recomendações de Jesus, não façamos demasiadas comparações abusando desta metáfora e procuremos mostrar com clareza a “novidade” que é a maneira de reinar de Jesus, ou seja, a partir da cruz, entre dois ladrões. Podemos, também, fazer uma descrição do Reino de Deus com as palavras do prefácio desta solenidade: “um reino eterno e universal: reino de verdade e de vida, reino de santidade e de graça, reino de justiça, de amor e de paz”. O Reino de Deus não é idêntico às diversas formas de governar que encontramos neste mundo. Para a homilia, será mais esclarecedor realçar estas diferenças do que encontrar semelhanças. De facto, o que Jesus não quer é o domínio da humanidade e das nações, mas governar no interior do nosso coração e ser o centro de todas as comunidades. Hoje, como no passado, entre os ladrões que pendiam ao seu lado, Jesus oferece-nos o seu Reino-Paraíso. Não é uma oferta para amanhã ou para um futuro incerto, mas para o “hoje”.

d)      A primeira leitura do Livro de Samuel narra-nos como nos finais do século XI a. C. o rei David tinha reunido todas as tribos de Israel num só reino, dando origem a um tempo de grande esplendor. Esta é a visão terrestre e temporal que Jesus modifica totalmente com a oferta de um Reino de Deus que é a união de todo o mundo num universo de salvação. Assim, a casa do Senhor e a Jerusalém que cantamos no salmo 121 será o novo Reino de Deus que Jesus inaugurou e universalizou, do qual todos somos membros, sem qualquer distinção de raça, povos e nações. O hino de S. Paulo na carta aos Colossenses (2ª leitura) é também um reconhecimento deste “Reino da luz” que dissipa todas as trevas do pecado. Para S. Paulo, Jesus, o “Filho muito amado”, é muito mais que um rei de uma nação, é a “imagem” visível de um Deus que, até então, tinha permanecido “invisível”.

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Ano C - Tempo Comum - 34º Domingo - Boletim Dominical

Avisos e Liturgia do 33º Domingo Comum (Ano C)

a)      No próximo Domingo, com a Solenidade de Cristo-Rei, encerraremos o Ano Litúrgico. Por isso, as nossas celebrações têm a tónica do fim dos tempos e também já nos predispõem para o tempo do Advento que nos preparará para bem celebrar o Natal. Neste domingo, chegamos ao final de uma caminhada, de um trajecto feito com Jesus, até Jerusalém, acompanhados, ao longo de todo este ano litúrgico, pelo evangelista S. Lucas. Hoje, estamos com Jesus, no centro de Jerusalém, no coração da fé judaica, contemplando a maravilha que era o Templo, construído pelo rei Salomão. Neste contexto, Jesus fala-nos do fim do mundo de uma forma que parece ser uma “fotografia” da nossa realidade: guerras, terramotos, fomes e epidemias (realidades que todos os dias invadem as nossas casas através dos meios de comunicação social).

 

b)      A descrição de Jesus é muito idêntica à da primeira leitura da profecia de Malaquias, quando fala da vinda do Senhor, “ardente como uma fornalha”. O povo de Israel, regressado do exílio persa, está em crise, porque a realidade não corresponde ao que se tinha sonhado, porque a paz e a felicidade não são “independentes”; terão de continuar a viver sob o domínio persa. É a decepção perante a realidade nua e crua, onde a religiosidade se banalizou. Apesar de tudo, Malaquias transmite palavras de esperança, vindas de Deus, porque o “Dia do Senhor” trará a salvação aos justos e “nascerá o sol da justiça, trazendo nos seus raios a salvação”.

17-11-2019

c)       Hoje, na segunda leitura, terminamos a proclamação da segunda carta de S. Paulo aos Tessalonicenses. A ideia de que a vinda do Senhor estava iminente provocou em alguns cristãos uma certa passividade (se o final dos tempos está perto, não vale a pena trabalhar, nem investir). Foi por causa desta preguiça que S. Paulo escreveu esta carta. Depois de lhes recordar alguns aspectos doutrinais, reflectidos nos domingos anteriores, termina com alguns conselhos: “quem não quer trabalhar, também não deve comer”. Certamente que o Apóstolo fazia referência ao trabalho a nível geral, mas também ao outro trabalho que está implícito em cada cristão: o anúncio do Reino de Deus.

d)      A tradição judaica acreditava que antes da reconstrução de Israel, como reino, e antes da destruição definitiva dos inimigos de Israel, aconteceria uma grande catástrofe. Assim, as palavras de Jesus podem entender-se hoje como o anúncio da destruição. Mas, Jesus utiliza esta antiga crença para deixar bem claro que não acontecerá qualquer restauração. A destruição do Templo será definitiva. O Templo, entendido como o único lugar de encontro com Deus, acabará, porque, a partir de agora, a relação com Deus não será somente num local, dentro de paredes, sob uma determinada lei, reservada a uma única celebração religiosa, nem será pertença de uma etnia ou nação. Todo este mundo vai acabar! Agora, o novo Templo, o novo mundo, o homem novo, será Jesus Cristo. Para que este mundo novo e esta nova maneira de relacionamento com Deus possa acontecer, é necessário que do outro mundo e da outra relação não fique “pedra sobre pedra”. Não haverá restauração do antigo, mas uma nova criação.

 

e)       Mas, esta nova criação será antecedida por uma destruição? O corpo de Jesus será “destruído” na cruz, para que dele possa surgir o Cristo Ressuscitado, o Homem Novo. Por isso, cada um de nós terá de passar por dificuldades, sofrimentos e provações (purificação e conversão), para ser plenamente uma nova criatura, membro do Corpo de Cristo. Não será missão fácil. Mas, não é preciso ter medo. Jesus prometeu-nos que estaria sempre connosco nos momentos de sofrimento, que seria o nosso Defensor e que nos concederia a vida se lhe formos fiéis e não preguiçosos (como alguns tessalonicenses) e se aproveitarmos os momentos difíceis para dar testemunho. Deixemo-nos inundar pelo optimismo que Jesus nos transmite: “nenhum cabelo da vossa cabeça se perderá. Pela vossa perseverança salvareis as vossas almas”.

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Ano C - Tempo Comum - 33º Domingo - Boletim Dominical

Avisos e Liturgia do 32º Domingo Comum (Ano C)

a)      As celebrações, ocorridas nos dias 1 e 2 de Novembro, convidaram-nos a pensar em todos aqueles que seguiram Jesus e que gozam, agora, da glória celeste, ou que esperam ser purificados. Também as leituras deste Domingo, e dos próximos, nos falam desta temática. Estamos a terminar o Ano Litúrgico. Nestes últimos Domingos, os textos irão abordar o fim dos tempos. Neste Domingo, reflectiremos sobre a ressurreição, dada por Jesus, o Senhor da Vida, a todos os que Nele acreditam.

 

b)      Na leitura do livro dos Macabeus, encontramos o exemplo de uma mulher admirável que, com a sua profunda fé, anima os seus filhos a serem fieis a Deus, vencendo todas as tentações e sofrimentos que lhes causam para os desviar do verdadeiro caminho. Comer ou não determinados alimentos não tem uma grande importância: mais importante é a fidelidade que os judeus têm a Deus entre os pagãos que os perseguem e os torturam. S. Paulo anima, também, os cristãos de Tessalónica, na Grécia, para que sejam perseverantes no caminho da fé, pois serão um motivo de edificação para todas as comunidades. Apesar de saber que eles irão sofrer perseguições, Paulo diz-lhes: “O Senhor é fiel: Ele vos dará firmeza e vos guardará do Maligno”, “para que a Palavra de Deus se propague rapidamente e seja glorificada, como acontece no meio de vós”. No evangelho, Jesus, perante a questão dos sete irmãos que se casaram com a mesma mulher, indica-nos qual é a sua visão sobre a vida futura: Deus preparou-nos, depois da ressurreição, uma nova vida.

10-11-2019

c)       Um cristão distingue-se pela fé, em clima de esperança, que ilumina a nossa ideia sobre a vida presente e a vida futura. Acreditamos que o que Deus nos prepara é a vida e não a morte. Na leitura do Antigo Testamento, aqueles irmãos professavam a sua fé: “o Rei do Universo ressuscitar-nos-á para a vida eterna, se morrermos fiéis às suas leis”. Esta frase é confirmada com as palavras de Jesus: “Não é um Deus de mortos, mas de vivos, porque para Ele todos estão vivos”. A vida terrena é uma passagem (peregrinação) para a vida definitiva, apesar de não se conseguir explicar, racionalmente, a transformação da nossa existência presente numa vida definitiva.

 

d)      As celebrações do início de Novembro e destes próximos Domingos convidam-nos a olhar não só para o nosso passado e presente, mas também para o futuro. Pensar “na outra vida” não é de pessoas que querem fugir aos compromissos deste mundo. É de pessoas sensatas que dão importância àquilo que deve ser valorizado e que relativizam tudo o resto. Somos um povo que avança, como se canta algumas vezes. Uma comunidade que tem como meta o Reino dos Céus, apesar de não termos experiência de como é e de não termos resposta para muitas perguntas. Confiamos plenamente em Jesus, o Mestre, que nos vai orientando nesta caminhada. Vamos no bom caminho. A nossa fé e a nossa participação activa na Eucaristia são, segundo Jesus Cristo, a garantia e a antecipação da vida definitiva: “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e Eu o ressuscitarei no último dia”.

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Ano C - Tempo Comum - 32º Domingo - Boletim Dominical

Avisos e Liturgia do 31º Domingo Comum (Ano C)

a)      Neste domingo, começamos a ler a 2ª Carta de S. Paulo aos Tessalonicenses, na Grécia. Iremos ouvir proclamar esta carta em três domingos, porque estamos a aproximarmo-nos do fim do Ano Litúrgico; este documento Paulino fala-nos da esperança na última vinda do Senhor, que existia nos cristãos daquela comunidade. Porém, uma mensagem muito clara é-nos dada pelo evangelho de Zaqueu, pelo extracto do Livro da Sabedoria e pelo Salmo Responsorial. Uma mensagem de bondade e de perdão divinos, que nos ajudará a ter um pouco mais de serenidade e de confiança.

 

b)      Há salmos no Saltério que nos mostram um Deus “clemente e compassivo, lento para a ira e rico de misericórdia”. O Salmo de hoje é um deles. É uma “fotografia” de Deus que nos poderá ajudar a ter Dele uma ideia de Alguém próximo e consolador. O Livro da Sabedoria fala-nos de um Deus que se compadece de todos: “não olhais para os seus pecados”. Todavia, muitas vezes terá que corrigir e convidar à conversão. Mas, o perdão é a principal característica de Deus. No evangelho, Jesus manifesta-se como o autêntico “sacramento” e imagem desse Deus que perdoa. Tem palavras amáveis com um publicano, Zaqueu, uma das pessoas mal vistas na sociedade do seu tempo, devido à sua profissão: cobrador de impostos e colaborador dos romanos. Jesus faz-se convidado para a casa de Zaqueu e com aquela refeição faz com que este publicano se converta e repare os males que cometeu. Aos que murmuravam, Jesus, em poucas palavras, explica este gesto e todo o seu projecto salvífico: “O Filho do Homem veio procurar e salvar o que estava perdido”. Os doentes são os  que precisam de médico.

03-11-2019

 

c)       Este episódio de Zaqueu e a 1ª leitura do Livro da Sabedoria colocam-nos perante uma questão: serei capaz de perdoar? Tenho sentimentos de tolerância para com os outros, mesmo para aqueles que são tidos como “pecadores”? Serei capaz de dar “um voto de confiança” aos outros como Jesus fez com Zaqueu, com Mateus e com Pedro? Todos nós precisamos, certamente, de um coração mais compassivo: como o de Deus e de Cristo. Ou seja, temos que ser mais acolhedores, tolerantes para com os defeitos dos outros, não nos fecharmos na nossa santidade, não sermos “severos” para com as faltas dos outros, a começar pela nossa família e pela nossa comunidade. Não esqueçamos que Deus já nos perdoou muitas vezes e que continua a perdoar-nos e que também os outros também nos vão perdoando as nossas fraquezas. Quando celebramos a Eucaristia, damos conta que Jesus Cristo oferece-se a todos, sem fazer distinção de raça, idade, condição social, como Palavra e como Alimento de vida. Na celebração eucarística, comungamos o Corpo e o Sangue do Senhor. Mas, antes deste momento, há o rito do gesto da paz, que é um símbolo do nosso compromisso de crescer na fraternidade e na reconciliação. São estes sinais que nos ajudarão a ser mais acolhedores e solícitos para com o próximo.

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Ano C - Tempo Comum - 31º Domingo - Boletim Dominical

Escuteiros promovem almoço de S.Martinho em Fornos de Algodres

Vai ter lugar , em Fornos de Algodres , mais concretamente, no Seminário S.José, Magusto com almoço de S.Martinho, no domingo, dia 10 de novembro.

Um almoço com uma ementa propicia de S.Martinho, onde não vai faltar a jeropiga e as castanhas, aberto a todos escuteiros, familiares e comunidade em geral.

Esta é uma iniciativa da Comissão de Pais do Agrupamento de Escuteiros de Fornos de Algodres.

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