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Religião

Eucaristia nas Fuinhas em direto na TVI-19 de agosto

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Depois de muito tempo depois, uma benesse para esta região, sobretudo o concelho de Fornos de Algodres, mais concretamente a localidade de Fuinhas, foi contemplada pela TVI, com a transmissão da Eucaristia Dominical.

Assim , neste domingo, 19 de agosto, pelas 11 horas, a Igreja das Fuinhas vai ser pequena demais para acolher tantos fiéis que chegam de toda a parte, para assistir à Santa Missa.

Uma manhã em cheio para  a localidade e para todas as pessoas.

Por:AP foto:DR

Oferta de uma bicicleta de fisioterapia para Misericórdia de Mangualde

A Misericórdia de Mangualde foi contemplada nesta segunda -feira com a oferta de uma bicicleta de fisioterapia, na passagem da 80ª edição da prova rainha do ciclismo nacional “ Volta a Portugal”, pela cidade de Viriato.
Para o Provedor, José Tomás, “este equipamento vai contribuir para a promoção da boa forma física, dos residentes das diferentes respostas sociais da Misericórdia. Trata-se de um ato simbólico para com aqueles que mais precisam, que muito agradecemos.”
A Vice-Provedora, Isabel Couto e o Mesário, Carlos Coutinho, representaram a Misericórdia de Mangualde nesta Cerimónia.
Esta ação inovadora resulta da assinatura de um protocolo entre o Banco Santander, a União das Misericórdias Portuguesas e a Podium Events de apoio à população sénior, que prevê a entrega de várias bicicletas de fisioterapia à população sénior residente nas localidades das etapas da 80ª Volta a Portugal em Bicicleta.

Por:SMM

Liturgia e avisos 18ºdomingo TC

Depois do milagre da multiplicação dos pães, aquelas pessoas, em vez de regressarem às suas casas, foram à procura de Jesus, porque lhes tinha saciado com pão. Ficaram somente pela alegria de ter comido o pão, ou seja, não perceberam o milagre. Era importante que o olhar da multidão fosse para além do comer o pão, ou seja, procurassem aquele alimento que dá a vida para sempre. Somente Jesus pode dar este alimento e a única maneira de o receber é acreditar Nele.05-08-2018
Quando lhe perguntaram sobre as obras que serão necessárias fazer para ter este alimento, Jesus responde que a única obra necessária é acreditar Nele. Por isso, Jesus apresenta-se assim: “Eu sou o pão da vida: quem vem a Mim nunca mais terá fome, quem acredita em Mim nunca mais terá sede”.
O ser humano não é só corpo. Tem sentimentos e necessita de afectos e carinho. Quem se preocupa somente em saciar o corpo é viver só a nível físico. O pão material é importante, mas também é o pão espiritual.
Na primeira leitura, do Livro do Êxodo, é-nos dito que Israel começou a murmurar contra Moisés e Aarão: “Antes tivéssemos morrido no Egipto, quando estávamos sentado ao pé das panelas de carne e comíamos pão até nos saciarmos. Trouxestes-nos a este deserto, para deixar morrer à fome toda esta multidão”. Por intercessão de Moisés, Deus enviou o maná, o pão descido do céu. O maná é o anúncio de Jesus Cristo, o pão da Eucaristia. O maná não dava vida; todos os que dele se alimentavam iriam, mais cedo ou mais tarde, voltar a ter fome. Jesus Cristo, o verdadeiro Pão, dá a vida para sempre e mata tantas outras fomes: a fome de amor, de felicidade, de verdade, de segurança, de vida. O pão material só restaura as forças, não evita a morte. Mas o pão espiritual dá vida, porque destrói a morte. Por isso, Jesus Cristo é o pão da vida, do qual o maná era somente a figura. Deus continua a dar o seu pão aos que têm fome. Esse pão é o seu Filho que nos é servido em dois pratos: o pão da Palavra e o pão da Eucaristia. Infelizmente, alguns ficam felizes e saciados somente com a “panela de carne” do Egipto! O que é preocupante é não ter fome das coisas mais importantes, ou seja, é ficar satisfeito com a “panela de carne” que nos oferece o mundo: os vícios, as paixões, o egoísmo, a ganância, a indiferença.
Todos sabemos donde surge e como é feito o pão. A semente é lançada à terra, germina, dá a espiga que é cortada. Depois o grão é triturado no moinho. Assim aconteceu com Cristo, o Pão vivo. Durante 30 anos foi crescendo em Nazaré. Tornou-se espiga na sua vida pública, fazendo o bem, ensinando e curando. Depois, passou pelo “moinho” da sua paixão, onde se deixou triturar pelos golpes, pelas chicotadas, pela lança para se fazer Pão da nossa Eucaristia. É verdade que Cristo já se ofereceu por todos nós na cruz uma vez para sempre naquela primeira sexta-feira santa. Mas a Eucaristia torna presente aquilo que aconteceu uma só vez na história da humanidade: fazemos memória da paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo. A Eucaristia é o sacramento do sacrifício da Cruz, onde comemos o Pão que é a Palavra e o Corpo de Jesus. Por isso Jesus afirma: “Não foi Moisés que vos deu o pão do Céu; meu Pai é que vos dá o verdadeiro pão do Céu. Eu sou o pão da vida: quem vem a Mim nunca mais terá fome, quem acredita em Mim nunca mais terá sede”.
Façamos nossa a oração daquela multidão: “Senhor, dá-nos sempre desse pão”. Aquelas pessoas procuravam a solução para os seus problemas. Tantas vezes acontece o mesmo connosco, usando o Senhor! O pão material (a saúde, o trabalho, o alimento…) é importante, mas há algo mais importante: “Nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus”. Procuremos cumprir a vontade de Deus na nossa vida. Não fiquemos satisfeitos somente por “assistir” passivamente à missa. Jesus envia-nos a ser pão fresco e quentinho para os nossos irmãos, ajudando-os, confortando-os e escutando-os. Cumpriremos esta missão divina, quando abandonarmos as “panelas de carne” deste mundo (os vícios, o egoísmo, os nossos interesses) para nos alimentarmos com Jesus Cristo, o Pão da Vida, o verdadeiro Pão descido do Céu.

Fornenses Susana e Beatriz fazem missão em Cabo Verde

Cada vez mais os jovens portugueses, se dedicam a fazer missão em países africanos, desta forma, Susana e Beatriz, duas jovens fornenses, que integram o Projeto Universitário de Cabo Verde, vão estar em missão por Cabo Verde, até ao dia 7 de agosto.

Desta forma , estas jovens tiveram uma celebração de envio , na eucaristia vespertina da Igreja da Misericórdia de Fornos de Algodres, presidida pelo Padre Jorge.

 

Avisos e Liturgia do 14ºdomingo tempo comum

De certeza que em muitos momentos da nossa vida já experimentámos o fracasso e a humilhação. É uma experiência que não gostamos, porque desejamos ter sempre êxito e que tudo corra bem. Mas nem sempre é assim. Porém, é no fracasso e na humilhação que somos postos à prova. O texto do evangelho deste domingo narra-nos a visita de Jesus à sua terra, a Nazaré, para pregar. Mas Ele e a sua mensagem não são bem recebidos na sua terra. Todos conheciam Jesus desde pequenino e conheciam a sua família: “Não é Ele o carpinteiro, o Filho de Maria? De onde Lhe vem tudo isto? Que sabedoria é esta que Lhe foi dada e os prodigiosos milagres feitos pelas suas mãos?”. E ficaram perplexos a seu respeito. Jesus ficou admirado com a falta de fé daquela gente. Que humilhação! Jesus foi apanhado de surpresa, porque não esperava isto e nem merecia. Os habitantes de Nazaré deviam estar felizes e orgulhosos por um grande profeta ter saído da sua terra. Mas não foi assim. Não viram nada da grandeza de Jesus, porque estavam cegos com o seu orgulho, inveja e preocupações diárias. É um momento de grande sofrimento na vida de Jesus, a tal ponto de afirmar: “Um profeta só é desprezado na sua terra, entre os seus parentes e em sua casa”. Apesar disto, Jesus não desanimou e continuou a percorrer as aldeias dos arredores, pregando a Boa Nova do Reino de Deus. Se alguém pensa que na vida tudo são aplausos e saúde, será melhor ler de novo o evangelho deste domingo, para não se enganar.

08-07-2018

No episódio da vida de Jesus, narrado no evangelho, cumprem-se as palavras de S. João: “Veio para os seus e os seus não O receberam”. Uma situação idêntica aconteceu ao profeta Ezequiel, como nos narra a primeira leitura. O povo de Israel não dá importância a Ezequiel e é indiferente às suas palavras que transmitem a mensagem de Deus. Mas Deus pede-lhe que continue a profetizar em seu nome, afirmando: “eles e os seus pais ofenderam-me…é a esses filhos de cabeça dura que te envio. Podem escutar-te ou não, porque são uma casa de rebeldes, mas saberão que há um profeta no meio deles”.

Hoje, como enfrentamos situações idênticas à de Ezequiel e de Jesus? A mensagem de Deus que anunciamos, tantas vezes, não é escutada. Em nenhum momento deveremos atirar a toalha ao chão, mas continuar a trabalhar na construção do Reino de Deus não só com as nossas palavras, mas sobretudo com as nossas acções, não pregando as nossas ideias, mas Deus e a sua mensagem de amor.

Na vida, experimentamos momentos de alegria e de felicidade, mas também provas duras, e fracassos. São Paulo também experimentou açoites, prisão, ameaças e perseguições. Hoje, tantas pessoas são humilhadas! Pais são humilhados por filhos ingratos! Trabalhadores humilhados pelos seus patrões! E nas paróquias, tantas humilhações, teimosia e pretensões de superioridade e de protagonismo em pessoas que exercem ministérios e pertencem a movimentos! Mais do que nunca, é nos momentos difíceis que nos devemos abandonar totalmente nas mãos de Deus e continuar a trabalhar para o seu Reino, sem desanimar, confiantes da força e da graça que Ele nos dá. Ezequiel teve a coragem para continuar a sua missão; S. Paulo, perante a sua doença, que nos fala na segunda leitura, continuou a anunciar a Boa Nova da Salvação e Jesus continuou a anunciar o Reino de Deus até ao ponto de dar a sua vida na cruz.

Que o Senhor nos conceda sempre a força para anunciar a Boa Nova de Jesus Cristo aos nossos irmãos, sobretudo àqueles que não conhecem Deus. Se não nos derem atenção, a responsabilidade é deles. Nunca deixemos de ajudar os outros, sem esperar frutos a curto prazo. Perante as dificuldades e os fracassos, saibamos, como canta o salmista, ter os olhos levantados para o Senhor, até que se compadeça de nós.

Em Cogula vai ter um teste no âmbito “Aldeia Segura, Pessoas Seguras”

Na sequência dos grandes incêndios ocorridos no ano de 2017 em Portugal, o governo criou o programas “Aldeia Segura, Pessoas Seguras”, procurando definir procedimentos e medidas de proteção de pessoas e de aglomerados populacionais, em caso de ocorrência de um incêndio florestal.

Cogula, a par de mais algumas povoações do concelho de Trancoso, figura a lista de aldeias e aglomerados populacionais considerados de maior risco pelo Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF). Assim sendo, na próxima segunda feira, dia 9 de julho, irá decorrer, pelas 16 horas, um exercício de teste do plano de evacuação deste aglomerado.
A coordenação da ação contará com o envolvimento de diferentes entidades, entre elas a Junta de Freguesia de Cogula, o Município de Trancoso, GNR, Bombeiros e CDOS da Guarda.

Por:Freg.Fornos, ADFA

Novo conselho local da JMV de Fornos de Algodres

Foi recentemente eleita a nova equipa que compõe o Conselho Local da Juventude Mariana Vicentina de Fornos de Algodres.

Assim sendo, o presidente continua a ser Jerome Alexandre que foi reeleito , passando a ter com secretária Silvia Moreira e tesoureiro o jovem Tiago Cabral.

Foto:JMVFA

Marchas Populares animam Mangualde

A noite de domingo, 17 de junho, as ruas mangualdenses vão, mais uma vez, encher-se de cor, música e muita animação com as tradicionais Marchas Populares.

Pelas 21h30, os grupos saem em desfile do Largo Dr. Couto (Câmara Municipal) em direção à Rotunda da Casa do Povo, sentido ascendente. Pela ordem de atuação e no sentido descendente dá-se início às atuações que seguem depois em direção ao Mercado Municipal (paragem de autocarros), onde termina. A iniciativa é organizada pela Câmara Municipal de Mangualde.

 As coreografias que vão assinalar esta época de Santos Populares são protagonizadas pelas Marchas da União das Freguesias de Santiago de Cassurrães e Póvoa de Cervães, Marchas Populares de Alcafache, Marchas S. Pedro entre os Santos Populares/Espinho, Marchas Populares de Quintela de Azurara, Marchas da Junta de Freguesia de Abrunhosa-a-Velha, Marchas Populares Mesquitela / Mourilhe e Marchas da Associação Mangualde Azurara. A noite terá ainda a gastronomia típica dos Santos Populares, com as Tasquinhas Típicas, e muita animação.

Centro de Portugal recebeu visita da Ministra do Turismo da Jordânia

O Centro de Portugal recebeu nesta sexta-feira, a visita da Ministra do Turismo e das Antiguidades do Reino Hachemita da Jordânia. Lina Mazhar Ennab pernoitou em Fátima e dedicou o dia a conhecer a forma como a região estrutura o turismo religioso e patrimonial.

A preenchida agenda da governante incluiu uma reunião sobre promoção turística, que manteve com Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal e da Agência Regional de Promoção Turística Centro de Portugal, e Alexandre Marto, vice-presidente da ACISO – Associação Empresarial Ourém-Fátima.

“A Ministra do Turismo da Jordânia mostrou-se muito interessada em inteirar-se da forma como o destino Fátima tem vindo a promover, nacional e internacionalmente, o turismo religioso no Centro de Portugal. O turismo religioso é também um produto turístico muito importante na Jordânia”, destacou Pedro Machado.

Outro ponto importante da agenda foi um almoço na Escola de Hotelaria de Fátima, onde a governante tomou contacto com os currícula e os métodos de formação dos alunos. “A ministra adiantou que a formação na área do turismo, em especial dos guias turísticos, é uma grande preocupação e uma prioridade na Jordânia, pois a especificidade da História religiosa do país não é fácil de explicar. Em cima da mesa ficou a possibilidade de um intercâmbio, que traga estudantes jordanos a escolas de hotelaria portuguesas, para aprenderem com as técnicas e conteúdos da formação nesta área”, disse Pedro Machado.

Lina Mazhar Ennab reuniu-se também com Luís Albuquerque, presidente da Câmara Municipal de Ourém, além de ter, naturalmente, conhecido o Santuário de Fátima. O dia terminou com uma visita ao Mosteiro da Batalha, um dos ícones dos Lugares Património Mundial no Centro de Portugal, onde foi recebida pelo diretor, Joaquim Ruivo, e pelo presidente da Câmara Municipal, Paulo Batista Santos. Aqui, a ministra jordana ficou ao corrente da forma como a região implementa uma ligação próxima entre o património e o turismo religioso.

Por:TP

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