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Religião

Avisos e liturgia do 2ºdomingo da Páscoa Unidade Pastoral Fornos de Algodres

igreja1 A liturgia deste 2º domingo da Páscoa apresenta-nos essa comunidade de Homens Novos que nasce da cruz e da ressurreição de Jesus: a Igreja. A sua missão consiste em revelar aos homens a vida nova que brota da ressurreição.
Na primeira leitura temos, na “fotografia” da comunidade cristã de Jerusalém, os traços da comunidade ideal: é uma comunidade fraterna, preocupada em conhecer Jesus e a sua proposta
de salvação, que se reúne para louvar o seu Senhor na oração e na Eucaristia, que vive na partilha, na doação e no serviço e que testemunha, com gestos concretos, a salvação que Jesus veio propor aos homens e ao mundo. É uma comunidade empenhada em conhecer e acolher a proposta de salvação que vem de Jesus, através do testemunho dos apóstolos.Ano A - Tempo Pascal - 2ª Domingo - Folheto Dominical

A segunda leitura recorda aos membros da comunidade cristã que a identificação de cada crente com Cristo, nomeadamente com a sua entrega por amor ao Pai e aos homens, conduzirá Ler Mais »

Peregrinação a Fátima a partir de Gouveia

fatima_300Todos os interessados em se deslocar a Fátima, no próximo dia 13 de maio, a fim de assistirem às cerimónias religiosas que irão contar com a presença de Sua Santidade o Papa Francisco, o Município de Gouveia vai colaborar nos transportes.

Para o efeito, o Município procedeu ao aluguer de autocarros que farão o transporte das pessoas interessadas, sendo que os lugares serão necessariamente limitados.

Nesse sentido, todos os interessados poderão fazer a inscrição no Posto de Turismo de Gouveia. As inscrições estarão abertas a todas as pessoas com mais de 12 anos de idade, desde que se façam acompanhar por adultos.

Em relação aos restantes peregrinos, exige-se que possuam plena autonomia, já que, como é expectável, os autocarros poderão ficar estacionados a uma distância considerável do Santuário de Fátima, sendo inevitável que os peregrinos se desloquem pelos seus próprios meios de e para o Santuário.

Contudo, uma equipa de voluntários do Agrupamento 256 de Escuteiros de Gouveia prestará algum apoio localmente.

Do programa que antecede a partida dos peregrinos para a Cova da Iria, está prevista, no dia 12 de maio, a realização da tradicional procissão das velas, seguindo-se um Concerto Mariano pelo grupo Vox Angelis na Igreja de S. Pedro. A partida dos peregrinos em direção a Fátima está prevista para as 00h15 do dia 13 de maio.  

Por:Mun.Gouveia

Encenação da Via-Sacra em Pinhel

17917157_1780453261981451_3564942226980178798_oNa noite desta Sexta-Feira Santa,  pelas 21.30h, a cidade de Pinhel volta a ser palco de uma grande manifestação artística de Fé através da Encenação da Via-Sacra. Ler Mais »

Maria Teresa Maia Gonzalez com novas publicações infantis

17760106_1761498323888118_4993538708108391462_nA escritora fornense Maria Teresa Maia Gonzalez lançou recentemente mais dois livros para os mais novos.

Assim, “Tens uma Mensagem” e “O Livro da Avé Maria” são os títulos das duas publicações que a escritora fornense escreveu para as crianças, nesta altura, que estamos a pouco menos de um mês para a vinda do Papa Francisco ao Centenário das Aparições de Fátima.

Ambos livros transmitem uma bela mensagem, mas também uma oração para ler, rezar e viver.

Em suma , duas boas obras infantis para as crianças nesta quadra festiva.

Por:Sofia Pacheco

Foto:Zero a oito

Bênção de Ramos na região

20170409_114615 Neste domingo de Ramos, por toda a região, as comunidades saíram à rua, para participar na Bênção dos Ramos.

O momento foi vivido, com uma procissão até à Igreja para a celebração da eucaristia dominical.ramos carapito1 ramos em Vila franca

Avisos e Boletim da Unidade Pastoral Fornos de Algodres

t-igrejaDomingo de Ramos

A liturgia deste Domingo de Ramos convida-nos a contemplar esse Deus que, por amor, desceu ao nosso encontro, partilhou a nossa humanidade, fez-se servo dos homens, deixou-se matar para que o egoísmo e o pecado fossem vencidos. A cruz, que a liturgia deste domingo coloca no horizonte próximo de Jesus, apresenta-nos a lição suprema, o último passo desse caminho de vida nova que, em Jesus, Deus nos propõe: a doação da vida por amor.

Ano A - Tempo da Quaresma - Domingo de Ramos - Folheto Dominical

A primeira leitura apresenta-nos um profeta chamado por Deus a testemunhar no meio das nações a Palavra da salvação. Apesar do sofrimento e da perseguição, o profeta confiou em Deus e concretizou, com teimosa fidelidade, os projetos de Deus. O profeta não se demite: a paixão pela Palavra sobrepõe-se ao sofrimento e mostra toda a sua confiança no Senhor, que não abandona aqueles a quem chama. A certeza de que não está só, mas de que tem a força de Deus, torna o profeta mais forte do que a dor, o sofrimento, a perseguição. Por isso, o profeta “não será confundido”. Os primeiros cristãos viram neste “servo” a figura de Jesus.

A segunda leitura apresenta-nos o exemplo de Cristo. Ele prescindiu do orgulho e da arrogância, para escolher a obediência ao Pai e o serviço aos homens, até ao dom da vida. É esse mesmo caminho de vida que a Palavra de Deus nos propõe. Jesus não deixou de ser Deus; mas aceitou descer até aos homens, fazer-Se servidor dos homens, para garantir vida nova para os homens. Esse “abaixamento” assumiu mesmo foros de escândalo: Jesus aceitou uma morte infamante, a morte de cruz, para nos ensinar a suprema lição do serviço, do amor radical, da entrega total da vida. No entanto, essa entrega completa ao plano do Pai não foi uma perda nem um fracasso: a obediência e entrega de Cristo aos projetos do Pai resultaram em ressurreição e glória. Em consequência da sua obediência, do seu amor, da sua entrega, Deus fez d’Ele o “Kyrios” (“Senhor”).

O Evangelho convida-nos a contemplar a paixão e morte de Jesus: é o momento supremo de uma vida feita dom e serviço, a fim de libertar os homens de tudo aquilo que gera egoísmo e escravidão. Na cruz, revela-se o amor de Deus – esse amor que não guarda nada para si, mas que se faz dom total.

A morte de Jesus tem de ser entendida no contexto daquilo que foi a sua vida. Desde cedo, Jesus apercebeu-se de que o Pai O chamava a uma missão: anunciar esse mundo novo, de justiça, de paz e de amor para todos os homens. Para concretizar este projecto, Jesus passou pelos caminhos da Palestina “fazendo o bem” e anunciando a proximidade de um mundo novo, de vida, de liberdade, de paz e de amor para todos. Ensinou que Deus era amor e que não excluía ninguém, nem mesmo os pecadores; ensinou que os leprosos, os paralíticos, os cegos, não deviam ser marginalizados, pois não eram amaldiçoados por Deus; ensinou que eram os pobres e os excluídos os preferidos de Deus e aqueles que tinham um coração mais disponível para acolher o “Reino”; e avisou os “ricos” (os poderosos, os instalados), de que o egoísmo, o orgulho, a auto-suficiência, o fechamento só podiam conduzir à morte. O projeto libertador de Jesus entrou em choque, como era inevitável, com a atmosfera de egoísmo, de má vontade, de opressão que dominava o mundo. A morte de Jesus é a consequência lógica do anúncio do “Reino”: resultou das tensões e resistências que a proposta do “Reino” provocou entre os que dominavam.

Temos a coragem de fazer da nossa vida uma entrega radical ao projecto de Deus e à libertação dos nossos irmãos? O que é que ainda entrava a nossa aceitação de uma opção deste tipo?

Por:Párocos da UPFA

Mangualde acolheu o Concerto Musical – Introitus Ensemble Vocal

0con1No passado sábado, a Igreja Paroquial de Mangualde acolheu o Concerto Musical – Introitus Ensemble Vocal e narração de Ricardo Carriço. O espetáculo, integrado na programação da Páscoa em Mangualde 2017, contou com a presença do Vereador da Cultura da autarquia mangualdense, João Lopes. No domingo, realizou-se uma Via Sacra no Monte Senhora do Castelo, à qual se seguiu a celebração eucarística na Igreja da Nª Sr.ª do Castelo.

A Páscoa em0con Mangualde é uma organização da Câmara Municipal de Mangualde e da Paróquia de Mangualde, em parceria com a Santa Casa da Misericórdia de Mangualde e do Centro Cultural e Recreativo de Santo Amaro de Azurara e decorre até 16 de abril com um programa dedicado ao efeito.

CONCERTOS, VIA SACRA, CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICAS, BÊNÇÃO DE RAMOS, AMENTAR DAS ALMAS E VIGÍLIA PASCAL FAZEM PARTE DA PROGRAMAÇÃO

Neste sábado, dia 8, o Largo da Igreja da Misericórdia acolhe o Amentar das Almas pelo Grupo de Cantares de Santo Amaro de Azurara, Grupo de Cantares de Alcofra, Vouzela, Grupo de Cantares Amigos de Macieira, Águeda, Grupo de Cantares de Proença-a-Velha, Banda Filarmónica de Abrunhosa-a-Velha, Banda Filarmónica de Lobelhe, Banda Filarmónica de Vila Cova e Banda Filarmónica de Tibaldinho. O Domingo de Ramos terá dois momentos especiais. Às 11h00 decorrerá a bênção dos Ramos, seguida de Procissão e Missa Solene, na Igreja de Nossa Senhora do Desterro (Capela do Rebelo) e às 16h30, o Concerto Musical pela Orquestra de Câmara da Banda de Música da GNR, na Igreja Paroquial de Mangualde.

Na 5ª feira santa, dia 13, a Igreja Paroquial de Mangualde acolhe, às 21h00, a M0.1conissa da Ceia do Senhor, e na 6ª feira, realizar-se-á uma Via Sacra na cidade de Mangualde, pelos Escuteiros de Mangualde e pelos Escuteiros de Ranhados, Viseu. A via sacra sai da Igreja Nossa Senhora do Desterro (Capela do Rebelo), às 21h30, e irá até à Igreja Paroquial de Mangualde. A Vigília Pascal realiza-se no sábado, dia 15, às 21h30, terminando as celebrações com a missa solene do domingo de páscoa, às 11h00, na Igreja Paroquial de Mangualde.

 PROGRAMA | PÁSCOA EM MANGUALDE’17

8 de abril

21h30 | Amentar das Almas

Grupo de Cantares de Santo Amaro de Azurara; Grupo de Cantares de Alcofra, Vouzela; Grupo de Cantares Amigos de Macieira, Águeda; Grupo de Cantares de Proença-a-Velha; Banda Filarmónica de Abrunhosa-a-Velha; Banda Filarmónica de Lobelhe; Banda Filarmónica de Vila Cova; Banda Filarmónica de Tibaldinho.

Largo da Igreja da Misericórdia

 

9 de abril

Domingo de Ramos

11h00 | Bênção dos Ramos, seguida de Procissão e Missa Solene.

Igreja de Nossa Senhora do Desterro (Capela do Rebelo)

16h30 | Concerto musical – Orquestra de Câmara da Banda de Música da GNR

Igreja Paroquial de Mangualde

 

13 de abril

21h00 | Missa da Ceia do Senhor

Igreja Paroquial de Mangualde

 

14 de abril

21h30 | Via Sacra

Na cidade de Mangualde, pelos Escuteiros de Mangualde e pelos Escuteiros de Ranhados, Viseu.

Percurso: Igreja Nossa Senhora do Desterro (Capela do Rebelo) até À Igreja Paroquial de Mangualde

 

15 de abril

21h30 | Vigília Pascal

 

16 de abril

Domingo de Páscoa

11h00 | Missa solene

Igreja Paroquial de Mangualde

Por:Mun.Mangualde

V Jornadas da Misericórdia em Mangualde

Vai ter lujorn misericogar, no mês de maio, a quinta edição das jornadas da Misericórdia, na Biblioteca Municipal de Mangualde, a 19 de maio.

Sob o tema: Portugal Interior, UMA GERAÇÃO DEPOIS”
Setor social, factos, desafios e escolhas…

Dentro de um quarto de século, uma nova geração habitará e trabalhará em Portugal. A demografia, em particular no interior de Portugal, levará a mudanças substanciais nas nossas vidas. Provavelmente, se nada for feito, o interior de Portugal continuará a esvaziar-se de pessoas e o setor da economia social passará por um enorme processo de transformação, que o adeque às necessidades de uma época necessariamente diferente das de hoje.
Fruto de uma época de grande velocidade e volatilidade, antevemos um futuro desconhecido e incerto, onde os desafios na área social serão enormes e as escolhas inevitáveis.
Cientes das exigências que o futuro nos reserva, pretendemos que estas jornadas sejam consequentes, ajudando-nos a perspetivar o futuro e a fazer as escolhas que melhor se adequem às necessidades dos nossos territórios.

Por:Santa Casa da Misericórdia de Mangualde

Avisos e boletim dominical da Unidade Pastoral de Fornos de Algodres

Entrámos no 416668062_1418842638146783_802567592_oº domingo da quaresma, Ano A, desta maneira, deixamos os avisos e boletim dominical da Unidade Pastoral de Fornos de Algodres.

Ano A - Tempo da Quaresma - 4º Domingo - Folheto Dominical

No Evangelho, Jesus apresenta-se como “a luz do mundo”; a sua missão é libertar os homens das
trevas do egoísmo, do orgulho e da auto-suficiência. Aderir à proposta de Jesus é enveredar por um
caminho de liberdade e de realização que conduz à vida plena. Da ação de Jesus nasce, assim, o
Homem Novo, isto é, o Homem elevado às suas máximas potencialidades pela comunicação do
Espírito de Jesus.
O nosso texto não é uma reportagem jornalística sobre a cura de um cego; mas é uma catequese,
na qual se apresenta Jesus como a “luz” que veio iluminar o caminho dos homens. O “cego” da
nossa história é um símbolo de todos os homens e mulheres que vivem na escuridão, privados da
“luz”, prisioneiros dessas cadeias que os impedem de chegar à plenitude da vida.
Depois, o texto coloca em cena várias personagens; essas personagens vão assumir representar
vários papéis e assumir atitudes diversas diante da cura do cego. Os primeiros a ocupar a cena são
os vizinhos e conhecidos do cego: representam aqueles que percebem a novidade da proposta que
Jesus traz, que sabem que essa proposta é libertadora, mas que vivem na inércia, no comodismo e
não estão dispostos a sair do seu “cantinho”, do seu mundo limitado, para ir ao encontro da “luz”.
Um outro grupo interveniente é o dos fariseus: representam aqueles que têm conhecimento da
novidade de Jesus, mas não estão dispostos a acolhê-la e sentem-se mais confortáveis nos seus
esquemas de escravidão e auto-suficiência e não estão dispostos a renunciar às “trevas”.
Depois, aparecem em cena os pais do cego que simplesmente aceitam constatar o acontecimento:
representam todos aqueles que, por medo, preferem continuar na escravidão, não provocar os
dirigentes ou a opinião pública, do que correr o risco de aceitar a proposta transformadora de Jesus.
Finalmente, reparemos no “percurso” que o homem curado por Jesus faz. Antes de se encontrar
com Jesus, é um homem prisioneiro das “trevas”, dependente e limitado. Depois, encontra-se com
Jesus e recebe a “luz” (do encontro com Jesus resulta sempre uma proposta de vida nova para o
homem).
Quais são os esquemas, comportamentos e valores que devem ser definitivamente saneados da
minha vida, a fim de que eu seja um testemunho da “luz”?

Por:Párocos da Unidade Pastoral de Fornos de Algodres

Avisos e Reflexão das Paróquias de Aguiar da Beira

igreja AB3ºDomingo da Quaresma-Ano A

19-03-2017

A Palavra de Deus que hoje nos é proposta afirma,essencialmente, que o nosso Deus está sempre presente ao longo da nossa caminhada pela história e que só Ele nos oferece um horizonte de vida eterna, de realização plena, de felicidade perfeita. A primeira leitura mostra como Jahwéh acompanhou a caminhada dos hebreus pelo deserto do Sinai e como, nos momentos de crise, respondeu às necessidades do seu Povo. O quadro revela a pedagogia de Deus e dá-nos a chave para entender a lógica de Deus, manifestada em cada passo da história da salvação. A segunda leitura repete, noutros termos, o ensinamento da primeira: Deus acompanha o seu Povo em marcha pela história; e, apesar do pecado e da infidelidade, insiste em oferecer ao seu Povo – de forma gratuita e incondicional – a salvação.
O Evangelho também não se afasta desta temática… Garante-nos que, através de Jesus, Deus oferece ao homem a felicidade (não a felicidade ilusória, parcial e falível, mas a vida eterna). Quem acolhe o dom de Deus e aceita Jesus como “o salvador do mundo” torna-se um Homem Novo, que vive do Espírito e que caminha ao encontro da vida plena e definitiva.
A modernidade criou-nos grandes expectativas. Disse-nos que tinha a resposta para todas as nossas procuras e que podia responder a todas as nossas necessidades. Garantiu-nos que a vida plena estava na liberdade absoluta, numa vida vivida sem dependência de Deus; disse-nos que a vida plena estava nos avanços tecnológicos, que iriam tornar a nossa existência cómoda, eliminar a doença e protelar a morte; afirmou que a vida plena estava na conta bancária, no
reconhecimento social, no êxito profissional, nos aplausos das multidões, nos “cinco minutos” de fama que a televisão oferece… No entanto, todas as conquistas do nosso tempo não conseguem calar a nossa sede de eternidade, de plenitude, dessa “mais qualquer coisa” que nos falta para sermos, realmente, felizes.

A afirmação essencial que o Evangelho de hoje faz é: só Jesus Cristo oferece a água que mata definitivamente a sede de vida e de felicidade do homem. Essa “água viva” de que Jesus fala faz-nos pensar no batismo. Para cada um de nós, esse foi o começo de uma caminhada com Jesus… Nessa altura acolhemos em nós o Espírito
que transforma, que renova, que faz de nós “filhos de Deus” e que nos leva ao encontro da vida plena e definitiva. Atentemos no pormenor do “cântaro” abandonado pela samaritana, depois de se encontrar com Jesus… O “cântaro”significa e representa tudo aquilo que nos dá acesso a essas propostas limitadas, falíveis, incompletas de felicidade. O abandono do “cântaro” significa o romper
com todos os esquemas de procura de felicidade egoísta, para abraçar a verdadeira e única proposta de vida plena. Eu estou disposto a abandonar o caminho da felicidade egoísta, parcial, incompleta, e a abrir o meu coração ao Espírito que Jesus
me oferece e que me exige uma vida nova? A samaritana, depois de encontrar o “salvador do mundo” que traz a água que mata a sede de felicidade, não se fechou em casa a gozar a sua descoberta; partiu para a cidade, a propor aos seus concidadãos a verdade que tinha encontrado?

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