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Religião

Peregrinação das Misericórdias em Fátima

Fátima acolheu este sábado, a  Peregrinação Nacional das Misericórdias, onde no Recinto de Oração, em direção à Basílica da Santíssima Trindade.

  Ali foi celebrada Missa, presidida por D. José Traquina, bispo de Santarém e presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana.

Por:SF

Milhares de peregrinos na procissão de velas em Mangualde

Tiveram início na tarde, desta sexta-feira, as festividades em honra de N.S. do Castelo, em terras de mangualdenses, com milhares de pessoas a deslocarem-se dos mais variados pontos da região., afim de participar  na Procissão de Velas.

Liturgia dominical e avisos das UPAB/UPFA

22º DOMINGO COMUM (ANO B)

Eis a questão: somos religiosos, homens e mulheres de fé, ou ritualistas? A nossa relação com Deus não consiste em coisas e gestos exteriores, como acreditavam os fariseus, os quais Cristo trata com tanta dureza no texto do evangelho. Através de práticas exteriores, os fariseus esqueceram-se da fidelidade ao Senhor e ficaram pelo ritualismo, ou seja, pelo cumprimento de acções e tradições.

02-09-2018

A verdadeira religião não é só dos lábios para fora. Jesus recorda a afirmação do profeta Isaías: “Este povo honra-Me com lábios, mas o seu coração está longe de Mim. É vão o culto que Me prestam, e as doutrinas que ensinam não passam de preceitos humanos”. Muitas vezes, substituímos a verdadeira religião por ritos, costumes, piedades e tradições: vamos à missa, baptizamos as nossas crianças, fazemos a festa da primeira comunhão dos filhos, casamos pela Igreja, pedimos um funeral cristão para os nossos familiares e ficamos por aqui. Somente isto não basta. Cristo não desprezou as normas de vida dos judeus. Ele disse que não tinha vindo para abolir a lei, mas para dar cumprimento e levá-la à perfeição. Jesus pede-nos que não nos conformemos com a aparência exterior. Ele condena o legalismo formalista, sem alma, sem sensibilidade, sem caridade, que escraviza mais do que liberta. O mais importante é a fé em Jesus, morto e ressuscitado, glorificado pelo Pai. A fé é a atitude transcendental do coração do homem, para quem Jesus é tudo, como a sua escala de valores e princípios e as suas esperanças eternas. A atitude transcendental é a obediência a Deus, ou seja, seguir os princípios de uma reta consciência e bem formada e o serviço desinteressado ao próximo. Assim, a fé é a atitude transcendental do coração como estilo de vida: sem esta fé, não faremos uma experiência de encontro com Deus na celebração dos sacramentos e de alguns exercícios de piedade. Resumindo, é vontade de Deus que cada um de nós seja homem e mulher que acredita e não somente que pratica. É necessário colocar alma, espírito, coração e vida na celebração e na vivência da nossa fé. Alguns exemplos para pensar: algumas festas de primeira comunhão são tão faustosas, sendo um escândalo económico, social e religioso; algumas celebrações de matrimónio são tão “sem sabor”; algumas procissões e peregrinações parecem mais uma feira. Será isto agradável a Deus? Perante estas situações, o que diria Jesus? Agora entendemos o facto de Jesus ter sido tão duro com os fariseus ritualistas que se preocupavam somente com as práticas exteriores e esqueciam-se da fé em Deus. Por isso, Jesus, entre o homem e o sábado, preferiu o homem. É de fixar as palavras de Jesus: “não há nada fora do homem que o torna impuro; porque do interior do homem é que saem as más intenções: imoralidades, roubos, assassínios, adultérios, cobiças, injustiças, fraudes, devassidão, inveja, difamação, orgulho, insensatez. Todos estes vícios saem do interior do homem e são eles que o tornam impuro”. É importante reflectir: como sou eu? Religioso ou ritualista? Crente ou só cumpridor? Cumpro a vontade de Deus e estou ao serviço do próximo? Fujamos do farisaísmo e do ritualismo sem fé e sem alma. Foram os “praticantes” que levaram Cristo à cruz e o crucificaram. A principal regra moral do cristão é discernir o que lhe diz a sua consciência e, em seguida, agir em conformidade, ser coerente, traduzir em actos o que lhe vai na alma e no coração.

http://www.liturgia.diocesedeviseu.pt/

Encontro Anual de Antigos Seminaristas em Fornos de Algodres

Vai realizar-se  o Encontro Anual de Antigos Seminaristas, no sábado, dia 1 de Setembro, realiza-se no Seminário de Fornos de Algodres.  o O inicío está marcado para as 9h30, com acolhimento.

Às 10h30, terá lugar a Eucaristia, que será solenizada pelo Ad Libitum e pelo Coral Lopes Morago.
Por volta do meio dia, realiza-se a Assembleia-Geral, com eleição dos órgãos sociais para o mandato 2018-2021.
O almoço será às 13h00 horas, seguindo a habitual tarde de convívio, com Dão de Honra às 16h30.

Liturgia e avisos do 19ºdomingo TC

A liturgia do 19º Domingo do Tempo Comum dá-nos conta, uma vez mais, da preocupação de Deus em oferecer aos homens o “pão” da vida plena e definitiva. Por outro lado, convida os homens a prescindirem do orgulho e da auto-suficiência e a acolherem, com reconhecimento e gratidão, os dons de Deus. A primeira leitura mostra como Deus Se preocupa em oferecer aos seus filhos o alimento que dá vida. Deus retempera as forças do profeta Elias e manifesta-se o Deus da bondade e do amor, cheio de solicitude para com os seus filhos, que anima os seus profetas e lhes dá a força para testemunhar, mesmo nos momentos de dificuldade e de desânimo. A cena apresenta-nos um Elias abatido, deprimido e solitário face à incompreensão e à perseguição de que é alvo. O profeta sente que falhou, que a sua missão está condenada ao fracasso e que a sua luta o conduziu a um beco sem saída; sente medo e está prestes a desistir de tudo…

No entanto, Deus não está longe e não abandona o seu profeta. A segunda leitura mostra-nos as consequências da adesão a Jesus, o “pão” da vida… Quando alguém acolhe Jesus torna-se um Homem Novo, que renuncia à vida velha do egoísmo e do pecado e que passa a viver na caridade, a exemplo de Cristo. Pelo Baptismo, cada cristão tornou-se morada do Espírito; e ao acolher o Espírito, recebeu um sinal ou selo que prova a sua pertença a Deus. Tem, portanto, de viver em consequência e de expressar, nas suas ações concretas, a vida nova do Espírito. Como exemplo concreto, os crentes têm diante dos olhos Cristo, o Filho bem-amado de Deus que, cumprindo os projectos do Pai, ofereceu a sua vida por amor aos homens. O Evangelho apresenta Jesus como o “pão” vivo que desceu do céu para dar a vida ao mundo. Para que esse “pão” sacie definitivamente a fome de vida que reside no coração de cada homem ou mulher, é preciso “acreditar”, isto é, aderir a Jesus, acolher as suas propostas, aceitar o seu projecto, segui-l’O no “sim” a Deus e no amor aos irmãos. Os interlocutores de Jesus não aceitam a sua pretensão de Se apresentar como “o pão que desceu do céu”. Eles conhecem a sua origem humana. Em consequência, eles não podem aceitar que Jesus Se arrogue a pretensão de trazer aos homens a vida de Deus. Em lugar de discutir a questão da sua origem divina, Jesus prefere denunciar aquilo que está por detrás da atitude negativa dos judeus face à proposta que lhes é feita: eles não têm o coração aberto aos dons de Deus e recusam-se a aceitar os desafios de Deus… O que é decisivo, neste processo, é o “acreditar”. Essa vida que Jesus está disposto a oferecer não é uma vida parcial, limitada e finita; mas é uma vida verdadeira e eterna. “Vida plena” não indica aqui, apenas, um “tempo” sem fim; mas indica, sobretudo, uma vida com uma qualidade única, com uma qualidade ilimitada, uma vida total, a vida do homem plenamente realizado.

Por:UPFA/AB

Eucaristia nas Fuinhas em direto na TVI-19 de agosto

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Depois de muito tempo depois, uma benesse para esta região, sobretudo o concelho de Fornos de Algodres, mais concretamente a localidade de Fuinhas, foi contemplada pela TVI, com a transmissão da Eucaristia Dominical.

Assim , neste domingo, 19 de agosto, pelas 11 horas, a Igreja das Fuinhas vai ser pequena demais para acolher tantos fiéis que chegam de toda a parte, para assistir à Santa Missa.

Uma manhã em cheio para  a localidade e para todas as pessoas.

Por:AP foto:DR

Oferta de uma bicicleta de fisioterapia para Misericórdia de Mangualde

A Misericórdia de Mangualde foi contemplada nesta segunda -feira com a oferta de uma bicicleta de fisioterapia, na passagem da 80ª edição da prova rainha do ciclismo nacional “ Volta a Portugal”, pela cidade de Viriato.
Para o Provedor, José Tomás, “este equipamento vai contribuir para a promoção da boa forma física, dos residentes das diferentes respostas sociais da Misericórdia. Trata-se de um ato simbólico para com aqueles que mais precisam, que muito agradecemos.”
A Vice-Provedora, Isabel Couto e o Mesário, Carlos Coutinho, representaram a Misericórdia de Mangualde nesta Cerimónia.
Esta ação inovadora resulta da assinatura de um protocolo entre o Banco Santander, a União das Misericórdias Portuguesas e a Podium Events de apoio à população sénior, que prevê a entrega de várias bicicletas de fisioterapia à população sénior residente nas localidades das etapas da 80ª Volta a Portugal em Bicicleta.

Por:SMM

Liturgia e avisos 18ºdomingo TC

Depois do milagre da multiplicação dos pães, aquelas pessoas, em vez de regressarem às suas casas, foram à procura de Jesus, porque lhes tinha saciado com pão. Ficaram somente pela alegria de ter comido o pão, ou seja, não perceberam o milagre. Era importante que o olhar da multidão fosse para além do comer o pão, ou seja, procurassem aquele alimento que dá a vida para sempre. Somente Jesus pode dar este alimento e a única maneira de o receber é acreditar Nele.05-08-2018
Quando lhe perguntaram sobre as obras que serão necessárias fazer para ter este alimento, Jesus responde que a única obra necessária é acreditar Nele. Por isso, Jesus apresenta-se assim: “Eu sou o pão da vida: quem vem a Mim nunca mais terá fome, quem acredita em Mim nunca mais terá sede”.
O ser humano não é só corpo. Tem sentimentos e necessita de afectos e carinho. Quem se preocupa somente em saciar o corpo é viver só a nível físico. O pão material é importante, mas também é o pão espiritual.
Na primeira leitura, do Livro do Êxodo, é-nos dito que Israel começou a murmurar contra Moisés e Aarão: “Antes tivéssemos morrido no Egipto, quando estávamos sentado ao pé das panelas de carne e comíamos pão até nos saciarmos. Trouxestes-nos a este deserto, para deixar morrer à fome toda esta multidão”. Por intercessão de Moisés, Deus enviou o maná, o pão descido do céu. O maná é o anúncio de Jesus Cristo, o pão da Eucaristia. O maná não dava vida; todos os que dele se alimentavam iriam, mais cedo ou mais tarde, voltar a ter fome. Jesus Cristo, o verdadeiro Pão, dá a vida para sempre e mata tantas outras fomes: a fome de amor, de felicidade, de verdade, de segurança, de vida. O pão material só restaura as forças, não evita a morte. Mas o pão espiritual dá vida, porque destrói a morte. Por isso, Jesus Cristo é o pão da vida, do qual o maná era somente a figura. Deus continua a dar o seu pão aos que têm fome. Esse pão é o seu Filho que nos é servido em dois pratos: o pão da Palavra e o pão da Eucaristia. Infelizmente, alguns ficam felizes e saciados somente com a “panela de carne” do Egipto! O que é preocupante é não ter fome das coisas mais importantes, ou seja, é ficar satisfeito com a “panela de carne” que nos oferece o mundo: os vícios, as paixões, o egoísmo, a ganância, a indiferença.
Todos sabemos donde surge e como é feito o pão. A semente é lançada à terra, germina, dá a espiga que é cortada. Depois o grão é triturado no moinho. Assim aconteceu com Cristo, o Pão vivo. Durante 30 anos foi crescendo em Nazaré. Tornou-se espiga na sua vida pública, fazendo o bem, ensinando e curando. Depois, passou pelo “moinho” da sua paixão, onde se deixou triturar pelos golpes, pelas chicotadas, pela lança para se fazer Pão da nossa Eucaristia. É verdade que Cristo já se ofereceu por todos nós na cruz uma vez para sempre naquela primeira sexta-feira santa. Mas a Eucaristia torna presente aquilo que aconteceu uma só vez na história da humanidade: fazemos memória da paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo. A Eucaristia é o sacramento do sacrifício da Cruz, onde comemos o Pão que é a Palavra e o Corpo de Jesus. Por isso Jesus afirma: “Não foi Moisés que vos deu o pão do Céu; meu Pai é que vos dá o verdadeiro pão do Céu. Eu sou o pão da vida: quem vem a Mim nunca mais terá fome, quem acredita em Mim nunca mais terá sede”.
Façamos nossa a oração daquela multidão: “Senhor, dá-nos sempre desse pão”. Aquelas pessoas procuravam a solução para os seus problemas. Tantas vezes acontece o mesmo connosco, usando o Senhor! O pão material (a saúde, o trabalho, o alimento…) é importante, mas há algo mais importante: “Nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus”. Procuremos cumprir a vontade de Deus na nossa vida. Não fiquemos satisfeitos somente por “assistir” passivamente à missa. Jesus envia-nos a ser pão fresco e quentinho para os nossos irmãos, ajudando-os, confortando-os e escutando-os. Cumpriremos esta missão divina, quando abandonarmos as “panelas de carne” deste mundo (os vícios, o egoísmo, os nossos interesses) para nos alimentarmos com Jesus Cristo, o Pão da Vida, o verdadeiro Pão descido do Céu.

Fornenses Susana e Beatriz fazem missão em Cabo Verde

Cada vez mais os jovens portugueses, se dedicam a fazer missão em países africanos, desta forma, Susana e Beatriz, duas jovens fornenses, que integram o Projeto Universitário de Cabo Verde, vão estar em missão por Cabo Verde, até ao dia 7 de agosto.

Desta forma , estas jovens tiveram uma celebração de envio , na eucaristia vespertina da Igreja da Misericórdia de Fornos de Algodres, presidida pelo Padre Jorge.

 

Avisos e Liturgia do 14ºdomingo tempo comum

De certeza que em muitos momentos da nossa vida já experimentámos o fracasso e a humilhação. É uma experiência que não gostamos, porque desejamos ter sempre êxito e que tudo corra bem. Mas nem sempre é assim. Porém, é no fracasso e na humilhação que somos postos à prova. O texto do evangelho deste domingo narra-nos a visita de Jesus à sua terra, a Nazaré, para pregar. Mas Ele e a sua mensagem não são bem recebidos na sua terra. Todos conheciam Jesus desde pequenino e conheciam a sua família: “Não é Ele o carpinteiro, o Filho de Maria? De onde Lhe vem tudo isto? Que sabedoria é esta que Lhe foi dada e os prodigiosos milagres feitos pelas suas mãos?”. E ficaram perplexos a seu respeito. Jesus ficou admirado com a falta de fé daquela gente. Que humilhação! Jesus foi apanhado de surpresa, porque não esperava isto e nem merecia. Os habitantes de Nazaré deviam estar felizes e orgulhosos por um grande profeta ter saído da sua terra. Mas não foi assim. Não viram nada da grandeza de Jesus, porque estavam cegos com o seu orgulho, inveja e preocupações diárias. É um momento de grande sofrimento na vida de Jesus, a tal ponto de afirmar: “Um profeta só é desprezado na sua terra, entre os seus parentes e em sua casa”. Apesar disto, Jesus não desanimou e continuou a percorrer as aldeias dos arredores, pregando a Boa Nova do Reino de Deus. Se alguém pensa que na vida tudo são aplausos e saúde, será melhor ler de novo o evangelho deste domingo, para não se enganar.

08-07-2018

No episódio da vida de Jesus, narrado no evangelho, cumprem-se as palavras de S. João: “Veio para os seus e os seus não O receberam”. Uma situação idêntica aconteceu ao profeta Ezequiel, como nos narra a primeira leitura. O povo de Israel não dá importância a Ezequiel e é indiferente às suas palavras que transmitem a mensagem de Deus. Mas Deus pede-lhe que continue a profetizar em seu nome, afirmando: “eles e os seus pais ofenderam-me…é a esses filhos de cabeça dura que te envio. Podem escutar-te ou não, porque são uma casa de rebeldes, mas saberão que há um profeta no meio deles”.

Hoje, como enfrentamos situações idênticas à de Ezequiel e de Jesus? A mensagem de Deus que anunciamos, tantas vezes, não é escutada. Em nenhum momento deveremos atirar a toalha ao chão, mas continuar a trabalhar na construção do Reino de Deus não só com as nossas palavras, mas sobretudo com as nossas acções, não pregando as nossas ideias, mas Deus e a sua mensagem de amor.

Na vida, experimentamos momentos de alegria e de felicidade, mas também provas duras, e fracassos. São Paulo também experimentou açoites, prisão, ameaças e perseguições. Hoje, tantas pessoas são humilhadas! Pais são humilhados por filhos ingratos! Trabalhadores humilhados pelos seus patrões! E nas paróquias, tantas humilhações, teimosia e pretensões de superioridade e de protagonismo em pessoas que exercem ministérios e pertencem a movimentos! Mais do que nunca, é nos momentos difíceis que nos devemos abandonar totalmente nas mãos de Deus e continuar a trabalhar para o seu Reino, sem desanimar, confiantes da força e da graça que Ele nos dá. Ezequiel teve a coragem para continuar a sua missão; S. Paulo, perante a sua doença, que nos fala na segunda leitura, continuou a anunciar a Boa Nova da Salvação e Jesus continuou a anunciar o Reino de Deus até ao ponto de dar a sua vida na cruz.

Que o Senhor nos conceda sempre a força para anunciar a Boa Nova de Jesus Cristo aos nossos irmãos, sobretudo àqueles que não conhecem Deus. Se não nos derem atenção, a responsabilidade é deles. Nunca deixemos de ajudar os outros, sem esperar frutos a curto prazo. Perante as dificuldades e os fracassos, saibamos, como canta o salmista, ter os olhos levantados para o Senhor, até que se compadeça de nós.

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