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Religião

Fornense Maria Teresa Maia Gonzalez lança novo livro

A Fundação AIS e a escritora Maria Teresa Maia Gonzalez vão efetuar o  lançamento do livro «A Tua Dor Dói-me – A Compaixão Cristã», Lisboa, no próximo dia 13 de março, ás 18h.
Com a apresentação de Frei Hermínio Araújo, OFM, sacerdote franciscano, membro da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos, Capelão da Clínica Psiquiátrica de São José, Assistente Espiritual e Religioso do Hospital do Mar.

Esta obra trata o dom da compaixão, através de reflexões sobre as vidas de homens e mulheres que escolheram livremente seguir Jesus até às últimas consequências e que deixaram marcas indeléveis de compaixão. Foram vidas que tocaram e continuam a tocar a vida de muitos.

“Conforme Ele próprio disse, se vivermos a compaixão, faremos, também nós, milagres. Sim, milagres. Talvez não visíveis de imediato. Talvez não entendidos como tal. Mas eu creio firmemente que, quando nos aproximamos de um ser humano em sofrimento para, desinteressadamente, o acolher e confortar, dão-se sempre milagres.”

PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
Av. Marquês de Tomar, Lisboa (Sala Cónego Abranches)
Dia 13 de Março pelas 18h

Por:Fund. AIS

AFG-Soito e Casal de Cinza lideram taça distrital futsal

Disputou-se mais uma ronda na Taça distrital de futsal na AFGuarda, com  o Penaverdense a golear em Foz coa e o Casal de cinza suar para levar de vencida a turma da Mêda.

No Grupo B, o Soito lidera e venceu o CDC Pinheiro por oito bolas sem resposta, já o Vale Amoreira suou para derrotar as Lameirinhas.

Grupo A
Foz Côa 2-13 Penaverdense
GD Meda 5-6 Casal Cinza
Classificação:
1º Casal Cinza 15
2º Penaverdense 13
3º GD Meda 7
4º Foz Côa 0

Grupo B
Soito 8-0 Pinheiro
Lameirinhas 4-6 Vale Amoreira
Classificação:
1º Soito 13
2º Vale Amoreira 9
3º Lameirinhas 7
4º CDC Pinheiro 6

Liturgia do 1ºdomingo da Quaresma, Ano B

Como acontece em todo o Ano Litúrgico, os textos evangélicos dos cinco domingos da Quaresma terão sempre como figura central a pessoa de Jesus. Neste domingo e no próximo, refletiremos sobre as tentações e a transfiguração, dois momentos marcantes da vida de Jesus. Nos outros três domingos, ser-nos-ão apresentados outros momentos, salientando Jesus como Messias e Salvador: a expulsão dos comerciantes do Templo; o Filho de Homem não veio para condenar o mundo, mas para o salvar; e a necessidade de morrer, como o grão de trigo, para dar fruto. É importante ter uma visão global das mensagens que estes textos evangélicos nos querem comunicar na sucessão dos domingos da Quaresma deste ano.
Na primeira leitura, do livro do Génesis, encontramos a narração da aliança de Deus com Noé, salvo das águas do dilúvio. Segundo as primeiras páginas da Bíblia, Deus criou tudo maravilhosamente, mas a humanidade foi infiel e pecou. Por isso, no início da narração do dilúvio, afirma-se que Deus viu que a maldade era grande sobre a Terra. E quando o ser humano se afasta de Deus, há “dilúvio”, ou seja, há desgraça. Pelo facto de Deus ser bondoso e misericordioso, renova a aliança com a família de Noé e deixa o arco-íris, como sinal desta renovação. O que significa o símbolo do arco-íris? Que Deus é amigo e salvador da humanidade, que o Céu está ligado à Terra e que Deus perdoa sempre e concede-nos novas oportunidades. Na segunda leitura, S. Pedro diz-nos que Cristo morreu para reconciliar a humanidade com Deus. Tal como Deus, no tempo de Noé, salvou os justos de morrer afogados, esperando com paciência, enquanto se construía a arca, assim também Cristo salva-nos através das águas do batismo. Uma é a água que destrói, outra é a água que salva. O batismo faz-nos participar da vida, da morte e da ressurreição de Cristo e abre-nos o caminho para uma vida nova.

18-02-2018

Como é tradicional no primeiro domingo da Quaresma, o texto do evangelho fala-nos das tentações que temos no decorrer da nossa vida e que também Jesus fez esta experiência na sua vida. Mas o texto deste ano, que é do evangelista Marcos, não descreve as três tentações clássicas, mas limita-se somente a afirmar que “o Espírito Santo impeliu Jesus para o deserto, onde esteve quarenta dias, e foi tentado por Satanás”. O deserto, como figura bíblica, tem um duplo significado. Por um lado, é o lugar para onde Deus leva o seu povo depois de o libertar da escravidão do Egipto e acompanha-o durante quarenta anos. Por outro lado, o deserto é também o lugar onde Deus põe à prova o seu povo que, tantas vezes, lhe foi infiel. Assim, Jesus é levado ao deserto para vencer as tentações que poderiam ser obstáculos para realizar a missão que Deus lhe confiou.
Hoje, como sempre, não é fácil ser cristão comprometido. Todos somos confrontados com muitas tentações e nem sempre somos fiéis. Todos os dias, pedimos a Deus que não nos deixe cair na tentação, mas somos fracos. Hoje, quais são as tentações que podem prejudicar a nossa vida e o nosso testemunho de cristãos? São três: o individualismo, a crise de identidade e o pouco entusiasmo. Hoje, existe um certo complexo de inferioridade que nos leva a relativizar ou a esconder a nossa identidade cristã e as nossas convicções; há uma perda de entusiasmo missionário, um cansaço, uma saturação e, sobretudo, uma falta de alegria evangelizadora. Hoje, como sentimos bem a tentação da insegurança, do desânimo e, por vezes, do desespero! É muito importante aceitar o convite de “fazer deserto” na nossa vida, ou seja, que cada um se encontre com Deus para caminhar com Ele para a terra prometida.
Como vencer as tentações? Não podemos fugir às tentações, temos de saber conviver com elas, ou seja, com as diversas formas de mal que hoje existem. A resposta está na última frase do texto do evangelho deste domingo. “Arrependei-vos e acreditai no Evangelho”. Faz a experiência de deserto na tua vida: reza, reflete interiormente na vida e na Palavra de Deus, faz silêncio interior, reconcilia-te com Deus e com os irmãos. Assim, iremos encontrar o remédio e as forças para vencer todas as tentações e celebrar dignamente o mistério desta Páscoa, para que possamos um dia passar à Páscoa eterna.

UPAB

Quarta-feira de Cinzas é o primeiro dia da Quaresma.

A Quaresma representa os 40 dias que Jesus esteve no deserto, suportando todas as aflições e tentações. Neste sentido, a data representa o início de 40 dias de reflexões e arrependimentos, como forma de relembrar o sofrimento que Jesus passou na Terra. Todos os anos, a quaresma tem início na Quarta-feira de Cinzas, sempre um dia após o Carnaval.

Esse período se apresenta como símbolo de transformação e passagem, solenizando, dessa forma, a vulnerabilidade da vida e a suscetibilidade à morte. Os cristãos prezam muito por esta data, e seguem à risca todos os rituais da Quarta-feira de Cinzas.

O sufixo do nome, “cinzas”, tem origem unicamente religiosa. Como neste dia é comemorada a clássica missa das cinzas, o primeiro dia da quaresma recebeu este nome. Na missa das cinzas, são queimados os galhos louvados do Domingo de ramos, do ano passado. O ritual funciona da seguinte maneira: as cinzas são misturadas a água benta – essa mistura, posteriormente, será utilizada para sinalizar uma cruz na testa de cada fiel pelo padre, dizendo a seguinte frase: “Lembra-te que és pó e que ao pós voltarás”. Essa marca, deixada pelo padre no fronte dos cristãos, é mantida até o pôr do sol do mesmo dia. Somente após o cair da noite que se pode lavar esta marca.

O ritual realizado nas missas das cinzas remetem às antigas tradições do Oriente Médio, onde as pessoas costumavam jogar cinzas por cima de suas próprias cabeças, como sinal de arrependimento de seus pecados em face de Deus (fato contado várias vezes na Bíblia). O Catolicismo Romano difunde, ainda nesta data, as penitências de jejum e abstinência.

Portanto, na Quarta-feira de Cinzas, sob orientação da Igreja Católica, os fiéis fazem jejum ou não comem carne. Há vários anos existe esta tradição, que tem como intuito relembrar os cristãos devotos o sacrifício de Jesus. A ideia é de que, como Jesus sacrificou-se por todos na cruz, os crentes deveriam também realizar um sacrifício, como a privação de algo que gostam ou carne.

por:DF

Novas plantações de macieiras no Seminário S.José em Fornos de Algodres

Pomares renascem

Teve início na manhã desta terça-feira a plantação de macieiras novamente nos terrenos do Seminário S.José de Fornos de Algodres.
Para plantar a primeira árvore esteve presente o Bispo da Diocese de Viseu, D.Ilidio Leandro, juntamente com a Foral Cooperativa, Padres da Diocese e os colaboradores que vão preparando os terrenos.

Um cerimónia simples mas com bastante significado, uma vez que D.Ilidio está de saída como é do domínio público, para ele um significado especial por ver estes terrenos novamente com vida.

Por:Sofia Pacheco

Olga Marques não se recandidata e Marisa Fonseca avança no Departamento das Mulheres Socialistas

Em ano de eleições para Distrital da Guarda, no Partido Socialista, o Departamento das Mulheres Socialistas também vai a votos e a líder atual Olga Marques, decidiu por livre vontade, não se recandidatar, depois de doze anos a liderar o Departamento.

Assim para já é conhecida uma  candidata a avançar, Marisa Fonseca vai assim a votos no próximo dia 9 de Março, o mesmo dia que também será conhecido o novo líder da Federação Distrital Socialista entre Alexandre Lote, Pedro Fonseca e José Luis Cabral.

Comandante Distrital da GNR visitou Misericórdia de Mangualde

A Misericórdia de Mangualde recebeu nesta quarta-feira, a visita do Comandante Distrital da Guarda Nacional Republica, Coronel Vitor Manuel Guerra Rodrigues e do comandante do Destacamento de Mangualde, Capitão Hugo de Albuquerque Neves Campos.
A visita teve início com a receção do Coronel Vitor Rodrigues pelo provedor, José Tomás, a que seguiu uma reunião de trabalho com a Diretora Geral e as diretoras técnicas das valências da Misericórdia.
Após a reunião, o provedor conduziu as entidades numa visita guiada às instalações, onde assinou o livro de visitas e que culminou com o almoço no refeitório de utentes do Lar Nossa Senhora do Amparo.

Por:SCMM

Misericórdia de Mangualde recebe apoio do Fundo Rainha D. Leonor

Na passada segunda-feira, dia 15 de Janeiro, a Santa Casa da Misericórdia de Mangualde formalizou a assinatura do contrato de financiamento, a fundo perdido, de 100.000,00€, com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
Este financiamento resulta da aprovação de uma candidatura apresentada ao Fundo Rainha D. Leonor, que irá apoiar cerca de 50% do total de investimento necessário, para implementação dos projetos segurança contra incêndios do Lar Nossa Senhora do Amparo (LNSA) e reabilitação do jardim da creche e do Lar.
A Cerimónia decorreu na Sala do Brasão do museu de S. Roque, em Lisboa, com a presença das 29 misericórdias apoiadas, representadas pelos seus provedores e demais mesários, concelho de gestão do Fundo, presidente da UMP, Manuel de Lemos, acompanhado pelos membros do secretariado nacional e o provedor da Misericórdia de Lisboa, Edmundo Martinho.
A Misericórdia de Lisboa, através do Fundo Rainha Dona Leonor, vai apoiar mais 29 misericórdias de todo o país, em projetos na área social e de recuperação do património. Ao todo, trata-se de um investimento de 4.996.696,28 euros, beneficiando centenas de pessoas.
A Misericórdia de Mangualde fez-se representar nesta sessão pelo seu provedor, José Tomás, acompanhado pela vice-provedora, Isabel Couto.
O provedor, José Tomás, salientou:“esta abertura da Misericórdia de Lisboa para apoiar outras misericórdias é de facto uma magnífica ideia, e só temos que estar muito orgulhosos por sermos parte deste processo, e por podermos beneficiar deste Fundo para a implementação dos nossos projetos. Esta é a segunda candidatura aprovada no espaço de um ano e aguardamos, com otimismo, a aprovação em breve de mais uma candidatura ao fundo de valorização turística do interior, neste caso para a reabilitação do complexo da Igreja da Misericórdia e outras que estão a ser preparadas”.
Na sequência da aprovação desta candidatura, a Misericórdia de Mangualde irá lançar, ainda este mês, o procedimento para adjudicação das obras de implementação das medidas de segurança contra incêndios do Lar N. Sr.ª do Amparo e reabilitação do jardim da Creche e do Lar.

Por:Misericórdia de Mangualde

Avisos e liturgia UP Aguiar da Beira e UP Fornos de Algodres

II Domingo do Tempo Comum

O autor desta reflexão deixa claro que o chamamento é sempre uma
iniciativa de Deus, o qual vem ao encontro do homem e chama-o pelo nome. Ao homem é pedido que se coloque numa atitude de total disponibilidade para escutar a voz e os desafios de Deus. Na segunda leitura, Paulo convida os cristãos de Corinto a viverem de
forma coerente com o chamamento que Deus lhes fez. No crente que vive em comunhão com Cristo deve manifestar-se sempre a vida nova de Deus.

14-01-2018
Aplicado ao domínio da vivência da sexualidade – um dos campos onde as falhas dos cristãos de Corinto eram
mais notórias – isto significa que certas atitudes e hábitos desordenados devem ser totalmente banidos da vida do cristão.
O Evangelho deste Domingo diz-nos, antes de mais, o que é ser cristão… A identidade cristã não está na simples pertença jurídica a uma instituição chamada “Igreja”, nem na recepção de determinados sacramentos, nem na militância em certos
movimentos eclesiais, nem na observância de certas regras de comportamento dito “cristão”… O cristão é, simplesmente, aquele que acolheu o chamamento de Deus para seguir Jesus Cristo. O que é, em concreto, seguir Jesus? É ver n’Ele o Messias libertador
com uma proposta de vida verdadeira e eterna, aceitar tornar-se seu discípulo, segui-l’O no caminho do amor, da entrega, da doação da vida, aceitar o desafio de entrar na sua casa e de viver em comunhão com Ele.
O nosso texto sugere também que essa adesão só pode ser radical e absoluta, sem meias tintas nem hesitações. Os dois primeiros discípulos não discutiram o “ordenado” que iam ganhar, se a aventura tinha futuro ou se estava condenada ao fracasso, se o abandono de um mestre para seguir outro representava uma promoção ou uma despromoção, se o que deixavam para trás era importante ou não era importante; simplesmente “seguiram Jesus”, sem garantias, sem condições, sem explicações supérfluas, sem “seguros de vida”, sem se preocuparem em salvaguardar o futuro se a aventura não desse certo. A aventura da vocação é sempre um salto, decidido e sereno, para os braços de Deus. A história da vocação de André e do outro discípulo (despertos
por João Baptista para a presença do Messias) mostra, ainda, a importância do papel dos irmãos da nossa comunidade na nossa própria descoberta de Jesus.

Ano B - Tempo Comum - 2º Domingo - Boletim Dominical
A comunidade ajuda-nos a tomar consciência desse Jesus que passa e aponta-nos o caminho do
seguimento. Os desafios de Deus ecoam, tantas vezes, na nossa vida através dos irmãos que nos rodeiam, das suas indicações, da partilha que eles fazem connosco e que dispõe o nosso coração para reconhecer Jesus e para O seguir. É na escuta dos nossos irmãos
que encontramos, tantas vezes, as propostas que o próprio Deus nos apresenta.

O encontro com Jesus nunca é um caminho fechado, pessoal e sem consequências comunitárias… Mas é um caminho que tem de me levar ao encontro dos irmãos e que deve tornar-se, em qualquer tempo e em qualquer circunstância, anúncio e testemunho.
Quem experimenta a vida e a liberdade que Cristo oferece, não pode calar essa descoberta; mas deve sentir a necessidade de a partilhar com os outros, a fim de que também eles possam encontrar o verdadeiro sentido para a sua existência. “Encontrámos
o Messias” deve ser o anúncio jubiloso de quem fez uma verdadeira experiência de vida nova e verdadeira e anseia por levar os irmãos a uma descoberta semelhante.

Cantar ao Menino foi em Gradiz (Aguiar da Beira)

Um pouco por toda a parte neste fim de semana se cantaram as janeiras, em Gradiz, no concelho de Aguiar da Beira, este domingo, cantaram ao menino, numa tarde bem animada.

Desta forma diversos grupos oriundos de vários pontos do concelho, entoaram diversas canções, nesta homenagem ao menino Jesus, na Igreja Nossa Sra. das Neves, na localidade de Gradiz.

No final, houve um lance convívio para todos, onde não faltou um bolo alusivo ao evento, presenteado pela União de Freguesias de Sequeiros e Gradiz.

Uma tarde de Dia de Reis animada!

Por:AP Fotos:Raízes da Terra

 

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