Templates by BIGtheme NET
Home » Religião (page 2)

Religião

Centro de Portugal recebeu visita da Ministra do Turismo da Jordânia

O Centro de Portugal recebeu nesta sexta-feira, a visita da Ministra do Turismo e das Antiguidades do Reino Hachemita da Jordânia. Lina Mazhar Ennab pernoitou em Fátima e dedicou o dia a conhecer a forma como a região estrutura o turismo religioso e patrimonial.

A preenchida agenda da governante incluiu uma reunião sobre promoção turística, que manteve com Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal e da Agência Regional de Promoção Turística Centro de Portugal, e Alexandre Marto, vice-presidente da ACISO – Associação Empresarial Ourém-Fátima.

“A Ministra do Turismo da Jordânia mostrou-se muito interessada em inteirar-se da forma como o destino Fátima tem vindo a promover, nacional e internacionalmente, o turismo religioso no Centro de Portugal. O turismo religioso é também um produto turístico muito importante na Jordânia”, destacou Pedro Machado.

Outro ponto importante da agenda foi um almoço na Escola de Hotelaria de Fátima, onde a governante tomou contacto com os currícula e os métodos de formação dos alunos. “A ministra adiantou que a formação na área do turismo, em especial dos guias turísticos, é uma grande preocupação e uma prioridade na Jordânia, pois a especificidade da História religiosa do país não é fácil de explicar. Em cima da mesa ficou a possibilidade de um intercâmbio, que traga estudantes jordanos a escolas de hotelaria portuguesas, para aprenderem com as técnicas e conteúdos da formação nesta área”, disse Pedro Machado.

Lina Mazhar Ennab reuniu-se também com Luís Albuquerque, presidente da Câmara Municipal de Ourém, além de ter, naturalmente, conhecido o Santuário de Fátima. O dia terminou com uma visita ao Mosteiro da Batalha, um dos ícones dos Lugares Património Mundial no Centro de Portugal, onde foi recebida pelo diretor, Joaquim Ruivo, e pelo presidente da Câmara Municipal, Paulo Batista Santos. Aqui, a ministra jordana ficou ao corrente da forma como a região implementa uma ligação próxima entre o património e o turismo religioso.

Por:TP

Abertas inscrições para o Orçamento Participativo 2018 em Fornos de Algodres

Como já sendo hábito, ao longo destes anos, o Orçamento Participativo tem sido uma ferramenta importante para o concelho, no sentido de ver concretizado projetos elaborados por instituições que com este apoio podem ver o seu projeto exequível.

Assim sendo, estão já abertas as inscrições para a apresentação de novos projetos para o Orçamento Participativo de 2018.

De 15 de maio a 28 de maio os munícipes – residentes, emigrantes, estudantes, empresários locais, ou qualquer outro cidadão que comprove documentalmente, a sua ligação ao concelho de Fornos de Algodres – podem apresentar as suas propostas para o concelho, na Plataforma Por Fornos Eu Participo.

As propostas para serem elegíveis, têm de:

  • Ser de valor igual ou inferir a 10 mil euros;
  • Serem específicas e delimitadas ao território municipal;
  • Não ultrapassarem os 6 meses de execução;
  • Serem compatíveis com outros projetos e planos municipais
  • Estarem inseridas no quadro de competências e atribuições próprias ou delegáveis na Câmara Municipal de Fornos de Algodres, ou ainda, aquelas que sendo competências ou atribuições de outras entidades se destinem a fins públicos

Podem ser apresentadas propostas nas seguintes áreas:

  1. Espaços escolares;
  2. Espaços verdes;
  3.  Equipamentos culturais e lúdicos;
  4. Equipamentos desportivos;
  5. Rede pública viária;
  6. Mobiliário urbano;
  7. Acessibilidades e mobilidade lenta;
  8. Modernização Administrativa;
  9. Ação social;
  10. Proteção ambiental e energia;
  11. Reabilitação e requalificação urbana;
  12. Saneamento e higiene urbana;
  13. Segurança e proteção civil;
  14. Turismo, comércio e promoção económica;

Por:Mun.FA

Caminhadas “O Que nos LIGA” em 27 de maio

No dia 27 de maio (dia do Voluntariado Comunitário) terão lugar, nos 78 concelhos da Região Centro, as caminhadas “O Que nos LIGA” no âmbito das comemorações dos 50 anos do Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro.
O evento único e sem precedentes no  País, congregará, em simultâneo, as populações de 78 comunidades em torno da luta contra o cancro e na promoção de estilos de vida saudável, nomeadamente pela prática de exercício físico.
A iniciativa será promovida em cada comunidade pelo respetivo Grupo de Voluntariado Comunitário, junto do qual poderão ser obtidas informações relativas à inscrição (confere direito a kit caminhada com t-shirt exclusiva) e percurso. Esta iniciativa será objeto de candidatura ao Livro de Recordes do Guinness pela tentativa de Recorde pela maior mobilização comunitária na luta contra o cancro.

D.António Luciano Costa vai ser o novo Bispo da Diocese de Viseu

Foi esta quinta-feira conhecido o novo Bispo para a Diocese de Viseu, D. António Luciano da Costa, o padre da Guarda.
Está feita a escolha do Papa Francisco para a Diocese de Viseu.

Vai ser ordenado , domingo,dia 17 de junho, pelas 16h00, na Sé da Guarda. É natural de Corgas, Sandomil, concelho de Seia.

por:AP foto:AE

 

GNR- Operação “Peregrinação Segura 2018”

No âmbito das celebrações das aparições de Fátima, a Guarda Nacional Republicana (GNR), até ao dia 13 de maio, intensifica as ações de patrulhamento nas principais vias de acesso à cidade de Fátima, com o objetivo de apoiar e garantir a segurança dos peregrinos durante as suas deslocações, reforçando ainda o policiamento no Santuário e zonas envolventes.

Durante os trajetos, a GNR aconselha os peregrinos a:

·         Andar em fila indiana;

·         Sinalizar o início e fim dos grupos;

·         Não andar na estrada, mas sim pela berma;

·         Caminhar sempre na berma contrária ao sentido do trânsito;

·         Não andar em locais onde seja proibida a circulação de peões;

·         Usar sempre, quer de dia quer de noite, coletes refletores;

·         Se for preciso reunir o grupo, fazê-lo sempre fora da estrada;

·         Não usar auscultadores de rádio;

·         Não utilize o telemóvel durante a caminhada;

·         Fazer pausas de uma hora na caminhada da manhã e duas no fim do almoço;

·         Não andar sozinho(a) durante a noite;

·         Tomar especiais cuidados ao atravessar as vias.

 

Na cidade de Fátima e no Santuário, a GNR deixa os seguintes conselhos aos peregrinos:

·         Chegue atempadamente a fim de evitar filas prolongadas;

·         Não deixe bens à vista no interior dos veículos, guarde-os na bagageira antes de chegar ao local onde vai estacionar;

·         Não deixe documentos pessoais nos veículos, tenha-os sempre consigo;

·         Não transporte a carteira/telemóvel no bolso de trás ou na mochila, guarde-os num bolso da frente ou numa bolsa com fecho que esteja sempre em contato com o corpo;

·         Evite andar com grandes quantias de dinheiro, divida-o e distribua-o por vários locais;

·         Não leve bens de valor, nem objetos que sejam ostensivos;

·         Tenha sempre o telemóvel com bateria e o contacto dos demais elementos do grupo;

·         Logo após o fím das cerimónias, saia de forma calma e gradual a fim de evitar filas prolongadas;

·         Nunca perca de vista os idosos e crianças que o acompanham, devendo estes terem sempre um contacto de um adulto do grupo.

Misericórdia de Mangualde celebra o seu 405º Aniversário

A Santa Casa da Misericórdia de Mangualde, celebra o seu 405º Aniversário face a isso iniciam as cerimónias esta sexta-feira.

20h00 – Sessão Solene Comemorativa do 405º Aniversário da Santa Casa da Misericórdia de Mangualde, na Igreja da Misericórdia;

21h30 – Inauguração da exposição de pintura e escultura do pintor Alexandre Magno e da escultora Cristina Vouga, no edifício contíguo à Igreja da Misericórdia. Esta exposição estará patente ao público até ao dia 20 de abril .

14 de abril – Gala Solidária da Misericórdia

20h00 – Gala Solidária com o objetivo de angariação de fundos para a reabilitação do Lar Morgado do Cruzeiro, na Quinta do Cisne, em Gandufe. Para além do jantar esta gala conta com um concerto pela Orquestra Ligeira SIM.

15 de abril – Missa de Ação de Graças, na Igreja Paroquial de Mangualde

Liturgia do domingo de Páscoa e Avisos da Semana

A liturgia deste domingo celebra a RESSURREIÇÃO e garante-nos que a vida em
plenitude resulta de uma existência feita dom e serviço em favor dos irmãos. A
ressurreição de Cristo é o exemplo concreto que confirma tudo isto.
A primeira leitura apresenta o exemplo de Cristo que “passou pelo mundo fazendo
o bem” e que, por amor, se deu até à morte; por isso, Deus ressuscitou-O. Os
discípulos, testemunhas desta dinâmica, devem anunciar este “caminho” a todos os
homens. A ressurreição de Jesus não é apresentada como um facto isolado, mas
como o culminar de uma vida vivida na obediência ao Pai e na doação aos homens. A
vida nova e plena que a ressurreição significa parece ser o ponto de chegada de uma
existência posta ao serviço do projecto salvador e libertador de Deus. Por outro lado,
esta vida vivida na entrega e no dom é uma proposta transformadora que, uma vez
acolhida, liberta da escravidão do egoísmo e do pecado.

01-04-2018
Ano B - Tempo Pascal - Domingo de Páscoa - Boletim Dominical

A segunda leitura convida os cristãos, revestidos de Cristo pelo baptismo, a
continuarem a sua caminhada de vida nova, até à transformação plena, que
acontecerá quando, pela morte, tivermos ultrapassado a última barreira da nossa
finitude. Neste texto, Paulo apresenta, como ponto de partida e base da vida cristã, a
união com Cristo ressuscitado, na qual o cristão é introduzido pelo baptismo. Em
concreto, isso significa despojarmo-nos do “homem velho” por um processo de
conversão que nunca está acabado e o revestirmo-nos – cada dia mais
profundamente – da imagem de Cristo, de forma a que nos identifiquemos com Ele
pelo amor e pela entrega da vida.
O Evangelho coloca-nos diante de duas atitudes face à ressurreição: a do discípulo
obstinado, que se recusa a aceitá-la porque, na sua lógica, o amor total e a doação da
vida não podem, nunca, ser geradores de vida nova; e a do discípulo ideal, que ama
Jesus e que, por isso, entende o seu caminho e a sua proposta, a esse não o
escandaliza nem o espanta que da cruz tenha nascido a vida plena, a vida verdadeira.
O texto começa com uma indicação aparentemente cronológica, mas que deve ser
entendida, sobretudo, em chave teológica: “no primeiro dia da semana”. Significa que
aqui começou um novo ciclo – o da nova criação, o da libertação definitiva. Este é o
“primeiro dia” de um novo tempo e de uma nova realidade – o tempo do Homem
Novo, que nasceu a partir da acção criadora e vivificadora de Jesus.

Diocese de Viseu:Mensagem de Páscoa do Bispo D.Ilidio Leandro

Este é o autêntico e solene anúncio da Páscoa. Com estas ou semelhantes palavras: a mesma notícia, a mesma certeza e a mesma realidade. Tudo o resto – seja o que for – é sinal, transmissão, consequência ou eco desta verdade, ainda que alguns desconheçam a fonte e a razão de tudo o que se faça ou se diga.

A Celebração e a Procissão da Morte e do Enterro do Senhor e a Solene Vigília Pascal são a Matriz de toda a alegria cantada, vivida, proclamada e anunciada na Páscoa e na Visita Pascal que se saboreia de tantas formas e que se transmite, universalmente, sem qualquer excepção.

Não é porque o Facto aconteceu há cerca de 2000 anos que se lhe tira a verdade, a originalidade ou a novidade. A Páscoa tornou-se Acontecimento, sempre a acontecer e a celebrar-se na Eucaristia. Esta é renovação da Páscoa, tornada nova e feita realidade verdadeira, até ao fim dos tempos. Não fora assim e a Salvação era limitada, factual e circunstancial, localizada no espaço e no tempo. Mas, também na Páscoa, o tempo é mais largo e maior que o espaço, pois chega a cada hoje, ainda que o espaço seja, mesmo e também, universal localizada no espaço e no tempo. Mas, também na Páscoa, o tempo é mais largo e maior que o espaço, pois chega a cada hoje, ainda que o espaço seja, mesmo e também, universal.

É com estas circunstâncias e nesta riqueza celebrativa, oferecidas pela Páscoa de Jesus Cristo, que eu me dirijo a todas e a todos – cristãos e pessoas de boa vontade da Igreja de Viseu. A cada pessoa desejo uma Feliz e Santa Páscoa. Que a Vida de Jesus brote da Cruz Vitoriosa, onde a morte deu lugar à vida, para todos e para sempre.

Jesus Cristo Ressuscitou e está vivo! Feliz Páscoa! Aleluia! Aleluia!

Liturgia e avisos Domingo de Ramos -Unidade Pastoral Fornos de Algodres e Aguiar da Beira

DOMINGO DE RAMOS

 Iniciamos a Semana Santa, imitando a multidão que aclamava Jesus na cidade santa de Jerusalém: “Hossana! Bendito o que vem em nome do Senhor! Bendito o reino que vem, o reino do nosso pai David! Hossana nas alturas!”. Muitos estenderam as suas capas no caminho por onde Jesus ia passar e cortaram ramos de verdura para o aclamar e acolher. Isto contrasta com a traição e tristeza que ocorrerão naquela mesma cidade passados poucos dias. E perguntamos: Porquê e como é possível fazer tanto mal a quem só fez tanto bem? Jesus viveu para os outros, sem poder e sem violência, tendo como única arma o amor! Como foi possível? O texto mais importante deste dia é a narração da Paixão, segundo o evangelista S. Marcos. Desta narração, fixemo-nos nas palavras impressionantes de Jesus na cruz: “Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonastes?”. Estas palavras expressam o drama que acontece no monte do Calvário. Resumem as horas da paixão de Jesus e também a sua vida. Na narração da Paixão, segundo S. Marcos, estas são as únicas palavras de Jesus na cruz. 25-03-2018
Ano B - Tempo Quaresma - Domingo de Ramos - Boletim Dominical

Este evangelista, ao contrário dos outros três, descreve-nos Jesus muito só e sentindo-se sozinho; um Jesus que, pouco a pouco, se vai desprendendo daqueles que tinha junto de si; alguns foram contra Ele e os que O apoiavam fugiram ou esconderam-se. Todos olham para Ele como um coitado, um desgraçado, um maldito. É horrível: praticamente ninguém manifesta compreensão ou reconhecimento para com um justo, agora objecto de desprezo, de maldade, de injustiça. Ridicularizado, até Jesus cala-se e aceita. Nesta solidão, foi despojado da sua roupa. O evangelista diz-nos: “repartiram entre si as suas vestes, tirando-as à sorte, para verem o que levaria cada um”. Jesus não está somente despojado das suas vestes e das pessoas, mas também sente-se despojado de Deus. O Seu Pai parece que não está e, por isso, clamou com voz forte: “Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonastes?”.

Estas palavras de Jesus resumem os clamores de todos os homens e mulheres. No monte do Calvário, na cruz, estão todos os gritos de desespero, de angústia, de tribulação e de sofrimento da humanidade. Jesus clama por todos os homens e mulheres, porque Ele é a expressão da humanidade sofredora. Quantas vezes já tivemos vontade de dizer estas palavras de Jesus com aquilo que nos acontece na vida? Quantas vezes já fizemos a experiência do “abandono” de Deus, parece que, às vezes, Ele não está e não nos ouve! Quantas vezes já pedimos e gritámos a Deus que oiça os nossos pedidos e esteja connosco nas tribulações?

Mas, perante esta situação desesperada e sofredora de Jesus, há uma brisa de esperança, há uma intuição de vida e há uma confissão de fé. Perante todo o drama do Calvário, o centurião romano, testemunha de todo este sofrimento, profere uma frase que marca tudo o que aconteceu: “Na verdade, este homem era Filho de Deus”. De certeza que disse estas palavras sem pensar, não estava consciente do que estava a dizer, mas expressavam o sentimento de muitas pessoas naquela hora e naquele lugar. No início da vida pública de Jesus, Pedro já tinha confessado que Jesus era o Filho de Deus; os apóstolos sabiam que aquele que os tinha chamado nas margens do lago da Galileia era alguém excepcional; tantas pessoas deram conta que Jesus de Nazaré era alguém diferente. O povo dizia que Jesus falava com “autoridade”, mas no momento da morte é o centurião, um pagão, que faz a confissão de fé. É a confissão da Igreja, é a afirmação fundamental da nossa fé: “Na verdade, este homem era Filho de Deus”. Confessar Jesus como Filho de Deus. Mas não podemos esquecer algo muito importante que completa a frase do centurião. Jesus foi julgado, condenado, morto. Sujeitou-se a tudo porquê? Porque Jesus morreu por nós, deu a vida pelos nossos pecados, morreu para nos salvar.

Neste Domingo de Ramos, com o qual iniciamos a Semana Santa, duas coisas tornam-se muito evidentes: Jesus reza com um sentimento atribulado: “Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonastes?”, e, com o centurião, também nós, que contemplamos a sua morte gloriosa, afirmamos: “Na verdade, este homem era Filho de Deus”. Que estas palavras estejam na nossa oração desta semana para podermos celebrar com toda a solenidade a Páscoa de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Facebook Auto Publish Powered By : XYZScripts.com

Ao continuar a utilizar o site, você concorda com a utilização de cookies. Mais Informação

As definições de cookies neste site são definidas como "permitir cookies" para lhe dar a melhor experiência de navegação possível. Se você continuar a usar este site sem alterar suas configurações de cookies ou clicar em "Aceitar" abaixo, em seguida, você concorda com isso.

Fechar