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Religião

403 º ANIVERSÁRIO DA MISERICÓRDIA DE MANGUALDE

403 anosEsta quarta-feira a Misericórdia de Mangualde completou 403 anos de vida. Estes quatro séculos de história conferem-lhe o estatuto de Instituição mais antiga do nosso Concelho.
Ao longo destes quatro séculos, a Misericórdia de Mangualde desempenhou um papel fundamental no desenvolvimento social, económico e cultural da nossa Terras e foi sempre a Instituição dos mais necessitados, ajudando e cuidando daqueles que nada têm. Hoje a Instituição continua a sua missão de cuidar os mais frágeis. Constituída por duas Estruturas Residenciais para Idosos, uma Unidade de Cuidados Continuados e uma Creche, que funcionam 24 horas por dia, durante 365 dias por ano. Com cerca de 140 colaboradores, presta cuidados diários a 230 Utentes.
Procuramos todos os dias servir mais e melhor os que nos procuram e responder atempadamente aos problemas sociais emergentes na nossa comunidade. Queremos manter estes princípios, no entanto é importante adaptarmos os meios e os recursos disponíveis às novas exigências, para continuarmos a cumprir a nossa missão.
Desenvolvemos a nossa ação com a preocupação permanente de garantir a necessária sustentabilidade financeira da Instituição, mas também com a consciência de que a identidade da Misericórdia resulta da sua ação em prol dos mais carenciados e dos mais frágeis da nossa sociedade. Esta identidade distingue-nos das demais IPSS, conferindo-nos o dever de continuar a apoiar aqueles que mais precisam, independentemente da sua condição social e económica.
Preocupamo-nos em qualificar cada vez mais as nossas respostas sociais de modo a oferecermos à Comunidade os melhores ser¬viços, equilibrando a obra de so¬lidariedade, por um lado, com a sustentabilidade das nossas valên¬cias, por outro. Temos uma visão estratégia para o crescimento e desenvolvimento da Instituição mas com finalidade e domínios sociais, procurando as melhores soluções financeiras capazes de responder às solicitações e crises do mundo atual.
E como hoje foi dia de aniversário e somos uma Instituição com ligações a um Continente, a um País e a um Concelho, iniciámos o dia com a Cerimónia do Hastear das respetivas Bandeiras, sem esquecer a bandeira da União das Misericórdias Portuguesas, de quem nós somos membros efetivos.
Às 10h00 teve lugar a Missa no Lar Morgado do Cruzeiro, que foi de Celebração de Páscoa e também de ação de graças pelos 403 anos vividos.
Como este ano o Aniversário da Misericórdia coincide com a Celebração da Páscoa, entendemos que deveríamos projetar para o mês de Abril o programa comemorativa desta data tão importante para nós, pelo que brevemente daremos conta do programa comemorativo, que irá acontecer nos dias 15, 16 e 17 de Abril.

Por:Mun.Mangualde

Jubileu da ISCMFA decorreu com serenidade

IMG_6498   Iniciou-se a Semana Santa em Fornos de Algodres, com a celebração do Jubileu da Irmandade da Santa Casa da Misericórdia, onde decorreu na manhã desta quinta-feira.
Sempre um tempo em que os irmãos aproveitam pIMG_6527ara fazer a sua reconciliação nesta fase pascal, seguiu-se a Eucaristia celebrada pelo Padre Jorge Luís, o Arcipreste Nuno Azevedo, Padre Cunha, Diácono Carlos.
Após a celebração, decorreu a procissão no adro da Misericórdia, com os irmãos em silêncio a caminhar.
O almoço foi servido para todos os irmãos presentes e vai daí com uma ementa muito saborosa, depois de partir o bolo relativo aos 350 anos, foram homenageados os irmãos com mais grau de antiguidade.IMG_6532
No próximo domingo decorrem também na Igreja da IMG_6550Misericórdia, as cerimónias do Senhor dos Passos.
Para o Provedor, Luís Miguel Ginja, mais um dia muito importante na vida desta Irmandade, agradecendo a presença neste dia.

Por:António Pacheco

Páscoa em Mangualde 2016

pascoa mangA Páscoa em Mangualde será revestida de uma programação diversificada e especificamente pensada para esta época do ano. De 12 a 27 de março a Semana Santa será sentida no concelho através de várias iniciativas, desde «Amentar das Almas», «Via Sacra», concerto de estreia ibérica «A Paixão de Cristo», entre outras. A programação «Páscoa em Mangualde 2016» é uma organização conjunta da Câmara Municipal de Mangualde e da Paróquia de Mangualde, com a parceria da Santa Casa da Misericórdia de Mangualde e o Grupo Cultural e Recreativo de Santo Amaro de Azurara.

 

Assim, no dia 12 de março, pelas 21h00, terá lugar o «Amentar das almas» no Largo da Igreja da Misericórdia, com atuação do Grupo de Cantares de Santo Amaro de Azurara, Grupo de Cantares RF de Penacova, Grupo de Cantares de Ínsua – Penalva do Castelo, Grupo de Cantares de Quaresma – Monfortinho, Idanha-a-Nova, a Banda Filarmónica de Abrunhosa-a-Velha, Banda Filarmónica de Lobelhe, Banda Filarmónica de Vila Cova de Tavares e a Banda Filarmónica de Tibaldinho. Dia 13 de março decorrerá a «Via Sacra» pelas 16h30, no Monte Senhora do Castelo. Pelas 17h30 realiza-se o Concerto de Música de Câmara na Ermida com o Conservatório Azeredo Perdigão – Viseu.

O Domingo de Ramos é assinalado no dia 20 de março, com a Bênção dos Ramos pelas 10h00, seguida de Procissão e Missa Solene na Igreja Nossa Senhora do Desterro (Capela do Rebelo). No dia 24 de março realizar-se-á a Missa da Ceia do Senhor pelas 21h00, na Igreja Paroquial de Mangualde. A 25 de março, pelas 17h00, terá lugar a Celebração da Paixão do Senhor, seguida de Procissão do Enterro do Senhor. Pelas 21h00 tem lugar a «Via Sacra», na cidade de Mangualde, pelos Escuteiros de Mangualde e pelos Escuteiros de Ranhados, Viseu, com o seguinte percurso: Igreja Nossa Senhora do Desterro (Capela do Rebelo) até à Igreja Paroquial de Mangualde. No Domingo de Páscoa, que se assinala a 27 de março, pelas 11h00, terá lugar a Missa Solene na Igreja do Complexo Paroquial de Mangualde.

ESTREIA IBÉRICA: «A PAIXÃO DE CRISTO» DE JÓZEF ELSNER

O Concerto de Páscoa em Mangualde é uma estreia ibérica. «A PAIXÃO DE CRISTO» de Józef Elsner terá lugar no dia 19 de março, pelas 21h15, na Igreja do Complexo Paroquial de Mangualde, e conta com as participações da Orquestra Filarmonia das Beiras e do Coro da Sé Catedral do Porto.

A entrada é livre.

 

PROGRAMA

«Páscoa em Mangualde 2016»

12 a 27 de março

12 de março

21h00 | Amentar das Almas

Largo da Igreja da Misericórdia

Grupo de Cantares de Santo Amaro de Azurara; Grupo de Cantares RF de Penacova; Grupo de Cantares de Ínsua,

Penalva do Castelo; Grupo de Cantares de Quaresma – Monfortinho, Idanha-a-Nova.

Banda Filarmónica de Abrunhosa-a-Velha; Banda Filarmónica de Lobelhe; Banda Filarmónica de Vila Cova de Tavares; Banda Filarmónica de Tibaldinho.

 

13 de março

16h30 | Via Sacra

Monte Senhora do Castelo

17h30 | Concerto de Música de Câmara na Ermida

Segue-se à Via Sacra. Conservatório Azeredo Perdigão – Viseu

 

19 de março

21h15 | A Paixão de Cristo

Igreja Paroquial de Mangualde

Orquestra Filarmonia das Beiras e Coro da Sé Catedral do Porto

 

20 de março

Domingo de Ramos

10h00 | Bênção dos Ramos

Seguida de Procissão e Missa Solene

Igreja Nossa Senhora do Desterro (Capela do Rebelo)

 

24 de março

21h00 | Missa da Ceia do Senhor

Igreja Paroquial de Mangualde

 

25 de março

17h00 | Celebração da Paixão do Senhor

Seguida de Procissão do Enterro do Senhor

21h00 | Via Sacra

Na cidade de Mangualde, pelos Escuteiros de Mangualde e pelos Escuteiros de Ranhados, Viseu

Percurso: Igreja Nossa Senhora do Desterro (Capela do Rebelo) até à Igreja Paroquial de Mangualde

 

26 de março

21h30 | Vigília Pascal

 

27 de março

Domingo de Páscoa

11h00 | Missa Solene

Igreja do Complexo Paroquial de Mangualde

 

Informações e contactos: www.cmmangualde.pt

Organização: Câmara Municipal de Mangualde e Paróquia de Mangualde

Parceria: Santa Casa da Misericórdia de Mangualde, Grupo Cultural e Recreativo de Santo Amaro de Azurara

Por:Mun.Mangualde

 

 

ISCMFA celebra os 350 anos com grandes novidades

Um ano de conquistas

2016 é um ano de muitas conquistas e de grandes comemorações para a Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Fornos de Algodres, pelos 350 ano12711183_1113975775302058_8530268773790121704_os de existência.
Depois de mais de duas décadas sem ser alterado o Compromisso (estatutos) da instituição, este ano foram renovados e a Mesa Administrativa encetou esforços para que o compromisso cumprisse com todas as regras, leis, obrigações e regulamentos.
Cumprindo todas estas premissas, e tendo esta obrigação legal e estatutária sido devidamente elaborada (compromisso) e posteriormente aprovada em reunião de Mesa Administrativa, Assembleia Geral de Irmãos, Autoridade Eclesiástica, Delegação da Segurança Social da Guarda e Direção Geral da Segurança Social (DGSS); processo este que demorou cerca de um ano.
Desta forma, na altura que se comemora o 350º aniversário, receberam a declaração de registo definitivo na DGSS, com efeitos a 13 de Janeiro de 2016.
Já o Provedor, Luís Miguel Ginja, é um homem satisfeito, com o trabalho realizado pela mesa administrativa, restantes órgãos sociais, e o contributo para com o serviço que é prestado à sociedade, no dia a dia.
Deixou um agradecimento especial à Irmandade que acreditou em nestes Órgãos sociais e aprovou por unanimidade este compromisso, aos irmãos e comunidade fornense que contribuíram para a sua elaboração, ao Dr. Mauro Galvão que redigiu o mesmo, ao D. Nuno Almeida, Bispo Auxiliar de Braga, que sempre disponível, com a sua sabedoria soube unir a parte leiga à parte canónica, ao D. Ilídio Leandro, Bispo de Viseu que desde a primeira hora colaborou e aprovou a sua efetivação.
Esta quinta- feira,10 de março, iniciam-se as cerimónias da Semana Santa, com o Jubileu desta Instituição que comemora a 12 de outubro ,350 anos ,já no domingo, 13 de março , decorre Eucaristia e procissão do “Senhor dos Passos” , na Sexta-feira Santa, 25 de março , as cerimónias do “Enterro do Senhor”, celebrações presididas pelo Padre Jorge Luís e abrilhantadas pela Batuta d´Alegria.
A Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Fornos de Algodres, que celebra em outubro os seus 350 anos, numa cerimónia que contará nesse dia , com a presença do Bispo de Viseu , D. Ilídio Leandro, será de certo mais um dia de grande festa.

Por:António Pacheco/ISCMFA

IV Domingo da Quaresma – Ano C

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A liturgia convida-nos à descoberta do Deus do amor, empenhado em conduzir-nos a uma vida de comunhão com Ele.
O Evangelho apresenta-nos o Deus/Pai que ama de forma gratuita, com um amor fiel e eterno, apesar das escolhas erradas e da irresponsabilidade do filho rebelde. E esse amor lá está, sempre à espera, sem condições, para acolher e abraçar o filho que decide voltar. É um amor entendido na linha da misericórdia e não na linha da justiça dos homens.
A segunda leitura convida-nos a acolher a oferta de amor que Deus nos faz através de Jesus. Só reconciliados com Deus e com os irmãos podemos ser criaturas novas, em quem se manifesta o homem Novo.
A primeira leitura, a propósito da circuncisão dos israelitas, convida-nos à conversão, princípio de vida nova na terra da felicidade, da liberdade e da paz. Essa vida nova do homem renovado é um dom do Deus que nos ama e que nos convoca para a felicidade.

Por:Portal Dehonianos

O 3ºDomingo da Quaresma, em resumo.

O texto apresenta duas partes distintas, embora unidas pelo tema da conversão. Na 20160227_174156primeira parte (cf. Lc 13,1-5), Jesus cita dois exemplos históricos que, no entanto, não conhecemos com exactidão (assassínio de alguns patriotas judeus por Pilatos e a queda de uma torre perto da piscina de Siloé). Flávio Josefo, o grande historiador judeu do séc. I, narra como Pilatos matou alguns judeus que se haviam revoltado em Jerusalém. Trata-se do exemplo citado por Jesus? Não sabemos. Também não sabemos nada sobre a queda da torre de Siloé que, segundo Jesus, matou dezoito pessoas… Apesar disso, a conclusão que Jesus tira destes dois casos é bastante clara: aqueles que morreram nestes desastres não eram piores do que os que sobreviveram. Refuta, desta forma, a doutrina judaica da retribuição segundo a qual o que era atingido por alguma desgraça era culpado por algum grave pecado. No caso presente, esta doutrina levava à seguinte conclusão: “nós somos justos, porque nos livramos da morte nas circunstâncias nomeadas”. Em contrapartida, Jesus pensa que, diante de Deus, todos os homens precisam de se converter. A última frase do vers. 5 (“se não vos arrependerdes perecereis todos do mesmo modo”) deve ser entendida como um convite à mudança de vida; se ela não ocorrer, quem vencerá é o egoísmo que conduz à morte.
Na segunda parte (cf. Lc 13,6-9), temos a parábola da figueira. Serve para ilustrar as oportunidades que Deus concede para a conversão. O Antigo Testamento tinha utilizado a figueira como símbolo de Israel (cf. Os 9,10), inclusive como símbolo da sua falta de resposta à aliança (cf. Jer 8,13) (uma ideia semelhante aparece na alegoria da vinha de Is 5,1-7). Deus espera, portanto, que Israel (a figueira) dê frutos, isto é, aceite converter-se à proposta de salvação que lhe é feita em Jesus; dá-lhe, até, algum tempo (e outra oportunidade), para que essa transformação ocorra. Deus revela, portanto, a sua bondade e a sua paciência; no entanto, não está disposto a esperar indefinidamente, pactuando com a recusa do seu Povo em acolher a salvação. Apesar do tom ameaçador, há no cenário de fundo desta parábola uma nota de esperança: Jesus confia em que a resposta final de Israel à sua missão seja positiva.

ATUALIZAÇÃO

Para refletir e atualizar a Palavra, considerar as seguintes notas:

• A proposta principal que Jesus apresenta neste episódio chama-se “conversão” (“metanoia”). Não se trata de penitência externa, ou de um simples arrependimento dos pecados; trata-se de um convite à mudança radical, à reformulação total da vida, da mentalidade, das atitudes, de forma que Deus e os seus valores passem a estar em primeiro lugar. É este caminho a que somos chamados a percorrer neste tempo, a fim de renascermos, com Jesus, para a vida nova do Homem Novo. Concretamente, em que é que a minha mentalidade deve mudar? Quais são os valores a que eu dou prioridade e que me afastam de Deus e das suas propostas?

• Essa transformação da nossa existência não pode ser adiada indefinidamente. Temos à nossa disposição um tempo relativamente curto: é necessário aproveitá-lo e deixar que em nós cresça, o mais cedo possível, o Homem Novo. Está em jogo a nossa felicidade, a vida em plenitude… Porquê adiar a sua concretização?

• Uma outra proposta convida-nos a cortar definitivamente da nossa mentalidade a ligação direta entre pecado e castigo. Dizer que as coisas boas que nos acontecem são a recompensa de Deus para o nosso bom comportamento e que as coisas más são o castigo para o nosso pecado, equivale a acreditarmos num deus mercantilista e chantagista que, evidentemente, não tem nada a ver com o nosso Deus.

Por:Portal Dehonianos

14 artistas plásticos retrataram na tela 14 Obras da Misericórdia

14aARTISTAS PLÁSTICOS PINTARAM AS 14 OBRAS DA MISERICÓRDIA NA SANTA CASA DE MANGUALDE
No âmbito do Ano Jubilar que estamos a viver desde o dia 8 de Dezembro do pretérito ano, a Santa Casa da Misericórdia de Mangualde convidou 14 artistas plásticos para retractarem, em tela, a sua visão artística das 14 Obras da Misericórdia.
Os Artistas reuniram-se hoje na Misericórdia de Mangualde para pintar ao vivo e concluir as obras. Aqui fica o resultado do trabalho produzido com a falta das obras do Pedro Albuquerque, que não pode estar presente por motivos de doença.
As obras produzidas irão ilustrar uma publicação que está a ser preparada pela Diocese de Viseu em parceria com as 14 Santas Casas da Misericórdia da Diocese, a qual será distribuída em todas as paróquias do Distrito no Domingo
14de Ramos. Estas obras constituem uma exposição itinerante que irá estar presente em todos os territórios onde se encontram sedeadas as 14 Misericórdias da Diocese.
 Um agradecimento aos Artistas participantes. Luis Duro; Nelson Santos; Pedro Marques; Pedro Albuquerque; Licínia Portugal; Paulo Medeiros; Aires dos Santos; Alice Piloto; Ana Ferreira; Rui Costa; Lena Jorge.

Por:ISCMM

Páscoa 2016 em Mangualde

pascoa mangA Páscoa em Mangualde será revestida de uma programação diversificada e especificamente pensada para esta época do ano. De 12 a 27 de março a Semana Santa será sentida no concelho através de várias iniciativas, desde «Amentar das Almas», «Via Sacra», concerto de estreia ibérica «A Paixão de Cristo», entre outras. A programação «Páscoa em Mangualde 2016» é uma organização conjunta da Câmara Municipal de Mangualde e da Paróquia de Mangualde, com a parceria da Santa Casa da Misericórdia de Mangualde e o Grupo Cultural e Recreativo de Santo Amaro de Azurara.

Assim, no dia 12 de março, pelas 21h00, terá lugar o «Amentar das almas» no Largo da Igreja da Misericórdia, com atuação do Grupo de Cantares de Santo Amaro de Azurara, Grupo de Cantares RF de Penacova, Grupo de Cantares de Ínsua – Penalva do Castelo, Grupo de Cantares de Quaresma – Monfortinho, Idanha-a-Nova, a Banda Filarmónica de Abrunhosa-a-Velha, Banda Filarmónica de Lobelhe, Banda Filarmónica de Vila Cova de Tavares e a Banda Filarmónica de Tibaldinho. Dia 13 de março decorrerá a «Via Sacra» pelas 16h30, no Monte Senhora do Castelo. Pelas 17h30 realiza-se o Concerto de Música de Câmara na Ermida com o Conservatório Azeredo Perdigão – Viseu.

O Domingo de Ramos é assinalado no dia 20 de março, com a Bênção dos Ramos pelas 10h00, seguida de Procissão e Missa Solene na Igreja Nossa Senhora do Desterro (Capela do Rebelo). No dia 24 de março realizar-se-á a Missa da Ceia do Senhor pelas 21h00, na Igreja Paroquial de Mangualde. A 25 de março, pelas 17h00, terá lugar a Celebração da Paixão do Senhor, seguida de Procissão do Enterro do Senhor. Pelas 21h00 tem lugar a «Via Sacra», na cidade de Mangualde, pelos Escuteiros de Mangualde e pelos Escuteiros de Ranhados, Viseu, com o seguinte percurso: Igreja Nossa Senhora do Desterro (Capela do Rebelo) até à Igreja Paroquial de Mangualde. No Domingo de Páscoa, que se assinala a 27 de março, pelas 11h00, terá lugar a Missa Solene na Igreja do Complexo Paroquial de Mangualde.

 ESTREIA IBÉRICA: «A PAIXÃO DE CRISTO» DE JÓZEF ELSNER

O Concerto de Páscoa em Mangualde é uma estreia ibérica. «A PAIXÃO DE CRISTO» de Józef Elsner terá lugar no dia 19 de março, pelas 21h15, na Igreja do Complexo Paroquial de Mangualde, e conta com as participações da Orquestra Filarmonia das Beiras e do Coro da Sé Catedral do Porto.

PROGRAMA «Páscoa em Mangualde 2016»—12 a 27 de março

12 de março

21h00 | Amentar das Almas

Largo da Igreja da Misericórdia

Grupo de Cantares de Santo Amaro de Azurara; Grupo de Cantares RF de Penacova; Grupo de Cantares de Ínsua,

Penalva do Castelo; Grupo de Cantares de Quaresma – Monfortinho, Idanha-a-Nova.

Banda Filarmónica de Abrunhosa-a-Velha; Banda Filarmónica de Lobelhe; Banda Filarmónica de Vila Cova de Tavares; Banda Filarmónica de Tibaldinho.

 

13 de março

16h30 | Via Sacra

Monte Senhora do Castelo

17h30 | Concerto de Música de Câmara na Ermida

Segue-se à Via Sacra. Conservatório Azeredo Perdigão – Viseu

 

19 de março

21h15 | A Paixão de Cristo

Igreja Paroquial de Mangualde

Orquestra Filarmonia das Beiras e Coro da Sé Catedral do Porto

 

20 de março

Domingo de Ramos

10h00 | Bênção dos Ramos

Seguida de Procissão e Missa Solene

Igreja Nossa Senhora do Desterro (Capela do Rebelo)

 

24 de março

21h00 | Missa da Ceia do Senhor

Igreja Paroquial de Mangualde

 

25 de março

17h00 | Celebração da Paixão do Senhor

Seguida de Procissão do Enterro do Senhor

21h00 | Via Sacra

Na cidade de Mangualde, pelos Escuteiros de Mangualde e pelos Escuteiros de Ranhados, Viseu

Percurso: Igreja Nossa Senhora do Desterro (Capela do Rebelo) até à Igreja Paroquial de Mangualde

 

26 de março

21h30 | Vigília Pascal

 

27 de março

Domingo de Páscoa

11h00 | Missa Solene

Igreja do Complexo Paroquial de Mangualde

Por:Mun.Mangualde

2ºDomingo da Quaresma e Avisos da Semana da Unid.Past.Fornos de Algodres

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O relato da transfiguração de Jesus, mais do que uma crónica fotográfica de acontecimentos, é uma página de teologia; aí, apresenta-se uma catequese sobre Jesus, o Filho amado de Deus, que através da cruz concretiza um projecto de vida.
O episódio está cheio de referências ao Antigo Testamento. O “monte” situa-nos num contexto de revelação (é “no monte” que Deus Se revela e que faz aliança com o seu Povo); a “mudança” do rosto e as vestes de brancura resplandecente recordam o resplendor de Moisés, ao descer do Sinai (cf. Ex 34,29); a nuvem indica a presença de Deus conduzindo o seu Povo através do deserto (cf. Ex 40,35; Nm 9,18.22;10,34).
Moisés e Elias representam a Lei e os Profetas (que anunciam Jesus e que permitem entender Jesus); além disso, são personagens que, de acordo com a catequese judaica, deviam aparecer no “dia do Senhor”, quando se manifestasse a salvação definitiva (cf. Dt 18,15-18; Mal 3,22-23). Eles falam com Jesus sobre a sua “morte” (“exodon” – “partida”) que ia dar-se em Jerusalém. A palavra usada por Lucas situa-nos no contexto do “êxodo”: a morte próxima de Jesus é, pois, vista por Lucas como uma morte libertadora, que trará o Povo de Deus da terra da escravidão para a terra da liberdade.
A mensagem fundamental é, portanto, esta: Jesus é o Filho amado de Deus, através de quem o Pai oferece aos homens uma proposta de aliança e de libertação. O Antigo Testamento (Lei e Profetas) e as figuras de Moisés e Elias apontam para Jesus e anunciam a salvação definitiva que, n’Ele, irá acontecer. Essa libertação definitiva dar-se-á na cruz, quando Jesus cumprir integralmente o seu destino de entrega, de dom, de amor total. É esse o “novo êxodo”, o dia da libertação definitiva do Povo de Deus.
E o “sono” dos discípulos e as “tendas”? O “sono” é simbólico: os discípulos “dormem” porque não querem entender que a “glória” do Messias tenha de passar pela experiência da cruz e da entrega da vida; a construção das “tendas” (alusão à “festa das tendas”, em que se celebrava o tempo do êxodo, quando o Povo de Deus habitou em “tendas, no deserto?) parece significar que os discípulos queriam deter-se nesse momento de revelação gloriosa, de festa, ignorando o destino de sofrimento de Jesus.

Por:Portal Dehonianos

1ºdomingo da Quaresma-Ano C

O orgulho, o egoísmo, a auto-suficiência também levam o homem a prescindir de Deus

Estamos no começo da atividade pública de Jesus. Ele acabou de ser batizado por João Baptista e recebeu o Espírito para a missão (cf. Lc 3,21-22). Agora, confronta-se com uma proposta de atuação messiânica que pretende subverter a proposta do Pai.
Também aqui não estamos diante de uma reportagem histórica, feita por um jornalista que presenciou o desafio entre Jesus e o diabo, algures no deserto… Estamos, sim, diante de uma página de catequese, cujo objetivo é ensinar-nos que Jesus, como nós, sentiu a mordedura das tentações. Ele também sentiu a tentação de prescindir de Deus e de seguir um caminho humano de êxitos, de aplausos, de poder e de riqueza; no entanto, Ele soube dizer não a todas essas propostas que O afastavam do plano do Pai.

MENSAGEM

Lucas (como já o havia feito Mateus) vai apresentar a catequese sobre as opções de Jesus, em três episódios ou “parábolas”. O relato constrói-se em torno de um diálogo em que tanto o diabo como Jesus citam a Escritura em apoio da sua opinião.
A primeira “parábola” sugere que Jesus poderia ter optado por um caminho de facilidade e de riqueza, utilizando a sua divindade para resolver qualquer necessidade material… No entanto, Jesus sabia que “nem só de pão vive o homem” e que o caminho do Pai não passa pela acumulação egoísta de bens. A resposta de Jesus cita Dt 8,3, sugerindo que o seu alimento – a sua prioridade – é a Palavra do Pai.
A segunda “parábola” sugere que Jesus poderia ter escolhido um caminho de poder, de domínio, de prepotência, ao jeito dos grandes da terra. No entanto, Jesus sabe que esses esquemas são diabólicos e que não entram nos planos do Pai; por isso, citando Dt 6,13, diz que só o Pai é o seu “absoluto” e que não se deve adorar mais nada: adorar o poder que corrompe e escraviza não tem nada a ver com o projeto de Deus.
A terceira “parábola” sugere que Jesus poderia ter construído um caminho de êxito fácil, mostrando o seu poder através de gestos espetaculares e sendo admirado e aclamado pelas multidões (sempre dispostas a deixarem-se fascinar pelo “show” mediático dos super-heróis). Jesus responde a esta proposta citando Dt 6,16, que manda “não tentar” o Senhor Deus: aqui, “tentar” significa “não utilizar os dons de Deus ou a bondade de Deus com um fim egoísta e interesseiro”.
Apresentam-se, portanto, diante de Jesus, dois caminhos. De um lado, está a proposta do diabo: que Jesus realize o seu papel na história da salvação como um Messias triunfante, ao jeito dos homens. Do outro, está a escolha de Jesus: um caminho de obediência ao Pai e de serviço aos homens, que elimina qualquer concepção do messianismo como poder.

ATUALIZAÇÃO

Refletir sobre as seguintes coordenadas:

• Frente a frente estão, hoje, a lógica de Deus e a lógica dos homens. A catequese que o Evangelho nos apresenta neste primeiro Domingo da Quaresma ensina que Jesus pautou cada uma das suas escolhas pela lógica de Deus. E nós, cristãos, seguidores de Jesus? É essa a nossa lógica, também?

• Deixar-se conduzir pela tentação dos bens materiais, do acumular mais e mais, do olhar apenas para o seu próprio conforto e comodidade, do fechar-se à partilha e às necessidades dos outros, é seguir o caminho de Jesus? Pagar salários de miséria aos operários e malbaratar fortunas em noitadas de jogo ou em coisas supérfluas (enquanto os irmãos, ao lado, gemem a sua miséria), é seguir o caminho de Jesus?

• Dentro de cada pessoa, existe o impulso de dominar, de ter autoridade, de prevalecer sobre os outros. Por isso – às vezes na Igreja – os pobres, os débeis, os humildes têm de suportar atitudes de prepotência, de autoritarismo, de intolerância, de abuso. A catequese de hoje sugere que este “caminho” é diabólico e não tem nada a ver com o serviço simples e humilde que Jesus propôs nas suas palavras e nos seus gestos.

• Podemos, também, ceder à tentação de usar Deus ou os dons de Deus para brilhar, para dar espetáculo, para levar os outros a admirar-nos e a bater-nos palmas. A isto Jesus responde de forma determinada: não utilizarás Deus em proveito da tua vaidade e do teu êxito pessoal.

Por:Portal dos Dehonianos

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