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Religião

GNR- Operação “Peregrinação Segura 2018”

No âmbito das celebrações das aparições de Fátima, a Guarda Nacional Republicana (GNR), até ao dia 13 de maio, intensifica as ações de patrulhamento nas principais vias de acesso à cidade de Fátima, com o objetivo de apoiar e garantir a segurança dos peregrinos durante as suas deslocações, reforçando ainda o policiamento no Santuário e zonas envolventes.

Durante os trajetos, a GNR aconselha os peregrinos a:

·         Andar em fila indiana;

·         Sinalizar o início e fim dos grupos;

·         Não andar na estrada, mas sim pela berma;

·         Caminhar sempre na berma contrária ao sentido do trânsito;

·         Não andar em locais onde seja proibida a circulação de peões;

·         Usar sempre, quer de dia quer de noite, coletes refletores;

·         Se for preciso reunir o grupo, fazê-lo sempre fora da estrada;

·         Não usar auscultadores de rádio;

·         Não utilize o telemóvel durante a caminhada;

·         Fazer pausas de uma hora na caminhada da manhã e duas no fim do almoço;

·         Não andar sozinho(a) durante a noite;

·         Tomar especiais cuidados ao atravessar as vias.

 

Na cidade de Fátima e no Santuário, a GNR deixa os seguintes conselhos aos peregrinos:

·         Chegue atempadamente a fim de evitar filas prolongadas;

·         Não deixe bens à vista no interior dos veículos, guarde-os na bagageira antes de chegar ao local onde vai estacionar;

·         Não deixe documentos pessoais nos veículos, tenha-os sempre consigo;

·         Não transporte a carteira/telemóvel no bolso de trás ou na mochila, guarde-os num bolso da frente ou numa bolsa com fecho que esteja sempre em contato com o corpo;

·         Evite andar com grandes quantias de dinheiro, divida-o e distribua-o por vários locais;

·         Não leve bens de valor, nem objetos que sejam ostensivos;

·         Tenha sempre o telemóvel com bateria e o contacto dos demais elementos do grupo;

·         Logo após o fím das cerimónias, saia de forma calma e gradual a fim de evitar filas prolongadas;

·         Nunca perca de vista os idosos e crianças que o acompanham, devendo estes terem sempre um contacto de um adulto do grupo.

Misericórdia de Mangualde celebra o seu 405º Aniversário

A Santa Casa da Misericórdia de Mangualde, celebra o seu 405º Aniversário face a isso iniciam as cerimónias esta sexta-feira.

20h00 – Sessão Solene Comemorativa do 405º Aniversário da Santa Casa da Misericórdia de Mangualde, na Igreja da Misericórdia;

21h30 – Inauguração da exposição de pintura e escultura do pintor Alexandre Magno e da escultora Cristina Vouga, no edifício contíguo à Igreja da Misericórdia. Esta exposição estará patente ao público até ao dia 20 de abril .

14 de abril – Gala Solidária da Misericórdia

20h00 – Gala Solidária com o objetivo de angariação de fundos para a reabilitação do Lar Morgado do Cruzeiro, na Quinta do Cisne, em Gandufe. Para além do jantar esta gala conta com um concerto pela Orquestra Ligeira SIM.

15 de abril – Missa de Ação de Graças, na Igreja Paroquial de Mangualde

Liturgia do domingo de Páscoa e Avisos da Semana

A liturgia deste domingo celebra a RESSURREIÇÃO e garante-nos que a vida em
plenitude resulta de uma existência feita dom e serviço em favor dos irmãos. A
ressurreição de Cristo é o exemplo concreto que confirma tudo isto.
A primeira leitura apresenta o exemplo de Cristo que “passou pelo mundo fazendo
o bem” e que, por amor, se deu até à morte; por isso, Deus ressuscitou-O. Os
discípulos, testemunhas desta dinâmica, devem anunciar este “caminho” a todos os
homens. A ressurreição de Jesus não é apresentada como um facto isolado, mas
como o culminar de uma vida vivida na obediência ao Pai e na doação aos homens. A
vida nova e plena que a ressurreição significa parece ser o ponto de chegada de uma
existência posta ao serviço do projecto salvador e libertador de Deus. Por outro lado,
esta vida vivida na entrega e no dom é uma proposta transformadora que, uma vez
acolhida, liberta da escravidão do egoísmo e do pecado.

01-04-2018
Ano B - Tempo Pascal - Domingo de Páscoa - Boletim Dominical

A segunda leitura convida os cristãos, revestidos de Cristo pelo baptismo, a
continuarem a sua caminhada de vida nova, até à transformação plena, que
acontecerá quando, pela morte, tivermos ultrapassado a última barreira da nossa
finitude. Neste texto, Paulo apresenta, como ponto de partida e base da vida cristã, a
união com Cristo ressuscitado, na qual o cristão é introduzido pelo baptismo. Em
concreto, isso significa despojarmo-nos do “homem velho” por um processo de
conversão que nunca está acabado e o revestirmo-nos – cada dia mais
profundamente – da imagem de Cristo, de forma a que nos identifiquemos com Ele
pelo amor e pela entrega da vida.
O Evangelho coloca-nos diante de duas atitudes face à ressurreição: a do discípulo
obstinado, que se recusa a aceitá-la porque, na sua lógica, o amor total e a doação da
vida não podem, nunca, ser geradores de vida nova; e a do discípulo ideal, que ama
Jesus e que, por isso, entende o seu caminho e a sua proposta, a esse não o
escandaliza nem o espanta que da cruz tenha nascido a vida plena, a vida verdadeira.
O texto começa com uma indicação aparentemente cronológica, mas que deve ser
entendida, sobretudo, em chave teológica: “no primeiro dia da semana”. Significa que
aqui começou um novo ciclo – o da nova criação, o da libertação definitiva. Este é o
“primeiro dia” de um novo tempo e de uma nova realidade – o tempo do Homem
Novo, que nasceu a partir da acção criadora e vivificadora de Jesus.

Diocese de Viseu:Mensagem de Páscoa do Bispo D.Ilidio Leandro

Este é o autêntico e solene anúncio da Páscoa. Com estas ou semelhantes palavras: a mesma notícia, a mesma certeza e a mesma realidade. Tudo o resto – seja o que for – é sinal, transmissão, consequência ou eco desta verdade, ainda que alguns desconheçam a fonte e a razão de tudo o que se faça ou se diga.

A Celebração e a Procissão da Morte e do Enterro do Senhor e a Solene Vigília Pascal são a Matriz de toda a alegria cantada, vivida, proclamada e anunciada na Páscoa e na Visita Pascal que se saboreia de tantas formas e que se transmite, universalmente, sem qualquer excepção.

Não é porque o Facto aconteceu há cerca de 2000 anos que se lhe tira a verdade, a originalidade ou a novidade. A Páscoa tornou-se Acontecimento, sempre a acontecer e a celebrar-se na Eucaristia. Esta é renovação da Páscoa, tornada nova e feita realidade verdadeira, até ao fim dos tempos. Não fora assim e a Salvação era limitada, factual e circunstancial, localizada no espaço e no tempo. Mas, também na Páscoa, o tempo é mais largo e maior que o espaço, pois chega a cada hoje, ainda que o espaço seja, mesmo e também, universal localizada no espaço e no tempo. Mas, também na Páscoa, o tempo é mais largo e maior que o espaço, pois chega a cada hoje, ainda que o espaço seja, mesmo e também, universal.

É com estas circunstâncias e nesta riqueza celebrativa, oferecidas pela Páscoa de Jesus Cristo, que eu me dirijo a todas e a todos – cristãos e pessoas de boa vontade da Igreja de Viseu. A cada pessoa desejo uma Feliz e Santa Páscoa. Que a Vida de Jesus brote da Cruz Vitoriosa, onde a morte deu lugar à vida, para todos e para sempre.

Jesus Cristo Ressuscitou e está vivo! Feliz Páscoa! Aleluia! Aleluia!

Liturgia e avisos Domingo de Ramos -Unidade Pastoral Fornos de Algodres e Aguiar da Beira

DOMINGO DE RAMOS

 Iniciamos a Semana Santa, imitando a multidão que aclamava Jesus na cidade santa de Jerusalém: “Hossana! Bendito o que vem em nome do Senhor! Bendito o reino que vem, o reino do nosso pai David! Hossana nas alturas!”. Muitos estenderam as suas capas no caminho por onde Jesus ia passar e cortaram ramos de verdura para o aclamar e acolher. Isto contrasta com a traição e tristeza que ocorrerão naquela mesma cidade passados poucos dias. E perguntamos: Porquê e como é possível fazer tanto mal a quem só fez tanto bem? Jesus viveu para os outros, sem poder e sem violência, tendo como única arma o amor! Como foi possível? O texto mais importante deste dia é a narração da Paixão, segundo o evangelista S. Marcos. Desta narração, fixemo-nos nas palavras impressionantes de Jesus na cruz: “Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonastes?”. Estas palavras expressam o drama que acontece no monte do Calvário. Resumem as horas da paixão de Jesus e também a sua vida. Na narração da Paixão, segundo S. Marcos, estas são as únicas palavras de Jesus na cruz. 25-03-2018
Ano B - Tempo Quaresma - Domingo de Ramos - Boletim Dominical

Este evangelista, ao contrário dos outros três, descreve-nos Jesus muito só e sentindo-se sozinho; um Jesus que, pouco a pouco, se vai desprendendo daqueles que tinha junto de si; alguns foram contra Ele e os que O apoiavam fugiram ou esconderam-se. Todos olham para Ele como um coitado, um desgraçado, um maldito. É horrível: praticamente ninguém manifesta compreensão ou reconhecimento para com um justo, agora objecto de desprezo, de maldade, de injustiça. Ridicularizado, até Jesus cala-se e aceita. Nesta solidão, foi despojado da sua roupa. O evangelista diz-nos: “repartiram entre si as suas vestes, tirando-as à sorte, para verem o que levaria cada um”. Jesus não está somente despojado das suas vestes e das pessoas, mas também sente-se despojado de Deus. O Seu Pai parece que não está e, por isso, clamou com voz forte: “Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonastes?”.

Estas palavras de Jesus resumem os clamores de todos os homens e mulheres. No monte do Calvário, na cruz, estão todos os gritos de desespero, de angústia, de tribulação e de sofrimento da humanidade. Jesus clama por todos os homens e mulheres, porque Ele é a expressão da humanidade sofredora. Quantas vezes já tivemos vontade de dizer estas palavras de Jesus com aquilo que nos acontece na vida? Quantas vezes já fizemos a experiência do “abandono” de Deus, parece que, às vezes, Ele não está e não nos ouve! Quantas vezes já pedimos e gritámos a Deus que oiça os nossos pedidos e esteja connosco nas tribulações?

Mas, perante esta situação desesperada e sofredora de Jesus, há uma brisa de esperança, há uma intuição de vida e há uma confissão de fé. Perante todo o drama do Calvário, o centurião romano, testemunha de todo este sofrimento, profere uma frase que marca tudo o que aconteceu: “Na verdade, este homem era Filho de Deus”. De certeza que disse estas palavras sem pensar, não estava consciente do que estava a dizer, mas expressavam o sentimento de muitas pessoas naquela hora e naquele lugar. No início da vida pública de Jesus, Pedro já tinha confessado que Jesus era o Filho de Deus; os apóstolos sabiam que aquele que os tinha chamado nas margens do lago da Galileia era alguém excepcional; tantas pessoas deram conta que Jesus de Nazaré era alguém diferente. O povo dizia que Jesus falava com “autoridade”, mas no momento da morte é o centurião, um pagão, que faz a confissão de fé. É a confissão da Igreja, é a afirmação fundamental da nossa fé: “Na verdade, este homem era Filho de Deus”. Confessar Jesus como Filho de Deus. Mas não podemos esquecer algo muito importante que completa a frase do centurião. Jesus foi julgado, condenado, morto. Sujeitou-se a tudo porquê? Porque Jesus morreu por nós, deu a vida pelos nossos pecados, morreu para nos salvar.

Neste Domingo de Ramos, com o qual iniciamos a Semana Santa, duas coisas tornam-se muito evidentes: Jesus reza com um sentimento atribulado: “Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonastes?”, e, com o centurião, também nós, que contemplamos a sua morte gloriosa, afirmamos: “Na verdade, este homem era Filho de Deus”. Que estas palavras estejam na nossa oração desta semana para podermos celebrar com toda a solenidade a Páscoa de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Projeto de Dinamização Turística do Património Monumental na cidade de Mangualde

Realiza-se esta quinta-feira, dia 22 de março, a cerimónia da assinatura dos contratos de financiamento do Projeto de Dinamização Turística do Património Monumental na cidade de Mangualde – Candidatura ao Valorizar – Programa de Apoio à Valorização e Qualificação do Destino, na Linha de Apoio à Valorização Turística do Interior, para reabilitação da Igreja de Misericórdia, Largo da Misericórdia, Rua do Colégio e criação do novo Centro Municipal de acolhimento ao visitante, entre a Câmara Municipal de Mangualde e a Santa Casa da Misericórdia de Mangualde

 O momento, que decorrerá pelas 12h45, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, contará com a presença da Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, do Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Mangualde, José Tomás, e do Presidente da Câmara Municipal de Mangualde, João Azevedo.

 

UCC da Misericórdia de Mangualde celebrou 6 anos

A Unidade de Cuidados Continuados Integrados da Santa Casa da Misericórdia de Mangualde celebrou, na passada quarta-feira, dia 14 de Março, o seu sexto aniversário.

Um dia de celebração, marcado por um momento de festa, onde se cantaram os parabéns e se partilhou a alegria pela existência da Unidade, reforçando a importância da missão de Cuidar do Outro, com carinho, respeito e responsabilidade.

Por:SCMM

Tradições da Quaresma/Páscoa recriadas em Aguiar da Beira

Cerca de 150 Pessoas da comunidade vão recriar hábitos e saberes de fé do concelho, dia 18 de março, às 15 horas, no centro cultural de Aguiar da Beira.
Os participantes das Oficinas das Tradições – 60 Mais Social Clube do CLDS 3G Aguiar no Coração – vão recriar alguns dos rituais católicos vividos no Concelho de Aguiar da Beira pelas celebrações da Quaresma e da Páscoa.
Tradições como a quarta- feira de cinzas, bênção dos ramos, encomendação das almas, passagens da via sacra, terço dos homens, enterro do senhor ou a visita pascal vão ser apresentadas por 150 “atores” à comunidade, durante a tarde de domingo, no auditório do Centro Cultural de Aguiar da Beira.
Os saberes e as tradições quaresmais e pascais têm vindo a ser preparadas nas Oficinas das Tradições, que decorrem semanalmente em várias freguesias do concelho e abertas à população em geral.
O encontro será um grande momento de demonstração cultural, promovendo o conhecimento e convívio entre gerações, recuperando hábitos culturais e reforçando laços sociais e níveis de participação.
A atividade enquadra-se na ação 60 Mais Social Clube, do CLDS 3G Aguiar no Coração, que pretende integrar os cidadãos seniores de modo a estimular a sua participação e (re)integração na sociedade e nas dinâmicas do concelho reforçando o envelhecimento ativo e a autonomia dos seniores, bem como a elevação da sua autoestima e do seu sentimento de utilidade para os outros e para a sociedade.
“Aguiar no Coração – Rede Positiva para o Desenvolvimento Social de Aguiar da Beira” é um Contrato Local de Desenvolvimento Social (CLDS 3G), cuja Entidade Coordenadora Local de Parceria e executora é o Centro Social Paroquial de Dornelas e a entidade financiadora é o POISE – Programa Operacional da Inclusão Social e Emprego e o Governo de Portugal, por via do Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social.

Por:AGC

AF Viseu- Resultados e classificação da divisão de honra

Nova ronda da divisão de honra visiense com a turma do Lamego a vencer fora de portas o Resende por duas bolas a uma e lidera isolado.

Moimenta da Beira – Penalva Castelo -1-1
Paivense – Vouzelenses -5-1
Carregal do Sal – Lamelas-2-2

Resende – SC Lamego -0-2
Silgueiros -Sampedrense -0-0
Nespereira – Molelos -0-0
Castro Daire – Mangualde-2-0

Classificação após 20 jornadas

1 SC Lamego —–44
2 Sampedrense –42
3 Sátão                   36
4 Penalva Castelo 36
5 Castro Daire      34
6 M. da Beira       33
7 Paivense            31
8 Lamelas           30
9 C.. do Sal         25
10 Nespereira    24
11 Silgueiros      23
12 Resende        23
13 Molelos      18
14 GDC Roriz 16
15 Vouzelenses 15
16 Mangualde 5

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