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Religião

Cantar ao Menino foi em Gradiz (Aguiar da Beira)

Um pouco por toda a parte neste fim de semana se cantaram as janeiras, em Gradiz, no concelho de Aguiar da Beira, este domingo, cantaram ao menino, numa tarde bem animada.

Desta forma diversos grupos oriundos de vários pontos do concelho, entoaram diversas canções, nesta homenagem ao menino Jesus, na Igreja Nossa Sra. das Neves, na localidade de Gradiz.

No final, houve um lance convívio para todos, onde não faltou um bolo alusivo ao evento, presenteado pela União de Freguesias de Sequeiros e Gradiz.

Uma tarde de Dia de Reis animada!

Por:AP Fotos:Raízes da Terra

 

Epifania do Senhor- Avisos e liturgia

Nestes últimos dias, refletimos e contemplámos alguns momentos do nascimento de Jesus. Ficou bem expressa a ideia de que Deus cumpre todas as suas promessas. O Messias esperado é o próprio Filho de Deus. Agora, Deus manifesta-se de uma forma diferente à que estávamos habituados nos textos do Antigo Testamento. Já não se manifesta com poder e força, mas aparece pobre, humilde e indefeso. As primeiras pessoas que fizeram a experiência desta nova e surpreendente manifestação de Deus foram os pastores. Algo de novo está a acontecer nos planos de Deus!
Qual a grande novidade deste dia, expressa nos textos bíblicos? O povo eleito, o povo de Israel, vai deixar de ser o depositário privilegiado do pacto com Deus. Toda a humanidade é o grande objetivo do amor de Deus. Deus quer derramar a sua infinita misericórdia em todos os homens e mulheres. Esta é a melhor prenda que Deus coloca aos nossos pés. Os Magos do Oriente colocam aos pés do Menino Jesus três prendas: ouro, incenso e mirra. Deus coloca aos nossos pés a salvação, o amor e a misericórdia.
Mas, na primeira leitura, Isaías coloca a centralidade da sua profecia na cidade de Jerusalém. Onde está, então, a universalidade do amor de Deus? Isaías não pode abandonar a centralidade da cidade de Jerusalém, porque para ela caminharão todas as nações. Todas as riquezas das nações que chegarão a Jerusalém serão somente um reconhecimento da glória do Senhor que já desponta: “Levanta-te, Jerusalém, porque chegou a tua luz e brilha sobre ti a glória do Senhor. Todos se reúnem e vêm ao teu encontro. Afluirão a ti os tesouros do mar e a ti virão ter as riquezas das nações”. Na figura do Menino Jesus, torna-se clara a autêntica grandeza de Deus. Esta Jerusalém, radiante de alegria, já não é somente a cidade, mas toda a humanidade e toda a Igreja. A Igreja não espera que se coloque aos seus pés bens materiais, ou seja, prendas, mas anuncia apaixonadamente a grandeza do amor de Deus por toda a humanidade.
Por isso, S. Paulo, na segunda leitura, confirma a profecia de Isaías, afirmando: “os gentios recebem a mesma herança que os judeus, pertencem ao mesmo corpo e participam da mesma promessa, em Cristo Jesus, por meio do Evangelho”. Esta é a mensagem principal desta solenidade e deste dia. Apesar das fraquezas da humanidade, Jesus veio para todos: socorrerá o pobre e o miserável, terá compaixão dos fracos e defenderá a vida dos oprimidos.
Assim, compreendemos melhor as figuras dos Magos do Oriente e quem representam. Em primeiro lugar, eles representam todos os povos que se ajoelham perante a debilidade da grandeza do Filho de Deus. A ninguém se pode impedir de caminhar para Deus. Deixemos o Espírito Santo moldar o interior de cada um. Todos somos responsáveis de não esconder a maravilhosa decisão de Deus de nos enviar o seu próprio Filho. Em segundo lugar, os Magos do Oriente comprometem-nos em ações concretas. 1) Também nos devemos colocar, cheios de fé, perante este Menino Deus e oferecer-lhe o melhor dos nossos sentimentos e das nossas capacidades; 2) Como os Magos, devemos procurar Jesus e perguntar por Ele nas nossas vidas; 3) os Magos desafiam-nos a aprofundar a nossa fé, meditando o Evangelho; 4) os Magos motivam-nos à oração. “Regressaram às suas terras por outro caminho”, ou seja, é na oração que se amadurece, ao calor de Deus, as melhores decisões para a vida; 5) os Magos ensinam-nos a regressar à nossa vida com um espírito novo.
Confortados pelo Menino Deus, poderemos transformar o mundo, cuidar dos nossos irmãos mais próximos, levar a luz de Deus aos “Herodes” de hoje (aqueles que andam nas “trevas” e não acreditam em nada) e o amor de Deus aos nossos irmãos, através da simplicidade e descrição das nossas palavras e das nossas ações.07-01-2018

Por:UPAB

foto:Acidigital

Mensagem de Ano Novo – D. Ilídio Pinto Leandro – Bispo de Viseu

Neste início de novo ano 2018, deixamos a mensagem do Bispo da Diocese de Viseu, D.Ilidio Leandro.

“Todos gostamos muito do Natal. O Natal é a celebração do nascimento de Jesus que quis viver connosco e ensinar-nos a viver como irmãos e a construirmos um Mundo Novo de paz, de fraternidade, de justiça, de verdade e de amor.

Celebrar o início de 2018 é acreditar que o Mundo Novo com estes valores é possível e é fazer tudo o que cada um de nós pode para que assim aconteça.

Sabemos que no ano de 2018 há muitas pessoas que acreditam nisto e vão fazer algum esforço para que este Mundo Novo do Natal seja uma realidade. Será mais fácil e será mesmo possível se tu, eu e os outros acreditarmos também. Eu acredito. E tu – acreditas mesmo? Se acreditas, de verdade – e queres fazer esforço, vamos – tu e eu – viver assim e convidar outros a que vivam, também, assim.

Jesus aceitou fazer o Seu Natal e dar-nos, a todos, esta prenda para que este Mundo Novo seja possível. Vamos dar esta prenda a Jesus e vamos ajudá-l’O, a sério, para que este sonho se torne realidade?

Então, vamos começar por viver os valores do Natal de Jesus em cada um de nós. Depois, não nos esqueçamos de os viver com a nossa Família. O nosso lugar de estudo e de trabalho poderá tornar-se um belo Presépio. E os meus amigos e vizinhos vão notar que eu vivo, realmente, os valores do Natal e 2018 será mesmo e de verdade, um Ano Bom.

Queres experimentar comigo, também? Então, comecemos hoje e um 2018 muito feliz!”

Feliz Ano 2018

Desejamos um Bom Ano 2018, a todos anunciantes, assinantes, leitores e amigos.

 

Casa cheia na tertúlia Museu à noite em Pinhel

O Museu à Noite de dezembro, com casa cheia, teve lugar na noite de quinta feira na Casa do Povo, da freguesia de Lameiras e pretendeu lembrar e homenagear as tradições de Natal do nosso concelho, como a Ceia de Natal, a Fogueira, a Missa do Galo, o beijar do menino Jesus ou o Presépio.

Para abordar a temática um convidado: o Reitor do Seminário Maior Interdiocesano de São José, em Braga, Pe. Paulo Figueiró, natural da diocese da Guarda.

A recebê-lo e a dar as boas vindas a todos esteve presente a Vice-Presidente da Câmara Municipal de Pinhel, Daniela Capelo, que sublinhou a importância de manter bem vivas estas tradições de Natal.

No final todos os presentes foram convidados a degustar a “Mesa de Natal”, que contou com a participação das Juntas de Freguesia do concelho que, deste modo, deram a conhecer as suas tradições gastronómicas e o que de melhor se faz em cada uma.

Por:Mun.Pinhel

Oração para a Ceia de Natal

Nesta noite de Consoada deixamos a todos um bom Jantar, mas antes deixamos a oração para ler antes da Ceia de Natal.

Oração para a Ceia de Natal

 Ó Jesus, Menino Deus,

hoje nascido em Belém:

faz resplandecer a tua Luz, sem par,

sobre todos os que habitam esta casa,

e sobre todos os que já habitaram

e sobre todos os que nela hão-de entrar!

 

À tua Luz, congregados,

para esta Ceia, sem igual,

nós te pedimos, maravilhados:

entra, ó Jesus, nesta casa,

para que não fique escura e vazia

do fruto bendito da tua alegria!

 

Senta-te agora à nossa mesa,

ocupa o lugar principal!

És tu a Luz, o Sal,

o fermento e o Pão,

a doçura e a ternura

da nossa vida , em comunhão,

nesta noite santa de Natal!

 

 

Exposição de presépios inaugurada em Mangualde

No passado dia 20 de dezembro,quarta-feira teve lugar, no átrio de entrada da creche Mariazinha Lemos, a inauguração da exposição de presépios, feitos pelos pais dos meninos da creche.
Nesta exposição podem ver-se mais de 20 presépios, feitos de diversos materiais e todos com muita originalidade.

Uma boa iniciativa , onde os Pais foram os obreiros, onde a Misericórdia de Mangualde agradeceu.

Jardim Encantado regressa a Gouveia

Durante 11 dias, o Jardim Infantil de Gouveia vai transformar-se novamente no Jardim Encantado e será a principal atração da época festiva. Um jardim de luz, onde a tradição, a decoração com Estrelas, a casa do Pai Natal, os insufláveis, os ateliês e a animação alusiva a época natalícia, farão as delícias das crianças e dos adultos.

A programação de atividades de Natal iniciou-se a 2 de dezembro com o aniversário do Museu da Miniatura Automóvel e a inauguração da iluminação de Natal.

A partir de 15 de dezembro, a Biblioteca Municipal Vergílio Ferreira irá acolher a tradicional Feira do Livro, onde poderá encontrar o presente ideal para este Natal.

Como já é hábito, a Praça de S. Pedro irá receber o Mercadinho de Natal, a 16 de dezembro. Os doces de Natal, o artesanato e animação para as crianças irão encher esta praça com a harmonia e alegria que é típica desta época.
Em véspera de consoada, no dia 23 de dezembro, no Teatro Cine de Gouveia, há cinema para todos os gostos. Às 15h00, matiné infantil com “Coco: a vida é uma festa”. Miguel um menino de 12 anos que quer muito ser um músico famoso, vai ser o responsável pela proposta de animação desta tarde. E há noite, às 21h00, há cinema para toda a família, com o filme “Pai há só 1… ou 2”, uma comédia familiar, onde um marido e um ex-marido se tornam amigos inseparáveis. 

Faz ainda parte da programação de Natal o concerto de Aniversário da Santa Casa de Misericórdia de Gouveia na Igreja da Misericórdia e a projeção do filme “À Luz do Candeeiros” no Edifício Clube Camões.

Da programação de Natal contam ainda vários concertos no Teatro Cine de Gouveia. O Concerto Solidário pela Orquestra Ligeira de Gouveia, O Sarau de Natal da AE de Gouveia, e o Concerto de Encerramento do Estágio para a Orquestra de sopros da sociedade Musical Gouveense “Pedro Amaral Botto Machado.

 O Teatro Cine de Gouveia irá ainda receber a alegria contagiante das Festas de Natal das Escolas do concelho.

A agenda de natal encerra no Dia de Reis, 6 de janeiro, com tradicional Cantar das Janeira, no Teatro Cine de Gouveia.

 

Misericórdia de Mangualde celebrou o Dia Internacional do Voluntariado

O Dia Internacional do Voluntariado foi celebrado da melhor maneira, neste dia, na Santa Casa da Misericórdia de Mangualde, com um almoço convívio que reuniu voluntários, diretoras e membros da Mesa Administrativa.
Os voluntários são parte indissociável da história e da obra da Misericórdia de Mangualde.

Esta forma de comemorar o Dia Internacional do Voluntariado é, assim, para a Misericórdia de Mangualde, um gesto de reconhecimento e gratidão a todos os que dedicam o seu tempo, empenho e afeto junto de quem mais precisa.

Por:Misericórdia de Mangualde

Avisos e liturgia do 1ºdomingo do Advento- Fornos e Aguiar da Beira

Dupla Perspectiva do Advento
O TEMPO DO ADVENTO é o tempo da devota e gozosa EXPECTATIVA sobre a vinda do Senhor. Está estruturado liturgicamente numa dupla perspectiva:

  1. É TEMPO DE PREPARAÇÃO para a SOLENIDADE DO NATAL, que comemora “a vinda do Filho de Deus” à Humanidade, pela Incarnação;
  2. É tempo no qual, mediante a evocação do nascimento histórico, se concentra o espírito dos crentes na expectativa da “SEGUNDA VINDA DE CRISTO” no fim dos tempos.
Ano B - Advento - 1º Domingo - Boletim Dominical

As duas perspectivas entrecruzam-se nos textos litúrgicos do Advento, porque a “primeira vinda” pela Encarnação é o fundamento da “última vinda”; e esta, a consumação escatológica da primeira.

Entre o ACONTECIMENTO HISTÓRICO de Cristo e a PARUSIA há um ritmo incessante de ADVENTO de Cristo, sempre presente na Igreja e no Mundo, porque há muitas zonas da pessoa onde Cristo está “ausente”, até que nos identifiquemos, existencialmente, com Ele; porque há muitos homens que ainda não ouviram a Sua mensagem; porque há muitas zonas no mundo e na História que ainda não foram atingidas pela graça da reconciliação!

A Liturgia do ADVENTO CRISTÃO situa-se no “já” da Encarnação e no “ainda não” da Sua vinda em plenitude.

Entre a Encarnação de Cristo e a Sua última vinda
Para melhor entender esta dupla perspectiva do Advento, devemos ater-nos a alguns aspectos gerais do Ano Litúrgico:

  1. As celebrações do Ano Litúrgico são o desenvolvimento da História da Salvação atualizada sacramentalmente no tempo e no espaço, com todos os seus acontecimentos salvíficos, para que essa História aconteça existencialmente nas comunidades eclesiais, em cada geração e em cada pessoa.
  2. Há nos Mistérios da Redenção uma dimensão histórica, enquanto acontecimento cronologicamente verificado no passado. Como tais, esses mistérios, são “um passado histórico irreversível”. A celebração deles é uma “comemoração-aniversário”. Mas há também a dimensão salvífica, enquanto iniciativa salvadora de Deus; manifestação da força viva de Deus perenemente presente e actuante. A celebração litúrgica é a “reactualização” dessa dimensão salvífica, que se reproduz existencialmente como acontecimento salvífico.
  3. Ano B - Advento - 1º Domingo - Boletim Dominical

O Natal é o “mistério-sacramento” do nascimento do Senhor, que renova e actualiza o Mistério do Filho de Deus feito homem. O “HOJE”, repetido nos textos litúrgicos do Natal, é o “HOJE DIVINO”, ou a presença perene de Deus, em Quem não há passado nem futuro, no “HOJE DOS HOMENS” sempre provisório e passageiro! Pela celebração cultual, o “HOJE” de cada geração é contemporâneo do que já aconteceu e do que há-de vir. COMEMORAR os Mistérios da Redenção não é distanciar-se do que aconteceu, mas abolir as distâncias.
Há uma unidade interna nos ciclos do Ano Litúrgico. Ela procede da unidade do Mistério de Cristo, presente em todas as celebrações. A Liturgia celebra sempre todo o mistério de Cristo, mas na PERSPECTIVA PASCAL. Por isso, a Liturgia do Advento e a do Natal estão transfiguradas pelos símbolos pascais:

  1. A Encarnação é perspectivada pelo processo da “humilhação-despojamento”, que culmina na morte de Cristo.
  2. O Natal é como que celebração antecipada e pressuposto da maravilhosa Primavera da salvação: a festa da Páscoa.
  3. A verdadeira festa do “Sol da Justiça”, que se celebra no Natal, brilha na Ressurreição.
  4. O movimento da regeneração da Humanidade começa no Natal mas culmina na Páscoa! Haja em vista toda a simbologia pascal da luz, presente no Natal!

A liturgia do primeiro Domingo do Advento convida-nos a equacionar a nossa caminhada pela história à luz da certeza de que “o Senhor vem”.
Apresenta também aos crentes indicações concretas acerca da forma devem viver esse tempo de espera.
A primeira leitura é um apelo dramático a Jahwéh, o Deus que é “pai” e “redentor”, no sentido de vir mais uma vez ao encontro de Israel para o libertar do pecado e para recriar um Povo de coração novo. O profeta não tem dúvidas: a essência de Deus é amor
e misericórdia; essas “qualidades” de Deus são a garantia da sua intervenção salvadora em cada passo da caminhada histórica do Povo de Deus. A segunda leitura mostra como Deus Se faz presente na história e na vida de uma comunidade crente, através dos dons e
carismas que gratuitamente derrama sobre o seu Povo. Sugere também aos crentes que se mantenham atentos e vigilantes, a fim de acolherem os dons de Deus.
Antes de mais, o Evangelho deste domingo coloca-nos diante de uma certeza fundamental: “o Senhor vem”. A nossa caminhada humana não é um avançar sem sentido ao encontro do nada, mas uma caminhada feita na alegria ao encontro do Senhor
que vem. Não se trata de uma vaga esperança, mas de uma certeza baseada na palavra infalível de Jesus. O tempo de Advento recorda-nos a realidade de um Senhor que vem ao encontro dos homens e que, no final da nossa caminhada por esta terra, nos oferecerá
a vida definitiva, a felicidade sem fim. O tempo do Advento é, também, o tempo da espera do Senhor. O Evangelho deste Domingo diz-nos como deve ser essa espera… A palavra mágica é “vigilância”: o verdadeiro discípulo deve estar sempre “vigilante”,
cumprindo com coragem e determinação a missão que Deus lhe confiou. Estar “vigilante” não significa, contudo, preocupar-se em ter sempre a “alminha” limpa para que a morte não o apanhe com pecados por perdoar; mas significa viver sempre activo,
empenhado, comprometido na construção de um mundo de vida, de amor e de paz.
Significa cumprir, com coerência e sem meias tintas, os compromissos assumidos no dia do baptismo e ser um sinal vivo do amor e da bondade de Deus no mundo. É dessa forma que eu tenho procurado viver? Em concreto, estar “vigilante” significa não viver
de braços cruzados, fechado num mundo de alienação e de egoísmo, deixando que sejam os outros a tomar as decisões e a escolher os valores que devem governar a humanidade; significa não me demitir das minhas responsabilidades e da missão que Deus me confiou quando me chamou à existência… Estar “vigilante” é ser uma voz
activa e questionante no meio dos homens, levando-os a confrontarem-se com os valores do Evangelho; é lutar de forma decidida e corajosa contra a mentira, o egoísmo, a injustiça, tudo aquilo que rouba a vida e a felicidade a qualquer irmão que caminhe ao meu lado… O nosso Evangelho recomenda especialmente a “vigilância” aos “porteiros” da comunidade – isto é, a todos aqueles a quem é confiado o serviço de proteger a comunidade de invasões estranhas.

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