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Covid-19-Ordem dos Médicos do Centro repete denúncia de atraso na colocação de recém-especialistas

A Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos considera inaceitável o atraso na colocação de médicos de família, recém-especialistas da Região Centro. “Estamos extremamente preocupados: esta semana assistimos ao regresso da atividade escolar, estamos a aproximar da época outono/inverno onde se pode assistir o aumento ao aumento gradual das infeções respiratórias, e, neste contexto tão sensível, os recém-especialistas em Medicina Geral e Familiar continuam a aguardar a colocação”, denuncia o presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos.

Carlos Cortes manifesta apreensão, tal como já o fizera a 28 de julho, para esta incúria e desorganização na gestão de recursos humanos da área da Saúde. “Estamos a aguardar a colocação dos médicos de família, sem se perceber ainda o motivo deste atraso. Já passou mais de um mês depois da publicação do aviso de abertura do concurso e não temos respostas efetivas. “São 396 médicos de família, 65 na região Centro, que estão a aguardar colocação.

“Os médicos de família estão a aguardar colocação para poder desempenhar adequadamente as suas funções e dar resposta à extensa lista de utentes sem médico de família. Por outro lado, face à emergência sanitária que estamos a atravessar e às necessidades dos utentes – especialmente os mais vulneráveis – é urgente contratar os médicos recém-especialistas”.

Exorta Carlos Cortes: “O Ministério da Saúde deve proceder, com carácter de urgência, à colocação dos médicos de família na região Centro, assim como no resto do País, uma vez que, mais do que nunca, é crucial o contributo dos cuidados de saúde primários na resposta à crise sanitária”.

Visitas guiadas a Fornos de Algodres

O Município de Fornos de Algodres está a promover um programa de visitas guiadas a Fornos de Algodres através de uma parceria com a Fundação INATEL, no âmbito do Programa Inatel Outono.

Deste modo, na manhã de segunda- feira, dia 14, foi recebido no exterior da Câmara Municipal de Fornos de Algodres, pelo Executivo Municipal, um grupo de pessoas de Évora, Setúbal e Lisboa.

Foram feitos três grupos que foram acompanhados por três guias iniciando uma visita rotativa por três pontos essenciais da vila: Jardim 28 de Maio (Jardim Municipal), onde houve uma  explicação da história do Concelho,  Museu “Centro de Interpretação Histórica e Arqueológica de Fornos de Algodres” e uma visita guiada intitulada “Rota dos Solares”, onde puderam vislumbrar casas brasonadas, monumentos religiosos e alguma da história arquitetónica da vila.

Covid-19- Novas medidas entram em vigor em 15 de setembro

Depois da reunião de Conselho de Ministros, no Palácio da Ajuda, António Costa, primeiro -ministro falou ao País e deixou as novas medidas a entrar em vigor a partir de 15 de setembro, após fazer o balanço até hoje da situação epidemiológica de Portugal.

Assim, os estabelecimentos comerciais não podem abrir antes das 10h (com exceções), e devem fechar entre as 20h e as 23h, esta segunda medida é tomada por decisão municipal. Nas áreas de restauração dos centros comerciais, passa a haver um limite máximo de quatro pessoas por grupo.

 Junto às escolas, nos restaurantes, cafés e pastelarias a 300 metros dos estabelecimentos, há também um limite máximo de quatro pessoas por grupo.

Estas medidas surgem “de forma a evitar grandes concentrações de pessoas nesses espaços de alimentação”.

 Segundo o primeiro-ministro, haverá “exceções” em que será possível o comércio abrir antes das 10:00, tendo avançado como exemplos as “pastelarias, cafés, cabeleireiros e ginásios”.

Quanto ao horário de encerramento dos estabelecimentos, passará a ser obrigatoriamente entre as 20:00 e as 23:00, cabendo a cada município a determinação da hora exata, “em função da realidade específica do seu concelho”.

“Vamos entrar numa nova fase, em que as pessoas tenderão a regressar de férias, e portanto é necessário adotar medidas preventivas”, afirmou António Costa.

É alargada ainda a todo o país também a proibição da venda de bebidas alcoólicas nas estações de serviço — e, em todos os outros estabelecimentos a partir das 20h, exceto nos estabelecimentos de comida, às refeições. Regressa também ao resto do país a proibição do consumo de bebidas alcoólicas na via pública.

“Estas medidas não são nenhum juízo moral contra as festas”, afirma António Costa, sublinhando que têm como objetivo a salvaguarda da saúde pública. “Muitas das regras que têm vigorado já na AML vão ser aplicados a todo o país”, anunciou António Costa.

Os recintos desportivos — como os estádios de futebol — vão continuar sem público, anunciou ainda o primeiro-ministro, que alertou para a diferença de comportamentos das pessoas nos diferentes eventos.

“Todos os que já foram a recintos desportivos sabem que o comportamento num cinema ou num teatro é muito diferente de assistir a um evento desportivo”, explicou.

António Costa salientou que esta diferença de comportamentos impõe restrições para a existência de público nos estádios e em outros recintos desportivos.

O primeiro-ministro afirmou hoje que o reforço das medidas preventivas contra a covid-19, com o território continental em situação de contingência a partir de terça-feira, visa evitar um aumento exponencial de contágios com a gradual retoma da atividade.

“É absolutamente decisivo manter a pandemia controlada. Não podemos dar este jogo por ganho, porque não está ganho”, advertiu António Costa.
Na sua intervenção inicial, o primeiro-ministro defendeu que a batalha contra a covid-19 “continua e depende fundamentalmente de cada cidadão”.

“O acompanhamento desta pandemia exige uma leitura dinâmica de forma a permitir aquilo que é essencial: Manter a pandemia controlada, possibilitando a recuperação económica e social do país”, justificou.

António Costa rejeitou depois qualquer tipo de dualismo entre os objetivos de proteção da economia e a proteção da saúde.

“A nossa vida é só uma. E é tanto feita do emprego que temos ou perdemos, como da saúde que temos ou que não temos. Por isso, é condição essencial para a proteção do rendimento das famílias e para a proteção do emprego que a pandemia esteja controlada”, alegou o líder do executivo.

Numa mensagem que dirigiu a quem perdeu o emprego, ou a quem esteve em “lay-off” e perdeu rendimentos, António Costa salientou a ideia de que o controlo desta pandemia “depende em primeiro e em último lugar do comportamento individual de cada um”.

“Sabemos que temos um Serviço Nacional de Saúde robusto e fortalecido, que temos excelentes profissionais de saúde, mas a melhor forma de os ajudar é evitar estarmos doentes, adotando todas as medidas preventivas que podemos adotar e que dependem exclusivamente de nós”, reforçou o primeiro-ministro.

De acordo com António Costa, se as regras de prevenção contra a covid-19 forem cumpridas, “embora a pandemia se mantenha – e até possa registar um crescimento, o que é provável com o regresso à atividade normal -, será possível que esse crescimento se conserve sob controlo”.

Artigo de Opinião- ALERGIA OCULAR CONJUNTIVITE ALÉRGICA

Nada mais irritante que sentir os olhos chorosos, vermelhos, sensíveis à luz, com comichão e tão irritados que quase não se conseguem abrir.

As causas desencadeantes podem ser:

  • Alergénios exteriores como o pólen das flores ou árvores;
  • Alergénicos interiores como o pó ou pêlo de animais;
  • Irritantes como o fumo de tabaco, perfumes ou contaminação;

O que fazer se tenho alergia ocular?

Evitar expor-se aos desencadeantes da alergia seria o ideal mas nem sempre possível. Então, deverá proteger-se de forma que os agentes alergénicos cheguem menos aos seus olhos e nada melhor que usar óculos ou óculos de sol curvos. Lave também, constantemente as mãos, evitando tocar nos olhos.

Como controlar os sintomas com medicamentos sem receita médica?

Lágrimas artificiais;

Gotas oculares descongestionantes (não usar mais de uma semana, caso contrário pode piorar);

Anti-histamínicos orais (não mais de uma semana, secam os olhos e podem piorar os sintomas);

Portanto o mais indicado e recomendado é consultar um alergologista que lhe vai dar o melhor tratamento:

Colírio (descongestionante, anti-histamínico, estabilizador de mastócitos, corticosteróide, NSAID);

Vacinas contra alergias (imunoterapia);

Anti-histamínicos orais (note que podem secar os seus olhos e agravar os seus sintomas);

 

Queratoconjuntivite vernal

É a alergia mais comum e a que mais sintomas dá. Embora possa ocorrer todo o ano os sintomas agravam-se na primavera/verão. A ocorrência desta conjuntivite é maior em rapazes e homens jovens.

Como sintomas, temos a comichão, sensibilidade à luz, olhos chorosos e muco espesso.

A queretoconjuntivite vernal deve ser tratada, caso contrário, pode levar a problemas visuais.

Queratoconjuntivite atópica

Este tipo de conjuntivite afeta principalmente a idosos, mais frequente em homem e com antecedentes com dermatite alérgica.

A queratoconjuntivite atópica, se não é tratada, pode levar à cicatrização corneal e à consequente perda irreversível da visão.

Conjuntivite alérgica por lentes de contacto

Deve-se principalmente pela má limpeza das lentes de contacto, a sujidade que se vai depositando na lente pode provocar reações alérgicas causando em muitos casos inadaptação às lentes de contacto. Os líquidos de limpeza e maquilhagem são também fatores desencadeantes.

Conjuntivite papilar gigante

Esta conjuntivite é a forma mais grave associada ao uso de lentes de contacto. O sinal mais típico são as papilas ou papos que se formam no interior da pálpebra superior (principalmente). Os sintomas incluem:

Comichão

Olho vermelho

Visão desfocada

Sensação de corpo estranho

Muco espesso

Olhos chorosos

Má tolerância às lentes de contacto

Conclusão

As lágrimas artificiais podem lavar temporalmente os alergénicos dos olhos, humedecem e hidratam. Dão sensação de frescura, aliviam os sintomas e podem-se usar as vezes que necessitar.

Os descongestionantes são bons para aliviar os olhos vermelhos mas são vasoconstritores (diminui o calibre dos vasos sanguíneos superficiais) diminuindo a quantidade de oxigénio ao olho. Não se devem usar se tem outras patologias oculares e em algumas sistémicas.

 

Anti-histamínicos orais: Eficazes no alívio da comichão mas podem causar olho seco e piorar os sintomas de alergia ocular.

Em nenhum caso deve ir à farmácia e pedir “gotas” para aliviar a alergia, à exceção de lágrimas artificiais. Deve em primeiro lugar consultar o médico alergologista para receitar o tratamento e futuramente o médico Oftalmologista se os sintomas de alergia ocular não desaparecem.

 

Dra. Sofia Cunha – Optometrista

Óptica Aifos, Cavadoude – Guarda

www.lentesdecontactoagranel.com

https://www.facebook.com/lcgranel.cosmeticaocular/

Santa Casa da Misericórdia de Penalva do Castelo recebeu donativos de material

A Santa Casa da Misericórdia de Penalva do Castelo, recebeu um avultado donativo de ajudas técnicas (cadeiras de rodas, cadeiras de rodas elétricas, andarilhos, bengalas e um maple relax), que vai contribuir para uma melhor qualidade de vida e reabilitação dos seus utentes.

Assim a Mesa Administrativa desta instituição mostrou grande alegria e emoção e agradeceu de forma muito sensibilizada este generoso donativo, oferecido por um casal amigo da instituição penalvense.

Saúde-Hospital de Seia vai ter novo equipamento de Raio-X

Foi adquirido pela ULS da Guarda  um novo equipamento de Raio-X para o Hospital Nossa Senhora da Assunção, em Seia.
Assim no período da instalação do novo equipamento, os técnicos de radiologia do Hospital Nossa Senhora da Assunção de Seia deslocar-se-ão à UCSP de Gouveia.

Apostar na aquisição de novos equipamentos para os hospitais, é apostar na melhoria de cuidados aos utentes diariamente.

Artigo de Opinião- A INSÓNIA E A HIPNOSE CLÍNICA

O tempo decorria silencioso e com um pouco de vaidade em nosso redor, transmitindo-nos de forma involuntária a polaridade, do dia pela
inerente agitação e da noite pela sua natural acalmia.
O compasso do seu tique… taque traça com a amplitude e delimitação das rotinas relevando o sono como uma necessidade basilar da renovação e da reorganização emocional da mente. E, se outrora adormecíamos com a magia do João Pestana, que, devagarinho, tímido e assustadiço, nos fechava as pestanas sem demoras nem delongas, os tempos de hoje já ditam outra nova envolvência histórica.
A nova realidade não começa no cliché “era uma vez”, mas pelo ousado e diligente 1 carneirinho…3 carneirinhos…34 carneirinhos…194 carneirinhos…684 carneirinhos…e, quando despertamos a consciência, somos obsequiados e invadidos pelos pensamentos e sentimentos do
medo; incerteza e ansiedade mascaram então o adormecimento das improbabilidades e desafios constantes e desmedidos.
A constante dificuldade em adormecer, mantendo e aumentando o estado de super insónia baralha a perceção e influência do relógio biológico condicionando o equilíbrio mental enquanto estimula a irritabilidade e a ansiedade; a sonolência diurna aumenta a tensão exasperando as cefaleias, à medida que vão reduzindo a concentração e a memória.
Todavia, a nova normalidade realça a Hipnose Clínica como tratamento chave para solução dos distúrbios do sono, de forma natural e sem efeitos secundários.
A terapêutica acede ao subconsciente onde se desenvolve o sono e é possível encontrar ou experiências causadoras da perturbação.
Dessa forma, é possível e necessário reorganizar a mente para lidar com os recalcamentos de forma saudável, ajustando os padrões normativos do sono.
Cai a noite e, pé ante pé, chega, sorrateiramente o João Pestana.


Sara Morais
Hipnoterapeuta

Artigo de Opinião- Motricidade Orofacial – Uma área de intervenção desconhecida por muitos

A Motricidade Orofacial é uma das áreas de intervenção da Terapia da Fala, responsável pelo estudo, avaliação, diagnóstico, reabilitação e/ou aperfeiçoamento das alterações ao nível do sistema miofuncional oral e cervical, assim como das funções a este associadas, como a sucção, a mastigação, a deglutição, a respiração e a fala, desde o nascimento e ao longo de toda a vida.

Desde o desenvolvimento embrionário, observa-se o crescimento craniofacial que, em muito, irá influenciar as funções motoras orais, juntamente com os músculos e a sua maturação. Ao longo dos primeiros meses de vida, estas funções vão evoluindo e se maturando, iniciando com reflexos fortes, com a sucção, coordenação sucção/respiração/deglutição, passando pela dissociação de movimentos de lábios, língua e mandíbula, pela alimentação de colher, uso de copo e, posteriormente, a mastigação e movimentos cada vez mais precisos.

A fala diz respeito ao ato motor que é capaz de transmitir sons, palavras e frases. Sendo assim, podemos observar que esta função é diferente de linguagem, porém, não independente, uma vez que a criança para falar, deverá já possuir boas bases linguísticas. O desenvolvimento da fala exige condições estruturais, a nível da laringe, dos lábios, língua e palato, assim como condições sensoriais, ou seja, a criança deverá ser capaz de ver e escutar os sons da fala de forma a que esta os aprenda e os produza corretamente. Ao longo da aprendizagem de todos os sons do Português, com ordem de aquisição específica, a criança vai adquirido competências para juntá-los, formando sílabas, palavras e, por fim, frases. Importa referir que, por volta dos 2 anos, a criança já deve ser compreendida pelos seus familiares e, com cerca de 3/4 anos por estranhos, já aos 6, anteriormente ao ingresso para o 1º ciclo, idealmente a criança já deve ser capaz de produzir todos os sons corretamente. Todavia, cada criança tem o seu desenvolvimento e é importante respeitá-lo.

Alterações ao nível das funções motoras orais (sucção, mastigação, respiração e deglutição) poderão acarretar variações de fala, uma vez que acarretarão alterações no desenvolvimento da musculatura orofacial e cervical, influenciando todas as funções anteriormente referidas. No entanto, importa referir que funções, como a alimentação, mesmo que possam influenciar esta aquisição, têm uma aquisição distinta e, não podemos afirmar que, uma perturbação da alimentação, por exemplo, originará um problema de fala. As alterações de fala também poderão ser provocadas por alterações estruturais ou/e por maus hábitos recorrentes (uso de chupeta, respiração oral, “chuchar no dedo”, roer as unhas, etc.).

Cabe a nós, adultos, estimular a aquisição e desenvolvimento das funções motoras orais e, posteriormente, a fala. Para tal deixamos, de seguida, algumas dicas para esta estimulação:

– Incentivar a produção de sons (do carro, dos animais, do avião, da buzina, etc.);

– Fazer, em modo de brincadeira, movimentos de língua e de lábios;

– Fazer repetições de sílabas (“papapa”, “tatata”, “cacaca”);

– Exagerar na articulação dos sons e incentivar a criança a olhar para si enquanto o faz, de forma a que consiga perceber a forma de produzir o som;

– Utilizar a divisão silábica de forma a corrigir a produção incorreta de palavras.

Cada criança segue o seu ritmo de desenvolvimento, porém, quando surgir dúvidas no que diz respeito às funções referidas, torna-se fulcral procurar um profissional capacitado para o orientar e aconselhar e, neste caso, recorra a um Terapeuta da Fala.

 

Ana Carolina Melo Marques C-046322175

Terapeuta da Fala na APSCDFA, na Clínica Nossa Srª da Graça e na CliViseu

 

SRCentro conclui ciclo de visitas a serviços Covid-19

A Secção Regional do Centro (SRCentro) da Ordem dos Enfermeiros concluiu um
ciclo de visitas aos serviços responsáveis pelo tratamento de doentes com Covid-19 da sua área de
abrangência.

Neste início do mês de Agosto, a SRCentro realizou um périplo pelas unidades hospitalares da região Centro
com o intuito de avaliar as condições de resposta no âmbito da pandemia.
Para Ricardo Correia de Matos, Presidente do Conselho Directivo Regional, estas visitas tiveram como objectivo
“conhecer in loco as respostas actuais e as programadas para a segunda vaga de Covid-19, para que
consigamos, todos juntos, proporcionar a melhor segurança e a melhor qualidade nos cuidados que prestamos.
A vida das pessoas é prioritária. Sempre!”

No passado dia 3 de Agosto, Ricardo Correia de Matos, Pedro Lopes, Presidente do Conselho de Enfermagem; e Valter Amorim, Presidente do Conselho Jurisdicional, visitaram o Centro Hospitalar Tondela-Viseu, onde se reuniram com o novo Conselho de Administração (CA).
No dia seguinte, a comitiva da SRCentro, acompanhada por Maria Helena Rodrigues, Secretária do
Conselho Directivo Regional, deslocou-se ao Centro Hospitalar do Baixo Vouga (Aveiro) e ao Centro Hospitalar
Entre Douro e Vouga (Santa Maria da Feira), reunindo-se também com os respectivos CA de cada centro
hospitalar.
No passado dia 7 (sexta-feira), os representantes da SRCentro foram recebidos pelo CA do Centro Hospitalar
e Universitário de Coimbra.

Esta terça-feira, a equipa da SRCentro visitou o Centro Hospitalar de Leiria, depois de, na segunda-feira, dia
10, ter visitado a Unidade Local de Saúde de Castelo Branco, acompanhada por Rui Macedo, vogal do
Conselho de Enfermagem Regional.
Como balanço destas visitas, o Presidente do Conselho Directivo Regional afirma que “neste momento, o
maior desafio é definir uma estratégia integrada com os vários stakeholders da saúde, de modo a permitir
uma rápida resposta à segunda vaga da Covid-19, sem interferir na capacidade de resposta às patologias
frequentes.
Pensar que os hospitais, de forma isolada, conseguirão enfrentar o inverso, com segurança e qualidade, é um
erro que custará milhares de vidas humanas. É urgente a definição de uma estratégia concertada entre
hospitais, ACES, sector privado e o sector social. Nesta cooperação, as câmaras municipais poderão ser a
chave do sucesso”.

Acrescenta que “esta é a altura para converter a reacção em prevenção. Utilizar o conhecimento e a
experiência dos últimos meses, para construirmos um Sistema de Saúde que proteja todas as pessoas.
Mais uma vez, os profissionais de saúde lideraram a resposta e conseguiram um excelente resultado. Mas,
neste Inverno, o argumento da surpresa não justificará a má preparação e o mau planeamento dos recursos
humanos.

A capacidade de responder às necessidades das pessoas estará sempre dependente da qualidade e
quantidade dos recursos humanos. Portugal apresenta o maior desequilíbrio das equipas multidisciplinares”.
E conclui deixando um forte apelo: “precisamos urgentemente de contratar e valorizar os projectos
profissionais dos Enfermeiros”.

Durante estas visitas institucionais, os representantes da SRCentro tiveram oportunidade de avaliar os
procedimentos e medidas (extraordinárias) implementadas no âmbito da pandemia por SARS-CoV-2 em seis
unidades hospitalares da região Centro.

Mangualde acolheu Formação de Combate a Incêndios

Teve lugar na Unidade Local de Formação de Mangualde da Escola Nacional de Bombeiros, uma formação de Combate a Incêndios Florestais Nível 2 Desenvolvimento,de 22 a 26 de Julho.

Os formandos oriundos dos Corpos de Bombeiros de Santa Comba Dão, Mortágua, Farejinhas e Viseu desenvolveram nos vários dias vários exercícios com vista a uma melhor preparação e conhecimento, além de ser uma formação para progressão na carreira.

Foram assim formadores deste evento: João Nunes ( Santa Comba Dão ), João Marta ( Mortágua) e Andreia Almeida (Mangualde)

Foto:João Nunes

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