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Saúde

Peditório contra o cancro até domingo

 

A
Liga Portuguesa Contra o Cancro está a promover entre hoje e domingo
mais um peditório nacional com ajuda de centenas de voluntários, que
estarão em diversas cidades devidamente identificados.
Os
fundos angariados anualmente são uma garantia de continuidade dos
diversos projetos desta associação como consultas de psico-oncologia,
assistência domiciliária, rastreio do cancro da mama, diagnóstico
precoce do cancro da pele, promoção da educação para a saúde, formação
de profissionais de saúde e centro de dia e apoio à investigação
científica. A LPCC é uma Associação Cultural e de Serviço Social,
privada, declarada de utilidade pública, que promove a prevenção
primária e secundária do cancro, o apoio social e a humanização da
assistência ao doente oncológico bem como a formação e investigação em
oncologia.

Governo quer a agregação de municípios

Governo quer a agregação de municípios, como forma de
continuação da reforma administrativa do território iniciada com as
freguesias, segundo o guião com orientações para a reforma do Estado
hoje aprovado pelo Governo.


“Do ponto de vista territorial, e iniciado um novo ciclo
autárquico, o Governo não deve deixar isolada a reforma das freguesias, e
deve abrir um diálogo com a Associação Nacional de Municípios”, refere o
documento.

O objectivo será a “instituição, de preferência, com o máximo
consenso interpartidário possível, de um processo de reforma dos
municípios aberto e contínuo, que facilite e promova a sua agregação”.
O Governo quer, também, “preparar novo processo de transferência de
competências da Administração Central para os municípios e as entidades
intermunicipais”.
“Sem prejuízo de outras áreas a identificar (…), devem poder
considerar-se transferências em áreas como a educação, ainda sob
responsabilidade central, serviços locais de saúde, contratos de
desenvolvimento e inclusão social, cultura, participação na rede de
atendimento público dos serviços do Estado, transportes e policiamento
de trânsito onde se justifique”, adianta o guião.
De acordo com o documento apresentado pelo vice-primeiro-ministro,
Paulo Portas, “este processo de transferência de competências deverá
procurar maximizar a eficiência e a coesão territorial e implica a
definição de regras de gestão e envelopes financeiros”.
Também a continuação da reorganização territorial dos serviços
descentralizados da administração central é defendida, com o Governo a
apontar para a conclusão e discussão do “estudo sobre a racionalização
de serviços e equipamentos do Estado pelo território, de modo a obter
uma matriz equilibrada e coerente nas reestruturações territoriais de
funções públicas dos diferentes Ministérios, salvaguardando as
características especiais dos territórios de baixa densidade”.
No âmbito do Ordenamento do Território, é preconizada a introdução de
“mecanismos de maior articulação, coordenação, transparência e
eficiência através da concentração, no PDM [Plano Director Municipal],
das orientações vinculativas sobre os privados, hoje dispersas por
vários planos especiais e sectoriais”.
O fomento de “instrumentos de ordenamento do território
intermunicipais, da classificação do solo, dando impulso à reabilitação
urbana, com preferência sobre a nova construção”, está também defendida
no guião a que o Governo deu o título “Um Estado Melhor”
fonte:Economico

Engenheiro Fernando Sebastião empossado Presidente do Instituto Politécnico de Viseu

Engenheiro Fernando Sebastião empossado

Presidente do Instituto Politécnico de Viseu
A Aula Magna do IPV
acolheu no dia 13 de setembro a cerimónia solene de tomada de posse do
reeleito presidente do Instituto Politécnico de Viseu, engenheiro
Fernando Sebastião.

O ato académico
decorreu no seguimento da eleição do dia 4 de junho no seio do Conselho
Geral da instituição, órgão soberano do Politécnico de Viseu, que
reconduziu, por unanimidade, o engenheiro Fernando Sebastião como
Presidente do IPV para o quadriénio 2013/2017. O ato eleitoral foi
homologado pelo Secretário de Estado do Ensino Superior a 4 de julho do
ano em curso. Relembre-se que o engenheiro Fernando Sebastião havia já
sido eleito pela primeira vez como presidente do IPV no dia 30 de julho
de 2008, sendo mais tarde reeleito a 16 de julho de 2009, de acordo com o
novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), Lei
nº 62/2007 de 10 de setembro.
O engenheiro Fernando
Sebastião, professor coordenador de nomeação definitiva da Escola
Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu do IPV, foi empossado perante
uma plateia de cerca de 400 convidados, entre os quais o Ministro da
Educação e Ciência, professor doutor Nuno Crato, presidente da Câmara
Municipal de Viseu, Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas,
deputados da Assembleia da República, presidentes das câmaras municipais
de Tondela e Vouzela, Ministra Conselheira da Embaixada de Angola,
representante da Embaixada de Moçambique, presidente do CCISP,
presidentes e vice-presidentes de diversos institutos politécnicos do
país, presidente do Centro Regional das Beiras da Universidade Católica,
presidente e vices da CCDRC, presidente da CIM Dão Lafões, vereadores
dos municípios de Viseu e Lamego, Inspetor Geral de Educação e Ciência,
deputados da Assembleia Municipal, presidentes de juntas de freguesia,
candidatos autárquicos, entidades civis e militares, bem como
representantes dos órgãos de comunicação social.
Do público
interno, estiveram presentes os membros do Conselho Geral,
vice-presidentes, administrador e provedora do estudante, todos os
presidentes das escolas superiores e representantes dos seus diversos
órgãos, presidente da ADIV, professores, alunos e funcionários do IPV.
A mesa de honra contou
com a presença do professor doutor Nuno Crato, Ministro da Educação e
Ciência, engenheiro Fernando Sebastião, presidente do Instituto
Politécnico de Viseu, professor Joaquim Mourato, presidente do Conselho
Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP) e do dr. João
Rebelo Cotta, presidente do Conselho Geral do Instituto Politécnico de
Viseu.
A cerimónia teve o seu início com um sublime momento
musical com a performance da soprano Cristina Aguiar, professora da
Escola Superior de Educação de Viseu, acompanhada ao piano pela
professora Ala, docente do Conservatório de Música Azeredo Perdigão.
Depois de
oficialmente aberta a sessão, foi conferida posse ao reeleito presidente
do Instituto Politécnico de Viseu, engenheiro Fernando Sebastião, pelo
presidente do Conselho Geral do IPV, dr. João Cotta. Um ato muito
ovacionado, de pé, por todos os presentes.
De seguida, o
presidente do Politécnico de Viseu assinou os despachos de nomeação dos
vice-presidentes da instituição, que tomaram posse de imediato. Assim,
foram empossados na qualidade de vice-presidentes do Instituto (função
que também exerceram no mandato anterior) a professora doutora Maria
Paula Carvalho, professora coordenadora da Escola Superior de Educação
de Viseu, professor doutor Pedro Rodrigues, professor adjunto da Escola
Superior Agrária de Viseu e professor José dos Santos Costa, professor
coordenador da Escola Superior de Saúde de Viseu.
No início das
intervenções, usou da palavra o presidente do Conselho Geral do
Instituto, que centrou a sua intervenção na extrema relevância que o IPV
tem para a região de Viseu e para o seu desenvolvimento sustentado.
Para o dr. João Cotta, e fundamentando a sua afirmação na opinião
generalizada dos empresários, “o Instituto Politécnico é a instituição
mais importante para o desenvolvimento do distrito e região de Viseu”.
Nas palavras do presidente do Conselho Geral, a instituição “é mais
importante que qualquer rede viária”, enfatizando ainda “a plena
aceitação dos diplomados do IPV no mercado, ocupando lugares de destaque
nas empresas e serviços da região”. Para o futuro apontou “o caminho da
excelência” como único trilho a seguir. Concluiu a sua intervenção
propondo ao Ministro da Educação e Ciência que os “institutos
politécnicos passem a designar-se como universidades de ciências
aplicadas”.
Seguidamente, o
presidente do CCISP, professor Joaquim Mourato, abordou a importância,
cada vez mais acentuada, do ensino politécnico para o desenvolvimento de
Portugal, aludindo à realidade europeia onde em alguns países “o ensino
politécnico tem uma relevância determinante para o desenvolvimento
sustentável das nações”. O impacto socioeconómico dos institutos
politécnicos portugueses nas regiões nas quais estão inseridos e as
virtualidades, bem como as dificuldades que a conjuntura atual propicia,
do ensino politécnico, foram outras das temáticas centrais abordadas.
No seu discurso de posse, o reeleito presidente do
Instituto Politécnico de Viseu, engenheiro Fernando Sebastião,
apresentou as linhas programáticas para os próximos quatro anos de
mandato. Após os cumprimentos aos convidados e a referência ao presente
da instituição, o presidente focou a sua comunicação nos novos desafios
que se deparam às instituições de ensino superior em geral, e ao IPV em
particular, muito pela realidade da conjuntura económico-financeira que o
país atravessa “reassumo funções como presidente do Instituto
Politécnico de Viseu num momento particularmente difícil, num contexto
de grave crise económica que se reflete no défice e dívida pública do
Estado Português, na elevada taxa de desemprego e na redução do
rendimento das famílias e das empresas. Esta situação tem, naturalmente,
implicações no Instituto, refletindo-se na redução do seu financiamento
e nas dificuldades acrescidas dos estudantes no acesso e no
prosseguimento de estudos no ensino superior”. Para o presidente do IPV
“em períodos de crise, o imobilismo é a pior estratégia a ser seguida
por qualquer organização. A flexibilidade e a adaptação ao contexto
envolvente são, por isso, condições essenciais à sobrevivência e ao
sucesso da nossa instituição”. Sobre o Instituto a que preside, quer
pela diversidade da oferta formativa que oferece, quer pelo
desenvolvimento de projetos de investigação aplicada e da ligação que
tem vindo a ser efetivada com o tecido empresarial e demais organizações
públicas e privadas, considera-a inequivocamente como “um pilar
estruturante do desenvolvimento da região, na medida em que cria
condições para a inovação e reforço da competitividade das empresas e
modernização das demais instituições”. Afirmou ainda que “não se pode
deixar de realçar a importância do Politécnico, dado o número de
empregos gerados e fixação na cidade de 6 000 estudantes, pelo impacto
que tem ao nível do comércio e demais atividades económicas locais e
pela animação que trazem à cidade. Julgo ser fácil de constatar que ao
aumento populacional que tem vindo a verificar-se na cidade de Viseu não
é alheia a existência do IPV”. O elevado impacto económico regional do
Instituto, recentemente quantificado em estudo elaborado pelo
CI&DETS, Centro de Investigação do Politécnico de Viseu, foi outro
tema de destaque na intervenção do engenheiro Fernando Sebastião,
realçando que “cada euro despendido pelo Estado gera um nível de
atividade económica de 5 euros. O Orçamento de Estado relativo ao IPV,
no corrente ano, é da ordem dos 15 milhões de euros sendo o seu impacto
direto e indireto de 70 milhões, valor que corresponde a 5 % do PIB da
região. Para além disso, o IPV gera, de forma direta e indireta, 3300
empregos que correspondem a 6 % da população ativa de Viseu e de
Lamego”.
As linhas
estratégicas para o novo mandato assentam na qualificação do corpo
docente, através da atribuição de 150 bolsas de doutoramento, operada no
anterior mandato da presidência, sendo que “a curto prazo, o Instituto
poderá contar com cerca de 300 professores doutorados, mais de 70% do
seu corpo docente, situação que reforça a sua capacidade científica e,
em consequência, a qualidade da formação ministrada, a investigação e a
transferência de conhecimento”, bem como no empreendedorismo, que tem
vindo a ser incrementado, evidenciado na recente construção do CITTEC –
Viseu, que integra uma unidade incubadora de empresas, na investigação e
no reforço de parcerias e ligação com a comunidade envolvente. Concluiu
a sua intervenção resumindo os cenários presente e futuro da
instituição “no atual contexto, estando fora de questão qualquer
possibilidade de crescimento, a estratégia do IPV passa pela
consolidação e melhoria contínua da qualidade de formação, investigação e
dos serviços que presta, com a consciência de que o reconhecimento da
relevância do IPV tem sido e continuará a ser, no futuro, um fator
essencial para a captação de mais e melhores estudantes”.
No encerramento dos
discursos, o Ministro da Educação e Ciência, professor doutor Nuno
Crato, começou por saudar o reeleito presidente do Instituto,
cumprimentando-o ainda pela grande ovação que a plateia lhe
proporcionou, demonstrativa “da estima e apreço que tem pelo seu
presidente”. Para o ministro “é de lideranças fortes, mas partilhadas,
que precisamos nos nossos politécnicos”. Para o professor Nuno Crato “os
politécnicos são parte da solução dos problemas do país e estão a
responder bem aos problemas que atualmente vivemos”. Com uma intervenção
muito centrada nos jovens, referiu ainda que “quanto melhor preparados
estiverem, com maiores habilitações e qualificações, melhor será o seu
futuro”. Concluiu a sua intervenção incentivando os jovens a
prosseguirem os seus estudos e exortando o Politécnico de Viseu a uma
crescente proximidade às empresas e ao tecido produtivo.
Antes das
inaugurações previstas no programa, tempo ainda para mais um momento
mágico de performance musical, de novo a cargo da soprano Cristina
Aguiar, acompanhada ao piano pela professora Ala.
Após a sessão solene, o programa contemplou ainda a
inauguração do novo Pavilhão Polidesportivo do IPV e do CITTEC – Viseu
(Centro de Inovação e Transferência de Tecnologia do Instituto
Politécnico de Viseu), que inclui a nova unidade incubadora de empresas.
Estas novas valências da instituição, com um custo
total de dois milhões de euros, tiveram um financiamento da
Administração Central de duzentos mil euros, tendo o restante sido
obtido através de receitas próprias do Instituto Politécnico de Viseu. A
aquisição do mobiliário, no valor de cinquenta mil euros, foi
assegurada pela ADIV, unidade interface do IPV. O novo edifício fica
localizado dentro do campus politécnico.
No final da cerimónia, os participantes desfrutaram de um Dão de Honra.

Perfil do Presidente do Instituto Politécnico de Viseu

Natural de Mortágua, onde nasceu em 20/02/1958, Fernando Lopes Rodrigues Sebastião
reside atualmente em Viseu. Professor coordenador de nomeação
definitiva da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu iniciou as
suas funções na ESTGV em agosto de 1988.
Licenciado em Engenharia Eletrotécnica pela
Universidade de Coimbra, concluiu Mestrado em “Políticas e Gestão do
Ensino Superior”, na Universidade de Aveiro.
Dos muitos cargos exercidos, relevem-se os 10 anos de
presidência da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu, de 1995
a 2005. De igual modo, é ainda de realçar o cargo que desempenhou como
vogal da Comissão Instaladora da ESTGV, no arco temporal compreendido
entre 1988 e 1995, ano em que se tornou o primeiro presidente eleito
desta escola superior do IPV.
É Presidente do Instituto Politécnico de Viseu desde 15 de setembro de 2008.
Esta nova eleição, reconduziu o engenheiro Fernando
Sebastião à liderança do Politécnico de Viseu para exercer um novo
mandato para o quadriénio 2013/2017.

Perfil dos vice-presidente do Instituto Politécnico de Viseu

Maria Paula Martins de Oliveira Carvalho
é professora coordenadora da Escola Superior de Educação do IPV, onde
pertence à Área Científica de Ciências da Natureza desde 1983. Como
funções dirigentes destaque-se o facto de ter sido presidente da
Comissão Instaladora da ESEV, de 1992 a 1996, e presidente do Conselho
Científico da mesma Escola, de 1996 a 1998. É licenciada em Física, Ramo
Educacional, pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e
doutorada em Educação em Ciências, pela Universidade de Londres – King’s
College London.
Pedro Rodrigues
é professor adjunto da Escola Superior Agrária do IPV, na área de
Engenharia Rural. Entre julho de 2000 e janeiro de 2006 exerceu o cargo
de presidente do Conselho Diretivo da ESAV. É licenciado em Engenharia
Agronómica, Ramo de Engenharia Rural, pelo Instituto Superior de
Agronomia da Universidade de Lisboa, mestre em Engenharia da Rega e dos
Recursos Agrícolas, pelo Instituto Superior de Agronomia da Universidade
de Lisboa e doutorado em Engenharia dos Biossistemas, pela Universidade
de Lisboa.
José dos Santos Costa
é Professor Coordenador da Escola Superior de Saúde do IPV, pertencendo
à Área Científica Médico-Cirúrgica. Como funções dirigentes exercidas
relevem-se as de Presidente do Conselho Científico, de 2003 a 2005, e de
Vice-Presidente do Conselho Diretivo da mesma Escola, de 2005 a 2008. É
licenciado e Especialista em Enfermagem Médico-Cirúrgica e em Medicina
Dentária, pela Universidade Católica do Porto/Centro Regional das Beiras
e Mestre em Ciências de Enfermagem, pelo Instituto de Ciências
Biomédicas Abel Salazar, Universidade do Porto.
fonte:IPViseu

Autárquicas 2013: Retrato político e candidatos – Distrito da Guarda

 Autarquias 2013 ao rubro

Retrato político e candidatos às eleições autárquicas de 29 de setembro de 2013, por concelhos do distrito da Guarda.

AGUIAR DA BEIRA
O PSD aposta no atual vereador Fernando Pires para a presidência
da Câmara Municipal de Aguiar da Beira, uma vez que o atual presidente, o
social-democrata Fernando Andrade, que também é líder da concelhia do
PSD, está a cumprir o terceiro mandato consecutivo e não se recandidata
devido à lei de limitação de mandatos. O social-democrata Fernando
Pires, engenheiro agrícola, que faz parte da atual equipa que gere os
destinos da autarquia, candidata-se para que a direita possa manter a
maioria na Câmara, situação que acontece desde 1989. O PS não apresenta
candidato, mas dá o apoio institucional à candidatura independente de
Joaquim Bonifácio com o lema “Unidos Pela Nossa Terra”, o mesmo
acontecendo com o CDS-PP, que apoia o independente depois de uma
coligação falhada com o PSD. O atual presidente da Junta de Freguesia de
Aguiar da Beira, eleito com as cores do PSD, avança, pela primeira vez,
como independente, para tentar obter a maioria na Câmara, que sempre
foi governada pela direita. Joaquim Bonifácio pode baralhar as contas do
candidato da direita, pois para além de ter sido eleito para a Junta de
Aguiar da Beira pelo PSD também foi, durante cinco mandatos, chefe de
gabinete do atual presidente da Câmara e do seu antecessor Joaquim
Lacerda. A CDU concorre, pela primeira vez, à presidência da Câmara de
Aguiar da Beira, com o professor Paulo Silva.
Candidatos:
PCP-PEV – Paulo Silva
PSD – Fernando Pires
Movimento Unidos Pela Nossa Terra – Joaquim Bonifácio
ALMEIDA

O licenciado em educação física António Baptista Ribeiro, atual
presidente da Câmara Municipal de Almeida, é de novo a aposta da
coligação PSD/CDS-PP para segurar a maioria no executivo municipal.
António Baptista Ribeiro recandidata-se ao terceiro mandato, numa
autarquia que nunca foi presidida pelo PS, mas onde o CDS-PP já liderou
Câmara durante quatro mandatos autárquicos. O PS aposta, pela primeira
vez, na candidatura do dirigente associativo Joaquim Fernandes para
tentar retirar a maioria à coligação PSD/CDS-PP, feito que nunca foi
conseguido pelos socialistas neste município localizado junto da
fronteira com Espanha. Joaquim Fernandes tem uma larga experiência no
mundo associativo, o que poderá ser uma mais-valia para os objetivos que
o PS pretende atingir naquele concelho raiano. O candidato, que foi
fundador e é o atual presidente da direção da Associação Desportiva,
Cultural e Social de Aldeia de São Sebastião, uma localidade situada
próximo da vila fronteiriça de Vilar Formoso, vai tentar o tudo por tudo
para conquistar a autarquia que já foi liderada pelo CDS-PP e pelo PSD,
mas nunca foi gerida pelo PS que nas três eleições autárquicas
anteriores candidatou o economista Orlindo Vicente. A CDU, que detém a
presidência da Junta de Freguesia de Almeida, candidata pela segunda vez
o médico-dentista João Terreiro.
Candidatos:
PCP-PEV – João Terreiro
PS – Joaquim Fernandes
PSD/CDS-PP – António Baptista Ribeiro
CELORICO DA BEIRA
O PS de Celorico da Beira recandidata o engenheiro civil José
Monteiro, atual presidente da Câmara Municipal, ao terceiro mandato
consecutivo, para manter a maioria no executivo que reconquistou ao MPT –
Partido da Terra, em 2005. O PSD, que perdeu a presidência da autarquia
em 1993, coligou-se com o CDS-PP e, juntos, candidatam o independente
Manuel Portugal, professor, licenciado em design e pós-graduado em
administração e gestão escolar, que desempenha as funções de diretor do
Agrupamento de Escolas de Celorico da Beira. Manuel Portugal é a escolha
da direita para recuperar a presidência da autarquia que, em 1993,
transitou para o PS e, em 2001, embora com o mesmo autarca (Júlio
Santos, que em abril de 2002 suspendeu o mandato no âmbito de um
processo judicial que o condenou a pena de prisão que ainda está a
cumprir) passou a ser governada pelo MPT. O candidato do PSD/CDS-PP
almeja a vitória e vai trabalhar para que a autarquia possa virar
novamente à direita, mas não terá a tarefa facilitada num concelho onde o
atual presidente José Monteiro goza de popularidade e é conhecido e
tratado pelos munícipes por ‘Zezé’. A CDU candidata, pela primeira vez, o
guia turístico do Parque Arqueológico do Vale do Côa e dirigente
sindical José Pedro Branquinho.
Candidatos:
PCP/PEV – José Pedro Branquinho
PS – José Monteiro
PSD/CDS-PP – Manuel Portugal
FIGUEIRA DE CASTELO RODRIGO
O licenciado em Direito e técnico superior de Finanças António
Edmundo, atual presidente da Câmara Municipal de Figueira de Castelo
Rodrigo, recandidata-se ao terceiro mandato consecutivo, pelo PSD, para
garantir a presidência da autarquia nas mãos da direita e para “dar
continuidade ao rumo” que imprimiu ao município nos últimos oito anos.
António Edmundo sucedeu, em 2005, ao autarca também social-democrata
Armando Pinto Lopes, de quem foi vereador, e durante dois atos
eleitorais consecutivos obteve a maioria e manteve a liderança da
autarquia no PSD. O PS candidata, pela primeira vez, o economista Paulo
Langrouva, que exerce atualmente as funções de técnico superior no
Instituto de Emprego e Formação Profissional de Pinhel. Com Paulo
Langrouva, o PS tenciona reconquistar a autarquia ao PSD, que regressou
ao poder em 1997, com a derrota do então autarca socialista Fernando
Guerra Bordalo, um prognóstico que não se afigura muito fácil de
concretizar, tendo em conta o trabalho desenvolvido nos últimos anos no
concelho pela atual equipa liderada pelo social-democrata António
Edmundo. A CDU aposta, pela primeira, vez na candidatura do reformado da
função pública Manuel Teixeira, para tentar aumentar, pelo menos, o
número de eleitos na Assembleia Municipal.
Candidatos:
PCP-PEV – Manuel Teixeira
PS – Paulo Langrouva
PSD – António Edmundo
 FORNOS DE ALGODRES
O PSD candidata pela primeira vez o social-democrata João Carlos
Felício da Costa à Câmara Municipal de Fornos de Algodres, onde o atual
presidente, José Miranda, não pode recandidatar-se, por força da lei de
limitação de mandatos. Como José Miranda foi presidente da autarquia
durante quatro mandatos consecutivos e está afastado da corrida, a
candidatura de Carlos Felício da Costa representa uma incógnita em
termos eleitorais, embora tenha a mais-valia da tradição que o PSD tem
no poder autárquico neste concelho. O candidato social-democrata
desempenha as funções de técnico no Centro de Emprego e Formação
Profissional de Viseu, é licenciado em engenharia mecânica e tem
pós-graduação em ambiente, higiene e segurança no trabalho. O PS
candidata, também pela primeira vez, o economista Manuel Fonseca,
funcionário do Instituto Financeiro da Segurança Social, na Guarda,
deputado na Assembleia Municipal de Fornos de Algodres desde 1989, que
já exerceu as funções de vereador no executivo camarário local e poderá
baralhar as contas dos sociais-democratas. O CDS-PP candidata Cristina
Guerra, técnica da administração tributária na repartição de finanças
local, que não tem a ambição de ganhar a presidência da autarquia, mas
acredita que pode ser eleita vereadora e aumentar o número de
representantes do seu partido na Assembleia Municipal. Joaquim Almeida,
bancário reformado, é novamente a aposta da CDU.
Candidatos:
CDS-PP – Cristina Guerra
PCP-PEV – Joaquim Almeida
PS – Manuel Fonseca
PSD – Carlos Felício da Costa
GOUVEIA
Por o atual autarca de Gouveia, o social-democrata Álvaro Amaro,
não se recandidatar devido à lei de limitação de mandatos (é candidato
no município da Guarda), o PSD candidata o vice-presidente da autarquia,
Luís Tadeu, que concorre em coligação com o CDS-PP. Luís Tadeu,
advogado, é a aposta da direita para manter a presidência da autarquia
de Gouveia, que o PSD conquistou há 12 anos ao PS, quando era presidida
por Santinho Pacheco, o socialista que foi o último governador civil da
Guarda. O atual número dois de Álvaro Amaro quer assegurar a liderança
da autarquia, mas terá pela frente, como adversário, o vereador
socialista e presidente da Comissão Política Concelhia local do seu
partido, Armando Almeida, que é, pela segunda vez consecutiva, o
candidato do PS à presidência do município. Armando Almeida, licenciado
em ciências de educação e mestre em administração escolar, que
desempenha atualmente as funções de diretor do Agrupamento de Escolas de
Gouveia, tem como grande objetivo recuperar a presidência do município
serrano para o PS, aspiração que poderá ser vislumbrada pela saída de
cena do ‘dinossauro’ social-democrata Álvaro Amaro. A CDU, que apenas
tem representação na Assembleia Municipal, candidata a técnica
administrativa Fernanda Bernardo, com o objetivo de acabar com a
alternância entre o PS e o PSD neste município.
Candidatos:
PCP-PEV – Fernanda Bernardo
PS – Armando Almeida
PSD/CDS-PP – Luís Tadeu
GUARDA
O PS candidata o advogado José Igreja à presidência da Câmara
Municipal da Guarda, uma vez que o atual presidente, o engenheiro civil
Joaquim Valente, não se recandidatou ao terceiro mandato. Com José
Igreja, o PS pretende garantir a manutenção da presidência da Câmara,
gerida desde as primeiras eleições autárquicas (1976) por este partido. O
PSD, em coligação com o CDS-PP, aposta no economista e atual autarca de
Gouveia, Álvaro Amaro, para tentar conquistar, pela primeira vez, a
presidência do município. Na corrida à Câmara da Guarda está também o
ex-socialista Virgílio Bento, professor de Filosofia e atual vereador do
executivo municipal, que perdeu as eleições diretas com José Igreja e
avança com a candidatura A Guarda Primeiro. Esta candidatura
independente poderá pôr em causa o bastião socialista, pois também
integrar Manuel Baptista Rodrigues, ex-líder concelhio do PSD, que se
demitiu após ter sido indicado pela concelhia para candidato, mas
acabando por ser preterido por Álvaro Amaro. Baltasar Lopes, presidente
da Junta de Freguesia de Aldeia Viçosa também lidera uma candidatura
independente: Juntos pela Guarda. A CDU (Coligação PCP/PEV) candidata o
ambientalista Mário Triunfante Martins para reforçar a presença na
Assembleia Municipal, onde tem dois eleitos, tal como o BE que aposta no
antigo dirigente estudantil Marco Loureiro. Eduardo Espírito Santo
volta nestas autárquicas a vestir a camisola do PCTP-MRPP, partido que
não está representado na Assembleia Municipal.
Candidatos:
BE – Marco Loureiro
PCP-PEV – Mário Triunfante Martins
PCTP/MRPP – Eduardo Espírito Santo
PS – José Igreja
PSD/CDS-PP – Álvaro Amaro
Movimento A Guarda Primeiro – Virgílio Bento
Movimento Juntos Pela Guarda – Baltasar Lopes
MANTEIGAS
Os socialistas e os sociais-democratas de Manteigas repetem os
mesmos cabeças de lista das eleições de 2009 e de 2005: Esmeraldo
Carvalhinho (PS) e José Manuel Biscaia (PSD). Esmeraldo Carvalhinho,
atual presidente da Câmara Municipal de Manteigas, que já foi vereador e
vice-presidente da Câmara Municipal da Guarda nos executivos de Abílio
Curto e de Maria do Carmo Borges, avança com a recandidatura para o
segundo mandato, para tentar manter a maioria do executivo municipal. Em
2009 o socialista venceu as eleições com algum conforto (354 votos),
depois de em 2005 ter perdido o ato eleitoral pela margem mínima – um
voto. Em 2013 os dois adversários políticos voltam a medir forças na
corrida à liderança da autarquia do mais pequeno concelho do distrito da
Guarda, dividido em quatro freguesias e que está totalmente integrado
na área do Parque Natural da Serra da Estrela. O candidato
social-democrata, José Manuel Biscaia, licenciado em sociologia e
administração de empresas, que já foi presidente da Câmara de Manteigas
durante quatro mandatos consecutivos, pretende alcançar a vitória nas
eleições para poder “dar seguimento” ao “trabalho interrompido” há
quatro anos. José Manuel Biscaia perdeu a presidência da autarquia, mas
assumiu o lugar de vereador da oposição ao lado do socialista que o
derrubou do poder em 2009. A CDU (coligação PCP/PEV) candidata, pela
primeira vez, o oficial de registos e notariado Manuel Aldeia.
Candidatos:
PCP-PEV – Manuel Aldeia
PS – Esmeraldo Carvalhinho
PSD – José Manuel Biscaia
MÊDA
O atual vereador da Câmara Municipal de Mêda Anselmo Sousa é o
candidato do PS à autarquia, pelo facto de o presidente do município, o
socialista Armando Carneiro, não se recandidatar ao segundo mandato.
Armando Carneiro, licenciado em humanidades, é a aposta dos socialistas
para manterem a liderança da Câmara Municipal após o partido, em 2009, a
ter conquistado ao social-democrata João Mourato, que foi presidente
durante seis mandatos consecutivos (e agora se candidata, como
independente, pelo PS, à presidência da Assembleia Municipal de Miranda
do Corvo, no distrito de Coimbra). O PSD aposta no ex-vereador Paulo
Amaral, consultor na área termal e mestre em sistemas de informação
geográfica, para reconquistar a presidência do município, tarefa que não
será fácil devido a divisões no seio do partido a nível local, que
levaram ao afastamento de alguns militantes, por discordarem da escolha
do cabeça de lista. O candidato, que atualmente é vogal da Comissão
Política Distrital do PSD da Guarda, concorre pela primeira vez à
presidência da autarquia de Mêda, onde foi vereador do PSD, entre 1997 e
2009, quando era presidida pelo social-democrata João Mourato. Quem
está de regresso ao concelho de Mêda, como candidato pelo PPM, é o
antigo vereador Lemos Damião, que já foi eleito em listas daquele
partido e também pelo PS. O CDS-PP aposta em César Figueiredo, atual
presidente da Junta de Freguesia de Mêda, eleito pelo PS, que foi até há
pouco tempo chefe de gabinete do atual presidente da Câmara. A sua
candidatura poderá contribuir para dividir o eleitorado socialista e
baralhar os resultados finais. A CDU (coligação PCP/PEV) aposta, pela
segunda vez, no empregado de balcão Manuel Frade.
Candidatos:
CDS-PP – César Figueiredo
PCP-PEV – Manuel Frade
PPM – Lemos Damião
PS – Anselmo Sousa
PSD – Paulo Amaral
PINHEL
O PSD candidata, pela primeira vez, o atual vice-presidente da
Câmara Municipal de Pinhel, Rui Ventura, à presidência da autarquia, por
o atual autarca social-democrata António Ruas não se recandidatar, por
causa da lei de limitação de mandatos. Rui Ventura, funcionário
autárquico, que já foi chefe de gabinete do atual líder do executivo
municipal, candidata-se com o objetivo de manter a liderança
social-democrata na autarquia de Pinhel e para garantir a “continuidade
do trabalho desenvolvido” nos últimos 12 anos, com a liderança de
António Ruas. O PS de Pinhel tem como cabeça de lista o advogado José
Vital Tomé, que concorre como independente, mas que já teve fortes
ligações ao PSD, tendo sido vereador e presidente da concelhia daquele
partido. José Vital Tomé é o trunfo dos socialistas para tentarem
recuperar a presidência da autarquia, que perderam para os
sociais-democratas em 2001. Pela sua ligação anterior ao partido que
atualmente lidera a Câmara Municipal, o candidato socialista revela-se
uma incógnita em termos de resultados eleitorais. O CDS-PP aposta, pela
primeira vez, no gestor de contas Carlos Gonçalves, que é o atual líder
concelhio do partido, e a CDU candidata, pela terceira vez, o advogado
Joaquim Ferreira.
Candidatos:
CDS-PP – Carlos Gonçalves
PCP/PEV – Joaquim Ferreira
PS – José Vital Tomé
PSD – Rui Ventura
SABUGAL
O PSD do Sabugal aposta no atual presidente António Robalo, que
recandidata ao segundo mandato, para garantir a presidência da Câmara
Municipal. Com a recandidatura do engenheiro eletrotécnico, que antes de
assumir a presidência foi vereador do ex-presidente social-democrata
Manuel Rito, o partido pretende manter a liderança do executivo que
pertence aos sociais-democratas desde 1997. O PSD, que ganhou em 2009
por uma margem de 288 votos, acredita que consegue agora um resultado
mais folgado, pois o atual executivo é composto por três eleitos do PSD,
três do PS e um do MPT – Partido da Terra. O PS, que em 1993 ganhou a
presidência da Câmara do município, que faz fronteira com Espanha, com o
então candidato José Freire, embalado pelos resultados do ato eleitoral
anterior, aposta numa equipa liderada pelo economista António José Vaz
para derrubar o PSD da cadeira do poder. O CDS-PP, que entre 1985 e
1993, com Joaquim Portas, liderou os destinos da autarquia do Sabugal,
aposta no assessor jurídico Filipe Pina Monteiro para tentar regressar
ao poder que desde essa altura tem estado nas mãos de socialistas e de
sociais-democratas. A CDU apresenta pela primeira vez ao eleitorado do
concelho raiano, o professor do primeiro ciclo do ensino básico João
Manuel Aristides Duarte, essencialmente com o objetivo de aumentar a
representatividade na Assembleia Municipal.
Candidatos:
CDS-PP – Filipe Pina Monteiro
PCP/PEV – João Aristides Duarte
PS – António José Vaz
PSD – António Robalo
SEIA
O PS de Seia candidata o atual presidente da autarquia, Carlos
Filipe Camelo, ao segundo mandato autárquico, para manter a liderança do
executivo municipal que o anterior autarca, Eduardo Brito, conquistou
ao PSD nas eleições autárquicas de 1993. O candidato, que é licenciado
pela Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e presidente da
Comissão Política Concelhia do PS de Seia, volta a candidatar-se para
“dar continuidade ao trabalho feito” no atual mandato autárquico. A
coligação PSD/CDS-PP aposta, pela primeira vez, no professor
universitário Albano Figueiredo, para tentar reconquistar o poder que o
PSD, nas eleições autárquicas de 1993, deixou fugir para o PS e nunca
mais recuperou, e para dar um “rumo estratégico” ao município. Albano
Figueiredo não tem experiência política autárquica, mas promete
trabalhar com “tenacidade” para não deixar ficar mal os dois partidos da
coligação que apostaram na sua escolha para a presidência da Câmara da
segunda maior cidade do distrito da Guarda. A coligação PCP/PEV (CDU)
candidata, pela primeira vez, a empregada de escritório Margarida
Abrantes, essencialmente com o objetivo de “reforçar a presença de
eleitos” da coligação na Assembleia Municipal desta autarquia da Serra
da Estrela.
Candidatos:
PCP-PEV – Margarida Abrantes
PS – Carlos Filipe Camelo
PSD/CDS-PP – Albano Figueiredo
TRANCOSO
O PSD candidata, pela primeira vez, o advogado e vereador João
Rodrigues à presidência da Câmara Municipal de Trancoso, por o atual
presidente, o social-democrata Júlio Sarmento, no poder desde 1985, não
se recandidatar por causa da lei de limitação de mandatos. Com João
Rodrigues, o PSD procura manter a liderança da autarquia da cidade que
foi berço do sapateiro profeta Bandarra e onde o partido tem pergaminhos
na gestão municipal. O PS aposta, pela terceira vez consecutiva, no
professor Amílcar Salvador, atual vereador no executivo municipal, para
tentar derrubar o PSD da presidência da autarquia. Nos dois atos
eleitorais anteriores, o socialista sempre defrontou o social-democrata
Júlio Sarmento e nunca o conseguiu derrubar da cadeira do poder. O atual
cenário é bem diferente do anterior, uma vez que João Rodrigues se
apresenta ao eleitorado pela primeira vez, daí que o PS mantenha a
esperança de poder conquistar a autarquia que nos últimos 28 anos tem
sido fiel a Júlio Sarmento que está a cumprir o último mandato. Amílcar
Salvador volta a ser uma peça fundamental na estratégia socialista para
acabar com o bastião social-democrata neste concelho do norte do
distrito da Guarda. O CDS-PP aposta, pela primeira vez, no empresário
João Mendes, o mesmo acontecendo com a CDU que candidata o assistente
operacional e delegado sindical João Ribeiro.
Candidatos:
CDS-PP – João Mendes
PCP/PEV – João Ribeiro
PS – Amílcar Salvador
PSD – João Rodrigues
VILA NOVA DE FOZ CÔA
O PSD candidata o atual presidente da Câmara Municipal de Vila
Nova de Foz Côa, Gustavo Duarte, ao segundo mandato, na expectativa de
confirmar a maioria no executivo. O engenheiro civil Gustavo Duarte
volta a ser a aposta dos social-democratas para a liderança da autarquia
que tem na sua área de jurisdição o Parque Arqueológico do Vale do Côa
(onde existem achados arqueológicos classificados pela UNESCO como
Património da Humanidade) e o Museu do Côa. Já o PS aposta, pela
primeira vez, no médico Fernando Girão, líder da concelhia local do
partido e ex-presidente da Unidade Local de Saúde da Guarda, para
reconquistar a liderança da autarquia que foi perdida em 2009, quando o
atual presidente, Gustavo Duarte, afastou o socialista Emílio Mesquita. A
Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa foi sempre presidida pela
direita, exceto no mandato de 2005 (quando o socialista Emílio Mesquita
derrubou o PSD do poder). Há quatro anos, o autarca recandidatou-se ao
segundo mandato, mas o eleitorado voltou a ser fiel ao passado e deu a
vitória novamente ao PSD. Desta vez, cabe ao médico Fernando Girão a
tarefa de tentar inverter o ciclo e de colocar novamente o PS na
governação desta autarquia do norte do distrito da Guarda. A arqueóloga
Marta Mendes é, pela primeira vez, a escolha da CDU (coligação PCP/PEV)
para a lista candidata à presidência da Câmara de Foz Côa. O CDS-PP não
apresenta candidato à Câmara, mas concorre à Assembleia Municipal.
Candidatos:
PCP-PEV – Marta Mendes
PS – Fernando Girão
PSD – Gustavo Duarte

Forum sobre Coaching em Sobral Pichorro

Coaching
Assim este sábado decorreu durante o período matinal, na freguesia
de Sobral Pichorro, um fórum cujo tema era Coaching -Aplicação e visão para o
sucesso, a nível empresarial, institucional e pessoal, onde convidado para
expor o tema foi um filho da terra, Dr. João Andrade, um evento organizado pela
Alasp, Associação liga dos amigos do Sobral Pichorro.

Assim o Coaching, não é nada novo, pois surgiu na Grécia no tempo
de Sócrates, através do tempo socrático, que consistia em propor temas,
instigar ideias com perguntas, ouvir os discípulos, mas o seu grande objetivo
era desenvolver as pessoas, abrir as mentes e buscar as suas aprendizagens
dentro delas mesmas, através da formulação de perguntas, e assim as pessoas
refletiam e tiravam as suas conclusões, chegando elas mesmas á verdade, daí
saiu a frase”conhece-te a ti mesmo!”

O Coaching
corresponde a uma palavra recente no domínio da liderança. A sua prática, no
entanto, é antiga. O Coaching  pretende
ajudar todos os coachee, a trilharem o seu próprio caminho de auto desenvolvimento,
auto-conhecimento e superação pessoal, potencializando as suas principais
qualidades e habilidades, acedendo aos seus recursos internos, enquanto
ultrapassa todas as barreiras limitadoras, desta forma a pessoa que segue este
processo consegue com mais rapidez e assertividade alcançar qualquer que seja a
meta desejada, seja na sua vida profissional ou pessoal porque passa a a
creditar no seu próprio poder pessoal.

Pode aplicar-se
em Coaching de vida; Executivo; Empresarial ou Negócios e Desportivo; Saúde;
carreira e familiar.

Trata-se,
portanto, de uma filosofia de liderança que assenta na ideia de que o
desenvolvimento e a aquisição de competências são processos contínuos e da
responsabilidade de todos, e não apenas episódios limitados no tempo e
espoletados pela hierarquia. A lógica do Coaching tende pois a ser privilegiada
nas organizações genuinamente aprendentes, nas quais a responsabilidade pelo
desenvolvimento é pessoal, embora apoiada e enquadrada pela organização.

Com o passar
dos tempos, o Coaching está a aparecer e a tornar-se uma necessidade efetivas
das organizações.

Desta forma o
fórum foi conduzido pelo Dr. João Andrade, licenciado em Teologia, Educação física,
doutorando em Psicologia da saúde, Coach Empresarial & pessoal e Coach
desportivo e treino mental.

Mirtilo na região de Fornos de Algodres

Mirtilo
na região de Fornos de Algodres
Cada
vez mais o cultivo de Mirtilo é uma realidade em Portugal, na nossa
região fomos encontrar uma grande área de cultivo de Mirtilo, no
concelho de Fornos de Algodres, mais concretamente na freguesia da Muxagata,
onde o produtor, Eng. João Gomes, tem uma vasta área de produção
de Mirtilo, que depois da fase inicial ter sido plantação, agora já esta na
fase de colheita do fruto, que tem como forma de escoamento a exportação para o
estrangeiro.
Mas para
todos os que queiram saborear este prestigiado fruto, também se encontra disponível
para venda ao público, no Gourmet do agricultor e diversos minimercados da vila
de Fornos de Algodres
Mirtilo, o que é?
O Mirtilo é um
fruto que pertence a uma fileira agro- alimentar de excelência, conhecido não
só pelo seu sabor distinto e equilibrado, mas também pelas suas inúmeras
propriedades medicinais.

O Mirtilo é uma
baga, cor azul ceroso, com uma estrela de cinco pontas na sua parte superior. O
seu tamanho varia entre os 7 e os 12 milímetros de diâmetro.

A cera que o
cobre, denominada de pruína, reveste um fruto de pele firme, cuja polpa é
sucosa e aromática, de sabor agridoce. O Mirtilo, Vaccinium Corymbosum, também
conhecido como arando, uva-do-monte ou blueberry, cresce num arbusto homónimo
da família das Ericáceas do género Vaccinium. Podendo alcançar 1m a 1,5m de
altura, estes arbustos de pequeno porte crescem em sub- bosques, zonas de
microclima selectivo, das florestas temperadas da Europa.

O Mirtilo é um
fruto silvestre que gosta de frio e, por isso, vive em regiões onde o Inverno é
bastante rigoroso. Necessita em média de 700 a 1.000 horas anuais de
temperatura entre os 10 e os 12 graus centígrados. Gosta também de solos não
calcários e meia-sombra. Propaga-se por semente no Outono ou por estaca no fim
do Verão e poda-se na Primavera para garantir um bom crescimento foliar.
As folhas
colhem-se na Primavera e devem ser secas à sombra em local seco e bem
ventilado, enquanto os frutos se colhem no Verão e devem secar ao sol. Os
principais produtores de Mirtilos encontram-se no Canadá, EUA, Chile Uruguai,
Argentina, África do Sul, Nova Zelândia, Itália, Inglaterra, Bélgica e Holanda.
Onde surgiu em Portugal?
A produção de Mirtilo
na região de Sever do Vouga começou por volta da década de 90, altura em que a
Fundação Lockorn, da Holanda, efectuou uma experiência nos concelhos de Sever
do Vouga e Trancoso para perceber se possuíam as condições indicadas para
garantir a produção do Mirtilo. Rapidamente a Fundação Lockorn junto com a
Cooperativa Agrícola de Sanfins perceberam que o concelho de Sever do Vouga
possuía condições ideais, que associadas às características do solo e do
microclima, permitiam a produção do Mirtilo. Actualmente, o concelho de Sever
do Vouga apresenta a maior área de produção de Mirtilo a nível nacional,
produzindo cerca de 60 toneladas anuais em aproximadamente 20ha de cultivo.
Para além de Sever do Vouga, existe igualmente produção do Mirtilo no Alentejo,
com cerca de 14ha.
Em
uso culinário
O Mirtilo, este fruto com propriedades
singulares, apresenta também uma enorme versatilidade culinária. É um excelente
acompanhamento para diversos pratos, mas especialmente pratos de caça e
saladas. O Mirtilo é muito apreciado em doces e sobremesas variadas, de que são
exemplo, tartes, semifrios, queques, mousse, bolos, pudins, crepes, gelados,
iogurtes, biscoitos, marmelada e compotas.
É também usado no fabrico de rebuçados. As
pequenas bagas do Mirtilo podem ainda ser usadas em chás, sumos, batidos e
licores e há registos de que o suco do Mirtilo pode ser utilizado para tingir
finos vinhos tintos. O Mirtilo pode, então, ser saboreado de inúmeras formas,
sendo que a sua popularidade é já antiga nos países nórdicos.

Bolo de Bolacha com mirtilos 

fonte:Delicias cá da casa

É
época dos mirtilos, fomos de novo à feira do Mirtilo e trouxemos uma
caixa d e3kg. E ainda vinagre de mirtilo que não conhecia. Os miúdos
adoraram-nos, comem-nos às manadas e bem…nós também. Resolvi fazer um
bolo de bolacha bem menos pesado para as ancas, usando zero manteiga.
Ficou muito bom e é excelente servido fresco. Uma alternativa bem
saudável e deliciosa ao típico bolo de bolacha português.

Precisamos de:
*Bolo de Bolacha:
– bolacha Maria (usei quadrada)
– café solúvel
– água
– açúcar

*Creme de mirtilos:
– 100ml de natas 35%
– umas gotas de sumo de limão
– 140g de leite condensado
– 140g de mirtilos
– 2 col. Sobremesa de queijo creme
– 1 iogurte grego natural
– mirtilos e açúcar em pó para decorar.

1.Bater as natas com o sumo de limão até ficarem espessas e volumosas. (na B. ♥ começar na vel. 2, sem copo medida e ir aumentando até ve. 4)
2. Triturar o leite condensado com os mirtilos previamente lavados. (na B.♥  vel. 5-7-9 uns segundos)
3.
Às natas adicionar o queijo creme, o iogurte e a mistura dos mirtilos
com o leite condensado. Bater bem até ficar um creme bem homogéneo. (na
B.♥  vel. 4, 2m)
4. Levar a mistura ao frigorífico por 1 hora.
5. Fazer o café solúvel com água e açúcar e molhar cada bolacha (sem deixar ensopar demais), colocando-as no prato de servir.
6. Colocar por cima uma porção do creme, repetir cada operação até atingir 6 camadas. A última camada deverá ser de bolacha.
7. Sirva bem fresco e na hora de servir, coloque por cima da última camada mirtilos e açúcar em pó.

Importante na nossa saúde
Fonte:  Pedro Carvalho –Assistente
Convidado na Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do
Porto
O Mirtilo possui um
valor nutritivo indiscutível; é um fruto conhecido pela sua riqueza em diversas
vitaminas como a A, B, C e PP, possuindo ainda sais minerais, magnésio,
potássio, cálcio, fósforo, ferro, manganês, açucares, pectina, tanino, ácidos
cítrico, málico e tartárico. Conhecido como o rei dos antioxidantes e o fruto
da juventude, o Mirtilo está no topo dos alimentos com maior teor de
antioxidantes, ultrapassando as vantagens de outros vegetais como repolhos,
espinafres e brócolos. O Mirtilo é aceite como uma planta medicinal, da qual se
podem usar quase todas as partes da planta, flores, folhas, fruto e raízes.
E, por todo o mundo,
há laboratórios que investigam e estudam os benefícios que o Mirtilo traz à
nossa saúde. Já se determinaram as suas propriedades de anti-séptico,
anti-diarreico e anti-hemorrágico. Contribuem também para tratar constipações,
atonia intestinal e problemas circulatórios. Experiências realizadas pela
Tuft’s Universidade de Boston, mostraram que este pequeno fruto é capaz de
reparar os danos causados pelo envelhecimento no cérebro. De facto, dadas estas
propriedades singulares, a baga do Mirtilo é obrigatória na dieta dos astronautas
da NASA. Os benefícios do Mirtilo são infindáveis, abaixo listamos e
descrevemos alguns deles:
  • Antioxidante O
    Mirtilo é o fruto que contém mais antioxidantes, estes consistem num grupo
    de vitaminas, de minerais e de enzimas. Os antioxidantes trabalham para
    neutralizar radicais livres que prejudicam o nosso sistema imunológico e
    que conduzem a muitas doenças degenerativas, como a Alzheimer. Os radicais
    livres aparecem quando estamos expostos a uma variedade de substâncias
    tais como a radiação, os produtos químicos, a poluição, o fumo, as drogas,
    o álcool e pesticidas.
  • Reduz o colesterol Novos
    estudos e pesquisas efectuadas por laboratórios credenciados, nos Estados
    Unidos, revelaram que os Mirtilos podem também baixar o nível de mau
    colesterol, sendo que o Mirtilo é mais eficiente que muitos medicamentos.
  • Aparelho urinário e digestivo
    Estudos recentes provaram que o Mirtilo tem, quando ingerido em forma de
    chá ou sumo, compostos que ajudam a prevenir e a tratar infeções no
    aparelho urinário, de que é exemplo a cistite. A Ação anti-bacteriana
    estende-se também a problemas relacionados com o aparelho digestivo, em
    que o Mirtilo está indicado para alívio de inflamações da boca e pode
    contribuir para o tratamento e prevenção da colite, diarreias e gases intestinais.
  • Memória e coordenação motora
    Estudos laboratoriais levaram a concluir que o Mirtilo melhora a memória e
    a coordenação motora afetada por doenças de carácter degenerativo. O
    Mirtilo protege o cérebro dos efeitos de deterioração cerebral associados
    à doença de Alzheimer e por Acão do envelhecimento, como perda da memória
    a curto prazo. São também excelentes antídotos para a depressão.
  • Visão O
    Mirtilo melhora a vista, diversos estudos na Europa documentaram que os
    Mirtilos têm concentrações muito elevadas de anticianina, um composto
    normalmente vinculado com prestações que melhoram a visão noturna e
    reduzem a vista cansada.
  • Na diabetes
    Mirtilo é uma planta que trabalha bem na restauração da pequena circulação
    e por isto é usada em retinopatia diabética, falta de perfusão renal e pé
    diabético.
Os Mirtilos têm no
entanto algumas contra indicações. Devido ao alto teor em taninos não devem ser
consumidos durante mais de 3 meses, nem folhas nem frutos, podendo causar
irritação do estômago e intestinos, sobretudo se existirem problemas de
gastrites ou úlceras.
Benefícios do Mirtilo
  • Devido
    à sua riqueza em anti-oxidantes, previnem doenças cardiovasculares, vários
    tipos de cancro (nomeadamente o cancro do cólon), atenuam processos
    relacionados com o envelhecimento (como cataratas e doença de Alzheimer) e
    outras alterações do sistema nervoso (excelente antídoto para a
    depressão);
  • Alivia
    sintomas de infeções urinárias e renais, impedindo a fixação e o
    desenvolvimento da E. Coli,
    bactéria preferencialmente causadora de infeções no trato urinário;
  • Apresenta
    um efeito inibitório na agregação plaquetária inibindo assim a formação de
    coágulos sanguíneos;
  • Ajudam
    a combater a memória de curto prazo e reforça a memória dos idosos;
  • Protegem
    contra a degeneração relacionada com o envelhecimento das vistas,
    melhorando a visão noturna e reduzindo a vista cansada devido às
    concentrações muito elevadas de antocianinas que possuem, sendo excelentes
    para prevenir cataratas e retinopatias dos diabéticos;
  • Reduz
    inflamações do aparelho digestivo e regula o trânsito intestinal devido à
    sua riqueza em fibras e propriedades anti-sépticas, apresentando
    propriedades laxantes quando consumidos em fresco e auxiliam o tratamento
    da diarreia quando consumidos em seco;
  • Indicados
    para dietas para hipertensão arterial, pela ausência de sódio e
    colesterol.
  • Fortes
    propriedades anti-inflamatórias pela sua riqueza em antocianinas;
  • Ajudam
    a baixar o nível do mau colesterol (LDL);
  • Protege
    a pele dos radicais livres, ajuda a fixar a vitamina A e acelera a
    cicatrização.
Os benefícios do mirtilo na saúde
“O mirtilo é uma das
maiores fontes de antioxidantes que temos ao nosso dispor, com a vantagem de
nos ser apresentado em doses fisiológicas, ou seja, às quais o nosso organismo
está habituado, e não em “mega-doses” como existem em muitos suplementos.
Com um potencial antioxidante superior ao da maioria dos frutos e legumes mas
também do vinho tinto e do chá verde, o mirtilo tem sido associado à prevenção
de patologias como a hipertensão, diabetes tipo II, doenças cardiovasculares e
vários tipos de cancro. Também na diminuição do declínio cognitivo associado ao
envelhecimento e na diminuição dos danos cerebrais em vítimas de AVC o mirtilo
tem efeitos positivos e comprovados cientificamente.”
Foto: gameirices.blogspot.com
Composição: António Pacheco

Virgilio Bento arranca na corrida ao cadeirão

 
Candidatura independente de Virgílio Bento anuncia debates sobre a Guarda 

Os
debates irão decorrer na sede de candidatura e versarão temas diversos
como acessibilidades, saúde, economia, emprego, educação.
A
candidatura independente à presidência da Câmara da Guarda liderada por
Virgílio Bento anunciou ontem a realização de vários debates sobre
temas relacionados com a região. Os debates irão decorrer na sede de
candidatura e versarão temas diversos como acessibilidades, saúde,
economia, emprego, educação, cultura, ambiente, ordenamento do
território, mundo rural e juventude.
A realização dos debates foi
anunciada por António José Dias de Almeida, na conferência de imprensa
da sua apresentação como mandatário da candidatura independente de
Virgílio Bento, que tem por lema “A Guarda primeiro”. Segundo António
José Dias de Almeida o primeiro debate intitulado “Guarda: eixo
ferroviário para a Europa”, está agendado para 22 de julho, com a
participação de Arménio Matias (ex-administrador da CP), Luís Cabral da
Silva (especialista em infraestruturas rodoviárias) e Paulino Ferreira
(especialista em vias de comunicação).
Os debates serão abertos “a
quem neles quiser participar”, referiu o responsável, sublinhando que
pretendem dar um contributo “muito positivo não só para o
desenvolvimento da Guarda como do país”. O mandatário da candidatura
independente de Virgílio Bento é professor aposentado, foi agraciado em
2005 pelo então ex-Presidente da República, Jorge Sampaio, com a Ordem
da Instrução Pública, foi também mandatário distrital da candidatura de
Jorge Sampaio à Presidência de República e mandatário de Joaquim Valente
(PS) à autarquia da Guarda.
No encontro com os jornalistas, o
candidato Virgílio Bento lembrou que a sua candidatura pretende
“envolver o maior número de pessoas, entidades, instituições,
associações e empresas em estratégias ambiciosas de desenvolvimento
humano, social e económico”. “Queremos contribuir para a afirmação da
Guarda como território atrativo e competitivo nas mais diferentes
áreas”, referiu. Disse que a equipa que lidera tenciona “unir vontades e
conhecimentos na defesa intransigente dos interesses da Guarda e na
promoção da economia, do investimento e do emprego”. Virgílio Bento
anunciou ainda que, no dia 04 de agosto, a candidatura independente que
lidera apresentará todos os candidatos à Câmara Municipal, à Assembleia
Municipal e às Assembleias de Freguesia do concelho da Guarda.
Nas
eleições de 29 de setembro, para além de Virgílio Bento (professor de
Filosofia, ex-vice-presidente da autarquia e atual vereador sem
pelouros), há mais cinco candidatos à presidência da autarquia da
Guarda, liderada pelo socialista Joaquim Valente, que não se
recandidata. Álvaro Amaro é o candidato do PSD/CDS-PP; o advogado José
Martins Igreja concorre pelo PS; a CDU aposta no ambientalista Mário
Triunfante Martins e o BE candidata o ex-presidente da Associação
Académica da Guarda Marco Loureiro. Concorre ainda o independente
Baltasar Lopes, presidente da Junta de Freguesia de Aldeia Viçosa.

Em Celorico da Beira– Caminhada do dia de Camões com larga adesão

Em Celorico da Beira
Caminhada
do dia de Camões com larga adesão
Assim aproveitando o feriado do dia de Camões e das
Comunidades, as freguesias de S.Pedro e Sta Maria, levaram a efeito, uma caminhada
pedestre com cerca de uma dezena de quilómetros, onde acabou por ser bastante
participativa, pois cerca de sete dezenas de caminheiros, onde a concentração
foi na Praça da República, onde foi feita a foto oficial do evento.

os presidentes da juntas

Caminhando rumo á baixa da vila, pois em direção ao Santo
António do Rio e depois uma ligeira subida até á rotunda da variante, onde
rumaram com destino á necrópole de S.Gens,

um local onde a história é muito
vasta , pois segundo a equipa chefiada pelo arqueólogo António Carlos, existiu
segundo as investigações feitas e também pelos diversos vestígios que estão á
amostra de todos, uma ocupação romana desde os Sec. I a IV, neste local já
foram encontrados muitos objetos que são exemplo disso mesmo.

alegria de caminhar
Assim todos os caminheiros ficaram a conhecer um pouco
desta história, uma vez que também neste local, foi lançado um livro sobre o
vale de S.Gens , cujo titulo “ S.Gens ao longo do tempo e da História “que assim
descreve isso mesmo, aqui uma parceria da freguesia de Sta Maria e o Município
de Celorico da Beira.
Apresentação do livro com história de S.Gens
No local esteve presente também a proprietária do terreno
que assim gentilmente cedeu autorização para as escavações possam continuar no
sentido de ser aprofundada esta história sobre este vale.
Necropole de S.Gens
Depois deste momento histórico, prosseguia caminhada agora
em direção ao centro de Celorico, com passagem na calçada romana e nas ruas
mais histórica da vila, com passagem também pela rotunda da república, em
direção ao parque de merendas, situado nas costas do centro de saúde.
Seguiu-se um almoço convívio bastante animado, onde todos
confraternizaram.
Destaque-se também a presença do staff municipal, onde o
presidente da Autarquia José Monteiro também caminhou junto do seu vice-presidente
José luís e outras figuras de vulto também desta vila celoricense.
Em suma, as juntas organizadoras destacaram o evento como
muito positivo e também a ter em conta para ser realizado para o próximo ano,
agradecendo a todos quantos participaram.
estátua da Republica
10/06/13                                                                                                    António Pacheco

Grande adesão para caminhar

Em Fornos de Algodres
Caminhada da família
Aproveitando o dia da mãe, a comissão de festas de NS
Graça levou a efeito a caminhada da família , onde num percurso de media
dificuldade, com cerca de uma dúzia de quilómetros, decorreu da melhor maneira,
com uma grande adesão que rondou a centena de participantes, de todas idades,
tendo inicio junto á câmara municipal, com reforço alimentar na freguesia do
Casal Vasco e o términos no parque de merendas da serra da esgalhada, onde
decorreu o almoço convívio.

Assim para a organização um bom evento que fez com que as
pessoas convivessem um pouco e também caminhar faz bem á saúde, assim um evento
a ter em linha de conta todos os anos nesta localidade, que cada vez mais tem
maior adesão.
txto e fotos: Sofia Pacheco
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