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Saúde

O Presidente dos Autarcas Social Democratas, Alvaro Amaro e o Secretario- Geral do PSD, Matos Rosa, hoje em Conferência de Imprensa.

O Presidente dos Autarcas Social Democratas, Alvaro Amaro e o Secretario- Geral do PSD, Matos Rosa, hoje em Conferência de Imprensa. 

Os ASD congratularam-se pela aprovação de hoje em Conselho de Ministros do Decreto-Lei que estabelece o regime de delegação de competências nos municípios e entidades intermunicipais no domínio de funções sociais, nomeadamente nas áreas da educação, saúde, ação social e cultura.

Esta aprovação vem exatamente no sentido das posições assumidas pelos ASD e da generalidade dos autarcas portugueses ao longo dos últimos anos em favor do reforço do papel dos municípios e das entidades intermunicipais em áreas essenciais para as populações locais dotando os mesmos de instrumentos para a resolução de problemas concretos.

Os autarcas portugueses há muitos anos que defendem a descentralização. Este Governo está finalmente a concretizar tão importante e ansiada medida.

Os autarcas no dia de hoje só podem estar satisfeitos e só podem apoiar este caminho descentralizador. Mais ainda quando este é um processo participado e dependente de negociação e vontade local.

Os ASD acreditam que, em especial nos domínios das funções sociais, o melhor caminho para implementar um processo seguro e rigoroso de descentralização é através de um processo progressivo e faseado através de projetos-piloto. Só assim é possível efetuar uma delegação de competências séria e credível sustentada em dados concretos e rigorosos e não em meros enunciados políticos. Decisões baseadas em resultados obtidos através de mecanismos de avaliação e monitorização dos projetos-piloto e não em suposições teóricas, serão sempre mais credíveis e produtivas para uma verdadeira descentralização. Demonstrar os resultados.

A delegação de competências será orientada e condicionada à melhoria da qualidade do serviço público descentralizado e é assumida a garantia de transferências para os municípios dos recursos financeiros e patrimoniais necessários e suficientes na prestação do serviço público prestado.

É igualmente salvaguardado a igualdade e não discriminação de todos os municípios interessados no processo de delegação de competências e devendo integrar diversos municípios de características territoriais e sociodemográficas diversas. É assim garantida uma representatividade das diferentes realidades nacionais.

Mais uma vez reiteramos que decisões políticas baseadas em resultados concretos decorrentes da implementação de projetos-piloto serão melhores decisões. 

Tal como o Conselho de Concertação Territorial afirmou em dezembro passado, os ASD acreditam na metodologia proposta pelo Governo, onde não são atribuídas competências de forma indiscriminada e à revelia dos municípios.

Os ASD entendem que esta metodologia é a mais adequada e respeitadora da autonomia local, uma vez que as competências apenas serão delegadas mediante a celebração de contratos interadministrativos entre o Governo e os municípios e entidades intermunicipais, ou seja, só com uma manifestação de vontade por parte das entidades locais é que estas assumem as responsabilidades delegadas.

Um processo negocial individualizado garante uma melhor resposta às diversas realidades locais e verdadeiramente aproxima as respostas aos problemas concretos.

Este não é um processo como alguns do passado em que foi feita uma descarga de competências da administração central num movimento praticamente unilateral, sem diálogo prévio com as entidades locais.

Neste processo quem preferir não avançar no momento é livre de não assumir novas competências. Isto é autonomia local.

Neste mesmo sentido não compreendemos nem aceitamos que dentro do universo da administração local existam aqueles que queriam impedir que os seus colegas e pares fiquem impedidos de aderir e iniciar os seus processos de delegação de competências.

Os autarcas há anos que pedem a descentralização e hoje que ela está a acontecer só podemos congratular-nos.

Reiteramos que esta não é uma transferência de competências universal e permanente. Não há municípios ou entidades intermunicipais a assumirem responsabilidades sem o quererem e não existe um processo imposto pela administração central. Assim respeita-se e preserva-se a verdadeira autonomia local.

Os ASD realçam igualmente a importância das áreas que são agora passíveis de delegação de competência: a educação, a saúde, a segurança social e a cultura. Tratam-se de áreas onde as populações necessitam de mais e melhores respostas e onde a proximidade poderá fazer toda a diferença na melhoria e rapidez dos serviços públicos prestados.

As competências do domínio das funções sociais que agora os municípios e comunidades intermunicipais passam a ter a possibilidade de desempenhar são de vital importância para uma sociedade que se pretende coesa e solidaria, mais ainda após um período de elevado esforço e exigência coletiva, pelo que os autarcas só podem ficar satisfeitos por disporem de mais meios e mecanismos para a resolução dos problemas de quem mais precisa. É uma oportunidade e igualmente uma responsabilidade que há muito os autarcas portugueses reclamavam e que agora este Governo concretiza. 

Deste modo, considerando o que os ASD defenderam em congresso, considerando ainda o amplo debate público que o Governo promoveu com todos os parceiros territoriais, no Conselho de Concertação Territorial, em contactos bilaterais com as entidades representativas, o modelo de delegação de competências adotado e o respeito integral pela autonomia local, os ASD manifestam o seu total apoio ao Governo nesta sua iniciativa.

(Comunicado dos ASD)
Os
ASD congratularam-se pela aprovação de hoje em Conselho de Ministros do
Decreto-Lei que estabelece o regime de delegação de competências nos
municípios e entidades intermunicipais no domínio de funções sociais,
nomeadamente nas áreas da educação, saúde, ação social e cultura.

Esta aprovação vem exatamente no sentido das posições assumidas pelos
ASD e da generalidade dos autarcas portugueses ao longo dos últimos anos
em favor do reforço do papel dos municípios e das entidades
intermunicipais em áreas essenciais para as populações locais dotando os
mesmos de instrumentos para a resolução de problemas concretos.
Os autarcas portugueses há muitos anos que defendem a descentralização.
Este Governo está finalmente a concretizar tão importante e ansiada
medida.
Os autarcas no dia de hoje só podem estar satisfeitos e
só podem apoiar este caminho descentralizador. Mais ainda quando este é
um processo participado e dependente de negociação e vontade local.
Os ASD acreditam que, em especial nos domínios das funções sociais, o
melhor caminho para implementar um processo seguro e rigoroso de
descentralização é através de um processo progressivo e faseado através
de projetos-piloto. Só assim é possível efetuar uma delegação de
competências séria e credível sustentada em dados concretos e rigorosos e
não em meros enunciados políticos. Decisões baseadas em resultados
obtidos através de mecanismos de avaliação e monitorização dos
projetos-piloto e não em suposições teóricas, serão sempre mais
credíveis e produtivas para uma verdadeira descentralização. Demonstrar
os resultados.
A delegação de competências será orientada e
condicionada à melhoria da qualidade do serviço público descentralizado e
é assumida a garantia de transferências para os municípios dos recursos
financeiros e patrimoniais necessários e suficientes na prestação do
serviço público prestado.
É igualmente salvaguardado a igualdade e
não discriminação de todos os municípios interessados no processo de
delegação de competências e devendo integrar diversos municípios de
características territoriais e sociodemográficas diversas. É assim
garantida uma representatividade das diferentes realidades nacionais.
Mais uma vez reiteramos que decisões políticas baseadas em resultados
concretos decorrentes da implementação de projetos-piloto serão melhores
decisões.
Tal como o Conselho de Concertação Territorial
afirmou em dezembro passado, os ASD acreditam na metodologia proposta
pelo Governo, onde não são atribuídas competências de forma
indiscriminada e à revelia dos municípios.
Os ASD entendem que
esta metodologia é a mais adequada e respeitadora da autonomia local,
uma vez que as competências apenas serão delegadas mediante a celebração
de contratos interadministrativos entre o Governo e os municípios e
entidades intermunicipais, ou seja, só com uma manifestação de vontade
por parte das entidades locais é que estas assumem as responsabilidades
delegadas.
Um processo negocial individualizado garante uma
melhor resposta às diversas realidades locais e verdadeiramente aproxima
as respostas aos problemas concretos.
Este não é um processo
como alguns do passado em que foi feita uma descarga de competências da
administração central num movimento praticamente unilateral, sem diálogo
prévio com as entidades locais.
Neste processo quem preferir não avançar no momento é livre de não assumir novas competências. Isto é autonomia local.
Neste mesmo sentido não compreendemos nem aceitamos que dentro do
universo da administração local existam aqueles que queriam impedir que
os seus colegas e pares fiquem impedidos de aderir e iniciar os seus
processos de delegação de competências.
Os autarcas há anos que pedem a descentralização e hoje que ela está a acontecer só podemos congratular-nos.
Reiteramos que esta não é uma transferência de competências universal e
permanente. Não há municípios ou entidades intermunicipais a assumirem
responsabilidades sem o quererem e não existe um processo imposto pela
administração central. Assim respeita-se e preserva-se a verdadeira
autonomia local.
Os ASD realçam igualmente a importância das
áreas que são agora passíveis de delegação de competência: a educação, a
saúde, a segurança social e a cultura. Tratam-se de áreas onde as
populações necessitam de mais e melhores respostas e onde a proximidade
poderá fazer toda a diferença na melhoria e rapidez dos serviços
públicos prestados.
As competências do domínio das funções
sociais que agora os municípios e comunidades intermunicipais passam a
ter a possibilidade de desempenhar são de vital importância para uma
sociedade que se pretende coesa e solidaria, mais ainda após um período
de elevado esforço e exigência coletiva, pelo que os autarcas só podem
ficar satisfeitos por disporem de mais meios e mecanismos para a
resolução dos problemas de quem mais precisa. É uma oportunidade e
igualmente uma responsabilidade que há muito os autarcas portugueses
reclamavam e que agora este Governo concretiza.
Deste modo,
considerando o que os ASD defenderam em congresso, considerando ainda o
amplo debate público que o Governo promoveu com todos os parceiros
territoriais, no Conselho de Concertação Territorial, em contactos
bilaterais com as entidades representativas, o modelo de delegação de
competências adotado e o respeito integral pela autonomia local, os ASD
manifestam o seu total apoio ao Governo nesta sua iniciativa.
Fonte(Comunicado dos ASD)

G

Senense Pedro Oliveira cria plataforma para cura de doenças

Pedro Oliveira lançou a Patient Innovation, uma plataforma onde cuidadores e pacientes partilham soluções para doenças graves

Joaquina
Teixeira, mãe de Gonçalo, cobriu o tecto de sua casa de balões
coloridos. Não que fosse dar uma festa de fim de ano. Longe disso.
Inspirada pelo que viu noutra festa de crianças, foi a solução que
arranjou para que o filho Gonçalo, a quem fora diagnosticada síndrome de
Angelman, uma perturbação genético-neurológica, se sentisse motivado a
levantar-se e a caminhar sozinho pela casa para agarrar os balões.

Já Mariana tem cri du chat, uma doença em que uma das possíveis
perturbações de comportamento é um fascínio por cabelos. O que muitas
vezes acontece é arrancar os próprios cabelos e fazer peladas quando
está mais nervosa. “Os pais repararam que se tivesse o cabelo molhado
não sentia a mesma atracção por cabelos e experimentaram pôr-lhe gel.
Repararam que como não gosta do toque deixou de os arrancar”, conta
Pedro Oliveira, de 43 anos.
É na plataforma online lançada por Pedro em Fevereiro de 2014, a
Patient Innovation, que pais como os de Gonçalo e Mariana partilham
soluções alternativas para doenças mais graves como estas. Multilingue,
internacional e sem fins lucrativos, a plataforma tem como objectivo
“facilitar a partilha de soluções inovadoras desenvolvidas por doentes
de qualquer patologia, bem como pelos seus cuidadores”, explica Pedro.
“Na nossa investigação descobrimos que um elevado número de doentes
inovam e muitas vezes desenvolvem soluções muito importantes para eles e
para as suas famílias ou cuidadores”, continua. “Percebemos também que
se essas soluções fossem partilhadas com outros doentes e cuidadores com
problemas semelhantes, poderiam ajudar muito mais gente.”
O projeto resultou de uma investigação multidisciplinar liderada
pela Católica-Lisbon School of Business and Economics, com a
participação da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e também
do MIT Sloan School of Management e da Carnegie Melon University, dos
Estados Unidos.
Inovadora e made in Portugal, desde que foi lançada, no início do ano
passado, a Patient Innovation já conta com 240 soluções apontadas por
doentes dos cinco continentes. “Algumas são muito simples, enquanto
outras são mais complexas e só foram possíveis graças a várias
colaborações, nomeadamente com a comunidade médica”, sublinha Pedro, que
também é professor e diretor para a investigação da Universidade
Católica.
Qualquer pessoa pode registar-se nesta espécie de rede social e
partilhar a sua solução, que é depois avaliada por uma equipa médica
liderada por Helena Canhão, da Faculdade de Medicina da Universidade de
Lisboa, antes de ser aprovada e estar disponível para quem a visita. O projeto é tão bem sucedido que foi semifinalista no prestigiado Harvard
Health Acceleration Challenge – uma organização conjunta da Harvard
Medical School e da Harvard Business School -, em que estiveram em
competição 475 projectos de todo o mundo e conseguiu ser “o projecto
mais aplaudido, mais visto e comentado entre todos”.
Em 2015, Pedro espera que a Patient Innovation possa chegar a “países
com baixa intensidade tecnológica e pouca penetração da internet, por
exemplo em África ou no Sudoeste asiático”, diz. Ele próprio nasceu “num
dos países mais pobres e problemáticos do mundo”, a República
Centro-Africana.
Neste momento continua a trabalhar em vários projetos na área da
saúde, também em colaboração com Helena Canhão. No próximo mês deverá
lançar um programa de Inovação e Empreendedorismo em Saúde, que conta
com várias colaborações internacionais. “Estamos também a lançar uma
iniciativa destinada às empresas, a que chamámos Health Innovation Lab
(o HiLab), e um grupo multidisciplinar na área da saúde a que chamámos
Health Innovation Research Group (HiResearch).” Segue-se um livro com
histórias de inovações por doentes e cuidadores.
Fonte I online

Vasco Lino manter-se-á ou não na administração da ULS da Guarda?

O início do próximo ano pode trazer mudanças na
administração da Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda. O mandato do atual Conselho de Administração, liderado por Vasco Lino, termina ainda
este ano e tem havido pressões para que o Ministério da Saúde faça
alterações na equipa.
Júlio Sarmento, ex-líder da distrital do PSD e
ex-presidente da Câmara Municipal de Trancoso é apontado como o mais
provável sucessor de Vasco Lino. Mas também se coloca a possibilidade do
cargo vir a ser ocupado pelo médico Gil Barreiros que já integra o
Conselho de Administração da ULS, como diretor clínico para os Cuidados
Primários.

O atual Conselho de Administração tomou posse no final
de 2012, mas iniciou funções ainda durante o mês de Novembro. Vasco
Lino, natural da Covilhã, substituiu Ana Manso ter sido exonerada pelo
ministro da Saúde.
A sua nomeação não foi pacífica. E uma das vozes
mais críticas a esta escolha foi precisamente Júlio Sarmento, como líder
da Distrital do PSD. O social democrata manifestava-se contra a
nomeação de alguém de Castelo Branco ou da Covilhã, dizendo mesmo que
isso estava «fora de hipótese». Júlio Sarmento argumentou na altura que
«não ficaria sossegado» se a solução fosse essa, tendo em conta que há
questões de âmbito regional que têm de ser discutidas, referindo-se à
intenção do Ministério da Saúde em criar o pólo de saúde da Beira
Interior, com o envolvimento das unidades de saúde de Castelo Branco,
Guarda e Covilhã. O dirigente social democrata admitia a possibilidade
de poder vir um técnico de Viseu ou de Coimbra para o eventual futuro
Conselho de Administração, mas «nunca» de Castelo Branco e da Covilhã.
Horas
depois seria confirmada a nomeação de Vasco Lino, bem como dos
restantes elementos da equipa. Fernanda Maçoas, médica no hospital da
Guarda, foi nomeada para diretora clínica para os cuidados
hospitalares; Gil Barreiros, médico em Gouveia, indicado para ser diretor clínico para os cuidados primários; João Marques, enfermeiro no
hospital da Guarda, escolhido para assumir o lugar de Enfermeiro Diretor e Flora Moura, que integrava os serviços Entidade Reguladora de
Saúde do Porto, para vogal executiva.
A equipa foi nomeada pelo
ministro da Saúde no mesmo dia em que foi exonerada a equipa liderada
por Ana Manso, que esteve em funções menos de um ano. O grupo de
trabalho era composto por Fátima Cabral, diretora clínica para os
cuidados hospitalares; José Barreiros, diretor clínico para os cuidados
primários; Ester Vaz, Enfermeira diretora, casada com o enfermeiro que
a substituiu no cargo e Miguel Martins, vogal executivo. Este era o
único elemento do Conselho de Administração que não fazia parte dos
quadros da ULS da Guarda.
Fonte:TB

AD Fornos de Algodres e Clinica Médica Dentária Marisa Guedes, Lda assinam protocolo

Na manhã desta quarta-feira,  a Associação Desportiva de Fornos de Algodres (ADFA)
e a Clínica Médica Dentária Marisa Guedes Lda. assinaram um protocolo que
estabelece inúmeras vantagens para os atletas do clube. A ADFA esteve
representada pelo seu presidente Bruno Costa, já da parte da Clínica esteve
presente a proprietária Dra. Marisa Guedes.

Ao
questionarmos a Dra. Marisa Guedes sobre a importância deste protocolo, ela
respondeu:
Lembram-se
do Cissokho, aquele jogador do FCPorto que não foi para o ACMilan porque tinha
um problema nos dentes?
Há muitas informações
importantes que quem pratica desporto deve conhecer.
Dra Marisa Guedes
O
desporto, independentemente do escalão e do grau de intensidade que é
praticado, abrange níveis de stress a nível psicológico e fisiológico, que tem
consequências a nível da cavidade oral e estruturas adjacentes e
consequentemente no nível de performance do atleta. Hoje em dia, o atleta é
visto num sentido global, sendo tratado por áreas multidisciplinares de saúde,
de modo que antes de qualquer competição ele se encontre num nível ótimo de
preparação.
Ao
exigir do organismo grandes esforços torna-se indispensável a intervenção de
uma equipa médica multidisciplinar. Esta equipa deverá, portanto, incluir um médico
dentista, que intervém no diagnóstico e tratamento dos seguintes problemas:
·        
Cárie
dentária como consequência de uma alimentação rica em hidratos de carbono;
·        
Erosão
dentária/sensibilidade dentária devido à ingestão de bebidas desportivas;
·        
Postura
mandibular e força muscular incorretas decorridas das diferentes posições adotadas na prática desportiva;
·        
Bruxismo
decorrido do stress desportivo;
·        
Aumento
das bactérias cariogénicas que estão associadas à prática desportiva;
·        
Desmineralização
dentária (enfraquecimento do esmalte) por desidratação oral e diminuição do
fluxo salivar associados com o exercício físico;
·        
Concentrações
de hemoglobinas e de cortisol salivar alterados relacionados com o exercício
físico;
·        
Doença
periodontal e stress relacionado com o desporto;
·         Fraturas
ósseas/ dentárias relacionadas com o impacto durante a pratica desportiva.
A
saúde oral pode, portanto, comprometer o bom desempenho do atleta sendo
imperativo efetuar o diagnóstico precoce e tratamento das situações de
patologia oral, promovendo a saúde e a prevenção de doença oral.
Bruno Costa -ADFA
Em
suma, é de extrema importância a observação clinica periódica da cavidade oral
por um médico dentista, devendo o procedimento efetuar-se sempre no início e
durante cada época desportiva.
            Já o presidente Bruno Costa salientou
que o presente protocolo é muito importante pois permite que os atletas tenham
benefícios a quando usufruírem dos serviços médicos desta clínica. O mesmo
realçou também que a promoção da saúde paralelamente à formação desportiva e
escolar é um dos pilares que sustenta o plano de formação que o clube tem para
os seus atletas, logo protocolos desta natureza são uma mais-valia para os
jovens.

Cinco câmaras do distrito da Guarda distinguidas como “autarquia familiarmente responsável”

Shutterstock Images - Licença Standard

Cinco câmaras do distrito da
Guarda foram distinguidas com o galardão de ”autarquia familiarmente
responsável” pelo Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis
(OAFR) e irão receber a bandeira verde no próximo dia 19 de Novembro,
na Associação Nacional de Municípios, em Coimbra.

Gouveia, Guarda, Pinhel, Seia e Vila Nova de Foz Côa foram as autarquias do distrito galardoadas.

No caso de Seia, o município informa, em nota à imprensa, que uma das
medidas tomadas pela autarquia «que lhe deu acesso ao prémio foi a
tarifa familiar de água, que tem em consideração o número de pessoas por
agregado familiar e não penaliza, assim, as famílias mais alargadas».
No total do país, foram 102 as autarquias a responder ao inquérito
realizado pelo Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis a
nível nacional e onde foram analisadas as políticas de família dos
municípios em dez áreas de atuação: apoio à maternidade e paternidade;
apoio às famílias com necessidades especiais; serviços básicos; educação
e formação; habitação e urbanismo; transportes; saúde; cultura,
desporto, lazer e tempo livre; cooperação, relações institucionais e
participação social; assim como outras iniciativas. São ainda analisadas
as boas práticas das autarquias para com os seus funcionários
autárquicos em matéria de conciliação entre trabalho e Família.
Desde a primeira edição do OAFR, em 2009, tem-se verificado um
alargamento sucessivo na adesão das autarquias ao projeto: a primeira
edição registou 38 inquéritos finalizados e, nesta sexta edição, foram
102 as edilidades que completaram os seus inquéritos.
fonte: Terras da Beira | imagem: Shutterstock Images – Licença Standard

Câmara da Guarda com orçamento de 30 milhões de euros para 2015

A Câmara da Guarda aprovou ontem por maioria o
orçamento municipal para 2015, no valor de 30 milhões de euros, que é
considerado “realista” e de “rigor” pelo seu presidente e “pobre” pela
oposição socialista.
“É um orçamento realista, de rigor, mas um
orçamento de uma autarquia que está num processo de saneamento
financeiro”, referiu o presidente da autarquia, Álvaro Amaro,
(PSD/CDS-PP), na reunião do executivo municipal onde o documento foi
aprovado com os votos contra dos dois eleitos do PS.
O orçamento da
Câmara Municipal da Guarda para o próximo ano reduz em oito milhões o
valor relativamente ao de 2014, mas o autarca assegurou que o mesmo “não
deixa de apresentar a inovação e a ambição” do actual executivo.
“Ao
contrário de há um ano, agora conhecemos bem melhor as dificuldades que
o município da Guarda tem de vencer, sempre com um apelo à participação
responsável de todos e de todas as forças políticas”, refere o
presidente da autarquia na nota introdutória do documento a que a
agência Lusa teve acesso.

Segundo Álvaro Amaro, o orçamento para
2015, no valor global de 30.278.765 euros, “não tem comparação com o que
foram os orçamentos apresentados pelo município nos últimos 12 anos.
As
grandes opções do plano pretendem dar continuidade a alguns projectos
desenvolvidos durante o ano de 2014, ancorados aos vectores de estímulo e
apoio à economia local e de aumento de poder de atracção da Guarda,
apontou.
Uma das apostas é a criação da primeira edição do Plano
Educativo Municipal, para o ano lectivo 2015/2016, que reconfigure a
acção educativa adequada à rede escolar e aos objectivos da Lei de Bases
do Sistema Educativo.
A aplicação do Programa de Generalização do
Fornecimento de Refeições aos alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico do
concelho é outros dos propósitos.
Na cultura, haverá apoios às
associações, com base num regulamento já aprovado, e no turismo a
autarquia fará a segunda edição da Feira Ibérica de Turismo.
Álvaro
Amaro também anunciou que serão feitos contratos de execução e acordos
de cooperação com as freguesias e que a autarquia irá transferir 30
funcionários para as 42 juntas rurais.
Na economia, será criado o Guia do Investidor e promovida a utilização da Plataforma Logística de Iniciativa Empresarial.
Na
área social, entre outras medidas, está previsto um novo benefício, no
sector da saúde, para os munícipes com menores rendimentos e maiores
encargos.
Os dois vereadores do PS, José Igreja e Joaquim Carreira,
votaram contra o orçamento camarário por ser “pobre” e por ter “falta de
audácia e de ambição”.
Segundo José Igreja, o documento,
tecnicamente está “bem construído”, mas falta-lhe “um bocado de
audácia”, apontando que a maioria “optou bastante na área do turismo e
um pouco menos na área da economia”.
“Nós concordamos com muita coisa
que está no orçamento, mas não sentimos que dê uma ideia de força, de
dinâmica, para a economia da região”, justificou.
fonte:TB

Plano estratégico da CIM das Beiras e Serra da Estrela aprovado

Shutterstock Images - Licença Standard

O plano estratégico da
Comunidade Intermunicipal (CIM) das Beiras e Serra da Estrela foi
aprovado por unanimidade pelos quinze presidentes de câmara e já está em
análise na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, para ser
candidatado a financiamentos no quadro comunitário vigente até 2020.

A Guarda apresenta
projetos-âncora próprios em duas áreas: saúde e logística. No primeiro
caso é recuperada a ideia de um centro de investigação e tratamento de
doenças respiratórias, com vocação turística, que assentará no
aproveitamento das potencialidades do antigo sanatório. No campo da
logística é feita uma aposta no desenvolvimento da PLIE enquanto “porto
seco” regional e fronteiriço, com especial enfoque num centro de frio.

Nos projetos transversais destacam-se a requalificação das estradas
municipais (as alternativas às auto-estradas com portagens) e o
desenvolvimento de programação em rede nas áreas da cultura, do desporto
e do turismo.

A Covilhã não abdicou do projeto do aeroporto regional e os concelhos
da chamada corda da Serra também viram incluídos os túneis e os
itinerários complementares.
fonte: Rádio Altitude | imagem: Shutterstock Images – Licença Standard 

ULS Guarda cede espaços a instituições

A Administração da Unidade Local de Saúde da Guarda
disponibilizou dois espaços no edifício sede – no Parque de Saúde da
Guarda – destinados à instalação e funcionamento da Liga dos Amigos da
ULS da Guarda e da extensão da Guarda do Movimento Vencer e Viver (Liga
Portuguesa Contra o Cancro). A ULS Guarda pretende assim dar melhores
condições para o desenvolvimento das atividades destes organismos.
fonte:o interior

Cartão senior apresentado em Nelas

Cartão senior frente
No âmbito da Comemoração do Dia dos Avós e Netos, a Câmara Municipal de Nelas apresenta, no próximo dia 26 de Junho 2014, o CARTÃO SÉNIOR MUNICIPAL, projecto que vai de encontro à afirmação de importantes uma estratégia de impulsão social que visa a protecção dos grupos etários mais vulneráveis do Concelho.

Assim, de forma a minimizar as dificuldades sentidas por este segmento populacional e promover iniciativas que a integrem, o Cartão Sénior proporciona um conjunto de benefícios e descontos a bens e serviços na área da saúde, desporto, cultura, etc., resultado de parcerias a estabelecer entre diversos estabelecimentos e entidades que estarão identificados com dístico próprio. Este Cartão, que entra em vigor em Outubro deste ano, é disponibilizado a todas os residentes e/ou naturais do Concelho de Nelas, com idade igual ou superior a 66 anos, de forma totalmente gratuita, e pode ser solicitado junto da Estrutura Municipal de Apoio à Economia Social, na Câmara Municipal de Nelas.
Com esta medida, a Autarquia visa contribuir para a melhoria do bem-estar e qualidade de vida dos munícipes, fomentando o seu desenvolvimento pessoal e social e/ou envelhecimento ativo.
Fonte:municipio de Nelas

Quinta dos Carvalhais, agro turismo real em Fornos de Algodres

No concelho de Fornos de Algodres esta a desenvolver-se um
projeto de agro-turismo, mais concretamente na Quinta dos Carvalhais, na
Muxagata, assim onde se vai expandindo aos poucos,onde a paisagem natural é de
elevada qualidade  onde fomos falar com o
proprietário deste belo empredimento, o Eng. João Gomes:





Magazine serrano Como surgiu esta ideia de realizar assim um
projeto desta envergadura?
Eng.João Gomes–Não foi propriamente uma
ideia. É antes de mais um processo natural de  investimento e realização. Eu entendo que
quando estão reunidas as principais condições para realizarmos algo, seja o que
for, temos de o realizar.

Foi o que aconteceu.
MS Esta quinta dos Carvalhais surge do nada , pois um
grande trabalho foi necessário?

JG -A
quinta antes desta intervenção não existia. Os edifícios estavam em ruinas e as
áreas com alguma aptidão agrícola estavam completamente sujas de matos e
infestantes. Havia edifícios que não se viam, tal era o grau e a persistência
dos silvados e matos. Começamos do zero.
MS A fase inicial do projeto destinou-se á produção de
Mirtilos? Fale um pouco do produto em si, e suas finalidades?
JG -Depois de avaliarmos os principais elementos e fatores relacionados
com os mirtilos, decidimos instalar esta cultura.
Apesar de não haver tradição na nossa zona
neste tipo de frutas, e por isso também comportar algum risco, decidimos
avançar por aqui porque o potencial para exportação era enorme, além de que o
mercado interno tem tendência também para aumentar.
È um fruto excelente, com qualidades
incríveis para a saúde humana. As suas folhas então, têm uma quantidade de
antioxidantes ainda maior que as bagas. No ano passado apostamos na venda de
folhas para infusão devidamente embaladas e correu muito bem. O chá de mirtilo
é de facto muito bom.
MSQue outras culturas podemos encontrar na sua quinta?
JG -Na
Quinta dos Carvalhais além de mirtilos, temos um pomar de groselha, Olival,
cereais e povoamentos florestais. Estamos a pensar no curto/médio prazo
diversificar ainda mais as atividades agrícolas, instalando novas plantações,
nomeadamente baga de sabugueiro e castanheiros.
MS Para breve estará pronto a parte do turismo de habitação
rural , mais um grande complemento para o projeto?
JG -Sim,
temos a perceção de que a aposta na agricultura é uma estratégia mais eficaz se
articulada com turismo diferenciado e de qualidade, capaz de valorizar
devidamente os produtos agrícolas, os edifícios, o montado de carvalhos…
Defendo a diversificação de atividades. Daí que recuperamos e ampliamos os
edifícios em ruinas e criamos 3 unidades de alojamento independentes ( 2 T1 e 1
T3 ), e algumas  infra-estruturas e
equipamentos de apoio, como a  piscina
comum, parque infantil, forno tradicional, eira tradicional,  caminhos pedonais, etc.
 
MS- Esta quinta encontra-se num local de natureza, pois
poderá explorar outras finalidades? Passeios, cursos fotografia, acções de
formação entre outros?
JG -Sim,  além do acompanhamento  e participação nas atividades agrícolas
desenvolvidas na quinta, os visitantes 
podem efetuar outras  atividades
de cariz lúdico, educativo e de saúde.  Assim, pretendemos desenvolver cursos e
workshops, percursos de descobrimento ( pedonais, bicicleta, carros TT) e rotas/circuitos
diversos que permitam conhecer e explorar os atrativos gastronómicos, culturais
e paisagísticos do nosso território.  No
nosso site (www.quintadoscarvalhais.com.pt)
estão já alguns serviços disponibilizados.
MS Trata-se de um projeto de grande envergadura? Como vê o
futuro ?
JG -O
projeto  Quinta dos Carvalhais tem
qualidade .  Acredito que tem potencial
para ser bem-sucedido. Sei também das dificuldades que temos pela frente. A envolvente
económica local e nacional é desfavorável, os impostos e taxas são enormes, a
energia e os fatores de produção estão cada vez mais caros………enfim temos que
ter rigor nos custos sem deixar, na medida do possível, em investir e melhorar.
Mas assim, definitivamente não é fácil.
MSO turismo deverá ser a grande aposta para atrair gente
ao concelho, certamente motivado para seguir em frente?
JG-Considero que nenhuma atividade , só por si, tem capacidade para ser
uma alavanca num local com as características de Fornos de Algodres. Quem
pensar que é o turismo, a agricultura , a produção de queijo , o comércio ou
as  pequenas  industrias sozinhas a impulsionarem o
desenvolvimento  económico estão enganados.
Têm que ser todas as atividades a contribuírem para esse desenvolvimento. Não
podemos por isso colocar as “fichas” todas numa única atividade e esperar tudo
desta ou daquela atividade. O que é preciso é que cada um faça a sua parte …..
MG- Desde já agradecemos a amabilidade e disponibilidade como fomos recebidos neste empreendimento.
JG-Obrigado eu,
aproveito para agradecer o convite para esta
entrevista e, também, cumprimentar todos os nossos conterrâneos e leitores do
Magazine Serrano, em especial todos aqueles que lutam e trabalham no
estrangeiro. Um forte abraço a todos.
Reportagem de Antonio Pacheco
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