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Saúde

Cinco câmaras do distrito da Guarda distinguidas como “autarquia familiarmente responsável”

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Cinco câmaras do distrito da
Guarda foram distinguidas com o galardão de ”autarquia familiarmente
responsável” pelo Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis
(OAFR) e irão receber a bandeira verde no próximo dia 19 de Novembro,
na Associação Nacional de Municípios, em Coimbra.

Gouveia, Guarda, Pinhel, Seia e Vila Nova de Foz Côa foram as autarquias do distrito galardoadas.

No caso de Seia, o município informa, em nota à imprensa, que uma das
medidas tomadas pela autarquia «que lhe deu acesso ao prémio foi a
tarifa familiar de água, que tem em consideração o número de pessoas por
agregado familiar e não penaliza, assim, as famílias mais alargadas».
No total do país, foram 102 as autarquias a responder ao inquérito
realizado pelo Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis a
nível nacional e onde foram analisadas as políticas de família dos
municípios em dez áreas de atuação: apoio à maternidade e paternidade;
apoio às famílias com necessidades especiais; serviços básicos; educação
e formação; habitação e urbanismo; transportes; saúde; cultura,
desporto, lazer e tempo livre; cooperação, relações institucionais e
participação social; assim como outras iniciativas. São ainda analisadas
as boas práticas das autarquias para com os seus funcionários
autárquicos em matéria de conciliação entre trabalho e Família.
Desde a primeira edição do OAFR, em 2009, tem-se verificado um
alargamento sucessivo na adesão das autarquias ao projeto: a primeira
edição registou 38 inquéritos finalizados e, nesta sexta edição, foram
102 as edilidades que completaram os seus inquéritos.
fonte: Terras da Beira | imagem: Shutterstock Images – Licença Standard

Câmara da Guarda com orçamento de 30 milhões de euros para 2015

A Câmara da Guarda aprovou ontem por maioria o
orçamento municipal para 2015, no valor de 30 milhões de euros, que é
considerado “realista” e de “rigor” pelo seu presidente e “pobre” pela
oposição socialista.
“É um orçamento realista, de rigor, mas um
orçamento de uma autarquia que está num processo de saneamento
financeiro”, referiu o presidente da autarquia, Álvaro Amaro,
(PSD/CDS-PP), na reunião do executivo municipal onde o documento foi
aprovado com os votos contra dos dois eleitos do PS.
O orçamento da
Câmara Municipal da Guarda para o próximo ano reduz em oito milhões o
valor relativamente ao de 2014, mas o autarca assegurou que o mesmo “não
deixa de apresentar a inovação e a ambição” do actual executivo.
“Ao
contrário de há um ano, agora conhecemos bem melhor as dificuldades que
o município da Guarda tem de vencer, sempre com um apelo à participação
responsável de todos e de todas as forças políticas”, refere o
presidente da autarquia na nota introdutória do documento a que a
agência Lusa teve acesso.

Segundo Álvaro Amaro, o orçamento para
2015, no valor global de 30.278.765 euros, “não tem comparação com o que
foram os orçamentos apresentados pelo município nos últimos 12 anos.
As
grandes opções do plano pretendem dar continuidade a alguns projectos
desenvolvidos durante o ano de 2014, ancorados aos vectores de estímulo e
apoio à economia local e de aumento de poder de atracção da Guarda,
apontou.
Uma das apostas é a criação da primeira edição do Plano
Educativo Municipal, para o ano lectivo 2015/2016, que reconfigure a
acção educativa adequada à rede escolar e aos objectivos da Lei de Bases
do Sistema Educativo.
A aplicação do Programa de Generalização do
Fornecimento de Refeições aos alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico do
concelho é outros dos propósitos.
Na cultura, haverá apoios às
associações, com base num regulamento já aprovado, e no turismo a
autarquia fará a segunda edição da Feira Ibérica de Turismo.
Álvaro
Amaro também anunciou que serão feitos contratos de execução e acordos
de cooperação com as freguesias e que a autarquia irá transferir 30
funcionários para as 42 juntas rurais.
Na economia, será criado o Guia do Investidor e promovida a utilização da Plataforma Logística de Iniciativa Empresarial.
Na
área social, entre outras medidas, está previsto um novo benefício, no
sector da saúde, para os munícipes com menores rendimentos e maiores
encargos.
Os dois vereadores do PS, José Igreja e Joaquim Carreira,
votaram contra o orçamento camarário por ser “pobre” e por ter “falta de
audácia e de ambição”.
Segundo José Igreja, o documento,
tecnicamente está “bem construído”, mas falta-lhe “um bocado de
audácia”, apontando que a maioria “optou bastante na área do turismo e
um pouco menos na área da economia”.
“Nós concordamos com muita coisa
que está no orçamento, mas não sentimos que dê uma ideia de força, de
dinâmica, para a economia da região”, justificou.
fonte:TB

Plano estratégico da CIM das Beiras e Serra da Estrela aprovado

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O plano estratégico da
Comunidade Intermunicipal (CIM) das Beiras e Serra da Estrela foi
aprovado por unanimidade pelos quinze presidentes de câmara e já está em
análise na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, para ser
candidatado a financiamentos no quadro comunitário vigente até 2020.

A Guarda apresenta
projetos-âncora próprios em duas áreas: saúde e logística. No primeiro
caso é recuperada a ideia de um centro de investigação e tratamento de
doenças respiratórias, com vocação turística, que assentará no
aproveitamento das potencialidades do antigo sanatório. No campo da
logística é feita uma aposta no desenvolvimento da PLIE enquanto “porto
seco” regional e fronteiriço, com especial enfoque num centro de frio.

Nos projetos transversais destacam-se a requalificação das estradas
municipais (as alternativas às auto-estradas com portagens) e o
desenvolvimento de programação em rede nas áreas da cultura, do desporto
e do turismo.

A Covilhã não abdicou do projeto do aeroporto regional e os concelhos
da chamada corda da Serra também viram incluídos os túneis e os
itinerários complementares.
fonte: Rádio Altitude | imagem: Shutterstock Images – Licença Standard 

ULS Guarda cede espaços a instituições

A Administração da Unidade Local de Saúde da Guarda
disponibilizou dois espaços no edifício sede – no Parque de Saúde da
Guarda – destinados à instalação e funcionamento da Liga dos Amigos da
ULS da Guarda e da extensão da Guarda do Movimento Vencer e Viver (Liga
Portuguesa Contra o Cancro). A ULS Guarda pretende assim dar melhores
condições para o desenvolvimento das atividades destes organismos.
fonte:o interior

Cartão senior apresentado em Nelas

Cartão senior frente
No âmbito da Comemoração do Dia dos Avós e Netos, a Câmara Municipal de Nelas apresenta, no próximo dia 26 de Junho 2014, o CARTÃO SÉNIOR MUNICIPAL, projecto que vai de encontro à afirmação de importantes uma estratégia de impulsão social que visa a protecção dos grupos etários mais vulneráveis do Concelho.

Assim, de forma a minimizar as dificuldades sentidas por este segmento populacional e promover iniciativas que a integrem, o Cartão Sénior proporciona um conjunto de benefícios e descontos a bens e serviços na área da saúde, desporto, cultura, etc., resultado de parcerias a estabelecer entre diversos estabelecimentos e entidades que estarão identificados com dístico próprio. Este Cartão, que entra em vigor em Outubro deste ano, é disponibilizado a todas os residentes e/ou naturais do Concelho de Nelas, com idade igual ou superior a 66 anos, de forma totalmente gratuita, e pode ser solicitado junto da Estrutura Municipal de Apoio à Economia Social, na Câmara Municipal de Nelas.
Com esta medida, a Autarquia visa contribuir para a melhoria do bem-estar e qualidade de vida dos munícipes, fomentando o seu desenvolvimento pessoal e social e/ou envelhecimento ativo.
Fonte:municipio de Nelas

Quinta dos Carvalhais, agro turismo real em Fornos de Algodres

No concelho de Fornos de Algodres esta a desenvolver-se um
projeto de agro-turismo, mais concretamente na Quinta dos Carvalhais, na
Muxagata, assim onde se vai expandindo aos poucos,onde a paisagem natural é de
elevada qualidade  onde fomos falar com o
proprietário deste belo empredimento, o Eng. João Gomes:





Magazine serrano Como surgiu esta ideia de realizar assim um
projeto desta envergadura?
Eng.João Gomes–Não foi propriamente uma
ideia. É antes de mais um processo natural de  investimento e realização. Eu entendo que
quando estão reunidas as principais condições para realizarmos algo, seja o que
for, temos de o realizar.

Foi o que aconteceu.
MS Esta quinta dos Carvalhais surge do nada , pois um
grande trabalho foi necessário?

JG -A
quinta antes desta intervenção não existia. Os edifícios estavam em ruinas e as
áreas com alguma aptidão agrícola estavam completamente sujas de matos e
infestantes. Havia edifícios que não se viam, tal era o grau e a persistência
dos silvados e matos. Começamos do zero.
MS A fase inicial do projeto destinou-se á produção de
Mirtilos? Fale um pouco do produto em si, e suas finalidades?
JG -Depois de avaliarmos os principais elementos e fatores relacionados
com os mirtilos, decidimos instalar esta cultura.
Apesar de não haver tradição na nossa zona
neste tipo de frutas, e por isso também comportar algum risco, decidimos
avançar por aqui porque o potencial para exportação era enorme, além de que o
mercado interno tem tendência também para aumentar.
È um fruto excelente, com qualidades
incríveis para a saúde humana. As suas folhas então, têm uma quantidade de
antioxidantes ainda maior que as bagas. No ano passado apostamos na venda de
folhas para infusão devidamente embaladas e correu muito bem. O chá de mirtilo
é de facto muito bom.
MSQue outras culturas podemos encontrar na sua quinta?
JG -Na
Quinta dos Carvalhais além de mirtilos, temos um pomar de groselha, Olival,
cereais e povoamentos florestais. Estamos a pensar no curto/médio prazo
diversificar ainda mais as atividades agrícolas, instalando novas plantações,
nomeadamente baga de sabugueiro e castanheiros.
MS Para breve estará pronto a parte do turismo de habitação
rural , mais um grande complemento para o projeto?
JG -Sim,
temos a perceção de que a aposta na agricultura é uma estratégia mais eficaz se
articulada com turismo diferenciado e de qualidade, capaz de valorizar
devidamente os produtos agrícolas, os edifícios, o montado de carvalhos…
Defendo a diversificação de atividades. Daí que recuperamos e ampliamos os
edifícios em ruinas e criamos 3 unidades de alojamento independentes ( 2 T1 e 1
T3 ), e algumas  infra-estruturas e
equipamentos de apoio, como a  piscina
comum, parque infantil, forno tradicional, eira tradicional,  caminhos pedonais, etc.
 
MS- Esta quinta encontra-se num local de natureza, pois
poderá explorar outras finalidades? Passeios, cursos fotografia, acções de
formação entre outros?
JG -Sim,  além do acompanhamento  e participação nas atividades agrícolas
desenvolvidas na quinta, os visitantes 
podem efetuar outras  atividades
de cariz lúdico, educativo e de saúde.  Assim, pretendemos desenvolver cursos e
workshops, percursos de descobrimento ( pedonais, bicicleta, carros TT) e rotas/circuitos
diversos que permitam conhecer e explorar os atrativos gastronómicos, culturais
e paisagísticos do nosso território.  No
nosso site (www.quintadoscarvalhais.com.pt)
estão já alguns serviços disponibilizados.
MS Trata-se de um projeto de grande envergadura? Como vê o
futuro ?
JG -O
projeto  Quinta dos Carvalhais tem
qualidade .  Acredito que tem potencial
para ser bem-sucedido. Sei também das dificuldades que temos pela frente. A envolvente
económica local e nacional é desfavorável, os impostos e taxas são enormes, a
energia e os fatores de produção estão cada vez mais caros………enfim temos que
ter rigor nos custos sem deixar, na medida do possível, em investir e melhorar.
Mas assim, definitivamente não é fácil.
MSO turismo deverá ser a grande aposta para atrair gente
ao concelho, certamente motivado para seguir em frente?
JG-Considero que nenhuma atividade , só por si, tem capacidade para ser
uma alavanca num local com as características de Fornos de Algodres. Quem
pensar que é o turismo, a agricultura , a produção de queijo , o comércio ou
as  pequenas  industrias sozinhas a impulsionarem o
desenvolvimento  económico estão enganados.
Têm que ser todas as atividades a contribuírem para esse desenvolvimento. Não
podemos por isso colocar as “fichas” todas numa única atividade e esperar tudo
desta ou daquela atividade. O que é preciso é que cada um faça a sua parte …..
MG- Desde já agradecemos a amabilidade e disponibilidade como fomos recebidos neste empreendimento.
JG-Obrigado eu,
aproveito para agradecer o convite para esta
entrevista e, também, cumprimentar todos os nossos conterrâneos e leitores do
Magazine Serrano, em especial todos aqueles que lutam e trabalham no
estrangeiro. Um forte abraço a todos.
Reportagem de Antonio Pacheco

Amianto está a causar alarmismo desnecessario

O professor
da Escola Nacional de Saúde Pública João Prista alertou, ontem,para a
existência de muita desinformação sobre os problemas provocados pelo amianto,
considerando que em muitos casos se está a criar um “alarmismo”
desnecessário. Uma das principais preocupações da Câmara de Celorico da Beira
tem sido a presença de amianto no edifício da Escola EB 2,3/S Sacadura Cabral,
tendo admitido mesmo, em Fevereiro, apresentar queixa em organismos europeus
caso o Governo não cumpra a legislação


João Prista, que é especialista em Medicina do Trabalho e docente na Escola
Nacional de Saúde Pública, porém, considera que existe algum alarmismo
desnecessário. “Há pessoas que com ligeireza atribuem males que não
existem, esquecem males que existem e, portanto, há um profundo desconhecimento
do que está em causa nas relações entre o amianto e a saúde”, afirmou o
especialista à agência Lusa à saída de um debate sobre amianto nas escolas,
promovido pelos vereadores da CDU na Câmara de Odivelas.
O docente que foi um dos oradores do debate, no qual participou também o
secretário-geral da Federação Nacional de Professores (Fenprof), Mário
Nogueira, referiu que de forma “ligeira” tem-se atribuído ao amianto
doenças como o cancro da mama ou do estômago, quando “não existe qualquer
relação entre uma coisa e outra”. “Tenho ouvido absolutos horrores
que só lançam o alarme e preocupação. Temos de usar a cabeça e pensar em
medidas concretas”, defendeu.
João Prista explicou, na sua intervenção, que só existem evidências científicas
que o amianto, substância presente em estruturas de fibrocimento, só atacam o
organismo por via respiratória, e que na maior parte dos casos o nosso corpo
até tem defesas que conseguem suster essas ameaças. Como forma de tranquilizar
alguns pais, que estiveram presentes no debate, o especialista sublinhou que só
existe uma ameaça real se houver uma exposição significativa à substância e que
esta seja prolongada no tempo.
Referiu ainda que na impossibilidade de se substituírem as estruturas que
contém amianto deve existir um cuidado com o seu estado de manutenção, uma vez
que “se estiverem em perfeitas condições não há problema”.
O secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, disse que “mais do que saber
se o amianto mata ou não é necessário cumprir as leis que obrigam à sua
remoção”. “Só pedimos que as entidades cumpram o que está estipulado
na lei. Cumpram a lei, informem as pessoas e façam uma calendarização. Ninguém
exige que a remoção do amianto seja feita toda ao mesmo tempo”, afirmou.
O sindicalista referiu ainda que a Fenprof vai continuar a lutar pela resolução
deste problema e a exigir a lista das escolas que têm amianto e aquelas que já
foram ou estão a sofrer intervenções.
A presença de amianto em edifícios públicos, como escolas ou hospitais, tem
sido abordado pelos partidos da oposição na Assembleia da República e pelas
associações ambientalistas, que têm insistido na necessidade de elaborar a
lista dos imóveis do Estado com esta substância, uma tarefa que tinha um prazo
definido e que terminou a 14 de Fevereiro de 2012.

Fonte: www.noticiasaominuto.com

Manual de Bioética para Jovens apresentado a 29 de Março

A Associação de Defesa e Apoio da
Vida (ADAV) de Coimbra vai apresentar na Casa Municipal da Cultura de
Seia, no próximo dia 29 de março, pelas 15h, o Manual de Bioética para
Jovens.

Esta é a 21ª apresentação do Manual, em
Portugal, cujo lançamento teve lugar em Lisboa, na Livraria Férin, e
terá como oradores Miguel Pinto, Médico, e Paulo Barata, Professor.
O Manual de Bioética para Jovens é uma
tradução adaptada da 2ª edição (2012) do Manuel Bioéthique des Jeunes,
da Fondation Jérôme Lejeune. O seu patrono, o Professor Jérôme Lejeune,
foi o médico investigador que descobriu a patologia cromossómica
(Trissomia 21), responsável pela síndrome de Down.
A associação ADAV-Coimbra é uma
instituição particular de solidariedade social, que tem por finalidade o
«apoio à família, a defesa e promoção da vida humana e da dignidade da
mulher», sendo igualmente responsável pelo referido projeto.
De acordo com informação cedida pela associação,
“o Manual de Bioética para Jovens é oportunamente divulgado num momento
em que, na sociedade, se continuam a discutir os limites no controlo da
vida e da morte e em que, por isso mesmo, é fundamental difundir a
mensagem de que nem tudo o que é legal é necessariamente justo.”
Em esclarecimentos sobre o manual, a ADAV Coimbra explica que o mesmo
“está orientado para a população juvenil, mas, na verdade, o seu
conteúdo será esclarecedor também para muitos adultos: educadores em
geral, pais, professores (especialmente de Ciências Naturais, Biologia,
Filosofia, EMRC, que lecionam nas suas aulas estes temas e/ou outros com
eles relacionados). Também para médicos, enfermeiros, Centros de Saúde,
Escolas de Enfermagem, etc. se reveste de interesse, por ser
cientificamente sólido, com uma avaliação ética bem fundamentada, com a
legislação portuguesa referente aos temas tratados e que, do ponto de
vista gráfico, pode dizer-se que é exemplar.”
“O Manual é de
distribuição gratuita, por imposição do contrato com a Fondation Jérôme
Lejeune e fica a dever-se aos contributos generosos de algumas pessoas
interessadas no problema da dignidade da vida humana. Aceitam-se,
contudo, de quem o pretender, donativos para ajudar à sua difusão,
concretamente a uma 3ª edição do livro, de que se necessita
urgentemente.”

Celorico da Beira presta cuidados à população com unidade de saúde móvel

 

A
Câmara Municipal de Celorico da Beira anunciou hoje a criação de uma
unidade móvel que vai prestar cuidados de saúde básicos à população
idosa do concelho, evitando deslocações ao centro de saúde.

O
funcionamento da unidade de saúde móvel de cuidados continuados
designada “SOS – Saúde e Ação Social Amiga” é assegurado pelos bombeiros
voluntários locais, no âmbito de um protocolo celebrado com a
autarquia. O projeto visa “prestar serviços essenciais ao cidadão com o
objetivo de estabelecer níveis aceitáveis de qualidade de vida,
prevenindo situações de risco originadas por falta de informação ou por
escassos meios económicos para usufruir de serviços que estão
concentrados na vila de Celorico da Beira”, refere a autarquia, em
comunicado hoje enviado à agência Lusa. A viatura associada ao projeto
será conduzida por um motorista da autarquia e os cuidados de saúde à
população serão prestados por três elementos dos bombeiros, segundo
fonte autárquica. Em determinadas ocasiões, o projeto será acompanhado
por um técnico superior de ação social da Câmara Municipal, indicou. A
unidade de saúde móvel vai percorrer todas as freguesias do concelho
para prestar cuidados de saúde básicos como medir a tensão arterial e a
diabetes, fazer pensos, ministrar injeções e prestar serviço de apoio
social a vários níveis. “Esta é mais uma iniciativa do foro social, que
vem dar resposta às necessidades da população, mormente a idosa, no que
respeita à prestação de cuidados de saúde simples, evitando a deslocação
ao centro de saúde e descongestionando as urgências, o que se traduz
numa assistência médica mais eficaz e rápida e, obviamente, numa maior
satisfação dos utentes”, assinala a autarquia presidida por José
Monteiro. A unidade móvel de saúde começa a prestar cuidados à população
no dia 16 de março, junto às igrejas de São Pedro e de Santa Maria, na
vila de Celorico da Beira. O projeto está integrado na Rede Nacional de
Cuidados Continuados, no âmbito de um protocolo de colaboração que foi
celebrado entre a Câmara Municipal de Celorico da Beira e a
Administração Regional de Saúde do Centro.

fonte:Guarda Digital

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