Templates by BIGtheme NET
Home » Turismo (page 4)

Turismo

Queijo, enchidos, Carnaval e gastronomia animam região em fevereiro e março

  Anualmente nesta região das beiras , as Feiras de queijo e certames de enchidos, vinhos e tradições animam a região das Beiras.

Penalva do Castelo abre a série com a festa do queijo em 8 e 9 de fevereiro, segue-se em Pinhel a grande e a maior de todas, a 25ªFeira das Tradições , com a celebração dos 250 anos da elevação a cidade.

Na cidade jardim o Carnaval e ExpoSerra e também em Seia a Feira do Queijo a animar de 21 a 25 de fevereiro.

Em Manteigas de 22 a 25 de fevereiro com um certame a animar o Coração da Serra da Estrela, por sua vez em Trancoso chegará a Feira do Fumeiro e do Enchido, nesta fase.

Celorico da Beira terá a sua Feira Festa de 28 fevereiro a 1 de março.

O queijo e o Pastor voltam a  ser homenageados em Mosteiro, Aguiar da Beira no dia 1 de março, Oliveira do Hospital tem a sua Feira do queijo nos dias 14 e 15 de março e a fechar o ciclo, em Fornos de Algodres, mais uma edição da Festa do Queijo nos dias 20 a 22 de março, com muita animação.

Dois meses de muita animação, queijos, enchidos tradições e muitos visitantes a beira vai ter.

Mais de 101 mil reclamações em 2019

O ano de 2019 foi, mais uma vez, um ano recorde de reclamações registadas no Portal da Queixa. O número de reclamações ultrapassou as 100 mil reclamações recebidas, registando uma média de 275 queixas por dia. Para a maior rede social de consumidores de Portugal, representa o 6.º ano consecutivo de crescimento, registando valores com o dobro do que regista o Livro de Reclamações Eletrónico do Estado.

 

  2018 2019 %
Reclamações recebidas 88.763 101.033 13,82%

 

Este crescimento não significa que os portugueses passaram a reclamar mais, mas verifica-se que estão mais digitais, optando pela comodidade e a facilidade de comunicar com as marcas através do Portal da Queixa, ao invés de formalizarem uma denúncia, que implica burocracia e tem como finalidade um processo de coima para com o prestador. Os consumidores atuais querem continuar a ser clientes satisfeitos e, por isso, procuram a proximidade das marcas para darem a sua opinião e contribuírem para a melhoria contínua.

As categorias alvo de maior número de reclamações ao longo de 2019 foram: Comunicações, TV e Media; Correio, Transporte e logística; Serviços de Administração Pública; Transportes Públicos e o Comércio de Tecnologia:

 

Categoria 2018 2019 %
Comunicações, TV e Media 11.181 11.270 0,80%
Correio, Transporte e logística 8.335 10.647 27,74%
Serviços de Administração Pública 7.059 9.184 30,10%
Transportes Públicos 4.801 5.875 22,37%
Comércio de Tecnologia 3.846 4.840 25,85%
Bancos, Financeiras e Pagamentos 2.804 3.816 36,09%
Água, Eletricidade e Gás 3.809 3.522 -7,53%
Comércio de Moda e Vestuário 1.908 3.179 66,61%
Hóteis, Viagens e Turismo 2.629 2.989 13,69%
Seguradoras 2.130 2.661 24,93%
Hiper e Supermercados 1.629 2.045 25,54%
Saúde 1.610 1.883 16,96%

 

Em 2019, o principal motivo de reclamações foi relativo ao comércio eletrónico em toda a sua dimensão, contrariando a tendência dos últimos anos relativa às operadoras de telecomunicações, ou seja, com o aumento de utilizadores com acesso à internet, verifica-se igualmente um aumento de todos os setores que dela dependem, tais como as lojas online que são, cada vez mais, o canal privilegiado para as compras, verificando-se um crescimento exponencial tanto na Black Friday como no Natal; as empresas de entregas de encomendas passaram a ter um papel muito relevante em toda a jornada do cliente e os métodos de pagamento que passaram a facilitar todo o processo de compra online. De salientar igualmente os provedores de internet que possibilitam o acesso à rede, tal como os equipamentos em que a navegação é efetuada, como os smartphones e os laptops.

 

Assim, verifica-se uma alteração comportamental, não só, na forma, mas também, no método em que o novo consumidor digital se apresenta na viragem da década. Embora exista uma maior propensão dos consumidores para a aquisição do conhecimento digital, os portugueses ainda demonstram muita falta de literacia digital, que os coloca em constante perigo, face às inúmeras ameaças à sua segurança através da internet. Hoje em dia, a falta de literacia digital em Portugal, já é equivalente ao problema do analfabetismo de há 30 anos na sociedade portuguesa.

Infelizmente, esta realidade só poderá ser invertida com a partilha de conhecimento, assente numa estratégia global, não dependendo apenas das entidades governamentais – que deverão ser as principais potenciadoras – mas de todos os interessados no processo, nomeadamente as marcas que operam no mercado nacional.

 

Comunicações, TV e Media
É a categoria com mais reclamações registadas ao longo do ano 2019 à semelhança do ano 2018, contabilizando um total de 11.270 reclamações. São claramente as Operadoras de Tv, Net e Telefone, o principal alvo das reclamações contabilizando um total de 10.384 reclamações. 2019 fica também marcado por um grande número de reclamações relacionadas com os serviços de valor acrescentado, 587 reclamações, o conhecido WAP billing.

 

Marca 2018 2019 %
MEO 5.323 4.675 -12,17%
NOS 2.748 2.977 8,33%
Vodafone 1.558 2.166 39,02%
NOWO 463 566 22,25%
TDT 68 38 -44,12%

 

Correio, Transporte e logística

Foi registado um total de 10.647 reclamações, um aumento de 28% face ao ano de 2018 (8.335). A grande vantagem na comodidade de encomendar online e receber em casa é muitas vezes colocada em causa, devido aos problemas na entrega das encomendas dos portugueses, principalmente em épocas de grandes volumes de encomendas, como os períodos da Black Friday e do Natal.

O universo dos CTT foram a marca com maior número de reclamações em 2019, contabilizando 6.293 reclamações (CTT com 4.314 e CTT Expresso com 1.962), ultrapassando a MEO que tem vindo a ser a habitual vencedora.

 

Marca 2018 2019 %
CTT 5.337 6.293 17,91%
GLS 773 1.279 65%
DPD GROUP 441 730 66%
SEUR 501 586 17%
MRW 213 519 144%
DHL EXPRESS 194 214 10%
Nacex 127 165 30%

 

Serviços de Administração Pública

Em 2019, foram registadas 9.184 reclamações, dirigidas aos serviços públicos, um aumento de 30% face a 2018 (7.059).

Os atrasos nos pagamentos da pensões dominaram o ano de 2019 relativamente aos serviços de previdência da Segurança Social, as reclamações à ADSE também se intensificaram nos últimos meses do ano, mas os serviços públicos do estado que maior aumento registaram foram o SEF com as dificuldades de agendamento e o IMT com a emissão das cartas de condução, as licenças de TVDE e os cartões ADR. No entanto o IMT é um exemplo de sucesso no atendimento e na resolução dos problemas apresentados, gerando uma Índice de Satisfação na ordem dos 93%, a par do IEFP com 96% e a Câmara Municipal de Lisboa com 73%, demonstrando que o serviço público pode estar em conformidade com os padrões de qualidade mais exigentes.

Nota final para o Ministério da Educação, que mais um ano voltou a registar um elevado número de reclamações relativas à plataforma MEGA (Manuais Escolares Gratuitos) antes do início do ano letivo.

 

Marca 2018 2019 %
Segurança Social 1.802 1.667 -7,49%
Câmaras Municipais 1.612 1.832 14%
IMT 406 1.158 185%
SEF 310 707 128%
Centro Nacional de Pensões 613 920 50%
Centros de Saúde e Hospitais 713 660 -7%
Serviço Nacional de Saúde 555 591 6%
Ministério da Educação e da Ciência 455 565 24%
IRN 231 342 48%
Autoridade Tributária e Aduaneira 333 300 -10%
ADSE 110 220 100%
IEFP 103 153 49%

 

Transportes Públicos, Aluguer e Condução

As 5.875 reclamações recebidas ao longo do ano de 2019, provam que os atrasos, as constantes supressões, e até as várias greves, não deixaram os passageiros satisfeitos. O ano de 2019 teve um aumento de 30% no número de reclamações em comparação com 2018 (4.801).

A TST foi a marca que registou o maior aumento do número de reclamações, que incidiram na sua maioria na supressão de carreiras e no mau relacionamento dos motoristas com os utentes. Em menor número, mas com um aumento percentual de registo foi igualmente a SMTUC.

Por outro lado, a CP que começou o ano com um aumento de reclamações em 82% face ao período homólogo, por motivo de atrasos, conseguiu reduzir as reclamações no segundo semestre de 2019, registando uma quebra de 7% em absoluto.

 

Marca 2018 2019 %
CP – Comboios de Portugal 589 545 -7,47%
TST – Transportes Sul do Tejo 157 393 150%
Carris 174 221 27%
Metro de Lisboa 109 132 21%
Rodoviária de Lisboa 82 115 40%
Fertagus 88 111 26%
Metro do Porto 63 70 11%
SMTUC 29 67 131%
Transtejo 59 47 -20%

 

Ainda dentro dos Transportes, salientamos a subcategoria – Táxi e Veículos Ligeiros onde destacamos as principais marcas também alvo de reclamações:

 

Marca 2018 2019 %
UBER 232 506 118,10%
Kapten 4 252 6200%
Bolt 65 150 131%
ANTRAL 102 93 -9%

 

Em 2019, o paradigma dos transportes de veículos ligeiros mudou totalmente, ao verificar-se uma quebra no número de reclamações aso Táxis e um abrupto aumento aos operadores das plataformas móveis com a Uber, a Kapten e a Bolt. Esta realidade é o reflexo do aumento da quota de mercado por parte destas novas ofertas através de plataformas online, que naturalmente cria maiores dificuldades na execução do serviço de acordo com a expectativa do consumidor e por sua vez uma quebra da utilização do táxi, como meio de transporte, não deixando de ser uma análise curiosa tendo em conta os acontecimentos passados.

 

Comércio de Tecnologia

A tecnologia, desde os gadgets, os smrtphones aos computadores, são os produtos que cada vez mais atraem a atenção dos consumidores portugueses, e por isso, tendem a ser igualmente alvo de reclamações antes e depois das compras nas grandes superfícies comerciais. Em 2019, isso não foi exceção e a Black Friday voltou a ser manchete nos media, pelo número de reclamações que foram registadas relativas às alterações dos preços e à dificuldade de receção das encomendas.

A Worten mais um ano destaca-se pelo número de reclamações, muito superior aos concorrentes diretos, contudo o seu destaque vai igualmente para a capacidade que demonstrou na resolução dos problemas apresentados, registando um índice de Satisfação de 95% face aos 11% registados pela FNAC como rival em matéria de compras de tecnologia.

Uma chamada de atenção para uma nova realidade nestas grandes superfícies comerciais, que se refere aos marketplaces, onde muitas vezes os consumidores compram a pequenos comerciantes através das páginas das grande empresas, sem terem essa informação presente e que por dificuldade de gestão de stocks e encomendas destes pequenos comerciantes, geram inúmeras reclamações, pois os clientes quando se apercebem sentem-se de alguma forma enganados, julgando terem comprado confiando na marca de grande dimensão.

Exemplo disso é a Dott (marca criada em parceria pelos CTT e a Sonae) que registou em Dezembro de 2018 um aumento de 1.733% nas reclamações, face ao mês anterior.

 

Marca 2018 2019 %
Worten 1.655 2.132 29%
Radio Popular 380 461 21%
Fnac 303 407 34%
Media Markt 107 181 69%

 

 “Para 2020, iremos continuar a registar cada vez mais reclamações, pois os consumidores já entenderam que foram empoderados com a visibilidade da sua opinião pública, através de plataformas como o Portal da Queixa. Esta é uma realidade que irá marcar e modificar a relação das marcas com os seus clientes, nos próximos tempos. As estratégias de customer-centric não se esgotam na conversão do cliente e fazem-se ao longo de toda a experiência com o consumidor, devendo ser extremamente personalizada e próxima, nomeadamente nos touchpoints digitais que influenciam a opinião dos outros potenciais clientes. Felizmente a maioria das marcas já despertaram para esta realidade e começam a adotar um comportamento de humildade perante o erro, potenciando a resolução e a satisfação dos seus clientes, gerando assim reputação positiva. Cada vez mais, a era do Customer Sucess irá ditar o futuro das marcas no mercado em detrimento do preço, pois a verdadeira influência faz-se através da experiência de consumo.” – Pedro Lourenço, CEO do Portal da Queixa by Consumers Trust

 

Os números do Portal da Queixa em 2019:

400.000 Utilizadores registados

350.000 Reclamações recebidas (100k só em 2019)

7.000 Marcas presentes na plataforma

±10 Milhões de visitas únicas ao Portal da Queixa

 

TMG acolheu o “Cantar das Janeiras” na Guarda

17 coletividades , cerca de quatro centenas de pessoas

Realizou-se na tarde deste domingo no Grande Auditório do Teatro Municipal da Guarda, o espetáculo de encerramento da “Guarda: A Cidade -Natal”- Vamos Cantar as Janeiras. Participaram 17 coletividades e associações do concelho da Guarda , um total de 350 pessoas que passaram pelo palco do TMG.Os grupos participantes foram: Centro Cultural da Guarda, Grupo Coral de Maçainhas, Grupo Coral Pedras Vivas,Grupo de Cantares A Mensagem de São Miguel, Grupo de Cantares da Faia,Grupo de Cantares da Sequeira,Grupo de Cantares da Rapoula, Grupo de Cantares das Lameirinhas,Grupo de Cantares de Arrifana, Grupo de Cantares “As Cantarinhas” de Famalicão da Serra, Grupo de Cantares do Centro Cultural e Social do Marmeleiro, Grupo de Cantares Sete Vozes de Vila Fernando, Grupo de Cantares “Vozes da Quinta de Gonçalo Martins”,Grupo de Cavaquinhos da Póvoa do Mileu, Grupo de Concertinas Gotinha D’Água de Alfarazes, Rancho Folclórico “Ó da Guarda” do Bento Menni e Rancho Folclórico de Videmonte.
Esteve presente o Presidente do Município da Guarda, Carlos Monteiro e o seu Executivo, no final foi entregue pelo Presidente a cada coletividade um prémio de 250 euros. O valor angariado do espetáculo reverteu para a Aldeia SOS da Guarda.

Trancoso celebra entrada em 2020 com animação

Uma entrada em 2020 em grande vai ter lugar em Trancoso com o espetáculo “Atreve-te 2020 – Fim de Ano de Rua” , no dia 31 de dezembro a partir das 23h00, na  Tenda “Magia de Natal” – Praça Dom Dinis.

Uma passagem de ano que renove e revigore em todos a esperança de saúde, prosperidade, bem estar e felicidade!

As boas vindas a 2020, acompanhado de champanhe, passas, fogo de artifício e muita…muita animação com Medley 2, Remember Revival Band e DJ´s, em Trancoso, com entrada gratuita.

Côa Summer Fest chega à décima edição

O Côa Summer Fest é um festival com grande nomeada e em 2020 vai entrar na 10ªedição, face a isso, fomos conversar com  Rui Pedro Pimenta, organização do Côa Summer Fest.

Que balanço faz destes 10 anos de festival Côa Summer Fest?

De uma forma geral, é um balanço muito positivo. Sabíamos que criar um festival no Interior do país e sem uma grande marca por trás, que o pudesse catapultar só por si, seria um grande desafio, mas quisemos ir em frente, abraçar o projeto e fazê-lo crescer, passo a passo, ano após anos e, sem dúvida, conseguimos. É com grande orgulho que chegamos, no próximo ano, à décima edição. É reflexo da força dos jovens da região, sobretudo os jovens que fazem parte da Associação Juvenil Gustavo Filipe, que organiza o festival. Não desistimos mesmo quando as portas se fechavam, não desistimos quanto tivemos menos adesão do que esperávamos, simplesmente nunca desistimos porque sempre quisemos fazer mais e melhor e será sempre assim.

Todos os anos desdobramo-nos para conseguir conciliar os nossos trabalhos com a organização do Côa Summer Fest e oferecer aos festivaleiros o melhor festival possível. Tem sido assim e o público crescente é prova disso. Todos os anos esperam mais e nós fazemos tudo para que seja mesmo assim, cada edição melhor.

Conseguir mostrar às marcas que apostar no interior e nos pequenos eventos é vantajoso, porque acabam por conseguir um contacto mais próximo com o público do que num qualquer festival de grandes dimensões ou numa metrópole, tem sido o principal desafio, mas, felizmente, temos tido parceiros que entendem esta nossa vontade de promover a região, que entendem que o Côa Summer Fest é muito mais do que um festival de música e que se juntam a nós.

Hoje, felizmente, o nosso festival já é uma referência a nível nacional, já faz parte das listas de eventos anuais, já é reconhecido. E se já sentíamos isso, agora sentimos ainda mais, com o Côa Summer Fest a ser nomeado em quatro categorias nos Iberian Festival Awards, nomeadamente na de melhor foto, com uma imagem da Sara Franco, melhor performance, com o concerto de Murta da última edição, melhor festival de pequena dimensão e melhor programa cultural, já que o festival promove uma série de atividades para envolver a comunidade e dar a conhecer a sua riqueza a quem vem de fora. Estas nomeações, cuja votação está a decorrer online, expressão o valor do nosso trabalho e do festival e são, sem dúvida, um grande presente para os jovens envolvidos, para os nossos parceiros e até mesmo para os nossos festivaleiros.

O público alvo é sempre o mais jovem, mas a participação é de todas as idades?

O Côa Summer Fest nasceu para ser um festival de jovens para jovens, mas, de facto, as faixas etárias têm-se alargado, tanto quanto aos festivaleiros como na organização. A comunidade de Foz Côa envolve-se no festival e quer ajudar. Hoje, embora maioritariamente jovens, a equipa conta com pessoas dos 13 aos 60 anos.

Por outro lado, também os participantes se têm alargado. O festival continua a responder aos gostos musicais dos mais jovens, mas, a par dos concertos, fazemos questão de, no primeiro dia de evento, ter uma atividade – por norma desportiva – para toda a família, envolvendo as mais diversas idades. Na edição anterior, contámos também com uma ação de sensibilização para a poupança de água dirigida a crianças que não são, de todo, o nosso público, mas que serão os jovens do futuro, o nosso público do futuro, um público que nós desejamos cada vez mais educado e responsável para as questões ambientais, que sempre foram um foco do Côa Summer Fest. No fundo, não queremos ser apenas mais um festival de música, queremos deixar uma pegada positiva para todos na região.

 Abrindo um pouco o véu, como será a edição de 2020?

Ainda é cedo para avançar com muitos pormenores, mas já temos muitas coisas pensadas para este ano. Sendo a décima edição, só poderá ser especial. Queremos renovar e modernizar a imagem do festival, mostrando que, aos dez anos, continua vivo, vibrante, fresco e melhor do que nunca.

Em termos musicais, continuaremos a oferecer o que os jovens mais gostam e a apostar nos novos talentos, fazendo brilhar a prata nacional. Este é um papel que nós gostamos de ter e do qual nos orgulhamos, porque se hoje estamos prestes a celebrar uma década de festival também foi porque um dia alguém nos estendeu a mão e deu uma oportunidade. Acreditamos que os festivais também podem – e devem – ter este papel de dar espaço aos novos nomes, dando-lhes oportunidade de crescerem.

A par da música, continuaremos a ter atividades desportivas e culturais e, garantidamente, continuaremos a ser um festival gratuito, para termos a certeza que todos poderão juntar-se a nós. No início de agosto, voltamos a abrir as portas.


Esta é uma região onde o turismo está a crescer aos poucos e tem muito para visitar de futuro prevê se um crescimento de mais visitantes?

Ano após ano, o Côa Summer Fest tem crescido em número de participantes, quer em pessoas no recinto, como no campismo e nas piscinas municipais, que centram também algumas atividades. Temos algumas limitações no recinto, que começa a ser pequeno para tantos festivaleiros, mas temos ainda espaço para crescer no campismo e nas zonas limítrofes ao recinto, com as restantes atividades e acreditamos que os números continuarão a subir.

Que mensagem se pode deixar para 2020 para toda a comunidade em geral?

Antes de mais, gostaria de apelar a todos os que acreditam neste projeto para votarem em nós, online, no site do Talk Fest, que é o promotor dos Iberian Festival Awards. As votações decorrem até dia 7 de janeiro e, sem dúvida, o apoio de todos seria uma grande forma de arrancar o novo ano e acredito que seria também um grande orgulho para toda a região se ficássemos bem posicionados na competição, até porque somos o único festival do distrito a concurso.

Gostaria ainda de agradecer todo o apoio que a comunidade e os nossos parceiros nos têm dados nestes dez anos, pois só com esse apoio foi possível chegar a este patamar. Para 2020, espero que todos continuemos com esperança, com muita garra e que a comunidade seja cada vez mais unida, pela região, pelos seus. Que possa apoiar cada vez mais, que possa deixar os jovens sonharem alto e estar lá para os ver vencer, mas também para os amparar em caso de queda, sem julgar, porque sabemos que nenhum percurso se faz sem alguns percalços. São os jovens que podem levar a nossa região mais longe, mas sempre com o apoio e sabedoria dos mais velhos.

Foz Côa tem ainda muito para crescer, pelos nossos vinhos, pelas nossas paisagens, pela nossa gastronomia, mas cabe a nós, fozcoenses, mostrar ao mundo que somos muito mais do que as gravuras rupestres – que só por si têm já um valor incalculável.

Aldeia Natal da Cabeça até ao dia 1 de janeiro

 A Aldeia Natal da Cabeça continua a ser uma das mais visitadas do país, nesta quadra pela forma como é o Natal : autêntico e genuíno, a passagem de Ano Novo que se avizinha pode bem ser original e uma forma de fugir ao bulício das grandes cidades.

Nesta altura do ano na Cabeça, que é uma das localidades que integra a Rede de Aldeias de Montanha, é possível usufruir de um Réveillon peculiar, na aldeia e com vistas para a Natureza, bem no sopé da montanha onde corre a ribeira de Loriga. Cabeça Aldeia Natal convida os seus visitantes a passar 2019 para 2020, a 530 metros de altitude, com o calor da fogueira e a genuinidade das suas gentes.

E até ao primeiro dia de 2020 há ainda muito para ver e fazer. É possível participar em diversas atividades, caminhadas, workshops e, claro, apreciar o trabalho de decoração sustentável desenvolvido pelos moradores de Cabeça, que reflete e demonstra que com materiais recolhidos de forma responsável da Natureza – como as giestas, as videiras, os pinheiros, folhas e fetos, lã das ovelhas bordaleiras, canas de milho e ainda outros materiais reciclados – é possível “enfeitar de Natal” as ruas, casas, tabernas com o melhor que o Parque Natural da Serra da Estrela tem para oferecer.

Foto: Pedro Ribeiro

Gala do Campeonato Portugal de Trial 4×4 vai ser em Valongo

A tradicional Gala de Entrega de Prémios está a ser já preparada pela  Comissão organizadora/promotora do CPT4x4 a realizar, no próximo dia 12 de janeiro (domingo) a partir das 16h
no Auditório VALLIS LONGUS – Dr. António Macedo. (Av. 5 de Outubro, 72 – 4440-452
Valongo).
Uma cerimónia conjunta do clube Trilhos do Norte e a Federação Portuguesa
Automobilismo e Karting (FPAK) para consagrar os Campeões Nacionais da modalidade de
Trial4x4 em todas as suas Classes.
A Gala do Campeonato Portugal de Trial 4×4 vai reconhecer e homenagear pilotos,
navegadores, equipas e personalidades que contribuíram de forma significativa para o
engrandecimento da competição.
Na gala serão atribuídos os prémios às melhores equipas das classes Absoluto,
Extreme, Proto, Super Proto, Promoção e UTV/Buggy. Serão também distinguidos os três
melhores navegadores e os três melhores pilotos das referidas classes. Para além destas
distinções, acrescem os já habituais Prémios Especiais.

foto:DR

Pinhel acolhe Concerto de Natal

Vai decorrer na noite de sábado, na cidade Falcão , um concerto de Natal, uma apresentação da Academia de Música de Pinhel, em mais uma iniciativa do Município de Pinhel, neste Natal 2019, no Centro Logístico de Pinhel.

Vai ter as participações especiais de Flávio de Castro e do Grupo Trovas da Beira.

Facebook Auto Publish Powered By : XYZScripts.com

Ao continuar a utilizar o site, você concorda com a utilização de cookies. Mais Informação

As definições de cookies neste site são definidas como "permitir cookies" para lhe dar a melhor experiência de navegação possível. Se você continuar a usar este site sem alterar suas configurações de cookies ou clicar em "Aceitar" abaixo, em seguida, você concorda com isso.

Fechar