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Fornense Ricardo Esteves no pódio no Algarve

17098662_10206815583942053_7249043204364188208_nNeste fim de semana, o desporto esteve em alta, assim o fornense Ricardo Esteves, alcançou a segunda posição no Algarve.

Uma prova de bicicleta interessante designada Algarve bike challenge ,é uma prova por etapas em bicicleta todo terreno que se realizou nos dias 3, 4 e 5 de Março .

O verdadeiro desafio desta prova não está apenas e só em vencer, mas no auto conhecimento, na partilha do verdadeiro espírito do mountain bike, na superação de limites.

Ricardo Esteves e sua equipa ficaram no segundo lugar, no open race e 2º open men.

Assim Fornos de Algodres vai sendo bem representado também a nível nacional.

Por:António Pacheco

Foto:RE

Quaresma 2017 na visão do Papa Francisco

papa_francisco_portugal_fraseO Papa Francisco apela na sua mensagem para a Quaresma de 2017, que se iniciou esta quarta-feira, à defesa da vida “frágil” e alerta para as consequências negativas de uma vida centrada no “dinheiro”.

“Cada vida que vem ao nosso encontro é um dom e merece acolhimento, respeito, amor. A Palavra de Deus ajuda-nos a abrir os olhos para acolher a vida e amá-la, sobretudo quando é frágil”, escreve, num texto intitulado ‘A Palavra é um dom. O outro é um dom’.

Francisco questiona em particular a utilização do dinheiro, contestando a “lógica egoísta” que não deixa espaço para o amor e dificulta a paz.

“Em vez de ser um instrumento ao nosso dispor para fazer o bem e exercer a solidariedade com os outros, o dinheiro pode subjugar-nos, a nós e ao mundo inteiro, numa lógica egoísta”, alerta.

Segundo o Papa, o “homem corrompido pelo amor das riquezas” não vê nada além de si próprio.

“Assim, o fruto do apego ao dinheiro é uma espécie de cegueira: o rico não vê o pobre esfomeado, chagado e prostrado na sua humilhação”, precisa.

A mensagem parte de uma passagem do Evangelho, sobre um homem rico e um pobre, chamado Lázaro, que lhe pede ajuda mas é ignorado.

“Lázaro ensina-nos que o outro é um dom. A justa relação com as pessoas consiste em reconhecer com gratidão o seu valor. O próprio pobre à porta do rico não é um empecilho importuno, mas um apelo a converter-se e a mudar de vida”, assinala Francisco.

O Papa deixa votos de que a Quaresma represente “um novo começo” e recomenda as práticas tradicionalmente ligadas a este tempo de preparação para a Páscoa, “o jejum, a oração e a esmola”, como forma de combater a “corrupção do pecado”.

A mensagem assinala a importância da “Palavra de Deus” como força de “suscitar a conversão” no coração de todos.

“Fechar o coração ao dom de Deus que fala tem como consequência fechar o coração ao dom do irmão”, observa Francisco.

O Papa pede que as comunidades católicas promovam a sua “renovação espiritual”, participando também nas Campanhas de Quaresma que muitos organismos eclesiais promovem.

“A Quaresma é um tempo propício para abrir a porta a cada necessitado e nele reconhecer o rosto de Cristo. Cada um de nós encontra-o no próprio caminho”, recorda.

A Quaresma, que começa com a celebração de Quarta-feira de Cinzas, é um período de 40 dias marcado por apelos ao jejum, partilha e penitência, que serve de preparação para a Páscoa, a principal festa do calendário cristão.

Por:OC

Seia acolhe exercícios da Força Aérea

16864381_835308473284963_1817209332029173617_nA Força Aérea irá realizar o exercício “REAL THAW 17” (RT17), no interior Centro/Norte de Portugal Continental entre os dias 05 e 17 de março de 2017, sediado na Base Aérea N.º11, em Beja.
Sendo o exercício anual da Força Aérea, o RT17 tem por finalidade avaliar e certificar a capacidade operacional, proporcionando treino, qualificação e aprontamento às várias
unidades, perspetivando uma possível projeção de forças num Teatro de Operação.
A edição deste ano envolverá, para além da Força Aérea, da Marinha e do Exército de Portugal, a participação de forças da Bélgica, da Holanda, dos Estados Unidos da América, de Espanha e ainda de meios aéreos da NATO.
Serão realizadas missões em horário diurno e noturno, mas foi contemplado desde o planeamento inicial, um cuidado especial com o impacto do ruído e transtorno, que possa eventualmente ser causado às populações onde irão decorrer as operações,
nomeadamente, nas regiões do interior Centro/Norte, Lisboa e Alentejo.

O Aeródromo Serra da Estrela – Seia será envolvido no apoio ao exercício, prevendo-se implementar no aeródromo uma base de apoio a um destacamento de três helicópteros (Allouette III) da Força Aérea e desenvolvendo-se diversas missões em horário diurno e noturno, envolvendo helicópteros e aviões, bem como viaturas e tropas terrestres.

Por:SMPCS

AFGuarda- Resultados 14ªjornada da 2ªdistrital

LOGO+AFGuardaNova ronda da 2ªdistrital, com o líder Vila Franca das Naves a vencer o Pala por quatro bolas a zero e beneficiou da derrota do Foz coa por números gordos perante o Guarda Unida Desportiva.

O Paços da Serra venceu nos Castelos por duas bolas a uma e mantém-se na luta pela promoção.

Já o Celorico venceu em Freixo Numão por duas bolas a zero.

Foram apontados 15 golos.

Jornada 13
Data Equipa Resultado Equipa
26-02-2017 Freixo de Numão 0 – 2 Spg. C. Celoricense
26-02-2017 A.D.C. Castelos 1 – 2 Spg.C. Paços da Serra
26-02-2017 Guarda Unida Desportiva 5 – 1 G.D. Foz Côa
26-02-2017 Futebol C. de Pala 0 – 4 Ass.Cd V.F.Naves
26-02-2017 G. C. R. Casal Cinza (Folga)
Pos Equipas Pts .
Jg V E D GM GS
1 Ass.Cd V.F.Naves 31 12 10 1 1 40 10
2 G.D. Foz Côa 22 12 6 4 2 30 13
3 Spg. C. Celoricense 22 12 7 1 4 29 17
4 Spg.C. Paços da Serra 21 11 6 3 2 26 17
5 Guarda Unida Desportiva 20 11 6 2 3 21 13
6 Freixo de Numão 10 12 2 4 6 16 19
7 G. C. R. Casal Cinza 9 11 2 3 6 18 37
8 Futebol C. de Pala 8 11 1 5 5 15 25
9 A.D.C. Castelos 1 12 0 1 11 9 53

AFGuarda- Resultados da 1ªdistrital– 19ªronda

LOGO+AFGuardaUma tarde de domingo gordo, com imensas partidas de carnaval, dado que o líder Sabugal saiu derrotado de Aguiar da Beira, sem dúvida o jogo da jornada, com os cabicancas a relançar o campeonato, ao vencer pela margem mínima.

Já a Mêda a não conseguir ir mais além , visto que saiu derrotado pelo leões da fronteira, por uma bola a zero.

O Fornos de Algodres tem vindo a baixar de produção e hoje num terreno complicado, ainda assim ganhou um ponto e não perdeu terreno, isto é mantém-se na corrida pelos lugares cimeiros.

Jornada 19
Data Equipa Resultado Equipa
26-02-2017 ADRC Aguiar Beira 1 – 0 SC Sabugal
26-02-2017 D. Trancoso 0 – 0 Gin C Figueirense
26-02-2017 SC Vilar Formoso 1 – 0 S.C. Mêda
26-02-2017 Ass. D. Manteigas 2 – 1 A.D. de São Romão
26-02-2017 C.V.Cortez Mondego 1 – 1 AD Fornos de Algodres
26-02-2017 CF Vilanovenses 2 – 0 Ac Estrela Almeida
26-02-2017 Ass. C. Desp. Soito (Folga)
Pos Equipas Pts .
Jg V E D GM GS
1 SC Sabugal 39 18 11 6 1 30 8
2 S.C. Mêda 37 17 11 4 2 38 14
3 ADRC Aguiar Beira 37 17 11 4 2 39 16
4 AD Fornos de Algodres 36 17 10 6 1 41 13
5 D. Trancoso 26 18 7 5 6 23 14
6 CF Vilanovenses 25 18 6 7 5 28 29
7 A.D. de São Romão 24 17 7 3 7 25 26
8 Gin C Figueirense 20 17 6 2 9 23 23
9 Ass. C. Desp. Soito 18 17 5 3 9 22 36
10 Ass. D. Manteigas 16 17 4 4 9 12 27
11 C.V.Cortez Mondego 13 18 4 1 13 21 45
12 SC Vilar Formoso 12 18 3 3 12 15 39
13 Ac Estrela Almeida 11 17 3 2 12 18 45

Operação “Carnaval 2017” da GNR

mostrarImagem.ashxA Guarda Nacional Republicana (GNR) intensifica, a partir de hoje, dia 24 de fevereiro e até à próxima 3ª feira, dia 28, o patrulhamento e a fiscalização rodoviária, orientando as ações para as vias mais críticas, com especial incidência para as que convergem aos locais onde tradicionalmente ocorrem festividades carnavalescas.

Durante todo o período da operação, militares dos Comandos Territoriais e da Unidade Nacional de Trânsito, irão levar a cabo diversas ações de fiscalização com o objetivo de prevenir a sinistralidade rodoviária, estando os miliares especialmente atentos às seguintes matérias:

·         Falta de habilitação legal para o exercício da condução;

·         Excesso de velocidade;

·         Condução sob a influência do álcool e de substâncias psicotrópicas;

·         Incorreta ou não utilização do cinto de segurança e/ou sistemas de retenção para crianças;

·         Uso indevido do telemóvel durante a condução.

Durante a Operação “Carnaval 2016” (5 a 9 de fevereiro), registaram-se 871 acidentes, três mortos, 15 feridos graves e 273 feridos ligeiros.

Além desta ações realizadas no âmbito rodoviário, serão ainda mobilizados meios humanos e matérias no sentido de garantir a segurança dos locais associados às festividades do Carnaval, que decorrem por todo o país.

Por:GNR

Artigo de opinião–CUIDAR DE QUEM CUIDA

hp_20110209_PorqueEprecisoCuidarDeQuemCuidaNuma sociedade cada vez mais envelhecida, onde impera um aumento significativo das necessidades em saúde dos idosos, devido a doenças crónicas e incapacitantes, emerge como foco de atenção o cuidado informal à pessoa idosa, cuja responsabilidade cabe prioritariamente à família. No entanto, cuidar de quem cuida, além de uma responsabilidade, deve ser uma prioridade de todos nós, enquanto sociedade.

O acto de cuidar surge como um acto inerente à condição humana, na medida em que, ao longo da vida, vamos sendo alvo de cuidados ou prestadores dos mesmos.

MAS, DE QUE FALAMOS QUANDO FALAMOS DE CUIDADORES INFORMAIS?

Cuidadores informais, são pessoas que, sendo familiares ou pessoas próximas, se responsabilizam pela assistência da pessoa idosa no seu dia-a-dia, na promoção da sua qualidade de vida e garantindo que as suas necessidades diárias são satisfeitas. São pessoas que desempenham esta função numa base informal, sem formação profissional prévia ou qualquer vínculo contratual e sem qualquer tipo de remuneração.

O papel do cuidador informal passa por garantir que o idoso, no seu dia-a-dia, consegue alimentar-se de forma adequada, dormir e repousar, gerir adequadamente a sua medicação e vigiar os seus problemas de saúde, que consegue cuidar de si e do seu corpo de forma a manter um quotidiano digno e nas melhores condições possíveis. É, portanto, um papel complexo, não só pela exigência física e emocional que acarreta, mas também pelas alterações que introduz no seu próprio dia-a-dia.

Apesar da maioria das pessoas que desempenham esta função referirem que este é um papel que lhes proporciona um grande sentimento de prestabilidade e satisfação, principalmente quando sentem que o idoso está bem e igualmente satisfeito, é também uma missão de grande cansaço e desalento.

Cuidar de um idoso dependente é uma missão árdua que envolve compromisso e dedicação e, por isso mesmo, não podemos remetê-la para a invisibilidade da esfera privada, como uma função sem relevância social.

Muitas destas pessoas referem frequentemente problemas de falta de apoio e falta de tempo para si próprias. Os sentimentos de solidão, tristeza e depressão são comuns. Muitas têm que recorrer a terapêutica para controlar os sintomas de ansiedade ou para conseguir dormir, e descuidam o seu próprio auto-cuidado ou o cuidado dos seus dependentes (como os seus filhos, por exemplo), em detrimento do cuidado do outro.

OBSTÁCULOS COM QUE SE DEFRONTAM

A política pública de cuidados de saúde tem desenvolvido, ao longo dos tempos e de forma a acompanhar as necessidades expressas, variadas formas de apoio e cuidados aos idosos dependentes. Contudo, em alguns países, nomeadamente em Portugal, a família continua a ser a unidade básica na prestação de cuidados.

Apesar dos cuidados aos mais dependentes estarem largamente institucionalizados, as respostas sociais não são suficientes e, por isso, continua a apelar-se à responsabilidade das famílias pelos seus elementos mais vulneráveis.

A legislação nacional actual, no que concerne aos cuidados continuados, define que são destinatários das Unidade e Equipas da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) as pessoas em situação de dependência funcional, transitória decorrente do processo de convalescença ou outro; de dependência funcional prolongada; pessoas idosas em situação de fragilidade; incapacidade grave, com forte impacto psicossocial; doença severa, em fase avançada ou terminal. No entanto, as enormes insuficiências, sejam elas a falta de camas ou a falta de profissionais, deixam cerca de 90% da população com mais de 65 anos, com baixo acesso a cuidados continuados.

Portugal é, em simultâneo, o país onde existe uma das menores taxas de cobertura de cuidados formais e o país da Europa com maior taxa de cuidados domiciliários informais.

O Estado, não está, portanto, a conseguir garantir as respostas que deveria dar às famílias e às pessoas que por dependência funcional, fragilidade, ou incapacidade necessitam de continuidade de cuidados.

Tendo em conta este cenário, torna-se imperativo cuidar de quem cuida e valorizar o papel dos cuidadores e não ficarmos indiferentes a todo a complexidade inerente ao acto de cuidar.

É fundamental aumentar a consciencialização sobre o contributo significativo dos cuidadores informais para a sociedade, e em particular no contexto do sistema de saúde, serviço social e economia do país.

Garantir, que são dadas condições para que as famílias possam cuidar, em ambiente domiciliário, dos seus ascendentes e descendentes em situação de dependência, que possam gozar dos seus direitos e de apoios específicos que valorizem os cuidados que são prestados pelos mesmos e que, por último, os cuidadores informais não sejam prejudicados nem a nível profissional, nem a nível pessoal.

A importância da elaboração do Estatuto do Cuidador que lhe confira protecção e reconhecimento, torna-se premente, na medida em que se prevê no futuro, um aumento substancial do envelhecimento da população.

*O autor não escreve segundo o acordo ortográfico.

                                                                                                               Por:Rita Amaro, Psicóloga Clínica,C.P.:16527–ISCMFA

Foto:PV

Artigo de opinião – Cápsula de Café, a Inimiga Ambiental

imagesQuando o café veio para Portugal os clientes do café “A Brasileira”, em Lisboa, queixavam-se diariamente que o café era extremamente amargo. O dono do estabelecimento após matutar no assunto, no final do dia de trabalho ao encerrar o estabelecimento, chegou a uma conclusão: colocar um letreiro grande à frente do café com a palavra BICA. Na manhã seguinte um cliente habitual bastante intrigado, com tal letreiro, questionou-o sobre o seu significado. O dono do estabelecimento, após tirar um café e com um sorriso de orelha a orelha, disse-lhe: “Aqui tem o seu cafezinho amigo, mas, por favor, Beba Isto Com Açúcar”. Depois da explicação, ambos sorriram. Assim nasceu a famosa “BICA”.

Nunca fiz, nem pretendo fazer, nenhuma pesquisa aprofundada relativamente à veracidade desta história pois, como foi contada por um grande amigo meu e gostei tanto da explicação, vou considerá-la como uma verdade inquestionável.

Hoje, para além da “BICA”, existem mil e uma maneiras de pedirmos um café. Pode ser, “normal”, “cheio”, “curto”, “pingado”, “sem princípio”, “sem fim”, “sem princípio e sem fim”, “em chávena escaldada”, “em chávena fria”, “com gelo”, “com açúcar”, “sem açúcar”, “cimbalino”, “cafezinho” ou simplesmente “um café, por favor”. Certamente que no seu dia-a-dia se revê numa destas palavrinhas mágicas.

A International Cofee Organization em 2016 estudou o consumo de sacos de café entre 2012 e 2015 no mundo. Olhando para os dados da Europa, deparamo-nos com um consumo de 50,1 milhões de sacos de 60 kg de café. Segundo o mesmo relatório, existiu um aumento de 0,4% do consumo desde 2012 até 2015. Felizmente que estes sacos consumidos não tem todo o mesmo destino, “As Cápsulas”.

Entre comigo numa aventura simples.

Imagine uma empresa com 50 trabalhadores que labora 5 dias por semana e que tem na sua copa uma máquina de café de cápsulas. Destes 50 trabalhadores, 40 bebem café sendo que, 30 bebem 2 cafés por dia e os restantes 10 bebem apenas 1 café por dia. Resumidamente: no final do dia são consumidos nessa empresa 70 cafés (30×2 + 10×1). No final da semana são consumidos 350 cafés (70×5), no final de um mês 1.400 cafés (350×4) e no final do ano 16.800 cafés (1.400×12).

O problema não está no facto de os trabalhadores tomarem café aliás, até existem estudos internacionais que afirmam que o consumo desta bebida ajuda na prevenção do Alzheimer. O grande problema está na quantidade de resíduos produzidos e acima de tudo na grande complexidade da sua reciclagem.
Uma simples cápsula é constituída, variando de marca para marca, por: 1g de alumínio; 4g de plástico e 3g de borras de café. Se cruzarmos estes dados com as cápsulas consumidas anualmente na empresa – 16.800 – obtemos as seguintes quantidades de resíduos produzidos: 16.8 Kg de alumínio, 67.2 Kg de plástico e 50,4 Kg de borras de café. Ficou surpreendido com a quantidade de resíduos produzidos? Agora imagine em todas as empresas e em nossas casas. Bem, até assusta!

Com as formações e as campanhas que nos últimos anos surgiram em Portugal, os trabalhadores das empresas e a população em geral estão devidamente consciencializados e educados para o tema da reciclagem. É verdade que, pela complexidade em separar cada um dos resíduos de uma só cápsula torna-se uma missão impossível e o mais fácil e apetecível é coloca-la “onde calhar”. Tendo consciência que apesar de existirem lojas que aceitam estes resíduos, a grande percentagem destas cápsulas não entram novamente no circuito. Ou seja, não são reciclados.

John Sylvan que inventou as cápsulas K-Cup em 1995, tendo vendido a patente em 1997 à empresa Keurig Greeb Mountain, atualmente “sente-se mal” pelas consequências ambientais causadas pelas cápsulas. Hoje, a polémica em torno das cápsulas está na ribalta depois de ter sido lançada uma campanha intitulada “Kill the K-Cup”, que acusa a empresa de ter produzido cápsulas suficientes para dar a volta à Terra 10,5 vezes anualmente. Veja AQUI.

Infelizmente, em Portugal este é um assunto que não tem sido debatido na praça pública. Não existindo, para já, uma cápsula 100% amiga do ambiente e olhando para o problema de frente, no meu ponto de vista, poderão existir três soluções que surtiram efeitos a curto prazo: 1) fomentar através da comunicação social, numa linguagem simples e acessível, que a cápsula de café, quando não entregue nos locais específicos, a longo prazo, tornar-se-á “inimiga ambiental”, 2) aumentar o iva deste tipo de produtos com o objetivo de minimizar o consumo e 3) como o Estado deve dar sempre o exemplo, através de legislação específica, proibir a utilização de cápsulas de café nas empresas públicas, seguindo assim o exemplo da cidade de Hamburgo, a segunda maior da Alemanha.

Até lá, se beber café na “inimiga ambiental” – a cápsula -, por favor, não se esqueça no final da semana ou do mês, entregar as suas cápsulas em fim de vida nos depósitos das lojas específicas. Caso não exista nenhuma loja por perto, e como último recurso, no ecoponto amarelo.

Bom café ou se preferir, “Boa BICA”.

Este artigo é da exclusiva responsabilidade do autor.

Por:Bruno Costa

Crescimento turístico do Centro de Portugal bateu todos os recordes em 2016

0,O ano de 2016 foi o melhor de sempre para a atividade turística no Centro de Portugal. Os Resultados Preliminares sobre o setor, revelados ontem pelo Instituto Nacional de Estatística, comprovam que a procura pela região centro disparou a nível nacional e, particularmente, internacional.

O destaque dos dados do INE vai para o aumento das dormidas em hotelaria de cidadãos estrangeiros no Centro de Portugal, que cresceram 12,3% – o que ilustra o interesse cada vez maior que a região suscita fora do país. Os cidadãos nacionais continuam, por seu lado, a eleger o Centro como destino, tendo aumentado as suas dormidas em 7,9%. No total global, as dormidas em 2016 no Centro de Portugal registaram um crescimento de 9,74%, ficando muito perto das 5 milhões (4.943.896).

Mais notável ainda é o facto de, no mesmo período, os proveitos terem crescido 13,65% – um valor superior ao aumento das dormidas. Isto significa que o Centro de Portugal está a ser procurado por turistas de maior condição económica, os quais estão a gastar mais na região. No total, as dormidas em hotelaria no Centro de Portugal renderam 228,5 milhões de euros, números muito animadores para os empresários.

Os números não surpreendem Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal (TCP), para quem este é o resultado do esforço que os profissionais do setor, e o próprio TCP, têm desenvolvido para atrair visitantes à região. “Estes números comprovam que a estratégia que definimos é a correta. O Centro de Portugal tem vindo a ganhar espaço como destino na perceção dos turistas, a nível nacional como internacional. É uma região que reúne condições ótimas para ser um destino atrativo, devido à sua grande diversidade de recursos turísticos e possibilidades de visita. É um território singular, único e ao mesmo tempo diversificado, capaz de atrair o turista mais curioso e exigente”, sublinha.

Os diferentes atores do território perceberam-no e mostram ter a vontade e a capacidade para transformar o Centro de Portugal num destino de emoções e experiências diferenciadoras. A região tem vindo a aumentar e a melhorar a sua oferta de alojamento e os resultados começam a ser visíveis. Mas ainda há um enorme potencial de crescimento: isto é apenas o começo”, acrescenta.

Números de dezembro apontam para 2017 ainda melhor

Se restringirmos a análise apenas ao mês de dezembro de 2016, em comparação com dezembro de 2015, verificamos que o crescimento nas dormidas foi de 12,8%. Muito significativo é o facto de o Centro de Portugal ter sido a segunda região com maior crescimento neste mês, apenas atrás do Algarve (13,1%), o que deixa antever um ano de 2017 de grande vitalidade turística para a região.

 

Este número deve-se em grande parte às dormidas de turistas estrangeiros, que cresceram uns impressionantes 18,8% no mês em análise. Novamente, o Centro foi a segunda região com maior aumento neste segmento. Paralelamente, as dormidas de nacionais em dezembro também aumentaram dois dígitos: 10,8% face ao mesmo mês de 2015. Assim como os proveitos, que melhoraram de forma evidente na mesma comparação: 17,6%. O rendimento médio por quarto disponível também cresceu de 13,9 para 15,6 euros.

 

E se o ano de 2016 superou todas as expetativas, 2017 promete ser ainda melhor para o Turismo do Centro. Acontecimentos únicos, como a visita do Papa Francisco a Fátima, em maio, e distinções internacionais – o Centro de Portugal foi eleito pelos agentes de viagens europeus o destino preferido para este ano – são a garantia de que este será mais um ano de enorme crescimento turístico para a região.

 Sobre o Turismo Centro de Portugal:

O Turismo Centro de Portugal é a entidade que estrutura e promove o turismo na Região Centro do país. Esta é a maior e mais diversificada área turística nacional, abrangendo 100 municípios, e tem registado um intenso crescimento da procura interna e externa. É a região a escolher para quem pretende experiências diversificadas, pois concilia locais Património da Humanidade com a melhor costa de surf da Europa, termas e spas idílicos, locais de culto de importância mundial e as mais belas aldeias – sem esquecer a gastronomia e os vinhos de eleição.

Por:TC

Seia Jazz & Blues decorre em março

16487133_1307244562648059_8287862015524089277_oA 13ª edição do Seia Jazz & Blues que decorre de 6 a 12 de março na Casa da Cultura, conta este ano com banda espanhola de Blues, Susan Santos Band, no dia 11 de março (sàbado) como uma das principais novidades do cartaz.
No dia 10 (sexta-feira) sobe ao palco da Casa da Cultura o português Kiko Pereira, que foi considerado como “o melhor cantor de jazz português” pelo crítico José Duarte.
No dia 9 (quinta-feira) será a vez da Big Band EPSE de Seia, desta vez com dois convidados especiais – João Barradas, um dos mais conceituados e reconhecidos acordeonistas europeus e Bárbara Maximino, jovem talentosa cantora de Jazz de Seia.
Organizado pelo município, o Seia Jazz & Blues conta ainda com uma rúbrica Escolas com Jazz, para levar este género musical a centenas de crianças e jovens do concelho, pela Big Band da Escola Profissional da Serra da Estrela.
Para os concertos, os bilhetes já se encontram à venda na Casa Municipal da Cultura de Seia: Tel: 238 310 293 – e-mail: casacultura@cm-seia.pt

Por:SJB

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