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Conversa com Alexandre Lote, Coordenador da JS Fornos

Fomos conversar com o líder da JS Fornos, Alexandre Lote
 
Magazine serrano-Que balanço faz sobre a sua liderança na JS desta localidade neste período?
Alexandre  Lote-Na JS de Fornos de Algodres os balanços centrar-se-ão sempre no trabalho da estrutura e não, no trabalho desta ou daquela liderança. Aquilo que posso dizer hoje, é que tem sido um enorme orgulho liderar um projeto, que nasceu com seis jovens e que rapidamente atingiu a centena de militantes. Definimos sempre de modo claro que, de pouco interessava o tamanho da estrutura, se os resultados práticos da sua dimensão não se traduzissem na elaboração de momentos de reflexão e propostas concretas para o concelho. Este objetivo tem sido amplamente alcançado ao longo destes dois anos e meio, conforme o comprova as inúmeras iniciativas que promovemos nas mais variadas áreas, desde o Comércio Local, Empreendedorismo, Agricultura, até ao Desporto e Apoio Social. Relativamente a iniciativas de Apoio Social, recordamos com orgulho o reconhecimento da imprensa regional e nacional, pelo Programa de Comparticipação das Vacinas Prevenar e Synflorix lançado em Agosto
de 2010, para todas as crianças com menos de dois anos de idade no nosso concelho. Comprovámos ao longo de todo este tempo, as imensas qualidade da nossa juventude, que têm obrigatoriamente, repito obrigatoriamente, ser
colocadas ao serviço do nosso concelho, sob pena de perdemos o maior ativo para inverter o rumo de decadência que vive Fornos de Algodres.
 MS– Ser Líder da Juventude Socialista é um desafio que requer muita ação porque estamos a meio ano das
autarquias 13!?
AL-Ser líder da JS de Fornos de Algodres requer muita atenção, tão e somente porque torna essencial disponibilizar diariamente as minhas capacidades ao serviço de um concelho que tem tudo para ser diferente daquele que hoje conhecemos. Na sua pergunta pode estar implícita, uma forma de olhar para as juventudes partidárias como estruturas criadas a alguns meses de eleições, com o único intuito de ser parte de “máquinas partidárias” que procuram alcançar resultados eleitorais. Desde cedo contrariámos e tornámos impossível a atribuição desse rótulo, através da dinâmica demonstrada pela própria estrutura. Não queremos ser unicamente atores relativamente à construção do futuro para o nosso concelho. Todas as estruturas da Juventude Socialista e do Partido Socialista,
qualquer que seja a sua dimensão territorial, sabem que, no concelho de Fornos de Algodres há uma juventude ativa, com capacidade organizativa e ideias para lutar pelas suas gentes e território, independentemente do calendário
eleitoral.
 MS-A juventude de hoje são os homens de amanhã, que conselhos a dar a estes jovens de hoje?
AL-Mais do que conselhos os jovens precisam que lhes seja devolvida a esperança. Devolver a esperança, criando condições para que a geração mais capaz, a mais bem preparada, retire o peso da precariedade e do desemprego de cima dos seus ombros e horizontes. Devolver a esperança, dando espaço e fomentando a participação dos jovens na vida da sua comunidade, qualquer que seja a via utilizada. Devolver a esperança, responsabilizando também a juventude por decisões com impacto direto na vida das suas populações. Devolver a esperança, criando condições para que todos os jovens tenham elevada probabilidade de alcançar o projeto de vida com que sonharam. Em suma, a grande maioria dos conselhos que hoje são dados, derivam da percepção errada, de que a juventude está desmotivada, porque prefere ficar sentada a criticar do que erguer-se e partir à procura de soluções. Percepção errada porque, a partir do momento em que os jovens voltarem a ver a luz ao fundo do túnel, seja a nível nacional ou
concelhio, a dinâmica da juventude será aquilo com que todos sonham, mas todos consideram impossível alcançar.
MS- Que objetivos tem já delineados para mobilizar os jovens de hoje?
AL-A mobilização dos jovens de hoje, só pode ser feita através de uma política de proximidade, projetos e pessoas com as quais os mesmos se identifiquem. Sem qualquer um destes pressupostos, será impossível credibilizar a política e mobilizar uma juventude ávida por participar, mas desconfiada relativamente ao efeito da sua participação. Quanto
a projetos, podemos desde já avançar que o Orçamento Participativo Jovem será um pilar do programa eleitoral do Partido Socialista à Câmara Municipal de Fornos de Algodres. Esta será uma conquista não para a JS de Fornos de
Algodres, mas para todos os jovens deste concelho que anseiam ter voz na definição do futuro da sua comunidade.
MS- Ao longo deste tempo tem organizado alguns eventos com jovens, que balanço? Que evento vai surgir de
imediato?
AL-O balanço dos eventos que realizámos não podia ser mais positivo. Ao longo destes dois anos e meio, utilizámos estes momentos, como os alicerces de uma casa (concelho diferente para melhor) que queríamos e queremos ajudar a construir. Para além da forte participação com que sempre contámos, conseguimos colocar os fornenses a pensar o concelho de modo aberto, descomplexado, interessado e interessante. As propostas ou ideias de que deles saíram são um ativo que utilizaremos na apresentação do nosso manifesto eleitoral.
Quanto a iniciativas propriamente ditas, realizaremos no próximo dia 17 de Maio, uma Conferência direcionada a
dar resposta à implementação de projetos no nosso concelho.
MS- As autarquias estão à porta,depois de três mandatos de José Miranda, surgem caras novas, no PS, Manuel
Fonseca é o candidato. Como define o candidato?
AL-Definir o candidato do PS, Dr. Manuel Fonseca é falar em primeiro lugar de um Fornense que gosta verdadeiramente da sua terra e das suas gentes.
Falar em Manuel Fonseca é falar num dos mais prestigiados economistas do Distrito da Guarda, o que será certamente uma enorme mais-valia, na gestão de um dos municípios com maiores dificuldades financeiras de todo o País.
Falar em Manuel Fonseca é falar em alguém, que não chegou só agora à política em Fornos de Algodres. O Dr. Manuel
Fonseca é deputado municipal desde 1989, tendo desenvolvido desde bem cedo portanto, a sua atividade cívica e política no nosso concelho.
Falar em Manuel Fonseca é falar num militante do Partido Socialista, que sempre foi fiel aos seus valores e
princípios.
Falar em Manuel Fonseca, é falar num fornense com passagens pela Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fornos, Banda Filarmónica de Fornos de Algodres, Caixa de Crédito Agrícola Mútuo, Clube Desportivo e Cultural “Os Beirões”, Associação Desportiva de Fornos de Algodres e Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Fornos.
Em suma, falar do candidato Manuel Fonseca é falar verdadeiramente em Fornos de Algodres, seja no passado, no
presente ou no futuro!
MS- Como vai contrapor as ideias que a JSD vai lançando aos jovens?

AL-O que nos move não é contrariar ideias que outras juventudes partidárias possam apresentar, mas sim, contrariar o rumo que o concelho teima em seguir. Durante estes dois anos e meio, sempre tivemos agenda própria, nunca andámos a reboque de ninguém, e fomos com toda a certeza, uma juventude atenta, reivindicativa, humanista,
solidária, exigente e apostada na criação de um projeto de mudança para o nosso concelho.

Programa Mais Centro apoia microempresas na criação de 46 empregos no interior

 
Programa Mais Centro apoia microempresas na criação de 46 empregos no interior 

O
programa Mais Centro permitiu aprovar 37 projetos de investimento que
«vão criar cerca de meia centena de postos de trabalho», informou a
CCDRC.
Os
projetos foram aprovados no âmbito da primeira fase do Programa
Valorizar – Mais Centro, através do Sistema de Incentivos de Apoio Local
a Microempresas, que se destina a «microempresas localizadas em
territórios com problemas de interioridade». A primeira fase de
candidaturas do Programa Valorizar, que encerrou em 1 de abril,
contemplou um investimento total de cerca de 241 mil euros, que
correspondem a um incentivo da ordem dos 113 mil euros e à «criação de
46 postos de trabalho, apoiada por um incentivo financeiro superior a
420 mil euros», sublinha a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento
Regional do Centro (CCDRC), uma nota tornada pública esta quarta-feira.
As candidaturas aprovadas envolvem 21 concelhos da região Centro: Aguiar
da Beira, Belmonte, Carregal do Sal, Castelo Branco, Celorico da Beira,
Covilhã, Fundão, Gouveia, Guarda, Lousã, Manteigas, Miranda do Corvo,
Mortágua, Oliveira do Hospital, Penela, Viseu, Seia, Sertã, Sever do
Vouga, Trancoso e Vila Nova de Poiares. Para Pedro Saraiva, presidente
da CCDRC, «é de reconhecer e agradecer a capacidade empreendedora destas
microempresas do interior, cujos investimentos dinamizam as economias
locais, combatem o desemprego e promovem tanto o desenvolvimento
económico como a coesão territorial». Há «disponibilidades orçamentais
para continuar a apoiar este tipo de projetos nos 59 concelhos do
interior do Centro de Portugal», salienta Pedro Saraiva, desafiando
«todos os potenciais interessados» a apresentarem as suas respetivas
candidaturas «o mais rapidamente possível». A apresentação de
candidaturas ao SIALM está aberta, podendo os interessados obter
informações através do programa operacional regional Mais Centro,
recorda a CCRDC.

fonte:Lusa

Diocese da Guarda quer definir roteiros de turismo religioso

Fonte: Guarda Digital

 

Está em curso a inventariação de todo o património de arte cristã.
A
Diocese da Guarda tem em curso a inventariação de todo o património de
arte cristã de forma a definir roteiros de turismo religioso. D. Manuel
Felício explicou ao Jornal A GUARDA que «este trabalho
insere-se já nas preocupações gerais de colaborarmos com o turismo
religioso, no exercício do que chamamos pastoral do turismo». Nesse
sentido, o Bispo da Guarda diz que está a decorrer, a bom ritmo, «a
inventariação do património de arte cristã espalhado por toda a
diocese», que pretende «fazer a apresentação com qualidade deste valioso
património», estando em estudo as formas de articulação com o museu de
arte sacra da Diocese. É também objetivo da Diocese da Guarda «definir
roteiros de turismo religioso» de forma a «facilitar ao máximo a
acessibilidade aos mesmos, quer divulgando-os, quer preparando pessoas
que sejam capazes de fazer falar este valioso património». D. Manuel
Felício considera que o património de arte cristã «está a interessar
cada vez mais visitantes». Para o Cónego Eugénio Sério, coordenador do
Departamento Diocesano do Património Cultural, na Diocese da Guarda são
locais de grande afluência de romeiros as seguintes festas: «Senhora da
Póvoa (Vale da Senhora da Póvoa), Senhora da Ajuda (Malhada Sorda),
Senhora do Incenso (Penamacor), Santa Eufémia (Paranhos – Seia), Senhora
das Dores (Paul – Covilhã), Santa Luzia (Castelejo – Fundão), Senhora
da Alagoa (Argomil – Pinhel), Senhor do Calvário (Gouveia); Senhora da
Fresta (Trancoso), Senhora da Graça (Sabugal e Manteigas); Santa Maria
de Aguiar (Figueira de Castelo Rodrigo); Senhora do Monte (Cerdeira),
Senhor da Barca (Almeida), Senhor Bom Jesus (Famalicão da Serra –
Guarda)». Numa altura em que tanto se fala do turismo de ambiente, a
Diocese da Guarda tem locais de culto privilegiados em termos
paisagísticos. O Cónego Eugénio Sério destaca «a Capela de Nossa senhora
em Manteigas, o Cristo da Serra da Marofa em Figueira de Castelo
Rodrigo; a Senhora da Guia em Loriga – Seia; a Senhora do Ar na Torre –
Serra da Estrela, e a Senhora do Desterro em São Romão – Seia». Neste
ponto, Joana Pereira, formada em História da Arte e que colabora com a
Diocese, aponta mais dois lugares que considera fantásticos: «A Senhora
do Campo, em Almendra e a Capela de S. Gabriel, em Castelo Melhor, ambas
no arciprestado de Figueira de Castelo Rodrigo». No tocante à criação
de roteiro de turismo religioso, Joana Pereira adiantou ao jornal A GUARDA
que «a Diocese tem potencialidades para avançar com a Rota do Azulejo, a
Rota dos Frescos, a Rota do Gótico, a Rota do Barroco, entre outras».

fonte:Jornal A Guarda

Associações criam Conselho Empresarial da Região das Beiras e da Serra da Estrela

Nove associações empresariais e comerciais dos
distritos da Guarda e de Castelo Branco estão envolvidas no projecto de
criação de um Conselho Empresarial da Região das Beiras e da Serra da
Estrela. Segundo Rogério Hilário, presidente da Associação Industrial e
Comercial do Concelho do Fundão, o futuro Conselho Empresarial da Região
das Beiras e Serra da Estrela, terá como objectivo a definição de “uma
estratégia colectiva e organizada” para a área da nova Comunidade
Intermunicipal que abrange 15 municípios daquela região.

“Já estamos a
trabalhar não só naquilo que é uma estratégia para a região, mas para
as nossas empresas”, referiu o responsável na Guarda, durante um
jantar/debate com o tema “Beiras e Serra da Estrela – um desafio novo”,
organizado pelo NERGA – Associação Empresarial da Região da Guarda, onde
o projecto do Conselho Empresarial foi anunciado. Rogério Hilário
adiantou que o projecto, que envolve nove associações empresariais e
comerciais dos distritos da Guarda e de Castelo Branco, deverá ser
formalizado “em finais de Abril, princípios de maio”.
Pedro Tavares,
presidente do NERGA, considera que o projecto pretende “mostrar a toda a
região” a necessidade de os agentes económicos estarem unidos e em
sintonia.
“Nos temos que nos unir. Nós somos poucos e, desunidos, não
vamos a lado nenhum”, observou, destacando a importância do jantar que
reuniu, nas instalações daquela Associação Empresarial, cerca de 300
empresários, autarcas e políticos locais.
Durante a sessão, foi
destacada a importância da nova Comunidade Intermunicipal que resulta da
fusão das Comunidades Intermunicipais da Serra da Estrela e
Comurbeiras, abrangendo os concelhos de Guarda, Gouveia, Manteigas,
Meda, Pinhel, Sabugal, Seia, Trancoso, Almeida, Belmonte, Gouveia,
Covilhã, Fundão, Celorico da Beira e Fornos de Algodres.
O presidente
da Câmara Municipal da Covilhã e presidente da Comurbeiras, Carlos
Pinto, lembrou que está a ser preparado “um plano de desenvolvimento”
para a futura região das Beiras e da Serra da Estrela.
Já o autarca
de Gouveia, Álvaro Amaro, que também dirige a Comunidade da Serra da
Estrela, desejou que a futura Comunidade Intermunicipal “tenha a sede na
cidade da Guarda”
fonte:terras da beira

XI Exposição de Fotografia de Ambiente

A
serra da Estrela possui uma fauna selvagem que se caracteriza por uma
riqueza e diversidade elevadas, constituindo, em Portugal, uma das áreas
de montanha mais importantes para a conservação da natureza. Esta
riqueza resulta, em grande medida, da significativa diversidade de
habitats existente numa área vasta e onde a acção negativa do homem
sobre os ecossistemas naturais tem sido pouco marcada. 
A fauna selvagem presente inclui um número muito significativo de
anfíbios, répteis, aves e mamíferos. Alguns destes animais, como a
fuinha, o sapo-comum ou a lagartixa-do-mato, têm uma distribuição
alargada a nível nacional, sendo considerados comuns. Outros, em
particular as espécies que estão associadas a ambientes de altitude,
como são os casos da escrevedeira-das-neves e da lagartixa-da-montanha,
tem uma ocorrência mais restrita, encontrando-se na serra as principais
populações do país.

As imagens que integram a exposição Fauna selvagem da serra da Estrela
pretendem dar a conhecer alguns dos animais, que se podem observar na
serra da Estrela e, em simultâneo, contribuir para a sua preservação.

Para mais informações sobre as datas e locais da expoisção visite o sítio www.cise.pt.

fonte:cise-seia

CISE promove workshop de culinária com ervas

 

O
Centro de Interpretação da Serra da Estrela (CISE), com sede em Seia,
vai organizar, no dia 23 de março, a partir das 10 horas, um workshop
sobre cozinhar com ervas.
O
workshop tem como objetivos sensibilizar os participantes para a
necessidade de diminuir a utilização do açúcar, sal e gorduras na
cozinha e para as inúmeras possibilidades de substituição desses
ingredientes por ervas ou condimentos preparados a partir delas, bem
como para a necessidade de tornar a cozinha mais atrativa, apostando na
utilização de ervas e de novas práticas de confeção de alimentos. A
participação na ação custa 12 euros e está sujeita a inscrição prévia,
adianta o CISE.

Museu do Pão abre nova ala temática e pedagógica que custou meio milhão de euros

O
Museu do Pão, em Seia, investiu mais de meio milhão de euros na criação
de uma nova ala temática e pedagógica vocacionada para o público
infanto-juvenil, aumentando a oferta turística da região. O novo espaço,
com mais de 250 m2,
«vem recriar um universo de fantasia e magia, onde
se recua ao tempo em que a Serra da Estrela se apelidava de Montes
Hermínios e, segundo alguns, um local por onde terá andado o guerreiro
lusitano Viriato».
fonte:Terras da beira

Festa regional do queijo da serra com casa cheia

Este ano teve lugar, em Fornos de Algodres, a terceira edição desta feira regional de Queijo da serra, onde a organização é conjunta entre Fornos de Algodres, Seia e Gouveia, com casa cheia.
Assim no Sábado, tiveram lugar as cerimónias de geminação da localidade francesa de Sainte Consorce- Lyon (França) e a localidade de Fornos de Algodres, assim como também a tomada de posse da nova direção dos BV Fornos de Algodres, onde também foi apadrinhada pelos bombeiros franceses, assim também homenageados por esta localidade.

Depois à noite era a hora de Cantar o Fado, uma verdadeira bandeira do nosso Portugal, para que os convidados franceses pudessem ouvir esta maravilha, que foi apresentada pela Escola Velha de Gouveia que assim deslumbrou a plateia do centro cultural.
O Domingo foi assim de mau tempo, pois a chuva deu um ar da sua graça, o início das atividades culturais foi assim com a arruada da Batuta D´Alegria  de Fornos de Algodres, onde depois se seguiu também a animação de alguns grupos oriundos dos três concelhos no palco do mercado municipal, Grupo de Concertinas de Paranhos da Beira, grupos de cantares da Muxagata e da Casa do Pessoal do município fornense,Filarmónica Amizade,Orquestra dos BV Fornos de Algodres, Grupo Típico “Os Capelenses”, e dos Ranchos Folclóricos de Paranhos da Beira, Nespereira, Figueiró da Granja, e da Universidade Sénior de Fornos de Algodres, também inserido no programa decorreu a Maratona de BTT organizada pelos bombeiros fornenses, que teve grande adesão de ciclistas.
Pelo meio da manhã destaque para as preleções dos três autarcas envolvidos e também do Secretário de Estado da Administração Interna Dr Silva Peneda, onde todos enalteceram o valor do queijo da serra como sendo uma bandeira desta região, com grande qualidade.
Ainda teve lugar a prova do queijo da serra, ao longo das barraquinhas do mercado e também uma nota positiva, a  as associações dos diversos locais a fazerem -se representar para se divulgarem e também mostrarem diversos produtos regionais de qualidade.
Assim apesar do frio e da chuva, os visitantes compareceram em massa de várias partes do nosso Portugal, um dia de grande festa de homenagens aos pastores e queijeiras da nossa região, que sem dúvida merecia honras televisivas, pois é um produto muito representativo em Portugal e no estrangeiro.

Tolerancia de ponto em Viseu e Guarda, quem tem?

Distrito de Viseu:
Armamar (PSD) – Ainda não decidiu
Carregal do Sal (PSD) – Dá tolerância nas tardes de segunda e terça-feira
Castro Daire (PS) – Dá tolerância
Cinfães (PS) – Não dá tolerância
Lamego (PSD/CDS) – Dá tolerância na terça-feira à tarde
Mangualde (PS) – Não dá tolerância
Moimenta da Beira (PS) – Não dá tolerância

Mortágua (PS) – Dá tolerância na terça-feira
Nelas (PSD/CDS) – Dá tolerância na terça-feira
Oliveira de Frades (PSD) – Não dá tolerância
Penalva do Castelo (PSD/CDS) — Dá tolerância na terça-feira à tarde
Penedono (PSD) – Não dá tolerância
Resende (PS) – Dá tolerância
S. Pedro do Sul (PSD) – Ainda não está decidido
S. João da Pesqueira (PSD) – Dá tolerância
Santa Comba Dão (PSD) – Dá tolerância
Sátão (PSD) – Dá tolerância
Sernancelhe (PSD) – Não dá tolerância
Tabuaço (PS) – Dá tolerância
Tarouca (PS) – Não dá tolerância
Tondela (PSD) – Não dá tolerância
Vila Nova de Paiva (PS) – Dá tolerância
Viseu (PSD) – Não dá tolerância
Vouzela (PSD) – Ainda não está decidido
Distrito da Guarda:
Aguiar da Beira (PSD) – Não dá tolerância
Almeida (PSD) – Não dá tolerância
Celorico da Beira (PS) – Dá tolerância
Fornos de Algodres (PSD) – Dá tolerância
Figueira de Castelo Rodrigo (PSD) – Não dá tolerância
Gouveia (PSD) – Não dá tolerância
Guarda (PS) – Não dá tolerância
Manteigas (PS) – Dá tolerância
Mêda (PS) – Não dá tolerância
Pinhel (PSD) – Não dá tolerância
Sabugal (PSD) – Dá tolerância de ponto
Seia (PS) – Dá tolerância de ponto
Trancoso (PSD) – Dá tolerância de ponto
Vila Nova de Foz Côa (PSD) – Ainda não decidiu
fonte:JN

Autarquias 2013 já mexem

Assim o tempo vai passando e as autarquias 2013 começam a mexer e os candidatos vão aparecendo, assim no distrito da Guarda, tudo se vai encaixando aos poucos.
Na Guarda:
PS- Jose Igreja
Independente- Baltazar Lopes
PSD-???
Celorico da Beira
PS-José Monteiro
PSD-Manuel Portugal

Fornos de Algodres –
PSD-??
PS-Manuel Fonseca
PP-??
Almeida- 
PSD-Antonio Ribeiro

PS-??
Figueira C.Rodrigo
PSD-Antonio Edmundo
PS-Paulo Langrouva
Manteigas
PS-Esmeraldo Carvalhinho
PSD- Jose Manuel Biscaia
Seia
PS-Felipe Camelo
PSD-Albano Figueiredo
Gouveia
PSD-??
PS-??
Sabugal
PSD-Antonio Robalo
PS-Antonio Vaz
Trancoso
PSD-João Rodrigues
PS-Amilcar Salvador
VN Foz Coa
PSD-Gustavo Duarte
PS-Fernado Girão
Pinhel
PS-Jose Tome
PSD-Rui Ventura

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