Templates by BIGtheme NET
Home » Pinhel (page 4)

Pinhel

Felisberta Pereira no Campeonato do Mundo de Pesca Desportiva

A atleta Felisberta Pereira voltou a marcar presença no Campeonato do Mundo de Pesca Desportiva, na Polónia em finais de agosto.

Para a atleta pinhelense foi a terceira participação numa competição mundial, fruto também da sua participação nas competições nacionais organizadas pela Federação Portuguesa de Pesca Desportiva.

O Município de Pinhel felicitou-a pelos resultados  que tem vindo a conquistar, desejando-lhe boa sorte para a última prova de apuramento para o Mundial de 2019, prova agendada para outubro.

Por:MP

Festival de Folclore das Vindimas animou Pinhel

O Jardim 5 de Outubro recebeu na  tarde, deste domingo, mais uma edição do Festival de Folclore das Vindimas, iniciativa organizada pelo Rancho Folclórico A Flor do Campo, de Souropires, em parceria com o Município de Pinhel.

Além do Rancho de Souropires, anfitrião e organizador do evento, participaram neste evento o Grupo de Folclore da Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Escapães (Santa Maria da Feira), o Rancho Folclórico de Pena Verde (Aguiar da Beira) e o Grupo de Cantares de Arrifana / Guarda.

O público aderiu à iniciativa e marcou presença neste Festival de Folclore que é também uma homenagem ao Vinho e à Vinha, numa altura em que estão prestes a começar as Vindimas.

Em representação do Município de Pinhel esteve a Vice-Presidente da Câmara Municipal, Daniela Capelo, e a Presidente da Assembleia Municipal, Ângela Guerra, que juntamente com os Presidentes de Junta de Freguesia de Pinhel e Souropires procederam à entrega de algumas lembranças aos grupos participantes.

Por:MP

Óscar Andrade novo presidente do NAF Guarda

Aproveitando o fim de semana de trabalho, no Centro de Alto Rendimento do Pocinho, foi eleito o novo elenco de órgãos sociais para o NAF Guarda.

Assim sendo, o novo presidente é Óscar Andrade, vice-presidente, Pedro Martins e secretário André Rebelo.

Na Assembleia Geral vai liderar Renato Gonçalves e no Conselho Fiscal, Rui Valbom.

Receção aos professores e educadores em Pinhel

O Município de Pinhel promoveu nesta sexta-feira a receção aos professores e educadores que vão lecionar, este ano letivo, nos estabelecimentos de ensino do concelho, desde o Pré-Escolar ao Ensino Secundário.

A sessão começou no Auditório da Câmara Municipal de Pinhel, onde o Presidente da autarquia, Rui Ventura deu as boas vindas a todos, desejando que o ano letivo 2018/2019 decorra dentro da normalidade e que todos consigam atingir os objetivos a que se propõem.
A receção foi acompanhada do visionamento de um pequeno vídeo que, além de dar a conhecer as potencialidades do concelho, também mostra o apreço que a Educação merece por parte do Município de Pinhel. Prova disso são os muitos investimentos da autarquia nesta área, quer a nível de obras e equipamentos, quer a nível das parcerias que desenvolve ao longo do ano com o Agrupamento de Escolas.
Terminada a receção nos Paços do Concelho, os docentes foram convidados para um “Pinhel d’Honra” que teve lugar no recém-inaugurado Auditório Exterior do Centro Histórico, seguindo-se uma visita às Torres do Castelo.

Por: Mun.Pinhel

Festival de Folclore das Vindimas em Pinhel

Vai ter lugar na cidade de Pinhel, o Festival de Folclore das Vindimas ,no próximo domingo, dia 16 de setembro, a partir das 17.00h, no Jardim 5 de Outubro.

Esta é uma organização do Rancho Folclórico A Flor do Campo, de Souropires, em parceria com o Município de Pinhel.

Deste modo, vão participar o  Rancho de Souropires, anfitrião e organizador do evento, e ainda, o Grupo de Folclore da Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Escapães (Santa Maria da Feira), o Rancho Folclórico de Pena Verde (Aguiar da Beira) e o Grupo de Cantares de Arrifana(Guarda).

Vai ser uma tarde muito animada, na Cidade Falcão.

Pacote de diplomas setoriais da descentralização de competências para Autarquias Locais

Autarquias Locais e para as Entidades Intermunicipais com mais competências

Foi aprovado nesta quinta-feira, 13 de setembro, em Conselho de Ministros , os primeiros 7 diplomas que concretizam a transferência de competências para as Autarquias Locais e para as Entidades Intermunicipais prevista na Lei-Quadro da Descentralização publicada a 16 de agosto, após um processo de consensualização com a Associação Nacional de Municípios Portugueses e da Associação Nacional de Freguesias.

Menos de um mês após a entrada em vigor da Lei nº 50/2018, foi aprovado um primeiro conjunto de diplomas setoriais que reforçam e aprofundam a autonomia local, através da transferência de competências para órgãos mais próximos das pessoas, respeitando os princípios da subsidiariedade e da descentralização administrativa como base da reforma do Estado cumprindo, assim, o Programa do XXI Governo Constitucional.

O processo de transferência de competências agora aprovado é gradual, na linha do que já prevê a Lei-Quadro da Descentralização, podendo as autarquias locais assumir as novas competências de forma faseada até 2021.

Com esta reforma, cumprem-se os objetivos de maior proximidade, maior eficiência e eficácia dos serviços públicos prestados aos cidadãos, e de convergência para a meta de 19% da participação na receita pública prevista no Programa Nacional de Reformas.

A transferência das novas competências não pode pôr em causa a natureza pública das políticas e deve garantir a universalidade do serviço público e a igualdade de oportunidades no acesso ao mesmo. Garante igualmente os necessários recursos financeiros, patrimoniais e humanos.

Pacote de diplomas setoriais da descentralização de competências aprovado no Conselho de Ministros de 13 de setembro de 2018

Prolongamento da Operação “Verão Seguro 2018”

A Guarda Nacional Republicana (GNR) irá prolongar a Operação Verão Seguro até ao dia 30 de setembro, inicialmente prevista até ao dia 15, tendo em conta a afluência às zonas turísticas do nosso país que se continua a verificar.

Nesta fase da operação, o esforço da GNR  será dirigido à fiscalização de estabelecimentos de diversão noturna, bem como à fiscalização rodoviária, no sentido de garantir a segurança e ordem pública e contribuir para a diminuição da sinistralidade rodoviária, com principal incidência na região algarvia.

 

Pinhel participa na SALAMAQ 18 em Salamanca

Decorre em Salamanca, mais uma edição da Pinhel – Feria del Setor Agropecuário , um certame de grande envergadura, em que mais uma vez, o Município de Pinhel está presente.
No stand do Município de Pinhel podem ser degustados os vários produtos endógenos do concelho, do vinho ao mel, do azeite aos enchidos.
Na cerimónia de inauguração da SALAMAQ 18,decorreu na manhã desta quarta-feira de manhã e foi solenemente presidida pelos Reis de Espanha, D. Filipe VI e D. Letízia Ortiz.

Assim, o povo Pinhelense representado fora de portas

MAI e Ministério das Finanças assinaram portaria

O Ministro da Administração Interna e o Ministro das Finanças assinaram recentemente a Portaria que aprova o Regulamento de Prestação de Trabalho em Regime de Piquete e de Prevenção do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.

Este Regulamento vem atualizar o regime em vigor, aprovado pela Portaria n.º 980/2001, de 16 de agosto, respondendo a uma reivindicação antiga dos inspetores do SEF.

Durante cerca de 17 anos, os valores a pagar aos inspetores do SEF pela prestação deste serviço essencial sofreram uma significativa desatualização remuneratória, que a Lei do Orçamento do Estado para 2018 permitiu corrigir.

Esta Portaria vem dar continuidade à crescente valorização dos profissionais das forças e serviços de segurança já concretizada em 2018. Verificou-se um significativo investimento nas carreiras da GNR, da PSP e do SEF, designadamente por via dos descongelamentos das progressões.

O Regulamento de Prestação de Trabalho em Regime de Piquete e de Prevenção do SEF significa um impacto orçamental, estimado em 2018, no montante de 500 mil euros, sendo que no ano de 2017 o valor pago para este abono foi de cerca de 250 mil euros. O pagamento deste abono tem efeito retroativo a março de 2018.

Ângela Guerra, lançou questões ao Ministério da Agricultura

A deputada do PSD na Assembleia da República, Ângela Guerra, deixou algumas questões ao Ministério da Agricultura sobre as recentes anomalias climatéricas.

A direção da Adega Cooperativa de Pinhel questionou no final da passada semana o Ministério da Agricultura sobre as recentes anomalias climatéricas, que afetaram a região de Pinhel e determinaram consequências desastrosas ao nível da viticultura.

A questão prendia-se com ocorrências climatéricas que tiveram lugar nos meses de Maio e Junho, “com tempo frio e chuvoso, que retardou o abrolhamento da vinha, o excesso de humidade contribuiu para o desenvolvimento de vários focos de míldio na região, que de forma anormal resistiu a vários tratamentos, independentemente dos produtos fitossanitários utilizados” e que foram muitos.

Referiam ainda que “ os viticultores desta região, por norma tratam muito bem a vinha, pois ela é uma das principais fontes produtivas do concelho, em termos agrícolas e a par do azeite, os únicos produtos comercializáveis. Assim, com muitos tratamentos, conseguimos em muitas situações minimizar os prejuízos, até que apareceu a vaga de calor que varreu o país de norte a sul, em Pinhel registaram-se temperaturas muito acima do normal, em alguns locais chegou aos 45 graus.”

Este conjunto de situações anómalas terá criado “uma conjuntura muito diferente do normal para região, com elevados prejuízos, embora difíceis de quantificar, mas que se devem aproximar dos 50%, valor passível de verificação na declaração de produção que todos os anos a adega entrega ao IVV.”

Sendo que, se no ano 2016 que serve de referência, “a produção da adega superou 16.000.000 de quilos, para este ano, prevemos uma campanha a rondar os 8.000.000 de quilos.”

A maior parte dos associados terá feito o respectivo seguro de colheitas ao nível das coberturas base, geada, granizo e tromba de água, sendo que, como o escaldão é uma cobertura adicional e tem elevado custo, muito poucos a terão contratualizado. Pois, como ali referiam “a vinha na região não têm um rendimento que permita aos agricultores suportar um custo de seguro, com coberturas adicionais, porquanto o preço é muito elevado, sendo que a cobertura base e adicionais superam os 10% do rendimento bruto da vinha.”

O seguro sempre foi feito ao longo dos anos, com elevados custos, só no presente ano foram liquidados 470.000€ sem a cobertura adicional de escaldão, e por consequência, sempre se contribuiu para o fundo de calamidades, pelo que, se entende que “seria de elementar justiça accionar o mesmo, no presente ano, por forma a minorar os elevados prejuízos e criar condições para a continuidade da vinha na região.”

Terminam, solicitavam o respectivo “apoio por parte do Ministério para que esta grave situação possa ser minorada, requerendo ainda que se possam desenvolver todos os procedimentos no sentido de accionar o fundo de calamidades para esta região.”

Em nota enviada hoje mesmo à comunicação social o Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural veio informar que está a acompanhar esta situação, para a qual dispõe já de mecanismos de apoio”.

Na mesma nota, aquele Ministério esclarece ainda que “financia um sistema de seguros de colheitas agrícolas, no qual se incluem os seguros vitícolas de colheitas (subsidiados a 80% no caso de seguros a título coletivo e a 75% de seguros a título individual), com um montante anual de 3,5 milhões de euros”.

O documento refere ainda que os seguros de colheitas “estão disponíveis para todos os agricultores que a eles pretendam recorrer e são cofinanciados pelo Estado num montante anual global de 11,5 milhões de euros”.

“O Fundo de Calamidades foi extinto pelo anterior Executivo, sendo que, enquanto vigorou, apenas era aplicável a riscos não cobertos pelo sistema de seguros, o que, manifestamente, não é o caso”, conclui.

Pelo que e, assim sendo, se depreende que o Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, pese embora, esteja a acompanhar a situação não vai fazer absolutamente nada para garantir alguma ajuda económica a estes agricultores que ficaram com as suas colheitas reduzidas a zero.

Assim nos termos regimentais se questiona o Senhor Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, nos seguintes termos:

1- Se activar linhas de apoio ao setor vitivinícola de Pinhel, desenvolvendo todos os procedimentos no sentido de acionar o Fundo de Calamidades para a área de influência desta Adega Cooperativa, como apoio aos respetivos associados, não é aplicável, como referem, por estar coberto pelo sistema de seguros, que outras medidas de apoio poderão ser agilizadas?

2- Considerando as perdas quase absolutas que a Adega Cooperativa refere irem ocorrer a uma grande percentagem de agricultores que dependem na exclusividade deste rendimento, se ainda assim, nenhuma outra medida poderá ser equacionada?

3- Qual é a estimativa de perda ao nível da região que o Ministério faz devido a esta situação climatérica extrema (escaldão) em termos de quantidade, em termos de valores e correspondentes perdas nas vendas e, ainda, no que isso determinará em termos económicos no valor acrescentado para a região?

 

Facebook Auto Publish Powered By : XYZScripts.com

Ao continuar a utilizar o site, você concorda com a utilização de cookies. Mais Informação

As definições de cookies neste site são definidas como "permitir cookies" para lhe dar a melhor experiência de navegação possível. Se você continuar a usar este site sem alterar suas configurações de cookies ou clicar em "Aceitar" abaixo, em seguida, você concorda com isso.

Fechar