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Gouveia

Apresentação da iniciativa economia cívica em Gouveia

O consórcio para a Economia
Cívica em Portugal vai realizar uma sessão pública de apresentação da
iniciativa em Gouveia no próximo dia 12 de dezembro, pelas 14 horas no
auditório da Biblioteca Municipal Vergílio Ferreira.

economiacivicaA iniciativa será dinamizada
por Maria do Carmo Marques Pinto, do Consórcio para a Economia Cívica em
Portugal e presidida por Luís Manuel Tadeu Marques, Presidente da
Câmara Municipal de Gouveia.

A apresentação pública em Gouveia insere-se na dinâmica de contatos a
efetuar pelo consórcio com as comunidades locais com o objetivo de expor
os objetivos, os valores e o enquadramento estratégico desta
iniciativa. O Município de Gouveia é um dos membros fundadores do
Consórcio para a Economia Cívica em Portugal que tem por objetivo
desenvolver uma plataforma integrada e global de acesso aos fundos do
programa “Portugal Inovação Social” e convida para esta sessão pública
as diversas instituições, empresários e associações do concelho de
Gouveia numa perspetiva de desenvolvimento parcerias integradas no
projeto.
O consórcio vai-se constituir a curto prazo como Associação para a
Economia Cívica e desenvolver a candidatura ao fundo “Portugal Inovação
Social”. As linhas de financiamento disponibilizam subsídios,
empréstimos bonificados, investimento, social impact bonds e subsídios
de capacitação que configurem apoio a projetos de inovação e
empreendedorismo, nomeadamente na área social.
O consórcio para a economia cívica pretende envolver toda a
sociedade, alinhando o interesse público com o interesse privado através
de um programa de trabalho com as comunidades locais. Promover a
inovação social e a mudança de paradigma na resposta aos desafios do
desenvolvimento integrado e sustentável são os valores basilares da
iniciativa.
 fonte: Município de Gouveia

Ação de formação – iniciação à Informática em Gouveia

Vai realizar-se em
parceria com o CLDS (Centro Local de Desenvolvimento Social), a Junta
de Freguesia de Gouveia  mais uma ação de formação –
iniciação à Informática – destinada a todos quantos queiram iniciar a aprendizagem na área das novas tecnologias de informação.
Portanto,
esta iniciativa é especialmente dirigida a quem não conheça ou detenha
apenas conhecimentos rudimentares sobre a utilização de um computador e
das suas ferramentas.

“Saber não ocupa espaço, não escolhe idades, nem exige habilitações”,
referiu o Presidente da Junta, João Amaro, na apresentação desta ação,
apelando à inscrição e incursão de todos os interessados “entrando num mundo novo que é o de poder e saber utilizar o essencial das novas tecnologias”.
O curso decorre de 15 a 20 de dezembro próximo, no pólo de S. Julião, em horário pós laboral.
As
inscrições são gratuitas e decorrem até dia 12 de Dezembro nos serviços
administrativos da Freguesia, onde podem ainda ser obtidos
esclarecimentos e informações suplementares.
Fonte: Freguesia de Gouveia

Museu da Miniatura Automóvel celebra sétimo aniversário em Gouveia

Programa do 7º Aniversário do Museu da Miniatura Automóvel 

A
data será assinalada no próximo dia de 6 Dezembro com muitas
atividades, dentro e fora de portas, ligadas ao mundo da miniatura
automóvel.

O
programa de aniversário do Museu da Miniatura Automóvel tem como cabeça
de cartaz uma tertúlia com três grandes nomes do mundo do automóvel
clássico. Francisco Pinto (piloto do campeonato nacional de clássicos),
Adelino Dinis (diretor da revista Motorclássico) e Luís Cunha
(secretário geral do ACP Clássicos) irão moderar uma conversa sobre
grandes clássicos do mundo automóvel, que acontecerá às 16h30, no Espaço
Arte e Memória.
A partir das 12h00 será possível visitar, em frente
aos Paços do Concelho, uma exposição de veículos automóveis. No entanto,
quem quiser ter o privilégio de fazer uma guiada pelos colecionadores
do Museu da Miniatura Automóvel de Gouveia poderá fazê-lo às 15h30, onde
descobrirá muitas curiosidades sobre as miniaturas expostas.
O dia terminará em
grande com o concerto da fadista Gisela João, que estará no Teatro Cine
de Gouveia, às 21h30, para apresentar o seu disco a solo “Gisela João”.
  
PROGRAMA:

Exposição de Veículos (a partir das 12h00)
Local: Frente aos Paços do Concelho

15.30 – Visita Guiada pelos Colecionadores ao Museu da
Miniatura Automóvel de Gouveia
Local: Museu da Miniatura Automóvel de Gouveia

16.30 – Tertúlia com:
Francisco Pinto (Piloto do campeonato nacional de clássicos)
Adelino Dinis (Diretor da revista Motorclássico)
Luís Cunha ( Secretário geral do ACP Clássicos)
Local: Espaço Arte e Memória

21h30 – Concerto de Gisela João – FADO
Local: Teatro Cine de Gouveia

Eduardo Gageiro em Gouveia

6
de Dezembro: 11.00 h. – Inauguração da exposição de fotografia do
próprio Eduardo Gageiro; 15.00 h. – Workshop de Fotojornalismo.

fonte:Paulo Prata-NG

Cinco câmaras do distrito da Guarda distinguidas como “autarquia familiarmente responsável”

Shutterstock Images - Licença Standard

Cinco câmaras do distrito da
Guarda foram distinguidas com o galardão de ”autarquia familiarmente
responsável” pelo Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis
(OAFR) e irão receber a bandeira verde no próximo dia 19 de Novembro,
na Associação Nacional de Municípios, em Coimbra.

Gouveia, Guarda, Pinhel, Seia e Vila Nova de Foz Côa foram as autarquias do distrito galardoadas.

No caso de Seia, o município informa, em nota à imprensa, que uma das
medidas tomadas pela autarquia «que lhe deu acesso ao prémio foi a
tarifa familiar de água, que tem em consideração o número de pessoas por
agregado familiar e não penaliza, assim, as famílias mais alargadas».
No total do país, foram 102 as autarquias a responder ao inquérito
realizado pelo Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis a
nível nacional e onde foram analisadas as políticas de família dos
municípios em dez áreas de atuação: apoio à maternidade e paternidade;
apoio às famílias com necessidades especiais; serviços básicos; educação
e formação; habitação e urbanismo; transportes; saúde; cultura,
desporto, lazer e tempo livre; cooperação, relações institucionais e
participação social; assim como outras iniciativas. São ainda analisadas
as boas práticas das autarquias para com os seus funcionários
autárquicos em matéria de conciliação entre trabalho e Família.
Desde a primeira edição do OAFR, em 2009, tem-se verificado um
alargamento sucessivo na adesão das autarquias ao projeto: a primeira
edição registou 38 inquéritos finalizados e, nesta sexta edição, foram
102 as edilidades que completaram os seus inquéritos.
fonte: Terras da Beira | imagem: Shutterstock Images – Licença Standard

Municipio de Gouveia identifica envelhecimento como “ameaça a debelar”

Gouveia identifica envelhecimento como ameaça a debelar

O presidente da
Câmara de Gouveia, Luís Tadeu, disse hoje à agência Lusa que o seu
município “há muito identificou o envelhecimento populacional e a
desertificação como as principais ameaças a debelar”.

O Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou hoje
que a cidade de Gouveia, no distrito da Guarda, é a mais envelhecida do
país com 246 idosos para cada 100 jovens.

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De acordo com o relatório “Cidades Portuguesas: Um Retrato
Estatístico”, com dados relativos a 2011 e hoje divulgado, o índice de
envelhecimento (que relaciona a população com 65 ou mais anos com a
população entre 0 e 14 anos) é menor no total das 159 cidades
portuguesas (118 idosos para cada 100 jovens) do que no total de país
(128).

O autarca Luís Tadeu (PSD) reagiu ao estudo dizendo que o relatório
do INE faz uma análise parcial, porque apenas refere as cidades
portuguesas, deixando de fora 149 concelhos.

“No universo global de Portugal certamente haverá casos mais
gravosos, mas o que interessa não é a metodologia. Interessa reter que o
município de Gouveia há muito identificou o envelhecimento populacional
e a desertificação como as principais ameaças a debelar”, afirmou.

O autarca assegura que “a monitorização dos indicadores permite
revelar que em 2014 será invertida a tendência de quebra de nascimentos
no concelho de Gouveia”.

“Já nasceram no concelho mais de 70 crianças, o que permite efetuar
um contraponto claro com o ano de 2013 quando nasceram no concelho 63
bebés” referiu.

Em sua opinião, o apoio social, o desenvolvimento económico e a
valorização do território “são as únicas estratégias que podem inverter a
tendência de envelhecimento populacional”.

“O município de Gouveia dispõe de um conjunto alargado de programas
de ação social e de incentivo ao investimento, mas apenas uma visão
nacional para todo o interior de Portugal poderá inverter a atual
situação de despovoamento e envelhecimento” aponta.

Acrescenta que o executivo que lidera tem “uma atuação concreta
nestes campos” e ainda este ano lançou “medidas de estímulo como o
Programa de Incentivo à Natalidade e Apoio à Família, que já beneficiou
47 agregados familiares durante o corrente ano”.

O INE refere que a seguir a Gouveia aparecem Borba (230), Porto (194) e Lisboa (183).

Já as cidades do Caniço e Câmara de Lobos, ambas na Região Autónoma
da Madeira, são as mais jovens do país, com 31 e 36 idosos para cada 100
jovens, respetivamente.

Na relação das cidades com menor índice de envelhecimento seguem-se a
Póvoa de Santa Iria (Lisboa), com 40 idosos para cada 100 jovens,
Ribeira Grande (São Miguel, Açores), com 45 e Gandra (Paredes), com um
índice de 49.

Por região, o conjunto das 17 cidades da região de Lisboa apresenta o
maior índice de envelhecimento do país, ali residindo 135 idosos com
mais de 65 anos para cada 100 jovens.

As cidades da Região de Lisboa superam o total nacional (128), o das
cidades portuguesas (118) e também o índice de envelhecimento da própria
região (117).
fonte:Lusa

Este ano não vai realizar-se o Festival das sopas de S.Paio

ESCLARECIMENTO – “Festival de Sopas da Serra da Estrela”
A
ADRUSE – Associação de Desenvolvimento Rural da Serra da Estrela
organizou no ano 2000, a 12 de novembro, no recinto da Adega Cooperativa
de S. Paio, o I Festival de Sopas da Serra da Estrela, integrado na
Feira e Cultura de S. Paio. A concurso estiveram dezasseis sopas
tradicionais, confecionadas no local por quinze participantes. Era o
início de um evento gastronómico que tem na sua essência a promoção e
valorização dos usos e costumes da região, bem como, as tradições gastronómicas da serra da Estrela, neste caso particular das sopas.

Ao longo de catorze anos, a ADRUSE, em parceria com as entidades locais
Câmara Municipal de Gouveia, Junta de Freguesia de S. Paio, ADRUSPA e
Adega Cooperativa de S. Paio, desenvolveu esforços e aplicou a sua
experiência e conhecimento no evento que foi ganhando escala tornando-se
numa referência do cartaz turístico e gastronómico da região. A
envolvência da comunidade acompanhou o crescimento do Festival e o
sucesso das primeiras edições levou à realização de outras iniciativas
que trouxeram novas vertentes ao evento. Às Sopas juntaram-se os doces,
através da realização no mesmo espaço da Feira de Doçaria Tradicional. A
par da gastronomia, o Festival de Sopas teve sempre uma componente de
animação, protagonizada por grupos de cantares, bandas de música,
ranchos folclóricos e outras coletividades do território dinamizando e
valorizando a herança etnográfica e popular da Serra da Estrela. A
presença de chefes de cozinha conceituados como presidentes de júri
trouxe mediatismo e mais-valias ao Concurso de Sopas Tradicionais.

Ao longo das catorze edições estiveram a concurso 360 sopas,
confecionadas por 312 participantes oriundos dos cinco concelhos da zona
intervenção da ADRUSE – Celorico da Beira, Fornos de Algodres, Gouveia,
Manteigas e Seia.
A promoção e divulgação feitas pela ADRUSE,
junto dos “media” locais, regionais e nacionais através da presença em
programas televisivos, reportagens em direto e artigos noticiosos deram à
iniciativa uma dimensão que extravasou o território Serra da Estrela.
Atendendo à importância e à tradição que o Festival de Sopas da Serra da
Estrela assumiu no contexto regional, a ADRUSE esclarece que, no
presente ano, não lhe é possível realizar o Festival de Sopas; tal
situação prende-se com o facto de estarmos perante a transição de
quadros comunitários, não sendo possível neste momento garantir
cofinanciamento para esta iniciativa.
fonte:adruse

O Jardim de Infância de Gouveia ergue bandeira Eco-escolas

Eco-Escola

Eco-Escola

MAIS UMA BANDEIRA ECO-ESCOLAS!

O Jardim de Infância de Gouveia ergueu, esta manhã de quarta feira, a bandeira
Eco-Escolas correspondente à distinção pelas boas práticas ambientais,
desenvolvidas no anterior ano lectivo.

Foi uma simples e informal (mas animada) cerimónia, que contou com a
presença de alguns dos parceiros institucionais deste projecto – Junta
de Freguesia, Agrupamento de Escolas, Câmara Municipal – para além,
obviamente das crianças do JIG, educadoras, auxiliares e um
significativo número de pais.

Na ocasião, o Presidente da Junta de Freguesia, João Amaro,
congratulou-se pelo desempenho do JIG na educação e promoção das acções
em defesa do meio-ambiente, enfatizando o papel relevante deste projecto
na formação para a cidadania.

O Eco-Escolas é um Programa Internacional que pretende encorajar
acções e reconhecer o trabalho de qualidade desenvolvido pela escola, no
âmbito da Educação Ambiental.
fonte:Freg Gouveia

Conversa com o staff técnico da formação da AD Fornos de Algodres

Reerguer o clube do coração
Antonio Pacheco-Como surgiu a
hipótese de se juntarem e integrarem assim a coordenação técnica da formação do
clube?

ADFA-Esta hipótese surgiu
numa dinâmica de grupo do curso de estudos avançados denominado Empreendedorismo
Estratégico e Desenvolvimento Regional, 
onde nos foi proposto
que debatêssemos  possíveis ideias para desenvolver projetos
rentáveis na área desportiva no concelho de Fornos de Algodres. Deste debate,
surgiram várias ideias para que fosse criado algo no sentido de promover
diversas atividades desportivas. Após todas as ideias e cenários terem
sido desenvolvidos, ponderados e estruturados, considerou-se que devido aos
dias difíceis que a Associação Desportiva de Fornos de Algodres (A.D.F.A.)
vive, ao nível financeiro e associativo, poderia ser implementado um projeto de
reestruturação que fizesse com que esta fosse revitalizada e potenciada.
Elaborámos um projeto de reestruturação que posteriormente foi apresentado à
comissão administrativa do clube que o aceitou e apoiou.

AP– Pelo que pude observar o vosso projeto tem em vista
o reerguer o clube a nível da formação? Descrevam em traços gerais o projeto?
ADFA-O objetivo máximo do projeto visa reerguer o clube
como um todo, no entanto neste ano que é para nós o ano zero, iremos começar
por apostar claramente na formação, sem esquecer outras áreas que pretendemos vir
a criar e desenvolver. A Associação Desportiva de Fornos de Algodres foi em
tempos uma referência do futebol formação e é este bom exemplo do passado que
queremos trazer de volta ao clube. Numa abordagem sucinta podemos dizer que
pretendemos ao nível da formação proporcionar a todas as crianças e jovens a
prática e a aprendizagem da modalidade de futebol num ambiente divertido e de
uma forma sustentada, ou seja, pedagogicamente adaptada, respeitando as etapas
de desenvolvimento de cada atleta.
AP– Recentemente deram
o pontapé de saída com o evento de inicio de época e pode dizer se que foi um
sucesso?
ADFA-Foi um evento que quando o
concebemos sabíamos que corríamos um certo rico mas as diversas atividades do
evento mobilizaram muita gente, aos quais agradecemos mais uma vez a presença e
todo o apoio. Sem dúvida que foi um sucesso.
AP-Este evento
culminou com um jantar onde estiveram cerca de centena e meia de pessoas, sinal
de que os adeptos podem regressar ao clube?
ADFA-Sabíamos que seria muito difícil
recomeçar e trazer de volta as pessoas ao clube, no entanto a A.D.F.A. tem uma
cultura e identidade com as quais muitos nos identificamos, logo é possível que
os adeptos possam regressar cada vez mais. Para isso, iremos tentar recuperar o
que de bom se fez no passado, não esquecendo que teremos de inserir algumas
inovações pois os tempos mudaram e temos de nos adaptar à conjuntura atual.
AP-Agora falando de
futuro, os treinos já iniciaram da formação, como esta a correr?
ADFA-Têm sido dias de muito trabalho uma
vez que os atletas estavam afastados do clube, no entanto o projeto que criámos
credibilizou a formação e o clube o que faz com que diversos atletas queiram
vir praticar futebol na Associação Desportiva de Fornos de Algodres,
inclusivamente atletas de outros concelhos como de Celorico da Beira, Gouveia e
Aguiar da Beira. Um facto também a considerar é que neste momento temos todos
os treinadores com formação superior na área do desporto, o que também tem
ajudado a que este inicio de época esteja a correr bem.
AP-Quais os objetivos
desportivos nesta temporada?
ADFA-Os objetivos a que nos propusemos
esta época passam por tentar que a A.D.F.A. esteja a competir em todos os
escalões (Juniores, Juvenis, Iniciados, Infantis e Escolas), algo que já não
acontece há vários anos. Temos consciência que será uma época difícil, pois ter
cinco equipas a competir requer uma logística e organização grande mas pensamos
que poderemos conseguir. Na A.D.F.A. pretendemos
valorizar o processo de formação do atleta e não o resultado desportivo.
AP-Que outros eventos
poderão vir a realizar nesta temporada no clube?
ADFA-Temos projetados alguns eventos
assim como outras ações, contudo ainda não estamos em condições de os revelar
mas convidamos todos os interessados a acompanharem-nos via facebook onde divulgaremos
todas as nossas notícias. Podemos adiantar que muito em breve teremos novidades.
Fiquem atentos!
AP-A novidade é a
introdução de modalidades novas a medio prazo que poderão dar mais visibilidade
ao clube também?
ADFA-Este projeto tem um caracter
inovador, uma vez que não pretende só ter a modalidade de futebol mas sim
diversificar a oferta de modalidades aos seus sócios e simpatizantes. Podemos
já adiantar que em breve irá ser criada uma escola de natação assim como também
iremos iniciar com aulas de grupo. A implementação desta variedade de
modalidades na A.D.F.A. irá dar mais visibilidade ao clube mas também irá
contribuir para a sua sustentabilidade, pois todo o projeto e consequentemente
as atividades desenvolvidas no seu âmbito serão norteadas sempre pela procura
da sustentabilidade do clube.
AP– Para concluir que
reptos deixam á massa associativa do clube?

ADFA-Convidamos todos aqueles
que assim desejem a juntarem-se a nós na implementação deste projeto e a
participarem ativamente na vida associativa do clube. Irá arrancar no decorrer
do mês de Outubro uma campanha de atualização e angariação de sócios à qual agradecemos
que todos se associem. PARTICIPEM…A VOSSA PARTICIPAÇÃO É A NOSSA FORÇA

reportagem de Antonio Pacheco

A ADRUSE entrega contratos de financiamento


Projetos de
investimento ultrapassam os 9 milhões de euros
A ADRUSE –
Associação de Desenvolvimento Rural da Serra da Estrela, fez a entrega formal
dos contratos de financiamento aos beneficiários dos Pedidos de Apoio aprovados
nas Medidas 3.1 – Diversificação da Economia e Criação de Emprego e
Medida 3.2 – Melhoria da Qualidade de Vida, do Subprograma 3 do PRODER –
Dinamização das Zonas Rurais/Abordagem LEADER.

Enquanto entidade gestora do programa LEADER, a ADRUSE apoiou
no período de programação comunitária 2007 – 2013 a implementação de 74
projetos, envolvendo um investimento total de 9.328.530,15€ e a criação de 91
postos de trabalho que fomentam e dinamizam a economia de base local nos concelhos de Celorico da Beira,
Fornos de Algodres, Gouveia, Manteigas e Seia. Na cerimónia realizada no CISE –
Centro de Interpretação da Serra da Estrela, Carlos Filipe Camelo, Presidente
do Conselho de Administração da ADRUSE referiu a capacidade de iniciativa dos promotores,
bem como, as potencialidades existentes nos territórios rurais: “Apesar da
conjuntura económica desfavorável, que marcou este período comunitário,
sentimos que na região houve dinâmica empresarial e espírito empreendedor; os
beneficiários do Subprograma 3/Abordagem LEADER são o exemplo de quem acredita no
interior do país, e que contribui para o seu desenvolvimento sustentável.”
A iniciativa privada destaca-se com 39 projetos apoiados,
correspondendo um investimento na região de 5.582.604,52€ e à criação de 68
novos postos de trabalho. Os investimentos feitos tiveram presente a
importância do aproveitamento dos recursos endógenos, e o seu potencial
enquanto fator de competitividade.
O apoio às entidades do terceiro sector, nomeadamente às
IPSS, permitindo a criação de novas respostas sociais, mas sobretudo o
melhoramento dos serviços existentes, contribuindo para o bem-estar dos idosos,
foi outra das vertentes da aplicação do subprograma na região. Foram apoiados
12 projetos, com um investimento de 1.545.667,62€.
Por último, é de referir os investimentos efetuados nos
vários concelhos, que permitem valorizar o património rural, enquanto fator de
identidade e de atratividade dos territórios, mas também preservar e valorizar
a cultura e tradições locais. Com um investimento total de 2.200.258,01€ foram
apoiados 23 projetos.
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