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Conversa com o Prof. Jorge Margarido

11705064_113941132280264_6118991805630456554_nNo âmbito do lançamento do seu livro “Toleimas e Paranoias nos Arrabaldes da Sé” fomos conversar com o Prof. Jorge Margarido.

Magazine Serrano – O que o levou a escrever livros?

Jorge Margarido – A leitura. Recordo-me de ter de esconder livros por debaixo da almofada ou do sofá, porque a minha mãe, preocupada com os meus olhos, me proibia de ler. Aquando da leitura itinerante da Gulbenkian, apesar de as regras ditarem que cada leitor pudesse vir a requisitar, no máximo, três livros, se acordou, em regime de exceção, que eu pudesse requisitar entre dezoito a vinte e cinco livros por mês. Lia-os todos e disso fazia prova para poder requisitar outros tantos, no mês seguinte, inquirido pela argúcia literária do dinamizador da biblioteca. Mais tarde, no ensino secundário, redigia textos para mim e para outros três colegas, nos testes de avaliação sumativa, às escondidas da professora… Recordo-me da deceção quando algum dos textos destes meus colegas alcançava uma nota superior à do meu, e, pior do que isso, era lido em voz alta como exemplo para os demais, nos quais me incluía. A professora de então disse-me, um dia, que no futuro exerceria a profissão que pretendesse, qualquer que fosse, mas que haveria uma que jamais conseguiria iludir: a de escritor… Pois não o sou, mas gostava… Que me dá um prazer imenso escrever, isso dá! Escrevia para os amigos e oferecia-lhes textos por ocasião dos seus aniversários. Foram estes e a família quem me levou a contactar uma editora… E acabei por assinar um contrato…

MS – O porquê deste tema nesta edição?

JM – Apesar de ser a segunda publicação, na realidade não é a segunda obra escrita e publicada. Esta foi escrita em 2011 e baseia-se numa das minhas obsessões de jovem: a de observar e valorizar as pessoas simples que pululavam a Guarda com as suas riquíssimas histórias de vida… Os sem-abrigo, os “tolos” que deambulavam pela cidade que juntei num enredo armado para as minhas filhas, no dia do seu aniversário (ambas fazem anos a 4 de junho). É um livro muito fácil e de fácil compreensão, que vale, segundo dizem, por isso mesmo: pelo enredo. O anterior, em meu nome, “Uma Lâmpada de Flores Secas”, é um ensaio, uma introspeção que intima a uma leitura mais calma, mais lenta… Consta que agrada a quem não desiste da leitura… Este último, “Toleimas e Paranoias nos Arrabaldes da Sé” vale, sobretudo, pela teia de relações entre as personagens… Quem leu, gostou… Não sei… Há quem diga que se trata de um testemunho onde se assinala o ensaio de um estilo de escrita depurado na “Lâmpada de Flores Secas”… Não sei… Há quem veja intenções para além das palavras…

 MS- Outras publicações já fez, fale-nos um pouco desse trabalho.

14706839_1115385818509224_551409716303615041_oJM – Se tivesse de aconselhar uma obra para uma leitura introspetiva mais intimista, aconselharia “Uma Lâmpada de Flores Secas”. Há outras, mas penso que esta regista, com algum rigor, as características evidentes da minha escrita, que não se consumam (longe disso) no agrado de um leitor específico; é, tão-só, uma questão de autossatisfação… Dá-me imenso prazer escrever! Este é o princípio e o fim da minha ambição. Não tenho “um estilo”… Antes tivesse… Assim, seria “escritor”! Não. Escrevo apenas porque gosto.

MS- No futuro, prevê outras publicações?

JM – Sim… O próximo está escrito e intitula-se “Seis vezes alfa”. Uma história que se repete em seis capítulos, ao longo de dois milénios, sem que a providência a consiga alterar ou a vontade humana a consiga corrigir… Se “Toleimas e Paranoias nos Arrabaldes da Sé” se trata de uma história; “Uma Lâmpada de Flores Secas” é um livro… Já “Seis vezes alfa” será, caso alguma editora se interessar, “o livro”! Não o “livro” de sucesso regulamentado pelas não sei quantas mil vendas no país… Será o “meu” livro, pelo prazer que me deu escrevê-lo.

MS- Como se cativam pessoas para a leitura?

JM – Com o exemplo.

Reportagem de Sofia Pacheco

APSCDFA entre os dez nomeados para o “Prémio Manuel António da Mota

imagegen.ashxComo já noticiamos anteriormente, no próximo dia 27 de novembro, a APSCDFA vai estar entre os dez nomeados para o “Prémio Manuel António da Mota” que vai distinguindo organizações e personalidades que se destacam nos vários domínios da sua atividade.

Esta 7ªedição consagrará instituições que se distingam na apresentação de projetos nos domínios da educação, emprego e combate à pobreza e à exclusão social, decorrerá no Palácio da Bolsa no Porto.

Assim sendo aqui deixamos o programa dessa cerimónia:

14h30—Receção dos convidados
15h00 Conferência
José Vieira da Silva
Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social
15h30 Intervenção
MANUELA RAMALHO EANES
16h15 Intervenção
ANTÓNIO MOTA
Presidente do Conselho de Administração da Mota-Engil SGPS
16h30 Apresentação de um filme com as 10 instituições finalistas
16h45 Entrega do Prémio Manuel António da Mota
17h00 Encerramento
MARCELO REBELO DE SOUSA
Presidente da República
17h30 Apontamento musical
“Mãos que Cantam”

Lançamento de um livro em Fornotelheiro

livroVai decorrer, na Casa do Povo de Fornotelheiro, no próximo domingo, pelas 14h30, a apresentação e lançamento do livro “Recordações, Rimas e Retratos”, da autoria de António Carlos Ferreira, natural e residente nesta localidade.

Neste seu primeiro livro, o autor retrata a sua terra, as personagens, os usos e costumes e  as vivências que o têm marcado .

 

 

 

Pinhel não venceu mas honrou a cidade

  mp Decorreu esta segunda -feira a apresentação final das candidaturas a Cidade do Vinho 2017, com a participação do Município de Pinhel, levando consigo uma comitiva que integrou todo o Executivo Municipal, Presidentes de Juntas de Freguesia, produtores locais, responsáveis por unidades de turismo e outros apoiantes da candidatura de Pinhel.

  Recorde-se que a “Cidade do Vinho” é um projeto da AMPV – Associação de Municípios Portugueses do Vinho, havendo cinco candidaturas ao título para o ano de 2017 – Alenquer e Torres Vedras (região de Lisboa), Moura (Alentejo), Pinhel (Beira Interior) , Vila Nova de Foz Côa (Douro) e Madalena do Pico(Açores).

  A apresentação e defesa da candidatura de Pinhel esteve a cargo do Presidente da Câmara Municipal, Rui Ventura, que acentuou a vontade coletiva do concelho em receber este título que faria de 2017 um ano de excelência para a promoção domp1 Vinho de Pinhel, associada a um vasto conjunto de atividades e dinâmicas paralelas.

  A força da candidatura de Pinhel a Cidade do Vinho 2017 esteve muito bem representada pela comitiva que acompanhou o Presidente da Câmara, incluindo, a presença da Comissão Vitivinícola Regional da Beira Interior e, para fechar com chave de ouro, a voz e a música de uma pequena representação do grupo de música tradicional Trovas da Beira.

Pinhel cantou e também encantou. Ainda assim, a votação da Associação de Municípios Portugueses do Vinho acabou por dar a vitória à candidatura de Madalena do Pico – Açores.

  No final da cerimónia, o Presidente da Câmara Municipal de Pinhel teve oportunidade de felicitar o Município de Madalena e, a todos aqueles que o acompanharam, agradeceu o empenho e a confiança, prometendo continuar a trabalhar em prol da promoção do concelho tendo por base a valorização das suas múltiplas potencialidades, nas quais se inclui, com evidência, a excelência dos Vinhos de Pinhel.

Por:Mun.Pinhel

BV Pinhel angariaram 37 toneladas de vidro, na campanha em curso

15039567_1576941658999280_3026284537684979787_oEntre os meses de abril e outubro, a campanha de recolha de vidro a favor dos Bombeiros Voluntários Pinhelenses já conseguiu angariar perto de 37 toneladas deste material inteiramente reciclável.

Recorde-se que esta iniciativa está a ser promovida pela Resiestrela, com o apoio do Município de Pinhel, com o objetivo de promover a separação dos resíduos e o seu encaminhamento para os respetivos ecopontos, bem como apoiar uma instituição que está ao serviço das populações e que, como tal, merece o respeito de todos.
Assim, por cada tonelada de vidro recolhida nos ecopontos / vidrões existentes junto ao Quartel dos Bombeiros Voluntários Pinhelenses, a Resiestrela vai atribuir um donativo no valor de 40 euros, revertido em equipamentos de proteção individual ou em equipamentos de saúde para as ambulâncias.
Em sete meses, a campanha já contabiliza perto de 37 toneladas de vidro, ou seja, um donativo que ronda os 1500 euros.

A todos aqueles que têm contribuído, fica desde já o agradecimento das instituições envolvidas e o apelo para que continuem a separar os vidros e a colocá-los nos ecopontos associados a esta campanha que se prolonga até ao final do ano.

Por:Mun.Pinhel

AFGuarda- Resultados do distrital futsal feminino

15085588_677997079033647_2180320836187580178_nDisputou-se mais uma jornada do campeonato distrital de futsal feminino, com a Guarda 2000 a receber e golear o Penaverdense por dezanove boas a zero, outra goleada foi imposta pelo Celoricense aos Pinhelenses por sete golos sem resposta.

Por outro lado, a turma de Vila Franca das Naves venceu o GD Mêda por oito bolas a três, por fim uma igualdade a duas bolas entre Trancoso e Guarda Unida.

3ªjornada

Celoricense – Pinhelenses-7-0
Guarda 2000 -Penaverdense -19-0
Trancoso -Guarda Unida 2-2
Vila Franca Naves-G.D.Meda 8-3

Lidera o Celoricense com 6pts

Por:António Pacheco

 

Boccia no Projeto de Envelhecimento Ativo “Fornos Vida”

O Projeto de Envelhecimento Ativo “Fornos Vida” dinamizado pelo Gabinete de Desporto do Município, apostou na diversificação das atividades para o ano letivo 2016-2017.

Atento às necessidades dos idosos e à importância de lhes criar novos desafios, o Município de 15036184_1841260719449086_3276360875934215963_nFornos de Algodres, para além das aulas de ginástica e hidroginástica, dos fóruns participativos, das caminhadas e passeios culturais que transitam de anteriores edições, introduziu a disciplina do Boccia em cada uma das localidades que aderiram ao Projeto.

A satisfação destes jovens idosos com a disciplina é contagiante, sendo que, neste momento já participam na aprendizagem do Boccia, 180 alunos. O Boccia, revela-se de facto como uma prática inovadora de sucesso no nosso território, fazendo já parte do quotidiano dos nossos idosos.

A aposta da diversificação das respostas que promovam uma melhor qualidade de vida ao longo da vida, continuará a ser uma prioridade para o Município de Fornos de Algodres.

Por:Mun.FA

“Um lápis chamado Teresa” é o novo livro de Maria Teresa Maia Gonzalez

um.lapis.chamado.teresaA escritora fornense Maria Teresa Maia Gonzalez vai apresentar um novo livro destinado ao público juvenil, com o título “Um lápis chamado Teresa”, no próximo dia 16 de novembro, pelas 18h15 na Livraria Paulinas Multimédia Lisboa, na Rua Morais Soares nº 56-A.

Esta história baseia-se no relato da experiência de vida de uma adolescente de nome Teresa. O ponto de partida desta narrativa remonta à infância desta menina quando, no seu 4º ano de escolaridade, a professora Maria do Carmo propõe à turma a realização de um texto intitulado: «Se eu fosse…». Com esta sugestão, Teresa aceita o desafio e acrescenta ao título proposto: «Se eu fosse um lápis…».

Ao longo da história apercebemo-nos que Teresa desenvolve uma relação de proximidade e de cumplicidade com a sua tia Cristina. É num desses encontros que descobre a existência de uma outra Teresa, e da sua célebre frase: «Sou um lápis nas mãos de Deus.»

Este é para nós o momento da narrativa que consideramos mais relevante, uma vez que Maria Teresa Maia Gonzalez dá destaque à importância da família mais alargada e como esta pode contribuir para a educação e crescimento harmonioso desta adolescente. Dá, assim, a conhecer Madre Teresa de Calcutá, como modelo concreto de santidade: um coração que se abre ao sofrimento e à dor daqueles que estão em situação mais vulnerável; um coração que abraça o “outro”, através da entrega total, pela prática da caridade.

Cerca de três anos mais tarde, a pedido do professor de Português para que fizessem uma minibiografia sobre alguém famoso, de preferência, com o mesmo nome do aluno, ou o nome de um familiar próximo, a adolescente decide fazer um trabalho sobre Madre Teresa de Calcutá. É então que com a ajuda da tia Cristina, Teresa descobre o quanto se identifica com a vida e a obra desta mulher, tão maravilhosa e surpreendente.

Na parte final desta obra, Teresa completa o trabalho biográfico com pensamentos de Madre Teresa que expressam a sabedoria e magnanimidade desta mulher excecional, cuja obra é a sua própria vida:

«Todas as nossas palavras serão inúteis se não brotarem do fundo do coração. As palavras que não dão luz aumentam a escuridão.»

«Não estamos no mundo apenas para existir. Não estamos só de passagem. A cada um de nós foi dada a capacidade de fazer algo maravilhoso.»

«Jesus espera-nos sempre em silêncio. Escuta-nos em silêncio e no silêncio fala às nossas almas. No silêncio é-nos dado poder escutar a sua voz.»

Por:iMissio

 

 

 

 

Quartel Electrão avança para a 3ªedição

14925230_1068522819911898_7441276600253497127_nA Amb3e lançou novo repto às corporações de todo o País para se juntarem a esta ação, e ajudarem a promover junto da comunidade, a reciclagem dos equipamentos elétricos e pilhas usadas.

Esta é a oportunidade de lhes retribuir o apoio que os Bombeiros dão. Todos os resíduos reunidos pelos Bombeiros serão convertidos numa contribuição financeira, proporcional às quantidades recolhidas numa lógica de €/tonelada.

Depois do sucesso da 2ª edição do Quartel Electrão, nova ação está em marcha.

Todas as corporações que participaram na anterior campanha estão automaticamente inscritas. as novas inscrições decorrem de 2 de novembro a 2 de dezembro de 2016, tendo depois início a partir de 15 de dezembro de 2016.

Prémios

1º prémio absoluto
Ambulância*

1º prémio Pilhas 
1.500 € EPI

1º prémio Lâmpadas
1.500 € EPI

Prémios per capita
8 cartões pré-pagos de combustível

Lista de vencedores da 2ªedição

Prémio Total: Ambulância de Transporte de doentes
AHBV Famalicenses, com 65 871 kg de resíduos

Prémio Pilhas: Equipamento de protecção individual no valor de 2.000 euros
AHBV Marco de Canaveses, com 1933 kg de pilhas

Prémio Lâmpadas: Equipamento de protecção individual no valor de 1.000 euros
AHBV Lordelo, com 1516 kg de lâmpadas

Prémios per capita: Cartões pré-pagos de combustível no valor de 1.000 euros.
1º AHBV Pampilhosa, com 4,64 kg/habitante
2º AHBV Pinhelenses, com 4,28 kg/habitante
3º AHBV Santa Comba Dão, com 3,26 kg/habitante
4º AHBV Fornos de Algodres, com 3,25 kg/habitante
5º AHBV Figueiró dos Vinhos, com 3,03 kg/habitante

 

Ação “Melhorar a Sustentabilidade Organizacional” em Aguiar da Beira

14993400_1832477856988400_7432082103085291171_nDecorreu na tarde desta quinta- feira, no auditório municipal de Aguiar da Beira, com organização a cargo do Aguiar no Coração e do Centro Social e Paroquial de Dornelas, um workshop dedicado ao tema ” “Como Melhorar a Sustentabilidade Organizacional”, contou com a presença de cerca de três dezenas de participantes que se mostraram muito atentos às diversas preleções que o Prof. Ivo Domingues, a lecionar atualmente na Universidade do Minho, que procurou elucidar os presentes como melhorar a sustentabilidade organizacional, nos dias de hoje.14956380_1832477863655066_8184882842506229958_n

Por:Aguiar no Coração

 

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