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ETAR III de Nelas e Sistema Interceptor avança em Nelas

0etaO Tribunal de Contas deliberou conceder o visto à obra ETAR III de Nelas e Sistema Interceptor, obra essa que vai tratar todo o saneamento da Freguesia de Nelas (incluindo Algeraz e Folhadal) e também as Zonas Industriais de Nelas 1 e do Chão do Pisco num investimento de 4.397.022.00€, projeto co-financiado por Fundos do Portugal 2020 e Fundo de Coesão, financiamento garantido no novo quadro comunitário de apoio (POSEUR – Programa Operacional da Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos)

Esta infra-estrutura, construída nos próximos 19 meses arranca assim de imediato, constituindo o maior investimento municipal realizado, pelo menos, desde o 25 de Abril, sendo a empresa “Embeiral, Engenharia e Construção SA” responsável pela construção da ETAR e a empresa “Irmãos Almeida Cabral, Lda.” pela construção do sistema interceptor (rede de esgotos).

Além da obra referida, a Câmara Municipal tem já aprovado financiamento para 6 novas ETAR’s nas outras freguesias: Lapa do Lobo (311.916.00€), Vilar Seco (344.924.00€), Casal Sancho (194.347.00€), Santar (194.347.00€), Aguieira/Carvalhal Redondo (464.466.00 €) e a nova ETAR de Moreira (351.935.00 €), sendo o prazo de execução das mesmas de 180 dias, estando neste momento a decorrer os procedimentos de contratação.

Ainda em matéria de tratamento de águas residuais, está neste momento em curso a Empreitada de Requalificação de 30 fossas sépticas em pequenas localidades, sendo 19 delas na Freguesia de Senhorim, num investimento de 125,000.00€, no âmbito das compensações pela não construção da Barragem de Girabolhos.

Em matéria de água, a Câmara Municipal tem ainda aprovado o financiamento para a realização do Cadastro das Infraestruturas de saneamento e de águas no valor de 225.000.00 €.

Durante o mês de Fevereiro tem também o Município de Nelas a garantia de abertura de um Aviso do POSEUR (PT2020) no valor de investimento de 1,75 milhões de euros, sendo que em tal valor a Autarquia vai candidatar um sistema de abastecimento de água do Concelho, uma nova ETAR na Zona Industrial da Ribeirinha (que servirá Canas de Senhorim Nascente, Vale de Madeiros e aquela Zona Industrial) e ainda a extensão da cobertura da rede de águas residuais e arruamentos onde tal ainda não existe.

Tem assim a Câmara Municipal já garantido investimentos com financiamento no ciclo urbano de água no valor de 6.608.967.00 € para investimentos em todas as freguesias a que acrescerá ainda o investimento de 1.750.000.00 € do novo Aviso dirigido ao Município a sair proximamente, no que tudo totalizará no atual mandato um investimento estrutural em água e saneamento de um valor não inferior a 8.358.967.00 €

Ambiente e qualidade de vida constituía um dos compromissos centrais da ação política para o atual mandato. Os números falam por si no sentido de garantirmos um Presente com Futuro.

Por:Mun.Nelas

Nelas vai concluindo pagamentos de imóveis

nelas 1A escritura de compra pela Câmara de Nelas dos imóveis (casa com terreno anexo de 4.000m2) para as obras de ampliação do cemitério de Senhorim e construção de um parque de estacionamento de apoio, foi realizada recentemente.

O Presidente da Câmara liderou as negociações com os proprietários Gil Manuel de Figueiredo Cabral, e os filhos Nuno Miguel Antunes Cabral e Júlio Manuel Antunes Cabral que num clima de respeito e amizade recíprocos possibilitaram assim o avanço de uma obra há anos desejada pelas gentes da Freguesia.

Aprovada a compra em reunião de Câmara em 23 de Dezembro de 2015, o preço de 110.000€ (15.000€ no contrato promessa, 50.000€ em Janeiro de 2016 e 45.000€ em Janeiro de 2017) acabou de ser pago na data da escritura.

Em cooperação com a Junta de Freguesia os trabalhos preparatórios e as obras estão já em curso.

Por:Mun.Nelas

Canas de Senhorim vai acolher “Espaço do Cidadão”

  CanasCom o fim de começarem a funcionar ainda nesta primavera, estão em curso neste momento as obras de requalificação do edifício da Junta de Freguesia de Canas de Senhorim, sendo adaptadas para receber o “Espaço do Cidadão “, serviço semelhante à Loja do Cidadão e onde as pessoas e as empresas passarão a poder praticar todos os atos administrativos (licenciamentos, requerimentos, renovação cartas, entre dezenas de outros) que praticam atualmente no Balcão Multiserviços da Câmara Municipal em Nelas.

  Existe já pessoal formado e mobiliário fornecido pela AMA (Agência Para A Modernização Administrativa) no âmbito do Programa governamental Aproximar.

  Estas obras resultam de uma delegação de competências da Câmara na Junta de Freguesia, com financiamento superior próximo dos 30.000€.

Por:Mun.Nelas

Loja do Cidadão de Nelas em fase de arranque

nnnRecentemente foi assinado, o auto de consignação que marca o arranque da obra da Loja do Cidadão de Nelas, um projeto co-financiado pelo Portugal 2020, Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, financiamento garantido no novo quadro comunitário de apoio (Centro 2020 – Programa Operacional do Centro – Eixo prioritário: Reforçar a Capacitação Institucional das Entidades Regionais “Capacitar”, preconizado no âmbito do Programa Aproximar), adjudicado em concurso público à Empresa “Irmãos Almeida Cabral, Lda” pelo valor total de 239.200,01euros (+IVA), orçando a obras e serviços para instalação em valor superior a 350.000€.

A futura Loja do Cidadão de Nelas a instalar no edifício onde se encontra também atualmente o ABC e onde funcionou a Biblioteca Municipal, no encontro da Rua Gago Coutinho com a Praça do Município, vai ser sujeito a obras de reabilitação e adaptação, e aloja a Agência para a Modernização Administrativa, I.P., a Autoridade Tributária (AT) e Aduaneira e o Instituto da Segurança Social, I. P. (SS), e ainda um novo Espaço do Cidadão da Câmara de Nelas, continuando, realça-se, a Repartição de Finanças de Nelas a prestar o serviço que hoje presta mas num espaço renovado de 150 m2 e para 7 postos de trabalho, assim como a Segurança Social, num espaço de 100m2 e para 5 postos de trabalho. Mantém-se, portanto, ambos os serviços públicos para os munícipes de Nelas, com condições reforçadas e até com expectativas renovadas no número de funcionários, já que, na definição dos postos de trabalho da AT, e da SS, foi indicado um número superior ao que hoje verificamos em cada uma desta repartições públicas abertas em Nelas.

Esta obra, com prazo de execução de 180 dias a contar da consignação em 11 de janeiro vem reforçar a estratégia da Câmara Municipal de Nelas de uma gestão equilibrada do território e consequente desenvolvimento socioeconómico, e a defesa de serviços de proximidade a todos os cidadão.

Por:Mun.Nelas

Obras de requalificação do edifício da Junta de Freguesia de Santar avançam

NelasCom o fim de começarem a funcionar ainda nesta primavera, estão em curso neste momento as obras de requalificação do edifício da Junta de Freguesia de Santar, sendo adaptadas para receber o “Espaço do Cidadão “, serviço semelhante à Loja do Cidadão e onde as pessoas e as empresas passarão a poder praticar todos os atos administrativos (licenciamentos, requerimentos, renovação cartas entre dezenas de outros) que praticam atualmente no Balcão Multiserviços da Câmara Municipal.

Existe já pessoal formado e mobiliário fornecido pela AMA (Agência Para A Modernização Administrativa) no âmbito do Programa governamental Aproximar.

Estas obras, bem como a construção de WC e Balneário no Cemitério, resultam de uma delegação de competências da Câmara nas Juntas de Freguesia, neste caso de Santar com financiamento superior a 50.000€.

 

Por:Mun.Nelas

 

 

Centro Tecnológico e de Formação Profissional pode nascer em Nelas

Com vista a innelas1stalar no Concelho de Nelas em Centro Tecnológico e de Formação Profissional que sirva e reforce a capacidade industrial aqui instalada há décadas, bem como a da região no triângulo Nelas/Mangualde/Tondela (concelhos maiores exportadores do Distrito de Viseu, tendo o de Nelas crescido 48% nos últimos 3 anos) o Presidente da Câmara fez no leilão que decorreu para venda dos bens da Massa insolvente da empresa “Nelcivil- Construções Civis de Nelas, Lda” uma proposta de compra das suas instalações, instalações estas sitas na Zona Industrial do Chão do Pisco entre Nelas e Canas de Senhorim reconstruídas e ampliadas há menos de 10 anos.
Com um terreno de 9.371m2, um edifício de escritórios (com mais de 1000m2 divididos em mais de 10 salas e com um anfiteatro) e armazéns construídos (próprios para formação prática) com uma implantação de 1.557m2 com dois pisos com área bruta de construção de 1995m2, com um valor patrimonial tributário de mais de 277.000€, tudo foi á praça de venda pelo preço de 701.728€.
O preço oferecido pelo Presidente da Câmara de Nelas foi de 250.000€ (cerca de 125€ m2 de construção quando no mercado e legalmente está para vários efeitos fixado em valor superior a 400€ m2 de construção), a pagar em 3 anos (sendo o sinal de imediato no valor de 50.000€ e comissão de venda de 15.375€, e 100.000€ em cada um dos anos de 2018 e 2019), condicionada a compra a aprovação em reunião colegial de Câmara (único órgão com capacidade legal para comprar e vender imóveis), tendo tal preço sido aceite pelo Administrador e Comissão de Credores da Insolvência e comunicado no início deste ano.
Com intensa prática de cursos de formação teóricos e práticos já realizados e em andamento (nomeadamente nas áreas de turismo, qualidade, competências básicas, inglês, espanhol, jardinagem, e outros que se pretende implementar e muito solicitados pelas empresas como por exemplo nas áreas de electricidade, marcenaria, carpintaria, mecânica, etc) promovidos pelo Município, este celebrou já algumas Protocolos para o efeito com a AIRV- Associação Empresarial de Viseu, o IEFP CENTRO, o IPV-Instituto Politécnico de Viseu (o que vem fazendo nos anuais Encontros de Empreendedorismo apadrinhados já por Vice Primeiro Ministro, Ministros e Secretários de Estado), foi encomendado recentemente ao IPV em Estudo para pôr em marcha este Polo Tecnológico e de Formação Profissional da responsabilidade da Câmara de Nelas mas com parcerias várias na academia, nas instituições empresariais regionais e nacionais e nos empresários, e poder financiar tal projeto ou na cooperação técnica do estado (estando já contactado um Secretário de Estado que se mostrou disponível para analisar o projeto e apoiar, deslocando-se a Nelas brevemente caso a aquisição seja confirmada).
Caso a aquisição venha a ser confirmada pela Câmara, o preço a pagar reverterá na totalidade para pagamento dos créditos de dezenas de ex trabalhadores da empresa conforme decisão já tomada na sentença de graduação de créditos por terem privilegio Imobiliário especial concedido pelo Código do Trabalho.
Para todos os empresários, empresas, instituições e certamente toda a população a tradição e força industrial do Concelho justificam este essencial investimento.

Por:Mun.Nelas

 

Artigo de opinião–REDES SOCIAIS OU ASSOCIAIS?

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Mó digital

REDES SOCIAIS OU ASSOCIAIS?

A internet mudou significativamente a maneira como nos comunicamos e percebemos o mundo. Graças a ela, temos acesso a toda a informação à distância de apenas um “clique”.

A distância não existe mais, e a comunicação é instantânea.

Comummente, são relatadas histórias em que a internet, nomeadamente as redes sociais, têm um papel meritório na promoção do reencontro de pessoas, bem como na aproximação de outras que por imposição geográfica se encontram distantes.

Todavia, regista-se uma diminuição acentuada do contacto social “face to face” (cara a cara), levando as pessoas a deixar de praticar competências sociais como a empatia, o contacto visual e a leitura emocional do outro. De facto, é mais fácil investir na imagem que projectamos virtualmente de nós do que na nossa verdadeira imagem, investir mais em relações virtuais, acessíveis e práticas do que nas reais, que implicam ir ao encontro do outro.

De forma paradoxal, nunca estivemos tão ligados entre nós – as redes sociais, são a prova “viva” disso – e nunca nos sentimos tão sozinhos e com tanta necessidade de falar e comunicar.

As redes sociais tornaram-se então, autênticos “esconderijos emocionais”, pois, na maioria das vezes, não favorecem o conhecimento, a reflexão, a prudência e o auto-controlo.

Assiste-se a uma efervescência da impulsividade, da superficialidade, da expressão de sentimentos discriminatórios e a uma indiscriminada manifestação de comportamentos preconceituosos.

A afirmação narcísica das pessoas, a agressividade e os juízos de valor sobre tudo e sobre nada, passa a ser o lema.

Mas porque é que isto acontecerá?

A falta de tempo e as frustrações do dia-a-dia, podem justificar a permanência cada vez maior das pessoas nas redes sociais, na medida em que, “aqui” tudo é imediato e cómodo e a gratificação e o reconhecimento são instantâneos.

Um estudo realizado pela Universidade de Pittsburgh avaliou o comportamento de 1,8 mil pessoas com idades compreendidas entre os 18 e os 32 anos e encontrou uma correlação entre o uso das redes sociais e a probabilidade de desenvolver depressão, baixa auto-estima e isolamento. A pesquisa conclui que não são as redes sociais que provocam depressão, mas que, com o acesso exagerado, a tendência a ficar deprimido aumenta.

A fronteira entre o que é uma utilização saudável das redes sociais e o uso excessivo é definida pelo bom senso. O equilíbrio que procuramos no dia-a-dia (conjugando momentos de prazer com trabalho, contrabalançando partilha com privacidade) aplica-se também às redes sociais. É necessário evitar os extremos e as dependências, tanto na vida real como na virtual.

As redes sociais são, efectivamente, uma ferramenta com múltiplas possibilidades, descartá-las ou não lhes dar a devida atenção seria não aceitar que vivemos em plena Era da informação e do conhecimento.

Assim, cabe a cada um de nós, ter senso crítico na utilização desta ferramenta. Cada um deverá definir o seu ponto de equilíbrio, entre ser utilizador ou escravo do sistema.

*O autor não escreve segundo o acordo ortográfico.

Psicóloga Clínica, Rita Amaro–ISCMFA

 C.P.: 16527

Restaurantes de Nelas galardoados

1Decorreu em Viseu, no Teatro Viriato a cerimónia de entrega de galardões do Programa “Selecção Gastronomia e Vinhos Viseu Dão Lafões” tendo os Restaurante Zé Pataco e o Restaurante Real do Hotel Urgeiriça de Canas de Senhorim sido galardoados na cerimónia.

Numa iniciativa promovida pela Associação da Hotelaria Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) com financiamento da Entidade Regional de Turismo do Centro, contou também com a presença de representantes da Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões (CIMVDL), da Câmara Municipal de Viseu e da Secretaria de Estado do Turismo que entregaram no Teatro Viriato em Viseu os galardões a 29 restaurantes de 12 municípios da Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões.

Esta cerimónia contou com a presença da Secretária de Estado Ana Mendes Godinho que elogiou a “resiliência, resistência e humildade” dos empresários presentes e a “capacidade de nunca pararem”. Destacou ainda o facto de os empresários perceberem que “querem ser cada vez melhores e trabalhar com mais qualidade, valorizando o que é nosso, o que é autêntico: que é a nossa gastronomia e os nossos produtos”.

O Município de Nelas fez-se representar pela Vice-Presidente Sofia Relvas que juntamente com os representantes dos Restaurantes Zé Pataco e Hotel Urgeiriça (Restaurante Real), dignificaram a excelente imagem que Nelas possui a nível turístico e gastronómico.

Sobre esta temática, é de salientar que no próximo dia 26 de Janeiro irá decorrer mais uma conferência integrada no Ciclo “Nelas por Vocação: 10 Conferências, 10 Convidados”, no restaurante Zé Pataco, em Canas de Senhorim tendo como convidado o Chef Vítor Sobral.

Por:Mun.Nelas

 

Artigo de opinião–A Importância da Respiração

aop Será a respiração uma função inata com a qual não precisamos de nos preocupar?

A respiração é um processo fisiológico que se dedica à troca de oxigénio e dióxido de carbono com o meio ambiente, pelo que é uma das funções vitais. A respiração nasal, a par da mastigação, favorece o crescimento craniofacial e portanto mantém saudáveis as estruturas orofaciais.

Fisiologicamente, a via nasal é a principal em todo o processo respiratório. O nariz favorece a filtração, humidificação e o aquecimento do ar. Todas estas características são promotoras de um sono adequado, de menores infeções (otites e/ou amigdalites) e de um crescimento facial harmonioso.

A respiração é uma característica tão inata, que por vezes desvalorizam-se alguns sinais atípicos que só uma equipa multidisciplinar (Terapeuta da Fala, Otorrinolaringologista, Ortodontista, entre outros) consegue detetar, avaliar e intervir corretamente, minimizando os impactos na vida das pessoas.

Quando ocorre uma modificação na função respiratória, pode desencadear-se um padrão de respiração oral, que consequentaopiemente desencadeia alterações miofuncionais e também no sistema estomatognático. Este padrão pode causar diversas alterações ao nível da fala (fonética), da linguagem (fonologia), do processamento auditivo e até nas competências cognitivas (atenção e memória).

Apesar de ser muito mais vantajoso efetuar-se uma respiração nasal, a hipertrofia das amígdalas e/ou adenoides, a flacidez dos músculos faciais, a rinite, as alergias respiratórias e o desvio do septo nasal podem alterar o padrão respiratório e torná-lo oral. É preciso salientar que a respiração oral só se torna um problema quando se torna um hábito. Quando se adota constantemente essa respiração, as consequências variam de acordo com a causa do hábito, a idade da pessoa e o tempo de instalação desta alteração. As repercussões podem relacionar-se com alterações na forma e posicionamento de estruturas rígidas (ossos faciais e dentes), na função e posicionamento dos músculos orofaciais e na postura global. Todas as alterações referidas implicam possíveis dificuldades na fala, mastigação e deglutição.

Os respiradores orais evidenciam alguns sinais que podem ser observados, com alguma facilidade, por um profissional especializado. Deste modo, os sinais mais comuns relacionam-se com alterações na fala, alterações na mastigação (sendo esta unilateral), otites frequentes, olheiras, alterações no sono, alterações na postura corporal, face alongada e assimétrica, má oclusão dentária, palato alto e estreito, alterações no paladar e no olfato, lábios secos, flacidez nos músculos da mastigação, cansaço frequente, baba noturna, reduzido rendimento físico e intelectual e tensão do músculo do queixo.

Quando identificar algum dos sinais apresentados deve consultar o Terapeuta da Fala. Quando mais cedo for identificada a causa deste hábito, melhores serão os resultados obtidos na terapia. Não se esqueça que a intervenção precoce é a chave de um maior sucesso na intervenção!

No próximo mês fique a saber o que deve fazer caso o seu filho apresente uma respiração oral e qual é o papel do Terapeuta da Fala nestas situações!

Um Feliz 2017 a todos os leitores! Que este ano seja tão bom ou melhor que no de 2016 !

Por:Ana Carolina Marques- Terapeuta da Fala na APSCDFA

Artigo de opinião – Almaraz – O barril de pólvora?

(Por:Bruno Costa)

1525594_715250398500024_1212269316_nEm 2006, fiz um trabalho para uma disciplina do curso de Engenharia do Ambiente sobre os pontos positivos e negativos da energia nuclear em Portugal. Nessa altura, que não foi assim há muitos anos, tinha uma imagem que o nosso país teria mais pontos positivos do que negativos na implementação de uma central nuclear. Pensava eu que o nosso país teria; 1) uma energia mais barata face ao “ouro negro”, 2) aumentaríamos a competitividade e por consequência 3) as contas públicas do país, sem nunca ter olhado em detalhe, nessa altura, para os muitos pontos negativos existentes, como é exemplo disso o risco de acidente por falha humana e/ou técnica.

Felizmente que o ser humano está em constante evolução e, dois anos depois, a tomar um cafezinho, tive a feliz ideia de trocar impressões com um professor de curso sobre o assunto, o que fez alterar a minha visão e acicatar a minha curiosidade sobre o tema.

Hoje, mais maduro e com as ideias mais arrumadinhas, congratulo-me que as políticas energéticas que Portugal traçou nos últimos anos tenham ido ao encontro da energia renovável ao invés da energia nuclear. Admito, de uma forma intuitiva, que a estratégia seguida para as energias limpas – eólica, hídrica e solar – tenham sido um pouco mais dispendiosas para o erário público mas, com toda a certeza, prefiro pagar impostos para a produção de uma energia limpa do que contribuir para o financiamento de um barril de pólvora.

almaraz

Foto:Eco.com

Lembram-se do desastre catastrófico ocorrido Chernobil – abril/1986 – e em Fukushima – março/2011? É aqui que entra a famosa e triste história da central de Almaraz tão falada nos últimos dias.

Almaraz é uma central nuclear em Cáceres (Espanha) que fica situada junto ao Rio Tejo e faz fronteira com os distritos de Castelo Branco e Portalegre. Foi construída em 1972 e entrou em funcionamento no início de 1981. Há 36 anos.

É de conhecimento público, depois de uma fiscalização do Conselho de Segurança Nuclear, que passados estes anos todos as instalações da central nuclear estão completamente antiquadas e com graves problemas de segurança, semelhantes aos ocorridos na Central de Fukushima.

Nos últimos anos ocorreram mais de 55 incidentes quer por falha técnica quer por falha humana, tais como; 1) corrosões e ruturas das tubagens, 2) fugas gasosas e de água, 3) paragens forçadas ou 4) falhas nos sistemas de refrigeração dos reatores. Adicionando a estes pontos o facto da potência instalada na central ser igual a 2.093 MW, ou seja, uma bagatela comparada com a produção elétrica total de Espanha – 100.000 MW -, estão reunidas as razões suficientes para o encerramento da arcaica central.

Como verificado, para além de não ser fiável e estar obsoleta, cada ano que passa o risco de catástrofe para Portugal e Espanha aumenta logo, estou completamente em desacordo com o alargamento até 8 de junho de 2020 da licença por parte das entidades Espanholas.

Para além de não conseguirem constatar os factos anteriores, a vizinha Espanha, à semelhança de outros países da Europa, olha para Portugal de uma maneira rude e autoritária tendo-se esquecido que para a construção de uma aterro para este tipo de resíduos, as leis comunitárias, obrigam à existência de uma avaliação de impactos ambientais transfronteiriços!

Sei que os “nuestros hermanos” querem ver os resíduos nucleares o mais longe possível de Madrid. Nós, aqui em Portugal, não queremos um rio Tejo, que entra pela linda localidade de Vila Velha de Ródão e desagua em Lisboa, inundado de radiações provocando uma catástrofe nacional e geracional, semelhante a Chernobil e Fukushima.

Face ao exposto, apelo ao Sr.º Ministro do Ambiente, João Matos Fernandes, que reúna todos os esforços e diligências necessárias junto das entidades competentes para parar este barril de pólvora e, continuar a acautelar o interesse nacional perante todas as fontes de poluição, sejam eles hídricas ou atmosféricas. Desejo com isto que, sejamos preventivos neste caso como fomos em 1986 quando eles, os vizinhos, nos ameaçaram que enterrariam os resíduos nucleares junto ao Douro internacional.

Desafio: A Comunidade Europeia deveria criar, com urgência, 1) uma regulamentação para calendarizar o fecho das centrais nucleares e 2) programas de sensibilização na sociedade intitulada “Sejamos ativos hoje para não sermos reativos amanhã”. Pois, em meu entendimento, é sempre preferível colocar em primeiro lugar a segurança e a saúde pública do que andarmos a jogar à roleta russa.

Acredito que a Comissão Europeia irá atuar em conformidade com as Diretivas Europeias definidas. Se isso não acontecer?

Bem, se isso não acontecer e for católico, reze, reze muito. Se tiver outra religião, reze, reze muito.

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