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Queijo, enchidos, Carnaval e gastronomia animam região em fevereiro e março

  Anualmente nesta região das beiras , as Feiras de queijo e certames de enchidos, vinhos e tradições animam a região das Beiras.

Penalva do Castelo abre a série com a festa do queijo em 8 e 9 de fevereiro, segue-se em Pinhel a grande e a maior de todas, a 25ªFeira das Tradições , com a celebração dos 250 anos da elevação a cidade.

Na cidade jardim o Carnaval e ExpoSerra e também em Seia a Feira do Queijo a animar de 21 a 25 de fevereiro.

Em Manteigas de 22 a 25 de fevereiro com um certame a animar o Coração da Serra da Estrela, por sua vez em Trancoso chegará a Feira do Fumeiro e do Enchido, nesta fase.

Celorico da Beira terá a sua Feira Festa de 28 fevereiro a 1 de março.

O queijo e o Pastor voltam a  ser homenageados em Mosteiro, Aguiar da Beira no dia 1 de março, Oliveira do Hospital tem a sua Feira do queijo nos dias 14 e 15 de março e a fechar o ciclo, em Fornos de Algodres, mais uma edição da Festa do Queijo nos dias 20 a 22 de março, com muita animação.

Dois meses de muita animação, queijos, enchidos tradições e muitos visitantes a beira vai ter.

Fornos de Algodres “STOP ao Uso do Plástico”em 2019 e alargado a todo País em 2020

STOP ao Uso do Plástico”, é a  campanha de sensibilização do Município de Fornos de Algodres que teve início em 2019 e no resto do País vai ser também proibido em 2020.

Neste sentido, o plástico de utilização única ou descartável foi proibido, desde 1 de janeiro de 2019, nas infraestruturas e eventos sob responsabilidade do Município de Fornos de Algodres. Desta forma, o Executivo Camarário seguiu a resolução do Conselho de Ministros n.º 141/2018, publicada em Diário da República n.º 207/2018, Série I de 26 de outubro de 2018. O Executivo Camarário, para além da total proibição de plástico descartável,  promoveu uma otimização de processos e privilegiar a proteção ambiental de uma forma mais sustentável, através da redução do consumo de papel e consumíveis de impressão.

Assim ficaram proibidos a aquisição ou utilização, por exemplo, de copos de plástico descartáveis para consumo de café, de água ou de outras bebidas, bem como talheres e garrafas descartáveis, nas infraestruturas e eventos de responsabilidade do Município de Fornos de Algodres.

O consumo de água é fundamental para o equilíbrio do corpo humano e para a saúde, desta forma, no passado dia 23 de outubro de 2018, foram disponibilizados dispensadores de água (pontos de enchimento de água) para todos os utilizadores terem possibilidade de encherem as suas garrafas reutilizáveis – já disponibilizadas no âmbito da campanha “A Água Não Dura Sempre. POUPE-A.”.

Com estas medidas adotadas, o Município de Fornos de Algodres segue localmente as políticas de âmbito Nacional, contribuindo desta forma para uma transição da atual economia linear para uma economia circular. Esta transição exige a promoção do uso eficiente de recursos, através de procedimentos e comportamentos assentes na desmaterialização, na reciclagem, na reutilização e na valorização de materiais, de forma a extrair o máximo de utilidade dos bens e equipamentos, prolongando o seu ciclo de vida e contribuindo, assim, decisivamente, para uma eficaz redução na produção de resíduos.

Em Fornos de Algodres,  trabalham diariamente para alcançar as metas que Portugal se propôs para 2020, segundo fonte do Município de Fornos de Algodres.

Casa do Concelho de Gouveia participa na 4ª edição do Torneio de Futsal da Cidade de Lisboa

O Museu do Desporto no centro da cidade de Lisboa, acolheu o sorteio da 4ª edição do Torneio de Futsal da Cidade de Lisboa. Trinta e duas equipas ambicionam a final e conquista do título, naquele que é já o torneio de referência para o futsal amador.
A equipa da Casa do Concelho de Gouveia volta a entrar pelo quarto ano consecutivo, presente em todas as edições, vencedora em 2018 e 3.º Lugar em 2019. O torneio inicia-se a 19 de Janeiro, com a equipa da Casa do Concelho de Gouveia a jogar no pavilhão da Liberdade, na freguesia de Campolide. O torneio é organizado pela Associação das Coletividades da Cidade de Lisboa e pela Câmara Municipal de Lisboa. Nesta edição de 2020, os patronos do torneio são os internacionais portugueses de futsal, Pedro Cary e Bebé, campeões da Europa na modalidade.
Fonte:CCG

3.º Encontro Nacional de Estudantes uma iniciativa da JSD

Vai decorrer nos próximos dias 1 e 2 de fevereiro ,o 3.º Encontro Nacional de Estudantes organizado pela estrutura nacional da Juventude Social Democrata, em colaboração com a JSD Distrital da Guarda e o Núcleo de Estudantes Social Democratas do Instituto Politécnico da Guarda.

Segundo a JSD Guarda , este é o maior encontro de política para estudantes e este ano está de volta com um formato alargado e mais ambicioso, isto é, 2 dias intensos de discussão sobre políticas estudantis.

GNR Guarda- Fornos de Algodres – Detidos por caça ilegal

O Comando Territorial da Guarda, através do Núcleo de Proteção Ambiental de Gouveia, hoje, dia 9 de dezembro, deteve dois homens de 50 e 60 anos, na localidade de Fornos de Algodres.

No decorrer de uma fiscalização ao exercício do ato venatório, os militares detetaram dois homens que estavam a caçar antes do nascer do sol, tendo sido detidos de imediato. No decorrer da fiscalização, foram ainda apreendidas as duas armas de caça, 175 cartuchos e uma peça de caça.

Os detidos foram constituídos arguidos e os factos foram remetidos para o Tribunal Judicial de Gouveia.

Pinhel recebe Concerto Sinfónico – 9ª Sinfonia de Beethoven

Início das comemorações dos 250 anos da elevação de Pinhel a Cidade.
O ano 2020 vai ser especial para as gentes de Pinhel e restante comunidade, dado que a Cidade Falcão celebra os 250 anos  da elevação de Pinhel à categoria de Cidade  e para isso , vai acolher a 17 de janeiro, um Concerto Sinfónico dedicado à 9ª Sinfonia de Beethoven pelas 21h00 no Centro Logístico de Pinhel, cuja interpretação vai estar a cargo da Orquestra Filarmónica Portuguesa e do Coro de Câmara Filarmónico de Berlim, coincidência de se comemorar  os 250 anos do nascimento de Beethoven, um dos maiores compositores da História da Música. Assim será dado o início das celebrações em grande .
Esta é uma iniciativa que surge também como manifestação de apoio do Município de Pinhel à candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura 2027.

Assim do Programa consta Ludwig Van Beethoven (1770-1827)
Sinfonia no 9 em Ré menor, Op. 125, “Coral”
I. Allegro ma non troppo, un poco maestoso
II. Scherzo. Molto vivace – Presto
III. Adagio molto e cantabile
IV. Presto – Allegro assai
Allegro molto assai (Alla marcia)
Andante maestoso – Adagio ma non troppo, ma devoto
Allegro energico, sempre ben marcato – Allegro ma non tanto – Prestissimo
Osvaldo Ferreira | direção
Sarah Behrendt | soprano
Lisa Wedekind | mezzo-soprano
Raphael Wittmer | tenor
Christian Oldenburg | barítono

A Orquestra Filarmónica Portuguesa foi fundada em maio de 2016 por Osvaldo Ferreira e Augusto Trindade, a Orquestra Filarmónica Portuguesa (OFP) rapidamente captou a atenção do meio musical e artístico português, sendo já amplamente reconhecida, pelo público e pela crítica, como uma
das melhores orquestras sinfónicas nacionais.
O elevado padrão de exigência impresso desde a sua génese, levam-na a integrar um conjunto de músicos de elevado nível técnico e artístico, como sejam instrumentistas premiados em concursos nacionais e internacionais, ex-integrantes da Orquestra  Jovem da União Europeia e músicos estrangeiros residentes em Portugal. Ao juntarem- se a este projeto diferenciador e inovador, estes músicos contribuíram para a criação de uma orquestra que é já, hoje, uma referência e um símbolo de qualidade.
Por sua vez , o Coro de Câmara Filarmónico de Berlim tem-se posicionado, desde a sua fundação, como um dos mais extraordinários coros desta cidade alemã.
Os seus membros são ambiciosos e jovens estudantes de canto, oriundos de todas as regiões da Alemanha, e que combinam o seu amor pela música coral ao mais alto nível numa interpretação inspiradora e significativa.
A experiência dos profissionais, em paralelo com o entusiasmo frenético dos leigos, resulta numa mistura empolgante, na qual todos são estimulados a darem o seu melhor contributo – todos são importantes, ativos e dão forma à música. E assim, as obras dos séculos XVII, XVIII, XIX ou XX soam sempre atuais e vivas. Os programas variados são complementados por obras-primas populares e peças charmosas, quase desconhecidas, apresentando-as numa visão nova e fresca.

Deputados do PSD entregam requerimento sobre Obras no IP3 e IC7 na Assembleia da República

Os deputados do PSD eleitos na região Centro enviaram um requerimento ao Ministro das Infraestruturas e Habitação e  ao Presidente da Assembleia da República sobre as obras no IP3 e IC7 com o seguinte conteúdo.

“O atual estado do IP3 é o espelho de um país adiado e de um Interior maltratado.

Circular nesta estrada, fatalmente associada a muitas mortes e feridos graves em acidentes, é um suplicio e um risco cada vez mais parecido com a roleta russa.

Para o fluxo de trânsito que suporta e enquanto eixo que liga duas das cidades mais importantes do centro do país (Coimbra e Viseu), também usado por uma larga maioria da população dos distritos da Guarda, Vila Real e Bragança e pelos transportadores de mercadorias nacionais e internacionais, o seu traçado está completamente anacrónico e é quase sub-mundista.

Se a situação já era confrangedora e inaceitável num país que se quer aproximar da média europeia, ela tornou-se insuportável a partir do passado mês de julho, com o inicio das infindáveis obras de asfaltamento que nada mudam de forma estrutural e que obrigaram ao corte de hemifaixas de rodagem nalguns troços, ignorando por completo o aumento significativo de tráfego durante o Verão e os transtornos desproporcionais que iriam causar.

Comparando com outros países similares a Portugal, em que se trabalha de noite e dia em estradas estruturantes para servir os utentes com o menor incómodo possível, o cenário do IP3 é anedótico e incompreensível, ninguém ficando indiferente às interrupções nas obras dias a fio, com máquinas encostadas e inativas e com troços encerrados sem razão percetível.

A recente tempestade de chuva que se abateu sobre o país em Dezembro passado, com os associados desmoronamentos de terras, forçaram agora ao corte de uma via na zona de Souselas, sentido Coimbra – Viseu, sem que as Infraestruturas de Portugal se tenham dignado  a colocar sinalética sobre os desvios que devem ser feitos e onde devem ser feitos para quem tem de seguir viagem até Viseu ou até à Guarda, transformando as acessibilidades à região num calvário (via Luso, num sem numero de curvas e de filas sem termo, ou via A1/A25, num aumento incomportável do custo da viagem).

No seu anterior mandato, o Primeiro Ministro e o então Ministro das Infraestruturas anunciaram com pompa, mais que uma vez e em mais que um local, o desbloqueamento das obras deste malfadado IP3.

Estramos em 2020 e a situação parece mais bloqueada que nunca.

O OE para este ano prevê uma verba de 7 milhões de euros para a empreitada do nó de Penacova (a tal do asfaltamento – e pouco mais – que está em execução há meses), o que não representa nada de novo nem dá esperança a ninguém de que o IP3 venha a ter um traçado digno e seguro nos próximos tempos.

Entre os ponderáveis mal planeados e para emigrante ver antes das eleições (o início dos trabalhos de asfaltamento no troço Penacova – Lagoa Azul) e os imponderáveis causados pelas intempéries, as populações dos vários concelhos que hoje são obrigados a passar pelo martírio chamado IP3 poderiam ter a expectativa de dias melhores num futuro breve, com a construção do IC7 e a conclusão do IC6 pelo menos até ao nó de Folhadosa, Seia, em tempos tão ruidosamente reclamados pelos atuais responsáveis governativos e pelo principal partido que os suporta e agora tão primorosamente esquecidos.

Os cidadãos e as empresas das regiões servidas por estas vias não podem continuar a ser os parentes pobres do investimento nacional em infraestruturas, até porque deles beneficia em larga medida toda a economia do país.

Por assim ser e nos termos das disposições regimentais aplicáveis, os deputados signatários pretendem que o Senhor Ministro das Infraestruturas esclareça:

  1. Quando vão terminar as obras de asfaltamento do IP3 e em que data estimada está prevista a abertura de todos os troços do IP3?
  2. Em que data concreta vão começar as obras de duplicação do IP3 e qual o específico traçado que vai ser requalificado ou reconvertido em perfil de auto-estrada entre Coimbra e Viseu?
  3. Vai ou não o Governo dar continuidade às obras do IC6 até ao nó de Folhadosa, em Seia, e iniciar a construção do denominado IC7, entre Folhadosa e Celorico da Beira, distrito da Guarda (atual EN 17), e em caso afirmativo, com que calendarização?”

Palácio de São Bento, 3 de janeiro de 2020

Deputado(a)s

 

CARLOS PEIXOTO(PSD)

CARLA BORGES(PSD)

FERNANDO RUAS(PSD)

ANTÓNIO LIMA COSTA(PSD)

MÓNICA QUINTELA(PSD)

ANTÓNIO MALÓ DE ABREU(PSD)

PEDRO ALVES(PSD)

 

Uma Volta ao Mundo dos Vinhos da Beira Interior

O Navio-Escola Sagres saiu em homenagem  aos 500 anos da viagem de circum-navegação de Fernão de Magalhães, com o objetivo de realizar a Grande Viagem de Volta ao Mundo que terá a duração de 371 dias e será a “Casa de Portugal” no início dos Jogos Olímpicos, leva a bordo a Bandeira Nacional que vai ser entregue, em Tóquio, à delegação olímpica e irá representar os atletas portugueses.

Abordo viajam vários vinhos do produtor Almeida Garrett Wines da região da Beira Interior que irão ser degustados em diversos eventos oficiais e receções diplomáticas nos diversos portos. Consta também um lote de vinho Almeida Garrett Reserva 2015 que irá realizar a viagem completa, estagiando através dos vários oceanos e latitudes para ser disponibilizado ao mercado em 2021.

Sendo um produtor com mais de 100 anos de história na produção de vinhos na região da Beira Interior, tem assim a oportunidade de divulgar os seus vinhos nos quatro cantos do mundo.

Ao longo dos 371 dias o produtor irá atualizar todos os seus clientes e seguidores nas redes sociais dos eventos e da evolução da viagem.

AF Viseu-Div.Honra-Mangualde-Sátão-2-1

Uma tarde domingueira de muito frio, com o Mangualde a agigantar-se e a vencer o Sátão, que viu o seu técnico Pinto sair do comando técnico da equipa.

Face a isso, uma primeira parte bastante equilibrada, com duas equipas a lutar lado a lado, no sentido de alcançar o golo , mas ia tardando e o intervalo chega com a igualdade a zero no marcador.

Qualidade a subir em flecha

Após o reatamento, o Mangualde a entrar muito forte, Vadinho a entrar pela esquerda e serve Aryson e este emenda por cima da baliza visitante, aos 10´. O Sátão tenta de bola parada, através de canto, com a bola rasar a baliza da casa, já com a dianteira reforçada após entrada de Marylson.
Continua a série de cantos, trazendo o Sátão mais pressionante com Tiago a sacudir o perigo e a aliviar a sua área.
O Mangualde pressiona e  após um ataque , surge uma perdida de bola da defesa do Sátão e Aryson a servir Márcio e este a marcar aos 72´, abrindo o ativo.
O Sátão reage e eis que surge um lance disputado na asa esquerda do seu ataque , o árbitro aponta falta que nos pareceu forçada e advém um livre para a área e num aglomerado de jogadores o árbitro aponta para a grande penalidade, muito contestada pelos locais, que também nos pareceu forçado e daí, David chamado a converter empata para a sua equipa aos 77´.

Dos protestos do lance, o técnico Ricardo Mangualde é expulso, mas a turma da casa ganhou novo alento e volta a pressionar mais ainda e chega Fábio a servir Aryson que emenda sem hipóteses para o keeper do Sátão, era a festa dos locais no campo e na bancada, aos 81´.
Vadinho a rematar a rasar aos 88´e a revelar-se muito importante na manobra ofensiva, assim como todo o setor atacante que realizaram um ótimo encontro.

Um belo jogo que teve momentos de classe na segunda parte, com o GD Mangualde a vencer e a subir degraus na tabela.

Uma arbitragem com muitos erros ao longo de todo encontro.

Electrão e Escuteiros juntos pelo ambiente

O Electrão – Associação de Gestão de Resíduos e o Corpo Nacional de Escutas promovem um projeto nacional de reciclagem e sensibilização ambiental através da recolha de pilhas e baterias usadas, numa iniciativa que decorre até 30 de Junho de 2020 e que envolve escuteiros, familiares e comunidade em geral.

O resultado da recolha será transformado em prémios de valor monetário que irão apoiar agrupamentos de escuteiros. Para além dos prémios, esta edição conta com uma vertente pedagógica e vão ser distribuídos livros “Electrão? Conheço bem, muito obrigada.”, com conteúdos didáticos e de sensibilização para a reciclagem e valorização de resíduos.

Para José Rodrigues, Secretário Nacional para o Ambiente e Sustentabilidade do Corpo Nacional de Escutas, esta campanha “é uma oportunidade de podermos agir e fazer a diferença, ao evitar que milhares de pilhas vão parar à natureza, com um impacto significativo para o seu equilíbrio e sustentabilidade”.

Este tipo de iniciativas de sensibilização é de extrema importância para aumentar as taxas de recolha e reciclagem de resíduos. A campanha vai abranger os 1100 agrupamentos de escuteiros que vão contribuir para a preservação do ambiente, contando já com 107 inscrições.

 

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