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Penalva do Castelo

FPF- Resultados do Campeonato de Portugal- Ronda 22

Ponto precioso do Penalva frente ao líder Gondomar

Jogou-se a ronda 22 do Campeonato de Portugal , com  o líder Gondomar a tropeçar em Penalva do Castelo, ao empatar a uma bola.

Desta forma a luta pela manutenção a ficar sempre em aberto.

Já Mêda a viajar a Amarante e saiu derrotado por duas bolas a zero.

Série B

Leça- Águeda- 1-2

Penalva Castelo- Gondomar-1-1

Paredes- U.Madeira-5-1

Sp.Espinho- FC Pedras Rubras-1-0

Cesarense- Gafanha-0-1

Amarante FC- Sp.Mêda-2-0

Cinfães- AD Sanjoanense 0-3

Lusitânia Lourosa- SC Coimbrões 2-2

Marítimo B-Lusitano FCV

Palestra “ Desertificação do Território- Causas, consequências e soluções ”em Mangualde

Teve lugar uma palestra relacionada com o tema “Desertificação do Território- causas, consequências e soluções”, com iniciativa do Rotary Club de Mangualde, com a oradora  Maria José Roxo (geógrafa, geóloga física, professora…) e uma casa cheia no Auditório da Câmara Municipal.

A mesa era composta pelo Vereador João Lopes,  José Augusto e  Maria José Roxo.

Assim, José Augusto começou por dar as boas- vindas a todos os presentes e a agradecer à Dra. Maria José por ter aceite o convite. Começou por afirmar: Os incêndios de 2017 em Portugal, mataram vidas e devastaram territórios.

Mais ou menos um terço da superfície terrestre corre o risco de desertificação. E a desertificação está presente neste momento no Continente Europeu.

Portugal, Espanha, Itália, França e Grécia em 2005 tinham perdido muitos hectares.

Cinquenta e dois por cento do território português, está em risco de desertificação.Assim a Maria José, vai-nos ajudar a compreender o fenómeno que é a desertificação.

Seguiu então o Vereador João Lopes que frisou: nós optámos por uma vida sedentária e deixamos a vida nómada.

Com a revolução industrial, tivemos a felicidade, de diminuir a morte na natalidade. Com a evolução na medicina.

Houve um aumento demográfico, seguido de estabilização.

Tomas Mouth disse “ Quem trabalha e mata a fome, não come o pão de ninguém, quem come o pão que não ganha, come sempre o pão de alguém.” Tentando ele incutir o controlo da população na escassez de recursos. Há gente a mais no planeta.

Esta vai ser uma palestra interessante, para nos fazer compreender o que é a desertificação, e tentarmos encontrar algumas soluções.

Chegou então o momento da oradora da noite a Dra. Maria José Roxo, que começou por frisar: O fenómeno desertificação é um fenómeno dos mais complexos.

A minha missão hoje aqui, é ajudar -vos a encontrar algumas soluções para esse fenómeno.

A comunicação Social é importante na pesquisa e combate a este fenómeno.

Mais de metade do território português está em risco de desertificação.

A desertificação é algo verdadeiramente definido, algo bastante concreto.

Pode-se dizer que a desertificação, é a degradação do solo, da paisagem, do sistema bio produtivo terrestre, em áreas áridas, semi-áridas e sub-húmidas, resultantes de vários fatores, ainda as variações climáticas e as atividades humanas.

É um fenómeno tremendamente alarmante.O recurso mais ameaçado no planeta é o solo, porque sem solo também não vai existir água.

É um fenómeno complexo, pouco mediático e de difícil perceção.

Cinquenta e dois por cento das terras agrícolas no mundo estão danificados.

Doze milhões de hectares de terra arável e produtiva perdeu-se.

Grande parte da Península Ibérica está afetada com este fenómeno.

Em Portugal, a situação no dia de hoje, é considerada grave.

Não existe desertificação humana nem física, existe despovoamento ou simplesmente desertificação, que é o abandono da terra.

Na desertificação temos os fatores humanos e os fatores naturais.

Quando mexemos numa peça do ecossistema estragamos todo o seu percurso.

Esta degradação no mundo, deve-se á agricultura mal praticada, a industrialização, a sobrepastorícia, a desflorestação, entre outras.

Não há como salvar o planeta, há como salvar o ser humano no planeta.

Nós somos o litoral da Península ibérico, deixemo-nos de falar no litoral ou no interior.

O número de dias de chuva diminuiu, mas a quantidade de chuva aumentou. A precipitação está a aumentar. O grave da situação é que chove menos na Primavera e chove menos no Inverno.

O que mais me preocupa é salvaguardar o património genético.

Os incêndios são catastróficos. Perdemos solo, contamina-se água e perde-se a biodiversidade.

A prática agrícola desajustada é errada.

Algumas soluções são, o uso da água eficientemente, culturas melhor adaptadas, menor utilização de fertilizantes e pesticidas.

Entre 2000 e 2010, trinta e três por cento do solo português encontrava-se já degradado.

Tem de haver biodiversidade no território. Quando está saturado, há que deixar repousar.

A nação que destrói o seu solo destrói-se a ela própria.

A fechar o Presidente do Rotary, José Tomás,agradeceu a Maria José por ter aceite o convite para estar presente nesta palestra, onde explicou a diferença entre desertificação e despovoamento. De nos elucidar sobre as suas causas, suas consequências e também suas soluções.

Diz José Tomás: tememos que este seja um processo irreversível. Porque será catastrófico para todos nós, para os nossos filhos e para os nossos netos.

Que condições de vida vamos deixar às próximas gerações?

Este é sem dúvida um tema que muito nos preocupa.

De seguida, José Tomás deu a vez a assembleia para que tirassem as suas dúvidas com perguntas, que a  Maria José respondeu.

Doces são tema das 7 Maravilhas® em 2019

Candidaturas decorrem até 7 de março. Uma candidatura pode incluir 7 doces.
Catarina Furtado e José Carlos Malato voltam a ser os embaixadores do projeto, enquanto anfitriões das três Galas a emitir no prime time da RTP1 e na RTP Internacional.
Este ano o formato reinventa-se, com Grande Júri, eliminatórias distritais, duas semifinais e uma Grande Final a 7 de setembro.
Depois de eleitas as 7 Maravilhas à Mesa® em 2018, que privilegiou gastronomia, vinhos, azeites e roteiros, chegou a vez de adoçar a boca aos portugueses e colocar em votação das 7 Maravilhas Doces de Portugal®. O tema de 2019 já tem candidaturas abertas, em que pela primeira vez é possível incluir 7 candidatos numa só proposta.
 
As 7 Maravilhas Doces de Portugal foram lançadas hoje, pelas 16h, na Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa. O projeto foi apresentado por Luis Segadães, presidente das 7 Maravilhas, e o formato televisivo por José Fragoso, Diretor da RTP1 e RTP Internacional. Catarina Furtado e José Carlos Malato, apresentadores da RTP, estiveram presentes enquanto embaixadores das eleições 7 Maravilhas. Gonçalo Reis, presidente do Conselho de Administração da RTP, esteve também presente neste evento. Contou-se ainda com a presença de representantes dos Apoios Institucionais do projeto, nomeadamente Antero Jacinto, Presidente do Grupo de Setor da Restauração Tradicional, Ana Paula Pais, Diretora Coordenadora de Formação do Turismo de Portugal e de Miguel Freitas, Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural.
As categorias a concurso são: Doces de Território, Bolo de Pastelaria, Doce de Colher e Doce à Fatia, Biscoitos e Bolos Secos, Doces Festivos, Doces de Fruta e Mel e Doces de Inovação. As candidaturas terminam a 7 de março e são realizadas online, no site oficial das 7 Maravilhas. A grande aposta deste ano é na Inovação à base de produtos endógenos, incentivando ao empreendedorismo local. A tradição, a importância económica, social e cultural dos doces são também critérios preponderantes.
 
A oitava edição das 7 Maravilhas em Portugal® volta a reinventar-se e este ano os candidatos são votados por cada um dos 18 distrito e duas regiões autónomas, com 20 programas de daytime em direto a realizar nos meses de julho e agosto. Haverá nesta fase 7 candidatos por distrito e regiões autónomas, num total de 140 doces candidatos, sendo que de cada programa na RTP sai um pré-finalista que passa às semifinais.
Uma novidade desta edição é a existência de um Grande Júri, órgão de deliberação constituído por 7 figuras do espaço mediático, que será responsável pela da repescagem de 8 candidatos que se irão juntar aos 20 pré-finalistas.
Os 28 pré-finalistas são divididos por sorteio pelas duas semifinais, nos dias 24 e 31 de agosto, dois programas em direto na RTP1, transmitidos em horário nobre. Catarina Furtado e José Carlos Malato voltam a ser os anfitriões e embaixadores das 7 Maravilhas, apresentando as três Galas (duas semifinais e uma Grande Final). Em cada semifinal são apurados os 7 doces, aqueles que tenham mais votos contabilizados. Nesta fase os 7 elementos do Grande Júri assumem grande preponderância, comentando e provando os Doces.
 
A Gala Finalíssima decorre a 7 de setembro de 2019 e será transmitida pela RTP1, em horário nobre. Dos 14 finalistas apurados vão ser eleitos 7 doces pelos portugueses como 7 Maravilhas de Portugal®

AF Viseu – 1ªdivisão zona Norte e Sul

1ª Divisão Zona Norte

Boassas- Campia

Roriz- Oliv. do Douro- 7-0

Os Ceireiros- CD Santacruzense- 5-0

Parada- Alvite- 3-0

Vouzelenses- UD Vilamaiorense- 2-1

Carvalhais- Sezurense- 5-0

lidera : Carvalhais, 35pts

Zona Sul–JORNADA 14

Molelos- Santacombadense- 4-0

Mangualde- Sp.Santar- 4-1

Besteiros FC- Vale de Madeiros- 4-1

Nelas- Moimenta Dão- 1-0

Vila Chã de Sá- Nandufe- 1-5

Cabanas de Viriato- Os Ciências

Lideram:Molelos e Nelas, 36 pts , seguido de Mangualde, 34 pts

 

Resultados do Campeonato de Portugal- Série B

JORNADA 21

SC Coimbrões- Leça 3-2

FC Pedras Rubras- Paredes 2-1

Lusitânia Lourosa- Cesarense 1-0

AD Sanjoanense- Marítimo B 1-1

Gafanha- Penalva do Castelo 2-2

Gondomar- Sp.Espinho 2-0

Águeda- Amarante FC  2-0

U.Madeira- Cinfães 1-0

Lusitano FCV- Sp.Mêda 5-0

Caminho Português de Santiago promovido

A Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal (ERTCP) saúda de forma muito positiva o Decreto-Lei aprovado pelo Conselho de Ministros, que regula a promoção do Caminho Português de Santiago e que visa a certificação dos seus itinerários. Esta medida vem ao encontro do intenso trabalho desenvolvido nos últimos anos pela ERTCP, em conjunto com vários parceiros do território do Centro de Portugal, que se enquadra na perfeição no espírito e na letra do Decreto-Lei agora aprovado.

Com efeito, o trabalho de identificação e valorização dos itinerários do Caminho de Santiago no Centro de Portugal iniciou-se há mais de uma década. Mais concretamente, desde 2007 que na ERTCP se delineou a estratégia de estruturação desta via de peregrinação enquanto produto turístico de grande potencial.

Na região, estão identificados e sinalizados os Caminhos Central, Interior e Nascente e a ligação do Caminho Interior ao Caminho Central.

Em 2014 ficou concluída toda a sinalética do Caminho Central, que, iniciando-se em Lisboa, passa neste território por Vila Nova da Barquinha, Tomar, Ferreira do Zêzere, Alvaiázere, Rabaçal, Conímbriga, Coimbra, Mealhada, Águeda e Albergaria-a-Velha, em direção ao Porto e a Santiago de Compostela. Neste itinerário está já em pleno funcionamento uma importante rede de albergues e pontos de apoio ao peregrino.

O Caminho Nascente está igualmente completamente identificado e sinalizado no Centro de Portugal. O itinerário parte do Alentejo e atravessa o território do Centro de Portugal em Vila Velha de Ródão, Castelo Branco, Fundão, Ferro (Covilhã), Belmonte, Guarda, Celorico da Beira e Trancoso, onde se junta com o Caminho de Torres. Este, começando em Espanha, cruza Almeida, Pinhel e Trancoso, em direção a Lamego, Guimarães, Braga e Santiago.

O Caminho Nascente é de grande importância estratégica, uma vez que constitui um percurso alternativo à Via da Prata, tradicionalmente utilizado pelos peregrinos do Sul de Espanha e que passa por Sevilha, Cáceres e Salamanca. A Via da Prata está hoje saturada, pelo que cada vez mais peregrinos da Extremadura e de Castela e Leão preferem utilizar o Caminho Nascente.

Identificado está também o Caminho do Interior, que parte de Viseu e segue por Castro Daire, Lamego, Vila Real e Chaves, até desembocar na Via da Prata. Em 2015, foi protocolada entre a ERTCP e os municípios, em 2015, a ligação entre o Caminho do Interior e o Caminho Central, havendo inclusivamente uma candidatura ao programa Valorizar, promovida pela Associação Via Lusitana.

Paralelamente, foram e estão a ser desenvolvidas ferramentas de apoio ao peregrino, nomeadamente uma app, guias e mapas, que permitem a plena fruição do Caminho Português de Santiago na região, proporcionando informação geral e prática, bem como informação histórico-cultural.

A região Centro de Portugal tem apostado, de forma assertiva, na qualificação e valorização do Caminho Português de Santiago, em parceria com os Municípios, a Associação Via Lusitana e o Turismo de Portugal. Por isso, a ERTCP reúne todas as condições para avançar com a certificação dos seus itinerários, aguardando o desenvolvimento do processo de organização a nível nacional e disponibilizando-se até para, face aos passos importantes que já foram dados pelo Centro de Portugal nesta área, assumir um papel de região-piloto a nível nacional.

A ERTCP não pode deixar de se congratular com a aprovação do Decreto-Lei, que constitui uma excelente oportunidade para a região e para o país.

Aguiar da Beira recebe peça “O Presente de César “

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Entre 01 de fevereiro e 07 de abril, O Presente de César – Quem vai para o Mar não volta à Terra, um projeto do Teatro Viriato/CAEV para a Rede Cultural Viseu Dão Lafões, será apresentado em nove municípios da região.

Reflexo de um percurso de 20 anos, a programação do Teatro Viriato para 2019 celebra o trabalho de cooperação cultural em rede através da estreia de “O Presente de César – Quem vai para o Mar não volta à Terra”. Uma encomenda e produção do Teatro Viriato/CAEV para a Rede Cultural Viseu Dão Lafões que conta com o texto original de Sandro William Junqueira e a encenação de Giacomo Scalisi. O espetáculo será apresentado, entre 01 de fevereiro e 07 de abril, em nove municípios da região: Penalva do Castelo, Aguiar da Beira, Castro Daire, Mangualde, Viseu, Nelas, Tondela, Sátão e Santa Comba Dão, num total de 27 sessões. A estreia desta peça de teatro culinário aconteceu já nos dias 01 a 03 de fevereiro,  no município de Penalva do Castelo, na Paradores/Casa da Ínsua.

O Presente de César – Quem vai Para o Mar Não Volta a Terra nasce da vontade do Teatro Viriato de voltar a criar um espetáculo intimamente ligado aos modos de vida e aos produtos endógenos da região Viseu Dão Lafões. Esta peça é uma reflexão sobre histórias de vida das gentes desta região, sobre os portugueses e sobre a sua relação com o mar. Conta histórias trágicas de famílias a quem o mar roubou gente, memórias e sonhos, em troca de um sustento, interpretadas por Graeme Pulleyn, Gabriel Gomes e Sofia Moura. “Queremos contar esta história, queremos mesmo contar esta história. Queremos mergulhar fundo nessa realidade tão distante de nós, realidade fantasma que paira no nevoeiro do nosso país, das nossas veias”, salienta o encenador Giacomo Scalisi.

A ação decorre em paralelo com o jantar que será servido à plateia, estando a criação gastronómica a cargo de Rosário Pinheiro. O bacalhau é, neste espetáculo, um prato que se come e o peixe que se pesca longe, a muito custo, sendo o elo de ligação entre a realidade e a ficção. A região Viseu Dão Lafões, o seu património, os seus produtos e as pessoas que a habitam têm um papel fundamental tanto na narrativa, como nos pratos que serão servidos. “Uma metáfora sobre Portugal, que tem lugar na região de Viseu Dão Lafões. É sobre a ideia permanente de que os portugueses têm de se lançar ao mar para conseguir ir mais além e conquistar melhores condições de vida. É sobre as dificuldades do interior, sobre a partida, sobre a perda. O bacalhau na sua relação com o mar estará sempre presente e junta-se às migas, ao mel, ao vinho, à maçã bravo de Esmolfe e à região”, sintetiza a diretora geral e de programação do Teatro Viriato, Paula Garcia.

Durante cerca de dois meses, a cada fim de semana, a peça circulará pelos diferentes concelhos. A reserva e aquisição de bilhetes deve ser feita junto a cada um dos municípios onde o espetáculo será apresentado, à exceção dos Municípios de Viseu e Tondela que disponibilizam as entradas na bilheteira do Teatro Viriato e da ACERT, respetivamente.

Além da valorização do trabalho de cooperação cultural em rede e do património da região através da apresentação do espetáculo em espaços de reconhecido valor histórico; do ponto de vista artístico, este projeto permite ao Teatro Viriato, no âmbito da sua programação, contrariar a dimensão efémera e imediata dos projetos artísticos que não circulam, nem são explorados na sua profundidade e potência. E, simultaneamente, cumprir com a sua missão de desconcentração da sua atividade para outros territórios e de criação de condições para o desenvolvimento do trabalho de artistas fixados na cidade, como o ator e encenador Graeme Pulleyn, Artista Associado do Teatro Viriato e coordenador do K CENA – Projeto Lusófono de Teatro Jovem; e ainda os atores Gabriel Gomes e Sofia Moura, que iniciaram o seu percurso nos projetos de teatro para jovens do Teatro Viriato e prosseguiram a sua formação académica, regressando agora e voltando a instalar-se na cidade.

O Presente de César – Quem vai para o Mar não volta à Terra é uma encomenda e produção do Teatro Viriato/CAEV para a Rede Cultural Viseu Dão Lafões. Resulta do que tem sido uma aposta permanente do Centro de Artes do Espetáculo de Viseu (CAEV), enquanto associação responsável pela gestão e programação do Teatro Viriato, de diversificação das fontes de financiamento do projeto artístico que tem desenvolvido. Ao longo da sua existência, com maior incidência nos últimos anos, o CAEV conseguiu – através de várias candidaturas – atrair um investimento extra ao financiamento regular do Município de Viseu e da Direção Geral das Artes no valor aproximado de 1 milhão e 300 mil euros.

ACERT, Binaural/Nodar, Cine Clube de Viseu, Teatro Regional da Serra de Montemuro e Teatro Viriato são as estruturas de programação e de criação artísticas que integram a Rede Cultural Viseu Dão Lafões que se destina à consolidação de uma programação cultural em rede para o respetivo território, abrangendo os 14 municípios parceiros da Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões (CIM Viseu Dão Lafões). Um projeto financiado no âmbito de uma candidatura da CIM Viseu Dão Lafões ao concurso destinado a Programação Cultural em Rede, cofinanciado pelo Programa Operacional Regional – Centro 2020, com duração de três anos (2017-2019).

Datas e locais de apresentação:

Penalva do Castelo – Paradores/Casa da Ínsua

01, 02 e 03 de fevereiro

Aguiar da Beira – Quinta dos Vilhenas

08 e 09 de fevereiro

Castro Daire – local a confirmar

15, 16 e 17 de fevereiro

Mangualde – Solar do Almeidinha

22, 23 e 24 de fevereiro

Viseu – Solar do Vinho do Dão

1, 2 e 3 de março

Nelas – Mercado Municipal

15, 16 e 17 de março

Tondela – Solar de Vilar

22, 23 e 24 de março

Sátão – local a confirmar

29, 30 e 31 de março

Santa Comba Dão – Solar dos Costas

05, 06 e 07 de abril

Província de A Corunha, convidada da FIT 19

O destino espanhol convidado da sexta edição da Feira Ibérica de Turismo (FIT) que decorrerá na Guarda, entre 2 e 5 de maio, é a Província de A Corunha, na região da Galiza,
Esta participação surgiu depois de conversações no decurso da FITUR – Feira Internacional de Turismo de Madrid, no final do passado mês de janeiro, entre o responsável pelo turismo, deputado Xosé Regueira e o diretor da FIT, Carlos Condesso. A Província irá então participar enquanto destino convidado e desenvolvendo a sua mais recente campanha de promoção territorial sob o slogan “A Coruña – Siempre abierta”.

Recorde-se que a FIT é o maior certame de turismo do Interior do país e o único de âmbito ibérico e que em 2018, na sua 5ª edição, a feira registou a maior participação de sempre com 35 mil visitantes, mais de 500 entidades representadas e a maior área coberta de sempre: 10 mil metros quadrados. O certame ibérico tem a decorrer o período de inscrições até 29 de março. Os interessados em participar podem aceder ao sítio de internet da feira em fit.mun-guarda.pt para consultar o regulamento e aceder às fichas de inscrição.

Resultados do Campeonato de Portugal- Série B

 

20ª jornada

 

Sp. Espinho- U. Madeira- 2-0

Leça – FC Pedras Rubras- 0-0

Cinfães- Gafanha- 4-2

Penalva do Castelo- Lusitânia Lourosa- 1-2

Amarante FC- AD Sanjoanense- 1-1

Lusitano FCV- Gondomar- 1-0

Sp.Mêda- Águeda- 0-6

Paredes- Cesarense- 2-1

Marítimo B- SC Coimbrões- 0-0

 

FPF- Campeonato de Portugal-17ªronda

Decorreu a derradeira ronda da 1ªvolta do Campeonato de Portugal, Serie B, com o Penalva a empatar frente ao Cesarense a uma bola. Já o SC Mêda voltou ás derrotas diante da Sanjoanense, por uma bola a zero.

Maritimo B-Pedras Rubras-1-1

Amarante-Gondomar-1-0

L.Vildemoinhos- U.Madeira-1-0

Penalva do Castelo-Cesarense-1-1

Cinfães-Coimbrões-0-1

Leça- Lusitania FC- 0-2

Sp. Espinho – Agueda-2-1

SC Mêda- Sanjoanense-0-1

Paredes-Gafanha-4-1

 

1ºGondomar-37

2º LusitâniaFC-34

3º L.Vildemoinhos-32

14ºPenalva-21

18º SC Meda-1

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