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Penalva do Castelo

Artigo de opinião–CUIDAR DE QUEM CUIDA

hp_20110209_PorqueEprecisoCuidarDeQuemCuidaNuma sociedade cada vez mais envelhecida, onde impera um aumento significativo das necessidades em saúde dos idosos, devido a doenças crónicas e incapacitantes, emerge como foco de atenção o cuidado informal à pessoa idosa, cuja responsabilidade cabe prioritariamente à família. No entanto, cuidar de quem cuida, além de uma responsabilidade, deve ser uma prioridade de todos nós, enquanto sociedade.

O acto de cuidar surge como um acto inerente à condição humana, na medida em que, ao longo da vida, vamos sendo alvo de cuidados ou prestadores dos mesmos.

MAS, DE QUE FALAMOS QUANDO FALAMOS DE CUIDADORES INFORMAIS?

Cuidadores informais, são pessoas que, sendo familiares ou pessoas próximas, se responsabilizam pela assistência da pessoa idosa no seu dia-a-dia, na promoção da sua qualidade de vida e garantindo que as suas necessidades diárias são satisfeitas. São pessoas que desempenham esta função numa base informal, sem formação profissional prévia ou qualquer vínculo contratual e sem qualquer tipo de remuneração.

O papel do cuidador informal passa por garantir que o idoso, no seu dia-a-dia, consegue alimentar-se de forma adequada, dormir e repousar, gerir adequadamente a sua medicação e vigiar os seus problemas de saúde, que consegue cuidar de si e do seu corpo de forma a manter um quotidiano digno e nas melhores condições possíveis. É, portanto, um papel complexo, não só pela exigência física e emocional que acarreta, mas também pelas alterações que introduz no seu próprio dia-a-dia.

Apesar da maioria das pessoas que desempenham esta função referirem que este é um papel que lhes proporciona um grande sentimento de prestabilidade e satisfação, principalmente quando sentem que o idoso está bem e igualmente satisfeito, é também uma missão de grande cansaço e desalento.

Cuidar de um idoso dependente é uma missão árdua que envolve compromisso e dedicação e, por isso mesmo, não podemos remetê-la para a invisibilidade da esfera privada, como uma função sem relevância social.

Muitas destas pessoas referem frequentemente problemas de falta de apoio e falta de tempo para si próprias. Os sentimentos de solidão, tristeza e depressão são comuns. Muitas têm que recorrer a terapêutica para controlar os sintomas de ansiedade ou para conseguir dormir, e descuidam o seu próprio auto-cuidado ou o cuidado dos seus dependentes (como os seus filhos, por exemplo), em detrimento do cuidado do outro.

OBSTÁCULOS COM QUE SE DEFRONTAM

A política pública de cuidados de saúde tem desenvolvido, ao longo dos tempos e de forma a acompanhar as necessidades expressas, variadas formas de apoio e cuidados aos idosos dependentes. Contudo, em alguns países, nomeadamente em Portugal, a família continua a ser a unidade básica na prestação de cuidados.

Apesar dos cuidados aos mais dependentes estarem largamente institucionalizados, as respostas sociais não são suficientes e, por isso, continua a apelar-se à responsabilidade das famílias pelos seus elementos mais vulneráveis.

A legislação nacional actual, no que concerne aos cuidados continuados, define que são destinatários das Unidade e Equipas da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) as pessoas em situação de dependência funcional, transitória decorrente do processo de convalescença ou outro; de dependência funcional prolongada; pessoas idosas em situação de fragilidade; incapacidade grave, com forte impacto psicossocial; doença severa, em fase avançada ou terminal. No entanto, as enormes insuficiências, sejam elas a falta de camas ou a falta de profissionais, deixam cerca de 90% da população com mais de 65 anos, com baixo acesso a cuidados continuados.

Portugal é, em simultâneo, o país onde existe uma das menores taxas de cobertura de cuidados formais e o país da Europa com maior taxa de cuidados domiciliários informais.

O Estado, não está, portanto, a conseguir garantir as respostas que deveria dar às famílias e às pessoas que por dependência funcional, fragilidade, ou incapacidade necessitam de continuidade de cuidados.

Tendo em conta este cenário, torna-se imperativo cuidar de quem cuida e valorizar o papel dos cuidadores e não ficarmos indiferentes a todo a complexidade inerente ao acto de cuidar.

É fundamental aumentar a consciencialização sobre o contributo significativo dos cuidadores informais para a sociedade, e em particular no contexto do sistema de saúde, serviço social e economia do país.

Garantir, que são dadas condições para que as famílias possam cuidar, em ambiente domiciliário, dos seus ascendentes e descendentes em situação de dependência, que possam gozar dos seus direitos e de apoios específicos que valorizem os cuidados que são prestados pelos mesmos e que, por último, os cuidadores informais não sejam prejudicados nem a nível profissional, nem a nível pessoal.

A importância da elaboração do Estatuto do Cuidador que lhe confira protecção e reconhecimento, torna-se premente, na medida em que se prevê no futuro, um aumento substancial do envelhecimento da população.

*O autor não escreve segundo o acordo ortográfico.

                                                                                                               Por:Rita Amaro, Psicóloga Clínica,C.P.:16527–ISCMFA

Foto:PV

Artigo de opinião – Cápsula de Café, a Inimiga Ambiental

imagesQuando o café veio para Portugal os clientes do café “A Brasileira”, em Lisboa, queixavam-se diariamente que o café era extremamente amargo. O dono do estabelecimento após matutar no assunto, no final do dia de trabalho ao encerrar o estabelecimento, chegou a uma conclusão: colocar um letreiro grande à frente do café com a palavra BICA. Na manhã seguinte um cliente habitual bastante intrigado, com tal letreiro, questionou-o sobre o seu significado. O dono do estabelecimento, após tirar um café e com um sorriso de orelha a orelha, disse-lhe: “Aqui tem o seu cafezinho amigo, mas, por favor, Beba Isto Com Açúcar”. Depois da explicação, ambos sorriram. Assim nasceu a famosa “BICA”.

Nunca fiz, nem pretendo fazer, nenhuma pesquisa aprofundada relativamente à veracidade desta história pois, como foi contada por um grande amigo meu e gostei tanto da explicação, vou considerá-la como uma verdade inquestionável.

Hoje, para além da “BICA”, existem mil e uma maneiras de pedirmos um café. Pode ser, “normal”, “cheio”, “curto”, “pingado”, “sem princípio”, “sem fim”, “sem princípio e sem fim”, “em chávena escaldada”, “em chávena fria”, “com gelo”, “com açúcar”, “sem açúcar”, “cimbalino”, “cafezinho” ou simplesmente “um café, por favor”. Certamente que no seu dia-a-dia se revê numa destas palavrinhas mágicas.

A International Cofee Organization em 2016 estudou o consumo de sacos de café entre 2012 e 2015 no mundo. Olhando para os dados da Europa, deparamo-nos com um consumo de 50,1 milhões de sacos de 60 kg de café. Segundo o mesmo relatório, existiu um aumento de 0,4% do consumo desde 2012 até 2015. Felizmente que estes sacos consumidos não tem todo o mesmo destino, “As Cápsulas”.

Entre comigo numa aventura simples.

Imagine uma empresa com 50 trabalhadores que labora 5 dias por semana e que tem na sua copa uma máquina de café de cápsulas. Destes 50 trabalhadores, 40 bebem café sendo que, 30 bebem 2 cafés por dia e os restantes 10 bebem apenas 1 café por dia. Resumidamente: no final do dia são consumidos nessa empresa 70 cafés (30×2 + 10×1). No final da semana são consumidos 350 cafés (70×5), no final de um mês 1.400 cafés (350×4) e no final do ano 16.800 cafés (1.400×12).

O problema não está no facto de os trabalhadores tomarem café aliás, até existem estudos internacionais que afirmam que o consumo desta bebida ajuda na prevenção do Alzheimer. O grande problema está na quantidade de resíduos produzidos e acima de tudo na grande complexidade da sua reciclagem.
Uma simples cápsula é constituída, variando de marca para marca, por: 1g de alumínio; 4g de plástico e 3g de borras de café. Se cruzarmos estes dados com as cápsulas consumidas anualmente na empresa – 16.800 – obtemos as seguintes quantidades de resíduos produzidos: 16.8 Kg de alumínio, 67.2 Kg de plástico e 50,4 Kg de borras de café. Ficou surpreendido com a quantidade de resíduos produzidos? Agora imagine em todas as empresas e em nossas casas. Bem, até assusta!

Com as formações e as campanhas que nos últimos anos surgiram em Portugal, os trabalhadores das empresas e a população em geral estão devidamente consciencializados e educados para o tema da reciclagem. É verdade que, pela complexidade em separar cada um dos resíduos de uma só cápsula torna-se uma missão impossível e o mais fácil e apetecível é coloca-la “onde calhar”. Tendo consciência que apesar de existirem lojas que aceitam estes resíduos, a grande percentagem destas cápsulas não entram novamente no circuito. Ou seja, não são reciclados.

John Sylvan que inventou as cápsulas K-Cup em 1995, tendo vendido a patente em 1997 à empresa Keurig Greeb Mountain, atualmente “sente-se mal” pelas consequências ambientais causadas pelas cápsulas. Hoje, a polémica em torno das cápsulas está na ribalta depois de ter sido lançada uma campanha intitulada “Kill the K-Cup”, que acusa a empresa de ter produzido cápsulas suficientes para dar a volta à Terra 10,5 vezes anualmente. Veja AQUI.

Infelizmente, em Portugal este é um assunto que não tem sido debatido na praça pública. Não existindo, para já, uma cápsula 100% amiga do ambiente e olhando para o problema de frente, no meu ponto de vista, poderão existir três soluções que surtiram efeitos a curto prazo: 1) fomentar através da comunicação social, numa linguagem simples e acessível, que a cápsula de café, quando não entregue nos locais específicos, a longo prazo, tornar-se-á “inimiga ambiental”, 2) aumentar o iva deste tipo de produtos com o objetivo de minimizar o consumo e 3) como o Estado deve dar sempre o exemplo, através de legislação específica, proibir a utilização de cápsulas de café nas empresas públicas, seguindo assim o exemplo da cidade de Hamburgo, a segunda maior da Alemanha.

Até lá, se beber café na “inimiga ambiental” – a cápsula -, por favor, não se esqueça no final da semana ou do mês, entregar as suas cápsulas em fim de vida nos depósitos das lojas específicas. Caso não exista nenhuma loja por perto, e como último recurso, no ecoponto amarelo.

Bom café ou se preferir, “Boa BICA”.

Este artigo é da exclusiva responsabilidade do autor.

Por:Bruno Costa

Crescimento turístico do Centro de Portugal bateu todos os recordes em 2016

0,O ano de 2016 foi o melhor de sempre para a atividade turística no Centro de Portugal. Os Resultados Preliminares sobre o setor, revelados ontem pelo Instituto Nacional de Estatística, comprovam que a procura pela região centro disparou a nível nacional e, particularmente, internacional.

O destaque dos dados do INE vai para o aumento das dormidas em hotelaria de cidadãos estrangeiros no Centro de Portugal, que cresceram 12,3% – o que ilustra o interesse cada vez maior que a região suscita fora do país. Os cidadãos nacionais continuam, por seu lado, a eleger o Centro como destino, tendo aumentado as suas dormidas em 7,9%. No total global, as dormidas em 2016 no Centro de Portugal registaram um crescimento de 9,74%, ficando muito perto das 5 milhões (4.943.896).

Mais notável ainda é o facto de, no mesmo período, os proveitos terem crescido 13,65% – um valor superior ao aumento das dormidas. Isto significa que o Centro de Portugal está a ser procurado por turistas de maior condição económica, os quais estão a gastar mais na região. No total, as dormidas em hotelaria no Centro de Portugal renderam 228,5 milhões de euros, números muito animadores para os empresários.

Os números não surpreendem Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal (TCP), para quem este é o resultado do esforço que os profissionais do setor, e o próprio TCP, têm desenvolvido para atrair visitantes à região. “Estes números comprovam que a estratégia que definimos é a correta. O Centro de Portugal tem vindo a ganhar espaço como destino na perceção dos turistas, a nível nacional como internacional. É uma região que reúne condições ótimas para ser um destino atrativo, devido à sua grande diversidade de recursos turísticos e possibilidades de visita. É um território singular, único e ao mesmo tempo diversificado, capaz de atrair o turista mais curioso e exigente”, sublinha.

Os diferentes atores do território perceberam-no e mostram ter a vontade e a capacidade para transformar o Centro de Portugal num destino de emoções e experiências diferenciadoras. A região tem vindo a aumentar e a melhorar a sua oferta de alojamento e os resultados começam a ser visíveis. Mas ainda há um enorme potencial de crescimento: isto é apenas o começo”, acrescenta.

Números de dezembro apontam para 2017 ainda melhor

Se restringirmos a análise apenas ao mês de dezembro de 2016, em comparação com dezembro de 2015, verificamos que o crescimento nas dormidas foi de 12,8%. Muito significativo é o facto de o Centro de Portugal ter sido a segunda região com maior crescimento neste mês, apenas atrás do Algarve (13,1%), o que deixa antever um ano de 2017 de grande vitalidade turística para a região.

 

Este número deve-se em grande parte às dormidas de turistas estrangeiros, que cresceram uns impressionantes 18,8% no mês em análise. Novamente, o Centro foi a segunda região com maior aumento neste segmento. Paralelamente, as dormidas de nacionais em dezembro também aumentaram dois dígitos: 10,8% face ao mesmo mês de 2015. Assim como os proveitos, que melhoraram de forma evidente na mesma comparação: 17,6%. O rendimento médio por quarto disponível também cresceu de 13,9 para 15,6 euros.

 

E se o ano de 2016 superou todas as expetativas, 2017 promete ser ainda melhor para o Turismo do Centro. Acontecimentos únicos, como a visita do Papa Francisco a Fátima, em maio, e distinções internacionais – o Centro de Portugal foi eleito pelos agentes de viagens europeus o destino preferido para este ano – são a garantia de que este será mais um ano de enorme crescimento turístico para a região.

 Sobre o Turismo Centro de Portugal:

O Turismo Centro de Portugal é a entidade que estrutura e promove o turismo na Região Centro do país. Esta é a maior e mais diversificada área turística nacional, abrangendo 100 municípios, e tem registado um intenso crescimento da procura interna e externa. É a região a escolher para quem pretende experiências diversificadas, pois concilia locais Património da Humanidade com a melhor costa de surf da Europa, termas e spas idílicos, locais de culto de importância mundial e as mais belas aldeias – sem esquecer a gastronomia e os vinhos de eleição.

Por:TC

Artigo de opinião – Papel do Terapeuta da Fala na Respiração Oral

0tpO seu filho respira pela boca e não sabe o que fazer?

Cada vez mais se observam crianças que respiram pela boca. Este hábito é frequente na infância (cerca de 30% das crianças) e conduz a diversas consequências no crescimento e desenvolvimento global. Uma criança, que apresenta uma respiração oral constante, pode apresentar-se mais agitada, com sonolência diurna, o que pode influenciar os resultados escolares (isto porque o cérebro recebe menor quantidade de oxigénio). Assim, é necessário que exista uma intervenção multidisciplinar com um acompanhamento efetuado por vários profissionais de saúde: otorrinolaringologista, terapeuta da fala, ortodontista, entre outros, dependendo do caso em questão. É extremamente importante que os pais/cuidadores estejam conscientes que quanto mais tarde se deteta o hábito, mais difícil é de o reverter e de diminuir os impactos do mesmo.

O primeiro profissional responsável pela avaliação médica é o Otorrinolaringologista, com o intuito de identificar as causas deste hábito. Antes de consultar o Terapeuta da Fala, é importante descartar a hipótese de uma causa orgânica, que futuramente poderá levar a uma amigdalectomia e/ou adenoidectomia ou ao tratamento farmacológico.

As consequências estruturais e funcionais da respiração oral, muitas vezes, são irreversíveis de forma espontânea. O Terapeuta da Fala é o profissional responsável pela intervenção ao nível da motricidade orofacial e tem como principais objetivos promover a harmonia das funções estomatognáticas (respiração, fala, mastigação, deglutição e sucção), propiciando um equilíbrio miofuncional. Portanto, tem um papel ativo nos casos de reabilitação dos respiradores orais.

Neste seguimento e numa primeira fase, a intervenção foca-se na consciencialização da criança e da família, realçando a importância da respiração oral. Posteriormente, direciona-se para a componente muscular, onde se destaca a correção da tonicidade, da postura e do movimento dos músculos envolvidos nas funções estomatognáticas. É neste sentido que o Terapeuta da Fala pode contribuir para a qualidade de vida destas crianças.

Em jeito de conclusão, ficam algumas ideias de tarefas que as famílias podem efetuar com a criança. Como já foi referido em outras publicações, a intervenção da família é tão ou mais importante que as sessões terapêuticas:

  • Limpar bem o nariz da criança com soro fisiológico;
  • Fazer bolinhas de sabão inspirando pelo nariz e expirando pela boca;
  • Segurar uma espátula entre os lábios ao pintar, fazer um puzzle ou ver um filme.

*É de referir que o artigo aborda as crianças, mas o mesmo sucede quando o público-alvo são os adultos.

Em caso de dúvidas, não hesite em consultar o Terapeuta da Fala. Uma intervenção precoce pode mudar a vida da criança e da família.

Por:Ana Carolina Melo Marques – Terapeuta da Fala na APSCDFA

 

 

 

 

 

Penalva abriu os certames de homenagem ao Queijo da Serra

Decorreu nesIMG_8514te fim de semana, a 26ªedição da Feira Festa do Pastor e do Queijo da Serra, com milhares de pessoas a passar por terras de Castendo, dois dias de grande festa.

Ao longo dos dois dias, estiveram patentes diversas exposições, nomeadamente: produtores/engarrafadores de Vinho “Dão de Penalva”; a FELBA (Promoção das Frutas e Legumes da Beira Alta – Entidade promotora da Maçã Bravo de Esmolfe); Artesanato; Produtos Regionais e Locais em que a trilogia de excelência dos produtos endógenos (Queijo Serra da Estrela, Vinho “Dão Penalva do Castelo” e Maçã Bravo de Esmolfe) se destacou.

IMG_8670 A Festa iniciou no sábado, com a receção as Entidades Oficiais ao som da Banda Musical e Recreativa de Penalva do Castelo.

Na sessão de abertura, foi sublinhada a singularidade desta Feira/Festa, bem como a importância das atividades da pastorícia e da produção artesanal de queijo no desenvolvimento socioeconómico e cultural do concelho.

Usaram da palavra, entre outras entidades presentes, diretora regional de Agricultura e Pescas do Centro, Engª. Adelina Martins; o presidente do Turismo do Centro de Portugal, Dr. Pedro Machado; o presidente da Câmara Municipal de Penalva do Castelo, Sr. Francisco Carvalho e o ministro adjunto, Dr. Eduardo Cabrita.

O Presidente da Câmara Municipal, Francisco Carvalho destacou a crescente qualidade da feira, mas por outro lado a diminuição da quantidade,“…infelizmente a interioridade e falta de rentabilidade deste produto lIMG_8530evam a que algumas pessoas abandonem e não o transmitam às novas gerações”.

Apelou ao ministro adjunto que seja feito “um esforço conjunto” para ser atribuída uma maior verba aos territórios do interior no âmbito do PO SEUR (Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos) para serem aplicados no melhoramento da água e do ambiente. Referiu as sete candidaturas aprovadas para novos sistemas SAR (Saneamento de Águas Residuais) que visam substituir as obsoletas ETAR (Estação de Tratamentos de Água Residuais) que tantos problemas dão às populações.

Anunciou que o Mosteiro do Santo Sepulcro, na freguesia de Trancozelos vai ser transferido “para a esfera do município”. Monumento datado do século VII é o mais antigo da Península Ibérica e vai ser requalificado, neste quadro comunitário. Por último, fez um agradecimento especial, aos que dedicam 365 dias por ano ao trabalho da pastorícia e do queijo.

O ministro adjunto, Dr. Eduardo Cabrito perante várias dezenas de produtores e expositores e várias entidades oficiais elogiou a “iniciativa de afirmação cultural, histórica e dos produtos tradicionais” do concelho penalvense, destacando o queijo Serra da Estrela, a maçã Bravo de Esmolfe e o Vinho do Dão como “tripé de identidade e de potencial económico da região”.

Referiu algumas medidas já aprovadas, como descida do IRC (Imposto Sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas) para investimentos no Interior para 12.5%; a reabertura/reforço de competências de dezenas de tribunais. Salientou que concelhos, como Penalva do Castelo “tem um potencial único no turismo, no agroalimentar, na defesa do património cultural e na atração de novos investimentos”, alertando, todavia, que esses investimentos devem estar atentos às novas tecnologias.

Da parte da manhã, ainda, atuou a Tuna de São Martinho e o Grupo de Cantares de Pindo.

Depois da visita aos stands dos vários produtores e artesãos, teve lugar a tradicional prova de queijo Serra da Estrela acompanhada com néctar genuíno – Vinho “Dão de Penalva”, broa de milho e com uma saborosa e suculenta maçã Bravo de Esmolfe.

A parte da tarde iniciou com a atuação do Rancho Folclórico de Penava do Castelo, seguindo-se a Tuna Realense, Tuna Estudantina de Viseu, Grupo de Cantares de Vila Cova do Covelo, Grupo de Cantares Pena Alba, Associação Rio Côja terminando com a presença do Grupo de Concertinas do Dão.

Em simultâneo, decorreu o programa televisivo “Aqui Portugal”, que durante 6 horas levou o concelho e os seus produtos a todo o mundo, nomeadamente aos locais onde há uma vasta comunidade de Penalvenses.

No domingo, o certame continuou e a animação esteve a cargo do artista Augusto Canário & Amigos que animou as muitas centenas de pessoas que se encontravam no recinto.

Esta Feira/Festa realizada pela Câmara Municipal de Penalva do Castelo teve como finalidade promover a economia local, bem como a divulgação o património, o turismo, a cultura, a gastronomia e outras potencialidades do concelho. O queijo, o vinho e a maçã são o sustento de muitas famílias, nesse sentido o Município dirige todos os esforços para difundir o que de melhor existe e se produz aqui no coração do Dão.

Por:MPC/AP/SP/AM

Mangualde acolheu I Encontro de Traquinas e Petizes em futsal

afvDecorreu em Mangualde, recentemente, o I Encontro de Traquinas e Petizes nos Escalões de Sub-6, Sub-7, Sub-8 e Sub-9, em Futsal.
Participaram neste evento 23 Equipas divididas pelos 4 escalões, com cerca de 100 crianças envolvidas.
Durante todos os jogos, assistiram-se a bons momentos de futsal e viram-se imensas manifestações de alegria e felicidade por parte de todos os envolvidos.
Para o sucesso deste dia, em muito contribuíram a Câmara Municipal de Mangualde e o Gigantes Sport Mangualde.

Por:AFViseu

LUIS SOARES É O NOVO PRESIDENTE DA NACIONAL DOS JOVENS AUTARCAS SOCIALISTAS

00A Juventude Socialista (JS) coloca em marcha a preparação das autárquicas, elegendo como Presidente da Associação Nacional de Jovens Autarcas Socialistas (ANJAS), Luis Soares, atual Presidente da Federação Distrital de Viseu da Juventude Socialista, que irá liderar todo o projeto autárquico a nível nacional.

Realizando-se este ano eleições autárquicas, a escolha do Luis Soares para dirigir esta estrutura assume-se de vital importância no panorama autárquico nacional, cabendo à ANJAS um papel essencial na formação, capacitação e valorização dos atuais e futuros jovens autarcas socialistas do nosso país.

Após a escolha, Luis Soares assume que esta eleição o responsabiliza acrescidamente e que é ”um dos maiores desafios do meu percurso político, em simultâneo com o ser Presidente da Federação Distrital de Viseu da JS. Mas posso garantir que darei o melhor de mim, para que possa fazer aquilo que mais gosto, que é contribuir para o crescimento do nosso país, dos nossos territórios, e sobretudo, para melhoria das condições de vida das nossas populações.”

O atual Presidente da distrital de Viseu dos jovens socialistas tem-se destacado pela defesa constante e intransigente levada a cabo em prol de toda a região do interior do país e das suas populações. Inclusive, é responsável pela elaboração de um conjunto de medidas para o desenvolvimento da região e fixação dos seus jovens, nas áreas da educação, emprego, empreendedorismo, habitação e cultura, que foram aproveitadas pelo atual Governo da República para o Programa Nacional para a Coesão Territorial.

Esta eleição, que recolheu um amplo consenso por parte dos dirigentes nacionais da maior estrutura política jovem do nosso país, surge no seguimento da indicação e apoio do novo Secretário-Geral da JS, Ivan Gonçalves, tendo sido realizada na emblemática Sede Nacional do Partido Socialista (PS), em Lisboa, durante a primeira reunião do novo mandato da Comissão Nacional, órgão máximo da JS entre congressos.

Sobre o mandato que agora inicia, diz o seguinte: “Vamos trabalhar diariamente tendo como principal objetivo a afirmação das ideias e propostas dos jovens socialistas nas próximas eleições autárquicas. Sabemos que a responsabilidade é grande, que o momento assim o exige e que devemos estar à altura dos 40 anos que o nosso país e o PS levam a fazer história no poder local democrático. O legado autárquico que dispomos é grande e motivo de orgulho para todos nós, mas como inconformados que somos, temos a noção que olhando no horizonte, muito ainda há a fazer e a construir para que tenhamos uma sociedade cada vez mais justa e igualitária.

Luis Soares foi ainda eleito nesta reunião como Representante da JS na Comissão Política Nacional do PS e membro do Secretariado Nacional da JS. Ao longo das próximas semanas será conhecida a restante equipa que o vai acompanhar à frente do destino da ANJAS e o plano estratégico que pretendem implementar durante o mandato.

O jovem socialista define, desde já, como prioridades: “O poder local é aquele que de mais próximo lida com os reais problemas das nossas populações e, logo, o que mais as pode aproximar da política e dos políticos. Neste sentido, iremos preparar os jovens socialistas para serem capazes de interpretar e superar os desafios duma sociedade em constante transformação. As pessoas são e serão sempre a nossa grande prioridade.”

E afirma que “os jovens devem assumir o seu papel de protagonistas na definição e construção do futuro das suas freguesias e municípios. Porque esse é o futuro! E o futuro passa por não abdicarmos de uma justa representação dos jovens nas listas, não só pela geração que representamos e a coesão que deve existir, mas sim, por sermos a geração mais qualificada de sempre e ter-se a obrigação de tirar o devido proveito disso, em prol do desenvolvimento do nosso país. É fundamental garantirmos, desde já, o futuro das nossas freguesias e dos nossos municípios com visões irreverentes e inovadoras.”

Prossegue dizendo, “A juventude Socialista sempre esteve na vanguarda das ideias mais progressistas do nosso país e é esse o espírito que queremos também transitar para o poder local.”

Em jeito de conclusão o agora Presidente da ANJAS refere: “Não somos nem mais nem menos que ninguém, só queremos é que nos seja dada a humilde oportunidade de contribuir e fazermos parte das soluções governativas locais, porque a realização de grandes projetos, por vezes, só está à distância de uma simples oportunidade e é essa simples oportunidade que procuramos.”

Por:Anjas

GNR informa—AVISO – Burlas – Falsos funcionários

AVISO

16708665_10154996443147436_5512913978147873445_nEm casa não abra a porta, nem deixe entrar pessoas suspeitas ou desconhecidas, sem ter a certeza de quem são.
Tenha sempre à mão os números de telefone para poder comunicar com alguém, principalmente com a GNR
GNR Fornos de Algodres 271 701 188;

Guarda.271 210 630;

Celorico da Beira–271749020 ;

Gouveia–238 490 708

Fonte:GNR

Aguiar da Beira subiu para 12º no Ranking do Índice de Transparência Municipal

aguiar_da_beiraAguiar da Beira passa assim do 25.º lugar que ocupava em 2015 para o 12.º lugar na avaliação de 2016 agora divulgada no Ranking do Índice de Transparência Municipal, em 2013, ano da primeira avaliação, Aguiar da Beira ocupava a 266.ª posição.

A Câmara Municipal da Aguiar da Beira é desta forma, mais uma vez, a Autarquia do Distrito da Guarda com a melhor classificação no ITM 2016 e a 2.ª melhor ao nível da Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões.

Este estudo mede o grau de transparência das 308 câmaras municipais através de uma análise da informação disponibilizada aos cidadãos nas suas páginas oficiais de Internet.

Fornos de Algodres situa-se na 305ª, Trancoso na 254ª, Penalva do Castelo na 237ª.

O Índice de Transparência Municipal (ITM) promovido pela (TIAC) Transparência, Integridade e Associação Cívica é composto por 76 indicadores agrupados em sete categorias: Organização, Composição Social e Funcionamento do Município; Planos e Relatórios; Impostos, taxas, preços e regulamentos; Relação com a Sociedade; Contratação Pública; Transparência Económico-Financeira e Transparência na área do Urbanismo.

Por:MAB

Unidade de saúde de apoio à demência vai surgir no distrito de Viseu

Header-LogoAs condições financeiras para que a primeira unidade de saúde de apoio à demência do distrito de Viseu possa “finalmente” avançar estão reunidas. Trata-se de uma obra promovida pela Santa Casa de Misericórdia de Penalva do Castelo que vai a concurso já este mês de janeiro, para estar concluída no início de 2018.

Segundo Michael Batista, provedor da Santa Casa da Misericórdia, “o mês de dezembro de 2016 terminou com a garantia da atribuição de um subsídio total de 525 mil euros para as obras de recuperação do antigo Hospital da Misericórdia”. Desse valor, 300 mil euros surgem ao abrigo de uma candidatura apresentada ao Fundo Rainha D. Leonor, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, e 225 mil euros da Câmara Municipal de Penalva do Castelo.

A verba irá ajudar à implementação de uma estrutura residencial de apoio à demência e de um centro de terapia para os utentes e irmãos da instituição. “O restante valor do investimento, no total de cerca de 1 milhão de euros, será suportado pela Instituição, com o apoio e solidariedade de diversos benfeitores e amigos da misericórdia”, disse o provedor.

O espaço irá ter capacidade de resposta para cerca de 19 utentes. Será uma unidade que irá garantir a qualidade de acompanhamento individualizado. O seu interior irá ter em consideração alguns estudos elaborados na área da demência, tais como: utilização de diversas cores; diversas salas de estar; salas específicas de atividades; corredores iluminados e com orientações específicas; gabinete de saúde; salas de reabilitação; sala multiusos; sala de snoezelen; sala de estimulação cognitiva para realização de sessões de snoezelen e grupos de trabalho de estimulação cognitiva até três pessoas de forma a poder ajustar e adequar a intervenção às necessidades específicas de cada utilizador.

A unidade não se destina apenas a ser usada por quem padece de patologias degenerativas como a Doença de Alzheimer mas também por pessoas com doença mental ou com dor crónica, com comportamentos hiperativos, com danos cerebrais e outras situações semelhantes. Pode ainda ser usada pela comunidade, como antídoto ao stress, “mas esta trata-se de uma utilização secundária tendo em conta as outras utilizações que são consideradas prioritárias”.

Momento histórico

Segundo o provedor, é um “momento histórico para a Santa Casa da Misericórdia e para o concelho de Penalva do Castelo, considerando a qualidade e o valor da obra como contributo para a saúde e bem-estar dos cidadãos penalvenses, com a oferta de novos serviços técnicos de apoio numa área sem qualquer resposta social na nossa região”. A Santa Casa da Misericórdia de Penalva do Castelo espera ainda contar com o apoio e a comparticipação da Segurança Social.

Para Michael Batista, “o governo tem de apoiar estas novas respostas para os cidadãos”. No decorrer de 2017 e 2018 serão desenvolvidas diversas atividades de angariação de receitas para a execução da obra, nomeadamente: Festa de São Pedro (29 de junho) e Festa em Honra de Nossa Senhora da Misericórdia (11e 12 de agosto – Vº Festival de Fado

Por:Alzeimer.pt

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