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Penalva do Castelo

Restaurantes de Nelas galardoados

1Decorreu em Viseu, no Teatro Viriato a cerimónia de entrega de galardões do Programa “Selecção Gastronomia e Vinhos Viseu Dão Lafões” tendo os Restaurante Zé Pataco e o Restaurante Real do Hotel Urgeiriça de Canas de Senhorim sido galardoados na cerimónia.

Numa iniciativa promovida pela Associação da Hotelaria Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) com financiamento da Entidade Regional de Turismo do Centro, contou também com a presença de representantes da Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões (CIMVDL), da Câmara Municipal de Viseu e da Secretaria de Estado do Turismo que entregaram no Teatro Viriato em Viseu os galardões a 29 restaurantes de 12 municípios da Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões.

Esta cerimónia contou com a presença da Secretária de Estado Ana Mendes Godinho que elogiou a “resiliência, resistência e humildade” dos empresários presentes e a “capacidade de nunca pararem”. Destacou ainda o facto de os empresários perceberem que “querem ser cada vez melhores e trabalhar com mais qualidade, valorizando o que é nosso, o que é autêntico: que é a nossa gastronomia e os nossos produtos”.

O Município de Nelas fez-se representar pela Vice-Presidente Sofia Relvas que juntamente com os representantes dos Restaurantes Zé Pataco e Hotel Urgeiriça (Restaurante Real), dignificaram a excelente imagem que Nelas possui a nível turístico e gastronómico.

Sobre esta temática, é de salientar que no próximo dia 26 de Janeiro irá decorrer mais uma conferência integrada no Ciclo “Nelas por Vocação: 10 Conferências, 10 Convidados”, no restaurante Zé Pataco, em Canas de Senhorim tendo como convidado o Chef Vítor Sobral.

Por:Mun.Nelas

 

Artigo de opinião–A Importância da Respiração

aop Será a respiração uma função inata com a qual não precisamos de nos preocupar?

A respiração é um processo fisiológico que se dedica à troca de oxigénio e dióxido de carbono com o meio ambiente, pelo que é uma das funções vitais. A respiração nasal, a par da mastigação, favorece o crescimento craniofacial e portanto mantém saudáveis as estruturas orofaciais.

Fisiologicamente, a via nasal é a principal em todo o processo respiratório. O nariz favorece a filtração, humidificação e o aquecimento do ar. Todas estas características são promotoras de um sono adequado, de menores infeções (otites e/ou amigdalites) e de um crescimento facial harmonioso.

A respiração é uma característica tão inata, que por vezes desvalorizam-se alguns sinais atípicos que só uma equipa multidisciplinar (Terapeuta da Fala, Otorrinolaringologista, Ortodontista, entre outros) consegue detetar, avaliar e intervir corretamente, minimizando os impactos na vida das pessoas.

Quando ocorre uma modificação na função respiratória, pode desencadear-se um padrão de respiração oral, que consequentaopiemente desencadeia alterações miofuncionais e também no sistema estomatognático. Este padrão pode causar diversas alterações ao nível da fala (fonética), da linguagem (fonologia), do processamento auditivo e até nas competências cognitivas (atenção e memória).

Apesar de ser muito mais vantajoso efetuar-se uma respiração nasal, a hipertrofia das amígdalas e/ou adenoides, a flacidez dos músculos faciais, a rinite, as alergias respiratórias e o desvio do septo nasal podem alterar o padrão respiratório e torná-lo oral. É preciso salientar que a respiração oral só se torna um problema quando se torna um hábito. Quando se adota constantemente essa respiração, as consequências variam de acordo com a causa do hábito, a idade da pessoa e o tempo de instalação desta alteração. As repercussões podem relacionar-se com alterações na forma e posicionamento de estruturas rígidas (ossos faciais e dentes), na função e posicionamento dos músculos orofaciais e na postura global. Todas as alterações referidas implicam possíveis dificuldades na fala, mastigação e deglutição.

Os respiradores orais evidenciam alguns sinais que podem ser observados, com alguma facilidade, por um profissional especializado. Deste modo, os sinais mais comuns relacionam-se com alterações na fala, alterações na mastigação (sendo esta unilateral), otites frequentes, olheiras, alterações no sono, alterações na postura corporal, face alongada e assimétrica, má oclusão dentária, palato alto e estreito, alterações no paladar e no olfato, lábios secos, flacidez nos músculos da mastigação, cansaço frequente, baba noturna, reduzido rendimento físico e intelectual e tensão do músculo do queixo.

Quando identificar algum dos sinais apresentados deve consultar o Terapeuta da Fala. Quando mais cedo for identificada a causa deste hábito, melhores serão os resultados obtidos na terapia. Não se esqueça que a intervenção precoce é a chave de um maior sucesso na intervenção!

No próximo mês fique a saber o que deve fazer caso o seu filho apresente uma respiração oral e qual é o papel do Terapeuta da Fala nestas situações!

Um Feliz 2017 a todos os leitores! Que este ano seja tão bom ou melhor que no de 2016 !

Por:Ana Carolina Marques- Terapeuta da Fala na APSCDFA

Artigo de opinião – Almaraz – O barril de pólvora?

(Por:Bruno Costa)

1525594_715250398500024_1212269316_nEm 2006, fiz um trabalho para uma disciplina do curso de Engenharia do Ambiente sobre os pontos positivos e negativos da energia nuclear em Portugal. Nessa altura, que não foi assim há muitos anos, tinha uma imagem que o nosso país teria mais pontos positivos do que negativos na implementação de uma central nuclear. Pensava eu que o nosso país teria; 1) uma energia mais barata face ao “ouro negro”, 2) aumentaríamos a competitividade e por consequência 3) as contas públicas do país, sem nunca ter olhado em detalhe, nessa altura, para os muitos pontos negativos existentes, como é exemplo disso o risco de acidente por falha humana e/ou técnica.

Felizmente que o ser humano está em constante evolução e, dois anos depois, a tomar um cafezinho, tive a feliz ideia de trocar impressões com um professor de curso sobre o assunto, o que fez alterar a minha visão e acicatar a minha curiosidade sobre o tema.

Hoje, mais maduro e com as ideias mais arrumadinhas, congratulo-me que as políticas energéticas que Portugal traçou nos últimos anos tenham ido ao encontro da energia renovável ao invés da energia nuclear. Admito, de uma forma intuitiva, que a estratégia seguida para as energias limpas – eólica, hídrica e solar – tenham sido um pouco mais dispendiosas para o erário público mas, com toda a certeza, prefiro pagar impostos para a produção de uma energia limpa do que contribuir para o financiamento de um barril de pólvora.

almaraz

Foto:Eco.com

Lembram-se do desastre catastrófico ocorrido Chernobil – abril/1986 – e em Fukushima – março/2011? É aqui que entra a famosa e triste história da central de Almaraz tão falada nos últimos dias.

Almaraz é uma central nuclear em Cáceres (Espanha) que fica situada junto ao Rio Tejo e faz fronteira com os distritos de Castelo Branco e Portalegre. Foi construída em 1972 e entrou em funcionamento no início de 1981. Há 36 anos.

É de conhecimento público, depois de uma fiscalização do Conselho de Segurança Nuclear, que passados estes anos todos as instalações da central nuclear estão completamente antiquadas e com graves problemas de segurança, semelhantes aos ocorridos na Central de Fukushima.

Nos últimos anos ocorreram mais de 55 incidentes quer por falha técnica quer por falha humana, tais como; 1) corrosões e ruturas das tubagens, 2) fugas gasosas e de água, 3) paragens forçadas ou 4) falhas nos sistemas de refrigeração dos reatores. Adicionando a estes pontos o facto da potência instalada na central ser igual a 2.093 MW, ou seja, uma bagatela comparada com a produção elétrica total de Espanha – 100.000 MW -, estão reunidas as razões suficientes para o encerramento da arcaica central.

Como verificado, para além de não ser fiável e estar obsoleta, cada ano que passa o risco de catástrofe para Portugal e Espanha aumenta logo, estou completamente em desacordo com o alargamento até 8 de junho de 2020 da licença por parte das entidades Espanholas.

Para além de não conseguirem constatar os factos anteriores, a vizinha Espanha, à semelhança de outros países da Europa, olha para Portugal de uma maneira rude e autoritária tendo-se esquecido que para a construção de uma aterro para este tipo de resíduos, as leis comunitárias, obrigam à existência de uma avaliação de impactos ambientais transfronteiriços!

Sei que os “nuestros hermanos” querem ver os resíduos nucleares o mais longe possível de Madrid. Nós, aqui em Portugal, não queremos um rio Tejo, que entra pela linda localidade de Vila Velha de Ródão e desagua em Lisboa, inundado de radiações provocando uma catástrofe nacional e geracional, semelhante a Chernobil e Fukushima.

Face ao exposto, apelo ao Sr.º Ministro do Ambiente, João Matos Fernandes, que reúna todos os esforços e diligências necessárias junto das entidades competentes para parar este barril de pólvora e, continuar a acautelar o interesse nacional perante todas as fontes de poluição, sejam eles hídricas ou atmosféricas. Desejo com isto que, sejamos preventivos neste caso como fomos em 1986 quando eles, os vizinhos, nos ameaçaram que enterrariam os resíduos nucleares junto ao Douro internacional.

Desafio: A Comunidade Europeia deveria criar, com urgência, 1) uma regulamentação para calendarizar o fecho das centrais nucleares e 2) programas de sensibilização na sociedade intitulada “Sejamos ativos hoje para não sermos reativos amanhã”. Pois, em meu entendimento, é sempre preferível colocar em primeiro lugar a segurança e a saúde pública do que andarmos a jogar à roleta russa.

Acredito que a Comissão Europeia irá atuar em conformidade com as Diretivas Europeias definidas. Se isso não acontecer?

Bem, se isso não acontecer e for católico, reze, reze muito. Se tiver outra religião, reze, reze muito.

Feira Ibérica de Turismo (FIT) decorre de 28 de abril a 1 de maio

16002851_1807164596219252_5819131946303632210_nA edição deste ano 2017 da FIT – Feira Ibérica de Turismo, que vai ter lugar de 28 de Abril a 1 de Maio na cidade da Guarda, será a quarta ,cujo mote é o turismo sustentável para o desenvolvimento.

Para este ano, o País convidado vai ser Moçambique, a exemplo do que sucedeu em 2016, que foi o Brasil o convidado.
A Estremadura será a região espanhola convidada para também mostrar as suas culturas.

As inscrições também já abriram e vão decorrer até dia 28 de Março.

Em suma, uma aposta ganha desta região, dado que neste certame, são muit16105844_1807234086212303_5391746291189908193_nos milhares os visitantes que diariamente passam pela FIT-Guarda.

Por:António Pacheco—Foto:FIT

 

 

Mangualde aposta na coesão territorial tornando-se mais forte e competitivo

cmmpcConsciente da importância da cooperação entre municípios para o desenvolvimento das populações, A Câmara Municipal de Mangualde assinou nesta quinta-feira, 12 de janeiro, um Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências com a Câmara Municipal de Penalva do Castelo e a Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões. Esta assinatura surge no âmbito da requalificação da Estrada Municipal 604 que liga a Estrada Nacional 309-1 à freguesia de Germil, no concelho de Penalva do Castelo. Na cerimónia, que se realizou na sede da Junta de Freguesia de Germil, marcaram presença o Presidente da Câmara Municipal de Mangualde, João Azevedo, o Presidente da Câmara Municipal de Penalva de Castelo, Francisco Carvalho, e o Presidente do Conselho Intermunicipal Viseu Dão Lafões, José Morgado Ribeiro.

Para João Azevedo este é o primeiro sinal da coesão territorial, «tratando-se do primeiro momento em que a comunidade intermunicipal dá um sinal de que efetivamente vivemos numa região, numa comunidade que tem objetivos comuns, que é o desenvolvimento deste território para que possamos criar condições competitivas para que as pessoas possam ficar cá e que tenham esperança naquilo que é o emprego, a coesão territorial, a oferta de serviços e a comunidade». Reforçando, «nós temos que passar das palavras aos atos. Não podemos andar em vários fóruns de discussão, em vários momentos de intervenção a falar sobre a intermunicipalidade e só falarmos dela, mas não atuarmos. Só com a junção de ideias e com o esforço coletivo se consegue um território mais forte e mais competitivo».

É com base neste conceito que o autarca relembra que «foi assim que surgiu o projeto desta estrada que agora vai ser trabalhada pela comunidade intermunicipal. Vai ser organizado o seu projeto administrativo para que depois possamos ter, nos próximos meses, uma estrada que seja digna para todo este território e não só para Germil». Enaltecendo que «esta obra não vai facilitar os 99% dos utilizadores, vai facilitar uma região». Neste sentido, «através da cooperação entre municípios, surgirão outros projetos conjuntos que permitirão o desenvolvimento dos produtos locais. A relação entre Penalva do Castelo e Mangualde não passa só pela estrada de Germil. Passa por muito trabalho conjunto de ambos, de solidariedade, de esforços coletivos, de trabalho conjunto, de projetos em conjunto. Foi assim a história, é assim a história que vai ficar para o futuro, é assim a história que marcamos esta noite».

Na sua intervenção, o edil mangualdense deixa ainda a promessa de que «vamos ter nos próximos meses projetos para o desenvolvimento dos produtos endógenos dos concelhos de Mangualde, Penalva, Nelas e outros aqui à volta». «A comunidade intermunicipal vai ter aqui um papel decisivo naquilo que é o desenvolvimento do território das áreas de desenvolvimento económico. Portanto, se trabalharmos em conjunto e se tivermos a ideia do que queremos para os nossos concelhos, certamente teremos nos próximos anos uma região mais forte, uma comunidade mais forte e concelhos mais fortes» concluiu.

Por:Mun.Mangualde

Artigo de opinião – Alterações Climáticas – As peças de xadrez

climate-change_650x488_61439352812-650x450O meio ambiente tem no poder decisivo e regulatório as suas figuras principais, ficando para segundo plano o cidadão comum que, sendo fundamental, é colocado em grande medida de lado.

Tenho por hábito comparar o meio ambiente a um jogo de xadrez – muito estratégico, muito tático, imprevisível e acima de tudo a não depender do fator sorte.

Num tabuleiro de xadrez para além das figuras principais e teoricamente mais fortes – torre, cavalo, bispo, rei e rainha – existem as figuras secundárias mais frágeis e por vezes desprotegidas – os peões. O meio ambiente tem no poder decisivo e regulatório as suas figuras principais, ficando para segundo plano o cidadão comum que, sendo fundamental, é colocado em grande medida de lado.

No peão, ou melhor, no cidadão comum existe uma faixa geracional importante que poderá ajudar a alterar o rumo das alterações climáticas, para isso, basta não ser derrubado às primeiras jogadas. Para evitar tal acontecimento trágico é essencial que o poder decisivo, local e/ou nacional, os insira na discussão e na decisão final.

Na minha ótica, não basta o poder decisivo expelir no seu discurso diário os chavões já conhecidos, como são exemplos; 1) “prefiram os transportes públicos”; 2) “andem mais a pé e evitem o transporte pessoal”; 3) “consumam produtos biológicos”; 4) “comprem produtos amigos do ambiente”; 5) “façam a separação dos resíduos em casa”; 6) “plantem árvores”, 7) “poupem energia” mas, para além destes “chavões” importantes, é necessário incentivar as novas gerações a não emigrarem e proporcionar-lhes condições de inserção na discussão pública para que, todos juntos, possamos contribuir para um ambiente mais saudável e, consequentemente, mitigar as causas das alterações climáticas.

Desafio: Porque não criar grupos de trabalho, com os “peões”, em juntas de freguesias, câmaras municipais, associações ambientais, escolas secundárias, universidades e empresas com o objetivo de permutar ideias sobre as alterações climáticas?

Como já constataram, uma das minhas preocupações para o ano de 2017 – ao contrário de Trump – são as alterações climáticas, uma das maiores ameaças ambientais, sociais e económicas que o planeta e a humanidade enfrenta nos dias de hoje. Tenho consciência que a adaptação far-se-á de forma lenta e ao ritmo das necessidades, mas o ser humano tem uma enorme capacidade de adaptação e, à medida que as alterações climáticas a isso o obriguem, ele adaptar-se-á.

Tive a sorte que a minha namorada, neste Natal, brindou-me com o novo livro da Luísa Schmidt, intitulado “Portugal: Ambientes de Mudança”, que faz um retrato ambiental do nosso país nos últimos 25 anos. Das páginas que já tive o prazer de ler, congratulo-me que as ideias principais da autora vão ao encontro das diferentes ideias que tenho vindo a arrumar e a aperfeiçoar ao longo dos últimos anos: Preocupação, Educação, Interesses e Políticas.

A nível mundial, o novo secretário-geral da ONU, o nosso António Guterres, no seu discurso de tomada de posse, no dia 12/12/2016, afirmou que o combate das alterações climáticas irá ser “imparável”, o que, para alterar mentalidades despreocupadas, é certamente uma boa jogada de uma figura principal no nosso tabuleiro de xadrez.

Por cá, Portugal, num passado não muito longínquo, deu sinais da sua preocupação ao querer minimizar as emissões de CO2, como foram algumas das medidas já implementados de elevado efeito prático, das quais destaco 1) a aposta nas energias renováveis – em 2016, foram responsáveis por cerca de 57% do consumo de eletricidade e ainda houve exportações e 2) a aposta na diminuição da produção de resíduos, através da educação e sensibilização ambiental – aqui destaco o papel das escolas e da sociedade ponto verde.

Mas isto não chega. Para complemento das boas práticas, está na altura de melhorarmos ainda mais a temática, dando voz ativa às novas gerações preocupadas. É importante elas deixarem de ser meros peões num tabuleiro gasto de xadrez.

Jorge Palma, na música “A Gente Vai Continuar” afirma; “o sistema é antigo e não poupa ninguém” … será mesmo assim?
Se temos dos jovens mais bem qualificados da Europa, com conhecimentos acima da média e sem vícios do “sistema”, porque não começar a ouvi-los? Porque não renovar as peças de xadrez desse tabuleiro gasto pelo tempo?

Num jog1525594_715250398500024_1212269316_no de xadrez, por vezes, o peão faz xeque-mate ao rei.

Por:Bruno Costa

Foto:CEO Lusófono

AFViseu- Resultados da Divisão de Honra-14ªronda

AF Viseu5Uma igualdade entre os primeiros Ferreira de Aves e Sampedrense, a uma bola, com o líder a manter distancias, apena s Penalva do Castelo se chegou, face ao triunfo difícil perante o vizinho Roriz, por quatro bolas a duas.

O Mangualde a golear o Canas de Senhorim por cinco bolas a uma.

Por:zero zero

08/01 Canas Senhorim 1-5 Mangualde FG
Sampedrense 1-1 Ferreira de Aves FG
Silgueiros 2-2 Resende FG
SC Lamego 0-0 ACDR Lamelas FG
Castro Daire 0-0 Carregal do Sal FG
Tarouquense 0-2 Sport Clube Paivense FG
Sátão 1-0 Oliv. Frades FG
Penalva Castelo 4-2 GDC Roriz FG
Classificação
P J V E D GM GS DG
1 Ferreira de Aves 31 14 9 4 1 21 9 +12 a
2 Sampedrense 26 14 6 8 0 17 7 +10 a
3 7 Penalva Castelo 24 14 7 3 4 23 19 +4 a
4 8 Carregal do Sal 23 14 6 5 3 19 13 +6 a
5 7 Mangualde 22 14 6 4 4 17 13 +4 a
6 8 Resende 22 14 6 4 4 23 13 +10 a
7 8 GDC Roriz 21 14 5 6 3 20 17 +3 a
8 7 Sátão 21 14 6 3 5 22 17 +5 a
9 8 ACDR Lamelas 21 14 6 3 5 20 17 +3 a
10 8 Silgueiros 21 14 6 3 5 19 17 +2 a
11 7 Sport Clube Paivense 20 13 5 5 3 9 6 +3 a
12 8 Castro Daire 19 14 5 4 5 20 18 +2 a
13 SC Lamego 17 14 5 2 7 23 24 -1 a
14 Tarouquense 8 14 2 2 10 13 26 -13 a
15 Oliv. Frades 7 13 2 1 10 7 22 -15 a
16 Canas Senhorim 1 14 0 1 13 7 42 -35 a

Aguiar da Beira e Penalva do Castelo vão ter em 2017, loja do cidadão

articleNovas lojas do cidadão vão abrir em Portugal, neste novo ano de 2017, assim estão previstas abrir 18 novos balcões e mais 35 em 2018 e 2019.

Este ano, vão ficar em funcionamento, um terceiro espaço em Lisboa e as lojas de Abrantes, de Aguiar da Beira, de Alcobaça, de Alvaiázere, da Batalha, de Carregal do Sal, de Castelo de Paiva, de Nelas, de Pedrógão Grande, de Penalva do Castelo, de Pombal, de Ribeira de Pena, de Sátão, de Algueirão/Mem Martins (Sintra), de Torres Vedras, de Valpaços e de Vila Velha de Ródão.

Com instalação prevista para 2018 e 2019 estão as lojas de Alenquer, de Ansião, de Bombarral, de Boticas, de Cadaval, de Caldas da Rainha, de Castro Daire, de Chaves, de Fafe, de Guimarães, de Leiria, de Lourinhã, de Mação, de Marco de Canaveses, de Mêda, de Mondim de Basto, de Montalegre, de Mortágua, de Óbidos, de Oliveira de Frades, de Penacova, de Santiago de Cacém, de São João da Pesqueira, de Seixal, de Queluz, de Sobral do Monte Agraço, de Sousel, de Tondela, de Torres Novas, de Vendas Novas, de Famalicão, de Vila Nova de Paiva, de Vila Pouca de Aguiar, de Vila Real e de Vouzela.

O Governo determina que os novos equipamentos terão de integrar, pelo menos, dois dos seguintes serviços públicos: Segurança Social, Autoridade Tributária e Aduaneira e Instituto dos Registos e Notariado.

As lojas do Cidadão deverão ter balcões que “permitam o atendimento ocasional por serviços públicos não sedeados na loja”.

 

 

 

 

 

 

Artigo de opinião–Durmo as 8 horas indicadas e ando sempre com sono

aopA sonolência diurna é uma das principais causas de acidentes de viação e no trabalho. Esta nem sempre é devida a noites “dormidas à pressa” nem a patologia psiquiátrica. A Síndrome da apneia obstrutiva do sono (SAOS) é uma doença muito comum, estimando-se que cerca de 4% dos homens de meia-idade sofrem desta doença.

A SAOS consiste numa obstrução das vias respiratórias durante o sono. Esta obstrução leva a um despertar momentâneo, que na grande maioria das vezes o doente não se recorda no dia seguinte. Os múltiplos despertares fazem com que o sono não seja reparador, causando sonolência diurna.

As consequências desta doença podem ir desde a simples mas perigosa sonolência durante o dia ao desenvolvimento de doenças como a hipertensão, depressão e alterações cognitivas.

O tratamento desta doença baseia-se numa primeira fase numa diminuição do peso, restrição do consumo de bebidas alcoólicas e de toma de sedativos, podendo ser necessário em casos resistentes o uso de um dispositivo que ajuda a manter as vias aéreas permeáveis durante a noite, o CPAP (continuous positive airway pressure)

Por:Pedro Oliveira—–afetivamente.blog

Operação Ano Novo da GNR em curso

15697929_1118286788269039_2465171740594680302_nA Guarda Nacional Republicana (GNR) intensifica, a partir desta sexta-feira, 30 de dezembro, e até ao próximo dia 2 de janeiro, o patrulhamento e a fiscalização rodoviária nos itinerários de e para os locais associados às festividades do Ano Novo, bem como a presença física nesses locais, com o objetivo de reforçar a segurança e prevenir a ocorrência de acidentes rodoviários.

Por:GNR

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