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Aguiar da Beira

Momentos de leitura no centro de saúde em Aguiar da Beira

Em Aguiar da Beira, a Biblioteca Municipal, em parceria com o Centro de Saúde local, disponibilizam um novo espaço/serviço que contempla atividades de animação do livro e da leitura para as crianças que se deslocam ao Centro de Saúde, diariamente, durante o seu horário de funcionamento.
Nesta terça-feira, durante a manhã, realizou-se a hora do conto.
Ler é um melhor remédio.

Por:MAB

“Liga BomFutebol”, um campeonato de Bombeiros

Vai surgir em breve, uma nova competição no Distrito da Guarda, a “Liga BomFutebol”, um campeonato de futebol entre todos os Bombeiros do distrito da Guarda.

Para já foi assinado o protocolo entre a Associação de Futebol da Guarda e a Federação Distrital dos Bombeiros, ainda com a sintonia da FPF.

Amadeu Poço e Paulo Amaral selaram o acordo e a formas e regulamentos da competição estão já a ser elaboradas para dentro em breve ser apresentado oficialmente.

Foto:AFG

 

 

GNR-Aguiar da Beira – Detidos por exercício ilegal de segurança privada

O Comando Territorial da Guarda, através do Núcleo de Investigação Criminal de Gouveia, no dia 5 de Janeiro, deteve dois homens, de 41 e 37 anos, pelo exercício e contratação de serviços ilegais de segurança privada e posse de arma de fogo em estabelecimento de diversão noturna, na localidade de Aguiar da Beira.

No âmbito de uma ação de fiscalização realizada num estabelecimento de diversão noturna, os militares verificaram que um homem se encontrava a exercer funções de segurança privada, sem que para tal tivesse a licença necessária, o que resultou na sua detenção.

Na sequência da ação, o proprietário do estabelecimento foi detido por ter na sua posse uma pistola de calibre.32, num espaço de diversão, e pela contratação de serviços ilegais de segurança privada. A arma de fogo acabou por ser apreendida.

Os detidos foram presentes neste, dia 7 de janeiro, ao Tribunal Judicial da Guarda, tendo sido aplicada, a ambos, a medida de coação de termo de identidade e residência.

Esta ação contou ainda com o apoio do Posto Territorial de Aguiar da Beira.

Resultados da 13ªjornada do Campeonato Distrital da 1ªdivisão

AD São Romão- Desportiva do Soito 1-0

SC Sabugal- Trancoso 0-4

Aguiar da Beira- SC Celoricense 5-1

Ginásio Figueirense- Os Vilanovenses 4-1

CD Gouveia- Manteigas 0-1

Estrela Almeida- Vilar Formoso 2-1

Vila Cortez- Fornos de Algodres 4-4

 

AFG – Gouveia vencedor do Torneio de Abertura de Juniores

Face ao número reduzido de equipas inscritas no escalão de juniores, a Associação de Futebol da Guarda organizou uma prova de abertura, com o Gouveia a ser o grande vencedor.

Assim na tarde deste sábado, o Gouveia venceu no Farvão a turma dos Pinhelenses por uma bola a zero e venceu esta prova inicial.

Resultados:
 D. Trancoso 2 – 0 S C. Meda
CD Gouveia 1 – 0 U.D.Os Pinhelenses
NDS 8 – 0  Aguiar Beira
1ºGouveia-22pts
2ºTrancoso-15pts
3ºNDS–12pts
4ºA.Beira-11 pts

5ºPinhelenses-8tts

6ºSC Meda – 1pt

MENSAGEM DE ANO NOVO do Bispo da Diocese de Viseu

Neste inicio de Ano 2019, o Bispo D.António Luciano deixou uma mensagem:

 

Iniciamos o novo Ano de 2019 com as bênçãos de Deus, porque o “Senhor abençoará o seu povo na Paz”. Com a proteção de Nossa Senhora, com o título de Santa Mãe de Deus e Rainha da Paz, que a humanidade tenha um Ano próspero e com paz para todas as nações. Que Maria faça de cada um de nós verdadeiros construtores da paz. Que acabem as guerras, as divisões, os conflitos, as desigualdades e que o mundo em que vivemos se torne um mundo pacífico, como nos ensinam as bem-aventuranças: “Felizes os construtores da paz”. Que a paz se construa no nosso coração, na nossa casa, nas nossas famílias, nas nossas comunidades e em todas as estruturas de responsabilidade do nosso mundo.
Que acabem as guerras, que se construa o verdadeiro diálogo entre as pessoas e os povos e que a humanidade seja uma comunidade de respeito, de verdadeira liberdade, responsabilidade e tolerância. Só de mãos dadas e coração renovado construiremos um mundo novo onde a paz se torne um imperativo ético. Que Deus tenha compaixão de todos nós, dos cristãos perseguidos, dos homens e mulheres vítimas da violência, do ódio, da perseguição, deslocados e longe das suas terras ou sem o aconchego e afeto das suas famílias e das pessoas que lhes querem bem.
Para todos, desejo um ano com muita esperança, muita paz e com respostas positivas aos problemas sociais que mais afligem as pessoas do nosso tempo.
Como nos lembra o Papa Francisco: “A boa política está ao serviço da paz”. Nesta mensagem para o Dia Mundial da Paz, continua: “A política pode tornar-se verdadeiramente uma forma eminente de caridade, sempre implementada no respeito fundamental pela vida e pela liberdade e a dignidade das pessoas”.
Convido os cristãos a rezarmos pelos nossos políticos e governantes, para que eles procurem o maior bem dos cidadãos, promovam a justiça e contribuam, com empenhamento humano e social, para a construção da paz.
Ao olhar para as necessidades, desigualdades e fragilidades do nosso mundo, no horizonte de tantas possibilidades inovadoras, vejo as vulnerabilidades de “250 milhões de migrantes no mundo, dos quais 22 milhões e meio são refugiados”, como lembra o Papa Francisco. Neste vasto mundo que é a “Aldeia Global”, vislumbro os nossos doentes, os nossos reclusos, os mais abandonados e excluídos da nossa sociedade. Tanta gente marginalizada e explorada, tanta violência, tanta falta de paz, tantas famílias a estender a mão e a reclamar a “Alegria do Evangelho” na partilha, na solidariedade, no bem comum.
Com um coração grande e um olhar “Missionário”, proponho a todos um caminho marcado pela fé, pela esperança e pelo amor, numa dedicação, ternura e igualdade para todos, com especial atenção às periferias, às exclusões, onde devemos levar a solicitude de Cristo, o Bom Pastor, o bom Samaritano da humanidade fragilizada e sofredora. Que o Filho de Maria, o Príncipe da Paz, conceda a todas as pessoas de boa vontade a paz e a concórdia tão desejada no nosso mundo.
No nosso agir pastoral, sejamos construtores de um caminho de paz, no progresso social, no desenvolvimento sustentável para todos, na promoção de uma economia de inclusão, favorecendo a todos e introduzindo-os numa nova aprendizagem do amor. Na proximidade com as pessoas, façamos uma verdadeira peregrinação cristã, humanista e de valores de cidadania que nos conduza à verdadeira civilização do amor.
Na busca da dignidade do trabalho humano e da alegria de repartir o pão para todos, respeitemos os Direitos fundamentais da pessoa humana, promovendo os seus valores, o seu respeito e a sua dignidade.

VOTOS DE UM FELIZ E ABENÇOADO ANO DE 2019!

+ António Luciano dos Santos Costa,
Bispo de Viseu

Quercus contesta abate de árvores junto de estrada nacional em Trancoso

O Núcleo Regional da Guarda da Quercus – A.N.C.N. e a Associação de Proteção da Natureza do Concelho de Trancoso tiveram conhecimento do abate de árvores centenárias autóctones que rodeiam a Estrada Nacional EN 226 entre Trancoso e Ponte do Abade, o qual está a gerar críticas devido à destruição do importante património natural.

Na última semana uma empresa contratada pelas Infraestruturas de Portugal, tem estado a cortar árvores junto da EN 226 entre Rio de Mel e Trancoso, nomeadamente freixos e pinheiros-bravos em bom estado sanitário, sem que se vislumbre o motivo.

A Quercus questionou de imediato a Infraestruturas de Portugal tendo sido informada que a intervenção em curso decorre no âmbito das limpezas das faixas de gestão de combustível e em conformidade com a legislação em vigor, estando, contudo, a aguardar mais esclarecimentos.

Na base está uma legislação desajustada da realidade, o Sistema Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios, estabelecido pelo DL n.º 124/2006, entretanto alterado mais recentemente pela Lei n.º 76/2017, de 17 de agosto, a qual prevê que nas faixas de gestão de combustível exista uma distância de copas de 4 metros entre as árvores. Entretanto, foi aprovado o DL n.º 10/2018, de 14 de fevereiro, que alegadamente clarifica os critérios para as faixas de gestão de combustível, onde acresce que os eucaliptos e pinheiros-bravos tem que ter as copas afastadas 10 metros, o que é uma incoerência em termos técnicos, segundo diversos especialistas.

No caso das faixas de gestão de combustível junto das estradas, a largura são 10 metros, pelo que para cumprir esta legislação teria que ser feita uma razia que aumentava a desflorestação do País, apesar da contestação social.

No caso da EN226, a maioria dos terrenos que confrontam com a estrada são agrícolas, com pastagens, pelo que nem existe a continuidade com povoamentos florestais que aumentasse o perigo de incêndio.

A Quercus já alertou o Governo para a necessidade de alterar a legislação referida e espera que as Infraestruturas de Portugal terminem esta ação bárbara para que no futuro possam promover a gestão do arvoredo de forma sustentável e coerente.

Resultados do Campeonato Distrital da 1ªDivisão

Jornada 11

AD São Romão- Os Vilanovenses 2-0

Desportiva do Soito- SC Celoricense 1-2

Aguiar da Beira- Vilar Formoso 2-0

Ginásio Figueirense- Manteigas 2-0

CD Gouveia- Trancoso 0-1

Estrela Almeida- Fornos de Algodres 1-3

Vila Cortez- SC Sabugal 3-0

 

Avisos da Semana e Liturgia 3ºdomingo do Advento Ano C

O tema deste 3º Domingo pode girar à volta da pergunta: “e
nós, que devemos fazer?” Preparar o “caminho” por onde o Senhor vem significa questionar os nossos limites, o nosso egoísmo e comodismo e operar uma verdadeira transformação da nossa vida no sentido de Deus.
A primeira leitura sugere que, no início, no meio e no fim desse
“caminho de conversão”, espera-nos o Deus que nos ama. O seu amor não só perdoa as nossas faltas, mas provoca a conversão, transforma-nos e renova-nos.

16-12-2018

Daí o convite à alegria: Deus está no meio de nós, ama-nos e, apesar de tudo, insiste em fazer caminho connosco. A segunda leitura insiste nas atitudes corretas que devem marcar a vida de todos os que querem acolher o Senhor: alegria, bondade, oração.
O Evangelho sugere três aspectos onde essa transformação é
necessária: é preciso sair do nosso egoísmo e aprender a partilhar; é preciso quebrar os esquemas de exploração e de imoralidade e proceder com justiça; é preciso renunciar à violência e à prepotência e respeitar absolutamente a
dignidade dos nossos irmãos. O Evangelho avisa-nos, ainda, que o cristão é “batizado no Espírito”, recebe de Deus vida nova e tem de viver de acordo com essa dinâmica.
“E nós, que devemos fazer?” A expressão revela a atitude correcta de quem está aberto à interpelação do Evangelho. Sugere-se aqui a disponibilidade para questionar a própria vida, primeiro passo para uma efetiva tomada de consciência do que é necessário transformar.
Os bens que temos à nossa disposição são sempre um dom de Deus e, portanto, pertencem a todos: ninguém tem o direito de se apropriar deles em seu benefício exclusivo. As desigualdades chocantes, a indiferença que nos leva a fechar o coração aos gritos de quem vive abaixo do limiar da dignidade
humana, o egoísmo que nos impede de partilhar com quem nada tem, são obstáculos intransponíveis que impedem o Senhor de nascer no meio de nós. As nossas comunidades e nós próprios damos testemunho desta partilha que é sinal
do Reino proposto por Jesus?
Os publicanos eram aqueles que extorquiam dinheiro de modo
duvidoso, despojando os mais pobres e enriquecendo de forma ilícita. Que dizer dos modernos esquemas imorais (às vezes lícitos, mas imorais) de enriquecimento rápido? Que dizer da corrupção, do branqueamento de dinheiro sujo, da fuga aos impostos, das taxas exageradas cobradas por certos serviços,
das falcatruas? Será possível prejudicar conscientemente um irmão ou a comunidade inteira e acolher “o Senhor que vem”?
“Não exerçais violência sobre ninguém”… E os atos de violência, que tantas vezes atingem inocentes e derramam sangue ou, ao menos, provocam sofrimento e injustiça? E os atos gratuitos de terrorismo, ainda que sejam mascarados de luta pela libertação? E a exploração de quem trabalha, a recusa de um salário justo, ou a exploração de imigrantes estrangeiros? E as prepotências que se cometem nos tribunais, nas repartições públicas, na própria
casa e, tantas vezes, nas recepções das nossas igrejas? Neste quadro, é possível acolher Jesus?
Ser cristão é ser batizado no Espírito, quer dizer, é ser portador dessa vida de Deus que nos permite testemunhar Jesus e a sua proposta. O que é que conduz a nossa caminhada e motiva as nossas opções – o Espírito, ou o nosso
egoísmo e comodismo?

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