Templates by BIGtheme NET
Home » Aguiar da Beira

Aguiar da Beira

GNR- Operação “Viajar Sem Pressa”

Até ao dia 19 de julho, a Guarda Nacional Republicana (GNR), na sua área de responsabilidade, realiza ações de sensibilização e de fiscalização rodoviária intensiva de controlo da velocidade, com o objetivo de promover uma cultura que resulte em comportamentos mais seguros por parte dos condutores e na diminuição da sinistralidade rodoviária grave.

O excesso de velocidade continua a constituir em Portugal uma das principais causas da sinistralidade rodoviária grave, seja pela diminuição do tempo de reação do condutor para fazer face a um imprevisto, ou pelo agravamento das suas consequências em resultado da maior violência do embate. Importa salientar que quando a velocidade duplica, a distância de travagem quadruplica, e em caso de acidente, a probabilidade de resultarem vítimas mortais ou feridos graves aumenta 8 a 16 vezes.

A GNR, relativamente à prevenção da sinistralidade rodoviária, no ano de 2018 e 1.º semestre de 2019, controlou a velocidade de cerca de 11 milhões de veículos, dos quais 232 532 circulavam em excesso.

Nesta operação serão empenhados militares dos Destacamentos de Trânsito dos Comandos Territoriais e da Unidade Nacional de Trânsito, que estarão especialmente atentos à infração de excesso de velocidade, uma vez que este período de Verão carateriza-se, não só pela realização de grandes deslocações, seja por motivo de férias ou para o gozo de períodos de lazer mais curtos, como também pelo aumento do tráfego rodoviário e do cometimento de alguns excessos, nomeadamente de velocidade, potenciando a ocorrência de acidentes e o agravamento das suas consequências.

Maratona Futsal dos finalistas com calendário definido

Já foi sorteado o calendário da Maratona de Futsal dos Finalistas 19/20 do AE Fornos de Algodres a realizar este sábado no Pavilhão local com inicia às 11 horas do sábado, 13 de junho e com terminus por volta das 11h da manhâ de domingo, 14.

Workshop – RECICLAR É ASSIM em Fornos de Algodres

RECICLAR É ASSIM. Simples. Ecológico. Natural.

 Inserido nas Férias Desportivas, o Município de  Fornos de Algodres acolheu no dia 9 de julho na Biblioteca Municipal Maria Teresa Maia Gonzalez, um grupo de 10 jovens provenientes do Campo de Férias Residencial da Associação de Maceira, com o objetivo dos nossos Eco Jovens, explicarem o papel dos jovens no dia-a-dia da reciclagem, através de exercícios práticos e dinâmicos.

Neste encontro os Eco Jovens de Fornos de Algodres, tiveram a oportunidade de oferecer EcoBags (sacos para a reciclagem) a cada um dos jovens.

O  Vereador Bruno Costa marcou presença no workshop, evidenciando que “os jovens tem um papel cada vez mais importante na sociedade, nomeadamente na área ambiental, sendo que, cada vez mais, a responsabilidade de preparar um futuro mais sustentável está nas mãos dos jovens.”

Por fim agradeceu aos Eco Jovens pelo empenho e destacou a responsabilidade social, cultural e ambiental que os jovens estão a demonstrar no Concelho de Fornos de Algodres.

 

Avisos e Liturgia do 14º Domingo Comum (ANO C)

Levar o anúncio do Reino de Deus aos outros significa levar a verdadeira alegria, anunciar que fomos libertados da escravidão do pecado e, assim, chegaremos à felicidade eterna. Com esta oração iniciamos a Eucaristia deste domingo. O Reino de Deus está próximo e este anúncio espalha-se por todos os povos por onde o Senhor passa. É um convite aberto a todos: uns aceitarão, outros não. Pelo facto de alguns não aceitarem o convite do Senhor, não podemos desanimar, nem perder o entusiasmo para anunciar a Boa Nova de Deus. Neste domingo, é o próprio Jesus que nos explica como se deve fazer este anúncio da Boa Nova.

O texto do evangelho diz-nos que o “Senhor designou setenta e dois discípulos e enviou-os dois a dois à sua frente, a todas as cidades e lugares aonde Ele havia de ir”. A missão de Jesus é anunciar o Reino de Deus, mas serve-se de outras pessoas para esta missão. Neste texto, a Igreja sempre viu um anúncio vocacional e um convite à oração para que Deus envie muitas pessoas que queiram anunciar o seu Reino a partir do ministério ordenado, da vida consagrada e do compromisso activo dos leigos.

Porém, o anúncio do Reino de Deus não só traz alegria e felicidade para quem o acolhe, mas também algumas dificuldades. Jesus diz a estes setenta e dois discípulos: “Ide: Eu vos envio como cordeiros para o meio de lobos”. Também é um aviso para nós! Muitas vezes, desanimamos perante as dificuldades do anúncio do Reino. Mas a advertência de Jesus mostra-nos que estas dificuldades já existiam quando Ele proclamava o Reino, como também nos primeiros tempos da Igreja. Estes setenta e dois discípulos também terão sentido o desânimo nos lugares onde não foram bem recebidos, mas não deixaram de fazer o anúncio do Reino de Deus: um reino de verdade e de vida, reino de santidade e de graça, reino de justiça, de amor e de paz.

07-07-2019

Jesus envia, mas como envia os seus discípulos? Diz-lhes que não levem bolsa, nem alforge, nem sandálias. Estas palavras podem parecer estranhas, porque aqueles setenta e dois discípulos tinham de percorrer muitas povoações, fazendo longas viagens a pé. Logicamente seria indispensável levar tudo isto. Os apóstolos não tinham cofres nem cartão de crédito para levantar dinheiro. Então, o que levar? Uns joelhos para rezar e pedir ao dono da messe que mande mais operários para a sua messe. Uns pés ágeis para percorrer todas as terras. Uma boca para anunciar a mensagem com decisão, entusiasmo, respeito, amor e sem medo. Um coração cheio de amor por Jesus e pelo seu Reino. É evidente que não se trata de improvisar, mas de ter fé, de ter confiança naquele que nos envia. É necessário ter mais fé no Reino de Deus e que é o Senhor que nos envia para que este Reino penetre no coração das pessoas.

Não podemos esquecer algo muito importante: nós somos enviados a anunciar o Reino de Deus aos outros; mas, em primeiro lugar, temos de receber em nós este anúncio do Reino. Tantas vezes pensamos que já sabemos tudo, que já cumprimos com tudo aquilo que é necessário para a nossa vida cristã! Esquecemos que pertencer ao Reino de Deus é um caminho que também nós precisamos de realizar e que ainda fica muito por fazer. Para receber este anúncio, precisamos de um amor incondicional pela Igreja, acolher com comunhão tudo aquilo que nos diz o Santo Padre, os nossos bispos, os presbíteros para crescer na fé.

O anúncio do Reino feito por Cristo depende de todos nós. Todos somos anunciadores do Reino, acolhendo-o também na nossa vida. Que neste domingo, tenhamos consciência deste grande projecto de Deus nas nossas vidas e sejamos colaboradores valentes, decididos e comprometidos, para que o Reino de Deus chegue até aos confins da terra.

http://www.liturgia.diocesedeviseu.pt/

Ano C - Tempo Comum - 14º Domingo - Boletim Dominical

PS Guarda quer ouvir as forças vivas do Distrito da Guarda

Vai decorrer uma sessão de auscultação das forças vivas da sociedade civil do Distrito da Guarda, no dia 08 de julho, segunda-feira, pelas 21h, no Auditório de São Miguel da Junta de Freguesia da Guarda.

A sessão tem como objetivo envolver representantes da Sociedade Civil Guardense (dirigentes associativos, representantes do movimento sindical, empresários, autarcas, etc.) na avaliação compreensiva da governação socialista e identificação dos principais problemas que afetam o Distrito da Guarda.

A sessão contará com a presença da Secretária Nacional do PS, Maria do Céu Albuquerque.

JSD Distrital da Guarda reage sobre composição das listas às Legislativas

Em comunicado, a JSD Distrital da Guarda mostra-se preocupada com as recentes notícias sobre a composição da lista do PSD do círculo eleitoral da Guarda às próximas Legislativas que, a confirmarem-se, representam uma grande falha no respeito pela intergeracionalidade e renovação, ao contrário do que se verifica a nível nacional.
A JSD Distrital da Guarda refere ainda que: Espera que estes valores sejam tidos em conta na lista do PSD pela Guarda e que se respeite a indicação unânime de Fernando Melo, líder da JSD Distrital, saída do V Conselho Distrital do passado dia 23 de junho. Reforçamos que esta indicação tem a sua base no trabalho desenvolvido pela JSD Distrital no âmbito da coesão territorial, do associativismo juvenil e participação cívica e do estado da saúde e do ensino no distrito, temas cuja discussão é essencial para o futuro do nosso distrito da Guarda.
Uma lista que não respeite a renovação nunca poderá ser uma lista que responda aos anseios das pessoas e, em particular, dos jovens, principalmente aqueles que cada vez mais se afastam da política. Uma lista que apenas responda às agendas político-partidárias nunca poderá pôr o distrito em primeiro lugar.

Avisos e Liturgia do 13º Domingo Comum (Ano C)

Neste Domingo, a oração colecta, a primeira oração presidencial da celebração eucarística, contém um desejo de autenticidade na nossa vida: “não permitais, Senhor, que sejamos envolvidos pelas trevas do erro, mas permaneçamos sempre no esplendor da verdade”. Ser cristão é viver na verdade, é viver em Jesus Cristo. Mas este caminho que cada um de nós inicia no dia do baptismo é muito exigente e radical. Esta exigência e radicalidade é-nos recordada no texto do evangelho.

“Aproximando-se os dias de Jesus ser levado deste mundo, Ele tomou a decisão de Se dirigir a Jerusalém”. Mandou alguns discípulos à sua frente que entraram numa povoação de samaritanos, a fim de Lhe prepararem hospedagem. Por causa da tensão existente entre judeus e samaritanos, aquela gente não quis receber Jesus, porque ia a caminho de Jerusalém. Os discípulos Tiago e João ficam revoltados e querem que desça fogo do céu que os destrua. Mas Jesus repreendeu-os. Nestes últimos tempos, são muitas as notícias de atentados por esse mundo fora. A imposição e a violência nunca trazem bons frutos. Por isso, o anúncio da fé tem de ser sempre alegre e livre. A nossa missão não é impor aos outros o anúncio da Boa Nova de Jesus. A nossa missão é dar testemunho de uma vida coerente, porque este é o melhor anúncio da nossa fé.

30-06-2019

Depois deste imprevisto na sua viagem para Jerusalém, Jesus surpreende-nos com a exigência para o seguir. Só podemos seguir Jesus Cristo se estamos realmente decididos a querer ser seus discípulos. Por isso, temos muito a aprender do texto do evangelho deste domingo, porque pensamos que ser cristão supõe cumprir somente alguns preceitos ou devoções. Nada disso! Ser cristão é viver Cristo plenamente e isto tem algumas condições. Os três discípulos anónimos, que aparecem no evangelho, dão-nos uma ajuda com a sua forma de ver o anúncio do Reino. O primeiro discípulo anónimo é alguém entusiasmado, dizendo: “Seguir-Te-ei para onde quer que fores”. E Jesus parece que o quer desanimar, dizendo: “As raposas têm as suas tocas e as aves do céu os seus ninhos, mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça”. É um aviso para as dificuldades que irão aparecer. Nem sempre seremos bem aceites e seremos rejeitados. Jesus assumirá estas dificuldades até às suas últimas consequências. Este discípulo promete que seguirá Jesus para onde quer que Ele vá, mas sabemos que, no monte das Oliveiras, os apóstolos abandonaram-no. São Pedro negou Jesus, Judas atraiçoou-o. E nós? Estamos dispostos a seguir Jesus, até nos momentos difíceis, da cruz, do Calvário? O segundo discípulo anónimo quer seguir Jesus, mas põe a condição de ir primeiro sepultar o seu pai. A resposta de Jesus é clara e pode parecer dura: “Deixa que os mortos sepultem os seus mortos”. Com esta resposta, Jesus exorta a não deixar passar o tempo, ou seja, se queres anunciar o Reino de Deus não há tempo a perder, nem há um momento ideal no futuro para o começar a fazer. O terceiro discípulo anónimo, antes de seguir Jesus, quer primeiro despedir-se da sua família. Novamente, a resposta de Jesus parece ser dura: “quem tiver lançado as mãos ao arado e olhar para trás não serve para o reino de Deus”, ou seja, se queremos anunciar o Reino de Deus não há tempo para olhar para trás, para o nosso passado. Na nossa vida, só pode haver uma direcção que é avançar para o Reino de Deus.

Com o texto do evangelho deste Domingo, fica este aviso: se queres ser discípulo de Jesus, anunciador do Reino de Deus, não ponhas condições nem reservas, mas procura ser valente, corajoso e decidido. Tenhamos a coragem de nos entregarmos a Jesus sem reservas, realizando a nossa missão com zelo e não termos medo com a tentação de olhar para trás e ficar escravo do passado da vida. Olhar em frente para Jesus. Só assim teremos coragem para anunciar e alcançar o Reino de Deus.

http://www.liturgia.diocesedeviseu.pt/

Ano C - Tempo Comum - 13º Domingo - Boletim Dominical

Avisos e Liturgia do 12º Domingo Comum (Ano C)

No texto do evangelho deste Domingo, aparecem dois anúncios muito importantes na vida de Jesus. O primeiro anúncio é feito por Pedro, professando que Jesus é o Messias, o Ungido de Deus. Era uma boa notícia para todos aqueles que esperavam o Messias. Mas no segundo anúncio é dito que o Messias tem de sofrer muito, ser rejeitado, ser morto e ressuscitar ao terceiro dia. Como podemos entender esta contradição entre os dois anúncios? O Messias tem de morrer para triunfar neste mundo?

Para entender melhor o texto evangélico deste domingo e todas estas perguntas, há que ter em conta que a fama de Jesus se espalhou por todas as povoações da Galileia. As pessoas começavam a falar dele, maravilhadas por tudo quanto dizia e fazia. De certeza que ficavam surpreendidas ao ver e ouvir contar os milagres que fazia, especialmente ressuscitar os mortos. De certeza que ficavam surpreendidas ao verem que o filho do carpinteiro de Nazaré proclamava o anúncio do Reino de Deus com palavras belas e com autoridade. Começava a despontar a fama de Jesus como o Messias esperado.

Por isso, um dia, Jesus perguntou aos seus discípulos: “Quem dizem as multidões que Eu sou?”. Esta pergunta pode parecer inocente e ingénua, mas é muito importante para os apóstolos. As outras pessoas podem dizer o que bem entenderem: “Uns que és João Batista; outros, que és Elias; e outros que és um dos antigos profetas que ressuscitou”. Mas o que dizem os apóstolos? “E vós, quem dizeis que Eu sou?”. Melhor que ninguém, os discípulos conheciam Jesus, porque viviam com Ele, escutaram as suas palavras e viram todos os milagres que fez. Sem dúvida, são uns privilegiados ao serem as primeiras testemunhas do anúncio da Boa Nova do Reino de Deus que se começa a concretizar na pessoa de Jesus Cristo. É por tudo isto que a sua resposta é importante, porque depende se entenderam ou não quem é realmente Jesus.

23-06-2019

Em nome de todos, Pedro tomou a palavra e respondeu: “És o Messias de Deus”. Perante as palavras e os milagres de Jesus, só se podia esperar o seu triunfo como Messias. Mas Jesus surpreende os discípulos, afirmando: “O Filho do homem tem de sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos príncipes dos sacerdotes e pelos escribas; tem de ser morto e ressuscitar ao terceiro dia”. Ninguém esperava este anúncio, porque ainda não estavam preparados para entender o verdadeiro messianismo. Não podemos esquecer que a esperança da vinda do Messias estava fundamentada na vinda de alguém muito importante que iria libertar o povo judeu da opressão do império romano. Mas a missão do verdadeiro Messias era libertar todos os povos da opressão do pecado e da morte de uma forma que ninguém estava à espera. Jesus anuncia a sua morte trágica em Jerusalém e este anúncio fica muito longe do esquema ideal do messianismo para o povo judeu e também para os próprios discípulos.

Depois do anúncio da sua paixão, Jesus diz como cada um de nós fica ligado ao mistério da sua paixão: “Se alguém quiser vir comigo, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz todos os dias e siga-Me”. É fácil acreditar num Messias majestoso, triunfante. Acreditar num Messias pregado na cruz não é fácil, parece um fracasso. É mais fácil ver Jesus no Monte Tabor a transfigurar-se, a pregar às multidões, a fazer milagres, chegar ao sepulcro vazio sem passar pela cruz em Jerusalém! A cruz transforma-se em triunfo, somente à luz da ressurreição.

Diante do texto do evangelho deste Domingo, quem é Jesus para mim? De certeza que responderemos como Pedro. Mas, temos consciência de que aceitar Jesus como Messias quer dizer aceitar as nossas cruzes? Aceitar a cruz é sempre difícil e não podemos escapar dela. E as cruzes chegam à nossa vida sem avisar, quando menos esperamos aí estão! Procuremos que as nossas cruzes não nos façam fracassar na vida, mas fortalecer ainda mais a nossa união a Cristo Crucificado e Ressuscitado, o Messias de Deus.

http://www.liturgia.diocesedeviseu.pt/

Ano C - Tempo Comum - 12º Domingo - Boletim Dominical

Abril com muitos visitantes no Centro de Portugal

O mês de abril foi muito positivo para o turismo no Centro de Portugal. Os números divulgados hoje pelo INE – Instituto Nacional de Estatística mostram que a procura da região cresceu acima da média nacional no quarto mês do ano.

Abril foi, recorde-se, o mês em que este ano se celebrou a Páscoa, época em que tradicionalmente esta região recebe muitos visitantes.

No total de dormidas, o mês de abril de 2019, em comparação com o mesmo mês em 2018, registou um aumento percentual de 10,4% no Centro de Portugal: tinham sido 523.301 em abril de 2018 e foram 577.723 no mesmo mês de 2019. Ou seja, verificaram-se mais 54.422 dormidas. Este aumento de 10,4% é superior à média nacional, que se cifrou nos 9,5%.

É de sublinhar que a subida foi mais significativa entre os visitantes nacionais, cujas dormidas cresceram 13,3%, para 319.576 – um sinal de que esta região continua a ser uma das preferidas dos portugueses. As dormidas com origem no estrangeiro tiveram também um aumento expressivo de 7,0%, para 258.147.

No indicador do número de hóspedes, o Centro de Portugal cresceu também na ordem dos dois dígitos: 10,0%. Em abril de 2018 tinham sido contabilizados 312.374 hóspedes na região; em abril de 2019 foram 343.719.

Merecedor de destaque é também o indicador dos proveitos da atividade hoteleira, que subiram de 24,9 milhões para 27,2 milhões de euros (mais 9,4%) entre abril de 2018 e abril de 2019. São mais 2,3 milhões de euros que as unidades hoteleiras do Centro de Portugal ganharam no quatro mês do ano.

Estes números, muito positivos, confirmam a tendência dos últimos anos: a região Centro de Portugal está a crescer de forma sustentada ao longo de todo o ano e é a escolha de cada vez mais visitantes, de dentro e fora do país.

Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal, não fica surpreendido com os indicadores hoje conhecidos. “A atividade turística no Centro de Portugal caminha para um ano de 2019 muito positivo, à semelhança dos anos anteriores. É o resultado do prestígio crescente conquistado por esta região dentro e fora de portas. A marca Centro de Portugal está cada vez mais consolidada nos mercados, fruto do trabalho em conjunto entre organismos públicos e os empresários do setor, que são incansáveis no esforço desenvolvido para atrair visitantes à região”, sublinha.

Conjunto dos quatro meses de 2018 é muito animador
Se consideramos o conjunto acumulado dos primeiros quatro meses de 2019, de janeiro a abril, os números do Centro de Portugal são também promissores. As dormidas aumentaram 3,3% em relação ao mesmo período do ano passado, com as dormidas dos estrangeiros a subirem 4,2%. O número de hóspedes progrediu 3,8% e os proveitos melhoraram 5,0%.

Avisos e Liturgia da SANTÍSSIMA TRINDADE (ANO C)

Depois de terminado o Tempo Pascal, neste domingo celebramos a Solenidade da Santíssima Trindade. Na verdade, professamos a Trindade de Deus em cada celebração e em tantos outros momentos. Mas neste dia, temos a oportunidade de louvar, de dar graças e de adorar o mistério do nosso Deus que é comunhão de amor entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

Os textos bíblicos deste Domingo fazem referência a este grande mistério: Deus Pai enviou ao mundo a Palavra da verdade e o Espírito da santidade para revelar aos homens o seu admirável mistério. Por isso, professamos e proclamamos “um só Deus, um só Senhor, não na unidade de uma pessoa, mas na trindade de uma só natureza”. A Santíssima Trindade não se manifesta somente na solenidade deste domingo, mas também está presente em todas as celebrações litúrgicas; iniciamos e terminamos a Eucaristia em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo; todas as vezes que professamos a nossa fé, sobretudo com o texto do Credo; quando cantamos o Glória; na celebração de todos os sacramentos, nas bênçãos e em tantos outros momentos. As leituras e as orações deste domingo procuram aproximar-nos da Trindade, mas trata-se de um mistério incompreensível para a nossa inteligência.

Como poderemos entender este mistério sobre o nosso Deus? De certeza que nos vem à memória o episódio da vida de S. Agostinho, passeando pela praia, procurando entender o mistério de Deus. Como é difícil compreender quem é Deus, da mesma forma que era impossível à criança que, junto a S. Agostinho, pretendia encher um buraco feito na areia com toda a água do mar. Conhecer Deus é tão impossível como esvaziar todo o mar para encher um pequeno buraco. Mas, talvez nos possa ajudar a ideia de S. Patrício, o primeiro a introduzir o Cristianismo na Irlanda no século V. Ele tinha uma forma muito original de explicar a ideia de um único Deus em três pessoas, porque os pagãos imaginavam que as três pessoas divinas eram três deuses diferentes. Para lhes explicar, usava um trevo e apontava para as suas três folhas. Este gesto simples foi suficiente para que aquelas pessoas acreditassem que as três pessoas divinas são um único Deus. Por isso, S. Patrício é o padroeiro da Irlanda e o trevo é um símbolo que representa todos os irlandeses.

16-06-2019

Apesar de todas as tentativas, quem nos ajuda a conhecer Deus é o próprio Jesus, tal como nos recorda o prólogo de S. João. Certamente que nós nunca vimos Deus, foi o Filho quem no-lo deu a conhecer. No texto do evangelho deste Domingo, Jesus Cristo diz aos seus discípulos: “tenho ainda muitas coisas para vos dizer, mas não as podeis compreender agora. Quando vier o Espírito da verdade, Ele vos guiará para a verdade plena”. Esta vinda do Espírito Santo já a celebrámos no Domingo passado. Jesus revela que Deus é amor. É Amor porque entregou o seu Filho na cruz para salvar toda a humanidade, é Amor porque enviou o Espírito Santo para nos guiar e iluminar nas nossas vidas. Mas, há um aspecto, ao qual não podemos ficar indiferentes: a nossa vida cristã não se resume somente à celebração litúrgica. A liturgia é a fonte e o cume da nossa vida. Por isso, ao celebrar neste Domingo a solenidade da Santíssima Trindade, nós, criados à imagem e semelhança de Deus, também somos portadores desta relação íntima que existe entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

Como se pode ver na segunda leitura, “o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado”. É o amor que existe entre as pessoas divinas. Este amor entrou nas nossas vidas, quando fomos baptizados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. E este amor não é só para nós, é para transmitirmos aos nossos irmãos, quando estendermos as nossas mãos para os tornar mais felizes, ou seja, quando eles sentirem que são amados por nós.

http://www.liturgia.diocesedeviseu.pt/

Para o Domingo, 23/06/2019, devido à realização dos Jogos Tradicionais em Forninhos os horários serão os seguintes:

Domingo
23
9h Forninhos

 

10h15 Dornelas

 

11h30 PenaVerde – compasso

 

14h30 Matança

DOMINGO XII

DO TEMPO COMUM – C

Ano C - Tempo Comum - Santíssima Trindade - Boletim Dominical
Facebook Auto Publish Powered By : XYZScripts.com

Ao continuar a utilizar o site, você concorda com a utilização de cookies. Mais Informação

As definições de cookies neste site são definidas como "permitir cookies" para lhe dar a melhor experiência de navegação possível. Se você continuar a usar este site sem alterar suas configurações de cookies ou clicar em "Aceitar" abaixo, em seguida, você concorda com isso.

Fechar