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Aguiar da Beira

AF Guarda-Amadeu Poço vence eleições

Eleições mais concorridas dos últimos tempos

Duas listas, dois candidatos, dois programas e todos os votantes participaram , talvez um record dos últimos anos, assim Amadeu Poço que liderava a lista A, acabou por vencer ao conseguir 129 votos, ficando eleita esta lista para os próximos 4 anos ,2020/24.

Por sua vez, a lista B de Artur Batista a ficar-se pelos 105 votos, desde modo, esperemos que o candidato que teve um problema de saúde neste dia , possa recuperar rapidamente,

Assim, no futuro, algumas mudanças vão acontecer sobretudo no Conselho de Arbitragem, com a liderança agora de Daniel Soares e sua nova equipa, mais algumas caras novas vão surgir em alguns departamentos.

Resta aguardar, para vermos que novidades surgem a nível das provas distritais.

Aqui ficam  os novos Órgãos Sociais da AFG 2020-2024

Assembleia Geral

Presidente: Luís Manuel Tadeu Marques;

Vice-Presidente: Paulo Velho Álvaro;

Secretário: Marco Daniel Gonçalves Rodrigues;

Secretário: Rui Filipe da Fonseca Ascensão;

Suplente: Francisco Miguel Gomes Inácio;

Suplente: Carlos Alberto Jacinto Alves;

Direção

Presidente: Amadeu Garcia de Andrade Poço;

–  Vice-Presidente: Francisco Paulo Moreira Menano;  

–  Vice-Presidente: José Américo Ribeiro de Moura;  

–  Vice-Presidente: Maria Luísa Pereira Fonseca Trigo da Romana;  

Vice-Presidente: José Alberto Almeida Morgado;  

Vice-Presidente: Fernando José Lopes da Costa;  

Diretora: Virgína Marina Monteiro Romoaldo Cardosa;  

Suplente: João Luís Nabais;  

–  Suplente: Matei Mirela Felícia;  

Suplente: Carlos Henriques Soares;

 Conselho de Disciplina 

–  Presidente: José Paulo Saraiva Sarmento;

Vice-Presidente: Sara Vieira de Almeida;  

–  Vice-Presidente: Luís Miguel Gaspar Matos Soares;  

–  Vogal: Paulo Jorge Costa Teixeira;  

–  Vogal: Nuno Miguel Valente Correia;  

–  Suplente: Paulo Jorge Perdigão Andrade;  

–  Suplente: Vitor Daniel Carvalho de Magalhães;  

–  Suplente: António Manuel Avelãs Pereira;  

 Conselho Fiscal

Presidente: Hugo Miguel Mendes Fernandes;

–  Secretário Relator: Ricardo Jorge Pereira Né Neves de Sousa;  

Vogal: Francisco José Aguilar Calado Ferreira;  

–  Suplente: Jorge Manuel Dias;  

 Conselho de Justiça

–  Presidente: Francisco José Cerdeira Filipe;

Vogal: Frederico José dos Santos Fonseca;  

Vogal: João Heitor Pais da Costa Vasques Osório;  

Suplente: Cristina Pereira Teixeira Escaleira;  

 Conselho de Arbitragem

–  Presidente: Alfredo Daniel Soares;

–  Vice-Presidente: Rui Sérgio Paulos Badana;  

–  Vice-Presidente: Luís Miguel Fonseca Reigado;  

Vice-Presidente: Nuno Miguel Santarém Baptista;  

–  Vogal: Bruno Alexandre Figueiredo Andrade;  

–  Suplente: João dos Santos Ferreira;  

–  Suplente: Vitor Manuel Pereira Guindeira;

Avisos e Liturgia do 14º domingo do Tempo Comum- Ano A

 

 

a)         Depois do Discurso da Missão (capítulo 10) e antes de iniciar a pregação através das parábolas (capítulo 13, o que acontecerá a partir do próximo Domingo), o evangelista S. Mateus apresenta Jesus em plena actividade pela Galileia, a pregar e a curar (capítulos 11 e 12). No meio de toda esta actividade, aparece-nos a oração de Jesus que, hoje, aparece na leitura evangélica deste Domingo. A oração é uma dimensão importante da vida cristã. Para Jesus, a oração também era muito importante: uma oração filial, intensa, fundamentada na unidade do Pai com o Filho (v. 27). A paz e a força interior que Jesus tinha, vinham da sua intensa vida interior e da sua íntima e profunda relação com o Pai. Os momentos de oração e de meditação também são importantes para nós.

 

b)         Jesus inicia a sua oração dando graças a Deus “porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos”. Em muitas outras passagens evangélicas, dá-se conta que Deus está mais próximo dos humildes, dos fracos, dos pobres do que dos poderosos. Para poder contemplar a mão de Deus na nossa vida, para poder captar a bondade de Deus, para poder rezar, para poder viver com optimismo e esperança que vêm da fé, é preciso ter um coração simples e humilde. Os “sábios e os inteligentes” já terão a sua cabeça e o seu coração cheios de outras preocupações, não havendo espaço para Deus. É importante não esquecer que Jesus também viveu na humildade e na “pequenez”. A lógica da cruz salienta que “pela humilhação do vosso Filho, levantastes o mundo decaído” (Oração colecta). Jesus era a expressão de Deus que é “clemente e compassivo… bom para com todos” (salmo responsorial). A primeira leitura fala-nos da alegria e do entusiasmo de Israel pelo facto de Deus enviar um rei vitorioso, mas que entra na sua cidade, “humildemente montado num jumentinho”. Esta é a imagem de Jesus Cristo a entrar na cidade de Jerusalém, como podemos recordar no Domingo de Ramos.

05-07-2020

c)         A oração, a simplicidade, a humildade…o evangelho deste Domingo transmite-nos paz, a paz de espírito que tantas vezes precisamos. Numa sociedade onde andamos a um ritmo de vida tão intenso e tão cheios de problemas, é reconfortante ver como Jesus é capaz de nos dar paz, serenidade, alegria interior. Toda a liturgia deste Domingo fala-nos destes sentimentos. Na primeira leitura o profeta Zacarias convida o povo a alegrar-se, porque este rei trará a salvação e “anunciará a paz às nações”. O salmo responsorial apresenta-nos o Senhor “bom para com todos… a sua misericórdia se estende a todas as criaturas… perfeito em todas as suas obras”. Ao Senhor, bondoso e compassivo, temos de dar graças todos os dias (oração depois da comunhão) e pedir-lhe que nos encha de alegria: “dai aos vossos fiéis uma santa alegria, para que, livres da escravidão do pecado, possam chegar à felicidade eterna” (oração colecta). Não podemos esquecer as palavras de Jesus no evangelho: “Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei”. O discípulo de Jesus já não tem de suportar o peso humilhante da Lei, mas um jugo suave, uma carga leve. Jesus é “manso e humilde de coração”; esta é a melhor imagem de Deus, “lento para a ira e rico de misericórdia”. Colocar a nossa vida nas suas mãos é a melhor maneira de encontrarmos descanso.

 

d)        Com a paz, a alegria e o descanso que vêm de Deus, a vida do cristão é diferente, ou seja, é uma vida segundo o Espírito. São Paulo explica-nos isto no capítulo 8 da sua Carta aos Romanos: “Vós não estais sob o domínio da carne, mas do Espírito, se é que o Espírito habita em vós”. O Apóstolo diz-nos que nós já não podemos viver agarrados aos valores da “carne”, ou seja, aos valores imediatos, materiais, superficiais, mas a valores mais espirituais e profundos, os quais o evangelho de hoje nos convida a experimentar e que nos podem levar à felicidade, a uma vida diferente, ou seja, à vida dos filhos de Deus: “se pelo Espírito fizerdes morrer as obras da carne, vivereis”. Assim, encontramo-nos diante de uma maneira diferente de encarar a vida, as preocupações, porque ficam iluminadas pela alegria, pela esperança e pela paz que vêm da nossa fé. Então, há que procurar orientar a nossa vida nesta direcção, rezando a Deus a oração sobre as oblatas deste Domingo: “Fazei, Senhor, que a oblação consagrada ao vosso nome nos purifique e nos conduza, dia após dia, a viver mais intensamente a vida da graça”.

 

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Ano A - Tempo Comum - 14º Domingo - Boletim Dominical II

GNR- Projeto “Piscina Segura”

A Guarda Nacional Republicana tem em curso, desde o dia 1 de julho e até ao próximo dia 15 de setembro, o projeto “Piscina Segura”, que prevê a realização de ações de sensibilização à população, em todo o Território Nacional, no sentido de reforçar a consciencialização da sociedade para a problemática do afogamento de crianças e jovens, em piscinas privadas.

Considerando a atual situação do país, em função da pandemia de COVID-19, é expectável que se assista ao aumento da procura de habitações para férias, muitas delas com piscina, exponenciando o risco de afogamento de crianças e jovens, se não forem tomadas as devidas precauções. De acordo com a Associação para a Promoção da Segurança Infantil, nos últimos 16 anos ocorreram 247 afogamentos com desfecho fatal em crianças e jovens, sendo as piscinas os planos de água com maior registo de afogamentos (30%), seguidas das praias (25%) e dos rios/ribeiras/lagoas (24%).

Nesse sentido, serão desenvolvidas diversas campanhas de sensibilização, através das Secções de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário (SPC), promovendo a colaboração entre entidades através de pontos de contacto.

A GNR aconselha:

  1. Mantenha sempre as crianças sob a vigilância permanente e efetiva de um adulto;
  2. Esteja sempre atento(a) a todos os movimentos, seja dentro de água ou na beira da piscina;
  3. Não deixe brinquedos na piscina, pois pode chamar a atenção das crianças e revelar-se numa distração fatal;
  4. Evite que as crianças corram à beira da piscina;
  5. Se tem piscina em casa, quando não estiver a ser utilizada, tape-a com uma tela, lona de proteção ou outro sistema de segurança;
  6. Ensine as crianças a nadar o mais cedo possível;
  7. Coloque sempre o auxiliar de flutuação nas crianças e certifique-se de que estas o mantêm devidamente colocado sempre que estejam perto ou dentro de água.

Prevenção de incêndios

O período crítico para a ocorrência de incêndios iniciou-se a 1 de julho e decorrerá até 30 de setembro.

Dada a esta situação é essencial que cumpramos as indicações, sendo proibido:
• Fazer queimas ou queimadas
• Lançar foguetes, fogo de artificio e balões com mecha acesa
• Fumigar ou desinfetar apiários sem dispositivos de retenção de faúlhas
• A circulação de tratores, máquinas e veículos de transportes pesados que não possuam extintor, sistema de retenção de fagulhas ou faíscas e tapa chamas nos tubos de escape e chaminés
• Fazer lume ou fogueiras

AF Guarda- Eleições – Amadeu Poço altera elementos na sua lista

Ao que apurámos, a Lista do Candidato Amadeu Poço à AF Guarda, devia conter algumas irregularidades, na composição das mesmas, uma vez que se viu obrigado a alterar alguns nomes à queles que nos tinham sido apresentados.

De facto é pena que , depois de termos publicado ontem na edição em papel a lista completa, agora surja alterada, será que não leram o regulamento como devia de ser para tal acontecer, porque não gostamos de andar a induzir em erro os nossos leitores, mas aqui estamos a deixar as alterações na Direção e Conselho de Arbitragem, isto é os órgãos se suscitaram mais comentários por parte da comunidade.

Saíram:

Isabel da Fonseca Rosa Antunes (S.C. Celoricense)  – Direção

Rodrigo Filipe da Fonseca Gata (Guarda F.C.) – Direção
António Mário Aguiar Russo (G.C. Figueirense) – Conselho de Arbitragem
 Pedro Miguel Soeiro Lourenço (S.C. Meda) – Conselho de Arbitragem
 Manuel Quirino Martins Ribeiro – Conselho de Arbitragem
Entraram:
Direção
Vice-Presidente: Maria Luísa Pereira Fonseca Trigo da Romana;
                 Diretora: Virgínia Marina Monteiro Romoaldo Cardosa;
Conselho de Arbitragem
 Vice-Presidente do Conselho de Arbitragem: Rui Sérgio Paulos Badana;
 Vogal do Conselho de Arbitragem: Bruno Alexandre Figueiredo Andrade;
 Suplente do Conselho de Arbitragem: Vítor Manuel Pereira Guindeira;

Eleições AF Guarda- Amadeu Poço ou Artur Batista quem vencerá?

Eleições/AF Guarda-Conselho de Arbitragem da AF Guarda análise às duas listas

Artur Batista aposta como candidato no jovem Fábio Cardoso que antes era Vice-presidente do CA da AF Guarda e que é a continuidade do estado atual da arbitragem.

A acompanha-lo seguem caras recentes da arbitragem da Guarda e entre elas uma mulher. Mónica Xavier uma ex-árbitro que terminou recentemente a carreira de árbitro e começou a de observadora e que é uma pessoa bem relacionada no mundo da arbitragem.

Sérgio Pires um ex-árbitro que leva uma carreira longa na arbitragem da Guarda e que conhece muito bem todo o distrito. Bruno Alexandre que percorreu uma boa parte da carreira com assistente de árbitro a nível nacional e que o ano transato era observador e tem a experiência tanto a nível distrital como nacional. Por fim Rui Sequeira, uma pessoa muito reconhecida no meio da arbitragem, foi jogador e dirigente, é atualmente Chefe Principal da PSP em Gouveia.

Daniel Soares fez apenas um mandato como presidente do Conselho de Arbitragem já com Amadeu Poço, mas depois em 2007, Amadeu Poço não o reconduziu e agora regressa novamente.

Agora a arbitragem da Guarda cresceu muito desde a entrada do Luís Brás e atualmente vemos isso reconhecido nas nomeações dos árbitros da Guarda a nível nacional. Hoje está Paulo Brás, Marco Vieira como assistentes e depois Sérgio Guelho como 4º árbitro e outros mais.

Por sua vez, Amadeu Poço apresenta como candidato Daniel Soares, ex-árbitro e que chegou à 1º divisão mas terminou a carreira como árbitro distrital. Recorde-se que, segundo sabemos Amadeu Poço convidou um ex árbitro, mas não aceitou.

Daniel Soares foi presidente do Conselho de Arbitragem entre 2005 e 2007 onde não foram anos de grande desenvolvimento, e a nível interno, a arbitragem foi contestada em alguns jogos.

Será acompanhado por Miguel Reigado, ex-árbitro que pouco se conhece e depois Mário Russo, Pedro Lourenço e Nuno Batista , ex dirigentes de clubes.

Agora claro, neste conselho de arbitragem temos uma lista jovem e outra já mais veterana, cabe aos clubes a escolha.

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Dirigentes de clubes com dividas à AF Guarda candidatos? Será verdade?

Segundo diz o artigo 11º do regulamento, “Só podem ser eleitos para os Órgãos da AF Guarda as pessoas que reúnam, cumulativamente, os seguintes requisitos:

Não serem responsáveis por dívidas contraídas à A.F.G., a título pessoal ou como dirigente de um clube filiado.”

Agora chegou-nos à nossa redação que existem candidatos nas listas a sufrágio no próximo dia 4, nestas circunstâncias. Será verdade?

Realmente a ser verdade, é uma falta de respeito para os clubes que têm as contas correntes com a AF Guarda nesta altura.

 

 

Avisos e Liturgia do 13º Domingo do Tempo Comum- Ano A

a)         Neste Domingo, no evangelho, termina a leitura e a reflexão do sermão da missão. A modo de conclusão, o trecho deste domingo distingue dois aspectos da missão do discípulo de Jesus. O primeiro (v. 37-39) é a radicalidade que se pede a quem segue Jesus. A linguagem poderá parecer dura e muito exigente. Jesus diz que todo aquele ama o pai, a mãe, o filho ou a filha mais do que Ele, não é digno para O seguir. Evidentemente, não se trata de deixar de amar a família. A fidelidade ao Senhor implica renúncias e dificuldades, como se reflectia no domingo passado: o discípulo de Jesus tem de “tomar” a cruz e segui-Lo. Assim, a fé cristã é uma opção radical, é exigente. Hoje mais do que nunca, existe o risco de um Cristianismo “light”, ou seja, tirar da fé só o que convém. Ao quem segue Jesus, é-lhe exigido muito mais. É uma opção pessoal que significa pôr Deus, Jesus, a fé, em primeiro lugar, e tudo o resto em plano secundário. O objectivo principal é o anúncio do Reino de Deus. Sem exageros, nem masoquismos, é importante deixar claro que seguir Jesus Cristo supõe exigência.

 

b)         A perspectiva de renúncia que nos fala o evangelho é positiva, cheia de esperança: “Quem encontrar a sua vida há-de perdê-la; e quem perder a sua vida por minha causa, há-de encontrá-la”. A dinâmica da fé cristã está orientada nesta direcção: aquele que é capaz de renunciar a certas coisas, de se sacrificar, de “tomar” a cruz, de entregar a própria vida, ganhará muito mais, será grande a recompensa. Como modelo, temos Jesus Cristo. Ele entregou a Sua vida por nós, mas “ressuscitou dos mortos, pela glória do Pai” (2ª Leitura). S. Paulo diz-nos que assim como Jesus morreu e ressuscitou, também nós, “fomos sepultados com Ele pelo Baptismo na sua morte, para que vivamos uma vida nova”. É a vida nova dos filhos de Deus, a vida nova de Cristo Ressuscitado, na qual nos integramos pela fé e pelo baptismo. Em cada dia, somos convidados a renovar o nosso baptismo, a ter viver segundo a nossa condição de filhos de Deus, por Jesus Cristo, a aceitar e a assumir as exigências da fé. A Oração Colecta da Missa deste domingo faz referência aos “filhos da luz”, pela graça do Senhor. Por isso, pedimos para “não sermos envolvidos pelas trevas do erro, mas permaneçamos sempre no esplendor da verdade”.

 28-06-2020

c)         O segundo aspecto da missão do discípulo de Jesus (v. 40-42) é o acolhimento que mereçam todos aqueles que são enviados. Este aspecto vem “preparado” na 1ª Leitura, onde lemos um trecho do 2º Livro dos Reis, em que o profeta Eliseu é bem acolhido por uma distinta senhora de Sunam e pelo seu marido. Esta mulher, que é estéril, está convencida de “que este homem, que passa frequentemente pela nossa casa, é um santo homem de Deus”. Como recompensa pelo seu gesto hospitaleiro, recebe a promessa de gerar um filho. O Salmo Responsorial é um cântico de acção de graças ao amor e à bondade que Deus tem ao Seu povo: “Cantarei eternamente as misericórdias do Senhor”. O profeta itinerante do Antigo Testamento é um bom exemplo para todos os que são enviados pelo Senhor, que continuam a necessitar de ser bem acolhidos. A acção do missionário, porque é exigente, supõe apoio e hospitalidade. Todos somos chamados e enviados por Jesus, mas há alguns (sacerdotes, religiosos, missionários, etc.) que fazem uma opção mais radical de vida. Toda a comunidade é convidada a dar-lhes apoio e carinho, a estar junto deles, do seu lado nessa missão nada fácil (muito menos nos dias de hoje). Acolher o enviado é sinal de acolher O que envia, Jesus Cristo. Se qualquer gesto de amor e de solidariedade é digno de louvor, quando feito a um “destes pequeninos, por ele ser meu discípulo, em verdade vos digo: não perderá a sua recompensa”.

 

 

 

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Ano A - Tempo Comum - 13º Domingo - Boletim Dominical II

Eleições AF Guarda- ” No relvado” com Amadeu Poço

Em tempo de eleições como o prometido é devido, fomos ao relvado, conversar com o atual presidente e candidato a novo mandato de 4 anos na AF Guarda.

Magazine Serrano – O que o levou a recandidatar-se a novo mandato?

Amadeu Poço-Eu não estou no futebol com o objetivo de me promover pessoalmente, toda a gente sabe, o que fiz até hoje na minha vida, estou no futebol apenas porque gosto, a nível financeiro tem custos, existem despesas que pago nas deslocações, se não gostasse de futebol, não o fazia.

Ainda há muita coisa no futebol que pode ser feito, umas coisas podem ser melhoradas e outras mesmo temos de voltar atrás e rever essas situações.

Falo efetivamente no futebol feminino, que temos de recuperar a hegemonia de outros tempos. Por outro lado, existem carências nas instalações desportivas, dado que quando existem treinos e jogos das diversas seleções da AF Guarda, temos andar a saltar de campo em campo.

Assim a Federação Portuguesa de Futebol vai subsidiar as associações distritais, juntamente com outros patrocinadores, no sentido de ser feita essa academia, que compõe numa fase inicial, um campo relvado de 11, um campo de 7 e balneários.

Tudo isso está previsto, como adiantou o diretor técnico nacional, José Couceiro, agora antes disso, ao ver alguns campos desativados, pensei que , os mesmos pudessem ser remodelados com o apoio das autarquias.

O ideal será a construção da Casa das Seleções Distritais, agora sim vamos ter condições para tal, uma vez que temos algumas autarquias interessadas, mas ainda não temos o local correto, nem acordo nenhum com qualquer autarquia, como alguém tem vindo a anunciar. Agora ficamos satisfeitos pela abertura das autarquias.

Houve mexidas na lista, poucos continuam?

Sim, quando a equipa não rende temos de efetuar alterações, eu desejo acima de todo que os órgãos funcionem, gosto de chegar às reuniões de direção e ver os elementos todos, para debater ideias, uma vez que gosto de conjugar as minhas ideias com os meus comparsas.

Como sabe os órgãos são vários e não podem ter apenas uma ou duas pessoas a reunir, quem é eleito tem de cumprir aquilo que está previsto nos estatutos.

Veja, existem elementos da outra lista que durante 4 anos, nunca estiveram numa reunião, e mais existe um vice-presidente que nos últimos 2 anos, que eu me lembre nunca esteve nas reuniões.

No atual conselho de arbitragem existe um presidente que ninguém conhece, quem sempre esteve foi o vice-presidente, agora essas coisas podem ser agradáveis a outras pessoas, agora não sou nem quero ser ditador, porque era muito fácil ir ao Conselho de disciplina e tomar as medidas.

 Agora a arbitragem nos últimos anos, fez um bom trabalho, muitos árbitros jovens e alguns a singrar a nível nacional?

Isso é verdade, mas foi com o apoio da direção da AF Guarda, chegamos a fazer formações de fins de semana, ao contrário de outras que apenas faziam uma tarde de sábado, agora anteriormente, Daniel Soares, Nevado, Renato Gonçalves entre outros passaram nos Nacionais, esta reformulação tem início quando nós assumimos a associação, depois foi progredindo e no futuro continuará a melhorar.

Daniel Soares é o homem designado para presidir o Conselho de Arbitragem, dá-lhe todas as garantias para continuar a evoluir a arbitragem?

Claro que sim, tem gente com muita experiência para o ajudar, uns na qualidade de árbitros, outros como jogadores e treinadores, pessoas com muitos anos de futebol.

Daniel Soares é uma pessoa com grande currículo, andou nos Nacionais muitos anos, obviamente conhece muita gente como eu também conheço, para ajudar a desenvolver o futebol distrital.

Muitos clubes perguntam como vai ser o futuro,

Neste momento sem as inscrições dos clubes é difícil saber.

Amadeu Poço fala-se por aí que, se ganhar as eleições, não irá acabar o mandato?

Existe uma coisa que é a minha honra, já fiz muitos mandatos em muitos lugares, nunca interrompi nenhum mandato a meio, nem ameacei fazê-lo, porque nunca disse vou-me embora, no meu caso concreto , existe a garantia que eu deixo, se Deus me der vida e saúde, continuarei neste mandato de 4 anos a liderar a AF Guarda.

Graças a Deus neste momento, saúde não me falta.

Que mensagem deixa aos clubes e comunidade desportiva em geral?

Podia apenas dizer isto, dedicação ao futebol, mas quero referir que algumas dúvidas que tem sido lançadas por algumas pessoas,  como a AF Guarda não ter representante na FPF, aliás eu ainda estou na direção da Federação, no futuro veja , o Presidente da FPF, Fernando Gomes, não solicitou a nenhuma associação a indicação que qualquer elemento, agora sim a nível nacional foram sim convidadas pela Federação.

Fernando Gomes não convidou as associações a indicar qualquer elemento para a Federação, ao contrário do que alguém anda a dizer por aí.

Eleições AF Guarda- No relvado com “Artur Batista”

                                                           “Renovação e Mudança”

Fomos conversar com ambos os candidatos à liderança da AF Guarda, assim hoje iniciamos o prélio no relvado com Artur Batista, amanhã teremos a conversa com Amadeu Poço.

Artur Batista-Quais as razões que o levaram a candidatar-se à presidência da AFG?

Magazine Serrano– A candidatura à presidência da Associação de Futebol da Guarda, surge na sequência de diversas conversas que fui tendo com alguns membros dos atuais órgãos sociais da AF Guarda e clubes filiados.

Dessas conversas, chegámos à conclusão que a AF Guarda necessitava de uma mudança, uma mudança criteriosa, sem danificar aquilo que de bom foi feito.

Fruto dessa mudança, decidi escolher pessoas com muita dinâmica, pessoas ligadas ao futebol e futsal, com muita experiência adquirida e que, num trabalho de equipa, estou certo que trarão novas ideias e conceitos, tendo em vista a necessária mudança criteriosa que esta Associação merece no ano que completa 80 anos.

Noutro patamar, queremos estar alinhados com a Federação Portuguesa de Futebol. A Federação tornou-se num exemplo de gestão e de organização (internacionalmente elogiado) e penso que a AF Guarda necessita rapidamente de se aproximar (à sua escala) do tipo de gestão/organização da FPF.

Outras das aproximações que pretendemos realizar à Federação, prende-se com o processo de descentralização que vem sendo feito pela federação.

Neste processo, a FPF tem descentralizado diversas organizações, no intuito de criar uma maior aproximação com os seus sócios, praticamente todas as Associações recebem a organização de um torneio, pelo que a minha Equipa entende que a proximidade com os clubes é fundamental para revitalizar a Associação.

Não devemos esquecer nunca a quem pertence a AF Guarda.

Entendo que construí uma equipa que vai trazer de volta os clubes para a participação ativa na vida interna da AF Guarda, pois só assim poderemos tornarmo-nos mais forte, mais dinâmicos e mais atrativos para eventuais patrocinadores, quer para os Clubes, quer para a arbitragem, quer para a própria Associação.

Pela lista apresentada, a arbitragem é uma das apostas fortes para o seu mandato se for eleito?

Sim, mas não poderemos ver a Arbitragem de forma isolada.

Todas as equipas que apresentamos a cada um dos Órgãos Sociais, são constituídas por pessoas credíveis, dinâmicas, conhecedoras da realidade em que foram integradas e que, portanto, tornam-se uma mais-valia para a Associação de Futebol da Guarda.

Relativamente à lista que foi apresentada para a arbitragem, a mesma representa apenas e tão só a continuidade do bom trabalho que foi desenvolvido nos últimos anos, desde o tempo em que o Luís Brás assumiu a presidência.

Sendo o Conselho de Arbitragem um órgão sensível e que merece um cuidado especial, apostámos pela continuidade da pessoa que ao longo destes últimos 4 anos deu voz e corpo ao referido Conselho, o Fábio Cardoso.

Nesta escolha, tivemos em conta o trabalho desenvolvido e foi dada carta-branca ao Fábio para escolher a equipa que pretende vir a liderar, por forma a dar prossecução e a melhorar a “revolução” – permita-me utilizar este termo, porque foi disso que se tratou – feita na arbitragem.

Fruto desse trabalho, reparem nas constantes nomeações para a Liga NOS, para a Segunda Liga, para 1.ª Liga de Futsal, para os diversos Campeonatos Nacionais, não tem faltado um único árbitro para os jogos distritais, tem havido uma profunda renovação dos quadros de árbitros, começou a haver nomeações de observadores, a haver classificações de árbitros com base em critérios previamente definidos, aumento das formações, e tantas outras coisas que poderia mencionar. Não podemos desperdiçar absolutamente nada do que de bom foi feito na arbitragem do distrito e que emerge no panorama nacional.

A Arbitragem da A.F. Guarda atingiu um patamar deveras elevado, facto nunca antes atingido ao longo destes 80 anos de história, pelo que tudo faremos para que continuem a trilhar esse caminho e SEM RENOVAR o que se escontra no topo.

Que novidades podemos encontrar no futuro?

Como anteriormente referi, a Associação, precisa de uma profunda renovação e mudança.

A proximidade com os clubes é algo que a minha direção vê como indispensável e prioritário para o sucesso das competições e da imagem da AF Guarda em termos nacionais.

Todos temos que começar a pensar o Futebol e o Futsal no Distrito de outra forma, ou melhor, de uma forma integrada.

A lista que tenho o prazer de liderar, tem diversas ideias para a Associação, porém entendemos que existem alguns pontos-chave, dos quais destacamos:

-Disponibilidade para os Clubes;

-Planificação Adequada da Época Desportiva;

-Reformulação de alguns Regulamentos,

-Protocolos com Municípios, empresas, Associações congéneres e outras entidades;

Modernização da imagem da AF Guarda e dos seus clubes filiados, para atrair investidores como mencionei anteriormente.

Os treinadores, que foram tão esquecidos nos últimos tempos, terão também a importância devida, até porque tenho o privilégio de ter alguns na minha lista.

As seleções distritais serão igualmente alvo de uma intervenção e restruturação na forma e modelo de trabalho das mesmas.

No que respeita à Academia do Futebol/Futsal/Futebol de Praia, é efetivamente um projeto “Uma ADR / Uma Academia”, comparticipado pela Federação Portuguesa de Futebol, sobre o qual só será tomada uma posição depois de um diálogo com as autarquias do distrito e outras entidades.

Será um projeto pensado para as nossas seleções, para os nossos árbitros, para os nossos filiados e nunca um projeto pessoal, muito menos uma promessa eleitoral.

Sobre este tema, iremos enviar brevemente a todos os sócios os nossos compromissos de forma detalhada.

Que mensagem deixa aos associados nesta altura?

Gostaria muito de fazer um apelo a todos eles, pedindo-lhes que no próximo dia 4 julho exerçam o direito ao voto, dessa forma, todos podem escolher o futuro da Associação de Futebol da Guarda.

A nossa Associação está numa fase em que precisa de se renovar e é nesse sentido que apelamos a todos os associados que no dia 4 de julho defendam os interesses da nossa tão nobre Associação, escolhendo o projeto, seja qual for, através do voto.

Precisamos de tornar a Associação de Futebol da Guarda mais forte, mais organizada, mais atrativa, pois só dessa forma poderemos dar as tão almejadas condições a todos os clubes, para que também eles se tornem mais competitivos e ajudem a elevar a AF Guarda na representatividade e peso a nível nacional.

Não podemos negar que a Associação entrou num estado inanimado, entrou em modo pause e sem peso nacional, como comprova a perda do atual suplente que tínhamos na Federação Portuguesa de Futebol.

Com a escolha de uma equipa jovem, de pessoas do Futebol e do Futsal, estou certo que será possível, com a ajuda dos nossos sócios, fazer com que a AF Guarda regresse rapidamente a ser mais forte a nível nacional.

A pergunta que deixo a todos os sócios é extremamente simples… O que pretendemos da Associação nos próximos 4 anos? Uma Associação Igual ou uma mudança?

Nós somos a mudança.

Avisos e Liturgia do 12º Domingo do Tempo Comum – Ano A

 

No texto do evangelho, estamos a ouvir passagens do Sermão da Montanha, proferido por Jesus no início da sua vida pública; é o sermão programático da sua missão. Neste domingo, é proclamada a parte em que Jesus envia os Doze em missão e apresenta-lhes as tarefas que terão de cumprir, dando-lhes, para isso alguns conselhos oportunos. Recorda-lhes, de uma forma resumida, a opção que tomaram, o estilo de vida e a postura pública a ter. Nunca poderão esquecer que, por Jesus, são enviados pelo Pai. Trata-se agora de imitar o Mestre pondo em prática os seus ensinamentos e imitá-lo nas acções. Porém, neste domingo, por três vezes, Jesus dá-lhes coragem e confiança, dizendo: “Não tenhais medo”.

Desde o início, Jesus afirmou que tinha chegado a hora do Reino: “o Reino de Deus está perto, está no meio de vós”. Já não é algo escondido que ainda se está à espera, mas, com as suas palavras e acções e as dos seus, o Reino torna-se presente. Nenhuma perseguição, nenhuma oposição ou estratégia humana poderão destruir este Reino. É a hora da verdade! Acabou-se o tempo da espera! Com a pregação pública do Reino, revela-se o que estava escondido nas mentes e nos corações. Agora, cada pessoa, cada família, cada grupo, têm de decidir a favor ou contra o projecto de Deus que Jesus anuncia. Já não há lugar para posições secretas, cobardes, interesseiras e para as meias verdades. O Evangelho do Reino dissipa as dúvidas e apresenta claramente o caminho de Deus. Hoje, a frase de Jesus “Não tenhais medo dos homens” convida a Igreja a sair à rua, sem medo nem complexos.

De seguida, Jesus continua: “Não tenhais medo dos que matam o corpo, mas não podem matar a alma”. Esta é a coragem missionária. A pregação do Evangelho é maior que a voz corporal que a proclama. Esta voz pode ser calada, mas a “alma” da pregação não é possível ser calada, nem com o martírio, nem com a morte.

Finalmente, pela terceira vez, Jesus diz: “Não tenhais medo: valeis muito mais do que os passarinhos”. Bem se pode aplicar esta última parte do texto às resistências que sentimos quando anunciamos o Evangelho. À nossa volta, reina tanto desinteresse religioso e tanta falta de fé! Vivemos uma situação parecida com a de Jeremias na primeira leitura. O profeta estava disposto a sofrer a perseguição dos inimigos de Deus, convertidos em seus próprios inimigos. Mas o que lhe faz mais sofrer é a perseguição que lhe fazem os seus amigos mais próximos, aqueles de quem ele esperava apoio. Hoje, podemos vacilar, mas nunca desanimar, como Jeremias. A perseguição mais dolorosa e que mais desgasta a Igreja é a indiferença das pessoas que não acreditam na fonte da nossa fé e da nossa missão. Por isso, há que confiar em Deus, o Senhor do Universo. Estamos nas suas mãos. Deus não abandona os discípulos do seu Filho.

Tenhamos a confiança e o entusiasmo de S. Paulo, expressos na segunda leitura. Ele foi perseguido por uns e outros. Mas nunca perdeu a fé na missão que recebeu. Até ao fim, lutou contra ventos e tempestades. Como ele, estejamos convencidos que os frutos da nossa missão brotam da acção redentora de Cristo na cruz.

 

«Nada há encoberto que não venha a descobrir-se»

21-06-2020

Do alto do céu, Deus oferece a todos os homens as riquezas da sua graça. Ele próprio é a fonte da salvação e a luz de onde emana eternamente a misericórdia e a bondade. Mas nem todos os homens tiram proveito da sua força e da sua graça pelo exercício perfeito da virtude e a realização das suas maravilhas; só o fazem aqueles que puseram as suas realizações em prática e que provaram por actos o seu apego a Deus, aqueles que se afastaram completamente do mal, que aderem firmemente aos mandamentos de Deus e que fixam o seu olhar espiritual em Cristo, Sol de justiça (Mal 3,20).

Do alto do céu, Cristo oferece aos que combatem o socorro do seu braço, e exorta-os com estas palavras do Evangelho: «A todo aquele que se tiver declarado por Mim diante dos homens também Eu Me declararei por ele diante do meu Pai que está nos Céus». Enquanto servidores de Deus, os santos declaram-se por Cristo nesta vida passageira e diante dos homens mortais; fazem-no por um curto espaço de tempo e na presença de um pequeno número de homens. Mas nosso Senhor Jesus Cristo declara-Se por nós no mundo da eternidade, diante de Deus seu Pai, rodeado dos anjos e dos arcanjos e de todas as forças do céu, na presença de todos os homens, desde Adão até ao fim dos séculos. Porque todos ressuscitarão e serão julgados no tribunal de Cristo. Então, na presença de todos e à vista de todos, Ele dará a conhecer, glorificará e coroará aqueles que Lhe provaram a sua fé até ao fim. (Gregório Palamas, 1296-1359, monge, bispo e teólogo, Sermão para o Domingo de todos os Santos).

 

http://www.liturgia.diocesedeviseu.pt/

As Orientações Pastorais em tempo de covid-19 para as Paróquias que me estão confiadas são:

ORIENTAÇÕES PASTORAIS

em tempo de COVID-19

 

Baptizados:

  1. Serão celebrados na sede da Paróquia, somente com os Pais e Padrinhos;
  2. Cumprir-se-ão as orientações da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP).

 

Casamentos:

  1. Devem celebrar-se, preferencialmente, aos Sábados, somente com os Nubentes e as testemunhas…;
  2. Cumprir-se-ão as orientações da Conferência Episcopal Portuguesa.

 

Reconciliação:

  1. Sempre que for necessário, marcando antecipadamente com o Pároco;
  2. Cumprir-se-ão as orientações da Conferência Episcopal Portuguesa.

 

Unção dos Doentes:

  1. Sempre que for necessário, marcando antecipadamente com o Pároco;
  2. Cumprir-se-ão as orientações da Conferência Episcopal Portuguesa.

 

Funerais:

  1. Serão no Cemitério e seguindo as disposições da DGS, do Município e da Diocese;
  2. A Celebração da Santa Missa de sufrágio será acertada com a Família para quando for oportuno;
  3. Cumprir-se-ão as orientações da Conferência Episcopal Portuguesa.

 

Missas:

Dominical: à hora marcada;

Ferial: à hora marcada. Não haverão celebrações nas Capelas, visto estas não terem as disposições mínimas pela DGS e CEP para este tempo de pandemia. As Missas com intenções particulares serão avisadas e celebradas na Igreja Paroquial;

Cumprir-se-ão, sempre, as orientações da Conferência Episcopal Portuguesa.

 

Outros actos religiosos:

Peregrinações, procissões, festas, romarias, concentrações religiosas, acampamentos e outras actividades similares em grandes grupos, passíveis de forte propagação da epidemia, continuam suspensas até novas orientações da DGS e CEP.

Pe. Jorge Gomes

 

Ano A - Tempo Comum - 12º Domingo - Boletim Dominical II
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