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Aguiar da Beira

Liturgia do 2ºDomingo Comum- Ano B

 

“Eu venho, Senhor, para fazer a vossa vontade”. É o refrão que repetimos no salmo responsorial e que nos recorda a resposta de Samuel ao Senhor: “Falai, Senhor, que o vosso servo escuta”. A primeira leitura narra-nos a vocação de Samuel, um dos personagens mais emblemáticos do Antigo Testamento: quando era ainda criança e vivia no Templo onde tinha sido entregue e consagrado ao Senhor pela sua mãe, ouve um chamamento que não sabe identificar, mas que é constante e que se vai repetindo. Heli ajuda-o a descobrir pouco a pouco que essa voz é o Senhor. Neste domingo recordemos e agradeçamos a dedicação de tantas pessoas que, um dia, nos ajudaram a abrir o nosso coração a Jesus.

No texto do evangelho encontramos também um bom guia que sabe orientar os outros para Deus: João Baptista. Dá testemunho de Jesus, com a finalidade de levar as pessoas a acreditar Nele. João apresenta Jesus como o Cordeiro de Deus. “Dois dos seus discípulos ouviram-no dizer aquelas palavras e seguiram Jesus”, não só pelo que ouviram, mas também pelo que viveram. “Eles foram ver onde morava e ficaram com Ele nesse dia”. Ficaram impressionados com este encontro, provocado pelo convite de Jesus: “Vinde ver”, que lhe mudou a vida. Quando se dirigiram a Jesus, estes dois discípulos saudaram-no como mestre (“Rabi”), mas bem depressa, devido à convivência com Ele, descobriram que é o Messias. Messias é uma palavra de origem hebraica que significa “ungido”; referia-se especialmente ao salvador que Israel esperava ser enviado por Deus para o libertar. A palavra Cristo, que vem da tradução grega de Messias, tem o mesmo significado.

De Eli e de João Baptista, aprendemos o modelo para acompanhar alguém no discernimento na fé: saber desaparecer para que o Outro apareça com mais destaque. Eles não são os protagonistas, e o seu “ocultar-se” faz com que hoje os tenhamos como exemplo do chamamento de Samuel, de André e de Simão. A este último, Jesus muda-lhe o nome para Pedro (pedra, rocha), porque terá um papel fundamental na história a partir deste encontro.

Na segunda leitura, S. Paulo recorda-nos a importância do corpo: é fundamental na relação e comunicação pessoal. Aquilo que Deus espera de nós concretiza-se muitas vezes através do corpo. É com os nossos braços, ouvidos, olhos…que o Senhor actua no mundo. “O corpo não é para a imoralidade, mas para o Senhor…glorificai a Deus no vosso corpo”. Não se pode dizer, como alguns pensavam em Corinto, que o que se faz com o corpo não afecta o Espírito. O corpo é templo do Espírito Santo.

Por isso pedimos ao Senhor que a Eucaristia que celebramos revele o que queremos viver. Que saibamos escutar e responder a Deus com todo o coração, com toda a alma e com todas as forças.

Elo de comunhão 17-01-2021

LEITURA ESPIRITUAL

Levando Pedro consigo, André conduziu ao Senhor o seu irmão segundo a natureza e o sangue, para que se tornasse discípulo como ele; é a primeira obra de André. Ele fez crescer o número dos discípulos: juntou-lhe Pedro, em quem Cristo encontraria o chefe dos seus discípulos. Isto é de tal maneira verdade que quando, mais tarde, Pedro tiver uma conduta admirável, ele o deverá ao que André tinha semeado. O louvor dirigido a um recai igualmente sobre o outro, pois os bens de um pertencem ao outro e um glorifica-se com os méritos do outro.

Que alegria Pedro trouxe a todos quando respondeu de imediato à pergunta do Senhor, quebrando o silêncio embaraçado dos discípulos! Só Pedro pronunciou estas palavras: «Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo» (Mt 16,16). Falando em nome de todos, numa frase, proclamou o Salvador e o seu desígnio de salvação. Como esta proclamação se conjuga bem com a de André! As palavras que André tinha dito a Pedro, quando o conduzira a Cristo – «Encontramos o Messias» – confirma-as o Pai celeste, ao inspirá-las a Pedro (Mt 16,17): «Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo.» (Basílio de Selêucia, ?-c. 468), bispo, Sermão em louvor de Santo André, 4; PG 28, 1105)

 

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Ano B - Tempo Comum - 2º Domingo - Boletim Dominical II

Covid-19- Aumento galopante de casos na região é preocupante

Qual a explicação para o grande aumento de casos?

Neste mês de janeiro temos assistido a um grande aumento galopante de casos quer no distrito da Guarda ou Distrito de Viseu, as entidades competentes de saúde acham que foi o Natal, Passagem de Ano , será que foi?

Uma coisa é certa, na área de abrangência da ULS Guarda nestes  dias aumentaram mais de seiscentos novos casos, aliás, claro a desculpa é dos Lares.

Decerto uma quota parte tem a ver com os Lares, mas ficam as questões como lá entrou?

Mas como todos sabemos isto é , um círculo, os lares de facto têm um grande número de casos ativos e oxalá a vacina que já está a ser distribuída na região possa rapidamente chegar a todos, mas uma coisa é certa, temos localidades de pequena densidade populacional que temos famílias inteiras isoladas, isto significa que , a economia vai sofrer muito.

Agora pelo que vimos, as escolas vão laborar a todo gás a partir de segunda -feira em toda a parte, será que não vai ser um passo atrás, uma vez que existem muitos alunos e algum pessoal docente e não docente em isolamento.

De facto à de saudar, a medida de alguns Municípios em parceria com os Agrupamentos, que antes de arrancarem novamente as aulas testaram todo o pessoal.

Depois estamos em confinamento e as comunidades continuam a circular como nada se tratasse.

Agora fica a dúvida no ar? Qual a explicação para o grande aumento de casos?

Proteja-se a si e aos outros…...

Celebrações Comunitárias nas Comunidades da UP Aguiar da Beira suspensas

Em comunicado a Unidade Paroquial de Aguiar da Beira suspendeu as Celebrações Comunitárias até dia 31 de janeiro, assim refere:”Dando cumprimento às orientações da Direcção Geral da Saúde e da Diocese de
Viseu acerca da Pandemia Covid 19 e depois de uma reflexão atenta sobre a situação
actual de aumento substancial de casos, informa-se que, de 17 a 31 de Janeiro de 2021,
NÃO HAVERÁ CELEBRAÇÕES COMUNITÁRIAS NAS PARÓQUIAS DE Aguiar da Beira, Carapito, Cortiçada, Coruche, Dornelas, Eirado, Forninhos, Gradiz, Pena Verde, Pinheiro de Aguiar, Sequeiros, Souto de Aguiar, Valverde, Matança e Queiriz, concelhos de Aguiar da Beira e Fornos de Algodres. Trata-se de uma medida preventiva. Sugere-se a participação pelos órgãos de Comunicação Social (nomeadamente
da Televisão) ou uma Celebração familiar.
A quem tenha tido contacto com alguém infectado, pede-se que siga os
procedimentos normais, contactando a Saúde 24, respeitando o confinamento e estando
atento aos sintomas.
Como diz o Papa Francisco, só com o esforço de todos, poderemos vencer esta
crise sanitária!
Informa-se ainda que esta situação se verifica também em outras paróquias da
Diocese de Viseu”.

AF Guarda- Competições distritais até ao próximo dia 30 de janeiro.

Em comunicado, a Direção da Associação de Futebol da Guarda informa que decidiu suspender todas as competições distritais até ao próximo dia 30 de janeiro.

Esta decisão vem no seguimento da reunião  entre a AFG e a FPF. “Uma vez que apenas foi obtida autorização para a realização de algumas provas organizadas pela FPF”, a direção da AFG  informa que também “Não foi concedida a autorização para a realização das provas distritais até ao fim deste período de confinamento (30 de janeiro)”.

Assim esta associação ainda refere no comunicado que: Quando vier a autorização para a disputa das provas distritais, seja já possível ter informações sobre a retoma da formação e o acesso do público aos estádios, e as autoridades de saúde o permitam marcarão uma reunião presencial com todos os clubes que estão a disputar as provas da AFG.

Liturgia do Baptismo do Senhor- Ano B

 

Com a Festa do Baptismo do Senhor encerramos o Tempo do Natal, com o qual contemplámos o mistério da Encarnação do Filho de Deus e iniciamos o Tempo Comum até quarta-feira de Cinzas com o início da Quaresma. A passagem entre estes dois tempos litúrgicos acontece neste Domingo. Se na solenidade da Epifania do Senhor celebrávamos a manifestação de Deus a todos os povos da terra, com a festa do Baptismo do Senhor continuamos a celebrar esta manifestação como mistério da revelação de Deus que em Cristo ilumina e enche de sentido a nossa vida.

O evangelho deste Domingo narra-nos o início da pregação de João Batista que é um grande anúncio para todos. Depois da sua pregação virá o Messias que nos baptizará no Espírito Santo. A palavra “cristão” significa consagrado no mesmo Espírito no qual Jesus foi consagrado. O baptismo de João era um acto de contrição para receber o perdão dos pecados, mudar a vida e assim estar preparados para a vinda do Salvador para libertar Israel. O anúncio de que o Messias baptizaria no Espírito Santo revela que a sua acção salvífica e redentora irá mais além do perdão dos pecados, ou seja, fará surgir uma vida nova tal como profetizou Isaías na primeira leitura.

Depois do anúncio de João Batista, o evangelista Marcos, de uma maneira muito sóbria, introduz Jesus e o seu baptismo. Diz-nos que “naqueles dias, Jesus veio de Nazaré da Galileia e foi baptizado por João no rio Jordão”. No rio Jordão, Jesus manifesta-se com uma extraordinária humildade, que recorda a pobreza e a simplicidade daquele menino na manjedoura de Belém. Antecipa já os sentimentos que, no final dos seus dias neste mundo, lavará os pés dos seus discípulos e assumirá a humilhação terrível da morte na cruz. O Filho de Deus, Aquele que não tem pecado, encontra-se entre os pecadores e revela a proximidade de Deus no caminho da conversão de cada homem e de cada mulher. Jesus carrega sobre os seus ombros o peso da culpa de toda a humanidade e assim inicia a sua missão, a sua vida pública. Por isso a festa do Baptismo do Senhor leva à sua plenitude o tempo do Natal.

Com a mesma sobriedade, o evangelista Marcos continua a narrar o baptismo do Senhor, dizendo que “ao subir da água, viu os céus rasgarem-se e o Espírito, como uma pomba, descer sobre Ele”. Nesta imagem, os Padres da Igreja reconheceram um dos momentos constitutivos do sacramento do baptismo. Afirmavam o seguinte: se João baptizava com água para purificar os pecados, o baptismo do Senhor tinha purificado a água para pudéssemos entrar na vida nova da sua ressurreição. Assim, a água passa a ser sinal de salvação real para todos. O baptismo no rio Jordão converte-se numa promessa pascal: o homem novo, Jesus, promete a todos os homens e mulheres, prisioneiros do homem velho por causa do pecado, estar com eles numa missão necessária e dolorosa para todos: a morte do homem velho.

Mas se ainda houvesse dúvidas, o evangelista Marcos termina esta narração com uma manifestação de Deus. Devemos recordar que o evangelho de Marcos inicia sem nenhuma referência ao nascimento de Jesus. O texto evangélico deste domingo contém quase os primeiros versículos do evangelho. O evangelista coloca uma frase pronunciada por Deus que é de grande importância e que não se repetirá até ao momento da Transfiguração no monte Tabor. O itinerário pedagógico da liturgia leva-nos a conhecer as reacções que Jesus tinha suscitado nos pastores, no rei Herodes, nos Magos do Oriente, em Simeão e Ana. Pouco a pouco, estes sentimentos levam-nos a reconhecer que aquele menino é o Messias que o povo esperava. Mas se ainda houver dúvidas, hoje ressoa a voz de Deus que nos confirma que aquele homem entre o povo e baptizado nas águas do rio Jordão é o seu Filho muito amado. Depois de contemplar o seu nascimento neste tempo de Natal, saibamos acolher Jesus na sua vida pública para sentir e experimentar a realidade do seu Reino.

Elo de comunhão

LEITURA ESPIRITUAL

Junto do Jordão, Jesus manifesta-se com uma extraordinária humildade, que recorda a pobreza e a simplicidade do Menino colocado na manjedoura, e antecipa os sentimentos com os quais, no final dos seus dias terrenos, chegará a lavar os pés dos discípulos e sofrerá a humilhação terrível da cruz. O Filho de Deus, Aquele que é sem pecado, coloca-se entre os pecadores, mostra a proximidade de Deus ao caminho de conversão do homem. Jesus carrega sobre os seus ombros o peso da culpa da humanidade inteira, inicia a sua missão pondo-se no nosso lugar, no lugar dos pecadores, na perspectiva da cruz.

Recolhido em oração, depois do baptismo, enquanto sai da água, abrem-se os céus. É o momento esperado por multidões de profetas. “Se rasgásseis os céus e descêsseis!”, tinha invocado Isaías (64, 1). Neste momento, parecia sugerir São Lucas, este pedido é satisfeito. De facto, “o céu abriu-se e o Espírito Santo desceu” (3, 21-22); ouviram-se palavras nunca antes pronunciadas: “Tu és o Meu Filho muito amado; em Ti pus todo o Meu enlevo” (v. 22). Jesus, saindo das águas, como afirma São Gregório de Nazianzo, “vê o céu abrir-se e separar-se, aquele céu que Adão tinha fechado para si e para toda a sua descendência” (Discurso 39 para o Baptismo do Senhor, p. 36). O Pai, o Filho e o Espírito Santo descem entre os homens e revelam-nos o seu amor que salva. Se são os anjos que levam aos pastores o anúncio do nascimento do Salvador, e as estrelas aos Magos vindos do Oriente, agora é a própria voz do Pai que indica aos homens a presença no mundo do seu Filho e que convida a olhar para a ressurreição, para a vitória de Cristo sobre o pecado e sobre a morte. (Bento XVI, Homilia de 10 de Janeiro de 2010)

 

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Ano B - Tempo do Natal - Baptismo do Senhor - Boletim Dominical II sem avisos

Emília Martins venceu concurso Aguiar Natal com o Comércio Local

Teve lugar , no Dia de Reis, o Sorteio Aguiar Natal com o Comércio Local, com o Município de Aguiar da Beira a tentar incentivar a comunidade a realizar compras no comércio local, com este concurso teve como objetivo.

Assim a grande vencedora foi Emília Martins, com cupão do estabelecimento BP Aguiar, depois em segundo ficou Francisco Marques e em terceiro lugar, César Alves , ambos na Galp.

Dados publicados pela DGS totalmente desajustados que suscitam grandes lapso das comunidades

Situação surreal no País

De facto, Portugal vive uma situação pandémica complicada, onde a DGS tem a missão de alertar e procurar prevenir  e comunicar notas e informações sobre os casos que todos dias aumentam, mas neste momento, o que se passa no País é comprometedor e perigoso para a saúde pública, uma vez que os quadros apresentados para serem implantadas novas medidas no País, são números desajustados, isto é desatualizados, uma vez que podem ser colocadas medidas leves em concelhos com imensos casos e vice- versa.

Citamos o exemplo do distrito da Guarda, onde são apresentados números de 28/12/20, quando desde esse dia até dia 03/01/21, existem concelhos que neste mapa são considerados moderados e vão continuar a partir do dia 8/01 e neste momento o número de casos aumentou em larga escala.

Será que as entidades regionais que regem esses casos não deveriam informar os superiores desse desajustamento, será que a ULS da Guarda não poderá apresentar um mapa atualizado de casos até dia 03/01.

De certo que, com esses novos registos, as comunidades deixavam de estar em pânico, com estão agora e novas medidas seriam adotadas para combater a pandemia rapidamente.

Creio que está na hora das grandes instâncias, pensarem que se trata de vidas humanas e não de números para dados de estatísticas.

 

Avisos e Liturgia- Epifania do Senhor- Ano B

 

Prossegue o tempo do Natal com a celebração da Epifania do Senhor. A oração colecta sempre nos ajuda a alcançar o mistério que celebramos em cada uma das celebrações eucarísticas. Neste Domingo, esta oração recorda-nos que Deus revelou o seu Filho Unigénito aos gentios guiados por uma estrela. Também pedimos que o Senhor nos guie para contemplarmos face a face a sua glória. Na narração dos Magos do Oriente encontramos um perfeito itinerário da fé cristã.

Os Magos deixam a estabilidade, o conforto e a segurança dos seus lares para fazerem um caminho, uma viagem. De certeza que preferiam ficar em casa, rodeados da tranquilidade própria de uma habitação confortável. Um sinal no céu despertou-lhes a curiosidade, o espírito de aventura e a vontade de percorrer um caminho, ou seja, de fazer uma viagem que transformará as suas vidas. O caminho que eles fizeram pode ser feito por cada um de nós em qualquer momento da vida. Muitas vezes somos cristãos desinteressados e insensíveis; os nossos pais e avós já eram cristãos e, por isso, também somos e pronto! Os acontecimentos da vida, os sinais dos tempos, despertam-nos da nossa fé acomodada para procurarmos o seu fundamento e alicerce. Da decisão que tomarmos poderão surgir dois caminhos: ou ficamos na mesma e a nossa fé enfraquece, ou decidimos percorrer um caminho que nos leve a contemplar o nosso redentor.

O texto do evangelho de S. Mateus revela-nos que este itinerário não está isento de dificuldades. Os Magos do Oriente também as tiveram. O rei Herodes foi um traidor; aparentemente, desejava conhecer o menino Jesus, mas na realidade pretende servir-se da boa vontade daqueles Magos para concretizar o seu plano: matar o menino Jesus para que só ele possa ser o rei dos judeus. Os Magos poderiam ter-se enganado no caminho, poderiam ter ficado contentes por conhecer o rei Herodes ou poderiam ter atraiçoado o menino Jesus dando a conhecer a Herodes a sua morada. Não o fizeram porque foram fiéis e não se deixaram iludir com as palavras de Herodes. Cuidado! Os falsos ídolos de hoje distraem-nos e separam-nos do que realmente desejamos: o encontro pessoal com o Senhor.

Qual é o momento mais esperado de toda a viagem dos Magos? Aquele em que podemos contemplar face a face a sublime glória de Deus. No ponto de chegada deste caminho encontramos Maria a apresentar-nos Jesus Cristo. Depois da contemplação vem a adoração, porque prostraram-se para O adorar. Não há troca de palavras, não há apresentações; viram o menino e adoram-no. Os Magos ensinam-nos o seguinte: perante o mistério de Deus não há palavras, perante a possibilidade de O conhecer e de O contemplar desponta o silêncio da adoração.

03-01-2021

Abriram os seus tesouros e ofereceram-lhe ouro, incenso e mirra. Nestas prendas, os Padres da Igreja vêm simbolizadas no ouro a realeza de Jesus Cristo, no incenso a sua divindade e na mirra a sua paixão. Estas prendas são uma representação da identidade de Jesus Cristo. Podemos afirmar que os Magos, depois da viagem, conseguiram descobrir quem é Jesus. Que prendas podemos hoje oferecer ao menino Jesus? É evidente que podemos oferecer ouro, incenso e mirra, mas quem é Jesus Cristo para nós? E se oferecêssemos a nossa vida e a nossa pobreza para que Ele a transforme?

No final da celebração eucarística deste Domingo iremos, como os Magos, regressar às nossas casas. Na Eucaristia temos a oportunidade de nos encontrar e de adorar o Senhor. Celebrando a Eucaristia, transformamos a nossa vida. Que o itinerário dos Magos do Oriente nos ajude hoje e sempre a contemplar face a face a admirável glória de Deus.

 

LEITURA ESPIRITUAL

“Levanta-te e resplandece, Jerusalém, chegou a tua luz!” (Is, 60,1) Chegou realmente a tua luz; ela estava no mundo e o mundo foi feito por ela, mas o mundo não a conheceu. O Menino nascera, mas não foi conhecido enquanto o dia da luz não começou a revelá-Lo. Erguei-vos, vós que estais sentados nas trevas! Dirigi-vos para esta luz; ela ergueu-se nas trevas, mas as trevas não conseguiram abarcá-la. Aproximai-vos e sereis iluminados; na luz vereis a luz, e dir-se-á sobre vós: “Outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor” (Ef 5,8). Vede que a luz eterna se acomodou aos vossos olhos, para que Aquele que habita uma luz inacessível possa ser visto pelos vossos olhos fracos e doentes. Descobri a luz numa lâmpada de argila, o sol na nuvem, Deus num homem, no pequeno vaso de argila do vosso corpo o esplendor da glória e o brilho da luz eterna!

Nós Te damos graças, Pai da luz, por nos teres chamado das trevas à tua luz admirável. Sim, a verdadeira luz, mais do que isso, a vida eterna, consiste em Te conhecer, a Ti, único Deus, e ao teu enviado, Jesus Cristo. É certo que Te conhecemos pela fé, e temos como seguro que um dia Te conheceremos na visão. Até lá, aumenta-nos a fé. Conduz-nos de fé em fé, de claridade em claridade, sob a moção do teu Espírito, para que penetremos cada dia mais nas entranhas da luz! Que a fé nos conduza à visão face a face e que, à semelhança da estrela, ela nos guie até ao nosso chefe nascido em Belém.

Que alegria, que exultação para a fé dos magos, quando virem reinar, na Jerusalém das alturas, Aquele que adoraram quando vagia em Belém! Viram-No aqui numa habitação de pobres; lá, vê-Lo-emos no palácio dos anjos. Aqui, nos paninhos; lá, no esplendor dos santos. Aqui, no seio de sua Mãe; lá, no trono de seu Pai. (Beato Guerric de Igny, 3º sermão para a Epifania).

 

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Feliz 2021!!!!

Um Bom Ano 2021 cheio de esperança e alegria!

Testes rápidos de saliva da Biojam para diagnóstico do COVID-19 chegaram ao mercado português

Um método alternativo à zaragatoa: Novo sistema de diagnóstico permite detetar o vírus com um único teste à saliva.

·               Uma solução que constitui uma alternativa fiável, segura, confortável e muito mais barata.

Depois de lançados os testes rápidos de antigénio para diagnóstico de COVID-19 e os testes DUO de diagnóstico de COVID-19 e Gripe, a BioJam disponibiliza também, a partir de agora, os testes rápidos de saliva, os quais já foram alvo de notificação junto do Infarmed. De uma forma mais simples e sem o desconforto associado aos convencionais testes de antigénio que utilizam as zaragatoas para recolha de amostra, o novo sistema de diagnóstico permite detectar, em apenas 15 minutos e de uma forma não invasiva, possíveis casos positivos de COVID-19. Com explica Carlos Monteiro, CEO e fundador da farmacêutica BioJam, “a realização dos convencionais testes de antigénio, apesar de constituírem um processo rápido, não deixam de ser mais desconfortáveis, sobretudo para crianças, adolescentes e até adultos com sensibilidade ao método da zaragatoa. Além disso, poderão ser muito úteis em aeroportos, escolas, empresas ou atividades desportivas, para identificar assintomáticos em período infecioso. Com os novos testes de saliva conseguimos eliminar o desconforto mantendo a segurança dos testes que apresentam uma especificidade de 100% e uma sensibilidade de mais de 94%”.

O teste rápido PCL COVID19 Ag Gold saliva é um dispositivo médico de diagnóstico invitro que se baseia no Teste imunocromatográfico (ICA) para a detecção qualitativa do antigénio SARS-CoV-2 na saliva humana. Ainda que não seja um teste invasivo, o mesmo só estará disponível para realização em clínicas e laboratórios de análises clínicas devidamente registadas na ERS para tal, por profissionais de saúde ou sob o acompanhamento destes, esperando que estes também possam ser distribuídos pelas farmácias comunitárias. A ideia é que seja supervisionado por um profissional e realizado numa clínica, hospital ou, eventualmente, farmácia. Além de eliminar o desconforto da zaragatoa, deixa de ser necessário ter profissionais de saúde especificamente habilitados para a colheita, como acontece atualmente, aliviando a logística e os custos”, acrescenta Carlos Monteiro.