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Economia

COVID-19 -“Torrestir reforça meios e capacidade de distribuição de produtos farmacêuticos e bens alimentares

Em comunicado, o grupo Torrestir, salienta q reforçou a distribuição de produtos farmacêuticos e bens alimentares referiu: Para dar resposta à atual situação epidémica causada pelo COVID-19 e em contexto de emergência nacional, o grupo Torrestir reforçou a sua capacidade de distribuição de produtos farmacêuticos e bens alimentares.
Através da sua subsidiária Torrespharma, faz entregas diárias nas farmácias, hospitais e clínicas, bem como entregas ao domicílio, disponibilizando os recursos necessários para que as operações de abastecimento de medicamentos se mantenham sem falhas. Também no que diz respeito aos bens alimentares e tendo em conta o panorama actual, a Torrestir estendeu os seus serviços, passando a fazer entregas ao domicílio, onde se verifica uma necessidade acrescida.
Como explica Fernando Manuel Torres, administrador da Torrestir: «Vivemos um período inédito em que temos de nos reinventar rapidamente e é nossa missão garantir a entrega de bens que, neste momento, são cruciais para a população. Por isso, na Torrestir reforçámos os nossos serviços e frota, totalmente equipada para o efeito, cumprindo as boas práticas de distribuição de medicamentos e de produtos alimentares. Este é um esforço conjunto feito pelo universo Torrestir que contempla todo o território nacional».”

Município da Guarda ajuda na produção de viseiras com as impressoras 3D

A Câmara Municipal da Guarda está a colaborar com um grupo de amigos desta cidade “DIE VIBRASSA[E]S”, que se juntaram para produzir viseiras de proteção para entregar a profissionais de saúde.

A colaboração passa pela impressão do suporte da viseira em poliácido láctico (PLA ou ácido poliláctico) nas impressoras 3D que a Câmara Municipal da Guarda adquiriu recentemente para apetrechar as salas do futuro.

Fruto da parceria de várias entidades, este grupo de amigos já consegui entregar cerca de três dezenas de viseiras às entidades de saúde da cidade da Guarda.

Por sua vez , o Presidente da Câmara, Carlos Chaves Monteiro, aplaude esta iniciativa e agradece penhorado a todos os envolvidos neste projeto, que tem por principal objetivo a segurança e a salvaguarda dos profissionais de saúde desta cidade.

Crédito Agrícola anuncia moratórias para apoiar Particulares e Empresas

O Crédito Agrícola acaba de lançar três linhas de crédito para apoiar as famílias e as Empresas portuguesas neste contexto de pandemia e de Estado de Emergência que o País vive.

Com o objetivo de ajudar a mitigar os efeitos económicos e sociais que o surto do COVID-19 está a provocar na sociedade portuguesa, o Crédito Agrícola criou um mecanismo de moratória para os créditos regulares para particulares e empresas que permite uma carência de capital ou prorrogação do termo do prazo de pagamento até 12 meses, cumulativos entre carência e prorrogação.

Este instrumento de apoio é elegível para os clientes que estejam em situação regular com Banco, abrangendo as operações de crédito à habitação, ao consumo e créditos ao investimento e tesouraria, para o caso das empresas. O Crédito Agrícola ajustará estas condições às orientações ou decisões que vierem a ser tomadas pelas autoridades legislativas ou regulatórias, europeias ou nacionais.

Adicionalmente e para apoiar as empresas neste período especialmente conturbado, o Banco lançou ainda a Linha de Crédito de Apoio Especial – Fundo Maneio, dirigida a empresas e a empresários em nome individual, acessível a todo o tipo de empresas nacionais com necessidade de liquidez na atual conjuntura, com o objetivo de pagamento de salários, encargos com a manutenção da atividade, pagamento a fornecedores, e com um montante máximo de financiamento até 100 mil euros.

O Crédito Agrícola associou-se ainda ao Estado Português e ao Sistema Nacional de Garantia Mútua na Linha de Crédito Capitalizar 2018 COVID-19 com um montante global de 200 milhões de euros e com um limite de financiamento de 1,5 milhões de euros por empresa e por linha específica.

Para os particulares, foi lançada a Linha de Crédito de Apoio Especial Pessoas Singulares para fazer face aos encargos que tendem a aumentar, seja por despesas de saúde, seja pela contingência de passar a ficar em casa, com as despesas acrescidas que daqui, naturalmente resultam e os rendimentos serem reduzidos.

No momento de pandemia que o país e o mundo atravessam, o CA recomenda sempre que possível a utilização dos canais digitais como meio preferencial de contacto entre os clientes e as suas agências.

CIMBSE lança medida de contenção à propagação do Covid-19

Segundo um comunicado, teve lugar uma reunião por teleconferência dos presidentes de Câmara Municipal dos municípios integrantes da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela, a fim de articularem medidas conjuntas de contenção da propagação das infeções por Covid-19 na região, acordaram nas seguintes conclusões:

• Solicitar às autoridades competentes a efetiva submissão a controlo sanitário a todas as pessoas que entrem no território pela fronteira terrestre de Vilar Formoso.

• Solicitar à autoridade de saúde competente que estabeleça a obrigatoriedade de confinamento, por 14 dias, de qualquer pessoa que, por motivo não profissional, entre no território provindo do estrangeiro;

• Estabelecer procedimentos para aquisição conjunta de equipamentos de proteção e de saúde necessários ao combate da pandemia;

• Reiterar o seu empenhamento neste combate e a sua abertura e total disponibilidade dos meios municipais para toda a colaboração com as autoridades de saúde, de segurança e de proteção.

foto arquivo

Trancoso também já ativou o Plano de Municipal de Emergência de Proteção Civil

Depois de uma reunião com a Comissão Municipal de Proteção Civil, realizada recentemente, foi ativado o Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil do Concelho de Trancoso.

Esta medida vem no sentido de tentar travar o aumento de casos de Covid-19 em todos País., mas pode ler-se aqui:

https://www.cm-trancoso.pt/wp-content/uploads/2020/03/Despacho_AtivPlanoEmergencia.pdf
Em consequência e mediante o determinado pela Delegada de Saúde Coordenadora da Unidade de Saúde Pública da ULS da Guarda, E.P.E., Dra. Ana Isabel Correia Viseu, enquanto Autoridade de Saúde, “todos os cidadãos que regressem do estrangeiro e outras regiões do país, devem permanecer em isolamento profilático pelo período de catorze (14) dias a contar do dia da sua chegada”.

Projeto Escola Amiga da Criança 2020 adia prazo de candidatura

 

As famílias e professores poderão desde já submeter na opção Concorrer, na opção “Escola Amiga em Casa” https://escolaamiga.pt/concorrer .

A CONFAP, a LeYa e o psicólogo Eduardo Sá agradecem a todos – escolas, autarquias, professores e crianças – que, de norte a sul de Portugal, comemoram o orgulho imenso de dar a conhecer os inacreditáveis projetos de inúmeras escolas onde, movidos pela paixão e pela escola, a transformam todos os dias, com ideias simples, num lugar para onde apetece “fugir”.

Atendendo ao surto de coronavírus, o prazo de entrega de candidaturas ao projeto Escola Amiga da Criança 2020 se estenderá, ficando dependente da reorganização do calendário escolar. Mas fica assegurado que os resultados destas candidaturas e o lançamento da Escola Amiga da Criança 2021 serão divulgados a 5 de outubro (Dia do Professor), como forma de manifestar o reconhecimento público a todos os professores que, de um jeito ímpar, dão à escola, de forma incansável, um “rosto humano”. Tornando-a mais amiga da criança!

Apesar de já ser comum, dentro das categorias da Escola Amiga da Criança, valorizar-se o envolvimento da família com a comunidade educativa e a formação cívica – será introduzida, desde já, uma nova categoria de selos chamada “Escola Amiga em Casa”, que destaque as propostas criativas das escolas em relação às pontes que conseguiram estabelecer durante a quarentena, entre os seus alunos e as famílias.

A CONFAP, a LeYa e o psicólogo Eduardo Sá desejam que este compromisso com o bem comum e o com o futuro, que a ESCOLA AMIGA DA CRIANÇA representa – a par dos gestos de todos aqueles que, de forma generosa, lutam, todos os dias, para nos socorrer – sirva para recordar que o melhor do mundo são as pessoas. Comprometidas com o melhor de todas as crianças e com o melhor da escola! E manifestam o seu reconhecimento a todos aqueles que acolhem, protegem e ajudam a crescer as crianças, mesmo em circunstâncias de emergência. E a todos os outros que arriscam a sua saúde para nos salvar!

Covid-19-Estudo revela que falência económica e mortalidade assustam os portugueses

 

 Falência económica nacional (62% dos inquiridos), mortalidade elevada (58%), falência do Sistema Nacional de Saúde (46%) e desemprego (46%) são os principais receios dos portugueses em tempo de Covid 19.

Estas são as conclusões de um estudo realizado pela multidados.com – the research agency – em parceria com a Guess What, que quis ainda saber os pensamentos atuais dos portugueses sobre a pandemia da Covid 19.

Confiança nos profissionais de saúde e Governo

Numa escala de 0 a 10, a confiança dos portugueses nos enfermeiros (9,58), médicos (9,48), camionistas e trabalhadores em lojas de bens essenciais   (9,12), Sistema Nacional de Saúde (8,27) e Forças de segurança (8,22) é quase máxima. Também alta é a confiança no Presidente da República (7,69), Primeiro Ministro (7,63), Ministra da Saúde (7,61) e Direção Geral da Saúde (7,61).

Portugueses conhecem medidas, mas sugerem mais

Os portugueses (100%) dizem conhecer as medidas do Governo de combate à pandemia e identificam-nas: isolamento obrigatório para pessoas infetadas (93%); encerramento de estabelecimentos de restauração, exceto os que dispõem de serviço take-away (91%) e imposição do teletrabalho sempre que possível (89%). Ainda assim, os inquiridos apontam outras iniciativas que deviam ser tomadas pelo governo português como ajuda económica às famílias (49%), suspensão do pagamento de contratos de água, luz, gás e comunicações (37%), intensificação da fiscalização das autoridades (37%) ou o recolher obrigatório (41%).

Crise será forte e duradoura

Como se vê pelos receios dos inquiridos, a economia ocupa um papel central no pensamento dos portugueses. Em caso de necessidade económica, 43% dos inquiridos diz contar com o apoio dos amigos, sendo que apenas 1% pensa contar com ajuda económica do Governo. Mais de 58% dos inquiridos considera que a crise económica resultante da atual situação será forte e duradoura.

A televisão é o meio de eleição

Mais de 36% dos inquiridos diz estar sempre atento às notícias sobre o tema; 37% diz ver as notícias várias vezes ao dia e 25% diz acompanhar as informações sobre o vírus, pelo menos uma vez por dia. A televisão (95%) é o meio de eleição da maioria dos portugueses, seguindo-se as redes sociais (53%), sites do SNS e DGS (46%) e outros sites (26%).

Pico da pandemia

Metade dos inquiridos considera que o pico da pandemia em Portugal vai ocorrer dentro de um mês, enquanto 32% considera que o pico irá ocorrer daqui a uma semana.

O estudo foi realizado por via dos métodos CATI (Telefónico) E CAWI (online) a uma base de dados de utilizadores registados na plataforma da multidados.com. Foram recolhidas e validadas 1.000 respostas entre os dias 20 e 23 de março.

Covid-19-Saúde, higiene e produtos básicos dominam o consumo entre os portugueses

Apresentamos um estudo feito pela empresa Nielsen revela-nos que os efeitos da pandemia Covid-19 são já visíveis em Portugal, contribuindo para um aumento das vendas do retalho alimentar. A primeira edição do Barómetro semanal da Nielsen sobre este tema, relativo à semana 9 de 2020 (de 24 de fevereiro a 1 de março), aponta para um crescimento das vendas nos Hipers+Supers que totalizou 14% entre as categorias de alimentação, detergentes e produtos de higiene e frescos, quando desde o início do ano a tendência se situava nos 6%.

Preocupações dos consumidores ditam consumo

A avaliação realizada pela Nielsen revela uma reação no comportamento do consumidor perante esta pandemia, em linha com a própria evolução desta situação no continente europeu e em território nacional.

A Nielsen identifica as seis etapas de adaptação do consumidor perante esta nova realidade: a compra proativa de Saúde, a gestão reativa da Saúde, a preparação da despensa, a preparação para quarentena, a vida com restrições e a vida sob uma nova normalidade.

O início da semana em análise foi marcado pelo alerta para o risco de pandemia anunciado pela Organização Mundial da Saúde, num período em que o número de casos diários registados na Europa ultrapassou os da China. Em Portugal, a Direção-Geral da Saúde dirigiu um aviso às empresas para a necessidade de definição de planos de contingência.

Neste contexto, constata-se uma preocupação acrescida entre os portugueses com a Saúde e o armazenamento de produtos alimentares, exemplificado nos valores mais elevados registados para as conservas (+42%), os produtos ricos em vitamina C (Kiwi +39%, Laranja +37%, Tangerina/Clementina +37%) e produtos básicos (+36%). Preocupações com a Saúde e a limpeza estão também no topo do crescimento entre detergentes e produtos de higiene, observável para os Cuidados de Saúde (+40%) e Acessórios de Limpeza (+38%), onde estão incluídas as luvas.

O peso do fator geográfico

A reação dos portugueses não foi igual em todo o território: Lisboa, Setúbal, Leiria e Santarém foram os primeiros a reagir e foi nestas zonas geográficas que o consumo mais disparou. Para Lisboa, o consumo de 18% registado nesta semana triplicou a tendência de 6% verificada desde o início do ano; saltos no consumo aparentes também para Setúbal, Leiria e Santarém.

As próximas semanas podem demonstrar uma situação diferente, uma vez que os primeiros casos positivos de Covid-19 foram registados no Norte do país.

 

A procura por diferentes tipologias de oferta

O momento é de adaptação, devendo marcas e retalhistas tentar responder às necessidades identificadas entre os consumidores neste período de desafios originais.

Notam-se já tendências entre as distintas tipologias de lojas: com um sortido mais alargado, os Hipers destacam-se com um crescimento de 20%, acima dos incrementos registados para os Super Grandes (+18%) e Super Pequenos (+5%). Mas é expetável que, com o decorrer das semanas, a questão da proximidade conquiste um maior dinamismo.

                     Informação vai sustentar novas estratégias de marcas e retalhistas

É ainda cedo para compreender, na totalidade, de que modo esta pandemia vai afetar os padrões de consumo, alterar comportamentos e ditar novas tendências.

Como nos explica Patricia Daimiel, Diretora-Geral da Nielsen para Espanha e Portugal, “vivemos hoje uma situação verdadeiramente sem precedentes. Em todos os mercados e negócios, a nível mundial, a pandemia Covid-19 veio abalar a forma como vivemos, como consumimos e como trabalhamos. Todos seremos impactados, sem exceção. Por essa razão, é fundamental que, agora mais do que nunca, nos mantenhamos informados sobre todas as mudanças e novas tendências que vêm impactar cada um dos nossos mercados. É essencial estar alerta e tomar decisões assertivas que vão ao encontro de um panorama que é novo para todos, em todo o mundo.”

 

Covid-19-Programa de entrega de bens “porta a porta” em Fornos de Algodres

A Câmara Municipal de Fornos de Algodres tem já, um programa de entrega “porta-a-porta” de bens alimentares, medicamentos, livros, jornais e revistas.

O programa intitulado “Compre em Segurança e Nós Entregamos.” abrange todos os munícipes e resume-se em 4 passos simples:

1.º Passo – O munícipe encomenda diretamente aos estabelecimentos aderentes;


2.º Passo – Os estabelecimentos aderentes informam os serviços da Câmara até às 15h do dia anterior da entrega;


3.º Passo – Os funcionários da Câmara Municipal, no dia seguinte, fazem a recolha das necessidades nos estabelecimentos, entre as 9h00 e as 11h00;


4.º Passo – É efetuada a distribuição das 11h00 às 17h00, pelos funcionários da Câmara Municipal.

Deste modo são já vários os locais aderentes que todos podem encomendar e o Município faz o serviço de entrega.

Covid-19- Solidariedade com as famílias e empresas por parte dos Municípios, Senhorios e Governo é importante

Todos juntos somos mais fortes!!

Nesta fase crítica da vida das famílias, face ao Covid-19, onde a pandemia está instalada por todo Mundo, as famílias precisam de ajuda agora mais que nunca, uma vez que os agregados familiares e alguns são numerosos estão em casa. Também a vida não está fácil para a maioria das empresas do Interior .

Mas o mais complicado para além de a doença obriga a isolamento de todos, são as despesas certas casos da água, eletricidade, rendas, telecomunicações e impostos.

Ao que vamos apurando já são algumas destas instituições que vão dando benefícios às famílias e às empresas.

Assim como deixamos uma palavra aos senhorios que também devem todos pensar numa medida de apoiar as famílias e empresas, cobrando menos renda nesta fase.

Já o Governo vai lançando algumas formas de apoio mais no nosso entender insuficientes para empresas com menos de 10 trabalhadores, vamos aguardar por novos apoios ainda.

Agora se calhar deviam ser todos juntos a ajudar as famílias e as empresas para que logo que, este surto passe tenhamos empresas e famílias mais coesas e mais forte economicamente.

Foto:DR

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