Templates by BIGtheme NET
Home » Economia (page 32)

Economia

Guarda recebe Torneio internacional masculino Sub-16

O Torneio de Desenvolvimento Masculino de Futebol de Sub-16 vai ser organizado no distrito da Guarda, pela Associação de futebol da Guarda, assim anunciou a Federação Portuguesa de Futebol.

O evento vai contar com a participação da Seleção Nacional de Portugal e de mais três Seleções de outros países. A competição vai ser disputada no distrito da Guarda entre os dias 10 e 14 de maio.

Com esta atribuição a AFG e a FPF vão realizar no distrito da Guarda uma das mais importantes competições de Futebol de Sub 16.

Por:AFG

Município de Nelas integra projeto intermunicipal da Rota dos Moinhos de Portugal, anunciado vencedor na Sessão de encerramento do ALA+T em Castelo Branco

Decorreu durante o dia desta quarta-feira, no Cine-Teatro Avenida de Castelo Branco, a apresentação dos projetos finais do ALA+T , Programa Nacional de Qualificação da Administração Local Autárquica Para Turismo, promovido pelo IPDT – Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo com o apoio do Turismo de Portugal. O programa ALA+T pretendeu dotar os técnicos superiores e dirigentes da Administração Local Autárquica com competências específicas e transversais, indispensáveis para o desenvolvimento do setor do Turismo. Do lote de oradores fizeram parte Ana Mendes Godinho – Secretária de Estado do Turismo, Luís Correia – Presidente CM Castelo Branco, António Jorge Costa – Presidente IPDT e Luís Araújo, Presidente do Turismo de Portugal.

O  Presidente da Câmara de Nelas,Borges da Silva, o Vice-presidente e o Vereador do Turismo, estiveram presentes a apoiar os seus 3 colaboradores, que conjuntamente com os municípios de Águeda, Albergaria a Velha, Sever do Vouga e Vagos apresentaram o projeto Portuguese Mills – Rota dos Moinhos de Portugal de forma a ser implementado uma rota temática em torno dos moinhos de diferentes tipologias nestes municípios e na Região Centro e restante território nacional em fases posteriores.

Foram 19 os grupos de trabalho intermunicipais de 90 municípios, que perante uma vasta plateia deram a conhecer os seus projetos inovadores, do qual a Rota dos Moinhos de Portugal faz parte do lote dos 3 vencedores finais.

Nelas tem já uma forte tradição no seu património molinológico tendo já em implementação um Percurso Pedestre de Pequena Rota que incide sobre esta temática de valorização dos moinhos de água em funcionamento que envolve práticas ancestrais do saber-fazer.

Já no dia 7 de Abril com a celebração do Dia Nacional dos Moinhos, no Município de Nelas vai ser potenciada a cultura imaterial em torno deste tema central que combate também a sazonalidade turística.

Por:Mun.Nelas

Comunidades Intermunicipais cumprem apesar de afastadas dos cidadãos

Investigação da Universidade de Aveiro

Seis anos depois da aprovação do estatuto das entidades intermunicipais, um estudo da Universidade de Aveiro (UA) sugere que as comunidades intermunicipais “cumpriram amplamente o seu objetivo” de aproximar municípios com vistas à resolução de problemas comuns. No entanto, por concretizar, estão as expectativas das comunidades intermunicipais que há seis anos julgavam quer iriam conseguir mais financiamentos do que aqueles que até agora conseguiram. Às comunidades intermunicipais falta ainda envolver outros atores regionais e cidadãos.

O estudo parte de um inquérito às comunidades intermunicipais do território continental, incluindo as Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto, nas quais todos os 278 concelhos se encontram representados.

“As associações intermunicipais cumpriram amplamente o objetivo de estimular a aprendizagem mútua entre municípios e de permitir aos municípios obter ganhos de escala, isto é, os municípios passaram a cooperar para resolver problemas que ultrapassam as fronteiras dos municípios individuais”, aponta a investigadora Patrícia Silva, politóloga e investigadora do Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território (DCSPT) e da  Unidade de Investigação Governança, Competitividade e Políticas Públicas (GOVCOOP) da UA.

A autora do trabalho, a par de Filipe Teles e Joana Ferreira, também da UA, diz que “esta capacidade de cooperar – e até a vontade expressa de alargar formas de cooperação intermunicipal a outras arenas – sugere sinais muito positivos”, sobretudo quando se pensa que “o contexto português foi durante muito tempo caracterizado por rivalidades entre os municípios, com escassa vontade de cooperar e que, em larga medida, a pertença às comunidades intermunicipais foi imposta aos municípios”.

 Exceções à regra

A única exceção a este cenário parece ser a perceção quanto à capacidade de as associações obterem fundos comunitários. Se, por um lado, descreve Patrícia Silva, “tal pode estar relacionado com as elevadas expectativas (e necessidade!) dos municípios relativamente à diversificação das fontes de financiamento para assegurar os projetos municipais e intermunicipais”, por outro lado “a obtenção de fundos depende muito da capacidade de interação com outros níveis de governação e, naturalmente, das oportunidades de financiamento”. Por isso, sublinha a investigadora, “não se trata de uma dimensão que dependa exclusivamente do compromisso dos municípios para com os projetos intermunicipais”.

A investigação chama ainda a atenção para as questões de legitimidade das comunidades intermunicipais que “é indireta, na medida em que os membros e, naturalmente, o presidente não são escolhidos diretamente pelos cidadãos”. Os eleitores escolhem ‘apenas’ os representantes dos municípios nas Eleições Autárquicas e são estes que estão representados na assembleia intermunicipal e no conselho executivo das Comunidades intermunicipais. Pelo menos parcialmente, aponta Patrícia Silva, “esta questão ajuda a explicar o pouco interesse dos cidadãos relativamente às atividades das Comunidades intermunicipais”.

A única exceção identificada é o caso das empresas da região que “têm revelado maior interesse pelas atividades das comunidades do que revelam pelas atividades dos seus municípios”.

Para além das questões de legitimidade que o estudo refere, “esta incapacidade de envolver outros atores pode limitar a capacidade das comunidades intermunicipais de mobilizar outros recursos e outras competências e capacidades que as regiões têm”. Além disso, “a capacidade de envolver e de obter consensos com outros atores (políticos, empresariais, da academia, etc.) também poderia ser uma forma de evitar a duplicação de funções e, muitas vezes, de estruturas”.

O trabalho do DCSPT da UA procurou analisar a capacidade de governação das comunidades intermunicipais, considerando  cinco dimensões específicas: âmbito de cooperação (motivos para a cooperação e áreas de intervenção); o compromisso dos municípios e o seu contributo para os objetivos da comunidade; a sua arquitetura (em termos de número de funcionários e financiamento), democracia (a forma como as comunidades se relacionam com os cidadãos e com outros atores regionais) e estabilidade  (considerando a perceção dos benefícios da cooperação, a capacidade de tomada de decisões e a vontade expressa dos municípios de alargar o âmbito de cooperação a outras áreas).

Por:Univ.Aveiro

GNR- Operação “A violência não é uma opção” – Resultados

A Guarda Nacional Republicana, entre os dias 10 e 15 de fevereiro, através das Secções de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário, realizou um conjunto de ações de sensibilização direcionadas para a população em geral, e às pessoas mais vulneráveis em particular, nomeadamente crianças, jovens e idosos, cujo objetivo foi alertar a comunidade para a necessidade de evitar comportamentos violentos.

A violência pode ser infligida de várias formas, desde a agressão física, psicológica, emocional e sexual, podendo mesmo considerar-se a negligência e o abandono como atos violentos de omissão de auxílio. As agressões físicas, os atos de vandalismo, o uso de armas, os furtos e os roubos encabeçam a lista de comportamentos que revelam maior preocupação.

No âmbito desta operação foram empenhados 860 militares e realizadas um total de 548 ações de sensibilização, onde a GNR privilegiou o contacto pessoal em residências, em espaços públicos e privados e, principalmente, junto da comunidade escolar, tendo abordado os seguintes temas:

·         Violência entre Pares;

·         Violência Doméstica;

·         Violência no Desporto;

·         Violência no Namoro;

·         Violência Contra Idosos.

Com estas ações de sensibilização, a GNR pretendeu transmitir uma mensagem de preocupação com este tipo de criminalidade e do comprometimento em contribuir para a erradicar ou minimizar, criando um clima de confiança e de empatia na população e aumentando o sentimento de segurança

5.000 árvores autóctones plantadas na área da CIMBSE

Nos  dias 15 e 17 de fevereiro, a Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela em parceria com os Municípios do território e o ICNF irá promover a plantação de 5.000 árvores autóctones, uma por cada PADRINHO/MADRINHA que participou na Ação Verde Puro em 2018 através da entrega de uma ficha/semente na Bolsa de Turismo de Lisboa e Feira Internacional de Turismo.

Município de Almeida – 15 de fevereiro
Local da plantação: Freguesia de Vilar Formoso (Alto dos Pinhos)
Município de Celorico da Beira – 15 de fevereiro
Local da plantação: Junto ao novo parque industrial
Município da Covilhã – 15 e 17 de fevereiro
Local da plantação 15/02/2019: Baldios de Freguesia de Cortes do Meio (Louseiro / Alto da Cerca)
Local da plantação 17/02/2019: U.F. de Covilhã e Canhoso (Mata Nacional da Covilhã)
Município de Figueira de Castelo Rodrigo – 15 de fevereiro
Local da plantação: Serra da Marofa
Município de Forno de Algodres – 15 de fevereiro
Local da plantação: Freguesia de Matança (Monte de Milho)
Município do Fundão – 15 de fevereiro
Local da plantação: U. F. de Vale de Prazeres e Mata da Rainha (Vale de Prazeres)
Município de Gouveia – 17 de fevereiro
Local da plantação: Baldios de Mangualde da Serra (Mondeguinho)
Município da Guarda – 17 de fevereiro
Local da plantação: Freguesia da Vela
Município de Pinhel – 15 de fevereiro
Local da plantação: Freguesia de Pínzio
Município de Sabugal – 15 de fevereiro
Local da plantação: U.F. de Pousafoles do Bispo, Penalobo e Lomba (Pousafoles do Bispo)
Município de Seia – 17 de fevereiro
Local da plantação: Freguesia de Paranhos da Beira (Santuário de Santa Eufémia)
Município de Trancoso – 15 de fevereiro
Local da plantação: Serra do Pisco

Associação Lageosense de Solidariedade Social coordena CLDS 4G

O concelho de Celorico da Beira vai voltar a beneficiar do Programa de Contrato Local de Desenvolvimento Social, agora denominado de 4ª Geração (CLDS-4G), um instrumento de intervenção ao nível das problemáticas do desemprego, da pobreza, envelhecimento e exclusão social.
O montante de financiamento do CLDS 4G atribuído ao concelho de Celorico da Beira é de 486 mil euros e irá incidir sobre 4 eixos: emprego, formação e qualificação; intervenção familiar e parental, preventiva da pobreza; promoção do envelhecimento ativo e apoio à população idosa; e auxílio e intervenção emergencial às populações inseridas nos territórios afetados pelos incêndios de outubro de 2017.
O CLDS 4 G terá a duração de 36 meses de intervenção e terá como entidade coordenadora a Associação Lageosense de Solidariedade Social

Exposerra de 1 a 5 de março em Gouveia

Em 2019, a ExpoSerra cumpre mais uma edição em que irá promover as atividades económicas e valorizar o tecido empresarial, os produtos endógenos, o artesanato, o turismo de natureza, as tradições e cultura do concelho de Gouveia e da Serra da Estrela.

O maior certame de negócios e produtos regionais da Serra da Estrela tem como principais objetivos a comercialização e promoção de produtos endógenos e do artesanato, enquanto marcas identitárias regionais e a promoção do território do concelho de Gouveia e da região da Serra da Estrela.

A ExpoSerra irá decorrer de 01 a 05 de março e contará, à semelhança das outras edições, com grandes nomes da música portuguesa, que farão a animação do evento.
Na sexta-feira, dia 01 de março, o certame contará com o momento musical dos HI-FI, no dia 02 de março os Vira Milho irão animar a noite de sábado, no domingo dia 03 de março, irá realizar-se a tradicional Feira do Queijo, a Safira será a rainha do Carnaval e nesse mesmo dia o palco da ExpoSerra recebe o grande nome da música portuguesa José Malhoa. Na segunda-feira, 04 de março, terá lugar o baile de Carnaval com a Banda Lux. No último dia do certame, 05 de março, a tarde será dedicada aos mais pequenos com o musical “Alice no País das Maravilhas”, seguido do tradicional Enterro e Queima do Entrudo que encerram a programação.
Em conjunto com o certame económico irão decorrer também as atividades do Carnaval da Serra: o desfile pedagógico, a realizar no dia 28 de fevereiro; a tradicional Feira do Queijo e o desfile de Carnaval, no dia 3 de março (“domingo gordo”); o baile de carnaval no dia 4 de março; e, a encerrar a programação da Feira e do Carnaval da Serra, a tradicional Queima do Entrudo, a realizar no dia 5 de março.

Nesta edição, devido ao facto de o Mercado Municipal de Gouveia ter sido transferido para o Pavilhão da Ex. Bellino & Bellno, o espaço da realização do certame será substancialmente menor, o que se deverá refletir no número de expositores que o evento poderá receber. No entanto, isso não deverá prejudicar a qualidade da feira, cujo conceito deverá ir mais de encontro aquele que foi originalmente definido: o da promoção de produtos endógenos, artesanato e turismo de natureza. Assim sendo, esta edição da ExpoSerra irá disponibilizar cerca de 70 stands promocionais para empresas e outras entidades destes ramos de atividade.

Doces são tema das 7 Maravilhas® em 2019

Candidaturas decorrem até 7 de março. Uma candidatura pode incluir 7 doces.
Catarina Furtado e José Carlos Malato voltam a ser os embaixadores do projeto, enquanto anfitriões das três Galas a emitir no prime time da RTP1 e na RTP Internacional.
Este ano o formato reinventa-se, com Grande Júri, eliminatórias distritais, duas semifinais e uma Grande Final a 7 de setembro.
Depois de eleitas as 7 Maravilhas à Mesa® em 2018, que privilegiou gastronomia, vinhos, azeites e roteiros, chegou a vez de adoçar a boca aos portugueses e colocar em votação das 7 Maravilhas Doces de Portugal®. O tema de 2019 já tem candidaturas abertas, em que pela primeira vez é possível incluir 7 candidatos numa só proposta.
 
As 7 Maravilhas Doces de Portugal foram lançadas hoje, pelas 16h, na Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa. O projeto foi apresentado por Luis Segadães, presidente das 7 Maravilhas, e o formato televisivo por José Fragoso, Diretor da RTP1 e RTP Internacional. Catarina Furtado e José Carlos Malato, apresentadores da RTP, estiveram presentes enquanto embaixadores das eleições 7 Maravilhas. Gonçalo Reis, presidente do Conselho de Administração da RTP, esteve também presente neste evento. Contou-se ainda com a presença de representantes dos Apoios Institucionais do projeto, nomeadamente Antero Jacinto, Presidente do Grupo de Setor da Restauração Tradicional, Ana Paula Pais, Diretora Coordenadora de Formação do Turismo de Portugal e de Miguel Freitas, Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural.
As categorias a concurso são: Doces de Território, Bolo de Pastelaria, Doce de Colher e Doce à Fatia, Biscoitos e Bolos Secos, Doces Festivos, Doces de Fruta e Mel e Doces de Inovação. As candidaturas terminam a 7 de março e são realizadas online, no site oficial das 7 Maravilhas. A grande aposta deste ano é na Inovação à base de produtos endógenos, incentivando ao empreendedorismo local. A tradição, a importância económica, social e cultural dos doces são também critérios preponderantes.
 
A oitava edição das 7 Maravilhas em Portugal® volta a reinventar-se e este ano os candidatos são votados por cada um dos 18 distrito e duas regiões autónomas, com 20 programas de daytime em direto a realizar nos meses de julho e agosto. Haverá nesta fase 7 candidatos por distrito e regiões autónomas, num total de 140 doces candidatos, sendo que de cada programa na RTP sai um pré-finalista que passa às semifinais.
Uma novidade desta edição é a existência de um Grande Júri, órgão de deliberação constituído por 7 figuras do espaço mediático, que será responsável pela da repescagem de 8 candidatos que se irão juntar aos 20 pré-finalistas.
Os 28 pré-finalistas são divididos por sorteio pelas duas semifinais, nos dias 24 e 31 de agosto, dois programas em direto na RTP1, transmitidos em horário nobre. Catarina Furtado e José Carlos Malato voltam a ser os anfitriões e embaixadores das 7 Maravilhas, apresentando as três Galas (duas semifinais e uma Grande Final). Em cada semifinal são apurados os 7 doces, aqueles que tenham mais votos contabilizados. Nesta fase os 7 elementos do Grande Júri assumem grande preponderância, comentando e provando os Doces.
 
A Gala Finalíssima decorre a 7 de setembro de 2019 e será transmitida pela RTP1, em horário nobre. Dos 14 finalistas apurados vão ser eleitos 7 doces pelos portugueses como 7 Maravilhas de Portugal®

II edição da ExpoPesca em Aldeia Viçosa

Aldeia Viçosa volta a estar em movimento, depois da brilhante  1ª edição, a Junta Freguesia  vai organizar com a sua Equipa de Pesca a II edição da ExpoPesca no próximo fim de semana, dias 16 e 17 de fevereiro.
Trata-se de um evento que vai trazer as últimas novidades para a pesca até ao interior. Na edição anterior houve um expositor e este ano a atividade conta com três grandes empresas expositoras nacionais. Para além da exposição de artigos de pesca, haverá diversas atividades: animação musical, workshops, venda de produtos regionais, exposição de fotografias, etc.
O momento alto do evento será no domingo dia 17 de fevereiro, com a apresentação da Equipa de Pesca de Aldeia Viçosa que vai representar o concelho da Guarda nos campeonatos nacionais.
A ExpoPesca abre portas no sábado às 15 horas e encerra no domingo às 18H00.
Trata-se da maior exposição (exclusivamente) de Pesca da região centro.

Viagem pelo património de Mangualde

Os formandos do curso EFA – NS de Técnico/a de Logística da Associação Empresarial de Mangualde visitaram o Arquivo Municipal. Entre manuscritos e impressos, palavras e imagens, recolheram preciosas informações da documentação com interesse histórico, essencial para o conhecimento da história local e construção da memória coletiva.

 A visita teve início com uma apresentação dos Forais outorgados por Dom Manuel ao concelho de Azurara e ao concelho de Tavares, conduzida por Nuno Ribeiro, Técnico Arquivista do Município. Durante a sessão foi evidenciada a pertinência da salvaguarda e difusão deste tipo de património documental, com o propósito de possibilitar a todos os públicos (re)conhecer e, assim, valorizar a História local.

 A manhã terminou com uma visita guiada às instalações do Arquivo Municipal, onde foi realçada a importância da preservação de todos aqueles documentos: «O arquivo é fonte de prova, construtor de identidade, guardião da memória, gestor de informações.», atentou Nuno Ribeiro.

Facebook Auto Publish Powered By : XYZScripts.com

Ao continuar a utilizar o site, você concorda com a utilização de cookies. Mais Informação

As definições de cookies neste site são definidas como "permitir cookies" para lhe dar a melhor experiência de navegação possível. Se você continuar a usar este site sem alterar suas configurações de cookies ou clicar em "Aceitar" abaixo, em seguida, você concorda com isso.

Fechar