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Educação

Licença Digital da Plataforma Escola Virtual da Porto Editora para todos os alunos do 4º e 9º ano de escolaridade oferecida pelo Município de Fornos de Algodres

Os alunos do Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres , do 4º e 9º ano de escolaridade, foram premiados com as licenças digitais da Plataforma Escola Virtual da Porto Editora .

Nesta iniciativa do Município, esteve presente Manuel Fonseca, Presidente da Câmara e o seu executivo, assim como Artur Oliveira,

Segundo o executivo referiu no site do Município, que a educação é uma das prioridades deste executivo , com o objetivo de desenvolvimento estratégico do do concelho.

Citaram ainda que, longo dos últimos anos têm procurado, em conjunto com a comunidade educativa, desenvolver e apoiar projetos e atividades que proporcionem a todas as crianças condições de excelência ao nível da aquisição de conhecimentos, mas também e sobretudo, condições de excelência para o seu desenvolvimento social.

Assim no seguimento desse trabalho que decidiram lançar um projeto piloto no concelho, o projeto Escola Virtual da Porto Editora.

A aposta neste projeto tem como objetivo dotar alunos, pais e professores de novas ferramentas (+ recursos educativos, + ferramentas para criação de aulas interativas) que estamos em crer contribuirão, não só para a melhoria da qualidade da aprendizagem, mas também para a adaptação das  crianças a um novo mundo, claramente marcado pela revolução tecnológica em curso.

 

Decidiram deste modo, implementar gratuitamente este projeto no ano letivo 2018/2019 para todos os alunos do 4º e 9º ano de escolaridade, na expetativa que os bons resultados gerados pela implementação do mesmo, conduzam o Município à sua gradual generalização aos outros níveis de ensino.

Desta forma, o Município, solicita a todas, as crianças, pais/encarregados de educação e professores, que utilizem e avaliem esta nova ferramenta que permite enriquecer o processo de aprendizagem.

Mobilidade urbana dos idosos da Guarda objeto de estudo

 

Recentemente nos dias 14 e 15 de novembro, teve lugar em Pamplona (Espanha) a primeira reunião de trabalhos do referido projeto que é liderado pela Universidade de Navarra (Espanha), ao qual se associou uma equipa de investigadores Portugueses liderada pela professora Maria João Guardado Moreira da Unidade de Investigação Age.Comm do Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB); deste grupo de investigadores fazem também parte dois docentes do Instituto Politécnico da Guarda (IPG), Carolina Vila Chã e Nuno Serra.

A equipa de investigação é constituída por investigadores da área da geografia, arquitetura, gerontologia, saúde e atividade física e tem como missão estudar espaços urbanos, cujos desníveis topográficos podem dificultar a mobilidade das pessoas idosas, limitando-as na utilização dos espaços e dos serviços e, consequentemente, condicionando-as no envolvimento de ações promotoras de um envelhecimento ativo.

Em Portugal, será efetuado um levantamento dos meios urbanos portugueses com maiores desníveis topográficos e serão identificados os bairros com população mais envelhecida. Também será realizado um levantamento dos tipos estruturas de mobilidade verticais (elevadores, escadas, passadeira rolantes de utilização pública) e estudado o impacto que estas têm a mobilidade e participação social das populações mais envelhecidas que os utilizam.

Pelas suas características topográficas, a Guarda e Covilhã serão as cidades estudadas em maior detalhe; pretende-se compreender e estudar o impacto destas barreiras na mobilidade e qualidade de vida dos idosos, apresentando-se posteriormente soluções adequadas aos bairros estudados.

O Instituto Politécnico da Guarda (IPG) é uma das instituições que integra o projeto transfronteiriço MOVE-AGED, aprovado pelo Centro Internacional sobre o Envelhecimento (CENIE), no âmbito do programa INTERREG Espanha-Portugal.

A participação do IPG visa primordialmente contribuir para a compreensão do impacto fisiológico e biomecânico dos desníveis topográficos na mobilidade e perceção de esforço dos idosos, tendo por base os seus níveis de funcionalidade.

Dia Internacional para a Eliminação de Todas as Formas de Violência contra as Mulheres

De 19 a 30 de novembro, Mangualde alerta a sociedade para os vários casos de violência contra as mulheres. Para tal, irá promover um conjunto de atividades dirigidas a diferentes públicos, assinalando assim o Dia Internacional para a Eliminação de Todas as Formas de Violência contra as Mulheres. Uma exposição e uma sessão de sensibilização, são as ações promovidas em prol da causa.

A sessão de sensibilização acontece no dia 23 de novembro, pelas 14h30, nas instalações do CIDEM, e é aberta a toda a comunidade. Intitulada “Eliminação da Violência contra as Mulheres”, e proferida por Carla Santos, coordenadora do NAVVD, Diretora técnica do Centro de Acolhimento de Emergência de Viseu e Técnica de Apoio à Vítima, pretende chamar a atenção para a urgência da eliminação da violência de gênero, educar os jovens para a promoção de relações de intimidade saudáveis e mobilizar a sociedade, reunindo várias perspetivas e olhares sobre a violência doméstica dos profissionais que apoiam diretamente estas vítimas.

A exposição estará patente de 19 a 30 de novembro, no átrio da Câmara Municipal.

 Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres

Celebra-se todos os anos a 25 de novembro e visa alertar a sociedade para os vários casos de violência contra as mulheres, nomeadamente casos de abuso ou assédio sexual, maus tratos físicos e psicológicos.

Em 1999, as Nações Unidas (ONU) designaram oficialmente o dia 25 de novembro como Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres. Desde então, a data tem sido celebrada mundialmente, uma homenagem a Tereza, Mirabal-Patrícia e Minerva, presas, torturadas e assassinadas em 1960, sob a chefia do ditador da República Dominicana Rafael Trujillo.

 O Núcleo de Atendimento às Vítimas de Violência Doméstica (NAVVD) do Distrito de Viseu foi criado em outubro de 2006. No âmbito da política de prevenção e combate à violência doméstica do XVII Governo Constitucional, foi constituída prioridade a criação de uma Rede Nacional de Núcleos de Atendimento a mulheres e menores que vivem em situação de violência, uma política à qual se juntou a vontade da Casa do Povo de Abraveses, em outubro de 2009, em Cooperação com a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), Governo Civil e Centro Distrital de Segurança Social de Viseu.

No dia 06 de janeiro de 2011, o protocolo inicial que deu origem ao Núcleo de Atendimento de Vítimas de Violência Doméstica do Distrito de Viseu, foi alargado a mais 8 instituições públicas e privadas, no sentido de conjugar esforços e recursos para responder de uma forma célere e eficaz às necessidades psicossociais das vítimas de violência doméstica, criando uma rede social de apoio integrado.

O Município de Mangualde não quis deixar passar este dia sem chamar a atenção da população para um flagelo que todos devemos combater, convidando toda a população a integrar as atividades.

Conferências da Guarda

O Município da Guarda leva a efeito a 21 de novembro (quarta-feira) a edição de inverno das Conferências da Guarda que desta vez irão debater a “Mobilidade Urbana Sustentável”.

A iniciativa decorre nos Paços do Concelho a partir das 14h30 e está dividida em três painéis, estando a abertura a cargo do presidente da Câmara da Guarda, Álvaro Amaro e do secretário de Estado Adjunto e da Mobilidade, José Gomes Mendes.

Fornos de Algodres acolhe Encontro das Assistentes Sociais

Vai ter lugar na vila de Fornos de Algodres, a terceira edição do encontro de assistentes sociais do Distrito da Guarda, este sábado, 17 de novembro.

Vai realizar-se no Centro Cultural Dr.António Menano, com início ás 10 horas, com a receção e sessão de abertura.

Segue-se o 1º painel, com o tema Empower ´us , “Que futuro?, ainda vão ser escolhidos os representantes  concelhios do Empower ´us,  depois vai ter a apresentação do concurso Empower ´us, Ver e Ser Visto.

Por fim o almoço convívio.

“Bandas Filarmónicas: da rua para os palcos” vai ser debatido em Mangualde

Mangualde acolhe, no próximo dia 1 de dezembro, um grande debate da Região Viseu-Lafões sobre “Bandas Filarmónicas: da rua para os palcos”. O que tem mudado nas bandas filarmónicas? Como é que as novas tecnologias e saberes têm influenciado os músicos e as suas bandas? Em que medida a profissionalização do

músico alterou as vivências e objetivos das bandas? Que desafios surgem na atualidade? Que consequências têm na sustentabilidade das associações? Estas são as perguntas que irão para o centro da mesa deste debate. Entre encontro será organizado e moderado pela investigadora Margarida Cardoso e terá lugar no Auditório da Biblioteca Municipal Dr. Alexandre Alves, em Mangualde, pelas 16 horas. A entrada é livre.

 O projeto “A nossa música, o nosso mundo: bandas filarmónicas, associações musicais e comunidades locais (1880-2018)”, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, e desenvolvido pelo INET-md (Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos em Música e Dança) da Universidade de Aveiro, dinamiza este debate pois pretende assim ouvir dirigentes, maestros e músicos sobre estas e outras questões.

Pretendem com este debate juntar as “vozes” de todos aqueles que se encontram ligados ao associativismo representado pelas bandas filarmónicas, representantes do poder local, dirigentes de federações e institutos que suportam as mesmas, diretores, maestros, músicos e público interessado.

Filme “ Soldado Milhões”em Celorico

No mês em que se comemora  o centenário do Armistício da Primeira Guerra Mundial –  11 de novembro de 1918 – vai ser apresentado, no Centro Cultural de Celorico da Beira o filme “ Soldado Milhões” . Desta forma, pretende o Municipio comemorar esta importante data e homenagear um herói português, pouco conhecido, a quem foi atribuída a maior condecoração nacional –  a Ordem Militar de Torre e Espada. Estará presente Teresa Milhais, neta de Anibal Milhais, residente na Guarda.

O filme será exibido no dia 16 de novembro, durante o dia para a comunidade escolar e às 21.30h para o público em geral.

 

A presença portuguesa na Primeira Grande Guerra é ainda desconhecida por muitos, assim como a existência de Aníbal Milhais, o Soldado Milhões.

Os seus atos de coragem durante a Batalha de La Lys valeram-lhe a mais alta condecoração nacional – a Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito. O soldado estava longe de imaginar que se viria a tornar no maior herói português da Primeira Guerra Mundial.

 

Aníbal Augusto Milhais nasceu em 1895 na aldeia de Valongo, concelho de Murça. A 9 de abril de 1918 o soldado transmontano integrou a 2ª Divisão do Corpo Expedicionário Português que enfrentou os alemães na batalha de La Lys(Flandres), uma das mais sangrentas da Primeira Guerra Mundial. Perante o avanço das tropas inimigas, o contingente nacional (em menor número) viu-se obrigado a retirar, mas Aníbal Milhais, contrariando ordens superiores, não virou costas e enfrentou sozinho as sucessivas ofensivas alemãs, possibilitando a retirada dos companheiros  para posições de retaguarda. Depois de travar sozinho o avanço das tropas inimigas, o soldado português vagueou pelos campos da Flandes durante quatro dias, exposto ao fogo inimigo e sem conseguir encontrar o que restava da sua divisão. Ainda não estava a salvo no acampamento e já o relato da sua façanha ecoava no espírito combalido do exército português. Aníbal Augusto Milhais demora vários dias até reencontrar o seu pelotão em Saint-Venant, protegido apenas pela sua arma– Luisinha – e um amuleto da sorte oferecido pela sua amada. No Terá sido um médico escocês, salvo por Milhais de morrer afogado, o primeiro a dar conta do seu heroísmo. Quando finalmente chegou, são e salvo, o comandante ter-lhe-á dirigido a saudação que ficaria para a história:-Tu és Milhais, mas vales Milhões.

De regresso a casa, o seu feito não foi esquecido. A aldeia que o viu nascer e morrer, mudou o nome para Valongo de Milhais e o epíteto Milhões transformou-se no sobrenome dos seus descendentes.

 

Resultados do 5º Concurso das Abóboras de Halloween

Estiveram a concurso 38 participantes, onde passadas as votações do júri e do público , ficam aqui os resultados, em cada uma das categorias:

Jardins de Infância do concelho:
1º lugar – Jardim de Infância da Muxagata – 44 pontos
2º lugar – Sala 3B do Jardim de Infância de Fornos de Algodres – 42 pontos

1º ciclo
1º lugar – Rúben Fonseca Andrade – 1º ano – 48 pontos
2º lugar – David Luís Costa Lopes – 1º ano – 45 pontos

C.A.O. e Lares do concelho:
1ºs lugar – Lar de Maceira – 43 pontos
C.A.O. – 43 pontos
2º lugar – Lar do Ramirão – 37 pontos

Por:MFA

Alunos recebem fruta diariamente em Nelas

No âmbito do Regime da Fruta Escolar (RFE) e do Projeto Fruticool, teve início, nesta quarta-feira, dia 6 de novembro 2018, a distribuição de fruta aos alunos do 1º CEB e jardins de infância dos Agrupamentos de Escolas de todo o Concelho, em todos os dias da semana.

A distribuição da fruta é resultado quer da candidatura apresentada pelo Município de Nelas ao Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas (IFAP), Regime da Fruta Escolar (RFE), para o 1º ciclo, que garante a distribuição gratuita de 1 peça/dose de fruta, duas vezes por semana, quer do reforço assumido pela autarquia que assegura o consumo diário de fruta, não só aos alunos do 1º CEB, como também a todos os alunos do pré-escolar do Concelho, no sentido de potenciar novas práticas alimentares e fomentar um estilo de vida mais saudável. Uma medida social de apoio pedagógico e financeiro às famílias do Concelho, promovida pelo Município que abrange cerca de 570 crianças, ao mesmo tempo que procura sensibilizar alunos, pais e professores para as implicações que os hábitos de alimentação pouco saudáveis têm na saúde.

Neste sentido, o projeto Fruticool do Município de Nelas vem colmatar a distribuição de fruta no 1º CEB, nos dias não abrangidos pelo RFE, bem como assegurar a distribuição de uma peça de fruta diária a todo o pré-escolar do Concelho, com o objetivo de promover o consumo diário de fruta na escola e em casa, incentivar o consumo de fruta da época, e cujo fornecimento no corrente ano letivo é assegurado pela Cooperativa Agrícola de Mangualde.

A aposta do Município na promoção de hábitos alimentares saudáveis junto da população escolar dos jardins de infância e 1º ciclo dos Agrupamentos de Escolas do Concelho, no sentido de contribuir para uma efetiva melhoria da qualidade de vida e saúde de todos, tem sido comunicada pelo Carlos, elemento da Família do Serviço de Educação e Cultura, desde o ano letivo passado, através do Projeto Fruticool, Oficina do Óscar, da elaboração cuidada das ementas escolares e combate à obesidade, coleção de Dicas e Receitas Saudáveis, entre outras atividades que têm sido desenvolvidas neste âmbito.

JSD Fornos de Algodres defende transporte gratuito para os alunos do ensino secundário

Em comunicado, Juventude Social Democrata de Fornos de Algodres, deixou uma nota sobre os transportes escolares.

Portugal nos últimos 10 anos tem sofrido um conjunto de alterações políticas, num tema tão importante e delicado como é a educação e a ação social escolar, será de frisar a que decorreu em 2013, em que a escolaridade mínima obrigatória passou para 12 anos de escolaridade.

Numa altura em que se discute o ano de 2019 na assembleia da república, volta-se a colocar em cima da mesa mais alterações, desta feita, será importante revermos o apoio cedido no nosso município.

É um dever do município apoiar as famílias, garantido aos alunos do ensino básico e secundário, o acesso ao transporte escolar entre o local da sua residência e o local do estabelecimento de ensino que frequentem, mas o regulamento de transportes escolares do concelho não é revisto desde o ano de 2010 e para JSD deve ser alterado, principalmente no que toca à comparticipação aos alunos abrangidos.

“A utilização do transporte escolar é gratuita para os alunos do ensino básico e comparticipada em 50% para os alunos do ensino secundário”, ora tendo em conta que a escolaridade obrigatória é até ao 12ºano, a JSD defende que a comparticipação destes alunos deve ser idêntica aos do ensino básico, sendo comparticipado a 100%.

Compreendendo que esta medida acarreta custos para o município, a JSD entende como sendo um custo prioritário, acreditando que em áreas como a educação, os custos devem ser interpretados como investimentos, ao contrario de áreas como o recreativo, que muitos custos este executivo socialista tem feito nestes anos.

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