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Educação

Dar a volta ao concelho a nadar em Mangualde

0m   No próximo dia 26 de março, a Câmara Municipal de Mangualde desafia os mangualdenses a virem dar a volta ao concelho a nadar. São 85km sempre a nadar, nas Piscinas Municipais de Mangualde. A prova durará toda a manhã, a partir das 9h00, e realiza-se no âmbito do projeto ‘Mangualde em Movimento’.

O projeto ‘Mangualde em Movimento’ é promovido pela autarquia e tem como objetivo incentivar o desporto. Tod01mos os interessados em participar devem efetuar a sua inscrição através dos contactos: 232 619 820 ou desporto@cmmangualde.pt.

Novo ciclo de exposições no CIHAFA em 2017

0,bomAssociação H. Bombeiros Voluntários de Fornos de Algodres iniciam

O CIHAFA (Centro de Interpretação Histórica e Arqueológica de Fornos de Algodres), inicia um novo ciclo de exposições intituladas Uma ideia é um feito de associação” dirigida às associações do concelho, de 01 a 31 de Março de 2017 estará patente uma Exposição da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fornos de Algodres, que poderá ser visitada todos os dias entre as 10h00 – 13h00 e as 14h00 – 17h00.

 “O associativismo coopera para a união de pessoas”.

Associação é uma instituição prestadora de determinados serviços e de participação voluntária, constituída por número indeterminado de quantos dela queiram ou possam participar.

Nos finais do século XIX começam a surgir, no Concelho de Fornos de Algodres os primeiros movimentos corporativos, antecessores das atuais associações. Em 1932, foi criada a primeira corporação dos Bombeiros Voluntários, cuja a sede se situava nos baixos da antiga Casa da Câmara, na Praça Velha da Vila.
O seu material de combate aos incêndios, adquirido por subscrição pública, constava de: uma bomba, duas mangueiras, uma escada e quinze capacetes. Algum deste material, ainda hoje, faz parte do atual espólio da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fornos de Algodres.
A 29 de Dezembro do ano de 1948 é constituída a Associação dos Bombeiros Voluntários do Concelho de Fornos de Algodres, com sede no Grémio Recreativo Fornense, por iniciativa de uma comissão composta por: Artur Ribas Madureira, António de Pina Albuquerque, José de Almeida Viçoso, José Gomes e como Comandante da Corporação João Vaz de Almeida Ribeiro.
Anos mais tarde, em 26 de Abril de 1962, o Presidente da Câmara Municipal de Fornos de Algodres, Professor António Pinheiro Marques, conferiu a posse à comissão Administrativa dos Bombeiros Voluntários de Fornos de Algodres, nomeada por portaria do Sr. Ministro do Interior e composta pelos senhores, Estanislau Fernandes Pinto Bronze, Avelino Luís Tavares e Fernando Paulo Moreira.
Nesse mesmo ano, em 17 de Maio, o Presidente da Direção do Grémio Recreativo Fornense, coletividade fundada a 2 de Fevereiro de 1909, solicitou uma assembleia geral e em colaboração com a Comissão Administrativa dos Bombeiros Voluntários de Fornos de Algodres, propuseram a fusão das duas coletividades. Dessa fusão nasceu a atual Associação de Bombeiros Voluntários de Fornos de Algodres.
Depois de atravessar alguns períodos de menor atividade, ganha nova dinâmica em 1964, sob a direção do Dr. Fernando Paulo Menano, tendo como Comandante o Senhor Professor José da Costa Felício. É, também, neste ano que se altera a denominação da associação, passando esta a denominar-se de Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fornos de Algodres…

Por:CIHAFA

 

Carnaval em Nelas 2017

IMG_6209Quatro bairros, quatro corsos, foliões, carros alegóricos originais, dois Carnavais singulares onde a música e animação prometem trazer ao Concelho dias de verdadeira folia e animação. Centenas de figurantes, milhares de visitantes, muita música, humor e animação caracterizam os Carnavais do Concelho de Nelas, que de 26 a 28 de Fevereiro 2017, prometem muita diversão. Com cariz diferente e protagonizados pelas Associações do Bairro da Igreja e Cimo do Povo, Paço e Rossio, consagra-se uma tradição de décadas em Nelas e secular em Canas de Senhorim.

As Associações Paço e Rossio, bairros rivais de Canas de Senhorim, mostram o seu empenho e enchem as ruas da Vila de cor e diversão no Domingo e Terça-feira de entrudo, dias vividos intensamente pelos foliões, que culminam com o despique nas quatro esquinas, onde cada bairro puxa pela sua música e canções. Do ambiente carnavalesco desta vila fazem parte também a “Segunda-feira das Velhas”, os bailes, os pisões, as paneladas e as batatadas. Assim nos dias 26 e 27, pelas 22h00, Paço e Rossio promovem no Mercado da Vila,  os tradicionais Bailes, domingo com o grupo HD MUSIK UZDAPES, e segunda o Baile de Máscaras com o grupo OXYGENIUS.

Na Vila de Nelas, a Associação do Bairro da Igreja e do Cimo do Povo são os protagonistas do Carnaval, que durante meses preparam em sigilo as fantasias dos figurantes e os carros alegóricos, que vão exibir nesses dias com bastante gosto e imaginação numa grande festa carnavalesca, que começa na Praça do Município e se estende às principais ruas da vila de Nelas, ao ritmo de música brasileira, e que culmina em ambiente de festa e alegria, com a troca das rainhas dos dois bairros, na terça-feira de Entrudo. Para dia 25, sábado, pelas 22h00, está agendado o BAILE DE CARNAVAL com prémio para a melhor máscara, no Quartel dos Bombeiros Voluntários de Nelas com o grupo ALTA FREQUÊNCIA.

De salientar ainda, a Queima do Entrudo, na Quarta-Feira de Cinzas, realizada nas duas vilas do Concelho de Nelas, por cada uma das Associações envolvidas, coincidindo este ano as comemorações dos 38 anos da Associação do Paço de Canas de Senhorim.

O Carnaval do Concelho de Nelas constitui um dos principais cartazes turísticos da região, reforçado pela relevante riqueza patrimonial, paisagística, gastronómica e vínica, o termalismo e hospitalidade própria das gentes do Concelho de Nelas. A organização do Carnaval conta com o apoio da Câmara Municipal de Nelas, Juntas de Freguesia e Corporações dos Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim e Nelas.

Por:Mun.Nelas

Artigo de opinião–CUIDAR DE QUEM CUIDA

hp_20110209_PorqueEprecisoCuidarDeQuemCuidaNuma sociedade cada vez mais envelhecida, onde impera um aumento significativo das necessidades em saúde dos idosos, devido a doenças crónicas e incapacitantes, emerge como foco de atenção o cuidado informal à pessoa idosa, cuja responsabilidade cabe prioritariamente à família. No entanto, cuidar de quem cuida, além de uma responsabilidade, deve ser uma prioridade de todos nós, enquanto sociedade.

O acto de cuidar surge como um acto inerente à condição humana, na medida em que, ao longo da vida, vamos sendo alvo de cuidados ou prestadores dos mesmos.

MAS, DE QUE FALAMOS QUANDO FALAMOS DE CUIDADORES INFORMAIS?

Cuidadores informais, são pessoas que, sendo familiares ou pessoas próximas, se responsabilizam pela assistência da pessoa idosa no seu dia-a-dia, na promoção da sua qualidade de vida e garantindo que as suas necessidades diárias são satisfeitas. São pessoas que desempenham esta função numa base informal, sem formação profissional prévia ou qualquer vínculo contratual e sem qualquer tipo de remuneração.

O papel do cuidador informal passa por garantir que o idoso, no seu dia-a-dia, consegue alimentar-se de forma adequada, dormir e repousar, gerir adequadamente a sua medicação e vigiar os seus problemas de saúde, que consegue cuidar de si e do seu corpo de forma a manter um quotidiano digno e nas melhores condições possíveis. É, portanto, um papel complexo, não só pela exigência física e emocional que acarreta, mas também pelas alterações que introduz no seu próprio dia-a-dia.

Apesar da maioria das pessoas que desempenham esta função referirem que este é um papel que lhes proporciona um grande sentimento de prestabilidade e satisfação, principalmente quando sentem que o idoso está bem e igualmente satisfeito, é também uma missão de grande cansaço e desalento.

Cuidar de um idoso dependente é uma missão árdua que envolve compromisso e dedicação e, por isso mesmo, não podemos remetê-la para a invisibilidade da esfera privada, como uma função sem relevância social.

Muitas destas pessoas referem frequentemente problemas de falta de apoio e falta de tempo para si próprias. Os sentimentos de solidão, tristeza e depressão são comuns. Muitas têm que recorrer a terapêutica para controlar os sintomas de ansiedade ou para conseguir dormir, e descuidam o seu próprio auto-cuidado ou o cuidado dos seus dependentes (como os seus filhos, por exemplo), em detrimento do cuidado do outro.

OBSTÁCULOS COM QUE SE DEFRONTAM

A política pública de cuidados de saúde tem desenvolvido, ao longo dos tempos e de forma a acompanhar as necessidades expressas, variadas formas de apoio e cuidados aos idosos dependentes. Contudo, em alguns países, nomeadamente em Portugal, a família continua a ser a unidade básica na prestação de cuidados.

Apesar dos cuidados aos mais dependentes estarem largamente institucionalizados, as respostas sociais não são suficientes e, por isso, continua a apelar-se à responsabilidade das famílias pelos seus elementos mais vulneráveis.

A legislação nacional actual, no que concerne aos cuidados continuados, define que são destinatários das Unidade e Equipas da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) as pessoas em situação de dependência funcional, transitória decorrente do processo de convalescença ou outro; de dependência funcional prolongada; pessoas idosas em situação de fragilidade; incapacidade grave, com forte impacto psicossocial; doença severa, em fase avançada ou terminal. No entanto, as enormes insuficiências, sejam elas a falta de camas ou a falta de profissionais, deixam cerca de 90% da população com mais de 65 anos, com baixo acesso a cuidados continuados.

Portugal é, em simultâneo, o país onde existe uma das menores taxas de cobertura de cuidados formais e o país da Europa com maior taxa de cuidados domiciliários informais.

O Estado, não está, portanto, a conseguir garantir as respostas que deveria dar às famílias e às pessoas que por dependência funcional, fragilidade, ou incapacidade necessitam de continuidade de cuidados.

Tendo em conta este cenário, torna-se imperativo cuidar de quem cuida e valorizar o papel dos cuidadores e não ficarmos indiferentes a todo a complexidade inerente ao acto de cuidar.

É fundamental aumentar a consciencialização sobre o contributo significativo dos cuidadores informais para a sociedade, e em particular no contexto do sistema de saúde, serviço social e economia do país.

Garantir, que são dadas condições para que as famílias possam cuidar, em ambiente domiciliário, dos seus ascendentes e descendentes em situação de dependência, que possam gozar dos seus direitos e de apoios específicos que valorizem os cuidados que são prestados pelos mesmos e que, por último, os cuidadores informais não sejam prejudicados nem a nível profissional, nem a nível pessoal.

A importância da elaboração do Estatuto do Cuidador que lhe confira protecção e reconhecimento, torna-se premente, na medida em que se prevê no futuro, um aumento substancial do envelhecimento da população.

*O autor não escreve segundo o acordo ortográfico.

                                                                                                               Por:Rita Amaro, Psicóloga Clínica,C.P.:16527–ISCMFA

Foto:PV

Tardes dançantes em Fornos de Algodres

0.tdfa O Gabinete de Desporto da Câmara Municipal de Fornos de Algodres lançou mais uma inovação no Projeto de Envelhecimento Ativo “Fornos Vida”, as Tardes Dançantes.

A primeira Tarde Dançante realizou-se na freguesia de Cortiçô, e o entusiasmo e alegria de todos os participantes atestam a importância e mais valia desta atividade no enriquecimento do projeto.

A Câmara Municip0tdfaal vai continuar a procurar inovação na dinamização do projeto, porque essa aposta tem uma impacto direto e notório na melhoria da qualidade de vida dos seniores do concelho.

Por:Mun.FA

Artigo de opinião – Cápsula de Café, a Inimiga Ambiental

imagesQuando o café veio para Portugal os clientes do café “A Brasileira”, em Lisboa, queixavam-se diariamente que o café era extremamente amargo. O dono do estabelecimento após matutar no assunto, no final do dia de trabalho ao encerrar o estabelecimento, chegou a uma conclusão: colocar um letreiro grande à frente do café com a palavra BICA. Na manhã seguinte um cliente habitual bastante intrigado, com tal letreiro, questionou-o sobre o seu significado. O dono do estabelecimento, após tirar um café e com um sorriso de orelha a orelha, disse-lhe: “Aqui tem o seu cafezinho amigo, mas, por favor, Beba Isto Com Açúcar”. Depois da explicação, ambos sorriram. Assim nasceu a famosa “BICA”.

Nunca fiz, nem pretendo fazer, nenhuma pesquisa aprofundada relativamente à veracidade desta história pois, como foi contada por um grande amigo meu e gostei tanto da explicação, vou considerá-la como uma verdade inquestionável.

Hoje, para além da “BICA”, existem mil e uma maneiras de pedirmos um café. Pode ser, “normal”, “cheio”, “curto”, “pingado”, “sem princípio”, “sem fim”, “sem princípio e sem fim”, “em chávena escaldada”, “em chávena fria”, “com gelo”, “com açúcar”, “sem açúcar”, “cimbalino”, “cafezinho” ou simplesmente “um café, por favor”. Certamente que no seu dia-a-dia se revê numa destas palavrinhas mágicas.

A International Cofee Organization em 2016 estudou o consumo de sacos de café entre 2012 e 2015 no mundo. Olhando para os dados da Europa, deparamo-nos com um consumo de 50,1 milhões de sacos de 60 kg de café. Segundo o mesmo relatório, existiu um aumento de 0,4% do consumo desde 2012 até 2015. Felizmente que estes sacos consumidos não tem todo o mesmo destino, “As Cápsulas”.

Entre comigo numa aventura simples.

Imagine uma empresa com 50 trabalhadores que labora 5 dias por semana e que tem na sua copa uma máquina de café de cápsulas. Destes 50 trabalhadores, 40 bebem café sendo que, 30 bebem 2 cafés por dia e os restantes 10 bebem apenas 1 café por dia. Resumidamente: no final do dia são consumidos nessa empresa 70 cafés (30×2 + 10×1). No final da semana são consumidos 350 cafés (70×5), no final de um mês 1.400 cafés (350×4) e no final do ano 16.800 cafés (1.400×12).

O problema não está no facto de os trabalhadores tomarem café aliás, até existem estudos internacionais que afirmam que o consumo desta bebida ajuda na prevenção do Alzheimer. O grande problema está na quantidade de resíduos produzidos e acima de tudo na grande complexidade da sua reciclagem.
Uma simples cápsula é constituída, variando de marca para marca, por: 1g de alumínio; 4g de plástico e 3g de borras de café. Se cruzarmos estes dados com as cápsulas consumidas anualmente na empresa – 16.800 – obtemos as seguintes quantidades de resíduos produzidos: 16.8 Kg de alumínio, 67.2 Kg de plástico e 50,4 Kg de borras de café. Ficou surpreendido com a quantidade de resíduos produzidos? Agora imagine em todas as empresas e em nossas casas. Bem, até assusta!

Com as formações e as campanhas que nos últimos anos surgiram em Portugal, os trabalhadores das empresas e a população em geral estão devidamente consciencializados e educados para o tema da reciclagem. É verdade que, pela complexidade em separar cada um dos resíduos de uma só cápsula torna-se uma missão impossível e o mais fácil e apetecível é coloca-la “onde calhar”. Tendo consciência que apesar de existirem lojas que aceitam estes resíduos, a grande percentagem destas cápsulas não entram novamente no circuito. Ou seja, não são reciclados.

John Sylvan que inventou as cápsulas K-Cup em 1995, tendo vendido a patente em 1997 à empresa Keurig Greeb Mountain, atualmente “sente-se mal” pelas consequências ambientais causadas pelas cápsulas. Hoje, a polémica em torno das cápsulas está na ribalta depois de ter sido lançada uma campanha intitulada “Kill the K-Cup”, que acusa a empresa de ter produzido cápsulas suficientes para dar a volta à Terra 10,5 vezes anualmente. Veja AQUI.

Infelizmente, em Portugal este é um assunto que não tem sido debatido na praça pública. Não existindo, para já, uma cápsula 100% amiga do ambiente e olhando para o problema de frente, no meu ponto de vista, poderão existir três soluções que surtiram efeitos a curto prazo: 1) fomentar através da comunicação social, numa linguagem simples e acessível, que a cápsula de café, quando não entregue nos locais específicos, a longo prazo, tornar-se-á “inimiga ambiental”, 2) aumentar o iva deste tipo de produtos com o objetivo de minimizar o consumo e 3) como o Estado deve dar sempre o exemplo, através de legislação específica, proibir a utilização de cápsulas de café nas empresas públicas, seguindo assim o exemplo da cidade de Hamburgo, a segunda maior da Alemanha.

Até lá, se beber café na “inimiga ambiental” – a cápsula -, por favor, não se esqueça no final da semana ou do mês, entregar as suas cápsulas em fim de vida nos depósitos das lojas específicas. Caso não exista nenhuma loja por perto, e como último recurso, no ecoponto amarelo.

Bom café ou se preferir, “Boa BICA”.

Este artigo é da exclusiva responsabilidade do autor.

Por:Bruno Costa

Boa adesão na Conferência “Teen” em Aguiar da Beira

01ab O Auditório do Centro Cultural de Aguiar da Beira recebeu, na tarde desta sexta-feira, a Conferência “Teen”, realizada no âmbito do projeto “Empreendedorismo nas escolas de Viseu Dão Lafões”, da CIM Viseu Dão Lafões.

Depois da sessão de abertura pelo Presidente da Câmara, Joaquim Bonifácio, pelo Secretário Executivo da CIM, Nuno Martinho, e pela Diretora do Agrupamento de Escolas Padre José Augusto da Fonseca, Sandra Correia, os jovens ouviram os testemunhos do jovem empreendedor local, Eng.º João Pedro, e da empreendedora social, Mart0aba Baeta. Fazer o que se gosta, com dedicação e empenho, e seguir os sonhos é fundamental para se ser um bom empreendedor, na opinião do Engenheiro Civil João Pedro, que se focou na sua experiência pessoal e profissional. Já Marta Baeta deu a conhecer o seu projeto de voluntariado From Kibera with Love – desenvolvido na maior favela do mundo, Kibera, no Quénia – e que, atualmente, apoia 72 crianças e jovens dando-lhes acesso a educação, alimentação e saúde. Du02abas experiências de vida de sucesso e verdadeiramente inspiradoras para os nossos jovens.

Por:MAB

Escola de Andebol Falcão – Pinhel já conhece adversários da fase final

16602761_1706827146010730_5089351304189409315_nA Escola de Andebol Falcão – Pinhel passou à 2ª Fase do Campeonato Nacional de Andebol – Juvenis Masculinos fruto de uma época marcada por bons resultados, vão agora competir a nível nacional.
O sorteio realizado no passado dia 13 de fevereiro, na sede da Federação de Andebol de Portugal, ditou que a equipa pinhelense fique inserida na Zona 2, onde também estão as seguintes equipas:
– A.A. Avanca;
– Académico de Viseu;
– Batalha Andebol Clube;
– CAIC – Cernache;
– C.D. São Paio de Oleiros;
– G.F. Empregados do Comércio – Santarém;
– SIR 1º Maio – Marinha Grande.

Uma nova aventura ambiciosa para a turma pinhelense que vai tentar dar o seu melhor.

Por:MP/AP

Seia Jazz & Blues decorre em março

16487133_1307244562648059_8287862015524089277_oA 13ª edição do Seia Jazz & Blues que decorre de 6 a 12 de março na Casa da Cultura, conta este ano com banda espanhola de Blues, Susan Santos Band, no dia 11 de março (sàbado) como uma das principais novidades do cartaz.
No dia 10 (sexta-feira) sobe ao palco da Casa da Cultura o português Kiko Pereira, que foi considerado como “o melhor cantor de jazz português” pelo crítico José Duarte.
No dia 9 (quinta-feira) será a vez da Big Band EPSE de Seia, desta vez com dois convidados especiais – João Barradas, um dos mais conceituados e reconhecidos acordeonistas europeus e Bárbara Maximino, jovem talentosa cantora de Jazz de Seia.
Organizado pelo município, o Seia Jazz & Blues conta ainda com uma rúbrica Escolas com Jazz, para levar este género musical a centenas de crianças e jovens do concelho, pela Big Band da Escola Profissional da Serra da Estrela.
Para os concertos, os bilhetes já se encontram à venda na Casa Municipal da Cultura de Seia: Tel: 238 310 293 – e-mail: casacultura@cm-seia.pt

Por:SJB

AFGuarda- Seleção feminina sub-17 prepara-se para Interassociações

16684260_978291305641157_4166418465615985040_n Vai decorrendo na cidade da Mêda, a preparação da seleção da A.F.da Guarda, de futsal feminino ,na categoria de sub 17 realizou  ,no Pavilhão Desportivo da Meda ,um jogo treino com a congénere da Associação de Futebol de Bragança ,de preparação para o Interassociações a realizar em Gondomar de 24 a 28 de Fevereiro.

Deste modo reveafg-feminola o crescimento do futsal feminino no distrito egitaniense e no restante País.

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