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Artigos de Opinião

Artigo-80% dos portugueses tem dificuldade em aquecer a casa no Inverno

Depois de um inquérito elaborado pela Comparamais, um empresa especializada em comparação de serviços de energia, crédito e telecomunicações conclui que:

  • 90% das pessoas já sentiram frio dentro de casa no Inverno
  • 79% das famílias evitam ligar o aquecimento para minimizar custos
  • 71% dos portugueses tem mais dificuldade em pagar a eletricidade no Inverno
  • 40% vai trocar de fornecedor brevemente, recorrendo a um simulador de preços de energia

Segundo o novo inquérito da Comparamais sobre a pobreza energética em Portugal, 90% dos portugueses têm frio dentro da própria casa no Inverno, com 80% a afirmar que a origem deste desconforto térmico é a dificuldade em aquecer o lar.

71% dos portugueses tem mais dificuldade em pagar a eletricidade no Inverno

Os aquecedores e termoventiladores são a principal opção de aquecimento em Portugal, mas elevam os consumos de energia. A consequência disso é que 36% dos inquiridos sofre um aumento na conta de eletricidade entre 25€ e 50€, enquanto para 34% das famílias  a diferença nas faturas supera os 50€ mensais. Por causa destas subidas, 71% das pessoas têm mais dificuldade em pagar a eletricidade no Inverno.

Redução nos preços de eletricidade ajudaria no aquecimento de 92% das casas

Cientes do impacto do aquecimento da casa nos gastos com eletricidade, 78% dos portugueses evitam ligar estes equipamentos para não aumentar as despesas. E 92% das pessoas afirmam que se a eletricidade fosse mais barata teriam mais facilidade em aquecer o seu lar.

Tentando contrariar este problema, 40% dos inquiridos pretende trocar de fornecedor de eletricidade nos próximos meses. E, reconhecendo as vantagens obtidas ao comparar os preços de energia (em 2020 a Comparamais permitiu uma poupança média de 200€ aos seus utilizadores), 90% vai usar usar um simulador de preços de luz e gás para encontrar um preço de eletricidade mais baixo.

Para finalizar fica análse do Diretor de Energia da Comparamais, Rui Mota:“Muitos portugueses têm dificuldade em aquecer a casa no Inverno por causa dos preços elevados da eletricidade, e sentem frio dentro da sua habitação. Existem duas soluções para este problema, que são a compra de novos equipamentos ou encontrar preços de luz e gás mais baratos. E por isso há cada vez mais pessoas a trocar de fornecedor de energia. Nessa situação ficam evidentes as vantagens de usar o simulador de preços de luz e gás da Comparamais, que permite aos utilizadores pouparem, em média, 200€ por ano nas faturas”.

foto:DR

 

Como prevenir e reagir ao sobre-endividamento

Se há algo que o ano de 2020 nos ensinou é que devemos estar preparados para todo o tipo de imprevistos. E esta é uma lição especialmente importante no que respeita a questões financeiras, já que uma gestão cuidada do dinheiro disponível não só é responsável, como é também uma forma de conseguir concretizar objetivos, tranquilizar e, sobretudo, evitar sobressaltos.
Esta gestão financeira torna-se ainda mais importante nos dias de hoje, sobretudo com a aproximação do fim das moratórias, que está previsto acontecer, no caso dos créditos pessoais, até 30 de junho deste ano. O retomar das nossas habituais despesas com crédito pode representar um embate significativo no orçamento familiar e, em alguns casos, ao maior risco de endividamento. Nesse sentido, e para o/a ajudar nessa missão, o UNIBANCO apresenta-lhe algumas dicas para gerir o seu orçamento e prevenir uma situação de sobre-endividamento:
1. Comece por “fazer contas à vida”.
Independentemente da situação laboral em que se encontra, o primeiro passo quando o tema são finanças pessoais é fazer contas aos rendimentos, sejam eles: rendimentos do agregado familiar, rendas, subsídios ou prémios, mas também às poupanças, ações e dividendos. Todos estes valores podem ser colocados num documento que seja de fácil acesso e atualizado frequentemente.
2. Faça a gestão das suas despesas com a tática do 10-30.
Depois dos rendimentos, o passo seguinte é identificar as despesas e geri-las de forma responsável (poderá, por exemplo, listar as despesas do seu crédito pessoal através da respetiva app). O principal segredo para este ponto passa por controlar regularmente as dívidas e pagamentos fixos, e para isto há dois valores a ter como referência: por um lado, coloque de parte, no início de cada mês, um mínimo de 10% dos seus rendimentos, de forma a conseguir ter sempre uma margem de poupança; por outro lado, importa controlar também as dívidas, nomeadamente as despesas com cartões de crédito, prestações, entre outras, para garantir que estas não ultrapassem um máximo de 30% do seu rendimento. Para este último ponto, poderá ser oportuno, por exemplo, rever os contratos de serviços que tem subscritos, como eletricidade, televisão, etc., por forma a adaptá-los às suas reais necessidades e reduzir assim as suas despesas fixas.
3. Elabore uma “lista de espera” para outros gastos.
Já todos os compromissos ou desejos que não sejam essenciais (como remodelações na casa, um novo eletrodoméstico, etc.) devem entrar numa “lista de espera”. Essa lista só será satisfeita quando houver margem de manobra suficiente no orçamento, ou seja, após o pagamento das despesas e de colocar de parte o valor atribuído destinado à poupança. Quando isso acontecer, defina, primeiramente, um montante como meta a alcançar, para facilitar o processo de poupança. Depois, basta adotar um conjunto de medidas para conseguir alcançar esse objetivo (como, por exemplo, rentabilizar a comida de sobra para novas refeições, ou fazer uma lista de compras antes de ir ao supermercado).
4. Antecipe-se a situações de maior dificuldade.
Caso as contas comecem a acumular e se tornar difícil controlar o orçamento e pagar as despesas do dia a dia, a melhor estratégia é ter uma atitude preventiva. Por um lado, e se a dificuldade em poupar está no pagamento das prestações de diferentes créditos, considere aderir ao crédito consolidado, que lhe permite juntar todos os outros créditos num só, de forma a ter uma única mensalidade e mais reduzida. Por outro lado, e se lhe for possível antecipar a dificuldade de pagamento dos compromissos financeiros, deve alertar a instituição financeira responsável. Para estas situações existe uma rede de apoio ao cliente, onde é possível obter informação, aconselhamento e acompanhamento para situações relacionadas com o risco de sobre-endividamento.
Seja para o fim das moratórias que se aproxima ou para outro qualquer período do ano, importa manter uma gestão responsável do orçamento familiar e das suas soluções de crédito, quer para prevenir o risco de endividamento, quer para conseguir poupar dinheiro que lhe permita concretizar as suas metas financeiras há muito desejadas da forma mais consciente.

Por:UNIBANCO

foto:DR

Artigo de Opinião de Paula Miranda- CONFINAR, COM MENTE DESCONFINADA

Voltamos ao confinamento, só que mesmo em confinamento físico podemos desconfinar a mente.

Já sabemos, e já passamos por isto muito recentemente, portanto, todos temos a noção clara de que, o facto de sermos privados de sair de casa como normalmente, o não podermos estar com quem mais gostamos, o estarmos limitados, pode também acabar por limitar e bloquear a nossa mente, e sobretudo afetar a nossa parte  emocional. É normal. Apenas precisamos de aprender, por exemplo, como alimentar a nossa parte mental e emocional.

Então, para que o nosso corpo físico esteja equilibrado, automaticamente e como hábito, essencialmente maior parte de nós, preocupamo-nos com três coisas:
Alimentar – ingerimos alimentos e líquidos;
Exercitar – exercício físico ou caminhadas;
Descansar – dormir as horas necessárias.

E se eu te disser, que também necessitamos destes três momentos para a nossa mente e para a nossa área emocional?
Para que estejamos equilibrados num todo, necessitamos olhar para todos estes aspetos.
Então se alimentas, exercitas e descansas o teu corpo físico, o que fazes à tua mente e consequentemente a tua área emocional?
1. Como tens andado a alimentar a tua mente?
2. Como a exercitas?
3. Que tipo de descanso lhe dás?

E com tudo isso que respondeste, como te sentes emocionalmente?

Aceita o meu convite. Vamos todos juntos DESCONFINAR A MENTE.

Deixo-te aqui o convite:
Responde a estas questões em privado para o meu email
treecoach9@gmail.com
Eu vou ajudar-te a criares os teus próprios hábitos pessoalmente, para isso no
email envia: Nome, nº telemóvel e melhor hora de contacto.

Com Amor e Gratidão

Paula Miranda
Coach Profissional & Practitioner em PNL
Tlm 932 688 567
treecoach9@gmail.com
Rua S Vicente, 2245
4445-210 Alfena

Artigo de Opinião de Sara Morais- Hipnose Clínica e Resoluções Ano Novo

Ao anoitecer, milhares de mentes sussurram em silêncio, vago e envergonhado, os milhares de desejos que são libertados pelo fervor das doze badaladas. As superstições, os vários rituais tradicionais, os fogos-de-artifício, as cores, alimentam a esperança, afinal é no espaço de uma noite para o dia que nascem mais 365 novas oportunidades. É neste período de viragem que se faz o balanço das experiências desde o distanciamento ao isolamento, das várias aprendizagens como por exemplo: o não tomar nada como garantido, o valorizar um olhar de amor, um gesto de carinho, e sobretudo, refletir sobre o nosso caminho de felicidade e concretização. São apenas alguns exemplos que permitem estabelecer novas metas e desafios para continuar a trilhar o longo caminho da vida.

Nesta busca do autoconhecimento a Hipnose Clínica torna-se uma forte aliada enquanto terapia de desenvolvimento pessoal. Inicialmente, a terapêutica oferece um olhar atento sobre as sombras e crenças limitadoras que lhe causam o depauperamento das suas potencialidades. Seguidamente, é trabalhada a aceitação, a compreensão e a libertação das experiências negativas através das mais variadas técnicas de ressignificação e de reeducação comportamental. A objetivação e clarificação das preferências, objetivos e sonhos torna-se fundamental não só na recuperação e libertação da auto estima, mas também na consolidação de um novo autoconceito.

Em jeito de conclusão, embora a magnificência dos festejos das doze badaladas animem a busca pela utopia das 365 novas oportunidades, o novo ano só existirá se existir em si mesmo uma mudança – um novo “eu”.

“A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar” – Eduardo Galeano.

 

Sara Morais

Hipnoterapeuta

Artigo de Opinião de Ana Carolina- A Terapia da Fala em época de pandemia

A pandemia do COVID-19 provocou consequências na sociedade e em várias profissões. A Terapia da Fala não foi exceção e, de acordo com os diferentes contextos, sofreu alterações e adaptações. Em contexto hospitalar, em que existem serviços de internamento com doentes críticos, agudos e subagudos, os Terapeutas da Fala tiveram que garantir a continuidade da intervenção dos utentes, mas noutros contextos como clínicas, escolas e outras instituições, estes foram obrigados a interromper as intervenções e a reformular o modelo de intervenção, privilegiando assim uma intervenção à distância. Não existe um termo definitivo e o Terapeuta da Fala pode optar por diferentes designações, como teleterapia, telemedicina ou teleconsulta, uma vez que não existem normas neste sentido. Em Portugal, a investigação científica sobre a eficácia e eficiência da intervenção à distância em Terapia da Fala é, ainda, escassa mas noutros países, existem estudos que comprovam a eficácia e que se realizam, regularmente, intervenções de diferentes áreas por teleterapia.

O Terapeuta da Fala enfrenta assim, perante esta situação, mais um desafio profissional, com a necessidade de alterar a sua forma de intervenção. As sessões, por teleterapia, parecem ser funcionais, no entanto, existem algumas dificuldades sentidas como a limitação no acesso a tecnologias por parte de alguns pacientes, assim como alguns receios com a privacidade dos dados dos mesmos devido à necessidade de utilização de uma plataforma online. Por isso e embora pareça fácil, a teleterapia exige do Terapeuta da Fala ainda mais cuidados, preparação e monitorização.

A avaliação à distância deve refletir a validade dos procedimentos/resultados. No que respeita à intervenção, há vários estudos que evidenciam a sua eficácia, sendo que se deve utilizar materiais, metodologias e/ou outros recursos que tenham em consideração todas as variáveis do paciente. Assim, a teleterapia encontra-se num período de enorme evolução e exige treino e formação para aumentar os níveis de experiência e de familiaridade com as mudanças que são impostas.

Os Terapeutas da Fala e a sociedade no geral deparam-se com uma barreira à comunicação, o uso de máscara! Essencial e obrigatória, a máscara limita a interação e intervenção direta e presencial em todas as áreas de atuação do Terapeuta da Fala. Assim, torna-se crucial criar alternativas funcionais para que a intervenção seja o mais normalizada possível e em substituição das máscaras cirúrgicas aconselhadas para uso dos profissionais de saúde, alguns Terapeutas da Fala optam por máscaras de acrílico, certificadas, e viseiras que expõem a cavidade oral, permitindo maior acesso e visibilidade dos movimentos. O contexto pandémico que vivemos veio alterar a nossa forma de nos relacionarmos com os outros, seja na nossa vida familiar, seja em contexto laboral e social. O uso de máscara passou a ser generalizado a todos os contextos da nossa vida influenciando a forma de comunicarmos.

A intensidade média de uma conversa ronda os 60 dB. Com o uso de máscara há perda de 3-4 dB no caso da máscara cirúrgica e cerca de 12dB na máscara N95. Além desta degradação, nas máscaras que não são transparentes, acresce a perda de informação da leitura labial e expressividade facial. Assim e de modo a facilitar a comunicação com o uso de máscara, recomenda-se: olhar diretamente para parceiro comunicativo, eliminar ruídos de fundo, questionar ou dar feedback se a compreensão está a ser eficaz, falar pausadamente e com maior precisão.

A adaptabilidade está diretamente relacionada com o ser capaz de ajustar as respostas às necessidades e às circunstâncias.

Ana Carolina Melo Marques C-046322175

Terapeuta da Fala na APSCDFA, na Clínica Nossa Srª da Graça e na CliViseu

Venda de Imobiliário na Guarda Sofre, Arrendamento Anima

O mercado imobiliário nacional é ocasionalmente marcado por assimetrias profundas. Por um lado, observamos os grandes centros urbanos a marcarem manchetes pelos preços-recorde mês após mês, enquanto o interior do país tende a seguir no sentido inverso.

2020 foi um ano igualmente ímpar para o desempenho do imobiliário em Portugal. Os números revelam uma resiliência impressionante que segurou os preços durante alguns dos momentos mais desafiantes para a economia nacional.

Nesse sentido, 2021 deverá ainda assistir a uma quantidade de desafios cujo efeito é extremamente difícil de antecipar. Se a tendência verificada se mantiver, existem alguns motivos para otimismo.

Guarda – Mercado de Venda

O interior do país está acostumado a este termo, uma vez que elas são notórias em inúmeras áreas do quotidiano.Também no que toca ao mercado imobiliário, estão patentes nos mais recentes dados do barómetro mensal da Imovirtual. No segmento da venda, o ano de 2020 não foi de todo animador para a Guarda, com os preços a afundarem -14%. Se em dezembro de 2019 o preço médio de venda no distrito era de €130.503, volvido um ano situa-se em €112.222.

A nota positiva neste campo é referente aos números do período entre novembro e dezembro de 2020. Neste ponto temporal em particular, os preços mantiveram-se precisamente iguais no valor anteriormente mencionado (€112.222). Se tal significa que atingimos o ponto mais baixo de venda, resta aguardar por dados indicativos nas próximas semanas, mas existem motivos para crer que sim.

Guarda – Arrendamento

 Havíamos deixado claro que o conceito se aplica a nível nacional quando falamos de imobiliário e de igual forma no que distingue distritos do interior daqueles do litoral.

No segmento do arrendamento, a Guarda observa um crescimento notável em relação aos preços praticados, tendo dezembro de 2019 revelado um preço médio de arrendamento de €300. O mesmo valor era em novembro de 2020 de €364. Porém, é precisamente no curto espaço de tempo observado entre novembro e dezembro de 2020 que o desempenho mais impressiona. Um crescimento de 10.4% tem lugar num único mês, colocando o preço médio do arrendamento na Guarda em €402.

Se motivos existem para assistirmos a uma manutenção (e inclusive aumento) de preços no mercado de venda, costumam surgir após o aumento da procura no mercado de arrendamento. Um aumento dos valores praticados no arrendamento na ordem dos 34% entre dezembro de 2019 e dezembro de 2020 são seguramente motivos para ficarmos atentos.

O Que Reserva o Futuro?

O mercado imobiliário assiste com frequência a oscilações consideráveis, ainda que no panorama global, o desempenho nacional se mantenha positivo há anos a fio.

No que toca a distritos de interior como a Guarda, a qualidade de vida que aqui se encontra juntamente com preços baixos no imobiliário poderão ser argumentos mais que suficientes para obrigar o mercado de venda a crescer a curto prazo.

Num ano atípico em que conceitos como o teletrabalho e uma procura anormal por destinos turísticos no interior acabaram por ditar tendências, só o evoluir dos próximos meses poderá revelar se a tendência de preços se irá manter ou alterar por completo.

Artigo de Opinião : “Vamos abraçá-lo?”

“Vamos abraçá-lo?”

E assim começamos o ano 2021, ano de transições e mudanças.

Vamos abraçá-lo?

No início de cada ano, temos por hábito pedir desejos às 12 badaladas, desejar algo para nós.

Algumas vezes, com o decorrer do ano, acabamos por nos sentir frustrados, por não conseguirmos atingir certas e determinadas metas, acabamos por culpar tudo e todos à nossa volta pela falha…

Isto acontece maioritariamente, não por incompetência ou falta de ação, mas antes por falhas na nossa aprendizagem, falta de consciência. Não fomos ensinados a perceber o nosso mundo interior e acabamos por nos autossabotar.

Portanto é muito importante apreendermos como podemos atuar após desejarmos algo para nós, e até perceber como o poderemos definir. A isto chamamos definição de objetivos.

E então como posso definir um objetivo para 2021?

Aqui deixo alguns passos importantes:

Objetivos Específicos – Ao definirmos um objetivo, devemos defini-lo da forma mais específica possível, para que a nossa mente o acolha com bastante clareza.

Objetivos Mensuráveis – Devem ser objetivos medíveis, para que possamos definir métricas e analisar o processo.

Objetivos Atingíveis – Aqui devemos ter em atenção se o objetivo que estamos a definir, é possível ser alcançado por nós, sem intervenção de terceiros. Ou seja, terá de ser algo que apenas nós sejamos os responsáveis pelo seu desempenho, e algo que está ao nosso alcance, mesmo com muito trabalho.

Objetivos Realistas – Que sejam possíveis de ser realizados, que seja algo que está na nossa realidade diária.

Objetivos Temporais – Todos os objetivos devem ser definidos para uma data especifica. A definição de um tempo de duração estabelece um sentimento de compromisso, o que aumenta a nossa motivação e crescente esforço nas nossas atitudes.

Intenção por trás deste objetivo? – Tão ou mais importante que definir um objetivo, é termos a clareza e consciência da nossa maior intenção ou propósito, para querermos ver esse objetivo alcançado.

Por exemplo, uma pessoa que deseja emagrecer, não deve apenas desejar “ser mais magra”.

Deve antes definir, por exemplo: “No próximo ano quero emagrecer 20kg, neste momento tenho 85 kg e vou ficar com 65kg. Este é um objetivo que posso atingir e é só da minha responsabilidade conseguir, é realista pois já tive este peso e até ao dia 8 de abril vou conseguir.”; “O meu propósito por trás deste objetivo é ser mais saudável e sentir-me bem comigo.”

 

E lembra-te RESULTADOS = DEFINIÇÃO + AÇÃO

Para chegarmos a resultado final, depois de definirmos o que queremos, temos de entrar em ação.

Faz uma lista das ações que podes fazer para chegar ao resultado final.

Bom trabalho

 

NOTA FINAL: Não queiras fazer tudo ao mesmo tempo, define pequenas ações primeiro, ações que sejam para ti fáceis de executar, sê consistente e celebra cada pequena vitória.

Maior parte das vezes, precisamos de alterar hábitos e rotinas, disso falamos depois…

Com Amor e Gratidão

E não te esqueças podes marcar comigo a Tua Sessão Gratuita

 

Paula Miranda

 

Coach Profissional &Practitioner em PNL

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Artigo de Opinião- A importância do Terapeuta da Fala na Neonatologia

Atualmente, os inúmeros avanços ao nível da medicina proporcionaram a sobrevivência de recém-nascidos de 26 semanas de idade gestacional, recém-nascidos de muito baixo peso, bem como bebés com doenças embrionárias e genéticas, malformações e lesões encefálicas.

O prognóstico de desenvolvimento dessas crianças, conforme demonstram diversos estudos, tem mostrado uma grande incidência de sequelas do desenvolvimento global na população de recém-nascidos de pré termo e recém-nascidos de risco. Os distúrbios são múltiplos e incluem desde dificuldades ao nível da alimentação, da aprendizagem, comportamentais a alterações neuromotoras. Estes dados justificam a necessidade de uma equipe multidisciplinar intervir precocemente, no sentido de minimizar sequelas, proporcionando uma boa qualidade de vida a estes bebés e famílias.

A intervenção do terapeuta da fala ao nível do atendimento neonatal é já uma realidade do nosso quotidiano. Integrando esta equipa, a sua intervenção assume um papel de relevância nos cuidados prestados ao recém-nascido. No campo de atuação encontra-se com frequência a vertente da alimentação, do desenvolvimento neurosensoriomotor e a eficácia da comunicação.

A intervenção tem um caráter preventivo primário e secundário, pois envolve a orientação e o aconselhamento dos pais, como também a deteção e intervenção direta no recém-nascido. Esta intervenção inicia após a avaliação e elaboração de um programa de tratamento, tendo sempre em conta as necessidades específicas de cada bebé. As técnicas específicas do conhecimento do terapeuta da fala visam a facilitação do desenvolvimento normal sensório-motor oral do bebé para o sucesso da função alimentar (seja esta ao peito e/ou ao biberão) bem como o desenvolvimento normal do seu sistema estomatognático (sistema composto pelas estruturas da face, cabeça e pescoço que agem harmoniosamente na realização de variadas tarefas funcionais, entre as quais a sucção e a deglutição) e da interação/comunicação.

Ana Carolina Melo Marques C-046322175

Terapeuta da Fala na APSCDFA, na Clínica Nossa Srª da Graça e na CliViseu

Artigo de Opinião- Hipnose Clínica um alelo da saúde mental em plena pandemia

 

A resposta comportamental do Ser Humano volve ao redor dos hábitos. E quando questionamos o outro: “Como está?” ou “Como vai?”; sempre escutamos a mesma resposta “Vai-se andando” ou “Vai-se empurrando”, uma explicação imposta pela máscara social que outrora era usada como mecanismo de defesa para não expor as próprias fraquezas.

Agora, e sem precedentes, a realidade despe a invisibilidade vestindo-se de um pedaço de pano em jeito de mordaça e, que apesar de salvaguardar um bem maior, vai cercando o nosso rosto, os nossos sonhos e, desejos numa constante lembrança de incerteza, silenciando o que nos vai na alma. O toque deixou a nossa rotina, assim como o sorriso que se tornou refém do jogo das escondidas, imposto pelas palavras confinamento e desconfinamento. Atualmente, só o olhar e as palavras servem de estibordo para afagar a liberdade e consolar a ânimo.

Esta marcha lenta e silenciosa de desânimo e de cansaço, poderá refletir no abismo da saúde mental. É necessário alertar, que não é vergonha procurar auxílio técnico e profissional para ajudar a diluir as maleitas do “eu” interior. É premente desenvolver a consciência social que o ser humano é apenas um ser sensível e como tal compreende naturalmente a diversos desafios emocionais.

É neste momento de cuidados redobrados que a Hipnose Clínica poderá servir como esteio na sustentação de uma saúde mental equilibrada.  A terapêutica assente na Hipnoterapia não só permite um estado relaxamento mental e físico, como leva a alterações das várias perceções como por exemplo: sensoriais, intelectuais, memória, atenção e inclusivamente emocionais. A vasta complementaridade de técnicas permite intervir em diversas áreas de perturbações nervosas e emocionais desde a Borderline, TADH, síndrome de pânico, depressão, Transtornos obsessivos compulsivos, perdas emocionais e perturbação do sono. O tratamento permite o acesso ao subconsciente, onde estão depositados os vários sentimentos, emoções, hábitos e memórias, os quais em estado vígil não é possível ajustar ou alterar.

Neste seguimento, a Hipnose Clínica uma válida alternativa a todas as terapias convencionais da saúde mental, pressupondo de igual forma o desenvolvimento do autoconhecimento e, por conseguinte, expandir a capacidade de interagir com o seu próprio eu interior de forma equilibrada e emocionalmente inteligente.

 

Sara Morais

Hipnoterapeuta

Artigo de Opinião de Paula Miranda: “Este mês…”

Este mês …

“Há algum tempo, num campo de uma aldeia, no meio da natureza, haviam várias árvores de fruto e muitos dentes de leão.

Um dia, um pássaro muito colorido, viu que uma dessas árvores estava com poucos ramos, muito seca e triste.

Então perguntou:

– O que precisas para voltares a crescer?

A árvore respondeu:

– Preciso do meu melhor alimento, de voltar a acreditar em mim e fazer crescer os meus sonhos.

Então o pássaro voou, voou, voou e começou a juntar outros pássaros. Depois de se agruparem, pediu:

– Vamos todos juntos até aquele pomar, ajudar a amiga árvore ter força e alimentar-se dos seus sonhos para crescer linda e viçosa.

Assim, se todos batermos as nossas asas com muita força, vamos fazer com que estes dentes de leão se soltem e alimentem as raízes da amiga árvore, para assim ela crescer forte e saudável!

Com a ajuda de todos os pássaros, a árvore acreditou que era possível, cresceu feliz, os seus ramos multiplicaram-se e passou a alimentar outros seres.”

  • Qual é o alimento que está a faltar à tua árvore?
  • Quem te pode ajudar para que a tua árvore cresça saudável?
  • Faz sentido não alimentares a tua árvore?

Marca a tua Sessão de Transformação

Investe em TI

Afinal és a pessoa mais importante da tua vida

Com Amor e Gratidão

 

Paula Miranda

treecoach9@gmail.com