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Artigos de Opinião

Reflexão do Bispo D.Nuno Almeida–Semana dos Seminários

IMG_4008Nesta Semana dos Seminários, reavivamos a consciência de que o caminho da evangelização passa pelo nosso testemunho de vida e o de muitas famílias e comunidades, que se sentem felizes por estar fundadas em Cristo.
Importa também darmo-nos conta de que, possivelmente, os jovens têm, atualmente, mais dificuldade em seguir modelos e ideais, mas procuram avidamente experiências e vivências. Não querem somente ouvir testemunhos, mas sobretudo sentir e vivenciar realidades.
Se isto é verdade, a atitude fundamental terá de ser a de “perder” tempo com os jovens: conhecê-los, ouvi-los e crescer com eles e não ter medo de lhes propor, como possibilidade para as suas vidas, o sacerdócio.
É no Seminário que se preparam os candidatos ao sacerdócio para o serviço do povo de Deus. Por isso, dele beneficia cada diocese, paróquia, família e cada cristão. Todos devemos sentir-nos corresponsáveis na formação dos futuros padres! Esta corresponsabilidade começa por prestarmos atenção ao Seminário e leva-nos à oração, a apoiar os formadores e jovens seminaristas, a convidar adolescentes e jovens para conhecerem esta casa, etc.
Durante esta semana, rezemos pelos nossos Seminários, pelos seminaristas e seus formadores. Imploremos ao Senhor mais vocações sacerdotais,

 

Por:D.Nuno Almeida, Bispo auxiliar da Diocese de Braga

Artigo de opinião—-A Gaguez e a Terapia da Fala!

tfA Gaguez e a Terapia da Fala!

– Sucintamente, qual a relação entre dois conceitos?

– Quais os mitos associados à gaguez?

Quando se suspeita que uma determinada criança apresenta uma gaguez, é essencial determinar se se trata de um período de disfluências ou se já apresenta sinais característicos de uma gaguez.

A maioria das crianças lida bem com a gaguez mas existem situações específicas, no seu futuro académico ou mesmo a nível social, em que tal não irá suceder, como por exemplo a leitura em voz alta, a apresentação oral de trabalhos ou até mesmo falar ao telemóvel.

A Terapia da Fala foca-se na identificação dos comportamentos associados à gaguez, na aprendizagem de estratégias de relaxamento, no controlo respiratório e na alteração do padrão de fala. Todos estes passos vão permitir a modificação voluntária da gaguez e tornar mais fáceis todos as situações referidas anteriormente.

É crucial que a criança com gaguez se sinta confortável e confiante quando fala, pelo que o interlocutor deverá ser um bom ouvinte. Como é importante que se potencie um ambiente construtivo que promova a fluência, de seguida apresentam-se algumas estratégias que pode adotar:

  • Aceita as disfluências no decorrer do discurso;
  • Mostrar interesse na conversação;
  • Não interrompa nem complete as palavras/frases da criança;
  • Não transpareça que a fala da criança o preocupa;
  • Sirva de modelo e para isso fale pausadamente e de forma descontraída.

Quando os pais e familiares sentem que algo não está dentro do esperado, ficam naturalmente preocupados e assustados. Antes de tentar ajudar é muito importante que deixe de lado as ideias falsas sobre a gaguez. Os mitos em torno desta patologia são muitos e também são muitas as pessoas que os tomam como adquiridos! Este tipo de crenças para além de não corresponderem à verdade, podem ter um impacto negativo na evolução da gaguez.

Saiba aqui quais os mitos mais comuns na nossa população. Ficar informado não custa! J

  • A pessoa gagueja porque apanhou um susto!
  • A gaguez começou devido à rigidez/exigência em casa! ­
  • A gaguez desaparece com o tempo!
  • O stress, a ansiedade e a baixa autoestima causam gaguez!
  • Dar indicações à pessoa com gaguez como “calma”, “falar devagar” ajudam a aumentar a fluência!
  • Quem gagueja é menos inteligente!

Lembre-se que existem técnicos qualificados para intervir e ajudar a criança a falar de uma forma mais fluente e a sentir-se mais confiante nas suas competências comunicativas. Por isso, em caso de dúvidas consulte um Terapeuta da Fala.

Por:Ana Carolina Marques -Terapeuta da Fala –APSCDFA

 

 

 

Erasmus + decorreu com grande normalidade

IMG_7111A freguesia de Maceira recebeu cerca de três dezenas de jovens, oriundos de diversos países a participar em atividade Erasmus +, instalados no Hostel EntryFik,  provenientes de Portugal, Turquia, Macedónia, República Checa e Letónia.

Foram dias de grandes atividades, um pouco por todo concelho de Fornos de Algodres que estes jovens passaram.

Um grupo bastante animado, que conviveu e leva daqui desta região um bom leque de conhecimentos.

Desta forma nesta terça-feira foi a avaliação de tudo e seguiu-se a despedida destes jovens simpáticos, que levam a região de Fornos de Algodres no coração.

Assim a Associação de Maceira promoveu  esta atividade, ao qual todos saíram satisfeitos, com intuito, de dar a conhecer  a aldeia e os usos e costumes.

Por:António Pacheco

 

Artigo de opinião:Desmitificando a Gaguez!

imagem-TFala-CEMDesmitificando a Gagartiuez!

– São muitas as questões por detrás da gaguez! Fique a saber um pouco mais sobre esta patologia!

Todas as pessoas têm momentos em que não conseguem ser fluentes, em que não encontram a palavra certa para continuar o raciocínio, sobretudo quando estão cansadas, sob pressão ou quando têm que falar publicamente. Deste modo, não é necessário definir-se tecnicamente o conceito gaguez porque qualquer ouvinte, sem conhecimentos científicos, consegue identificar uma pessoa com gaguez.

A gaguez é uma perturbação da fluência da expressão verbal (fala), onde a pessoa sabe exatamente o que dizer mas o seu discurso é caracterizado por bloqueios, repetições ou prolongamento involuntários na produção de sons da fala. A gaguez é importante pela sua frequência (podendo ser classificada de ligeira, moderada ou severa) e pelas comuns consequências: redução da autoestima, isolamento social, ansiedade e, em crianças, exclusão escolar. Estes fatores contribuem para uma redução na qualidade da vida.

Apesar das diversas investigações realizadas sobre a etiologia da gaguez, ainda não existe uma opinião unânime. As pesquisas apontam para a existência de predisposição genética (cerca de 40 a 50%). Também existe a evidência de que os fatores psicossociais podem ser responsáveis pela persistência e agravamento da gaguez.

A gaguez pode manifestar-se de diversas formas mas os 3 tipos de interrupções mais comuns são:

– Múltiplas repetições de sons (p-p-pai), sílabas (bo-bo-bo-bola) ou palavras;

– Prolongamentos dos sons da fala (eg. aaaavó);

– Bloqueios (pausas longas) com esforço muscular (eg. … não vou ou ca…ma);

Estes comportamentos podem ser acompanhados de movimentos involuntários dos articuladores ou mesmo de tremor, assim como de medo ao pronunciar as palavras mais difíceis.

Considerando que comunicar é um ato social e que a gaguez afeta a comunicação, constata-se que gaguejar é mais do que interrupções na fluência da expressão verbal.

Não existe forma de prevenir a gaguez mas é possível evitar que se torne um problema crónico, recorrendo ao diagnóstico e tratamento precoces. Este diagnóstico é efetuado por um Terapeuta da fala e a futura intervenção engloba o envolvimento da família.

Por:Ana Carolina Marques–TF-APSCDFA

Artigo de Opinião – Chegou a hora de largar a chupeta!

Largar a chupeta - imagem capaChegou a hora de largar a chupeta!

– Quando é que se deve retirar a chupeta? A que estratégias pode recorrer?

– Sabe qual é o papel do Terapeuta da Fala?

O envolvimento da criança no processo de retirada da chupeta é bastante importante, visto que garante um desenvolvimento emocional saudável.

Com que idade as crianças devem deixar a chupeta?

O adeus à chupeta deve acontecer, segundo especialistas em saúde oral, entre os dois e os três anos de idade, sendo estas consideradas as idades de limite. Quanto mais tempo o hábito de sucção se mantiver, maior será o risco de prejudicar o desenvolvimento do seu filho, principalmente depois da erupção dos dentes!

Como deve ser retirada a chupeta?

Considerando a componente emocional, é importante que a chupeta seja retirada gradualmente. Ao retirar, repentinamente, o objeto mais querido da criança, vai deixá-la triste e a tendência é esta procurar uma alternativa próxima, fácil e rápida que substitua a chupeta, ou seja o dedo.

Nesta fase da vida da criança, deve ser realizada uma preparação emocional e torná-la ativa durante todo o processo de remoção da chupeta.

A sucção digital é prejudicial à criança?

O ato de chuchar no dedo é considerado pior do que chuchar na chupeta. Enquanto a chupeta com mais ou menos tempo pode ser esquecida pela criança, o dedo vai estar sempre presente. A sucção digital causa alterações dentárias com maior probabilidade.

Em relação à higiene, é mais fácil manter a chupeta limpa (com proteções do bico e esterilizações) do que o dedo que está constantemente exposto a fatores poluentes.

Que estratégias pode utilizar para retirar a chupeta à criança?

Como nem sempre é fácil retirar a chupeta, de seguida são apresentadas algumas ideias que podem facilitar a separação desse objeto tão importante para a criança:

Planeia a despedida: tal como existe a fada dos dentes, pode inventar a fada das chupetas. A criança coloca-a numa caixa, que a fada leva, e em troca tem uma surpresa. Em caso de crianças crescidas pode sensibilizá-las para esse facto e em conjunto deitarem-nas no lixo.

Estabeleça limites: reduza os contextos de utilização da chupeta, quer seja em determinados espaços da casa ou em momentos do dia.

Reforço positivo: torne este momento positivo e em tom de jogo (vamos ver se consegues usar a chupeta só no teu quarto?), evitando ralhar para não se conseguir o efeito oposto (mais apego à chupeta).

Conforto: se a criança está cansada, ofereça outras formas de conforto – beijinhos, carinhos, peluches e reforce esse comportamento de “menino(a) crescida”.

Se for necessário pode fazer um pequeno furo na chupeta, dificultando a sua sucção.

Para mais sugestões deve consultar um Terapeuta da Fala!

Qual é o papel do Terapeuta da Fala?

A Terapia da Fala tem um papel preponderante nesta área. É importante efetuar campanhas de divulgação e prevenção, esclarecendo as dúvidas dos pais mas também fornecendo orientações acerca dos problemas que podem advir do uso prolongado da chupeta.

A atuação precoce e a orientação bem direcionada evitará problemas de fala, mastigação, deglutição, respiração e dentárias que muitas vezes são frequentes em crianças que usaram chupeta até tarde.

Não deixe que o uso da chupeta vire um vício para a criança! E nunca é demais repetir que o uso deve ser limitado para quando for absolutamente necessário.

Por:Ana Carolina Marques – Terapeuta da Fala na APSCDFA

Fornense Luisinho regressa ao Ac.Viseu

noticia1_478 Luisinho, é natural de Fornos de Algodres, nasceu a 27 de março de 1990, tem 26 anos, e está de regresso ao futebol do Académico de Viseu. Luisinho joga preferencialmente com o pé direito, actua a extremo direito, tem 1 metro e 70 e pesa 60 quilos. A sua condição física é responsável pelas suas principais características, rapidez, velocidade de execução, agilidade, capacidade de desiquilibrio no um para um e componente técnica particularmente evoluída. É um jogador imprevisível e com uma muito interessante capacidade de decisão, o que faz dele dele um extremo completo. Luisinho jogou sempre em Portugal, fez formação no Sporting e na época passada esteve na Primeira Liga do futebol português ao serviço do Boavista.

Por:Ac Viseu

Póvoa de Cervães e Abrunhosa-a-Velha com a EN329-2 reabilitada

unnamed    As obras de reabilitação da EN329-2, no troço entre Póvoa de Cervães e Abrunhosa-a-Velha, foram anunciadas publicamente na passada sexta-feira, dia 05 de agosto. A cerimónia foi presidida pelo Secretário de Estado das Autarquias Locais, Carlos Miguel, que anunciou um financiamento de 60% do Estado. O momento aconteceu junto à sede da Junta de Freguesia de Abrunhosa-a-Velha. A cerimónia contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Mangualde, João Azevedo, do Presidente da Junta de Freguesia de Abrunhosa-a-Velha, Eduardo Albuquerque, e do Presidente da União de Freguesias de Santiago de Cassurrães e de Póvoa de Cervães, Álvaro Matos. Os três presidentes reforçaram a necessidade urgente de intervir no troço referido pelo estado da via e pelos numerosos acidentes registados, um apelo que a população tem feito há décadas.

Para João Azevedo, «muitos prometeram e não cumpriram, mas desta vez a obra será feita.» O presidente afirmou ainda que «o investimento na EN 392-2 só é possível porque existiu uma preocupação partilhada entre autarquia, presidentes de junta e administração central em resolver um problema das populações e o anúncio público da obra é o culminar de um trabalho bem conseguido.»

A requalificação da Estrada Nacional 329-2 conta com um orçamento de 890 mil euros. De acordo com Carlos Miguel, a Administração Central irá comparticipar 60% do valor total. Os restantes 40% serão financiados pela autarquia mangualdense, que também ficará responsável por lançar e realizar a intervenção.

Por:Mun. Mangualde

 

Artigo de opinião– O Uso da Chupeta nos Bebés

0chupeO uso da chupeta

A chupeta é muitas vezes vista como um conforto emocional para os bebés e respetivas famílias. Mas será esta ideia correta?

Presa ou solta à roupa, de látex ou silicone! A imagem do bebé está inevitavelmente ligada à chupeta. Mas, há muito a dizer sobre este objeto tão importante para os mais pequenos.

Todos os bebés nascem com reflexos importantes para o seu desenvolvimento. O reflexo de sucção é algo inato, que a partir do 3º mês de vida, passa a ser um ato voluntário. O facto de o bebé usar a chupeta, permite-lhe autocontrolar-se, atingir o estado de acalmia e dar continuidade à sensação de prazer sentida na alimentação.

Quais as vantagens associadas ao uso da chupeta?

A principal vantagem é acalmar o bebé e ajudá-lo a dormir. A sucção ajuda a aliviar a dor, relaxando o bebé e, consequentemente, os batimentos cardíacos tornam-se mais regulares. A chupeta pode ajudar bebés prematuros com dificuldades na sucção nutritiva (biberão/amamentação materna). O seu uso vai estimular o treino da sucção.

Em casos específicos, pode prevenir o desconforto nos ouvidos em viagens, onde se registam mudanças bruscas de altitude.

E quais serão as desvantagens da utilização da chupeta?

Apesar de ser considerada um bom calmante, se for utilizada de forma prolongada pode provocar alterações desenvolvimentais:

Alterações na fala: as modificações no posicionamento dos dentes e da língua podem impedir a articulação correta dos sons e das palavras.0chup

Alterações dentárias: as alterações no crescimento dos dentes podem, futuramente, exigir o uso de aparelhos ortodônticos. A criança pode apresentar mordida aberta ou cruzada, diastemas ou protusão dos incisivos superiores (ver imagem).

Alterações respiratórias: o uso da chupeta causa uma má respiração porque favorece a respiração oral ao invés da nasal. O facto de também causar a flacidez da musculatura da face, faz com que o bebé fique mais tempo com a boca aberta e portanto efetue a respiração oral.

Alterações no desenvolvimento craniofacial: com as alterações na dentição e devido ao uso inadequado da musculatura facial, o crescimento ósseo ocorre de forma desarmoniosa, podendo causar alterações faciais.

Alterações na mastigação e na deglutição: a configuração dentária alterada, associada aos movimentos incorretos da língua, acarreta alterações nestas duas funções e consequentemente uma má educação alimentar.

A decisão cabe sempre aos pais. Informe-se, para decidir qual a melhor atitude a tomar. O mais importante é que pais e o bebé se sintam confortáveis.

No próximo mês fique a saber em que idade se deve retirar a chupeta e que estratégias pode utilizar! Não perca!

Por: Ana Carolina Melo Marques – Terapeuta da Fala na APSDCFA

 

Artigo de opinião–Papel da Família na Terapia da Fala

Papel da Família na Terapia da Fala

– A família deve ser incluídterapeutaa no processo terapêutico?

– Sabe como deve agir em casa?

Desde cedo que se dá a vinculação com a família e esta permanece toda a vida, permitindo desenvolver a nossa identidade. O vínculo pais-bebé é fundamental no processo de desenvolvimento. Com o crescimento, este é quebrado promovendo uma correta evolução linguística, psíquica e cognitiva.

A família pode ser entendida, neste processo, como a primeira rede social da criança e assim irá interferir de forma direta, no desenvolvimento global. Ao assumi-la como tal, estamos perante um sistema interdependente, onde tudo o que é feito por um elemento, pode interferir com as vivências e/ou experiências de vida dos restantes.

Apesar da família ser considerada um grupo fechado, também é classificada como um grupo permeável a mudanças. Assim, sempre que exista a necessidade de acompanhamento na Terapia da Fala, é necessária a adaptação a esta nova realidade, que consequentemente, contribuirá para o desenvolvimento e/ou maximização das capacidades da criança.

Como a criança passa muito tempo em casa, é muito importante que se estabeleça uma parceria entre os pais e o Terapeuta da Fala, para que os objetivos possam ser atingidos com mais facilidade. O papel dos pais não é de simples ajudantes pois são uma das partes integrantes do processo terapêutico.

Como vários estudos indicam que o envolvimento familiar acarreta um maior aproveitamento e desenvolvimento das competências da criança, ficam algumas estratégias que pode adotar. O essencial parte por encorajar a criança e orientá-la nas atividades, reforçando todas as suas conquistas.terpeuta1

Na sociedade atual, os pais cada vez têm menos tempo para ajudar os filhos nas suas tarefas. Contudo, não se esqueça, que é necessário o envolvimento da família juntamente com o terapeuta para que possa haver uma mudança de comportamento e a evolução esperada, o mais rapidamente possível.

Por:Ana Carolina Marques –Terapeuta da Fala na APSDCFA

 

 

Artigo de opinião–O Médico de Família

13413866_1332992466717250_1914577152_n Os Médicos de Família são médicos especialistas treinados nos princípios da sua especialidade, a Medicina Geral e Familiar:

  • Cuidam da pessoa como um todo e não só da doença isoladamente, tendo em conta o seu contexto biológico, psicológico, social e cultural; respeitando sempre a sua autonomia.
  • São responsáveis pela prestação de cuidados continuados e abrangentes a todos os indivíduos, independentemente da sua idade, sexo ou afeção.
  • São responsáveis pela saúde da comunidade.
  • São capazes de gerir simultaneamente múltiplas queixas e patologias, assim como os problemas de saúde crónicos e agudos de cada pessoa.
  • Diagnosticam doenças em estádios precoces e indiferenciados e têm por vezes que tomar decisões baseadas na incidência e prevalência das diversas doenças na comunidade.
  • Atuam ao nível da promoção da saúde e do bem-estar, da prevenção da doença, para além da prestação de cuidados, cura, reabilitação e paliação.
  • Constituem o primeiro contacto, de acesso fácil e aberto ao sistema nacional de saúde, independentemente do problema de saúde.
  • Tem funções de coordenação de cuidados com os outros profissionais de saúde, sendo o “gestor” da saúde dos seus utentes.

Por: Luciana Paulo

 

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