Templates by BIGtheme NET
Home » Artigos de Opinião (page 4)

Artigos de Opinião

Artigo de opinião – Desenvolvimento da Fala nas Crianças

0tfDesenvolvimento da Fala nas Crianças

– Sabe quando é que o seu filho deve começar a falar?

– Sabe como estimular o desenvolvimento da fala?

Informe-se aqui e em caso de dúvidas, venha esclarece-las!

Desde o nascimento dos filhos, que um dos momentos mais esperados é o surgimento da primeira palavra e, que esta seja de preferência “mamã” ou “papá”.

É claro, que os pais ficam atentos a cada etapa do desenvolvimento, saboreando cada nova aquisição ou ficando preocupados quando alguns marcos do desenvolvimento, não estão a acontecer da forma como esperavam.

Uma das preocupações mais frequentes, que inquieta a maioria dos pais, é o desenvolvimento da fala. Com o passar do tempo, surge a dúvida: “Será que o meu filho não vai falar?”. Este receio é natural!

A linguagem é uma aquisição fundamental na vida do ser humano e essencial nas relações interpessoais. É uma competência vinculada ao pensamento: a fala é a expressão oral da linguagem. Assim, antes da criança falar, deve desenvolver um repertório linguístico, através das vivências e experiências de vida. Por exemplo, quando um bebé diz a palavra “bola” (mesmo que não seja precisamente e com os sons todos ditos corretamente – o que é comum), significa que já viu uma bola, já brincou, já a manipulou e já ouviu muitas vezes essa palavra na presença do brinquedo. Desta forma, vai associar o nome ao conceito e produzir a palavra.

Para que o desenvolvimento seja adequado, é necessário que seja fornecido um modelo correto (pelo que não se deve imitar o padrão infantil) e que esta seja estimulada.

Alguns investigadores comprovaram que os bebés mais estimuladas pelos pais, apresentavam um vocabulário mais rico na primeira infância. E, a estimulação pode começar logo após o nascimento! Os pais devem conversar enquanto trocam a fralda, durante a alimentação e no banho, dando um tempo para que o bebé responda com um sorriso ou com um olhar mais comunicativo.

Como a participação da família é fundamental, já que no ambiente familiar ocorrem os primeiros relacionamentos e interações, ficam algumas sugestões que podem estimular o desenvolvimento da fala (atenção que pode ter de adaptar as sugestões à idade e compreensão do bebé/criança).

  • Converse durante as refeições. Fale sobre os alimentos, ações ou objetos utilizados!
  • Aproveite situações como um passeio e fale sobre as coisas que aparecem – animais, sons, transportes. Além de dizer os nomes, faça comentários.
  • Na hora do banho pode aproveitar para nomear as partes do corpo, as roupas e as ações que estão a decorrer.
  • Utilize músicas infantis, com vocabulário conhecido da criança, e cante uma parte. Peça para ela completar o que falta.
  • Brinque ao “faz de conta”. Interaja, colocando os “brinquedos a falar”.
  • Leia para a criança. Mostre uma página e deixa-a falar sobre a mesma. Faça diferentes vozes.

Não se esqueça! As crianças, ao seu ritmo, aprendem a utilizar as palavras para descrever o que vêm, ouvem, sentem e pensam, conforme vão alcançado os marcos do desenvolvimento mental, emocional e comportamental. O ser humano demora alguns anos a dominar os mecanismos da fala.

Não existe uma data precisa para determinar a normalidade deste processo, que envolve uma série de aspetos orgânicos e psíquicos. Qualquer dúvida que surja a respeito do desenvolvimento da fala, deve ser esclarecida com a finalidade de evitar o agravamento da situação.

Por:Ana Carolina Melo Marques – Terapeuta da Fala na APSDCFA

Nove largadas de parasitoide Torymus sinensis

Foi efetuada, nesta quinta -feira, 5 de maio de 2016, a primeira das nove largadas de parasitoide Torymus sinensis previstas para o concelho de Aguiar da Beira, com o objetivo de combater a p01.1raga da Vespa da Galha do Castanheiro Dryocosmus kuriphilus.

Dada a perigosidade que esta praga representa para o castanheiro, o Gabinete Municipal de Apoio ao Agricultor de Aguiar da Beira irá, em colaboração com a Direção Regional de Agricultura e Pescas do Centro, realizar nova sessão publica de esclarecimentos sobre os procedimentos que deverão seguir-se apó01s as largadas do parasitoide. A sessão terá lugar no próximo dia 16 de maio, pelas 14h00, no Auditório da Câmara Municipal.

Por:mun.AB

Artigo de opinião–Stress: amigo ou inimigo da perfeição?

Stress performance Muitas foram as alturas em que, por ainda faltar muito tempo para entregar um trabalho, não conseguia começar a fazê-lo. Apenas quando o prazo se aproximava é que arranjava força para “deitar mãos à obra”. Outras vezes, mais em vésperas de exames ou apresentações importantes, por estar demasiado “stressado”, bloqueava e não conseguia concluir a tarefa com a perfeição que desejava.curva Yerkes-Dodson

A molécula responsável por esta variação chama-se noradrenalina. Ela é responsável pela capacidade de concentração e de resolução de problemas. Quando presente em quantidades moderadas estas capacidades atingem o seu máximo mas quando libertada em grandes quantidades estas são inibidas. Assim, quando estamos demasiado relaxados, temos quantidades de noradrenalina muito baixas e a nossas capacidades intelectuais estão adormecidas mas quando estamos demasiado stressados ou nervosos a quantidades de noradrenalina vão ser tóxicas tornando-nos incapazes. Em suma, mais uma vez “no meio é que está a virtude” (como mostra o gráfico)!

Claro que isto varia de pessoa para pessoa. Pessoas muito relaxadas por natureza vão produzir menos noradrenalina e precisam de estar “com a corda ao pescoço” para conseguirem produzir enquanto que pessoas mais perfecionistas e ansiosas trabalham melhor quando não estão sob pressão, bloqueando por vezes em alturas de grande stress.

Por: Pedro Oliveira–afetivamente.blogspot.pt

Artigo de opinião–O Empreendedorismo e o Desenvolvimento Regional: O Caso de Fornos de Algodres

SAM_8540São várias as instituições internacionais, como a Comunidade europeia, a OCDE ou o Banco Mundial, que defendem que o empreendedorismo é uma ferramenta estratégica para o desenvolvimento económico e social dos países e regiões. Esta afirmação ganha ainda maior importância ao nível das regiões, especialmente nos territórios de baixa densidade, onde a retenção de pessoas qualificadas se revela fundamental! Nestas regiões, onde o inartigo.1vestimento externo é mais remoto, urge a necessidade de dotar as pessoas mais qualificadas (ex. licenciados e/ ou mestres) das ferramentas que os tornem capazes de montar o seu próprio negócio, gerando mais-valias para os próprios empreendedores (que criam o seu próprio posto de trabalho) e para os concelhos, em termos de emprego e riqueza. Foi neste enquadramento que a Escola de Liderança e Inovação do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) da Universidade de Lisboa, em parceria com a Câmara Municipal de Fornos de Algodres, implementou o programa “Empreendedorismo Estratégico e Desenvolvimento Regional” neste concelho.

Resumidamente, este programa desenrolou-se em quatro fases: Diagnóstico, Avaliação do Perfil Empreendedor, Formação e Acompanhamento. A primeira fase, de Diagnóstico, visou a identificação dos recursos endógenos, das potencialidades e das lacunas do concelho de Fornos de Algodres, com vista à identificação das oportunidades de negócio que vão ao encontro das reais necessidades das pessoas. A segunda fase, de Avaliação do Perfil Empreendedor, procurou analisar as competências técnicas, comportamentais e motivacionais dos futuros empreendedores, baseando-se numa metodologia de avaliação já artigotestada e publicada.

De seguida, teve lugar o “Curso Avançado de Empreendedorismo”, constituído por um conjunto de módulos experienciais de cariz técnico (essenciais à elaboração do plano de negócios), comportamental e motivacional. Para além da componente de formação, este curso abrangeu, ainda, dois momentos de mostra e validação dos novos negócios à comunidade. Em programas de fomento do empreendedorismo regional revela-se essencial a apresentação dos novos negócios às forças vivas do concelho, com vista à partilha, divulgação e estabelecimento de parcerias e alianças com os negócios já existentes. De reforçar que este programa pretendeu gerar novos negócios complementares com os já existentes (e nunca concorrentes), por forma a enriquecerem a região! Por último, seguiu-se a fase do Acompanhamento dos novos negócios, através da criação do “Clube de Empreendedores de Fornos de Algodres”. Com esta fase pretende-se ir ainda mais além, procurando alojar os empreendedores numa incubadora, onde possam desenvolver os seus próprios negócios.

Em termos de resultados, este programa contribuiu, no imediato, para a elaboração de 7 Planos de Negócios em Fornos de Algodres. Entre estes contam-se, a título de exemplo, a “Quinta do Mondego”, uma queijaria artesanal que tem como objectivo o fabrico de queijo de cabra; a “Aldeia da Memória”, que pretende constituir-se como um centro para idosos que sofrem de demência; ou o presente jornal, o “Magazine Serrano”, que existia enquanto blog e que este programa de empreendedorismo ajudou a dar vida “em papel”. De referir, ainda, um caso de intra-empreendedorismo – a Associação Desportiva de Fornos de Algodres – que embora já existindo, se encontrava moribunda. Cinco formandos do programa “restauraram” esta Associação, estabelecendo parcerias e criando novas turmas, que vieram assegurar a sua viabilidade.

No que toca ao impacto económico e social deste programa no concelho de Fornos de Algodres, estamos com grandes expectativas. Em primeiro lugar, e numa perspectiva de médio-prazo, esperamos o desenvolvimento destes novos negócios, com mais-valias para o concelho e para os próprios empreendedores. A longo-prazo, contamos não apenas com um impacto económico e social (em termos da criação de riqueza e de emprego), mas também com a projecção da imagem do concelho de Fornos de Algodres (dado o aproveitamento dos recursos endógenos e o marketing desencadeado pelo próprio programa) e com o desenvolvimento de um ecossistema local empreendedor, de fomento ao empreendedorismo.

Naturalmente que o êxito deste programa está dependente dos empreendedores, que muito trabalham para desenvolver os seus negócios, mas também do suporte de toda a comunidade de Fornos de Algodres, enquanto apoiante, parceira e cliente dos novos negócios!artigo.2

Por: Patrícia Jardim da Palma

Professora do ISCSP – Universidade de Lisboa

Coordenadora da Escola de Liderança e Inovação

Artigo de Opinião – IRS 2015 – Princípios, Regras e Conselhos

Este ano o IRS, apenas tem duas fases de entrega.

A 1.ª fase, a decorrer no mês de Abril é para as pessoas que aufiram exclusivamente rendimentos de trabalho dependente ou trabalho por conta de outrem e/ou pensões (nacionais e estrangeiras). Nesta fase só tem que entregar o IRS, as pessoas cujos rendimentos sejam superiores a 8 500€, sem retenção na fonte. No entanto todas as pessoas com domicílio fiscal em Portugal e que recebem reformas do estrangeiro, estão obrigadas à entrega do IRS, independentemente dos montantes recebidos.

A 2.ª fase, a decorrer durante o mês de Maio, é para todos os outros rendimentos que não se enquadram na primeira fase, nomeadamente para trabalhadores por conta própria, atos isolados, subsídios do IFAP, rendimentos prediais (rendas), mais-valias de imóveis e rendimentos de capitais.

 

Este ano o IRS tem algumas NOVIDADES!

  • Para os casados ou unidos de facto, a regra é a entrega em separado da declaração de IRS. A entrega conjunta é uma opção, porquanto se aconselha a todos a simulação dos dois cenários antes da submissão da declaração.

 

  • O anexo H (despesas de saúde, educação, habitação, PPR, donativos…) há que fazer opções, isto é, ou se opta pelas despesas já comunicadas e na posse da Autoridade Tributária (AT), através do e-fatura, ou se opta pela sua inserção manual, tal como se fazia nos anos anteriores.

Caso opte pelas despesas já comunicadas à AT, apenas terá, no caso das despesas com os juros de empréstimos ou rendas, de identificar o imóvel, código do distrito, concelho e freguesia, artigo matricial e fração, a entidade que concedeu o crédito/senhorio – números de contribuintes.

Por:Cristina Guerra–Técnica Administração Tributária Adjunta

 

Artigo de opinião: Quando procurar o Terapeuta da Fala?

índice Sabe quando deve procurar um Terapeuta da Fala e a que sinais de alerta deve estar atento? Informe-se, não espere mais tempo!

O Terapeuta da Fala é o profissional de saúde responsável pela prevenção, avaliação, diagnóstico e intervenção nas perturbações que comprometem a comunicação verbal  (linguagem oral e/ou escrita, articulação, fluência e voz), comunicação não verbal, assim como alterações relacionadas com as funções auditivas, cognitivas, oro-musculares e várias funções associadas (eg. reflexos orais, mastigação, respiração, deglutição e motricidade orofacial). Por isso, ser Terapeuta é muito além de ensinar a falar!!

O encaminhamento para a Terapia da Fala, normalmente é feito pelo Médico de Família, Pediatra, Otorrinolaringologista ou pela Escola. Contudo, com o despertar para esta especialidade, a sociedade começa a estar alerta para todos os sinais que possam indicar a necessidade desta valência.

Não existe uma idade para iniciar a intervíndice1enção, afinal a Terapia da Fala pode começar com recém-nascidos, quando há dificuldades de sucção, deglutição ou qualquer impedimento a uma alimentação por via oral, até à população idosa com alterações neurológicas consequentes de AVC, do próprio envelhecimento ou de demência.

De seguida apresentam-se algumas das queixas mais comuns nas pessoas que são encaminhadas para a Terapia da Fala. Todos os comportamentos apresentados são sinais de alerta e portanto não são indicativos nem sinónimos de existência de uma perturbação ou necessidade de Terapia da Fala. O objetivo não é alarmar a população, mas sugerir, que na eventualidade de identificarem alguns destes indicadores e surgirem dúvidas, procurem um Terapeuta da Fala.

E, não se esqueça que necessitar de apoio do Terapeuta da Fala, não faz de ninguém melhor ou pior, não é considerado inferior relativamente aos pares, nem lhe é atribuído rótulo nenhum!

Não deixe de procurar, não deixe de saber, não deixe de ajudar a criança o mais cedo possível ou o idoso promovendo uma maior qualidade de vida.

Vale a pena esperar?

Por:Ana Carolina Melo Marques  – Terapeuta da Fala na APSDCFA

Artigo de opinião:Será que tenho Alzheimer?

alzeMais um colaborador em artigos de opinião, o fornense Pedro Oliveira,possui um blog sobre saúde (afetivamente.blogspot.pt,  Licenciado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra. Atualmente interno de Psiquiatria no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra. Docente da cadeira de psicofarmacologia no mestrado em Saúde Mental da Escola de Enfermagem de Coimbra. A frequentar uma pós-graduação em Terapia Familiar.

Será que tenho Alzheimer?

Certamente que já se deparou com a preocupação de algum amigo ou familiar em ter Alzheimer. A tão mal fadada doença “descoberta” pelo senhor que lhe deu nome há cerca de 100 anos, teima em não ter cura, nem tão pouco um tratamento eficaz. Por essa razão, muitas pessoas que experienciam certos esquecimentos como onde puseram as chaves do carro, o código do multibanco, as datas de aniversários, o nome de determinada pessoa, pensam logo na terrível hipótese “Será que tenho Alzheimer?”. Como se não bastasse, esses pensamentos ocorrem mais frequentemente em alturas em que a pessoa anda mais desanimada ou ansiosa.

Acontece que a depressão e a ansiedade podem muitas vezes imitar os sintomas da demência de Alzheimer, tornando a questão num círculo vicioso. A pessoa ansiosa/deprimida esquece-se, como está deprimida pensa de maneira mais negativa e acha que tem Alzheimer, levando a mais ansiedade e consequentemente, mais esquecimentos. Esta associação é tão comum que levou alguns autores a chamá-la de “Pseudo-demência”. Felizmente, ao contrário da verdadeira, esta demência tem um tratamento eficaz podendo mesmo falar-se em cura.

Embora semelhantes, há algumas pistas que ajudam a distinguir as duas, como ilustra a tabela seguinte:

  Depressão Demência
Início Súbito com possível fator precipitante Insidioso
Curso Flutuante Lento e progressivo
Memória Melhor do que a autoavaliação Pior que a autoavaliação
Humor Deprimido Variável
Quando testada Respostas tipo “não sei”, “não sou capaz” Habitualmente esforça-se por responder
Reação do doente Hipervalorização dos défices “estou muito mal” Desvaloriza os défices
Resposta ao tratamento antidepressivo Boa com restabelecimento da memória Sem resposta

Artigo de opinião: Desmitificando a Terapia da Fala

terapia_da_falaJá alguma vez ouviu falar na Terapia da Fala? Já precisou de ter Terapia da Fala?
Muitos são os mitos por detrás desta profissão e poucas são as pessoas que sabem ao certo a função de um Terapeuta da Fala.
Em Portugal, a Terapia da Fala existe há mais de 50 anos, mas não tem sido muito divulgada. Criou-se e enraizou-se a ideia de que este profissional ensina as “crianças a falar”, que só serve para os “gagos” ou para os “surdos”. Assim, estas publicações, surgem no sentido de desmistificar o conceito de que este profissional intervém apenas na fala das crianças e adultos.
O Terapeuta da Fala é o profissional de saúde responsável pela prevenção, avaliação, diagnóstico e tratamento da comunicação humana, onde se destaca a comunicação não-verbal, funções relacionadas com a fala e compressão/expressão da linguagem oral e/ou escrita, mas também da deglutição.
Sabia que:
– Desde o nascimento que o Terapeuta da Fala tem um papel fundamental para o desenvolvimento do bebé? Os cuidados podem ser prestados ao nível da amamentação, alimentação e comunicação entre os bebés e os pais/cuidadores.
– Nas crianças em idade pré-escolar, a sua intervenção se foca na promoção das competências linguísticas, vocais e de comunicação, bem como na intervenção nestas perturbações?
– Em crianças e jovens em idade escolar exerce um papel crucial na intervenção das perturbações da leitura e escrita, na potencialização da comunicação e na gaguez?
– Na idade adulta, o seu foco de intervenção é maioritariamente em perturbações adquiridas, patologias vocais e de deglutição, alterações fisiológicas na estrutura orofacial que limitam a funcionalidade dos órgão articulatórios? E que ainda tem um papel preponderante na promoção das competências da comunicação e qualidade vocal?
Não é necessário ter um problema ou uma doença para procurar um Terapeuta da Fala, nem existe uma idade definida para consultar um especialista nesta área. Neste sentido, uma observação feita atempadamente é tanto mais favorável, quanto mais precocemente for iniciada a intervenção terapêutica.

Foto:Primus.pt

Por:Ana Carolina Marques-APSCDFA

Facebook Auto Publish Powered By : XYZScripts.com

Ao continuar a utilizar o site, você concorda com a utilização de cookies. Mais Informação

As definições de cookies neste site são definidas como "permitir cookies" para lhe dar a melhor experiência de navegação possível. Se você continuar a usar este site sem alterar suas configurações de cookies ou clicar em "Aceitar" abaixo, em seguida, você concorda com isso.

Fechar