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Artigos de Opinião

Artigo de opinião– O Uso da Chupeta nos Bebés

0chupeO uso da chupeta

A chupeta é muitas vezes vista como um conforto emocional para os bebés e respetivas famílias. Mas será esta ideia correta?

Presa ou solta à roupa, de látex ou silicone! A imagem do bebé está inevitavelmente ligada à chupeta. Mas, há muito a dizer sobre este objeto tão importante para os mais pequenos.

Todos os bebés nascem com reflexos importantes para o seu desenvolvimento. O reflexo de sucção é algo inato, que a partir do 3º mês de vida, passa a ser um ato voluntário. O facto de o bebé usar a chupeta, permite-lhe autocontrolar-se, atingir o estado de acalmia e dar continuidade à sensação de prazer sentida na alimentação.

Quais as vantagens associadas ao uso da chupeta?

A principal vantagem é acalmar o bebé e ajudá-lo a dormir. A sucção ajuda a aliviar a dor, relaxando o bebé e, consequentemente, os batimentos cardíacos tornam-se mais regulares. A chupeta pode ajudar bebés prematuros com dificuldades na sucção nutritiva (biberão/amamentação materna). O seu uso vai estimular o treino da sucção.

Em casos específicos, pode prevenir o desconforto nos ouvidos em viagens, onde se registam mudanças bruscas de altitude.

E quais serão as desvantagens da utilização da chupeta?

Apesar de ser considerada um bom calmante, se for utilizada de forma prolongada pode provocar alterações desenvolvimentais:

Alterações na fala: as modificações no posicionamento dos dentes e da língua podem impedir a articulação correta dos sons e das palavras.0chup

Alterações dentárias: as alterações no crescimento dos dentes podem, futuramente, exigir o uso de aparelhos ortodônticos. A criança pode apresentar mordida aberta ou cruzada, diastemas ou protusão dos incisivos superiores (ver imagem).

Alterações respiratórias: o uso da chupeta causa uma má respiração porque favorece a respiração oral ao invés da nasal. O facto de também causar a flacidez da musculatura da face, faz com que o bebé fique mais tempo com a boca aberta e portanto efetue a respiração oral.

Alterações no desenvolvimento craniofacial: com as alterações na dentição e devido ao uso inadequado da musculatura facial, o crescimento ósseo ocorre de forma desarmoniosa, podendo causar alterações faciais.

Alterações na mastigação e na deglutição: a configuração dentária alterada, associada aos movimentos incorretos da língua, acarreta alterações nestas duas funções e consequentemente uma má educação alimentar.

A decisão cabe sempre aos pais. Informe-se, para decidir qual a melhor atitude a tomar. O mais importante é que pais e o bebé se sintam confortáveis.

No próximo mês fique a saber em que idade se deve retirar a chupeta e que estratégias pode utilizar! Não perca!

Por: Ana Carolina Melo Marques – Terapeuta da Fala na APSDCFA

 

Artigo de opinião–Papel da Família na Terapia da Fala

Papel da Família na Terapia da Fala

– A família deve ser incluídterapeutaa no processo terapêutico?

– Sabe como deve agir em casa?

Desde cedo que se dá a vinculação com a família e esta permanece toda a vida, permitindo desenvolver a nossa identidade. O vínculo pais-bebé é fundamental no processo de desenvolvimento. Com o crescimento, este é quebrado promovendo uma correta evolução linguística, psíquica e cognitiva.

A família pode ser entendida, neste processo, como a primeira rede social da criança e assim irá interferir de forma direta, no desenvolvimento global. Ao assumi-la como tal, estamos perante um sistema interdependente, onde tudo o que é feito por um elemento, pode interferir com as vivências e/ou experiências de vida dos restantes.

Apesar da família ser considerada um grupo fechado, também é classificada como um grupo permeável a mudanças. Assim, sempre que exista a necessidade de acompanhamento na Terapia da Fala, é necessária a adaptação a esta nova realidade, que consequentemente, contribuirá para o desenvolvimento e/ou maximização das capacidades da criança.

Como a criança passa muito tempo em casa, é muito importante que se estabeleça uma parceria entre os pais e o Terapeuta da Fala, para que os objetivos possam ser atingidos com mais facilidade. O papel dos pais não é de simples ajudantes pois são uma das partes integrantes do processo terapêutico.

Como vários estudos indicam que o envolvimento familiar acarreta um maior aproveitamento e desenvolvimento das competências da criança, ficam algumas estratégias que pode adotar. O essencial parte por encorajar a criança e orientá-la nas atividades, reforçando todas as suas conquistas.terpeuta1

Na sociedade atual, os pais cada vez têm menos tempo para ajudar os filhos nas suas tarefas. Contudo, não se esqueça, que é necessário o envolvimento da família juntamente com o terapeuta para que possa haver uma mudança de comportamento e a evolução esperada, o mais rapidamente possível.

Por:Ana Carolina Marques –Terapeuta da Fala na APSDCFA

 

 

Artigo de opinião–O Médico de Família

13413866_1332992466717250_1914577152_n Os Médicos de Família são médicos especialistas treinados nos princípios da sua especialidade, a Medicina Geral e Familiar:

  • Cuidam da pessoa como um todo e não só da doença isoladamente, tendo em conta o seu contexto biológico, psicológico, social e cultural; respeitando sempre a sua autonomia.
  • São responsáveis pela prestação de cuidados continuados e abrangentes a todos os indivíduos, independentemente da sua idade, sexo ou afeção.
  • São responsáveis pela saúde da comunidade.
  • São capazes de gerir simultaneamente múltiplas queixas e patologias, assim como os problemas de saúde crónicos e agudos de cada pessoa.
  • Diagnosticam doenças em estádios precoces e indiferenciados e têm por vezes que tomar decisões baseadas na incidência e prevalência das diversas doenças na comunidade.
  • Atuam ao nível da promoção da saúde e do bem-estar, da prevenção da doença, para além da prestação de cuidados, cura, reabilitação e paliação.
  • Constituem o primeiro contacto, de acesso fácil e aberto ao sistema nacional de saúde, independentemente do problema de saúde.
  • Tem funções de coordenação de cuidados com os outros profissionais de saúde, sendo o “gestor” da saúde dos seus utentes.

Por: Luciana Paulo

 

Tem picos de tensão e quantas mais vezes a mede maior está o valor?

Pois é, quantos dHTAe nós quando nos sentimos tontos ou com uma sensação esquisita que não conseguimos explicar, medimos a tensão arterial para ver se não será “tensão alta”? É verdade, muitos. É também verdade que na grande maioria das vezes, ela está mesmo mais elevada que o normal. Ficamos preocupados e voltamos a medi-la passado uns momentos e … a tensão aumentou ainda mais!

Esse fenómeno tem uma explicação relativamente simples e, para tal, devemos remontar a tempos bem longínquos, quando os nossos antepassados viviam na numa selva um pouco diferente da nossa. Quando estes eram confrontados com uma ameaça (um leão, por exemplo), o corpo reagia de maneira a fugir, ou seja, os músculos contraíam-se, o coração começava a bater mais depressa e a pressão arterial disparava. Tudo devido à ativação de uma parte do nosso sistema nervoso apelidado de Simpático. Acontece que, a nossa realidade é bem diferente, quando nos assustamos, não fugimos. Por outras palavras, quando estamos mais ansiosos, o nosso sistema nervoso simpático prepara-nos para fugir mas nós não lhe obedecemos. Ficam-nos as suas consequências, nomeadamente, o nosso coração fica a bater mais depressa e a nossa tensão aumenta. Ao verificarmos que a tensão está alta, ficamos naturalmente mais preocupados, levando a uma maior ativação do tal simpático e a um novo aumento da tensão.

PS: Os aumentos de tensão arterial provocados pela ansiedade são facilmente controláveis e na sua grande maioria inofensivos mas por vezes podem levar a problemas sérios, por isso não facilite e fale disso ao seu médico.

Imagem: www.theguardian.com

Por:Pedro Oliveira–afetivamente.blogspot.pt

Pedro Duarte alcança 3ºlugar em Oliveira de Hospital

Neste domingo, Olibtt ol hospitalveira de Hospital foi palco de mais uma prova de BTT, mais concretamente em Ervedal da Beira, com a ADFA ciclismo a participar com a sua equipa, Pedro Moreira, Zé Carlos, Pedro Duarte e Sérgio Oliveiro e face a isso, Pedro Duarte  alcançou um lugar honroso no pódio, com o 3ºlugar, na categoria de elites, alcançando na categoria de promoção o 9ºlugar.

adfa ciclismEsta foi mais uma edição da Taça Regional com a égide da ARCViseu.

Assim as provas vão-se sucedendo, mas os ciclistas fornenses vão desta forma, aumentando as suas performance.

Por:António Pacheco

fotos: PD/ARCV

Artigo de opinião – Desenvolvimento da Fala nas Crianças

0tfDesenvolvimento da Fala nas Crianças

– Sabe quando é que o seu filho deve começar a falar?

– Sabe como estimular o desenvolvimento da fala?

Informe-se aqui e em caso de dúvidas, venha esclarece-las!

Desde o nascimento dos filhos, que um dos momentos mais esperados é o surgimento da primeira palavra e, que esta seja de preferência “mamã” ou “papá”.

É claro, que os pais ficam atentos a cada etapa do desenvolvimento, saboreando cada nova aquisição ou ficando preocupados quando alguns marcos do desenvolvimento, não estão a acontecer da forma como esperavam.

Uma das preocupações mais frequentes, que inquieta a maioria dos pais, é o desenvolvimento da fala. Com o passar do tempo, surge a dúvida: “Será que o meu filho não vai falar?”. Este receio é natural!

A linguagem é uma aquisição fundamental na vida do ser humano e essencial nas relações interpessoais. É uma competência vinculada ao pensamento: a fala é a expressão oral da linguagem. Assim, antes da criança falar, deve desenvolver um repertório linguístico, através das vivências e experiências de vida. Por exemplo, quando um bebé diz a palavra “bola” (mesmo que não seja precisamente e com os sons todos ditos corretamente – o que é comum), significa que já viu uma bola, já brincou, já a manipulou e já ouviu muitas vezes essa palavra na presença do brinquedo. Desta forma, vai associar o nome ao conceito e produzir a palavra.

Para que o desenvolvimento seja adequado, é necessário que seja fornecido um modelo correto (pelo que não se deve imitar o padrão infantil) e que esta seja estimulada.

Alguns investigadores comprovaram que os bebés mais estimuladas pelos pais, apresentavam um vocabulário mais rico na primeira infância. E, a estimulação pode começar logo após o nascimento! Os pais devem conversar enquanto trocam a fralda, durante a alimentação e no banho, dando um tempo para que o bebé responda com um sorriso ou com um olhar mais comunicativo.

Como a participação da família é fundamental, já que no ambiente familiar ocorrem os primeiros relacionamentos e interações, ficam algumas sugestões que podem estimular o desenvolvimento da fala (atenção que pode ter de adaptar as sugestões à idade e compreensão do bebé/criança).

  • Converse durante as refeições. Fale sobre os alimentos, ações ou objetos utilizados!
  • Aproveite situações como um passeio e fale sobre as coisas que aparecem – animais, sons, transportes. Além de dizer os nomes, faça comentários.
  • Na hora do banho pode aproveitar para nomear as partes do corpo, as roupas e as ações que estão a decorrer.
  • Utilize músicas infantis, com vocabulário conhecido da criança, e cante uma parte. Peça para ela completar o que falta.
  • Brinque ao “faz de conta”. Interaja, colocando os “brinquedos a falar”.
  • Leia para a criança. Mostre uma página e deixa-a falar sobre a mesma. Faça diferentes vozes.

Não se esqueça! As crianças, ao seu ritmo, aprendem a utilizar as palavras para descrever o que vêm, ouvem, sentem e pensam, conforme vão alcançado os marcos do desenvolvimento mental, emocional e comportamental. O ser humano demora alguns anos a dominar os mecanismos da fala.

Não existe uma data precisa para determinar a normalidade deste processo, que envolve uma série de aspetos orgânicos e psíquicos. Qualquer dúvida que surja a respeito do desenvolvimento da fala, deve ser esclarecida com a finalidade de evitar o agravamento da situação.

Por:Ana Carolina Melo Marques – Terapeuta da Fala na APSDCFA

Nove largadas de parasitoide Torymus sinensis

Foi efetuada, nesta quinta -feira, 5 de maio de 2016, a primeira das nove largadas de parasitoide Torymus sinensis previstas para o concelho de Aguiar da Beira, com o objetivo de combater a p01.1raga da Vespa da Galha do Castanheiro Dryocosmus kuriphilus.

Dada a perigosidade que esta praga representa para o castanheiro, o Gabinete Municipal de Apoio ao Agricultor de Aguiar da Beira irá, em colaboração com a Direção Regional de Agricultura e Pescas do Centro, realizar nova sessão publica de esclarecimentos sobre os procedimentos que deverão seguir-se apó01s as largadas do parasitoide. A sessão terá lugar no próximo dia 16 de maio, pelas 14h00, no Auditório da Câmara Municipal.

Por:mun.AB

Artigo de opinião–Stress: amigo ou inimigo da perfeição?

Stress performance Muitas foram as alturas em que, por ainda faltar muito tempo para entregar um trabalho, não conseguia começar a fazê-lo. Apenas quando o prazo se aproximava é que arranjava força para “deitar mãos à obra”. Outras vezes, mais em vésperas de exames ou apresentações importantes, por estar demasiado “stressado”, bloqueava e não conseguia concluir a tarefa com a perfeição que desejava.curva Yerkes-Dodson

A molécula responsável por esta variação chama-se noradrenalina. Ela é responsável pela capacidade de concentração e de resolução de problemas. Quando presente em quantidades moderadas estas capacidades atingem o seu máximo mas quando libertada em grandes quantidades estas são inibidas. Assim, quando estamos demasiado relaxados, temos quantidades de noradrenalina muito baixas e a nossas capacidades intelectuais estão adormecidas mas quando estamos demasiado stressados ou nervosos a quantidades de noradrenalina vão ser tóxicas tornando-nos incapazes. Em suma, mais uma vez “no meio é que está a virtude” (como mostra o gráfico)!

Claro que isto varia de pessoa para pessoa. Pessoas muito relaxadas por natureza vão produzir menos noradrenalina e precisam de estar “com a corda ao pescoço” para conseguirem produzir enquanto que pessoas mais perfecionistas e ansiosas trabalham melhor quando não estão sob pressão, bloqueando por vezes em alturas de grande stress.

Por: Pedro Oliveira–afetivamente.blogspot.pt

Artigo de opinião–O Empreendedorismo e o Desenvolvimento Regional: O Caso de Fornos de Algodres

SAM_8540São várias as instituições internacionais, como a Comunidade europeia, a OCDE ou o Banco Mundial, que defendem que o empreendedorismo é uma ferramenta estratégica para o desenvolvimento económico e social dos países e regiões. Esta afirmação ganha ainda maior importância ao nível das regiões, especialmente nos territórios de baixa densidade, onde a retenção de pessoas qualificadas se revela fundamental! Nestas regiões, onde o inartigo.1vestimento externo é mais remoto, urge a necessidade de dotar as pessoas mais qualificadas (ex. licenciados e/ ou mestres) das ferramentas que os tornem capazes de montar o seu próprio negócio, gerando mais-valias para os próprios empreendedores (que criam o seu próprio posto de trabalho) e para os concelhos, em termos de emprego e riqueza. Foi neste enquadramento que a Escola de Liderança e Inovação do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) da Universidade de Lisboa, em parceria com a Câmara Municipal de Fornos de Algodres, implementou o programa “Empreendedorismo Estratégico e Desenvolvimento Regional” neste concelho.

Resumidamente, este programa desenrolou-se em quatro fases: Diagnóstico, Avaliação do Perfil Empreendedor, Formação e Acompanhamento. A primeira fase, de Diagnóstico, visou a identificação dos recursos endógenos, das potencialidades e das lacunas do concelho de Fornos de Algodres, com vista à identificação das oportunidades de negócio que vão ao encontro das reais necessidades das pessoas. A segunda fase, de Avaliação do Perfil Empreendedor, procurou analisar as competências técnicas, comportamentais e motivacionais dos futuros empreendedores, baseando-se numa metodologia de avaliação já artigotestada e publicada.

De seguida, teve lugar o “Curso Avançado de Empreendedorismo”, constituído por um conjunto de módulos experienciais de cariz técnico (essenciais à elaboração do plano de negócios), comportamental e motivacional. Para além da componente de formação, este curso abrangeu, ainda, dois momentos de mostra e validação dos novos negócios à comunidade. Em programas de fomento do empreendedorismo regional revela-se essencial a apresentação dos novos negócios às forças vivas do concelho, com vista à partilha, divulgação e estabelecimento de parcerias e alianças com os negócios já existentes. De reforçar que este programa pretendeu gerar novos negócios complementares com os já existentes (e nunca concorrentes), por forma a enriquecerem a região! Por último, seguiu-se a fase do Acompanhamento dos novos negócios, através da criação do “Clube de Empreendedores de Fornos de Algodres”. Com esta fase pretende-se ir ainda mais além, procurando alojar os empreendedores numa incubadora, onde possam desenvolver os seus próprios negócios.

Em termos de resultados, este programa contribuiu, no imediato, para a elaboração de 7 Planos de Negócios em Fornos de Algodres. Entre estes contam-se, a título de exemplo, a “Quinta do Mondego”, uma queijaria artesanal que tem como objectivo o fabrico de queijo de cabra; a “Aldeia da Memória”, que pretende constituir-se como um centro para idosos que sofrem de demência; ou o presente jornal, o “Magazine Serrano”, que existia enquanto blog e que este programa de empreendedorismo ajudou a dar vida “em papel”. De referir, ainda, um caso de intra-empreendedorismo – a Associação Desportiva de Fornos de Algodres – que embora já existindo, se encontrava moribunda. Cinco formandos do programa “restauraram” esta Associação, estabelecendo parcerias e criando novas turmas, que vieram assegurar a sua viabilidade.

No que toca ao impacto económico e social deste programa no concelho de Fornos de Algodres, estamos com grandes expectativas. Em primeiro lugar, e numa perspectiva de médio-prazo, esperamos o desenvolvimento destes novos negócios, com mais-valias para o concelho e para os próprios empreendedores. A longo-prazo, contamos não apenas com um impacto económico e social (em termos da criação de riqueza e de emprego), mas também com a projecção da imagem do concelho de Fornos de Algodres (dado o aproveitamento dos recursos endógenos e o marketing desencadeado pelo próprio programa) e com o desenvolvimento de um ecossistema local empreendedor, de fomento ao empreendedorismo.

Naturalmente que o êxito deste programa está dependente dos empreendedores, que muito trabalham para desenvolver os seus negócios, mas também do suporte de toda a comunidade de Fornos de Algodres, enquanto apoiante, parceira e cliente dos novos negócios!artigo.2

Por: Patrícia Jardim da Palma

Professora do ISCSP – Universidade de Lisboa

Coordenadora da Escola de Liderança e Inovação

Artigo de Opinião – IRS 2015 – Princípios, Regras e Conselhos

Este ano o IRS, apenas tem duas fases de entrega.

A 1.ª fase, a decorrer no mês de Abril é para as pessoas que aufiram exclusivamente rendimentos de trabalho dependente ou trabalho por conta de outrem e/ou pensões (nacionais e estrangeiras). Nesta fase só tem que entregar o IRS, as pessoas cujos rendimentos sejam superiores a 8 500€, sem retenção na fonte. No entanto todas as pessoas com domicílio fiscal em Portugal e que recebem reformas do estrangeiro, estão obrigadas à entrega do IRS, independentemente dos montantes recebidos.

A 2.ª fase, a decorrer durante o mês de Maio, é para todos os outros rendimentos que não se enquadram na primeira fase, nomeadamente para trabalhadores por conta própria, atos isolados, subsídios do IFAP, rendimentos prediais (rendas), mais-valias de imóveis e rendimentos de capitais.

 

Este ano o IRS tem algumas NOVIDADES!

  • Para os casados ou unidos de facto, a regra é a entrega em separado da declaração de IRS. A entrega conjunta é uma opção, porquanto se aconselha a todos a simulação dos dois cenários antes da submissão da declaração.

 

  • O anexo H (despesas de saúde, educação, habitação, PPR, donativos…) há que fazer opções, isto é, ou se opta pelas despesas já comunicadas e na posse da Autoridade Tributária (AT), através do e-fatura, ou se opta pela sua inserção manual, tal como se fazia nos anos anteriores.

Caso opte pelas despesas já comunicadas à AT, apenas terá, no caso das despesas com os juros de empréstimos ou rendas, de identificar o imóvel, código do distrito, concelho e freguesia, artigo matricial e fração, a entidade que concedeu o crédito/senhorio – números de contribuintes.

Por:Cristina Guerra–Técnica Administração Tributária Adjunta

 

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