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Artigos de Opinião

Artigo de Opinião – IRS 2015 – Princípios, Regras e Conselhos

Este ano o IRS, apenas tem duas fases de entrega.

A 1.ª fase, a decorrer no mês de Abril é para as pessoas que aufiram exclusivamente rendimentos de trabalho dependente ou trabalho por conta de outrem e/ou pensões (nacionais e estrangeiras). Nesta fase só tem que entregar o IRS, as pessoas cujos rendimentos sejam superiores a 8 500€, sem retenção na fonte. No entanto todas as pessoas com domicílio fiscal em Portugal e que recebem reformas do estrangeiro, estão obrigadas à entrega do IRS, independentemente dos montantes recebidos.

A 2.ª fase, a decorrer durante o mês de Maio, é para todos os outros rendimentos que não se enquadram na primeira fase, nomeadamente para trabalhadores por conta própria, atos isolados, subsídios do IFAP, rendimentos prediais (rendas), mais-valias de imóveis e rendimentos de capitais.

 

Este ano o IRS tem algumas NOVIDADES!

  • Para os casados ou unidos de facto, a regra é a entrega em separado da declaração de IRS. A entrega conjunta é uma opção, porquanto se aconselha a todos a simulação dos dois cenários antes da submissão da declaração.

 

  • O anexo H (despesas de saúde, educação, habitação, PPR, donativos…) há que fazer opções, isto é, ou se opta pelas despesas já comunicadas e na posse da Autoridade Tributária (AT), através do e-fatura, ou se opta pela sua inserção manual, tal como se fazia nos anos anteriores.

Caso opte pelas despesas já comunicadas à AT, apenas terá, no caso das despesas com os juros de empréstimos ou rendas, de identificar o imóvel, código do distrito, concelho e freguesia, artigo matricial e fração, a entidade que concedeu o crédito/senhorio – números de contribuintes.

Por:Cristina Guerra–Técnica Administração Tributária Adjunta

 

Artigo de opinião: Quando procurar o Terapeuta da Fala?

índice Sabe quando deve procurar um Terapeuta da Fala e a que sinais de alerta deve estar atento? Informe-se, não espere mais tempo!

O Terapeuta da Fala é o profissional de saúde responsável pela prevenção, avaliação, diagnóstico e intervenção nas perturbações que comprometem a comunicação verbal  (linguagem oral e/ou escrita, articulação, fluência e voz), comunicação não verbal, assim como alterações relacionadas com as funções auditivas, cognitivas, oro-musculares e várias funções associadas (eg. reflexos orais, mastigação, respiração, deglutição e motricidade orofacial). Por isso, ser Terapeuta é muito além de ensinar a falar!!

O encaminhamento para a Terapia da Fala, normalmente é feito pelo Médico de Família, Pediatra, Otorrinolaringologista ou pela Escola. Contudo, com o despertar para esta especialidade, a sociedade começa a estar alerta para todos os sinais que possam indicar a necessidade desta valência.

Não existe uma idade para iniciar a intervíndice1enção, afinal a Terapia da Fala pode começar com recém-nascidos, quando há dificuldades de sucção, deglutição ou qualquer impedimento a uma alimentação por via oral, até à população idosa com alterações neurológicas consequentes de AVC, do próprio envelhecimento ou de demência.

De seguida apresentam-se algumas das queixas mais comuns nas pessoas que são encaminhadas para a Terapia da Fala. Todos os comportamentos apresentados são sinais de alerta e portanto não são indicativos nem sinónimos de existência de uma perturbação ou necessidade de Terapia da Fala. O objetivo não é alarmar a população, mas sugerir, que na eventualidade de identificarem alguns destes indicadores e surgirem dúvidas, procurem um Terapeuta da Fala.

E, não se esqueça que necessitar de apoio do Terapeuta da Fala, não faz de ninguém melhor ou pior, não é considerado inferior relativamente aos pares, nem lhe é atribuído rótulo nenhum!

Não deixe de procurar, não deixe de saber, não deixe de ajudar a criança o mais cedo possível ou o idoso promovendo uma maior qualidade de vida.

Vale a pena esperar?

Por:Ana Carolina Melo Marques  – Terapeuta da Fala na APSDCFA

Artigo de opinião:Será que tenho Alzheimer?

alzeMais um colaborador em artigos de opinião, o fornense Pedro Oliveira,possui um blog sobre saúde (afetivamente.blogspot.pt,  Licenciado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra. Atualmente interno de Psiquiatria no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra. Docente da cadeira de psicofarmacologia no mestrado em Saúde Mental da Escola de Enfermagem de Coimbra. A frequentar uma pós-graduação em Terapia Familiar.

Será que tenho Alzheimer?

Certamente que já se deparou com a preocupação de algum amigo ou familiar em ter Alzheimer. A tão mal fadada doença “descoberta” pelo senhor que lhe deu nome há cerca de 100 anos, teima em não ter cura, nem tão pouco um tratamento eficaz. Por essa razão, muitas pessoas que experienciam certos esquecimentos como onde puseram as chaves do carro, o código do multibanco, as datas de aniversários, o nome de determinada pessoa, pensam logo na terrível hipótese “Será que tenho Alzheimer?”. Como se não bastasse, esses pensamentos ocorrem mais frequentemente em alturas em que a pessoa anda mais desanimada ou ansiosa.

Acontece que a depressão e a ansiedade podem muitas vezes imitar os sintomas da demência de Alzheimer, tornando a questão num círculo vicioso. A pessoa ansiosa/deprimida esquece-se, como está deprimida pensa de maneira mais negativa e acha que tem Alzheimer, levando a mais ansiedade e consequentemente, mais esquecimentos. Esta associação é tão comum que levou alguns autores a chamá-la de “Pseudo-demência”. Felizmente, ao contrário da verdadeira, esta demência tem um tratamento eficaz podendo mesmo falar-se em cura.

Embora semelhantes, há algumas pistas que ajudam a distinguir as duas, como ilustra a tabela seguinte:

  Depressão Demência
Início Súbito com possível fator precipitante Insidioso
Curso Flutuante Lento e progressivo
Memória Melhor do que a autoavaliação Pior que a autoavaliação
Humor Deprimido Variável
Quando testada Respostas tipo “não sei”, “não sou capaz” Habitualmente esforça-se por responder
Reação do doente Hipervalorização dos défices “estou muito mal” Desvaloriza os défices
Resposta ao tratamento antidepressivo Boa com restabelecimento da memória Sem resposta

Artigo de opinião: Desmitificando a Terapia da Fala

terapia_da_falaJá alguma vez ouviu falar na Terapia da Fala? Já precisou de ter Terapia da Fala?
Muitos são os mitos por detrás desta profissão e poucas são as pessoas que sabem ao certo a função de um Terapeuta da Fala.
Em Portugal, a Terapia da Fala existe há mais de 50 anos, mas não tem sido muito divulgada. Criou-se e enraizou-se a ideia de que este profissional ensina as “crianças a falar”, que só serve para os “gagos” ou para os “surdos”. Assim, estas publicações, surgem no sentido de desmistificar o conceito de que este profissional intervém apenas na fala das crianças e adultos.
O Terapeuta da Fala é o profissional de saúde responsável pela prevenção, avaliação, diagnóstico e tratamento da comunicação humana, onde se destaca a comunicação não-verbal, funções relacionadas com a fala e compressão/expressão da linguagem oral e/ou escrita, mas também da deglutição.
Sabia que:
– Desde o nascimento que o Terapeuta da Fala tem um papel fundamental para o desenvolvimento do bebé? Os cuidados podem ser prestados ao nível da amamentação, alimentação e comunicação entre os bebés e os pais/cuidadores.
– Nas crianças em idade pré-escolar, a sua intervenção se foca na promoção das competências linguísticas, vocais e de comunicação, bem como na intervenção nestas perturbações?
– Em crianças e jovens em idade escolar exerce um papel crucial na intervenção das perturbações da leitura e escrita, na potencialização da comunicação e na gaguez?
– Na idade adulta, o seu foco de intervenção é maioritariamente em perturbações adquiridas, patologias vocais e de deglutição, alterações fisiológicas na estrutura orofacial que limitam a funcionalidade dos órgão articulatórios? E que ainda tem um papel preponderante na promoção das competências da comunicação e qualidade vocal?
Não é necessário ter um problema ou uma doença para procurar um Terapeuta da Fala, nem existe uma idade definida para consultar um especialista nesta área. Neste sentido, uma observação feita atempadamente é tanto mais favorável, quanto mais precocemente for iniciada a intervenção terapêutica.

Foto:Primus.pt

Por:Ana Carolina Marques-APSCDFA

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