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Duas centenas no almoço dos Reis do PS Guarda

  • Este ano Foz Côa, foi a localidade escolhida para acolher o Almoço dos Reis, organizado pela Federação Distrital do PS Guarda, com cerca de duas centenas de pessoas ligadas ao partido, de todo o Distrito da Guarda.

Foi um sábado interessante de convivio para a família socialista, onde marcaram presença algumas pessoas influentes no PS a nível nacional e local, onde se destacou Pedro Marques, secretário geral do PS.

 

 

Almoço de Reis do PS Guarda vai ser em Foz Côa

Vai acontecer no sábado,dia 12 de janeiro, pelas 13h00, terá lugar o Almoço de Reis da Federação Distrital do PS Guarda, no ExpoCôa, Vila Nova de Foz Côa.

Neste almoço estarão presentes militantes e simpatizantes do PS de todo o Distrito e de todo o País, incluindo Pedro Marques e José Manuel Mesquita, Secretários Nacionais do PS, Alberto Antunes, Governador Civil da Guarda entre 1976 e 1978 e deputado à Assembleia Constituinte, e Carlos Luíz, Presidente Honorário da Federação Distrital do PS Guarda.

PSD Guarda leva a efeito Jantar de Ano Novo

Vai ter lugar neste sábado à noite, dia 12 de janeiro, um Jantar de Ano Novo, numa iniciativa conjunta da Distrital do PSD, com a Concelhia e a JSD da Guarda, na Quinta de Santo António.

Vai estar presente  como convidado o Eurodeputado Paulo Rangel que abordará o tema “Portugal e a Europa em 2019”.

Número de vagas para médicos recém-especialistas para a ULS da Guarda questionadas pelo CDS

CDS questiona Ministra e contesta número de vagas para médicos recém-especialistas para a ULS da Guarda

Os deputados do CDS-PP João Rebelo e Ana Rita Bessa querem saber se a Ministra da Saúde considera suficiente o número de vagas abertas no recente procedimento concursal para médicos recém-especialistas, para a Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda e se está em condições de garantir que a qualidade e acesso da população aos cuidados de saúde não está posta em causa.

Na pergunta, os deputados do CDS-PP querem também saber quando serão abertas vagas para a ULS da Guarda para as especialidades de Anestesiologia, Anatomia Patológica, Gastrenterologia, Medicina Interna, Neurologia, Oftalmologia, Otorrinolaringologia, Patologia Clínica, Pneumologia, Psiquiatria e Radiologia e se a Ministra não considera que a decisão de atribuir à ULS da Guarda apenas seis das 57 vagas abertas para a Região Centro contraria a propalada aposta deste Governo no combate à interioridade e à desertificação do interior.

No mais recente procedimento concursal para médicos recém-especialistas, das 57 vagas para a Região Centro apenas seis são atribuídas à Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda, nomeadamente em Cardiologia, Cirurgia Geral, Ginecologia/Obstetrícia, Ortopedia, Pediatria e Saúde Pública.

O CDS-PP já por várias vezes alertou e questionou a tutela sobre as carências existentes no Hospital Sousa Martins – que são, aliás, do conhecimento público – ao nível de especialidades médicas e do quadro de pessoal de enfermagem.

As vagas agora abertas, além de não serem suficientes para cobrir as necessidades em Cardiologia, Ortopedia e Cirurgia Geral, deixam de fora outras especialidades deficitárias, como é o caso de Anestesiologia, Anatomia Patológica, Gastrenterologia, Medicina Interna, Neurologia, Oftalmologia, Otorrinolaringologia, Patologia Clínica, Pneumologia, Psiquiatria e Radiologia, e impedem que os médicos que terminaram a sua especialidade em Medicina Interna e Psiquiatria na ULS da Guarda continuem no Hospital Sousa Martins, mesmo que assim o desejem.

O presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos manifestou já, em comunicado, a sua preocupação e considerou ser «incompreensível o atual mapa de vagas para o Hospital Sousa Martins, na Guarda, pois estamos perante áreas hospitalares já bastante penalizadas nesta região do interior», que «enfrentam dificuldades com especial complexidade, pelo que é urgente autorizar a contratação de médicos para estas áreas carenciadas».

O comunicado da SRCOM refere mesmo que «a grave carência de recursos humanos no Hospital Sousa Martins pode, a curto prazo, colocar em causa a qualidade dos serviços de saúde prestados, bem como a resposta nalgumas valências fundamentais».

Face a este desinteresse do Governo pela saúde no distrito da Guarda, acentuado pela recente suborçamentação da ULS no Orçamento do Estado para 2019, o CDS-PP manifesta a sua preocupação sobre o futuro do Hospital Sousa Martins, temendo que esteja em causa o acesso da população a cuidados de saúde. O esvaziamento do Hospital Sousa Martins, e eventual colapso desta unidade hospitalar, seria uma fortíssima machadada numa das regiões do interior mais penalizadas.

O CDS-PP considera que esta situação é grave, sendo por isso fundamental obter esclarecimentos urgentes por parte da Senhora Ministra da Saúde.

 

 

Orçamento Municipal 2019 em Fornos de Algodres realista tendo em vista o futuro

Orçamento realista tendo em vista o futuro

Após a elaboração e aprovação do Orçamento 2019 pelo Executivo Municipal fomos conversar com  o atual executivo, Manuel Fonseca, Presidente da Câmara e seus vereadores Alexandre Lote e Bruno Costa.

Um novo ano está à porta, um novo orçamento para ser posto em prática, que novidades aí vêm?

Este orçamento foi aprovado com três votos a favor, e dois contra, a razão evocada para votarem contra foram aspetos formais e não de conteúdo, agora cada um toma as decisões que tem de tomar e não houve aqui nenhuma divergência de fundo por parte das duas vereadoras, apenas entenderam que as coisas formais deveriam ser conduzidas de outra forma.

Agora em relação a este orçamento em si, é realista, pretendemos chegar ao final de 2019 e chegar com taxas de execução idênticas às que temos apresentado nos últimos anos.

As taxas de execução tanto da despesa como da receita são sempre superiores a 90%, e depois temos outra regra que nos é imposta mas, que tivemos sempre em conta, desde que aqui chegámos, isto é, ter finanças e autarquias limpas, podermos pagar aos fornecedores, pagar os encargos financeiros que daí vêm da dívida e pagar todas as dívidas, embora não tendo sido feitas por este executivo, vão transitando em julgado as diversas demandas e estamos preparados para que no próximo ano, caso seja, vontade dos tribunais possam ser resolvidas.

Um orçamento com dois ou três pilares, 2019 é o arranque de algumas grandes obras, como a requalificação do Mercado Municipal que vai arrancar, também a Zona Industrial de Juncais, que é um projeto adiado há muitos anos desde 1998 e em 2019 terá o seu epílogo.

Agora existem várias obras que estão em cima da mesa, como a Escola de Figueiró da Granja, que vão também avançar as obras, este também um dos anseios das pessoas não só de Figueiró mas também dos alunos das localidades limítrofes.

Esta escola vai ter todas as valências, vai ser renovada e permite não só funcionar como escola, mas também pode ser aberta à comunidade, no sentido de ter outro tipo de valências.

São estes os trabalhos que vamos fazer, agora aposta continua sempre nos mais idosos, nos jovens, tendo em conta este orçamento realista, é isto que em linhas gerais pretendemos fazer.

Este vai ser um orçamento de 6 milhões e 900 mil, muito realista, não queremos fazer como se fazia antigamente, com valores elevados e depois não era executado, assim este é o valor que temos para 2019.

Alexandre Lote, vice- presidente, falou-nos um pouco das áreas a seu cargo e começou por nos dizer que na área da Educação, existe a candidatura de combate ao insucesso escolar, onde estão a introduzir a robótica no 1ºciclo, vai haver programa de acompanhamento e orientação mas que vai duplicar o número de horas de apoio na terapia da fala a todos no 1ºciclo.

Existe também um projeto de empreendedorismo direcionado para os alunos dos cursos profissionais, onde serão introduzidos alguns clubes, como Xadrez, já a funcionar na escola e existe a ambição de introduzir o Clube de proteção civil no próximo ano.

Na área da saúde, vai haver o programa de apoio à natalidade, se for aprovado na AM, vai abranger as crianças que ainda não tenham completado os 36 meses, recebem as crianças que dos 0-36 meses  que não tenham qualquer subsídio durante esse período cerca de 1200 euros.

Temos também o programa de apoio à ovinicultura e bovinicultura, virado para os produtores e reforçar o setor primário, onde os produtores vão ser apoiados na criação de gado.

A ideia aqui é rejuvenescer o setor e apoiar de algum modo uma vez que as receitas têm vindo a decrescer.

Na ação social, temos os projetos que já iniciámos, da Tele Assistência, oficina domiciliária, e no associativismo são mais 15 mil euros para apoiar as Associações Culturais, por fim temos o programa da Cidade Amiga das crianças, que enviaremos em breve à UNICEF, e implica obrigações que honraremos, implica cinema, melhoria das condições de segurança, onde já melhoramos em alguns aspetos, a criação dos clubes referidos atrás e a requalificação dos parques infantis e colocar algo que faça mais falta.

Ainda vai ser requalificado o CIHAFA, com o objetivo de concluir em 2019 e na proteção civil, continuar a apostar na manutenção das faixas de rodagem e gestão de combustível.

Vamos criar mais um ponto de água, a exemplo da de Algodres que foi muito útil.

Bruno Costa, titular da pasta do ambiente, salientou que antes de passar ao tema, devia salientar o facto do executivo ter consultado, as juntas de freguesia, no sentido de todos darem opinião.

Destaco o eixo da educação que se liga na área ambiental, houve um aumento de 18% face às grandes alterações em relação ao ano anterior. Neste caso o programa Eco – Escolas, que é uma grande mais-valia. A ideia é fazer vários programas ao longo do ano, Eco-Escolas, programas da educação ambiental, iniciámos pela água, depois a reciclagem, onde já aumentámos o número de ecopontos. Como exemplo os comerciantes do eixo comercial vão agora dispor de um novo Ecoponto. Depois surge a campanha do Plástico, no sentido de reduzir mais ainda o número de sacos e derivados do plástico.

Vamos começar pelo Município e depois alargado, à comunidade, segue-se um problema que está meio resolvido, uma vez que as fossas sépticas em Vila Ruiva, não são suficientes.

Vamos continuar com o plano de monitorização no que toca água, outras recolhas serão feitas basta seguir as diretrizes. A qualidade da água tem de ser prioridade.

Vamos ter um grande investimento no Rio Mondego, onde será feito o desassoreamento, para aumentar o caudal e qualidade de água.

As políticas municipais então em linha com as políticas governamentais, no que toca ao setor da água.

Outro tema foi a vespa asiática, ao que o Presidente da Câmara, Manuel Fonseca, salientou: tem sido feito um bom trabalho pela equipa liderada pelo engenheiro da área, mas é importante uma parceria do Estado, no caso do mal dos Pinheiros, já fizemos nesse campo o nosso trabalho, o levantamento e abate, agora já alertamos o Ministério da Agricultura, na secretaria das florestas, para que possa dizer algo, uma vez que é um problema grave a nível ambiental e aqui todas as matas têm esse problema, assim esperamos que em 2019, haja uma solução no sentido de dar a volta a isto e se consiga fazer algo. É um problema de vários concelhos.

Fornos de Algodres Natal, um presépio natural

Vai haver diversas atividades, alusivas ao Natal, agora não nos podemos esquecer da situação financeira e não podemos ter iluminação de Natal para toda a vila, vamos fazer coisas pequenas para que todos possam estar connosco no Natal. É uma época que estamos imbuídos no espírito natalício, nos lembrarmos dos que já partiram e independentemente da divergência de opiniões que existe, é importante que haja, porque somos uma sociedade plural, mas que cada um reflita no que pretende para o concelho de Fornos, e na parte que nos toca, Presidente e Vereadores, tudo vamos fazer para melhorar as condições das pessoas que resistem viver aqui no nosso concelho.

Vão contar connosco nos próximos anos para dar o melhor às pessoas.

As atividades vão iniciar a 5 de dezembro e finalizam a 6 de janeiro e assentam em dois focos principais, apoiar o comércio local e fazer uma campanha de sensibilização para comprar no comércio local, para gerar economia.

Todos que comprarem no comércio local ficam habilitados a um sorteio a realizar no dia 6 de janeiro, na Câmara Municipal, é um incentivo. Vai haver o concurso de Montras e algumas atividades para as crianças e associações.

Para as crianças a festa de Natal no Auditório do Centro Cultural Dr. António Menano.

Vamos fazer dois mercadinhos, a 15 e 22 do corrente, onde convidamos as associações, e no dia 16 a festa dos mais velhos e no seguinte a festa dos mais novos.

A iluminação será apenas nas árvores do jardim municipal e 3 árvores em 3 pontos do concelho, uma vez que não podemos fazer de outra forma no aspeto financeiro.

Agora temos de ser realistas para termos muita gente de fora, teríamos de fazer um investimento avultado e não nos é possível, agora quem vier aqui no Natal vai perceber que é um espírito de Natal genuíno e não alavancado por milhares de euros, e que é uma despesa duvidosa em relação ao retorno que pode trazer.

Temos dois projetos, “Compre no Comércio Local” e “Fornos de Algodres um Presépio Natural”.

Para finalizar esta conversa, Manuel Fonseca, Presidente do Município deixou indicadores para 2019,” Estamos quase no final do Quadro comunitário de apoio, o projetos com início em 2019, outros a terminar em 2019, está aí a reprogramação financeira, no sentido das verbas de alguns projetos que se tornaram inviáveis para a região.

Que 2019 seja um ano que se façam diversas coisas neste concelho e se possa diminuir esta tendência de as pessoas saírem e não voltarem.

Este é o nosso espírito para criar condições para que cada vez mais gente se fixe aqui, sei que existem jovens e empresários a candidatarem-se a diversas linhas de apoio para terem o seu negócio e com a área industrial de Juncais vamos criar condições para que, os investidores tenham disponível uma área para se instalarem.

Estamos otimistas em relação a 2019 e penso que, será um ano marcante para o concelho de Fornos de Algodres”.

 

 

 

 

 

 

Tufão Team arrecada imensos prémios na Gala

Vila Nova de Gaia é um município que aposta no desporto e nos atletas e foi o município escolhido para coroar os campeões nacionais de trial 4×4 2018. No auditório do Parque Biológico a tarde foi de festa com a merecida homenagem a pilotos, navegadores e equipas que através do seu empenho e dedicação contribuíram para o engrandecimento do Campeonato de Portugal de trial 4×4 e da própria modalidade.

No que aos prémios diz respeito, na classe Promoção a Tufão Team leva o prémio de melhor equipa, Rodrigo Sousa o melhor navegador e André Henriques, além de melhor piloto, recebe também o prémio prestígio pela sua postura exemplar e pela maneira como eleva a competição.

Na categoria Extreme o pleno para a NordHigiene Team com Vítor Rodrigues e António Calçada a receberem o prémio de melhor navegador e melhor piloto, respetivamente. A equipa brigantina é assim bicampeã em Extreme depois de um ano muito duro de competição com vários problemas mecânicos a colocarem em causa a revalidação do título.

Na classe Proto a Oficina Bacelo também venceu tudo o que havia para vencer. Melhor equipa, melhor piloto e melhor navegador. Aliás, a equipa esteve na luta pelo título em termos absolutos até à última prova.

Depois de 6 provas Cláudio Ferreira venceu o prémio de melhor piloto e João Lucas conquistou o prémio de melhor navegador da classe Super Proto. Mas o jovem de Torres Vedras leva também para casa o troféu Nuno Graça, um reconhecimento aos navegadores. De resto, a Auto Higino ganhou tudo o que havia para ganhar, sagrando-se bicampeã da classe Super Proto, mas mais importante que isso foi o tão desejado título em termos absolutos. Cláudio Ferreira e João lucas são os novos campeões absolutos de trial 4×4!

Durante a cerimónia foi ainda distinguida com o Prémio fair Play, por votação das equipas presentes na cerimónia, a equipa Exigente TT, enquanto o piloto Flávio Gomes (TáBô Pacar Team) foi agraciado com o prémio carreira e o piloto Miguel Marques (MM6018/Americana Papelaria) com o prémio dedicação.  Uma tarde muito especial que encerra o primeiro ano sob a tutela da FPAK – Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting –  um ano de profissionalização do trial 4×4. Prova disso mesmo foram as presenças de Ni Amorim, presidente da FPAK e do Professor Dr. Carlos Paula Cardoso, presidente da Confederação do Desporto de Portugal.

A Direção do Campeonato começou já a trabalhar a nova época e há muitas novidades para revelar quer a nível de regulamentos quer de calendário. A competição será oficialmente apresentada ao público durante o mês de janeiro.

PS da Guarda distingue militantes com 40 anos de ligação

Na passada sexta-feira, durante um jantar convívio, a estrutura concelhia da Guarda do PS prestou homenagem aos seus militantes mais antigos, com a entrega de uma placa alusiva a 40 anos de militância.

Foram distinguidos militantes cujo contributo para o desenvolvimento do concelho muito orgulha o PS.

 Participaram na homenagem cerca de duas centenas de militantes e simpatizantes socialistas, num encontro que decorreu em ambiente de família.

 É esta a lista dos homenageados:

 CARLOS ALBERTO DIAS SANTOS

JOSE MANUEL PIRES BRITO

OCTÁVIO EDUARDO GUERREIRO

ANTONIO SANTOS GUERRA

JOSE MANUEL MARTINS LOPES

ESMERALDO SARAIVA N.CARVALHINHO

JOSE ALBERTO SEQUEIRA ABRANTES

ERNESTO PIRES GONÇALVES

LUIS PIRES GONÇALVES

ABÍLIO ALEIXO CURTO

EDUARDO PEREIRA ANTUNES

ALDA FERNANDA GOMES OSÓRIO SANTOS

ANTONIO JULIO GOMES PATRÍCIO

AMADEU REBELO ALMEIDA

AMILCAR MONTEIRO PIRES

Federação Distrital da Guarda do Partido Socialista lançou comunicado a felicitar o Governo

TRÊS ANOS DE GOVERNO PS: TRÊS ANOS A RECUPERAR A CONFIANÇA E A DEVOLVER A ESPERANÇA AOS PORTUGUESES

A Federação Distrital da Guarda do Partido Socialista felicita o Governo do PS, liderado por António Costa, pelos três anos de excelente exercício da governação, que culminaram com a aprovação do Orçamento do Estado para 2019. Ao longo destes primeiros três anos da Legislatura, o Governo Socialista: promoveu uma sociedade mais justa e um Estado mais eficiente; dotou os serviços públicos de maior qualidade e de maior alcance; e contribuiu para o aparecimento de uma economia mais versátil e competitiva.

O Governo de António Costa foi capaz de conciliar o que, até então, parecia inconciliável: o desenvolvimento económico e social do País e a melhoria da qualidade de vida dos Portugueses, por um lado; com o equilíbrio das contas públicas e o cumprimento das obrigações financeiras do Estado, por outro. Com efeito, foi possível reduzir o défice e a dívida sem cortar nos salários, nas pensões e no investimento público, nem aumentar a carga fiscal sobre as famílias e as empresas.

Nestes últimos três anos, Portugal ganhou notoriedade internacional enquanto bom exemplo de recuperação da crise económico-financeira sem recurso a políticas de austeridade excessiva. Lembremos que até 2015, com o PSD e o CDS no Governo, Portugal foi um exemplo elucidativo precisamente do contrário: guiados pelo devaneio ideológico do “ir além da Troika” do anterior Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho, a austeridade excessiva conduziu ao empobrecimento das famílias e à estagnação económica do País.

Nos últimos três anos, o aumento do investimento público e a reposição dos rendimentos por parte do executivo liderado por António Costa não impediu o País de garantir o equilíbrio das contas públicas. Bem pelo contrário: em 2017, Portugal registou o défice mais baixo da História da Democracia Portuguesa. O amplo reconhecimento internacional pelo excelente desempenho do Governo Socialista em matéria de contas públicas foi coroado com a escolha de Mário Centeno, Ministro das Finanças, para Presidente do Eurogrupo. Desde dezembro de 2017, é o Ministro das Finanças de Portugal que preside à coletividade de ministros das finanças dos Estados-Membros cuja moeda oficial é o Euro e que tem como função primordial a coordenação de políticas económico-financeiras.

A última prova de que as políticas de aumento de investimento público do Governo Socialista não comprometem a saúde das finanças públicas chegará dentro de dias: Portugal vai proceder ao pagamento antecipado da sua dívida ao FMI até ao final de 2018, virando definitivamente a página de um dos períodos mais negativos da nossa história recente e reforçando ainda mais a credibilidade externa do nosso País.

O aumento do investimento público, o alívio da carga fiscal sobre as famílias e as empresas e a reposição dos rendimentos favoreceu o surgimento de um clima de crescimento económico altamente favorável: surgiram novas empresas; muitas das empresas a operar no País expandiram os seus planos de negócios; as exportações aumentaram; criaram-se mais de 340 mil novos postos de trabalho; o desemprego baixou de 12,4% (em 2015) para 6,7%; e reduziu-se significativamente o trabalho precário. Com o Governo Socialista de António Costa registaram-se os maiores crescimentos da economia portuguesa deste século, tendo o nosso País registado crescimentos acima da média europeia em 2017 e 2018.

Em 2017, o nosso País reverteu o saldo migratório, com o número de imigrantes a superar o dos emigrantes pela primeira vez desde 2011. Para este saldo migratório positivo contribuiu de forma decisiva o regresso ao País de muitos dos cerca de 500 mil emigrantes que deixaram o País entre 2010 e 2015. Aumentaram as contratações de profissionais no âmbito dos serviços públicos, destacando-se o Serviço Nacional de Saúde (8 500 profissionais) e as Escolas Públicas (9 500 profissionais). Iniciou-se o descongelamento das carreiras na função pública e a sustentabilidade da Segurança Social foi reforçada por mais 19 anos em relação a 2015.

No que respeita ao Interior e ao Distrito da Guarda, importa sublinhar que foi este Governo Socialista que, em apenas três anos de governação, encontrou soluções estruturantes para reivindicações antigas das nossas populações, reivindicações que o anterior Governo PSD-CDS foi incapaz de resolver.

Foi o Governo Socialista de António Costa que deu início à conclusão da Linha da Beira Baixa.

Foi o Governo Socialista de António Costa que deu início à beneficiação da Linha da Beira Alta.

Foi o Governo Socialista de António Costa que avançou com o Interposto Ferroviário de Mercadorias na Guarda.

Foi o Governo Socialista de António Costa que encontrou uma solução para a requalificação e reabertura do Hotel Turismo na Guarda.

Foi o Governo Socialista de António Costa que, na recente remodelação do Governo, criou uma Secretaria de Estado para a Valorização do Interior, reiterando, assim, o seu compromisso com a coesão territorial e uma atenção especial aos territórios que denotam menores desenvolvimento económico e densidade populacional.

De resto, não há memória de um Governo tão presente no Distrito como o atual. A este respeito, bastará lembrar apenas que, em três anos de governação, António Costa visitou a capital de distrito outras tantas vezes (inauguração da FIT, em 2016, e, já em 2018, visita à obra de construção da concordância das Linhas da Beira Alta e da Beira Baixa e assinatura do contrato de incentivos fiscais à Coficab).

O Orçamento do Estado para 2019 dá continuidade a esta atuação governativa de excelência e referenciada internacionalmente. Com efeito, no próximo ano, continuaremos a assistir à redução do défice, à diminuição da dívida, à descida do desemprego, ao reforço do investimento público, ao incentivo ao investimento privado e ao aumento das exportações. As famílias conhecerão um novo alívio fiscal, passando a pagar menos mil milhões de euros de IRS do que pagavam em 2015, e beneficiarão de uma redução das despesas com transportes e energia. Também as empresas beneficiarão de um alívio fiscal, com o fim do PEC (Pagamento Especial por Conta). Na educação, a gratuitidade dos manuais escolares será alargada a todos os níveis da escolaridade obrigatória, ou seja, até ao 12.º ano, e a propina máxima praticada nas universidades e institutos politécnicos conhecerá uma redução de mais de duzentos euros. O Serviço Nacional de Saúde, por seu turno, terá um reforço de investimento na ordem dos 500 milhões de euros.

No que respeita ao Interior e ao Distrito da Guarda, tudo aponta para que o próximo ano seja um ano de decisões estruturantes em várias áreas. Entre outras medidas de beneficiação do Interior, direcionadas sobretudo para a atração de investimento e fixação de pessoas, o Orçamento do Estado para 2019 prevê 1700 milhões de euros para o desenvolvimento do tecido empresarial nestes territórios, concede benefícios fiscais aos estudantes de instituições de ensino superior localizados no Interior e reduz o IRC para as empresas aqui sediadas ou que se decidam deslocalizar para cá.

Partilhamos ainda a convicção de que num futuro muito próximo teremos também soluções estruturantes no que respeita à ULS da Guarda e às portagens. Neste momento existe o compromisso do Governo com a construção do Pavilhão N.º 5 que acolherá o Departamento da Mulher e da Criança (parte integrante da Segunda Fase do Hospital da Guarda que foi cancelada pelo anterior Governo PSD/CDS) e a posição inequívoca de um membro do Governo, o Secretário de Estado da Valorização do Interior, João Catarino, sobre a necessidade de se avançar com a abolição das portagens nos territórios de mais baixa densidade populacional.

A pouco menos de um ano das próximas eleições legislativas, a incapacidade das forças políticas do centro-direita e da direita conseguirem apresentar uma alternativa de governação credível pode ser entendida, em grande medida, como uma consequência da enorme competência que o atual Governo Socialista já provou em toda a linha, recuperando a confiança dos Portugueses e devolvendo-lhes a esperança num presente e futuros melhores.

Esse mesmo Governo Socialista que já provou ser amigo do Interior e da Guarda. De resto, as provas continuam a chegar. As mais recentes datam precisamente do final do passado mês de novembro: a escolha da Guarda para acolher a cimeira Luso-Espanhola em junho de 2019 e a criação na capital de Distrito do Centro Nacional para a Educação Rodoviária.

Duas decisões do Governo Socialista liderado por António Costa que a Guarda agradece e das quais saberá, com certeza, tirar o devido proveito.

CDS/PP lançou comunicado sobre despedimentos na Dura Automotive

Em comunicado à nossa redação, o CDS/PP questiona o Governo.

CDS questiona Governo sobre despedimentos na Dura Automotive

Os deputados do CDS-PP João Rebelo e Hélder Amaral questionaram hoje o Ministro Adjunto e da Economia sobre o despedimento de 40 trabalhadores da Dura Automotive e a alegada deslocalização da empresa.

João Rebelo e Hélder Amaral querem saber se o ministro tem conhecimento da situação e se confirma o despedimento de 40 trabalhadores e o início de uma segunda fase de despedimento coletivo na empresa.

Depois questionam a tutela sobre se há alguma possibilidade de recuperação da empresa de modo a garantir a manutenção dos postos de trabalho, fundamentais para a região, e se o Governo já tomou, ou vai tomar, alguma medida nesse sentido.

A extinção de uma das linhas de produção da Dura Automotive – Indústria de componentes para automóveis, Lda., multinacional instalada em Vila Cortes do Mondego, no concelho da Guarda, levou recentemente ao despedimento de 40 trabalhadores, dos quais 20 pertenciam ao quadro permanente.

A Dura Automotive é uma empresa de fabrico de acessórios e outros componentes para automóveis que, de acordo com informações chegadas ao Grupo Parlamentar do CDS-PP, estará alegadamente em vias de deslocalizar a sua produção para outras unidades do grupo fora de Portugal.

Após o despedimento dos 40 trabalhadores, a empresa terá alegadamente iniciado uma segunda fase do processo de despedimento coletivo.

De grande importância no distrito da Guarda, a Dura Automotive foi fundada em 1994 e chegou a empregar entre 200 a 300 trabalhadores, impulsionando muito o emprego na região.

A deslocalização da produção para fora do país e o consequente despedimento coletivo seria uma enorme machadada na economia da região e das famílias envolvidas, tanto mais que se trata de uma zona do interior.

No recentemente aprovado Programa de Valorização do Interior, o Governo afirma pretender assegurar que os esforços externos de atração de investimento para Portugal possam também ter uma visibilidade maior relativamente aos territórios do interior.

Assim, o CDS-PP entende ser pertinente obter esclarecimentos do Governo relativamente à situação da Dura Automotive.

 

PSD/Mangualde lançou comunicado

Assim deixamos um comunicado que nos chegou á redação por parte do PSD de Mangualde:

Câmara de Mangualde deixa prescrever quase 90 mil euros em dívidas de água!
Depois do caos provocado pelo início do ano letivo e pelas obras de requalificação do Pavilhão Municipal, que demonstrou a falta de empenho do executivo camarário em resolver problemas prementes no concelho, é com desagrado que os mangualdenses têm conhecimento que em Mangualde, na hora de cobrar dívidas de água, o município cobra apenas a alguns.
Na verdade, desde 2012 que estas benesses se iniciaram. O critério para a escolha de quem paga e quem não paga ninguém sabe, nem têm como saber uma vez que tal critério não pode existir. A consequência desta forma de gerir o dinheiro dos mangualdenses traduz-se, até à data, num prejuízo para a Câmara de cerca de NOVENTA MIL EUROS. Valor que neste momento é incobrável porque o prazo para se exigir o pagamento já passou, ou seja, as dívidas prescreveram. E continuam a prescrever, pois a situação mantém-se sem que nada seja feito. Já por diversas vezes o PSD interpelou o executivo camarário por forma a ser corrigida esta situação, mas nada foi feito. O descaso a que se assiste por parte da câmara para com esta questão traduz-se numa injustiça social para com muitos mangualdenses. Nomeadamente para com aqueles que deixam quase a totalidade do que recebem na farmácia mas que, ainda assim, pagam mensalmente a factura da água que a câmara lhes envia. Pagam sem que esperem que os responsáveis pela governação de Mangualde lhes venham dizer que este mês foi decidido por uma entidade (que ninguém conhece) que as dívidas da água não seriam cobradas nos próximos seis meses, logo não têm que se preocupar com mais esta conta. E não só não são cobradas as dívidas como o fornecimento de água não é cortado.
Noventa mil euros que poderiam ter servido para ajudar pessoas que comprovadamente têm dificuldades económicas, mas que foram jogados pela janela por “distração” do executivo camarário.
O PSD não pode compactuar com esta discriminação para com o povo de Mangualde, principalmente para com aqueles que verdadeiramente necessitam da ajuda da Câmara e, por tal, tudo fará para ver corrigida esta injustiça.
Por:PSD/Mangualde

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