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Politica

3.º Encontro Nacional de Estudantes uma iniciativa da JSD

Vai decorrer nos próximos dias 1 e 2 de fevereiro ,o 3.º Encontro Nacional de Estudantes organizado pela estrutura nacional da Juventude Social Democrata, em colaboração com a JSD Distrital da Guarda e o Núcleo de Estudantes Social Democratas do Instituto Politécnico da Guarda.

Segundo a JSD Guarda , este é o maior encontro de política para estudantes e este ano está de volta com um formato alargado e mais ambicioso, isto é, 2 dias intensos de discussão sobre políticas estudantis.

Deputados do PSD entregam requerimento sobre Obras no IP3 e IC7 na Assembleia da República

Os deputados do PSD eleitos na região Centro enviaram um requerimento ao Ministro das Infraestruturas e Habitação e  ao Presidente da Assembleia da República sobre as obras no IP3 e IC7 com o seguinte conteúdo.

“O atual estado do IP3 é o espelho de um país adiado e de um Interior maltratado.

Circular nesta estrada, fatalmente associada a muitas mortes e feridos graves em acidentes, é um suplicio e um risco cada vez mais parecido com a roleta russa.

Para o fluxo de trânsito que suporta e enquanto eixo que liga duas das cidades mais importantes do centro do país (Coimbra e Viseu), também usado por uma larga maioria da população dos distritos da Guarda, Vila Real e Bragança e pelos transportadores de mercadorias nacionais e internacionais, o seu traçado está completamente anacrónico e é quase sub-mundista.

Se a situação já era confrangedora e inaceitável num país que se quer aproximar da média europeia, ela tornou-se insuportável a partir do passado mês de julho, com o inicio das infindáveis obras de asfaltamento que nada mudam de forma estrutural e que obrigaram ao corte de hemifaixas de rodagem nalguns troços, ignorando por completo o aumento significativo de tráfego durante o Verão e os transtornos desproporcionais que iriam causar.

Comparando com outros países similares a Portugal, em que se trabalha de noite e dia em estradas estruturantes para servir os utentes com o menor incómodo possível, o cenário do IP3 é anedótico e incompreensível, ninguém ficando indiferente às interrupções nas obras dias a fio, com máquinas encostadas e inativas e com troços encerrados sem razão percetível.

A recente tempestade de chuva que se abateu sobre o país em Dezembro passado, com os associados desmoronamentos de terras, forçaram agora ao corte de uma via na zona de Souselas, sentido Coimbra – Viseu, sem que as Infraestruturas de Portugal se tenham dignado  a colocar sinalética sobre os desvios que devem ser feitos e onde devem ser feitos para quem tem de seguir viagem até Viseu ou até à Guarda, transformando as acessibilidades à região num calvário (via Luso, num sem numero de curvas e de filas sem termo, ou via A1/A25, num aumento incomportável do custo da viagem).

No seu anterior mandato, o Primeiro Ministro e o então Ministro das Infraestruturas anunciaram com pompa, mais que uma vez e em mais que um local, o desbloqueamento das obras deste malfadado IP3.

Estramos em 2020 e a situação parece mais bloqueada que nunca.

O OE para este ano prevê uma verba de 7 milhões de euros para a empreitada do nó de Penacova (a tal do asfaltamento – e pouco mais – que está em execução há meses), o que não representa nada de novo nem dá esperança a ninguém de que o IP3 venha a ter um traçado digno e seguro nos próximos tempos.

Entre os ponderáveis mal planeados e para emigrante ver antes das eleições (o início dos trabalhos de asfaltamento no troço Penacova – Lagoa Azul) e os imponderáveis causados pelas intempéries, as populações dos vários concelhos que hoje são obrigados a passar pelo martírio chamado IP3 poderiam ter a expectativa de dias melhores num futuro breve, com a construção do IC7 e a conclusão do IC6 pelo menos até ao nó de Folhadosa, Seia, em tempos tão ruidosamente reclamados pelos atuais responsáveis governativos e pelo principal partido que os suporta e agora tão primorosamente esquecidos.

Os cidadãos e as empresas das regiões servidas por estas vias não podem continuar a ser os parentes pobres do investimento nacional em infraestruturas, até porque deles beneficia em larga medida toda a economia do país.

Por assim ser e nos termos das disposições regimentais aplicáveis, os deputados signatários pretendem que o Senhor Ministro das Infraestruturas esclareça:

  1. Quando vão terminar as obras de asfaltamento do IP3 e em que data estimada está prevista a abertura de todos os troços do IP3?
  2. Em que data concreta vão começar as obras de duplicação do IP3 e qual o específico traçado que vai ser requalificado ou reconvertido em perfil de auto-estrada entre Coimbra e Viseu?
  3. Vai ou não o Governo dar continuidade às obras do IC6 até ao nó de Folhadosa, em Seia, e iniciar a construção do denominado IC7, entre Folhadosa e Celorico da Beira, distrito da Guarda (atual EN 17), e em caso afirmativo, com que calendarização?”

Palácio de São Bento, 3 de janeiro de 2020

Deputado(a)s

 

CARLOS PEIXOTO(PSD)

CARLA BORGES(PSD)

FERNANDO RUAS(PSD)

ANTÓNIO LIMA COSTA(PSD)

MÓNICA QUINTELA(PSD)

ANTÓNIO MALÓ DE ABREU(PSD)

PEDRO ALVES(PSD)

 

“Formação de Jovens Autarcas” uma iniciativa da JSD Gouveia

A sede do PSD Gouveia acolheu a iniciativa desenvolvida pela JSD Gouveia intitulada de “Formação de Jovens Autarcas”, no fim do mês de dezembro.
O início da sessão ficou marcado por um momento de partilha, onde foi possível ouvir a experiência autárquica do Prof. Jorge Ferreira, Vereador da Câmara Municipal de Gouveia. Seguiu-se uma atividade prática de simulação de funcionamento de uma Assembleia Municipal, onde os presentes foram divididos em grupos que intervêm na sessão.
Tiveram reunidos na sala 35 jovens de diversos pontos do distrito da Guarda”, salientou o Presidente da JSD Gouveia, Rodrigo Pinto. Agradeceu ainda a presença do Prof. Jorge Ferreira e Dr. José Nuno Santos, Vereadores da Câmara Municipal de Gouveia e da Engenheira Susana Seara Pires, Presidente do PSD Gouveia.

A atividade culminou com um jantar convívio, onde os presentes puderam degustar sabores da região.

O Presidente da JSD Gouveia, Rodrigo Pinto, agradeceu a presença de todos e desejou um próspero 2020, em especial, para os jovens do Concelho de Gouveia.

Ângelo Videira dos Santos candidato à liderança da Distrital da Guarda da JSD

 

Segundo comunicado,no passado Domingo dia 22, decorreu em Celorico da Beira o último Conselho Distrital da JSD Distrital da Guarda do mandato 2018-2020.

Ângelo Videira dos Santos, no presente ex-membro da mesma estrutura distrital, apresentou a sua candidatura a Presidente da Comissão Política Distrital da JSD Distrital da Guarda, com o lema um “Compromisso com o Futuro” .

Compromisso com o futuro é o mote para a equipa sólida e organizada que pretende apresentar a Congresso Distrital no início do próximo ano de 2020.

“Volto à minha casa de partida, e por isso a minha casa de sempre, para vos dizer que o Desafio de Uma Geração não se conquista sem um “Compromisso com o Futuro”, com base no respeito e num compromisso com todos os jovens da nossa JSD, mas sobretudo com todos jovens na nossa estrutura distrital. É prioritário voltar a unir e contar com todos! Apresento-me para agregar, para trabalhar com todos e em prol da estrutura, em prol da nossa juventude e de todos os nossos concidadãos.

Uma estrutura ativa e organizada internamente e que permita com liberdade a participação de todos os militantes, para que sejamos uma juventude partidária respeitada na sociedade civil e que permita também o contributo cívico desta, independentemente das posições políticas de cada um.

Só com a abertura e o trabalho unido de todos, podemos ter um papel ativo e construtivo para com a nossa sociedade.

Pretendo apresentar uma alternativa credível com tomadas de posição necessárias sobre os problemas das pessoas, apontando caminhos e soluções.

Integrar, democracia e pluralidade interna, defesa de pessoas, valores e princípios são alguns dos caminhos a seguir por esta candidatura.

Liberdade e Meritocrácia são as bases estruturais para que contando com todos estejamos organizados em equipas de trabalho que serão coordenadas pelo gabinete de estudos que pretendo tornar ativo, e por membros da Distrital.

São cincos as áreas de ação e trabalho político, e consequentemente, estas cinco estarão divididas em subáreas, a saber:

1 – Coesão Territorial (Europa, Investimentos Públicos, Emprego e Ação Social)

2 – Saúde (Bem-Estar e Qualidade de Vida)

3 – Educação (Ensino Profissional, Ensino Básico e Secundário, Ensino Superior, Novas Tecnologias)

4 – Ambiente (Alterações Climáticas, Proteção Civil)

5 – Comunicação (Eleições Nacionais e Autárquicas, Comunicação Social e Comunicação Política, Redes, Formação Cívica e Política e Diálogo Estruturado)

 

Comissão Política Distrital do PSD Guarda reage em comunicado sobre a coesão territorial

Em comunicado , o Comissão Política Distrital do PSD Guarda referiu:” O PS, o Governo e esquerda parlamentar, fingem ser sérios quando é a brincar, e não são sérios quando é a sério.

Nos programas, nas promessas e nas palavras, dizem-se acérrimos defensores da coesão e do equilíbrio territorial.

Nas ações, nas políticas e nas decisões, são um flop, uma desilusão, uns artífices que ostracizam, esquecem e indignam grande parte do Interior do país.

O que interessa ter uns gabinetes na Guarda para a secretaria de estado, num ato de mera simulação em  que é lá que se tratam as questões da ação social; o que interessa ter em Bragança ou em Castelo Branco outras estruturas governativas que dão ideia que é desta que a valorização do território não passa de uma gigantesca balela; o que interessa que a atual Ministra do Trabalho e da Segurança Social tenha jurado lealdade à Guarda enquanto cabeça de lista a deputada na AR por este círculo; o que interessa termos a Ministra da Coesão Territorial  a intitular-se ‘embaixadora’ da redução das portagens e uma  fiel representante desta região, que é a sua; o que interessa o povo ter eleito dois deputados do PS para a AR para defenderem os interesses das regiões e das suas populações; o que interessa tudo isto, e muito mais, se na primeira oportunidade toda esta gente mete a viola no saco e não quer saber da região para nada!?

Estes responsáveis políticos, coadjuvados pela hipocrisia  política e pela incoerência dos representantes do PCP e do BE, acabaram de dizer ao país, com o seu voto contra, que não querem que nas ex-scut (A23, A24, e A 25, entre outras), os portugueses do interior – aqueles que resistem estoicamente a uma série de adversidades -, não devem pagar menos 50% de portagens (75% em carros elétricos), nem devem beneficiar de 50% de redução do preço dos comboios, como já acontece nas grandes áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto.

É assim, com os pés, com desprezo e indiferença, que a esquerda parlamentar e o governo tratam uma grande parte da população, que também trabalha, também paga impostos, também tem direito à mobilidade e também deve ter as mesmas oportunidades daquela que vive noutras paragens.

O PSD nunca se vergará a esta brutal injustiça e discriminação e tudo fará para que ela se inverta, preparando outras iniciativas que, não tarda, vão uma vez mais, fazer cair a máscara a quem diz uma coisa e faz outra, sem nenhum tipo de pudor, de auto-crítica  e de respeito pelas nossas gentes.

 

JSD Fornos de Algodres reflete “Como será o concelho de Fornos de Algodres em 2030?

A JSD Fornos de Algodres vai discutir e refletir no próximo dia 21 de dezembro, sábado, pelas 17h, na  Biblioteca Municipal Maria Teresa Maia Gonzalez de Fornos de Algodres, a questão: “Como será o concelho de Fornos de Algodres em 2030? 

Segundo comunicado dos Jovens Sociais Democratas, querem fazer já uma reflexão dos próximos 10 anos do concelho, em duas áreas extremamente importantes para os jovens, como: a educação e o emprego.

Para tal são convidados , Artur Oliveira (diretor do Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres) , Margarida Mano (ex-ministra da educação),  Ângelo Andrade (empresário) e Miguel Poiares Maduro (ex-ministro do desenvolvimento regional) a participar nesta discussão, com a apresentação das suas ideias para o futuro do concelho e desta região e posteriormente, sendo aberto a todos os elementos presentes, espaço de debate.

 

Agostinho Gonçalves demitiu-se da Concelhia do PS/Guarda

Recebemos um comunicado por parte Agostinho Gonçalves da concelhia do PS da Guarda , ao qual apresenta a sua demissão mostrando alguma insatisfação como refere:
 “Apresento hoje a minha demissão do cargo de Presidente da Concelhia da Guarda. Não o faço de ânimo leve ou movido por qualquer sentimento de retaliação.Tomo esta decisão, isso sim, com mágoa.  Não é admissível que uma estrutura local – seja ela qual for (neste caso a Concelhia da Guarda) – possa ser vetada a um total degredo e aberrante desprezo institucional.

Atitude apenas compreensível, se secundada por uma estratégia de “limpeza étnica” (em termos políticos, leia-se), numa clara purga e perseguição de determinados militantes.

 Assim, se um partido recusa o diálogo, o planeamento político e a definição de uma estratégia com as estruturas eleitas, estas de nada servem.

  Nesta senda, prefere o Partido Socialista dialogar com “estruturas sombra” (não eleitas), corporizadas por um conjunto de distintas e anónimas individualidades.

 A cúpula, ao estilo “União Nacional”, de um estalinismo primário, que deveria envergonha qualquer socialista (qualquer democrata), ostraciza as estruturas locais, na hipótese de os seus dirigentes não serem do agrado dos “senhores e senhoras” que mandam (na verdade) eternamente no partido em termos locais.Chega a ser caricato que o Partido Socialista, um partido plural, assuma internamente a defesa do “partido único”.Se assim é, que assim seja.No entanto, assiste-me a liberdade de afirmar: não farei parte deste formato político-partidário.

  Acredito numa outra forma: a democrática, a institucional, a da meritocracia, a altruísta e abnegada.

 Lamento que se tenha chegado ao ponto de um Presidente de Concelhia não conseguir, sequer, obter qualquer resposta às várias mensagens de correio electrónico enviadas às estruturas nacionais do partido.

  Aproveito, ainda, esta oportunidade para reiterar – agora publicamente – toda a minha solidariedade com os Deputados do Partido Socialista da Assembleia de Freguesia de Gonçalo que renunciaram às suas funções, atentos os motivos invocados.Neste particular, um cumprimento especial à Camarada Anabela Pereira, pelo trabalho que desenvolveu na Freguesia de Gonçalo e pela sua coragem.Estarei sempre disponível para trabalhar no interesse do meu partido, mas nunca desta forma.

 Criou-se o estigma dos “cristãos novos”.Distinguiu-se uma elite.Dividiu-se entre novos e velhos, entre ilustres e desconhecidos.Um partido que divide, nunca conseguirá unir.Tenho orgulho no trabalho que desenvolvemos.Não posso, por isso, deixar de agradecer a toda a equipa que me acompanhou, prestando-lhe a devida homenagem pelo trabalho realizado, pelo entusiasmo, pela lealdade e toda a ajuda que sempre me dispensaram.Foram (e serão) os “amigos certos na hora incerta”.

 No final deixou um agradecimento a todos os eleitos do Partido Socialista – Vereadores, Deputados Municipais, Presidentes de Junta e Deputados das Assembleias de Freguesia –, pelo trabalho que têm vindo a realizar, em representação do Partido.Da minha parte, estarei, como sempre estive, disponível para a minha cidade.

 

 

Rogério Abrantes preside a CIM Dão Lafões, Elísio Oliveira é vice -Presidente

Teve lugar nesta sexta-feira a eleição dos novos órgãos sociais da CIM Dão Lafões, deste modo dos 12 presidentes, 11 deles votaram favoravelmente, ficando um que votou em branco.

Deste modo, Rogério Abrantes, Presidente da Câmara Municipal do Carregal do Sal foi reeleito Presidente da CIM Dão Lafões, Elísio Oliveira, Presidente da Câmara de Mangualde e Paulo Martins de Almeida, Presidente da Câmara Municipal de Castro Daire foi reeleito Vice-Presidente desta Comunidade Intermunicipal.

Deputado do PSD na AR , Carlos Peixoto questiona Ministra da Justiça

Em comunicado, Carlos Peixoto, Deputado do PSD na Assembleia da República, questionou a Ministra da Justiça, referindo: O estado de degradação existente em vários tribunais do nosso País não tem fim à vista e agrava-se de dia para dia, com uma complacência e uma inércia confrangedora por parte do Governo.

Como tem sido denunciado pelos presidentes de várias comarcas em relatórios e em declarações públicas reincidentes, o património afeto a inúmeros tribunais encontra-se num estado calamitoso e com um nível de deterioração tal que torna desprestigiante e indigna a administração da justiça.

O cenário é negro e nada compatível como a dignidade da função judicial.

A Ministra da Justiça andou a apregoar nos últimos dois anos que o Governo iria apresentar na Assembleia da República uma lei de programação das infraestruturas da justiça, que incluiria nomeadamente as infraestruturas e equipamentos dos tribunais, mas esta promessa, como outras, ficou por concretizar.

O que este Governo se limitou a fazer foi apresentar, em Maio do ano passado, um plano de requalificação para uma década nos tribunais, o qual, sem lei das infraestruturas e sobretudo sem investimento efetivo nesta área de soberania, redunda num enorme empurrar com a barriga, numa permanente gestão de expectativas e numa crescente e preocupante degradação de muitos edifícios.

O Grupo Parlamentar do PSD já tinha chamado à atenção da Sra. Ministra da Justiça para estas questões na Pergunta que lhe dirigiu em 21/08/2019 (Pergunta n.º 2765/XIIl/4), mas depois disso nada aconteceu e nada foi feito para pôr cobro às situações denunciadas nos referidos relatórios.

Tribunais sem acessos para pessoas com mobilidade diminuída, infiltrações e falhas estruturais, janelas calafetadas, ar condicionado avariado, acumulação de fungos nos tetos e paredes, locais em gue chove como na rua, salas de audiências interditas com risco de ruir, revestimentos exteriores e interiores a cair aos bocados e problemas graves que se acumulam sem soluções à vista.

No caso concreto da Comarca da Guarda, os casos mais gritantes são os dos Tribunais de Trabalho da Guarda, que não realiza julgamentos na sala de audiência, porque o teto não apresenta solidez nem segurança, e o de Seia, onde se vive num verdadeiro sobressalto, com escadarias de acesso vedado, com infiltrações a aparecerem por todo o lado e com pedaços do edifício a soltarem-se, obrigando a proteção civil municipal a constituir zonas de segurança para proteção de pessoas e bens.

Sobram as visitas sucessivas de técnicos do Ministério da Justiça, mas faltam ações, obras e soluções.

Em face do exposto, nos termos constitucionais e regimentais aplicáveis, o Deputado do PSD abaixo assinado apresenta à Ministra da Justiça as seguintes perguntas:

1 — Qual é o balanço que faz em relação às situações denunciadas?

2 – Reconhece ou não a emergência na intervenção no edificado, não só a nível de reparação das anomalias existentes, mas também de acessibilidades para pessoas com mobilidade reduzida?

3 – Que medidas urgentes já tomou para pôr cobro às situações apontadas?

4 – Qual a razão pela qual os Tribunais de Seia e da Guarda aguardam há já mais de 3 ou 4 anos pelas obras necessárias à recuperação da sua dignidade e funcionalidade?

 

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