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Ângelo Videira dos Santos candidato à liderança da Distrital da Guarda da JSD

 

Segundo comunicado,no passado Domingo dia 22, decorreu em Celorico da Beira o último Conselho Distrital da JSD Distrital da Guarda do mandato 2018-2020.

Ângelo Videira dos Santos, no presente ex-membro da mesma estrutura distrital, apresentou a sua candidatura a Presidente da Comissão Política Distrital da JSD Distrital da Guarda, com o lema um “Compromisso com o Futuro” .

Compromisso com o futuro é o mote para a equipa sólida e organizada que pretende apresentar a Congresso Distrital no início do próximo ano de 2020.

“Volto à minha casa de partida, e por isso a minha casa de sempre, para vos dizer que o Desafio de Uma Geração não se conquista sem um “Compromisso com o Futuro”, com base no respeito e num compromisso com todos os jovens da nossa JSD, mas sobretudo com todos jovens na nossa estrutura distrital. É prioritário voltar a unir e contar com todos! Apresento-me para agregar, para trabalhar com todos e em prol da estrutura, em prol da nossa juventude e de todos os nossos concidadãos.

Uma estrutura ativa e organizada internamente e que permita com liberdade a participação de todos os militantes, para que sejamos uma juventude partidária respeitada na sociedade civil e que permita também o contributo cívico desta, independentemente das posições políticas de cada um.

Só com a abertura e o trabalho unido de todos, podemos ter um papel ativo e construtivo para com a nossa sociedade.

Pretendo apresentar uma alternativa credível com tomadas de posição necessárias sobre os problemas das pessoas, apontando caminhos e soluções.

Integrar, democracia e pluralidade interna, defesa de pessoas, valores e princípios são alguns dos caminhos a seguir por esta candidatura.

Liberdade e Meritocrácia são as bases estruturais para que contando com todos estejamos organizados em equipas de trabalho que serão coordenadas pelo gabinete de estudos que pretendo tornar ativo, e por membros da Distrital.

São cincos as áreas de ação e trabalho político, e consequentemente, estas cinco estarão divididas em subáreas, a saber:

1 – Coesão Territorial (Europa, Investimentos Públicos, Emprego e Ação Social)

2 – Saúde (Bem-Estar e Qualidade de Vida)

3 – Educação (Ensino Profissional, Ensino Básico e Secundário, Ensino Superior, Novas Tecnologias)

4 – Ambiente (Alterações Climáticas, Proteção Civil)

5 – Comunicação (Eleições Nacionais e Autárquicas, Comunicação Social e Comunicação Política, Redes, Formação Cívica e Política e Diálogo Estruturado)

 

Comissão Política Distrital do PSD Guarda reage em comunicado sobre a coesão territorial

Em comunicado , o Comissão Política Distrital do PSD Guarda referiu:” O PS, o Governo e esquerda parlamentar, fingem ser sérios quando é a brincar, e não são sérios quando é a sério.

Nos programas, nas promessas e nas palavras, dizem-se acérrimos defensores da coesão e do equilíbrio territorial.

Nas ações, nas políticas e nas decisões, são um flop, uma desilusão, uns artífices que ostracizam, esquecem e indignam grande parte do Interior do país.

O que interessa ter uns gabinetes na Guarda para a secretaria de estado, num ato de mera simulação em  que é lá que se tratam as questões da ação social; o que interessa ter em Bragança ou em Castelo Branco outras estruturas governativas que dão ideia que é desta que a valorização do território não passa de uma gigantesca balela; o que interessa que a atual Ministra do Trabalho e da Segurança Social tenha jurado lealdade à Guarda enquanto cabeça de lista a deputada na AR por este círculo; o que interessa termos a Ministra da Coesão Territorial  a intitular-se ‘embaixadora’ da redução das portagens e uma  fiel representante desta região, que é a sua; o que interessa o povo ter eleito dois deputados do PS para a AR para defenderem os interesses das regiões e das suas populações; o que interessa tudo isto, e muito mais, se na primeira oportunidade toda esta gente mete a viola no saco e não quer saber da região para nada!?

Estes responsáveis políticos, coadjuvados pela hipocrisia  política e pela incoerência dos representantes do PCP e do BE, acabaram de dizer ao país, com o seu voto contra, que não querem que nas ex-scut (A23, A24, e A 25, entre outras), os portugueses do interior – aqueles que resistem estoicamente a uma série de adversidades -, não devem pagar menos 50% de portagens (75% em carros elétricos), nem devem beneficiar de 50% de redução do preço dos comboios, como já acontece nas grandes áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto.

É assim, com os pés, com desprezo e indiferença, que a esquerda parlamentar e o governo tratam uma grande parte da população, que também trabalha, também paga impostos, também tem direito à mobilidade e também deve ter as mesmas oportunidades daquela que vive noutras paragens.

O PSD nunca se vergará a esta brutal injustiça e discriminação e tudo fará para que ela se inverta, preparando outras iniciativas que, não tarda, vão uma vez mais, fazer cair a máscara a quem diz uma coisa e faz outra, sem nenhum tipo de pudor, de auto-crítica  e de respeito pelas nossas gentes.

 

JSD Fornos de Algodres reflete “Como será o concelho de Fornos de Algodres em 2030?

A JSD Fornos de Algodres vai discutir e refletir no próximo dia 21 de dezembro, sábado, pelas 17h, na  Biblioteca Municipal Maria Teresa Maia Gonzalez de Fornos de Algodres, a questão: “Como será o concelho de Fornos de Algodres em 2030? 

Segundo comunicado dos Jovens Sociais Democratas, querem fazer já uma reflexão dos próximos 10 anos do concelho, em duas áreas extremamente importantes para os jovens, como: a educação e o emprego.

Para tal são convidados , Artur Oliveira (diretor do Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres) , Margarida Mano (ex-ministra da educação),  Ângelo Andrade (empresário) e Miguel Poiares Maduro (ex-ministro do desenvolvimento regional) a participar nesta discussão, com a apresentação das suas ideias para o futuro do concelho e desta região e posteriormente, sendo aberto a todos os elementos presentes, espaço de debate.

 

Agostinho Gonçalves demitiu-se da Concelhia do PS/Guarda

Recebemos um comunicado por parte Agostinho Gonçalves da concelhia do PS da Guarda , ao qual apresenta a sua demissão mostrando alguma insatisfação como refere:
 “Apresento hoje a minha demissão do cargo de Presidente da Concelhia da Guarda. Não o faço de ânimo leve ou movido por qualquer sentimento de retaliação.Tomo esta decisão, isso sim, com mágoa.  Não é admissível que uma estrutura local – seja ela qual for (neste caso a Concelhia da Guarda) – possa ser vetada a um total degredo e aberrante desprezo institucional.

Atitude apenas compreensível, se secundada por uma estratégia de “limpeza étnica” (em termos políticos, leia-se), numa clara purga e perseguição de determinados militantes.

 Assim, se um partido recusa o diálogo, o planeamento político e a definição de uma estratégia com as estruturas eleitas, estas de nada servem.

  Nesta senda, prefere o Partido Socialista dialogar com “estruturas sombra” (não eleitas), corporizadas por um conjunto de distintas e anónimas individualidades.

 A cúpula, ao estilo “União Nacional”, de um estalinismo primário, que deveria envergonha qualquer socialista (qualquer democrata), ostraciza as estruturas locais, na hipótese de os seus dirigentes não serem do agrado dos “senhores e senhoras” que mandam (na verdade) eternamente no partido em termos locais.Chega a ser caricato que o Partido Socialista, um partido plural, assuma internamente a defesa do “partido único”.Se assim é, que assim seja.No entanto, assiste-me a liberdade de afirmar: não farei parte deste formato político-partidário.

  Acredito numa outra forma: a democrática, a institucional, a da meritocracia, a altruísta e abnegada.

 Lamento que se tenha chegado ao ponto de um Presidente de Concelhia não conseguir, sequer, obter qualquer resposta às várias mensagens de correio electrónico enviadas às estruturas nacionais do partido.

  Aproveito, ainda, esta oportunidade para reiterar – agora publicamente – toda a minha solidariedade com os Deputados do Partido Socialista da Assembleia de Freguesia de Gonçalo que renunciaram às suas funções, atentos os motivos invocados.Neste particular, um cumprimento especial à Camarada Anabela Pereira, pelo trabalho que desenvolveu na Freguesia de Gonçalo e pela sua coragem.Estarei sempre disponível para trabalhar no interesse do meu partido, mas nunca desta forma.

 Criou-se o estigma dos “cristãos novos”.Distinguiu-se uma elite.Dividiu-se entre novos e velhos, entre ilustres e desconhecidos.Um partido que divide, nunca conseguirá unir.Tenho orgulho no trabalho que desenvolvemos.Não posso, por isso, deixar de agradecer a toda a equipa que me acompanhou, prestando-lhe a devida homenagem pelo trabalho realizado, pelo entusiasmo, pela lealdade e toda a ajuda que sempre me dispensaram.Foram (e serão) os “amigos certos na hora incerta”.

 No final deixou um agradecimento a todos os eleitos do Partido Socialista – Vereadores, Deputados Municipais, Presidentes de Junta e Deputados das Assembleias de Freguesia –, pelo trabalho que têm vindo a realizar, em representação do Partido.Da minha parte, estarei, como sempre estive, disponível para a minha cidade.

 

 

Rogério Abrantes preside a CIM Dão Lafões, Elísio Oliveira é vice -Presidente

Teve lugar nesta sexta-feira a eleição dos novos órgãos sociais da CIM Dão Lafões, deste modo dos 12 presidentes, 11 deles votaram favoravelmente, ficando um que votou em branco.

Deste modo, Rogério Abrantes, Presidente da Câmara Municipal do Carregal do Sal foi reeleito Presidente da CIM Dão Lafões, Elísio Oliveira, Presidente da Câmara de Mangualde e Paulo Martins de Almeida, Presidente da Câmara Municipal de Castro Daire foi reeleito Vice-Presidente desta Comunidade Intermunicipal.

Deputado do PSD na AR , Carlos Peixoto questiona Ministra da Justiça

Em comunicado, Carlos Peixoto, Deputado do PSD na Assembleia da República, questionou a Ministra da Justiça, referindo: O estado de degradação existente em vários tribunais do nosso País não tem fim à vista e agrava-se de dia para dia, com uma complacência e uma inércia confrangedora por parte do Governo.

Como tem sido denunciado pelos presidentes de várias comarcas em relatórios e em declarações públicas reincidentes, o património afeto a inúmeros tribunais encontra-se num estado calamitoso e com um nível de deterioração tal que torna desprestigiante e indigna a administração da justiça.

O cenário é negro e nada compatível como a dignidade da função judicial.

A Ministra da Justiça andou a apregoar nos últimos dois anos que o Governo iria apresentar na Assembleia da República uma lei de programação das infraestruturas da justiça, que incluiria nomeadamente as infraestruturas e equipamentos dos tribunais, mas esta promessa, como outras, ficou por concretizar.

O que este Governo se limitou a fazer foi apresentar, em Maio do ano passado, um plano de requalificação para uma década nos tribunais, o qual, sem lei das infraestruturas e sobretudo sem investimento efetivo nesta área de soberania, redunda num enorme empurrar com a barriga, numa permanente gestão de expectativas e numa crescente e preocupante degradação de muitos edifícios.

O Grupo Parlamentar do PSD já tinha chamado à atenção da Sra. Ministra da Justiça para estas questões na Pergunta que lhe dirigiu em 21/08/2019 (Pergunta n.º 2765/XIIl/4), mas depois disso nada aconteceu e nada foi feito para pôr cobro às situações denunciadas nos referidos relatórios.

Tribunais sem acessos para pessoas com mobilidade diminuída, infiltrações e falhas estruturais, janelas calafetadas, ar condicionado avariado, acumulação de fungos nos tetos e paredes, locais em gue chove como na rua, salas de audiências interditas com risco de ruir, revestimentos exteriores e interiores a cair aos bocados e problemas graves que se acumulam sem soluções à vista.

No caso concreto da Comarca da Guarda, os casos mais gritantes são os dos Tribunais de Trabalho da Guarda, que não realiza julgamentos na sala de audiência, porque o teto não apresenta solidez nem segurança, e o de Seia, onde se vive num verdadeiro sobressalto, com escadarias de acesso vedado, com infiltrações a aparecerem por todo o lado e com pedaços do edifício a soltarem-se, obrigando a proteção civil municipal a constituir zonas de segurança para proteção de pessoas e bens.

Sobram as visitas sucessivas de técnicos do Ministério da Justiça, mas faltam ações, obras e soluções.

Em face do exposto, nos termos constitucionais e regimentais aplicáveis, o Deputado do PSD abaixo assinado apresenta à Ministra da Justiça as seguintes perguntas:

1 — Qual é o balanço que faz em relação às situações denunciadas?

2 – Reconhece ou não a emergência na intervenção no edificado, não só a nível de reparação das anomalias existentes, mas também de acessibilidades para pessoas com mobilidade reduzida?

3 – Que medidas urgentes já tomou para pôr cobro às situações apontadas?

4 – Qual a razão pela qual os Tribunais de Seia e da Guarda aguardam há já mais de 3 ou 4 anos pelas obras necessárias à recuperação da sua dignidade e funcionalidade?

 

Anabela Pereira renúncia ao seu mandato na Assembleia de Freguesia do Gonçalo

Em comunicado chegado à nossa redação, pela deputada eleita pelo PS na Freguesia de Gonçalo(Guarda), Anabela Pereira referiu:”Não esquecendo que o Senhor Assessor Pedro Pires é, igualmente, Presidente da Assembleia de Freguesia de Gonçalo, assembleia na qual os Deputados do PS foram, pelo mesmo, hostilizados e atacados politicamente.

A referida nomeação é um insulto a quem “deu a cara” pelo PS nas difíceis eleições autárquicas de 2017, quando muitos se “esconderam” e outros “viraram a casaca”.

Um partido que não respeita as suas bases e os seus eleitos é um partido autista e burguês, que vive deslumbrado em jogos de bastidores e dominado por interesses pessoais, pelo irei suspender, igualmente a minha militância.

Lamento esta tomada de posição, mas como diz o povo “quem não sente, não é filho de boa gente”. Decisão que não tomo de ânimo leve, depois de em 2017 ter aceite ser candidata a esta Junta de Freguesia pelo PS, em circunstâncias muito difíceis”.

Assim a deputada discorda da nomeação de Pedro Pires como Assessor da Secretaria de Estado da Ação Social agora descentralizada para a Guarda.
foto:DR

Ana Mendes Godinho e Ana Abrunhosa vão ser Ministras do novo Governo

Depois de António Costa ter sido indigitado como Primeiro – Ministro, foi hora de formar o novo executivo para os próximos quatro anos e assim , Ana Mendes Godinho eleita pelo Distrito da Guarda, vai ser a nova Ministra do Trabalho e da Segurança Social e Ana Abrunhosa , anterior Presidente da CCDR Centro será a Ministra da Coesão Social.

Um novo executivo vai agora chegar, será empossado em breve.

 

JSD Guarda fez balanço sobre Legislativas 19

Em comunicado, a JSD do Distrito da Guarda, reagiu com um balanço sobre as eleições Legislativas 19, referindo:

“No passado domingo assistimos à segunda derrota eleitoral consecutiva no
distrito do Partido Social Democrata que, independentemente de ser um resultado
acima da média nacional, em nada corresponde aos objetivos traçados pelo PSD
Distrital da Guarda.
É também um facto que o PSD ganhou em distritos em que tal não tinha
acontecido nas eleições europeias, como é o caso de Leiria, em que a aposta em
candidatos jovens deu o seu fruto. Essa aposta não só não aconteceu no nosso
distrito, como ainda houve um afastamento das estruturas com que os cidadãos não
se identificaram.
A JSD Distrital, eleita pelos seus militantes, foi mandatada por eles em
diversas ocasiões a reagir à falta de respeito inter-estruturas que se verificou,
nomeadamente, pela não inclusão de um candidato jovem nas listas à Assembleia
da República. É importante referir que a JSD Distrital não fez contra-campanha,
limitou-se simplesmente a ficar no sítio onde o Presidente da CPD do PSD, o Dr.
Carlos Peixoto, a escolheu ter, isto é, do lado de fora, como já tinha mostrado ao
longo do seu mandato.
Assim sendo, se a JSD Distrital era tão insignificante como o Presidente da
Distrital do PSD afirmava e afirma, porque é que afinal a JSD é a culpada se, na
opinião do Dr. Carlos Peixoto, não tem relevância, logo não contribuindo para uma
derrota? Ou esta é a maneira mais discreta que o Presidente do PSD da Guarda
tem de admitir que afinal a JSD é importante e teria virado o resultado caso o seu
ego e prepotência não conduzissem quem discorda à porta da rua?
Consideramos vergonhoso que o Presidente da Distrital tenha assumido toda
a responsabilidade na constituição da lista e agora não tenha a humildade de
assumir a sua responsabilidade na derrota.
Acreditamos, portanto, ser absolutamente necessária uma reflexão interna
sobre os resultados e até sobre a campanha em si. Dada a vontade do Presidente
do PSD Distrital da Guarda, Dr. Carlos Peixoto, em analisar os resultados eleitorais
e em apontar culpados, era bom que partisse dele a clarificação do rumo que o
partido deve ter.”

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