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Politica

CDS-PP quer saber quantos idosos vivem isolados

Em Comunicado o CDS-PP, referiu, os deputados  Pedro Mota Soares, Hélder Amaral, Ana Rita Bessa e João Rebelo querem saber se as câmaras municipais do distrito da Guarda sabem quantos idosos vivem isolados e/ou sozinhos nos seus concelhos.

Em requerimentos dirigidos a cada uma das autarquias do distrito, os deputados do CDS-PP questionam:

  1. Estão os idosos residentes no seu concelho, e que vivem sozinhos e/ou isolados, sinalizados pela autarquia? Se sim:

1.1. Quantos idosos moram sozinhos? E, destes, quantos estão isolados?

1.2. Quantos idosos moram acompanhados por outros idosos? E, destes, quantos estão isolados?

  1. Tem a autarquia algum tipo de apoio aos idosos que vivem sozinhos?
  2. Tem a autarquia algum protocolo com as IPSS ou Misericórdias para o apoio aos idosos?
  3. Há falta de residências e lares da terceira idade no seu concelho? Os que existem são acessíveis à maioria dos idosos?
  4. Desenvolveu, ou tenciona desenvolver, ações de sensibilização para que os idosos do seu concelho adotem comportamentos de segurança que permitam reduzir o risco de se tornarem vítimas de crimes?
  5. Caso a autarquia não tenha sinalizados os idosos a viver sozinhos e/ou isolados, qual é a razão? Tenciona efetuar essa sinalização? Se sim, quando?

As alterações registadas nas sociedades modernas e o seu reflexo nos contextos europeus e mundiais, onde prevalecem conceitos de otimização da economia, obrigam-nos a dar especial atenção ao impacto que estes fenómenos produzem nas famílias, bem como nos grupos mais vulneráveis, nomeadamente os idosos.

O envelhecimento demográfico traduz alterações na distribuição etária de uma população, expressando uma maior proporção de população em idades mais avançadas. Esta dinâmica é entendida internacionalmente como uma das mais importantes tendências demográficas da atualidade.

 

Em conformidade com o estudo do INE – Instituto Nacional de Estatística publicado em julho de 2015, as alterações na composição etária da população residente em Portugal e para o conjunto da União Europeia a 28 são reveladoras do envelhecimento demográfico da última década.

 

Em resultado da queda da natalidade e do aumento da longevidade nos últimos anos, verificou-se em Portugal o decréscimo da população jovem (0 a 14 anos de idade) e da população em idade ativa (15 a 64 anos de idade), em simultâneo com o aumento da população idosa (65 e mais anos de idade).

 

O número de idosos ultrapassou o número de jovens pela primeira vez, em Portugal, em 2000, tendo o índice de envelhecimento, que traduz a relação entre o número de idosos e o número de jovens, atingindo os 141 idosos por cada 100 jovens em 2014. Em 2017 este número subiu para 156.

 

Por outro lado, o índice de dependência de idosos que, como referido, relaciona a população idosa com a população em idade ativa, continua a aumentar: em 2003, por cada 100 pessoas em idade ativa residiam em Portugal 25 idosos, valor que passou para 31 em 2014 (30 em 2013).

 

Neste cenário, há cada vez mais idosos a viver sozinhos ou isolados. No último Censos Sénior, a GNR sinalizou 45.563 idosos que vivem sozinhos e/ou isolados, ou em situação de vulnerabilidade, devido à sua condição física, psicológica, ou outra que possa colocar a sua segurança em causa. São quase mais meia centena do que no ano anterior e mais de dois mil em relação a 2016, ano que já tinha contabilizado mais do triplo do registado em 2011.

 

Muitos destes idosos são pessoas que, devido à sua especial suscetibilidade, necessitam de uma proteção especial e reforçada, quer seja em termos sociais, económicos, de saúde ou de justiça.

Em novembro, uma mulher de 100 anos morreu num incêndio no prédio onde morava, na Porto. A idosa era a única habitante do edifício e o fogo começou no quarto onde dormia. Há um mês outra mulher, de 81 anos, morreu num incêndio em casa, também no Porto.

 

Em janeiro, um casal de idosos foi encontrado morto em casa, no Dafundo, Oeiras, distrito de Lisboa.

 

Esta semana, um casal de octogenários apareceu morto numa casa em Sernancelhe, Viseu.

 

Casos de isolamento e solidão muitas vezes acabam em tragédia.

 

O Grupo Parlamentar do CDS-PP defende que importa garantir a existência de mecanismos efetivos de proteção que salvaguardem e atendam às particularidades, riscos e fragilidades dos mais idosos.

JSD da Guarda lança repto a Carlos Peixoto

O IV Conselho Distrital da JSD da Guarda teve lugar em Gouveia.
Fernando Melo desafiou o líder distrital do Partido,  Carlos Peixoto, a olhar para a juventude na elaboração das listas para as legislativas, com a mesma seriedade que o partido olhou nas europeias, ao atribuir o segundo lugar a Lídia Pereira.

Ainda esteve presente a Prof.ª Dra. Maria Graça Carvalho, antiga Ministra da Educação e candidata a Eurodeputada, que participou numa reflexão sobre educação, na sequência da comemoração do dia do estudante.

No decorrer dos trabalhos, ainda se manifestou especial interesse sobre o futuro da Câmara Municipal da Guarda.

 

Fruição artística na Escola nas Conversas de Café na Guarda

Vai ter lugar, na Guarda, mais concretamente no Café – Concerto do TMG, mais uma edição das Conversas de Café, a realizar na sexta-feira, dia 29 de março, às 21h30,  com entrada livre com o  professor e investigador Paulo Morais-Alexandre, a atriz e encenadora Rita Lello e os professores Norberto Gonçalves e António Prata Coelho .

“A fruição artística na Escola: desafios pedagógicos” é o tema desta quarta iniciativa do Ciclo “Conversas de Café”, estando a próxima já agendada para o próximo dia 26 de abril sob o tema “A Diáspora: patrimónios da emigração na região da Guarda”.

A iniciativa é organizada pela Comissão Executiva da Candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura e a Câmara Municipal da Guarda, tendo como principal objetivo promover a participação e o envolvimento da comunidade em geral na discussão pública e reflexão dos temas que integram o conteúdo da estratégia e proposta de programa da Candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura 2027.

PSD em comunicado deixou Voto de Congratulação

O PSD aprovou recentemente a lista completa dos seus candidatos ao Parlamento Europeu, com mais de 90% dos votos dos membros do Conselho Nacional. A lista inclui 21 efetivos e 8 suplentes, contendo 15 mulheres e 14 homens.

Pela primeira vez na história das eleições para o Parlamento Europeu, o Distrito da Guarda conta com um seu cidadão a integrar um lugar de destaque na respetiva lista, numa graduação que, com grande probabilidade, garantirá a sua eleição.

Trata-se do reputado militante do PSD Guarda, Álvaro Amaro, que é, como se sabe, também Presidente da Câmara da capital do distrito e Presidente dos Autarcas Social-democratas.

De forma muita viva e reconhecida, a Distrital do PSD da Guarda congratula-se com esta inédita e acertada escolha dos Orgãos nacionais do partido.

O percurso profissional e político do agora candidato a deputado do Parlamento Europeu, ex-governante, ex-deputado da AR e ex-autarca de Gouveia, fala por si.

Homem de causas e de rasgos, este nosso companheiro, que também já liderou o PSD distrital por duas vezes, é um pensador, um decisor e um executor. Deixou sempre uma profunda marca por onde passou, a ponto de mesmo os seus críticos nunca terem conseguido ficar indiferentes ao seu estilo e à sua notável capacidade de intervenção.

Esta decisão do PSD nacional só pode deixar orgulhosos todos os cidadãos do distrito da Guarda e da região, independentemente da sua simpatia, filiação partidária ou do seu voto nas eleições de 26 de maio próximo.

Afinal, do que se trata, é de eleger um dos nossos mais qualificados quadros e um dos propulsores da defesa do ‘Interior’ para um Orgão Europeu que decidirá muito do que será o futuro de Portugal e da região das Beiras e da Serra da Estrela nos próximos anos.

Quem o conhece sabe que se recusará a ser apenas mais um entre centenas. Fará a nível Europeu, o que sempre fez em Portugal e no Distrito da Guarda. Atuará, intervirá e elevará a sua voz e a sua força beirã em prol de todos nós. A partir de Bruxelas, servirá o país, e servindo o país servirá também a Guarda e as suas gentes, desta vez com um poder renovado e de uma outra dimensão.

Aliás, a sua expectável eleição não pode ser mais promissora. Álvaro Amaro terá como principal missão trabalhar as políticas de desenvolvimento regional e da agricultura, áreas a que tem dedicado muito da sua vida pública e que tão caras e cruciais são para o nosso distrito.

Como o início de um novo ciclo, por mais fulgurante que seja, representa sempre o fim de outro. É também justo deixar aqui registado o orgulho que esta estrutura distrital sente pela governação autárquica da Guarda nos últimos anos.  A cidade e o concelho têm hoje uma imagem externa e uma perceção pública que muito os dignificam. Deram um salto em frente, ganharam uma nova centralidade e tornaram-se incomensuravelmente mais atraentes. Afirmaram-se no panorama regional e nacional e prepararam-se para os desafios futuros com um profissionalismo e com uma competência que há muito andavam arredadas do seu território.

A Guarda tem hoje outra vitalidade, outro prestígio e outra capacidade de realização. Álvaro Amaro fez muito pela região. Não fez, seguramente, tudo o que desejou e sonhou. Mas a sua passagem deixa uma imagem de uma entrega total ao bem comum.

Não sai. Vai apenas para outro lado. Não se despede. Continuará a trabalhar para a Guarda, não de dentro para dentro, mas de fora para dentro. Não perde influência nem poder, ganha. Não vai com o sentimento do dever cumprido. Sai apenas com a convicção de quem sabe que não pode e não quer abandonar a ‘região que o viu nascer’.

Como ele também sempre disse, ‘esteja onde estiver, defenderá sempre o nosso distrito’. É esta, agora, a sua desafiante missão. É esse o nosso férreo e genuíno apelo.

Por:CPD/PSD

WinterFest da Juventude Socialista na Serra da Estrela

Teve lugar de 15 a 17 de março de 2019, nos concelhos de Gouveia e Seia,  a 8ª edição do WinterFest da Juventude Socialista.
Esta iniciativa, de âmbito nacional, foi promovida pela Federação Distrital da Guarda da Juventude Socialista e, nesta edição, pelas concelhias de Gouveia e Seia da Juventude Socialista.

Ao longo de 3 dias foram várias as dezenas de jovens que se deslocaram até esta região, oriundos de norte a sul do país, dos Açores a Espanha, para participar no maior evento de Inverno da Juventude Socialista e contribuir para os vários momentos de amplo debate sobre a modernização como alavanca das potencialidades das regiões de baixa densidade populacional, sobre o papel dos jovens na política e sobre a atualidade política nacional e internacional, proporcionados nos 3 painéis que puderam contar com vários oradores, tais como Luís Goes Pinheiro (Secretário de Estado Adjunto e da Modernização Administrativa), Margarida Marques (Deputada à Assembleia da República, ex-Secretária de Estado dos Assuntos Europeus e candidata  pelo PS ao Parlamento Europeu), Maria Begonha (Secretária-Geral da Juventude Socialista), Ivan Gonçalves (Deputado à Assembleia da República e Vice-Presidente do Grupo Parlamentar da Assembleia da República), João Almeida Santos (Diretor dos Departamentos de Ciência Política da ULHT e ULP), Paulo Mendes Pinto (Diretor da Licenciatura e Mestrado em Ciência das Religiões na Universidade Lusófona), José Luis Mateos (candidato pelo PSOE à Alcadía de Salamanca) e de um representante da CCDR Centro.

Por entre os momentos de debate, a iniciativa contemplou ainda vários momentos destinados a promover o território, desde visitas a espaços naturais e históricos  dos concelhos de Gouveia e Seia, e ainda de degustação de produtos regionais.

Pedro Marques esteve na Guarda a apresentar o projeto Europeias 19

A noite desta terça-feira, foi de Plenário de militantes e simpatizantes na Guarda , no Café Concerto do TMG , com o Partido Socialista a apresentar os candidatos do PS ao Parlamento Europeu, Pedro Marques e Agostinho Gonçalves.

Uma noite, onde muito de falou do próximo desafio, as Europeias de 26 de maio, e que futuro vamos ter.

Foto:JAM

PSD Mangualde apresenta denúncia no Ministério Público contra União das Freguesias de Tavares

Segundo um comunicado que nos chegou, a Comissão Política do PSD Mangualde entregou, recentemente uma denúncia no Ministério Público contra os membros do executivo da União das Freguesias de Tavares e contra todos os membros da Assembleia de Freguesia, tendo em conta, a construção de um Pavilhão em terreno de um particular.
Um processo de construção que no entender do PSD Mangualde não cumpriu os pressupostos legais, tendo como objetivo clarificar todo este processo, dado que existem múltiplas questões que têm de ser verificadas e explicadas.
A bancada do PSD, na Assembleia Municipal, afirmou ontem publicamente no decorrer da sessão deste órgão a entrega desta denúncia.
Um denúncia que é a lógica natural do que se tem afirmado nos últimos meses, tento a Comissão Política do PSD estudado este “dossier” desde Dezembro, identificando os procedimentos legais com os quais não concorda.
Sendo assim, esta é a consequência natural de tudo o que se tem dito e afirmado, para que todos os mangualdenses fiquem a saber do que se está a passar na União das Freguesias de Tavares.

Comunidades Intermunicipais cumprem apesar de afastadas dos cidadãos

Investigação da Universidade de Aveiro

Seis anos depois da aprovação do estatuto das entidades intermunicipais, um estudo da Universidade de Aveiro (UA) sugere que as comunidades intermunicipais “cumpriram amplamente o seu objetivo” de aproximar municípios com vistas à resolução de problemas comuns. No entanto, por concretizar, estão as expectativas das comunidades intermunicipais que há seis anos julgavam quer iriam conseguir mais financiamentos do que aqueles que até agora conseguiram. Às comunidades intermunicipais falta ainda envolver outros atores regionais e cidadãos.

O estudo parte de um inquérito às comunidades intermunicipais do território continental, incluindo as Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto, nas quais todos os 278 concelhos se encontram representados.

“As associações intermunicipais cumpriram amplamente o objetivo de estimular a aprendizagem mútua entre municípios e de permitir aos municípios obter ganhos de escala, isto é, os municípios passaram a cooperar para resolver problemas que ultrapassam as fronteiras dos municípios individuais”, aponta a investigadora Patrícia Silva, politóloga e investigadora do Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território (DCSPT) e da  Unidade de Investigação Governança, Competitividade e Políticas Públicas (GOVCOOP) da UA.

A autora do trabalho, a par de Filipe Teles e Joana Ferreira, também da UA, diz que “esta capacidade de cooperar – e até a vontade expressa de alargar formas de cooperação intermunicipal a outras arenas – sugere sinais muito positivos”, sobretudo quando se pensa que “o contexto português foi durante muito tempo caracterizado por rivalidades entre os municípios, com escassa vontade de cooperar e que, em larga medida, a pertença às comunidades intermunicipais foi imposta aos municípios”.

 Exceções à regra

A única exceção a este cenário parece ser a perceção quanto à capacidade de as associações obterem fundos comunitários. Se, por um lado, descreve Patrícia Silva, “tal pode estar relacionado com as elevadas expectativas (e necessidade!) dos municípios relativamente à diversificação das fontes de financiamento para assegurar os projetos municipais e intermunicipais”, por outro lado “a obtenção de fundos depende muito da capacidade de interação com outros níveis de governação e, naturalmente, das oportunidades de financiamento”. Por isso, sublinha a investigadora, “não se trata de uma dimensão que dependa exclusivamente do compromisso dos municípios para com os projetos intermunicipais”.

A investigação chama ainda a atenção para as questões de legitimidade das comunidades intermunicipais que “é indireta, na medida em que os membros e, naturalmente, o presidente não são escolhidos diretamente pelos cidadãos”. Os eleitores escolhem ‘apenas’ os representantes dos municípios nas Eleições Autárquicas e são estes que estão representados na assembleia intermunicipal e no conselho executivo das Comunidades intermunicipais. Pelo menos parcialmente, aponta Patrícia Silva, “esta questão ajuda a explicar o pouco interesse dos cidadãos relativamente às atividades das Comunidades intermunicipais”.

A única exceção identificada é o caso das empresas da região que “têm revelado maior interesse pelas atividades das comunidades do que revelam pelas atividades dos seus municípios”.

Para além das questões de legitimidade que o estudo refere, “esta incapacidade de envolver outros atores pode limitar a capacidade das comunidades intermunicipais de mobilizar outros recursos e outras competências e capacidades que as regiões têm”. Além disso, “a capacidade de envolver e de obter consensos com outros atores (políticos, empresariais, da academia, etc.) também poderia ser uma forma de evitar a duplicação de funções e, muitas vezes, de estruturas”.

O trabalho do DCSPT da UA procurou analisar a capacidade de governação das comunidades intermunicipais, considerando  cinco dimensões específicas: âmbito de cooperação (motivos para a cooperação e áreas de intervenção); o compromisso dos municípios e o seu contributo para os objetivos da comunidade; a sua arquitetura (em termos de número de funcionários e financiamento), democracia (a forma como as comunidades se relacionam com os cidadãos e com outros atores regionais) e estabilidade  (considerando a perceção dos benefícios da cooperação, a capacidade de tomada de decisões e a vontade expressa dos municípios de alargar o âmbito de cooperação a outras áreas).

Por:Univ.Aveiro

Concurso “Dormir bem, envelhecer melhor”

A Associação Portuguesa do Sono está a promover um concurso de desenho que visa sensibilizar a comunidade escolar nacional para a importância do sono. O objetivo é divulgar que, em qualquer idade, o sono é um dos principais pilares da saúde.

“Dormir bem, envelhecer melhor” é o nome do concurso de desenho organizado pela Associação Portuguesa do Sono, em parceria com o Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra (CNC – UC), para celebrar o Dia Mundial do Sono que este ano se assinala a 15 de março. A iniciativa pretende dar a conhecer a crianças e jovens as condições para uma boa higiene do sono e sensibilizar para a sua importância na saúde, mobilizando as escolas e promovendo a sua criatividade nesta temática.

O concurso é destinado a todas as crianças e jovens dos 1.º, 2.º, 3.º ciclos e ensino secundário que frequentem estabelecimentos de ensino público, particular e cooperativo, em Portugal.

A criação de imagens deverá seguir o mote do lema deste ano – “Dormir bem, envelhecer melhor” -, tendo como referência as informações divulgadas na brochura “Higiene do Sono na Criança e Adolescente“, produzida pela Associação Portuguesa do Sono e Sociedade Portuguesa de Pediatria, disponível aqui.

As inscrições devem ser submetidas até ao dia 1 de março de 2019, através do formulário disponível aqui ou enviadas para comunicacao@apsono.pt com os elementos indicados no regulamento.

Europeias 19-João Azevedo vai ser Diretor Nacional da campanha do Partido Socialista

As eleições estão já a ser preparadas pelas diversas forças políticas e face a isso, o Partido Socialista já tem cabeça de lista, Pedro Marques, que recentemente era Ministro do Planeamento, vai ser enfrentar mais este desafio.

António Costa  ainda convidou desta forma, João Azevedo, atual autarca mangualdense para ocupar o cargo de Diretor Nacional de Campanha nas Europeias 2019, a realizar em 26 de maio.

foto:RD

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