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Distrito da Guarda

Freguesias Sem Fronteiras’18 em Pinhel

A cidade Falcão vai acolher “Freguesias Sem Fronteiras”, isto é, noites que vão ser muito animadas.

Inspirados nos míticos “Jogos sem Fronteiras”, que tantas saudades deixaram, os jogos “Freguesias Sem Fronteiras” voltam a Pinhel.

A competição está agendada para os dias 20, 21 e 22 para os graúdos e dia 23 para os Sub-13, no polidesportivo exterior da Escola do 2º Ciclo de Pinhel.

Inscrições até 16 de agosto.

Por:MP

Nova unidade produtiva vai surgir em Gouveia

Uma nova unidade produtiva vai nascer na Zona Industrial de Gouveia, assim sendo, o Município de Gouveia celebrou com a Arnaldo Saraiva, Lda., empresa ligada à indústria dos plásticos, um acordo que irá assegurar a instalação de unidade produtiva da empresa, com atividade industrial, armazenamento de matérias primas, produtos acabados e escritórios de apoio, na Zona Industrial de Gouveia, no pavilhão da ex. Pinto & Tavares, Lda., propriedade da autarquia.

Através deste acordo, o Município de Gouveia assegura a concretização deste investimento em Gouveia, que foi disputado por outras autarquias dos concelhos limítrofes, e que garante a criação de, pelo menos, 20 novos postos de trabalho, que terão de ser preenchidos por residentes, naturais ou pessoas que venham viver para o concelho de Gouveia.

A empresa compromete-se ainda fixar a sua sede em Gouveia e a manter aquela unidade fabril em funcionamento, durante o período de duração do acordo.

As obrigações das duas entidades estão definidas por contrato, no qual está prevista a cláusula que terá constituído um dos argumentos decisivos da opção da empresa pelo concelho de Gouveia: o compromisso do Município de Gouveia em arrendar aquela infraestrutura por um valor simbólico.

Trata-se, por isso, de uma iniciativa concreta do Município de Gouveia, que está empenhado em atrair investimento para o concelho, assegurar a empregabilidade dos seus residentes e naturais e atrair novos povoadores, com o objetivo de contrariar a tendência de desertificação, que é comum a todos os concelhos do interior do país.

Por:Mun.Gouveia

Hugo Coelho mantém-se na liderança do UD Pinhelenses

Depois de um mandato onde o clube não teve seniores, mas revitalizou noutros setores, assim como Formação, Feminino entre outros.

Assim Hugo Coelho foi a votos, apesar de ser lista única, venceu com naturalidade, mas isso de não surgir mais listas deve-se ao facto do trabalho positivo nestes anos.

Segundo o executivo liderado por Hugo referiu que: a missão do clube é desenvolver os atletas e jovens Pinhelenses , dando as melhores condições para a prática de futebol concelhio.

Agora os pinhelenses são exigentes e depois de arrumar a casa, os associados vão querer mais no futuro, isto é , o regresso da equipa sénior neste mandato. Será uma realidade??

Por:AP

OP18- Projetos de Algodres, Figueiró da Granja e Fornos de Algodres vencedores

Depois de apurados os resultados do Orçamento participativo no Município de Fornos de Algodres os três projetos vencedores do Orçamento Participativo 2018:

  • Valorização do Património Paisagístico da Aldeia de Algodres;
  • Requalificação do Centro Histórico de Figueiró da Granja;
  • Fornos de Algodres – Desporto em Ação

Num universo de 4000 votos, com 1300 pessoas a votar, o Município de Fornos de Algodres mostra-se satisfeito com este recorde atingido em 2018.

SC Mêda vence Alcains e conquistou Supertaça da Beira Interior

Apesar do muito calor que se tem feito sentir em todo País, neste sábado, disputou-se pela primeira vez, a Supertaça regional da Beira Interior, com o SC Mêda a vencer a turma do Alcains.

Assim foram duas equipas que lutaram de igual para igual, mas os golos não apareceram em 90 minutos e segundo o regulamento, seguiram-se as grandes penalidades, com a turma de Rogério Afonso a vencer e arrecada desta forma a 1ªedição da Supertaça regional entre as Associações de Futebol da Guarda e Castelo Branco.

Por:AP Foto:MM

Tufão Team vence em Bragança e fica a um passo da vitória final

Tufão Team(André Henriques e Rodrigo Sousa) venceram neste domingo, na Classe de Promoção, no Campeonato de Portugal de Trial 4×4.

Em Bragança é aquele evento desportivo a que ninguém quer faltar. Prova disso é o recorde de equipas inscritas nesta etapa e os milhares de pessoas que enfrentaram as temperaturas escaldantes para ver de perto as melhores equipas nacionais. Acresce ainda o facto de o CPT4x4 se aproximar do final e os pontos de Bragança serem determinantes para encontrar os campeões.

Foi uma luta de paciência para Cláudio Ferreira (Auto Higino), mas no final das 3 horas de resistência valeu a pena. O piloto de Coruche alcançou a tão desejada vitória em termos Absolutos que teimava em lhe fugir, entrando assim na luta pelo título. Naturalmente venceu também a classe Super Proto e só precisa de alinhar na grelha de partida da última prova, em Paredes, para ser bicampeão da classe Super Proto.

Em 2018 a classe Extreme é, de longe, a mais competitiva e emocionante. Em Bragança a vantagem estava do lado da casa e António Calçada (NordHigiene Team) acabou mesmo por alcançar a vitória. E quando falta apenas uma prova para terminar o Campeonato está tudo por decidir. Quem vencer em Paredes é campeão da classe Extreme.

Luís Bacelo (Oficina Bacelo) conseguiu a segunda vitória na classe Proto em 2018 e talvez a mais importante da época. Sai de Bragança com uma vantagem que não lhe exige a vitória na última prova para se sagrar campeão.

Na Promoção André Henriques (Tufão Team) conseguiu a quarta vitória da temporada. A pista de Bragança levantou muitas dificuldades e furou alguns pneus, mas mesmo assim venceram com 1 volta de vantagem. Em teoria são já campeões da Classe Promoção, estando apenas obrigados a alinharem na grelha de partida de Paredes para poderem levantar a taça e fazer a festa.

A sexta e última prova da temporada está marcada para 14 de outubro, em Paredes.

Por:CPT4x4 foto: Fotolente

 

 

Volta a Portugal na Região

Neste domingo, disputa-se a etapa rainha da 80.ª edição terá 171,4 quilómetros, entre a Guarda e as Penhas da Saúde, na Covilhã.

A partida da 4ª Etapa da 80ª Volta a Portugal em Bicicleta realiza-se no Jardim José de Lemos, na Guarda, no próximo domingo, dia 5.

Os ciclistas devem concentrar-se no Jardim por volta das 10h30 e a partida será às 12h25.

A etapa segue para Celorico da Beira:

13h15 – Lageosa do Mondego

13h22 – Ratoeira

13h32 – Quartel Bombeiros

13h40 – Cruzamento Casas do Soeiro

13h48 – Cortiço

13h55 – Carrapichana

Gouveia (14h10), Seia (14h33) e terá passagem pelo ponto mais alto de Portugal continental, a Torre, na Serra da Estrela, com hora prevista às 15h38.

De seguida, o percurso continuará por Manteigas e Sarzedo.

A chegada à Covilhã está prevista para as 17h25.

Posteriormente, a 4ª etapa continuará pelo concelho da Covilhã com o seguinte percurso: Verdelhos, Teixoso e Canhoso, Praça do Município e Penhas da Saúde.

A chegada à meta final tem hora prevista às 17h42.

Por:JAM

Liturgia e avisos 18ºdomingo TC

Depois do milagre da multiplicação dos pães, aquelas pessoas, em vez de regressarem às suas casas, foram à procura de Jesus, porque lhes tinha saciado com pão. Ficaram somente pela alegria de ter comido o pão, ou seja, não perceberam o milagre. Era importante que o olhar da multidão fosse para além do comer o pão, ou seja, procurassem aquele alimento que dá a vida para sempre. Somente Jesus pode dar este alimento e a única maneira de o receber é acreditar Nele.05-08-2018
Quando lhe perguntaram sobre as obras que serão necessárias fazer para ter este alimento, Jesus responde que a única obra necessária é acreditar Nele. Por isso, Jesus apresenta-se assim: “Eu sou o pão da vida: quem vem a Mim nunca mais terá fome, quem acredita em Mim nunca mais terá sede”.
O ser humano não é só corpo. Tem sentimentos e necessita de afectos e carinho. Quem se preocupa somente em saciar o corpo é viver só a nível físico. O pão material é importante, mas também é o pão espiritual.
Na primeira leitura, do Livro do Êxodo, é-nos dito que Israel começou a murmurar contra Moisés e Aarão: “Antes tivéssemos morrido no Egipto, quando estávamos sentado ao pé das panelas de carne e comíamos pão até nos saciarmos. Trouxestes-nos a este deserto, para deixar morrer à fome toda esta multidão”. Por intercessão de Moisés, Deus enviou o maná, o pão descido do céu. O maná é o anúncio de Jesus Cristo, o pão da Eucaristia. O maná não dava vida; todos os que dele se alimentavam iriam, mais cedo ou mais tarde, voltar a ter fome. Jesus Cristo, o verdadeiro Pão, dá a vida para sempre e mata tantas outras fomes: a fome de amor, de felicidade, de verdade, de segurança, de vida. O pão material só restaura as forças, não evita a morte. Mas o pão espiritual dá vida, porque destrói a morte. Por isso, Jesus Cristo é o pão da vida, do qual o maná era somente a figura. Deus continua a dar o seu pão aos que têm fome. Esse pão é o seu Filho que nos é servido em dois pratos: o pão da Palavra e o pão da Eucaristia. Infelizmente, alguns ficam felizes e saciados somente com a “panela de carne” do Egipto! O que é preocupante é não ter fome das coisas mais importantes, ou seja, é ficar satisfeito com a “panela de carne” que nos oferece o mundo: os vícios, as paixões, o egoísmo, a ganância, a indiferença.
Todos sabemos donde surge e como é feito o pão. A semente é lançada à terra, germina, dá a espiga que é cortada. Depois o grão é triturado no moinho. Assim aconteceu com Cristo, o Pão vivo. Durante 30 anos foi crescendo em Nazaré. Tornou-se espiga na sua vida pública, fazendo o bem, ensinando e curando. Depois, passou pelo “moinho” da sua paixão, onde se deixou triturar pelos golpes, pelas chicotadas, pela lança para se fazer Pão da nossa Eucaristia. É verdade que Cristo já se ofereceu por todos nós na cruz uma vez para sempre naquela primeira sexta-feira santa. Mas a Eucaristia torna presente aquilo que aconteceu uma só vez na história da humanidade: fazemos memória da paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo. A Eucaristia é o sacramento do sacrifício da Cruz, onde comemos o Pão que é a Palavra e o Corpo de Jesus. Por isso Jesus afirma: “Não foi Moisés que vos deu o pão do Céu; meu Pai é que vos dá o verdadeiro pão do Céu. Eu sou o pão da vida: quem vem a Mim nunca mais terá fome, quem acredita em Mim nunca mais terá sede”.
Façamos nossa a oração daquela multidão: “Senhor, dá-nos sempre desse pão”. Aquelas pessoas procuravam a solução para os seus problemas. Tantas vezes acontece o mesmo connosco, usando o Senhor! O pão material (a saúde, o trabalho, o alimento…) é importante, mas há algo mais importante: “Nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus”. Procuremos cumprir a vontade de Deus na nossa vida. Não fiquemos satisfeitos somente por “assistir” passivamente à missa. Jesus envia-nos a ser pão fresco e quentinho para os nossos irmãos, ajudando-os, confortando-os e escutando-os. Cumpriremos esta missão divina, quando abandonarmos as “panelas de carne” deste mundo (os vícios, o egoísmo, os nossos interesses) para nos alimentarmos com Jesus Cristo, o Pão da Vida, o verdadeiro Pão descido do Céu.

Atividade operacional diária da GNR

A Guarda Nacional Republicana, para além da sua atividade operacional diária, levou a efeito um conjunto de operações, em todo o território nacional, na última semana, de 27 de julho a 2 de agosto, que visaram a prevenção e combate à criminalidade violenta, fiscalização rodoviária, entre outras, registando-se os seguintes dados operacionais:

  1. Detenções: 463 detidos em flagrante delito, destacando-se:
  • 211 por condução sob o efeito do álcool;
  • 71 por condução sem habilitação legal;
  • 50 por tráfico de estupefacientes;
  • 34 por posse ilegal de arma;
  • Oito por violência doméstica;
  • Sete por permanência ilegal em território nacional;
  • Sete por roubo;
  • Seis por furto;
  • Dois por ofensas à integridade física;
  • Um por falsificação de documentos;
  • Um por ameaças.

 

  1. Apreensões:
  • 4 197 doses de haxixe;
  • 631 doses de cocaína;
  • 519 doses de heroína;
  • 90 doses de anfetaminas;
  • 56 gramas de liamba;
  • Oito pés de cannabis;
  • 12 armas de fogo;
  • 29 armas brancas;
  • 34 munições de diversos calibres;
  • 24 veículos;
  • 3 105 artigos contrafeitos;
  • 129 200 cigarros avulso;
  • 284 quilos de tabaco triturado;
  • 29 169 quilos de pescado;
  • 2 650 quilos de bivalves;
  • 9 850 euros em numerário.

 

  1. Trânsito: 8 554 infrações detetadas, destacando-se:
  • 4 256 excessos de velocidade;
  • 485 por condução com taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei;
  • 460 por falta de inspeção periódica obrigatória;
  • 382 relacionadas com anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização;
  • 338 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças;
  • 304 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução;
  • 251 relacionadas com tacógrafos;
  • 177 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório.

Quinta do Quinto, alojamento no vale do Mondego

  O Turismo é uma das grandes apostas da nossa região, numa das nossas viagens, fomos ao encontro de um alojamento local, a Quinta do Quinto, situada no concelho da Guarda, mais concretamente na localidade de Cavadoude, inserida no Vale Glaciar do rio Mondego.

Fomos conversar com Luís Amaral que nos deu a conhecer este projeto.

A Quinta do Quinto foi uma aposta importante?

Sim, uma aposta importante, foi durante muitos anos, o meu avô aqui trabalhou na parte agrícola onde empregou muita gente e infelizmente a evolução dos tempos não o permitiu e nós decidimos abraçar este projeto, a casa é muito bonita e fomos remodelando aos poucos para turismo habitação, onde as pessoas de fora gostavam muito da casa e foi daí que surgiu a aposta.

Começamos há cerca de um ano, o feedback é muito positivo e vai sendo o que nos motiva a continuar.

Apesar de ser um projeto de família, tem de haver muito gosto pela área?

Sim muito gosto, no fundo estou aqui desde as 7 da manhã até à meia -noite, constantemente quando há pessoas e se não houver gosto é complicado manter este ritmo.

Atualmente é uma casa que tem muita história, no antigamente foi pertença do Clero, do séc. XVII, as pessoas ficam encantadas, e depois toda a envolvência inserida no Vale Glaciar, as montanhas, existe um microclima no verão e no inverno, a fauna e a flora também é muito diversificada, mas sobretudo é um local calmo, dado que as pessoas vêm para descansar, relaxar.

Estes projetos começam a surgir, agora existe o alojamento local, no futuro a vertente agrícola pode surgir novamente?

O nosso objetivo é continuar desenvolver a quinta, este foi o primeiro parâmetro definido, no sentido de divulgar a quinta e na segunda fase, tentar transformar este espaço numa quinta pedagógica, com hortas, aproveitar o nosso olival, temos oliveiras com muitos anos, com animais, isto é transformar num “Resort Rural”.

O turista procura locais calmos?

Sim cada vez mais, hoje em dia, alguns visitantes dizem: “Foi uma noite tranquila”, é importante, dado que, os turistas gostam da tranquilidade, cada vez mais temos de aproveitar estes espaços, as zonas começam a ficar desertificadas.

Agora estes projetos no futuro, podem trazer fixação de pessoas, senão vejamos, quando pensamos em fazer alguma coisa, temos de pensar na comunidade, esta é uma zona bonita e aqui à volta também existem outras quintas com bastantes turistas, logo é bom para a zona.

Que apoios se podem ter neste tipo de projeto?

Existem vários apoios, nós fomos fazendo com capital próprio, os meus pais foram desenvolvendo essa parte, agora existem alguns apoios, no Portugal 2020, Centro 2020, alguns apoios comunitários que vamos aproveitar para desenvolver a segunda parte deste projeto.

Os jovens cada vez mais abraçam estes projetos?

Sim, aliás as pessoas ao verem um jovem, tem dado um aval positivo e no final dão força, é sinal que aprovam, gostam de verem os jovens envolvidos.

Agora o mercado está saturado, decidi avançar, mas nestes projetos é preciso ter muito gosto, porque se passam muitas horas.

A zona do Vale do Mondego tem grande potencial?

Sim, as pessoas começam a conhecer, é uma zona pouco divulgada, aliás os turistas estrangeiros afirmam que gostavam de conhecer mais Portugal, mas precisa de mais divulgação.

Agora vamos estar esperançados, com o projeto que a Câmara da Guarda tem para esta zona, os Passadiços do Mondego que podem ser uma alavanca de grande atração de turistas a esta zona, podendo surgir algo mais no campo da restauração e outros setores.

É necessário um desenvolvimento do comércio local.

Em 2017 estiveram na FIT, agora o balanço deste ano foi positivo?

Foi uma aposta positiva, no sentido de nos dar a conhecer, é um certame de renome ibérico, agora no futuro, a participação noutras feiras poderá ser uma ideia a reter em conta.

O balanço deste primeiro ano é muito positivo, tivemos muitos visitantes.

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