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Distrito de Viseu

AFG-Feminino– Futsal – Resultados da terceira ronda

A noite deste sábado foi de futsal feminino , apenas com uma vitória caseira e três dos visitantes. Assim o Celoricense venceu com facilidade a turma do Vila Franca das Naves, por nove bolas a uma.

Já o líder Guarda 2000jogou  frente ao Guarda Unida Desportiva e venceu por por oito bolas a duas, na Mêda, a turma local foi derrotada pela equipa Pinhelense, por seis bolas a zero.

O Trancoso foi a Aguiar da Beira vencer a turma de Penaverdense por quatro bolas a uma.

Assim a tabela de resultados:
Penaverdenses – Trancoso-1-4
Guarda Unida – Guarda 2000-2-8
Celoricenses – Vila Franca Naves-9-1
GD Meda -Pinhelense- 0-6

Lideram Guarda 2000 e Celoricense com 9pts.

FPF-Taça de Portugal Feminina–Seia FC e Viseu 2001 seguem em frente

Teve lugar no feriado Dia de Todos os Santos, a 1ªeliminatória da Taça de Portugal de Futebol Feminino, o Seia FC foi vencer por duas bolas a zero o Meirinhas, a Fundação L.Santos perdeu em casa por três bolas a uma, frente à Ovarense.

O Viseu 2001 também venceu fora de portas frente ao Murtuense.

SÉRIE CENTRO
AD Poiares 2-0 GD Os Vidreiros
Sport Marítimo Murtoense 1-4 Viseu 2001
FC Cesarense 2-1 Clube Condeixa
Fundação D. Laura Santos 1-3 AD Ovarense
AR Meirinhas 0-2 Seia FC
Lordemão FC 2-0 Fiães SC
AC Cucujães 4-0 Mocidade Eirolense

Abertura de candidaturas ao IFRRU 2020

De forma a apoiar as operações de reabilitação urbana, estão abertas as candidaturas ao financiamento de projetos no âmbito do Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização Urbanas – IFRRU 2020. Os apoios correspondem a empréstimos com condições mais vantajosas para os promotores face às atualmente existentes no mercado, para a reabilitação integral de edifícios, destinados a habitação ou a outras atividades, incluindo as soluções integradas de eficiência energética mais adequadas no âmbito da reabilitação, com um investimento total, por operação, até 20 milhões de euros.

 

QUE INTERVENÇÕES SÃO APOIADAS?

Os edifícios reabilitados podem destinar-se a qualquer uso, nomeadamente habitação, atividades económicas e equipamentos de utilização coletiva. No mesmo pedido de financiamento, o IFRRU 2020 apoia medidas de eficiência energética complementares às intervenções de reabilitação urbana.

  • Reabilitação integral de edifícios com idade igual ou superior a 30 anos (ou, no caso de idade inferior, que demonstrem um nível de conservação igual ou inferior a 2, nos termos do Decreto-Lei n.º 266-B/2012, de 31 de dezembro);
  • Reabilitação de espaços e unidades industriais abandonadas;
  • Intervenções em edifícios de habitação social que sejam alvo de reabilitação integral;

 

Os edifícios a reabilitar têm de estar localizados numa área delimitada pelo Município: Área de Reabilitação Urbana (ARU)/Plano de Ação de Regeneração Urbana (PARU). Se a operação estiver inserida num edifício de habitação social: tem de estar localizada na área delimitada pelo Município no Plano de Ação Integrado para as Comunidades Desfavorecidas (PAICD).

 

CANDIDATURAS: FINANCIADAS TODAS AS DESPESAS

RELATIVAS À OBRA E ÀS MEDIDAS DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

Pode candidatar-se qualquer entidade, singular ou coletiva, pública ou privada, com título bastante que lhe confira poderes para realizar a intervenção. Os apoios são concedidos através de produtos financeiros de dois tipos (não acumuláveis): Empréstimos (concedidos pelos bancos selecionados para gestão dos apoios IFRRU 2020, com maturidades até 20 anos, períodos de carência equivalentes ao período do investimento + 6 meses (máx. 4 anos) e taxas de juro abaixo das praticadas no mercado para investimentos da mesma natureza) ou  Garantias (associadas a empréstimos concedidos pelos mesmos bancos, destinando-se a projetos que não dispõem de garantia bastante Aos projetos podem ainda ser atribuídos benefícios fiscais já decorrentes da lei, inerentes à sua localização e natureza da intervenção, nomeadamente ao nível do IMI, IMT e IVA.) Serão financiadas todas as despesas relativas à obra de reabilitação urbana e às medidas de eficiência energética.

 

No âmbito do IFRRU 2020, os pedidos de financiamento são apresentados no momento que o investidor considera mais oportuno para o seu investimento, não havendo, em cada ano, fases pré-determinadas para a apresentação e decisão sobre as candidaturas, nem limites ao número de pedidos de financiamento.

 

A formalização de candidaturas é simples e faz-se em três passos:

  • Cada Município terá um interlocutor IFRRU 2020, que emitirá o parecer de enquadramento do seu projeto e o apoiará no processo de licenciamento.
  • Para permitir a escolha das melhores soluções para aumentar a eficiência energética do imóvel a reabilitar, um perito qualificado realizará a Certificação Energética.
  • O pedido de empréstimo é realizado num balcão da rede comercial de qualquer um dos Bancos selecionados: o Santander Totta, o Banco Português de Investimento (BPI), o Millennium BCP e o Banco Popular Portugal. A entidade responsável pela gestão das garantias é a Sociedade Portuguesa de Contragarantia Mútua (SPGM), que gere o Fundo Português de Contragarantia Mútua.

 

A REABILITAÇÃO URBANA COMO INSTRUMENTO DE REVITALIZAÇÃO DAS CIDADES

O IFRRU 2020 é um instrumento financeiro destinado a apoiar investimentos em reabilitação urbana, que cobre todo o território nacional. Para potenciar mais o investimento, o IFRRU 2020 reúne diversas fontes de financiamento, quer fundos europeus do PORTUGAL 2020, quer fundos provenientes de outras entidades como o Banco Europeu de Investimento e o Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa, conjugando-os com fundos da banca comercial.  O IFRRU 2020 disponibiliza a todos os investidores 1.400 milhões de euros para investimento na reabilitação urbana, contando com financiamento de fundos europeus. O financiamento é proveniente de todos os programas operacionais regionais do Portugal 2020 (PO Norte 2020, PO Centro 2020, PO Lisboa 2020, PO Alentejo 2020, PO CrescAlgarve 2020, PO Açores 2020, PO Madeira 14-20) e do PO SEUR) e, ainda, de empréstimos contraídos, para este efeito, pelo Estado junto do Banco Europeu de Investimento (BEI) e do Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa (CEB), juntamente com as verbas disponibilizadas pelos bancos selecionados, que alavancam os fundos públicos.

 

Mais informações disponíveis em:

https://www.portaldahabitacao.pt/pt/portal/reabilitacao/ifrru/02XCandidaturas.html

Avisos da Unidade Pastoral de Fornos de Algodres e Aguiar da Beira

SENSIBILIZAR OS JOVENS PARA A LITURGIA

Falar de jovens e de liturgia é quase sinónimo de falar em conflito. Tanto nas conversas como em ambientes cultos, estes dois termos geram algo explosivo. Parece que não se poderão conciliar estes dois aspectos, ou que a problemática que representa este binómio é algo impossível ou muito difícil de resolver.
Em 1969, aquele que seria conhecido como cardeal Daneels, arcebispo de Malines-Bruxelas, escreveu um artigo sobre o problema que era a missa dos jovens. Apesar de fazer referência a “uma autêntica inquietação para alimentar e animar os jovens no seu progresso religioso”, também destacava “os perigos que representa o desencanto dos jovens nas nossas celebrações litúrgicas”. Parece que este problema continua actual ou, até, ter-se-á agravado.
Naquele tempo, há 50 anos atrás, procurava-se aproximar os jovens à liturgia renovada do Concílio Vaticano II. Para tal, ensaiavam-se formas de participação e procurava-se uma nova linguagem. Introduzia-se um novo reportório de cânticos. Utilizavam-se novos instrumentos musicais e adoptavam-se ritmos próprios de outros tipos de celebração e de outras culturas. A ideia da participação activa, introduzida pela reforma litúrgica, propiciava a implantação de novos modos de celebração. Não se participava somente a ler as leituras ou a entoar cânticos, mas também a homilia era participada e comentada por todas pessoas; as intenções da oração dos fiéis eram ditas espontaneamente; as oferendas eram levadas ao altar com alguma criatividade. Em certas ocasiões, a oração eucarística era improvisada no momento ou tomada de certas publicações de pastoral juvenil.
Era digno este esforço pastoral para levar a juventude à compreensão e à vivência da liturgia. Tudo isto servia para ultrapassar a angústia de certos jovens que se sentiam presos da prática religiosa e litúrgica habitual na pedagogia dos colégios, principalmente religiosos, vulgarmente chamados de frades e de freiras. Também servia para os jovens se libertarem da “tirania” familiar que obrigava a ir à missa todos os domingos e dias santos (festas de guarda).
Naquele tempo era habitual ouvir frases mais ou menos idênticas a estas: “não vou à missa, já tenho missas que chegue para a vida”, “isto é que é uma celebração viva, a da minha paróquia (ou colégio) não é”.
Hoje, a participação dos jovens na liturgia continua a ser um problema. Continua a haver as missas jovens, as páscoas jovens, etc. Mas o problema atual já não é como levar os jovens à liturgia, mas como aproximar os jovens a Jesus Cristo, à fé.
A prática religiosa desceu consideravelmente, especialmente entre os jovens. A problemática já não está restrita ao formato da celebração, mas à essência da celebração. A pergunta já não é “como devemos celebrar a fé?” mas a seguinte: “é necessário celebrar a fé?”, ou pior ainda, “há algo para celebrar?”.
Pode ser bom ter missas de jovens ou, em linguagem mais cuidada, missas com jovens, mas é melhor que os jovens participem nas celebrações normais das comunidades paroquiais, pondo a render as suas qualidades.
Então, que fazer? Era importante tirar os jovens da alternativa entre o tudo e o nada. O jovem cansa-se da repetição (a ritualidade) e procura a criatividade. Está farto de normas e de leis e prefere a liberdade. Não aprecia o antigo, mas a novidade. Cansado de coisas aborrecidas, procura a alegria e a festa. Não se contenta em ser rebanho massificado; por isso, refugia-se em pequenos grupos de amigos.
Todavia, a Liturgia prefere a fidelidade à normativa a procurar novas formas, procura a objetividade das coisas e não o subjetivismo, gosta dos símbolos sagrados e não dos convencionais. Evita a confusão e folclore festivo e recria-se numa séria solenidade. Sem esquecer o compromisso humanista, propõe-nos celebrar o mistério transcendente. Perante o perigo de fechar-se em grupos de amigos, procura a abertura de acolher todos.
Perante este dilema, é importante um novo plano de formação: faz falta uma formação catequética e litúrgica que ajude a compreender a importância da celebração, sobretudo dos sacramentos e, especialmente, da Eucaristia. É preciso novos meios para a compreensão do universo simbólico cristão. É necessário ajudar a descobrir a importância da comunidade para a vivência autêntica da fé. É importante formar a capacidade de discernimento para poder comparar o que é essencial e o que é secundário na vivência da fé e da liturgia. Não se pode ter uma agradável vivência da liturgia sem aceitar algumas regras comuns respeitadas por todos. Não se poderá celebrar uma autêntica liturgia separada da vida. Será inevitável uma certa tensão, porque nunca estaremos “confortáveis” na perfeição. Por isso, é importante sensibilizar os jovens na liturgia.

Cisternas levam água a várias cidades

O MUNICÍPIO DE MANGUALDE APELA À POPULAÇÃO PARA CONSUMOS MODERADOS DE ÁGUA DA REDE PÚBLICA E À SUA POUPANÇA. 

Considerando a seca extrema e os níveis críticos da barragem de Fagilde, e de forma a garantir o normal fornecimento de água à população do concelho, a Câmara Municipal de Mangualde vai começar a transportar, a partir de hoje, água para consumo humano com recurso a camiões cisternas. Duzentos e cinquenta mil euros estão já disponíveis do orçamento municipal para o transporte de água em camiões cisternas bem como a logística necessária para o seu transporte.

 

“ÁGUA À POPULAÇÃO NÃO FALTARÁ!” GARANTE O AUTARCA JOÃO AZEVEDO

Para o edil João Azevedo “esta operação resulta de uma ação concertada entre os municípios de Mangualde, Viseu, Nelas e Penalva do Castelo que visa acima de tudo garantir o fornecimento de água às populações, um serviço público essencial à vida das pessoas.” Acrescentando, “temos vindo a acompanhar esta situação, mas a falta de chuva obriga-nos a atuar no imediato para evitar o colapso do sistema de abastecimento. Assim, o transporte de água para Mangualde começa já hoje, libertando assim alguma pressão da barragem de Fagilde para garantir que se prolongue o abastecimento de água a Mangualde, Viseu, Nelas e parte de Penalva do Castelo.”

 

O Presidente da Câmara Municipal de Mangualde conclui “acautelámos o abastecimento de água à população do concelho de Mangualde para o pior dos cenários. Estamos ainda a estudar outras alternativas de uso de água para consumo humano. Esta operação pode vir a custar à autarquia cerca de 30.000 euros por dia podendo colocar em causa o equilíbrio orçamental do município, mas água à população não faltará!”

Por:MP

 

Prolongamento do dispositivo de combate a incêndios até ao dia 15 de novembro

Prolongamento do Dispositivo de Combate a Incêndios

O Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, determinou o prolongamento do dispositivo de combate a incêndios até ao dia 15 de novembro, incluindo meios aéreos, meios humanos e postos de vigia.

Esta decisão resulta da previsão de condições meteorológicas adversas e da manutenção do risco elevado de incêndios florestais por parte do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e do European Forest Fire Information System (EFFIS).

O prolongamento abrange os 17 meios aéreos que reforçaram o dispositivo na última semana (13 helicópteros ligeiros e 4 aviões médios anfíbios) e os 12 contratados para o período de 16 a 31 de outubro (8 helicópteros médios, 2 aviões pesados anfíbios e 2 aviões médios anfíbios).

Assim, estarão disponíveis, até dia 15 de novembro, 35 meios aéreos de combate a incêndios em Águeda (distrito de Aveiro), Ourique (distrito de Beja), Braga e Fafe (distrito de Braga), Alfândega da Fé e Nogueira (distrito de Bragança), Castelo Branco e Covilhã (distrito de Castelo Branco), Cernache e Lousã (distrito de Coimbra), Loulé e Monchique (distrito de Faro), Guarda, Meda e Seia (distrito da Guarda), Pombal (distrito de Leiria), Portalegre (distrito de Portalegre), Baltar (distrito do Porto), Ferreira do Zêzere, Pernes e Sardoal (distrito de Santarém), Águas de Moura (distrito de Setúbal), Arcos de Valdevez (distrito de Viana do Castelo), Vidago e Vila Real (distrito de Vila Real), Armamar e Viseu (distrito de Viseu).

Será igualmente prolongado, até 15 de novembro, o período de funcionamento de 72 postos de vigia da Rede Primária de Postos de Vigia e a GNR manterá as Equipas de Manutenção e Exploração de Informação Florestal (EMEIF) junto de cada Comando Distrital de Operações de Socorro.

O quadro operacional para a próxima quinzena envolve um dispositivo global de 6957 operacionais, entre os quais 3100 bombeiros. Inclui ainda patrulhamento ostensivo no terreno por parte das Forças Armadas, em articulação com a GNR e a PSP.

Os procedimentos aquisitivos relativos ao reforço de 17 meios aéreos até 31 de outubro, decidido pelo Ministro da Administração Interna, estão publicados em www.base.gov.pt/

Os procedimentos aquisitivos relativos ao prolongamento do dispositivo até 15 de novembro serão publicados no prazo legal previsto.

Por:DIRP

Investimento no setor primário em Fornos de Algodres

Framboesas da variedade Adelita vão ser produzidas em Fornos de Algodres

Cada vez mais, o setor primário começa a ter preponderância face aos investimentos que vão surgindo, no cultivo de novas culturas, novos produtos, na região de Fornos de Algodres, onde o Mirtilo e a Framboesa são produtos que já existem algumas explorações.

Face a isso, uma nova aposta neste setor vai acontecer , nesta localidade fornense, mais concretamente em Fornos Gare, cerca de 1 ha, onde ter lugar essa produção, isto é, junto à estação de caminho de ferro, que outrora foi uma referência a nível comercial.

Esta nova exploração irá produzir framboesa denominada “Adelita”, que vai certamente ter grande escoamento e a partir de janeiro de 2018, vai arrancar em força essa produção.

foto:I9

FPF- Campeonato de Portugal- Resultados jornada 8

Teve lugar mais uma ronda no Campeonato de Portugal, com o Fornos de Algodres a não ser feliz ao sair derrotado perante a poderosa U.Leiria, por cinco bolas a zero, o Ferreira de Aves também saiu com uma goleada de Castelo Branco .

Jornada 8

Marítimo  B- Oleiros 4-0

Águeda- Gafanha-2-1

Sertanense- Mortágua-2-0

Anadia- Lusitano FCV- 0-0

Sourense- Águias do Moradal-2-0

Benfica C.Branco- Ferreira de Aves-4-0

Marinhense- AD Nogueirense-2-1

Fornos de Algodres- U.Leiria-0-5

Proteção Civil de Mangualde alerta nesta fase de tempo quente

A Proteção Civil de Mangualde alerta para as condições climatéricas que se farão sentir nos próximos dias. Tempo seco, baixos índices de humidade relativa e vento forte são propícios à ocorrência de incêndios rurais. O alerta veio do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e contempla todo o distrito de Viseu.

Segundo o comunicado emitido pelo IPMA, ‘a situação é muito favorável à ocorrência de incêndios rurais que, caso venham a verificar-se, podem evoluir com grande rapidez de propagação e enorme dimensão, uma vez que ainda há grande quantidade de material lenhoso acumulado nos espaços florestais’.

O risco de incêndio exige que todos adoptem medidas preventivas, nomeadamente ‘através da adequação dos comportamentos ao uso e fruição do espaço rural, de modo a que se evitem ignições suscetíveis de originar incêndios rurais grandes e facilmente propagáveis’, diz ainda o mesmo comunicado.

O IPMA alerta para as seguintes proibições:

  • Realizar queimadas ou fogueiras;
  • Utilizar equipamentos de queima e de combustão;
  • Queimar matos cortados e amontoados ou qualquer tipo de sobrantes de exploração;
  • Lançar balões com mecha acesa ou qualquer outro tipo de foguetes;
  • Fumar ou fazer lume de qualquer tipo nos espaços florestais ou vias circundantes;
  • Proceder à fumigação ou desinfestação de apiários com equipamentos sem dispositivos de retenção de faúlhas.

AINDA NO SEGUIMENTO DOS INCÊNDIOS DO PASSADO DIA 15 DE OUTUBRO,

A DIREÇÃO-GERAL DE SAÚDE E A ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE COMUNICAM AS SEGUINTES RECOMENDAÇÕES:

O QUE FAZER APÓS UM INCÊNDIO?

As recomendações, feitas pela Administração Regional de Saúde em conjunto com a Direção-Geral de Saúde, dizem respeito à água, aos resíduos urbanos (lixo doméstico) e aos cuidados a ter a nível individual, familiar e comunitário.

Na sequência dos incêndios que assolaram o território mangualdense e tendo em conta o clima que permanece quente e seco, a Câmara Municipal reitera algumas atitudes e comportamentos que devem continuar a ser tomados após os incêndios. Além da interajuda, recomenda-se especial atenção a crianças, idosos, doentes crónicos, acamados e/ou imobilizados, habitantes isolados, trabalhadores expostos ao sol e animais.

As recomendações, feitas pela Administração Regional de Saúde em conjunto com a Direção-Geral de Saúde e que o Município de Mangualde pretende reforçar junto dos habitantes do concelho, dividem-se em vários aspetos: água, resíduos urbanos (lixo doméstico) e cuidados a ter a nível individual, familiar e comunitário.

Ao nível da água, recomenda-se o uso de água engarrafada para a ingestão ou água da rede pública. Os alimentos consumidos crus devem ser preparados com água desinfetada com cloro (duas gotas de lixívia por litro de água). A água proveniente de poços, tanques e ribeiras apenas deve ser utilizada para rega e lavagens. A água oriunda de poços e furos só deve ser consumida após aconselhamento do delegado de saúde e/ou de análises à qualidade da água.

O lixo doméstico deve ser devidamente acondicionado em sacos e contentores bem fechados.

É também sugerido aos munícipes que aumentem o consumo de água e de alimentos ricos em água, se permanecerem as temperaturas elevadas. Devem evitar-se as atividades de maior esforço físico nestas alturas,

A medicação tomada diariamente deve ser mantida em locais frescos, e nunca deve ser consumido qualquer medicamente sem indicação médica. Os vizinhos são um importante pilar de apoio em caso de solidão e/ou de necessidade de auxílio. Em caso de emergência deve contactar-se o 112 ou a Linha Saúde 24 (808 24 24 24), disponíveis 24 horas por dia.

 Também o Centro de Saúde de Mangualde se encontra em condições de prestar apoio continuado à população atingidas pelos incêndios. É aqui que se deve dirigir quem necessitar, nomeadamente, de apoio psicológico. Esta é uma época em que é importante cuidar de cada um. É importante respeitar o tempo e o espaço do outro, uma vez que nem todos vivem estes momentos da mesma forma.

Por:Mun.Mangualde

Mudança da hora- Relógio atrasa 60 minutos

Apesar das temperaturas serem altas, a mudança da hora vai ser efetuada na madrugada de domingo, 29 de outubro.

Assim em Portugal Continental e na Região Autónoma da Madeira às 2h atrase o seu relógio para a 1h e nessa noite descansa mais um pouco, dado que entramos na hora de inverno.

Na Região Autónoma dos Açores, o relógio atrasa da 1h para as 00 horas.

Foto:RS

 

 

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