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Culinária

PSD questiona sobre “vespa das galhas do castanheiro”

Em comunicado, o PSD questiona:apesar dos esforços de controlo da praga conhecida como “vespa das galhas do castanheiro”, a verdade é que não tem sido possível controlar esta praga no território nacional. Uma das soluções tem sido o recurso largada do inseto Torymus sinensis, que se tem mostrado a forma mais efetiva de combater a disseminação da doença.

Numa pergunta à ministra da Agricultura, os deputados alertam que “a produção de castanha nacional está ameaçada por uma praga conhecida como ‘vespa das galhas do castanheiro’, cujo agente patogénico é um inseto (Dryocosmus kuriphilus) que provoca um nível de destruição alarmante, onde em países como Itália ou França conduziu a uma quebra na produção na ordem dos 70 a 80%”.

Aliás, segundo o PSD, esta patologia “foi já considerada a mais prejudicial para os castanheiros, particularmente na região mediterrânica, devido à facilidade da propagação”.

Os deputados do PSD Adão Silva, Emília Cerqueira, Isabel Lopes e José Silvano entendem que só “a execução de um plano de ação eficaz que evite os prejuízos incalculáveis que afetam os produtores e toda a cadeia económica da castanha” poderá travar a expansão desta praga.

O PSD defende “o envolvimento dos agentes económicos apoiados pelo poder autárquico e pela administração na divulgação e acompanhamento das ações específicas do respetivo plano, bem como ações complementares no âmbito do PDR2020, como por exemplo as medidas de Prevenção contra agentes Bióticos e Abióticos, direcionadas no controlo do declínio de povoamentos de castanheiro afetados por Phytophthora spp., Cryphonectrica parasitica e Dryocosmus kuriphilus (com critérios específicos na seleção das candidaturas)”.

Portugal é um dos dez maiores produtores mundiais de castanha, sendo o terceiro maior produtor europeu.  A produção nacional concentra-se especialmente na região de Trás-os-Montes, tendo também algum significado a Beira Interior e o Alto Alentejo. A qualidade da castanha nacional, reconhecida nas Denominações de Origem Protegida (DOP), tem sido só por si um elemento de vantagem comparativa no mercado internacional.

 

O PSD pergunta:

  1. No âmbito da operação “Prevenção contra agentes Bióticos e Abióticos (8.1.3.)” do PDR 2020, quais os resultados do 4º anúncio que decorreu entre 10 de abril e 30 de setembro de 2019? Quantas são referentes aos municípios do distrito de Bragança? Para o 5º anúncio, cuja primeira fase decorre até ao final do mês de junho, quando se prevê a divulgação das candidaturas e respetivo apoio?
  2. Quantas candidaturas foram apresentadas no sentido de controlar o declínio de povoamentos de castanheiro afetados por Phytophthora spp., Cryphonectrica parasitica e Dryocosmus kuriphilus, ao abrigo da operação “Prevenção contra agentes Bióticos e Abióticos (8.1.3.)” do PDR 2020? Quantas estão por analisar? Quantas estão por liquidar os respetivos apoios? Quantas são referentes a municípios do distrito de Bragança?
  3. Qual a razão que tem motivado o Ministério da Agricultura a restringir as largadas da mosca parasita usada na luta biológica, em 2020?
  4. Qual o balanço da execução do plano de ação nacional para controlo do inseto Dryocosmus kuriphilus (vespa das gralhas do castanheiro)? Qual a estratégia futura para apoiar a fileira da castanha nos desafios ao nível da fitossanidade?

AHRESP publica Guia de Boas Práticas para apoiar a reabertura da Restauração e Bebidas

A AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal acaba de disponibilizar o Guia de Boas Práticas para a Reabertura dos Estabelecimentos de Restauração e Bebidas. O documento, disponível no website da Associação para todos os empresários com atividade de restauração e bebidas, resulta de um intenso trabalho entre o Ministério da Economia, a Direção-Geral da Saúde (DGS) e a própria AHRESP.

Este Guia de Boas Práticas, validado no âmbito do Protocolo de Cooperação assinado esta terça-feira (12/05) entre a AHRESP e a DGS, na presença do Primeiro-Ministro António Costa, pretende ser um documento de apoio à operacionalização das recomendações de saúde, higiene e segurança da Direção-Geral da Saúde, no momento atual de combate ao contágio e propagação do coronavírus SARS-COV-2.

O documento inclui recomendações sobre o layout e capacidade dos estabelecimentos, fardamento e equipamentos de proteção individual, técnicas e materiais de limpeza, preparação e confeção de alimentos e ainda requisitos específicos para self-service, buffet, take away, delivery e drive-in, entre outros.

Para esclarecer as dúvidas e explicar a importância do Guia de Boas Práticas para a Reabertura dos Estabelecimentos de Restauração e Bebidas, a AHRESP organiza esta sexta-feira (15/05), entre as 10 e as 12 horas, um Webinar em direto na sua página do YouTube. A abertura do Webinar ficará a cargo do Secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, João Torres.

Complementarmente ao Guia de Boas Práticas para a Reabertura dos Estabelecimentos de Restauração e Bebidas, e como forma de reforçar o apoio à operacionalização da reabertura, a AHRESP lançará nos próximos dias, um conjunto de vídeos didáticos sobre as várias medidas que devem ser adotadas pelos estabelecimentos, assim como uma lista de Perguntas e Respostas Frequentes e documentos de apoio à capacitação dos colaboradores.

Canal YouTube AHRESP: www.youtube.com/AHRESP

Website AHRESP: www.ahresp.com

Acesso condicionado ao Mercado Municipal da Guarda

 Para evitar possíveis contágios de COVID-19 e para garantir as normas de segurança na frequência ao Mercado Municipal, a Câmara da Guarda procedeu a alterações na orgânica do Mercado para garantir o funcionamento do espaço em segurança. Assim, optou-se pela redução de tempos de espera dos clientes e pela diminuição do número de pessoas na envolvente do Mercado, evitando aglomerados de pessoas. 

Com o levantamento gradual das medidas de confinamento, o Mercado Municipal volta, aos poucos, ao seu normal funcionamento.

A  partir da manhã deste sábado, estão de regresso ao Mercado os vendedores de produtos do Vale do Mondego, cuja venda de produtos continuará a ser feita todas as quartas e sábados. 

A abertura do Mercado Municipal está, no entanto, condicionada ao cumprimento de todas as normas e recomendações veiculadas pela Direção Geral de Saúde. Tendo os comerciantes que seguir um conjunto de normas de funcionamento específicas, que visam garantir as condições de segurança e higiene no exercício da sua atividade.

As marcações no chão, em frente a cada local de venda, assegurarão a distância física entre clientes, vendedores e  produtos alimentares ou a redistribuição dos vendedores por várias zonas do Mercado, criando mais espaço entre os vendedores, são algumas das novas condições.

Está também prevista uma circulação diferente de clientes, uma vez que serão criadas duas entradas diferentes. A principal para o mercado no geral e uma outra na zona de cais (cargas e descargas) para o público que pretenda comprar hortícolas para plantação e aves de criação.

É ainda obrigatório o uso de máscara para entrar e circular no Mercado. O Município disponibiliza nas entradas do edifício solução alcoólica para desinfeção das mãos.

Haverá ainda condicionamento à entrada de pessoas no edifício, limitado a 30 clientes na zona de venda produtos alimentares e a 8 clientes na zona de venda de plantas hortícolas e aves de criação.

foto:DR

Queijo de cabra curado(Queijaria Artesanal Serras do Mondego) recebe medalha de Ouro a nível Nacional

Teve lugar um concurso a nível nacional em Santarém, onde o CNEMA-Centro de Exposições e Mercados Agrícolas e a Qualifica/oriGIn Portugal elegeram  os melhores produtos tradicionais em Portugal  e  promoveram os diversos produtos nos  concursos.

Deste modo, a Queijaria Artesanal Serras do Mondego de Ana Patrícia Martins da Matança, Fornos de Algodres, foi contemplada com a Medalha de Ouro, na categoria de queijos curados tradicionais.

Desta forma, o Queijo Picante da Beira Baixa produzido pela Queijaria Lourenço, de Vila Velha de Rodão, ganhou o prémio Melhor dos Melhores no 10º Concurso Nacional de Queijos Curados Tradicionais Portugueses que o CNEMA realizou em conjunto com a Qualifica/oriGIn Portugal .

Recorde-se que o objectivo principal do Concurso foi premiar, promover, valorizar e divulgar os genuínos Queijos Curados Tradicionais Portugueses, alguns deles já com Nomes Qualificados.

Assim no 10º Concurso Nacional de Queijos curados Tradicionais Portugueses  a Medalha de Ouro foi para o Queijo de cabra curado  das Serras do Mondego – Queijaria Artesanal de Ana Patrícia Perregil Martins.

Leite cru, sal e cardo. Sangue, suor e lágrimas assim se faz este produto agora galardoado a nível nacional.
Segundo a produtora Ana Patrícia Martins refere:“Ainda que indirectamente estes são, também, os ingredientes do nosso trabalho. O esforço e o empenho, a luta e as pequenas batalhas interiores, os sonhos e as metas traçadas são diariamente postos à prova, e nesta fase ainda mais. Mas, felizmente, são também recompensados. E que bem recompensados foram este ano! Não só pela medalha de ouro, mas, acima de tudo, pelos nossos clientes e amigos”. A produtora mostrou-se radiante dizendo:”Porque, não desfazendo o orgulho enorme que é receber uma medalha de ouro num concurso como este, são os pequenos elogios, os sorrisos, as partilhas, o apoio e os comentários daqueles com que nos relacionamos, próximos ou distantes, que fazem realmente valer a pena todo o trabalho que fazemos!
A eles o nosso obrigado. A eles dedicamos, também, este reconhecimento nacional. Por eles estamos aqui todos os dias, mesmo quando as forças já faltam. Sem eles não seríamos ouro, não seríamos bronze… não seríamos nós”.

 

Campanha de Promoção Online de Queijo dos Pequenos Produtores de Fornos de Algodres

3 Queijos de ovelha curados por apenas 39 euros em www.obomsabordaserra.pt

Face ao cancelamento da 41.ª Feira do Queijo Serra da Estrela, o Município de Fornos de Algodres integrou na sua plataforma online “O Bom Sabor da Serra”, todos os pequenos produtores de Queijo do Concelho de Fornos e Algodres.

Face a esta face difícil, a autarquia decidiu apoiar os pequenos produtores de queijo no escoamento deste produto, depois das grandes quebras de vendas devido ao cancelamento.

Em plena articulação com os pequenos produtores do Concelho, foi lançada na passada semana uma campanha promocional onde 3 Queijos de Ovelha Curado custam apenas 39€. O objetivo desta campanha é efetuar o escoamento de 500 queijos de ovelha curado. Com a campanha já em execução há uma semana, só já restam 250 Queijos, que se encontram em câmaras de cura.

Apela assim a autarquia, a todos aqueles que são apreciadores do melhor queijo do mundo, que apoiem os pequenos produtores com a aquisição destes produtos, a partir de casa, através da plataforma online, fazendo que a economia destes pequenos produtores continue a funcionar.

O Executivo Municipal de Fornos de Algodres, pretende com este mecanismo dar uma resposta célere para os problemas que a COVID-19 trouxe ao Concelho de Fornos de Algodres.

A promoção está disponível em www.obomsabordaserra.pt

Estudo:Portugueses adaptam-se à vida com restrições

Na semana em que Portugal entra oficialmente na fase de mitigação do Covid-19 (transmissão comunitária do vírus) e no momento em que os Portugueses começam a viver com restrições, assistimos a um decréscimo nas vendas. A quarta edição do Barómetro semanal da Nielsen sobre o impacto da pandemia regista, para a semana 13 (23 a 29 de março de 2020), vendas na ordem dos 206 milhões de euros, uma quebra de 6% face ao período homólogo (menos 12,5 milhões de euros) e de 12% comparativamente à semana anterior.

Por oposição a esta diminuição, o e-Commerce continua a registar ganhos em termos de ocasiões de compra (+77%) e de captação de lares (+75%). Conduzidos pelo contexto atual, os consumidores parecem mais recetivos à facilidade e comodidade de realizarem as suas compras através de plataformas digitais.

O período em análise integra um salto no número de casos confirmados de infeção por Covid-19 em território nacional. Portugal entra assim na quinta das seis etapas identificadas pela Nielsen – #5 Vida com restrições.

Produtos alimentares crescem com permanência em casa

 Nesta semana 13, os Produtos Alimentares crescem, contrariando a quebra generalizada verificada no retalho alimentar. Os Frescos apresentam um decréscimo, mas este é inferior à média do total do mercado.

“O facto de os portugueses estarem agora confinados nas suas casas altera alguns dos seus hábitos e rotinas diárias. No caso da Alimentação, muitas das refeições passaram a ser confecionadas e consumidas em casa. Tomar o pequeno-almoço e o lanche em casa e fazer petiscos e sobremesas levou a um forte dinamismo de algumas categorias, que surgem agora no topo dos maiores crescimentos, como as Bebidas Quentes (+38%) e as Sobremesas/Doces (+30%)”, explica Marta Teotónio Pereira, Client Consultant Senior da Nielsen.

Os Portugueses parecem mais propícios a cozinhar em casa, algo que é também patente no facto de o retalho alimentar perder neste período mais de 70% em Take-Away/Cafetaria face à semana homóloga.

Entre os Frescos, apesar dos decréscimos em algumas categorias, há segmentos que evidenciam uma tendência contrária e que se destacam pelo forte crescimento devido a dois fatores: defender o sistema imunitário e cozinhar mais em casa.

Mantém-se também a preocupação com a higiene, saúde e limpeza do lar, registando-se crescimentos significativos em Acessórios de Limpeza (+44%), Limpeza do Lar (+20%), Cuidados de Saúde (+9%), entre outras categorias.

Neste contexto, as categorias com maiores quebras refletem bem que os Portugueses se mantêm em casa, entre as quais se destacam os Produtos Solares (-85%), os Produtos para Calçado (-52%) e os Perfumes (-51%).

“A evolução das categorias de FMCG não deixa dúvidas de que os portugueses se mantêm em casa e que se estão a adaptar à vida em quarentena, procurando já produtos que os fazem sentir melhor em casa. Será interessante acompanhar tendência das próximas semanas que, para além de continuar a refletir a vida em quarentena, dará indicações sobre a tendência da Páscoa em 2020.

Com as escolas fechadas, as férias da Páscoa são passadas em casa. No retalho alimentar, o crescimento das vendas da semana anterior à Páscoa (este ano é a semana 14) já reflete os preparativos dos festejos que, em Portugal, passa muito pela reunião da família alargada à volta da mesa.

Com o agravamento da limitação à circulação no período da Páscoa, este ano todos sabemos que foi diferente. Com alguns sinais de menos – menos reuniões familiares, menos saídas dos centros urbanos e menos ofertas – mas também com alguns sinais mais – mais mesas de Páscoa e mais refeições em casa”, comenta Marta Teotónio Pereira.

Por:Nielsen

Plataforma sobre restaurantes e outro comércio local em Mangualde

Está disponível uma plataforma com informação georreferenciada sobre os estabelecimentos comerciais e outros serviços que estão abertos no concelho durante o período em que vigora o Estado de Emergência. Esta plataforma, permite a consulta por tipo de estabelecimento, por freguesia, morada ou nome do estabelecimento, numa iniciativa da Câmara Municipal de Mangualde, em parceria com as Juntas de Freguesia e a Associação Empresarial de Mangualde.

Mapa aqui:https://www.cmmangualde.pt/servicos-e-estabelecimentos-abertos/

Com a capacidade de funcionamento em dispositivos fixos ou móveis, a plataforma estará em permanente atualização. Para o efeito, está disponível na página do município, um formulário de adesão dirigido aos comerciantes que pretendam registar o seu negócio. No caso de ser detetada alguma informação incorreta, os contributos deverão ser enviados para o endereço eletrónico do gabinete de sistemas de informação geográfica sig@cmmangualde.pt.

Recorda-se que só estão disponíveis os estabelecimentos e os serviços que estejam a operar no cumprimento estrito da legislação aplicável, nomeadamente o Decreto n.º 2-A/2020 de 20 de março, nomeadamente, os serviços de primeira necessidade ou considerados essenciais.

Covid-19-AHRESP realizou inquérito às empresas

Foi realizado um inquérito no âmbito do COVID-19 às empresas:

do alojamento turístico e da restauração e bebidas. Principais conclusões:
• Cerca de 75% das empresas refere que estão encerradas;
• 1/3 das empresas não conseguiu pagar salários em março;
• Cerca de 50% das empresas vão avançar para o lay-off;
• Das empresas que vão avançar para lay-off, 70% refere que não conseguem pagar salários em abril se a Segurança Social não entregar o apoio a tempo;
• Cerca de 77% das empresas não recorreram a apoios financeiros;
• Das 23% empresas que o fizeram, a linha de apoio do Turismo de Portugal foi a mais referenciada (56%);
• Cerca de 58% das empresas refere que as linhas de apoio financeiro não são adequadas às necessidades das empresas, e indicam apoios a fundo perdido e isenção de impostos como as principais soluções para apoiar o tecido empresarial;
• 80% das empresas estima zero vendas em abril e maio;
Para ver inquérito na íntegra consulte o Site AHRESP: https://ahresp.com/2020/04/conclusoes-do-inquerito/

Deslocações de trabalhadores na Páscoa – Para que seja possível circular fora do concelho de residência permanente entre 9 a 13 de abril, é necessária uma declaração. AHRESP disponibiliza minutas.

Mapas de Férias –Conselho de Ministros aprovou medidas excecionais, entre as quais a possibilidade do mapa de férias dos trabalhadores ser aprovado e afixado até 10 dias após o termo do estado de emergência.

Suspensão de admissão de hóspedes na Madeira

Sobre as medidas apresentadas pela AHRESP:

Apoio a Fundo Perdido às Empresas – Urgência reforçada pelos exemplos que têm sido reportados de operações bloqueadas ou recusadas pelo Sistema Bancário/Sociedades de Garantia Mútua.

Lay-off – Apoio efetuado através da Segurança Social nos 2/3 da remuneração ilíquida do trabalhador deve ser de 90%.

Bom Sabor da Serra:Câmara de Fornos de Algodres oferece um queijo nas primeiras encomendas

obomsabordaserra.pt, faça a sua encomenda sem sair de casa

Em virtude do cancelamento da Feira do Queijo Serra da Estrela de Fornos de Algodres, no distrito da Guarda, devido à pandemia da Covid-19, o Municipio fornense decidiu apoiar os produtores de queijo do concelho.

Como forma de “ajudar os produtores locais e valorizar,  os seus produtos”, através da plataforma ´online’ “O Bom Sabor da Serra”, lançou “um pacote de medidas promocionais” para incentivar a comercialização junto dos consumidores.

Nas  primeiras 20 encomendas com valor entre 15 e 25 euros (valores não incluem portes), a autarquia oferece um queijo de cabra e para os primeiros 40 pedidos com valores entre 26 e 50 euros um queijo de ovelha Serra da Estrela DOP [Denominação de Origem Protegida].

Ainda oferece dois queijos de ovelha Serra da Estrela DOP às primeiras 40 encomendas com valor entre 51 e 100 euros e os primeiros 20 pedidos com valores acima de 101 euros são brindados com três queijos Serra da Estrela DOP.

Segundo a autarquia referiu em comunicado:”Ainda não sabemos se haverá alterações ao fluxo de distribuição pelo nosso prestador de serviços. No entanto, garantimos que, após o pagamento, a encomenda será registada e, quando for possível, será entregue com toda a segurança”.

Nesta plataforma digital, que tem um ano de existência, para além do Queijo Serra da Estrela pode encontrar enchidos e fumeiros, vinho, azeite, mel e queijadas [de urtiga]”, sendo que “todos os produtos são exclusivamente produzidos por produtores locais, com recurso a ingredientes também eles 100% locais”.

A loja ‘online’ foi uma iniciativa do município de Fornos de Algodres, com o apoio do Fundo Ambiental, no âmbito da Estratégia Nacional de Educação Ambiental 2020.

 

COVID-19- Ministério do Mar anuncia medidas de apoio às empresas e entidades

   Em comunicado, o COVID-19, o Ministério do Mar anunciou que tendo, em vista minimizar os impactos económico-financeiros da situação epidemiológica do novo coronavírus – COVID-19, adotou um conjunto de medidas excecionais de apoio às empresas e outras entidades beneficiárias do Programa Operacional Mar 2020.
1. De modo a agilizar a realização de pagamentos, foram adotadas as seguintes medidas excecionais:
a) Sempre que, por motivos não imputáveis às empresas e demais entidades privadas beneficiárias do programa, não seja possível a validação do pedido de pagamento, no prazo de 20 dias úteis contados da data da respetiva submissão pelo beneficiário, o pedido é liquidado a título de adiantamento;
b) Os pedidos de pagamento validados nos termos da alínea anterior são pagos até ao valor máximo de 70% do apoio público que lhe corresponda, com periodicidade semanal;
c) Passa a ser possível aos beneficiários do programa submeter pedidos de pagamento com base em despesa faturada, mas ainda não paga pelo beneficiário, sendo esta considerada para pagamento a título de adiantamento, desde que a soma dos adiantamentos já realizados e não justificados com despesa submetida e validada não ultrapasse os 50% da despesa pública aprovada para cada projeto;
2. São elegíveis para reembolso as despesas comprovadamente suportadas pelos beneficiários em iniciativas ou ações canceladas ou adiadas por razões relacionadas com o COVID-19, previstas em projetos aprovados.
3. Em complemento ao previsto no número anterior, não são penalizados os projetos que, devido aos impactos negativos decorrentes do COVID-19, não atinjam o orçamento aprovado e a plena execução financeira prevista na concretização de ações ou metas, podendo ser encerrados como concluídos desde que não ponham em causa o alcance dos objetivos para os quais a operação foi aprovada.
4. Sempre que necessário, quando o prazo contratualmente definido para a conclusão do projeto tiver por referência o ano de 2020, esta data é objeto de alargamento, para 2021 e em prazo compatível com a finalização da sua execução físicofinanceira.
5. É autorizada a apresentação de um maior número de pedidos de pagamento, para além do limite estabelecido na medida de flexibilização já adotada em finais de 2019, que permite a submissão de até 10 pedidos de pagamento em cada projeto.

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