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Covid-19

Candidaturas até 30 de junho à Escola Amiga da Criança

Escolas e famílias têm até ao dia 30 de junho para submeter os seus projetos à 3.ª edição da iniciativa “Escola Amiga da Criança” e mostrarem o que de melhor se faz pelos alunos e educandos, mesmo que nos dias de hoje, a escola esteja num momento de reinvenção.

No dia 5 de outubro, Dia do Professor, serão conhecidos os vencedores da iniciativa que tem como mentores a CONFAP, a LeYa e o psicólogo Eduardo Sá, e que até ao momento recebeu já recebeu mais de 2000 candidaturas.

Nesta 3.ª edição, e porque as circunstâncias assim o exigiram, surgiu uma nova categoria “Escola Amiga em Casa”, que destaca as propostas criativas das escolas em relação às pontes que conseguiram estabelecer durante a quarentena, entre os seus alunos e as famílias e que conta já com 300 candidaturas submetidas.

Para submeter uma candidatura basta ir a https://escolaamiga.pt/concorrer e escolher entre as categorias:

  • Alimentação |Estilos de Vida Saudável
  • Saúde
  • Ambiente e Sustentabilidade
  • Escola Amiga em Casa
  • Espaço Escolar
  • Digital
  • Envolvimento da Família
  • Cidadania | Inclusão | Flexibilidade | Atividades

O projeto vencedor ganha 5.000€ (cinco mil euros) em livros LeYa e 6.000€ (seis mil euros) em equipamento para a escola (oferta da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa). A Escola Amiga da Criança premeia adicionalmente o projeto vencedor de cada categoria com 500€ em livros LeYa para as bibliotecas das escolas e um cheque-oferta note! no valor de 1000€.

A 3ª edição do projeto conta também com o apoio da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Fundação Altice, REN, note!, Católica do Porto Business School, Sociedade Ponto Verde, Associação Mutualista Montepio, The Inventors, Fábrica Centro Ciência Viva, EKUI, Associação ACEGIS, Solfut, Maped e ANEBE com o projeto ‘Menores nem uma Gota’ em parceria com Secretaria Regional da Saúde da Região Autónoma da Madeira.

 

Pinhel recebe Fim de Semana Medieval

Por esta altura, na cidade falcão, seria realizada a sexta edição da Feira Medieval, mas face a isso, o Município de Pinhel vai, ainda assim, assinalar este primeiro fim de semana de junho, com especial, com a presença de Ezequiel e Zacarias.

Não podendo realizar eventos propiciadores de aglomerados populacionais e não sendo possível garantir os distanciamentos preconizados na fase de desconfinamento em curso, o Município de Pinhel convidou os amigos “Ezequiel Cabeçadas e Zacarias Boaventura” a regressarem à Cidade Falcão para partilharem a boa disposição a que já nos habituaram ao longo dos últimos anos.

Com as devidas distâncias, Ezequiel e Zacarias irão deambular pelo Centro Histórico, palco daquela que foi e há de voltar a ser a melhor animação medieval do primeiro fim de semana de junho por terras do Falcão, Guarda-Mor do Reino e Senhorios de Portugal.

Mas este ano eles não vão ficar só pelo Centro Histórico… vão antes partir à conquista da cidade e, sobretudo, à conquista de sorrisos e gargalhadas junto das famílias pinhelenses.

Dia Mundial do Ambiente assinalado em 5 de junho

Em Fornos de Algodres vai ser  assinalado o Dia Mundial do Ambiente, na sexta-feira, dia 5 de junho, numa iniciativa  do CLDS 4G e o Município de Fornos de Algodres  com a colaboração do Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres .

Deste modo, fazem um desafio a criar uma história ilustrada ou apenas um desenho em que o tema principal seja “Um pássaro na floresta!” uma forma de testar a criatividade de todos. Os trabalhos realizados serão expostos numa exposição em data a designar.

Associações locais de Mangualde receberam EPI´s

Cerca de mil máscaras comunitárias certificadas e gel desinfetante produzidas no concelho

Chegou a terceira fase de desconfinamento, deste modo, o movimento associativo foi comtemplado para receber da Câmara Municipal de Mangualde a oferta de cerca de mil Equipamentos de Proteção Individual (EPI), composto por máscaras comunitárias certificadas (laváveis e reutilizáveis) fabricadas em Mangualde, para cerca de 60 Associações de Mangualde. Para além das máscaras, foi ainda oferecido gel desinfetante. O objetivo é ajudar estas importantes instituições na retoma da sua normal atividade e reforçar, simultaneamente a importância que o movimento associativo tem junto das populações, quer em termos culturais quer em termos desportivos e recreativos.

De recordar que, no mês de abril, a Câmara Municipal de Mangualde efetuou a doação de EPI às Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) do concelho. Na altura, foram doadas três mil máscaras, três mil luvas, seis mil aventais descartáveis e 14 termómetros eletrónicos sem contacto.

Para Elísio Oliveira, Presidente da Câmara Municipal de Mangualde, “estas ações ajudam as associações a regressarem à sua atividade normal, respeitando todas as regras de combate à propagação do vírus, mas valorizando o papel que estas têm na nossa sociedade. Ao adquirir estes equipamentos na industrial local estamos ainda a apoiar a nossa atividade económica, a qual sempre incentivamos a redirecionar a sua produção para estas novas necessidades do país e do mundo”. O presidente sublinha ainda que “a sociedade deseja retomar a sua atividade cultural, social, desportiva e recreativa e é fundamental que o regresso aconteça, mas sempre com os devidos cuidados.”

Vacinas pediátricas em atraso alerta o MOVA

Em comunicado, o Movimento Doentes pela Vacinação refere que mostra preocupação à quebra das taxas de vacinação entre os mais novos. O Programa Nacional de Vacinação e as vacinas extra- Plano não estão a ser cumpridos, potenciando o aparecimento de doenças graves como o sarampo, a meningite ou a tuberculose. O medo é a principal razão para que pais e encarregados de educação adiem consultas e deslocações aos hospitais e centros de saúde. Um receio que, a curto prazo, pode originar surtos e ter consequências em toda a comunidade. No Dia Mundial da Criança, o MOVA apela aos pais e encarregados de educação que retomem consultas e práticas de prevenção.

Há quebras nas taxas de vacinação pediátrica, mesmo nas vacinas incluídas em PNV. Uma situação considerada extremamente preocupante pelo MOVA, que no Dia Mundial da Criança deixa o apelo: é urgente que se retomem consultas e a vacinação, dentro e fora do Programa Nacional de Vacinação.

“As pessoas têm medo. Temos de assegurar que o seu regresso às rotinas de saúde se processe rapidamente, de forma segura e informada. É fundamental que a população compreenda os riscos desta quebra na vacinação. Que se sinta segura na deslocação para vacinar os seus filhos e que perceba que este é o maior ato de proteção”, explica Isabel Saraiva, fundadora do MOVA. “Não temos, ainda, vacina contra a Covid-19, mas não podemos viver a medo. Sabemos que existem muitas outras doenças graves que são preveníveis através de vacinação, como o sarampo ou a meningite. Felizmente podem ser evitadas”, conclui.

O MOVA considera urgente que as autoridades comuniquem com pais e encarregados de educação de forma assertiva e que os serviços e as infraestruturas estejam preparados para receber estes utentes de forma segura, prática e eficaz.

“Temos de sensibilizar a população para a importância da vacinação, ao mesmo tempo que lhe oferecemos as ferramentas e as infraestruturas ideais para a sua concretização. É urgente que se recupere o tempo perdido durante o confinamento, de forma a evitar a propagação de doenças graves”, continua a fundadora do MOVA.

É cada vez mais importante investir na prevenção, seja através do PNV ou de vacinas recomendadas pelos médicos assistentes. A vacinação previne doenças como o sarampo, a tosse convulsa, o tétano ou a meningite. A Direção-geral da Saúde reforçou recentemente que, até aos 12 meses de idade, inclusive, as crianças devem cumprir atempadamente a vacinação recomendada, imunização que confere proteção precoce contra onze doenças potencialmente graves. Aos 12 meses, as vacinas contra o meningococo C e contra o sarampo, papeira e rubéola são extremamente importantes. Situações epidemiológicas como a do sarampo, por exemplo, não nos permitem adiar esta vacina.

Não esquecer também que a vacina contra a tuberculose (a BCG) continua a estar no PNV para as áreas de risco social e endémico (áreas podem vir a aumentar com a CoVid 19).

Outro caso preocupante, é o da meningite, uma infeção grave, e potencialmente fatal. Qualquer pessoa a pode contrair, mas as crianças pequenas e os adolescentes correm maior risco. Aos pais e encarregados de educação, o MOVA deixa um pedido “Pelo bem dos vossos filhos e da comunidade, apostemos na prevenção”.

 

Dia Mundial da Criança celebrado em Penalva do Castelo

O Dia Mundial da Criança em Portugal é celebrado a 1 de junho.
Nesta data,  as crianças são o centro das atenções, organizam-se diversos eventos e atividades para as crianças, de forma a celebrar o Dia Mundial da Criança.
Este ano apesar dos constrangimentos existentes na comunidade, o Município de Penalva do Castelo,  a Junta de Freguesia de Ínsua e o Pároco da Freguesia, Padre José António, organizam uma atividade surpresa.
Todas as crianças do concelho estão convidadas a associarem-se a este evento no dia 01/06/2020, assistindo à transmissão eletrónica através da página do Município, pelas 18h e 30 m.“ O Futuro do mundo depende da felicidade das crianças do presente”.

Em Pinhel o jardim de infância reabre no dia 1 de junho

Nesta fase adiantada do plano de desconfinamento em curso, em Pinhel, na próxima segunda-feira, dia 1 de junho, o Jardim de Infância  vai reabrir e está pronto para receber os meninos em segurança e de acordo com as regras preconizadas pelas autoridades de saúde.
Assim, o Município de Pinhel levou já a efeito uma profunda limpeza / higienização de todos os espaços, incluindo espaços interiores e exteriores.
Estando tudo limpo e higienizado, os pais podem deixar os seus filhos com confiança e tranquilidade no Jardim de Infância.
Apesar de não ser obrigatório, o Município de Pinhel também testou todos/as os/as profissionais que estão diretamente ligados/as ao Jardim de Infância, sendo que todos os testes realizados obtiveram resultado negativo para a COVID 19.

Município de Nelas cancelou todos eventos até 30 de setembro

Num comunicado, o Municipio de Nelas informa que decidiu cancelar todos os eventos de ambito cultural e musical, inclusive a Feira do Vinho do Dão.

  • A emergência de saúde pública de âmbito internacional, declarada pela Organização Mundial de Saúde, no dia 30 de janeiro de 2020, bem como a classificação, no dia 11 de março de 2020, da doença COVID-19 como uma pandemia, na sequência do que o Governo tem vindo a aprovar um conjunto de medidas extraordinárias e de caráter urgente, em diversas matérias;
  • A Direção-Geral de Saúde (DGS), enquanto Autoridade Nacional da Saúde Pública, produziu, a 28 de fevereiro, a Informação n.º 006/2020 sobre a frequência de eventos de massa, tendo-se seguido a Orientação n.º 007/2020, de 10 de março, atualizada em 16 de março de 2020, onde recomenda o cancelamento de eventos de massas com o objetivo de evitar a transmissão do vírus entre um elevado número de pessoas em espaços confinados;
  • Esta orientação da DGS, que, desde logo, teve um efeito alargado no cancelamento ou adiamento de vários espetáculos ao vivo de natureza artística, então agendados, tornou-se posteriormente obrigatória com a declaração de Estado de Alerta, emitida pelo Governo no dia 13 de março;
  • A situação de pandemia, foi publicado o Decreto-Lei n.º 10-I/2020, de 26 de março, que se aplica a todos os espetáculos que não podem ser realizados no lugar, dia ou hora agendados, entre os dias 28 de fevereiro de 2020 e até ao 90.º dia útil seguinte ao fim do estado de emergência:
  • No entanto, que este diploma legal sofreu alterações que foram introduzidas pela Lei n.º 19/2020, de 29 de maio, que estabelece medidas excecionais e temporárias de resposta à pandemia da doença COVID-19 no âmbito cultural e artístico, festivais e espetáculos de natureza análoga, procedendo à segunda alteração ao Decreto-Lei n.º 10-I/2020, de 26 de março, alterado pela Lei n.º 7/2020, de 10 de abril;
  • Assim, nos termos do artigo 5.º-A do Decreto-Lei n.º 10-I/2020, de 26 de março, na redação que lhe foi conferida pela Lei n.º 19/2020, de 29 de maio, “É proibida, até 30 de setembro de 2020, a realização ao vivo em recintos cobertos ou ao ar livre de festivais e espetáculos de natureza análoga declarados como tais no ato de comunicação feito nos termos do Decreto-Lei n.º 90/2019, de 5 de junho”;
  • Ainda o disposto no n.º 1, alínea a) do Despacho n.º 3301-D/2020, de 15 de março, nos termos do qual se estabelece a interdição da realização de eventos, reuniões ou ajuntamento de pessoas, independentemente do motivo ou natureza, com 100 ou mais pessoas;

 Determina-se o seguinte:

  1. O cancelamento de todos os eventos de âmbito cultural e artístico até 30 de setembro de 2020 no Município de Nelas, sendo que, especificamente para os seguintes eventos pelos factos que abaixo se enunciam:
  2. Relativamente à Feira do Vinho do Dão:

Pela própria natureza do evento, nos termos em que vem sendo realizado, que tem subjacente o contacto próximo entre produtores e visitantes, torna-se impossível assegurar o distanciamento social entre produtores e provadores de vinhos; não é possível assegurar o uso de máscara (violando, assim, o estabelecido na legislação aplicável e nas orientações da Direção-Geral de Saúde), uma vez que o uso da máscara torna impossível a realização da prova dos vinhos; propícia o ajuntamento de pessoas; pelo que se considera que este evento tem subjacentes um conjunto de fatores potenciadores do risco associado à transmissão da doença COVID-19.

 

  1. Marchas populares:

A realização das marchas, que tem subjacente vários dias de ensaios, onde participam crianças e adultos, potencia o contacto próximo entre pessoas, não permitindo a aplicação das regras de distanciamento definidas; o próprio dia da realização das marchas propícia o ajuntamento de milhares de pessoas; pelo que se considera que este evento tem subjacente um conjunto de fatores potenciadores do risco associado à transmissão da doença COVID-19.

  1. Em face do exposto, e tendo por base o estabelecido no artigo 5.ºA do Decreto-Lei n.º 10-I/2020, de 26 de março, alterado pela Lei n.º 19/2020, de 29 de março, determina-se, ainda, a não realização das tradicionais festas populares nas freguesias do Concelho de Nelas, nos termos em que habitualmente são realizadas, pelo facto de, para efeitos do disposto na referida norma, se considerarem espetáculos de natureza análoga e, por isso, estar proibida a realização dos mesmos até 30 de setembro de 2020;
  2. Os cancelamentos e proibições acima determinados e referidos não prejudicam a realização de qualquer evento de natureza cultural, artística, recreativa, desportiva, promocional ou de qualquer outra natureza que, respeitando as normas legais e as orientações das autoridades de saúde pública, particularmente as orientações da Direção-Geral de Saúde, estejam fora do âmbito das proibições acima referenciadas.

 

Covid-19: Retrospetiva do consumo em tempos de pandemia, segundo a Nielsen

Terminou, no dia 4 de maio, o período de confinamento em Portugal. Entrando agora numa nova fase destes tempos tão particulares, a Nielsen desenvolveu, no seu relatório semanal, uma visão diferente e mais macro daquilo que têm sido as grandes tendências em tempos de COVID-19. Como se comportou o consumo FMCG em Portugal nas fases Pré-Covid (semanas 1 a 8), Armazenamento (semanas 9 a 11) e Quarentena (semanas 12 a 18)?

  • Bens de Grande Consumo cresceram com o impacto da COVID-19
  • Diferentes categorias dinamizam cada um dos períodos
  • Portugueses mostram capacidade de adaptação entre cada fase
  • Após o desconfinamento, portugueses armazenam e o consumo cresce 17%

Segundo a análise da Nielsen, e de uma forma geral, a pandemia COVID-19 veio trazer crescimento no setor dos Bens de Grande Consumo em Portugal. Houve nitidamente um período de Armazenamento, entre 24 de fevereiro e 15 de março, em que o mercado cresceu 31% sobre o período homólogo de 2019. Nas semanas de Quarentena, entre 16 de março e 3 de maio, o crescimento foi de 9%.

 

 

 

 

 

 

Enquanto no período pré-COVID todas as categorias cresciam sensivelmente ao mesmo ritmo, detetámos diferentes comportamentos nas etapas posteriores.

Armazenamento – A preparação da despensa dos portugueses

Durante a fase de Armazenamento, foram as categorias de Higiene Pessoal e do Lar (+37%) e de Alimentação (+35%) as que apresentaram maior dinamismo.

Em Higiene, o crescimento do papel higiénico, que mereceu mesmo algum destaque noticioso, não deixou dúvidas quanto à necessidade dos portugueses de se abastecerem previamente. Esta categoria cresceu 87% durante todo o período de Armazenamento. Destacam-se também, nesta fase, os Acessórios de Limpeza (+54%) e os Rolos, Guardanapos e Lenços (+54%).

No setor da Alimentação, destacam-se claramente os produtos de maior durabilidade, como é o caso das Conservas (+102%), dos Produtos Básicos (+89%) e dos Congelados (+44%).

No que diz respeito aos produtos Frescos, os portugueses não quiseram que faltassem produtos a que estão habituados à mesa, exemplo da Carne, do Peixe e das Frutas & Legumes, que, neste período de Armazenamento, cresceram, respetivamente, 30%, 26% e 18%.

As Bebidas Não-Alcoólicas (+16%) cresceram no período de Armazenamento (influenciadas pela preocupação em ter água em casa). Não há dúvida de que os portugueses prepararam a sua despensa no sentido de enfrentar as necessidades associadas à permanência em casa.

 

 

 

 

 

Quarentena – A tentativa de manter a normalidade possível

No período de Quarentena, com todo o consumo a ser realizado em casa, é na Alimentação que se verifica o maior dinamismo (+14%). As Bebidas Quentes, onde se inclui o Café, ocuparam um lugar de relevo desta fase, com um crescimento de 52%. Embora com menos destaque, continua a notar-se uma preocupação dos consumidores por manter a sua despensa recheada, com um dinamismo de 33% nos Produtos Básicos, de 29% nos Congelados e de 28% nas Conservas.

Quando ficam em casa, é evidente a preocupação dos consumidores com a limpeza (+62% em Acessórios de Limpeza) e com a embalagem e conservação de alimentos (+43% em produtos para este efeito). Por outro lado, com os portugueses confinados nas suas casas, notam-se decréscimos acentuados em categorias como Produtos Solares (-88%), Produtos para Calçado (-46%), Perfumes (-37%) e Maquilhagem (-29%).

Nos Frescos, a tendência é de quebra durante a Quarentena. Registaram-se, no entanto, crescimentos nas Frutas & Legumes (+10%) e no Talho (+6%). O Take Away & Cafetaria do retalho alimentar, que apresentava o maior dinamismo no período pré-COVID, inverteu a tendência na quarentena (-68%).

 

 

 

 

 

Diferentes tipologias de loja para necessidades distintas

Se é pelas lojas maiores que os portugueses optam no momento de armazenar, na vida em quarentena a proximidade ganha visibilidade, possibilitando deslocações mais próximas de casa e de menor duração.

 

 

 

 

 

 

Face à evolução do consumo desde que se começaram a sentir os efeitos desta pandemia, “é notória uma adaptação dos consumidores às distintas necessidades que esta nova realidade impôs nas suas vidas e rotinas. Os dados analisados pela Nielsen mostram uma tentativa de responder a novas exigências, quer no momento de assegurar uma despensa recheada que permitisse enfrentar o confinamento, quer na compra de produtos que tornassem mais fácil a permanência prolongada em casa”, explica Inês Pimentel, Client Consultant da Nielsen.

“A procura por diferentes tipologias de canais de retalho evidencia que o consumidor possui uma capacidade para ajustar os seus hábitos e adotar novas rotinas quando tal se revela indispensável. Lojas de maior e de menor dimensão adquirem um papel específico quando se trata de suprir determinadas necessidades e em distintas fases neste longo processo de confinamento e restrições.

As próximas semanas trarão, certamente, novidades. A possibilidade de voltar a uma rotina mais aproximada à realidade pré-COVID, com maior liberdade de movimentos, significará também mais liberdade para os consumidores realizarem as suas compras, e o fim de algumas exigências modificará o aspeto da sua cesta”, conclui.

 Após a quarentena, os portugueses armazenam e cresce o consumo

Terminado o período de Quarentena, a décima edição do Barómetro Covid-19 da Nielsen revela o impacto do novo Coronavírus no mercado dos Bens de Grande Consumo na semana 19 (4 a 10 de maio), marcada pelo início de uma nova fase: Viver uma Nova Normalidade.

No período em que se dá início ao processo de desconfinamento, com a reabertura do pequeno comércio, os produtos FMCG registaram um crescimento de 17% comparativamente à semana homóloga, totalizando 187 milhões de euros.

 

 

 

 

 

Nesta semana 19, os portugueses voltaram a armazenar e todas as categorias apresentaram crescimentos. Alimentação (20%), Bebidas (18%), Higiene Pessoal e do Lar (9%) e comida e acessórios para cães e gatos (6%) registaram incrementos de vendas comparativamente à semana homóloga.

 

Freguesia de Tavares assinala o Dia Mundial da Criança

Não querendo deixar de homenagear as crianças, a União das Freguesias de Tavares, mantendo em simultâneo o respeito pelo Plano de contingência à Covid-19, vai entregar a todas as crianças dos 0 aos 3 anos ou que estejam matriculados em qualquer nível de ensino uma lembrança para assinalar o Dia Mundial da Criança.

Vai ser um dia animado, com animadores,modelagem de balões e muita música.

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