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Conselho Empresarial das Beiras e Serra da Estrela defende fim das portagens

Medidas de futuro

CEBSE
O presidente do Conselho
Empresarial das Beiras e Serra da Estrela (CEBSE) exigiu hoje o fim das
portagens nas duas autoestradas da região, por considerar que são um
constrangimento à fixação de novos investimentos.
“É necessário, de uma vez por
todas, exigir o fim das portagens nas autoestradas A23 (Guarda/Torres
Novas) e A25 (Aveiro/Vilar Formoso)”, afirmou Rogério Hilário na sessão
de abertura do “I Fórum Empresarial Beiras e Serra da Estrela – A
afirmação de uma região”, que decorre no Teatro Municipal da Guarda, com
a participação de cerca de 400 empresários. Segundo o presidente do
CEBSE, as portagens representam “custos de contexto” para as empresas e
são “um dos constrangimentos mais importantes” para a fixação de novos
empresários. “Continuamos a ter custos de contexto mais altos do que
outras regiões” do país, alertou o responsável. Rogério Hilário disse
ainda na sua intervenção que a região necessita de uma discriminação
fiscal positiva “real e justa” e de investimentos ao nível rodo e
ferroviário, com destaque para a reabertura da linha da Beira Baixa
entre a Guarda e a Covilhã e para a modernização da linha da Beira Alta.
O presidente da câmara da Guarda, Álvaro Amaro, também defendeu no seu
discurso que haja “discriminação fiscal” para com as regiões do
interior, saudando o facto de o Orçamento do Estado para 2015 já
contemplar a diminuição fiscal da taxa do IRC. “Só há mais
competitividade, mais crescimento, mais riqueza, mais emprego, com
empresas no território” disse. Álvaro Amaro referiu que as políticas
públicas dos últimos anos foram injustas para o interior e os resultados
finais “ditam um fosso maior entre o chamado litoral e o interior”.
Alertou que o próximo quadro de fundos comunitários poderá ser “a última
oportunidade” para o desenvolvimento dos territórios mais
desfavorecidos, daí que seja necessário “agarrá-la”. A subsecretária de
Estado Adjunta do vice-primeiro ministro, Vânia Silva, alertou que o
novo quadro comunitário “é decisivo para Portugal e pode, de facto, ser o
último”, defendendo, por isso, que “deve ser bem aproveitado”. Quanto à
criação de medidas de discriminação fiscal para o território do
interior, apontou que o Governo não pode “fazer tudo de repente”. O
CEBSE, que é formado por 18 associações empresariais da região das
Beiras e da Serra da Estrela, promove o seu I Fórum Empresarial com o
objetivo de discutir o futuro do setor e de dar contributos para o Plano
Estratégico da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela,
que agrega 15 municípios dos distritos da Guarda e de Castelo Branco.
Durante os trabalhos, que decorrem hoje na Guarda, são abordados temas
com “Beiras e Serra da Estrela – uma região policêntrica com futuro”, “A
inovação e a investigação como fator de competitividade” e “O
artesanato/produtos locais e o seu contributo para o desenvolvimento do
território”. 
fonte: Lusa | imagem: CEBSE

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