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«Mangualde, o nosso património!»:Casas de Lobelhe

casas de lobelheA campanha da autarquia mangualdense, «Mangualde, o nosso património!», continua a dar a conhecer o vasto património do concelho. Para aproximar a população do património mangualdense, em dezembro, o destaque vai para as Casas de Lobelhe.

 Casas de Lobelhe

De construção e volumetria despretensiosas, com decoração simples, de empenho centrado no avental das três janelas da fachada principal, onde se rasga uma porta de generosas dimensões, contemplamos uma residência senhorial, na localidade de Lobelhe do Mato. A nobilitação do edifício é-lhe conferida pela pedra de armas que encima o portão na continuação do muro adoçado à parede lateral direita, e que mostra, no brasão esquartelado, as armas dos Costas, dos Sampaios e dos Coutos, rematado por elmo com o timbre dos Costas. Remonta esta magnífica peça da heráldica ao século XVIII e ali foi colocada por carta de brasão autorizada, no ano de 1756, a Bernardo José do Couto da Costa Faro. Na realidade, é António do Couto Faro, da Casa de Santo Amaro de Azurara, que, ao casar com Maria, filha de Sebastião Sampaio e de Catarina Gonçalves, proprietários daquela residência, a coloca na orla dos bens dos Brito e Faro. No outro lado da rua, a mesma família erigiu nova residência, já no século seguinte, e cuja beleza arquitectónica se substancia na porta e na janela que simetricamente a encima, em cujo varandim com grade de ferro vemos a data de 1874, e que constituem, conjuntamente com o brasão em pala dos Costas e dos Faros, colocado num barroco frontão, o bloco central da fachada principal do edifício, delimitado por pilastras.

Coordenadas Geográficas

40º 35.235’

7º 50.047’

443 m

António Tavares

Gabinete de Gestão e Programação do Património Cultural

Com esta campanha todos ficam mais próximos do vasto esplendor patrimonial do nosso concelho. Nesse sentido, continua a ser colocada, em vários pontos de encontro do concelho, informação sobre o monumento/património apresentado. O património material e imaterial vai sendo apresentado consoante a categoria com a qual foi classificado: arqueologia, pelourinhos, fontes, palacetes e religiosos, bem como outros bens patrimoniais. Cada categoria será representada por uma cor que a distingue das restantes.

Foram já vários os bens patrimoniais destacados por esta campanha nos últimos dois anos. Em 2015, continuamos a aproximar a comunidade de todo o nosso património, tendo sido apresentada ao longo do ano, a Igreja de São Tomé de Cunha Baixa, o Fontenário dos Seabra Beltrões, em Cassurrães, o Penedo da Cruz, em Póvoa de Cervães, Vila Cova de Tavares…1663, a Capela dos Cabral Pinto – Cassurrães, a Ponta da Barca, a Igreja de Santiago de Cassurrães, as Sepulturas medievais de Maceira Dão e a «Nossa Senhora do Monte, ou da Cabeça – Sítio primitivo do Mosteiro de Maceira Dão?».

Por:Mun.Mangualde

 

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