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Balanço de três anos de mandato do autarca Dr. Manuel Fonseca

IMG_4469Que balanço faz destes 3 anos de mandato no Município de Fornos de Algodres?

Um balanço positivo, face a inúmeras dificuldades que estávamos à espera, mas também outras dificuldades que nos surgiram depois sem esperarmos, mas que tendo em conta os meios disponíveis, foi possível fazer algumas coisas em Fornos de Algodres.

Havia uma questão primordial que esperemos que até ao final deste ano fique resolvida, a situação financeira que nos ocupou muito tempo, mas era primordial resolver, mas foi um ano extremamente difícil, porque este dossier como estava delineado, o plano de reequilíbrio financeiro não permitia fazer à Câmara investimentos ou qualquer despesa que não fossem aquelas obrigatórias.

Este é um dossier que tendo em conta as informações que recentemente recebi, vai ser assinado um novo FAM, que vai permitir pagar a dívida em 35 anos e com prestações mais suaves, de modo que a Câmara possa libertar fundos para fazer outro tipo de investimento.

Agora muitas outras coisas foram feitas, a nível de eventos, renovámos a Feira do Queijo, visitada por milhares de pessoas que desenvolvem a economia local.

A nível das freguesias, fez-se muito trabalho, fizemos acordos de cooperação, no sentido de delimitar competências e serem dotadas financeiramente, coisa que nunca tinha sido feito, vários trabalhos foram feitos aproveitando o novo quadro comunitário, dado que só agora esse quadro começa a permitir que as candidaturas avancem e vamos ter várias candidaturas. Na Educação, queremos trabalhar na Escola do 1ºCiclo de Figueiró da Granja, que ainda naquela zona tem muitos alunos, se essa escola for reabilitada, em vez de se deslocarem para Fornos, permanecem em Figueiró da Granja, a candidatura está feita, o projeto está feito e no próximo ano, teremos condições de lançar o concurso.

Relativamente às fossas, outro assunto muito importante, a nível de ambiente, devemos investir nessa área, todas as fossas existentes estão em fracas condições, sendo um problema ambiental para essas freguesias, temos um programa neste momento que nos vai permitir reabilitar este ano algumas delas e no próximo ano as restantes em situações mais difíceis. Existe também um programa em relação ao insucesso escolar, uma parceria com a Escola de Fornos, no sentido de combater o abandono e insucesso escolar, que é preocupante no concelho, projeto lançado por nós e através da CIM-Beiras Serra da Estrela e com parceria das escolas.

Outros projetos estão a ser lançados a nível da energia e dado que temos uma fatura elevada, temos um projeto e quem acusa a Câmara de não ter feito nada, relembro que quando chegámos à Câmara, não havia luz nas ruas durante a madrugada, nós conseguimos, reduzindo custos, mas agora as luminárias estão ligadas durante a noite.

Muitas coisas se têm feito e quando a oposição nos acusa de despesismo do pessoal, não IMG_6290sei que tipo de contabilização têm feito, agora a pergunta que eu faço, havendo a possibilidade de criar aqui através das medidas de emprego a possibilidade dessas pessoas puderem ter uma ocupação, se a Câmara tem essa função, e fá-la também porque tem necessidades em várias áreas: na Educação, e dos próprios serviços, essas pessoas são necessárias.Se calhar essas pessoas infelizmente não têm outro tipo de ocupação, será que não queriam que a Câmara as apoiasse?

Mas eu enquanto estiver na Câmara vou apoiar essas pessoas, e outras medidas de emprego em 2017 vão ser criadas, porque precisamos das pessoas cá, entendemos que há falta de emprego para essas pessoas que não têm qualquer ocupação nem qualquer rendimento, esta é uma medida em termos sociais, e nisto estou à vontade, e quando o PSD nos critica relativamente a isso , há aqui  falta de solidariedade social para com estas pessoas que infelizmente vivem em Fornos,  e que muitas delas  não têm forma de  cumprir as suas necessidades básicas.

Em relação ao empreendedorismo, foi lançado por nós e neste momento, já tem frutos, existem projetos a andar, casos da Queijaria na Matança, do vosso Magazine Serrano, agora relativamente a quem nos criticou que não criava postos de trabalho, esses postos vão ser criados, existe atividade desenvolvida à volta deste projeto e estou muito contente com o trabalho que foi desenvolvido nessa área.

Muitas outras coisas vão sendo feitas, foi recentemente elaborada uma candidatura que foi feita juntamente com as Câmaras de Gouveia, Mangualde e Nelas, no sentido de existir um investimento para trabalhar o Azeite que é outro dos produtos importantes desta região, a par do queijo da serra e deve ser valorizado.

Em que ponto de situação está o tema dos terrenos junto ao Hotel?

Agora há coisas que não posso deixar de perguntar a quem tanto me acusa, sobre a ação do Hotel na Serra da Esgalhada, houve uma unanimidade na Assembleia Municipal no sentido de serem resgatados os terrenos para a posse da Câmara, agora quanto a isso, vou até ao fim, lutarei sempre, podem criticar, haver ameaças, o que quiserem, agora os fornenses não podem ficar sem aquilo que é deles. Vai haver já em dezembro um julgamento em tribunal para ver como se vai resolver toda essa questão, e lutar pelo nosso objetivo, naturalmente qualquer empresário pode trabalhar em Fornos, agora o erário público não pode sair prejudicado.

Neste caso, o que ficou assente em relação aos terrenos e a comparticipação da Câmara naquela época, creio que nenhum fornense concorda com o que naquela época foi feito, assim todos os campos de futebol e toda a Mata Municipal tem de pertencer novamente à Câmara.

Agora não abdicamos de nada e vamos lutar, o hotel que fique, mas relativamente ao resto tem de haver uma reversão à Câmara Municipal.

Estamos a fazer várias coisas, agora numa Câmara como esta, num plano de reequilíbrio financeiro, num orçamento de 5 milhões e 800 mil euros, tinha de pagar perto de 2 milhões e 500 mil euros só para encargos da dívida, naturalmente não tem muito mais dinheiro para fazer algumas coisas que nós gostaríamos de fazer, agora naturalmente sabíamos da existência dessa dívida, mas não sabíamos da existência das outras pseudo-dívidas que se encontram em tribunal, relativamente a essas e nunca nos foi dito que se devia cerca de 2milhões e 500 mil euros a empresários sendo alguns de Fornos, fomos confrontados com esses processos em tribunal quando chegámos à Câmara, em política acho que não vale tudo.

Compreendo os empresários, agora com este novo Fundo de Apoio Municipal, a ideia é incluir essas dívidas que estão agora em tribunal, para que quando houver decisão do tribunal, possamos pagar, caso a decisão seja essa, foram dívidas que ninguém sabia da sua existência.

Agora neste momento orgulho-me de que neste momento, não há nenhuma obra que não seja feita com toda a transparência, todas são cabimentadas e comprometidas, agora poderiam dizer que se podiam fazer mais obras, mas aqui só se faz mediante o dinheiro que temos.

O que foi feito a este concelho nos últimos anos relativamente à hipoteca é muito grave, nós todos os fornenses vamos ter de pagar, porque mediante o anuário financeiro, nenhuma Câmara do País tem um rácio de dívida tão elevado e não fomos nós que a fizemos, agora a nossa promessa é de não aumentar a dívida, e estamos a cumprir, vamos é diminuir a dívida, todos os meses pagamos religiosamente os encargos, e não vai haver nenhum aumento da dívida, em relação a quando entrámos.

A nível de pagamentos a fornecedores os prazos têm sido mais reduzidos?

Somos das Câmaras do distrito que mais rápido paga, em comparação a outras da região, é importante para os empresários que vivem aqui, receberem a tempo e horas, é incompreensível que empresas estejam seis, sete meses à espera de receber dinheiro das Câmaras, economicamente poderia pôr em dificuldades essas mesmas empresas, da nossa parte só se faz se houver dinheiro, se não houver não se faz, é a minha política relativamente a isso.

Estão previstas algumas obras?

Assim no final do ano vamos lançar uma série de obras porque temos dinheiro para as fazer, estamos a requalificar as piscinas municipais, com um orçamento de perto de 30 mil euros, tiveram de ser remodeladas, chovia lá dentro, é um edifício antigo e estamos a intervir, requalificar a zona sul (passeios que nem acabados estão), intervir na circular da entrada para a A25, porque os moradores têm de ir à rotunda para entrar para casa, está já preparado para que sejam feitas aberturas e criar esses acessos.

Estamos a limpar a ribeira da Muxagata, que estava cheia de infestantes (ervas), proporcionar que esta ribeira seja um lugar agradável e interessante e até se possam vir a realizar provas desportivas, vai ficar concluída até ao final deste ano.

Vamos requalificar os arruamentos no Bairro do Ténis, era uma coisa muito reclamada, porque os moradores que ali investiram e ali vivem, no inverno era um problema para entrar em casa, com a lama, onde o muro de suporte está a cair e vai ser remodelado e não podemos adiar como foi feito anteriormente que a culpa era do empreiteiro, há ali uma situação de risco relativamente às pessoas que investiram ali e tinham expetativas relativamente ao empresário que fez as obras, e à Câmara para resolver algumas questões, que não foram resolvidas.

As pessoas que compraram apartamento na parte de cima ou na parte de baixo para entrar em casa a pé ou de carro no inverno está intransitável. Fazemos tendo em conta o dinheiro que temos.

Vamos intervir este ano, junto à Escola Básica e Secundária, em alguns passeios que muitos deles não estão concluídos. No início do próximo ano, junto à Escola do 1ºCiclo, temos de melhorar algumas coisas no que toca à mobilidade, quando os pais levam os filhos à escola.

Relativamente à Zona Industrial de Juncais e Fornos Gare, a Câmara tem sido alvo de críticas, o que tem a dizer sobre isso?

Na Zona Industrial de Juncais, existe um projeto elaborado, para avançar,  existiu anteriormente um projeto para o loteamento desse espaço, não há dinheiro para o suportar.

Em termos do novo quadro comunitário de apoio neste campo, a Região Centro tem 30 milhões de euros para 100 municípios, e sabendo nós que a CIM- Beiras e Serra da Estrela tem cerca de 40% de capacidade, em termos de áreas industriais que neste momento não está ocupada, há outras áreas em que esses 30 milhões vão ser localizados.

Agora aquilo que a CCDRC nos disse foi que é muito difícil que surja algum financiamento para esse tipo de projeto. Agora vamos lotear de um lado e do outro junto à estrada de modo que as infraestruturas que sejam feitas, que tenham o menor custo possível.

Quando houver empresas para esses lotes depois é mais fácil a nível financeiro lotear as restantes, é o que vamos fazer, o projeto está quase concluído, e no próximo ano vai haver já valores inscritos em orçamento para essa obra.

Em relação à Estação, ouvi a crítica feita na última Assembleia Municipal, uma parte é da nossa responsabilidade, agora a outra parte é da responsabilidade dos proprietários das habitações que se encontram degradadas, onde aí a Câmara não pode intervir, ou melhor apenas os pode notificar através da Proteção Civil para reabilitar essas habitações. Aliás dentro da vila temos um exemplo, que conseguimos resolver depois de muitas lutas, na Rua Fresca, vamos proceder à demolição da casa, mas os custos são elevados e não sabemos quando vamos receber esse valor dos proprietários, agora esse é um estado de emergência, visto que ninguém lá conseguia passar e coloca em perigo as pessoas e bens, visto que está em condições miseráveis, mas vamos intervir.

Agora nós não temos dinheiro, nem Câmara nenhuma tem para poder fazer face a essas habitações degradadas, relativamente à Estação, há uma situação que é da nossa responsabilidade, em que nós vamos intervir, relativamente à tal fonte que existe lá que tem de ser recuperada e não é um investimento muito grande e tentar melhorar algo junto à ligação com a EN 16, agora quanto ao resto, a Câmara não tem capacidade para isso, eu gostava que todas as casas fossem habitadas na Estação, mas terão de ser os privados a cuidar das suas casas.

Nesta Estação, tem o Intercidades que  pára cá em Fornos e não noutras limítrofes e já movimenta muitas pessoas e eu que o utilizo frequentemente dou-me conta disso, vejo o número elevado de passageiros que entram ali, é um ponto positivo para a Estação, agora os privados também têm de olhar com brio para as suas habitações e tentar recuperá-las.

Segundo o Governo, o Tribunal reabre já a 4 de janeiro?

Está tudo pronto, neste momento vamos assinar um protocolo com o Ministério da Justiça no sentido da Câmara ajudar à remodelação desse espaço, e reabrir em janeiro, dado que esteve abandonado este tempo todo, agora o PSD tem desvalorizado a questão do Tribunal dizendo que não vai funcionar em pleno, mas relativamente a isso, reabre, claro que não há comarca nem juiz residente, mas isso já não havia anteriormente, mas todos os julgamentos exceto processos-crime serão feitos em Fornos de Algodres.

Vai reabrir com estas valências e faz com que as pessoas não se desloquem a Gouveia, esta foi uma conquista de todos os fornenses, sei agora quem esteve na luta no 1ºdia, e esteve muita gente fornense e pessoas com responsabilidade, agora sei quem também não se envolveu, pessoas com responsabilidade dos órgãos autárquicos que não os vi lá, porque davam isto, um caso perdido, agora eu acreditei sempre que era possível, mesmo com o anterior Governo nunca fechei este dossier, sempre reivindiquei que o Tribunal teria de ser aberto.

Mas achei estranhíssimo como era possível fechar um Tribunal com um edifício novo, e além disso com duas residências dos magistrados, mas a anterior Ministra da Justiça nunca olhou para o caso, aliás mesmo com a persistência nunca nos recebeu, em boa hora através da persistência dos fornenses e da Câmara e com outra visão deste novo Governo relativamente ao Interior, vai fazer com que o tribunal seja reaberto.

Será que este Governo do PS tem visto o Interior do País de outra forma?

Eu acho que sim, e mal de qualquer Governo que não olhe, neste momento não é só Fornos que tem dificuldades, há outros concelhos que também têm dificuldades. Ou há aqui medidas de discriminação positiva para o Interior do País ou então corremos o risco destes concelhos ficarem despovoados.

Penso que este Governo e com este novo Orçamento de Estado está a criar algumas medidas até em termos fiscais de discriminação do próprio Interior do País, mas é necessário que Lisboa também olhe de forma diferente para o Interior do País.

Será a Unidade Missão benéfica para esta região?

Esta Unidade de Missão criada está a dar frutos, o Governo está a olhar de forma diferente para o Interior, pois estamos tão perto de Espanha e é importante investir nesta região, não só Fornos mas todos outros concelhos, possam criar empregos.

Apesar de ser do Partido Socialista, também já o disse que em alguns ministérios deviam ser mais descentralizados, agora realça-se o trabalho efetuado pelo Secretário de Estado da Administração Local, que tem feito um trabalho excecional, na questão de ajudar ao desenvolvimento desta região Interior, porque há exceção de dois outros polos mais desenvolvidos todos os outros estão em dificuldades e claro nós mais devido à divida existente, agora ao PSD interessa-lhe que não se fale, mas vou continuar a falar nela, porque não fui eu que a fiz, é inconcebível que um concelho como o nosso tenha chegado a um rácio de dívida com temos neste momento.

Os diversos eventos culturais têm sido benéficos para a economia local?

Existem vários eventos culturais e desportivos que foram feitos, como o Fornos de Algodres Youth Cup, veja quantas pessoas traz a Fornos, nesse fim de semana todos os restaurantes estiveram cheios, agora não podemos ser só acusados de fazer eventos culturais e desportivos e não fazer obras, mas temos de os fazer porque estamos a comemorar datas importantes, como as Festas da Nossa Senhora da Graça e do Padroeiro S.Miguel e Feriado Municipal.

O Feriado Municipal nunca foi comemorado assim com tanta preponderância, também fizemos as Festas da Nossa Senhora da Graça com os meios que tínhamos, agora não nos podemos comparar com outras Câmaras que apresentam outros cartazes mais grandiosos, e não estou preocupado de quem vai criticando, agora preocupo-me é com as pessoas que resistem em trabalhar e gostam de viver em Fornos, e tentam manter os seus postos de trabalho, de resto, não vi ainda por parte da oposição qualquer proposta, na Assembleia Municipal, para dar a volta ao concelho.

Quero realçar o papel que os dois vereadores do PSD têm tido, aliás tive o cuidado de lhes dizer antes da elaboração do orçamento, que fizessem algumas propostas para melhorar o orçamento, e claro muitas delas estão a ser acolhidas no sentido de podermos trabalhar.

Agora em relação à Assembleia Municipal, não tenho visto qualquer tipo de proposta nesse sentido, agora é fácil dizer que deviam ser criados mais postos de trabalho, mas a Câmara não pode colocar mais ninguém, como no antigamente, mas não é possível, temos um dos quadros de pessoal mais baixos e até temos áreas que necessitamos algumas pessoas, mas face aos tais condicionalismos financeiros, tal não é possível.

“Terras Serranas” reclamam cerca de um milhão de euros por indemnizações

Agora falam que os pseudocandidatos vão prometendo postos de trabalho, mas creio que deviam ter respeito por essas pessoas que lutam no dia-a-dia para ter o seu posto de trabalho, aliás deve-se falar verdade às pessoas e nós temos sido muito transparentes, agora não abdico no caso da Serra da Esgalhada, vou até ao fim, no sentido da situação ser resolvida.

Agora recentemente, o administrador da empresa “Terras Serranas” vem a exigir 1 milhão de euros de indemnizações compensatórias, que foi aprovado presumivelmente, numa assembleia geral em 2012. Agora confrontei os vereadores do PSD se sabiam de algo, agora depois do que a Câmara fez para ter um hotel em Fornos, ainda vem o Administrador do hotel pedir esta indemnização à Camara, agora isto é que os fornenses têm de saber, estamos a averiguar se nessa assembleia esteve alguém em representação da Câmara, estamos a falar de coisas sérias, de muito dinheiro, mas uma coisa é certo, a Câmara não vai pagar, aliás alguém tem de ser responsável por isto.

 Que palavra deixa aos fornenses depois destes 3 anos de mandato?

Os Fornenses esperam de mim o rigor naquilo que se faz, na Câmara, rigor de ver, como se pode apoiar, os munícipes, os agricultores, os empresários, algumas obras vão ser feitas, apesar de o dinheiro não ser muito, fala-se que o anterior executivo deixou muitos edifícios públicos, mas ficam muito caros, como exemplo o edifício da Câmara, temos um problema a nível da eficiência energética, temos um custo elevado na eletricidade que se consome no inverno, já referi as piscinas, o Centro Cultural Dr. António Menano é inconcebível que não tenha aquecimento nem refrigeração, tem de ser feito investimento na colocação de ar condicionado, para dar conforto às pessoas no verão ou no inverno.

A minha ênfase é no rigor de como gerimos, porque o dinheiro não é nosso é dos contribuintes e temos de o gerir bem, agora caso o novo FAM seja aprovado este ano , vai haver uma folga financeira para nos permitir investir noutras áreas, agora vai ser um ano de 2017 que vamos fazer várias realizações e não é por ser eleitoral, mas temos instrumentos financeiros a partir de janeiro /fevereiro, que nos permite fazer outro tipo de situações.

Agora estou de coração aberto sujeito a qualquer tipo de crítica que façam, desde que não o façam como tem acontecido sistematicamente com este executivo, escondendo-se anonimamente, atrás de cartas que são enviadas e páginas que são criadas no sentido de pôr em causa a idoneidade moral de cada um.

Eu estou na vida aqui, porque gosto da Câmara Municipal de Fornos de Algodres, porque gosto de Fornos e não por questões financeiras, gosto de Fornos, é isso que me move, estou à vontade e vou para eleições no próximo ano.

Sou candidato à Câmara pelo Partido Socialista em 2017, vou de cabeça bem levantada, no sentido de os munícipes me poderem julgar pelo que fiz ou não fiz, pelo podia fazer melhor ou fiz menos bem, é nesse espírito que estou e estarei, agora a nível financeiro se conseguirmos resolver até final deste ano, decerto que os próximos anos vão ser melhores anos, que foram estes três para Fornos de Algodres.

Aliás neste momento, vamos ter de comprar carros, porque nem carros suficientes temos para fazer os trabalhos da Câmara, agora tendo em conta algum alívio financeiro, podemos fazer face a essa situação.

Reportagem de António Pacheco

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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