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PSD lança comunicado “Com a Saúde não se Brinca”

Em comunicado , o PSD refere: A saúde na Guarda está como se sabe. Com uma carência nunca vista de médicos, enfermeiros e auxiliares, com um orçamento em 2019 quase 5 milhões de € inferior a 2018, com um corte de material de consumo clinico em 2,4 milhões, com uma divida crescente aos Bombeiros do Distrito, com enceramento de camas por falta de pessoal, com os serviços de otorrino, de ortopedia e gastroenterologia a funcionarem aos repelões e sem dignidade, com exames de endoscopia e colonoscopia atirados para as calendas e com consultas a demorarem tempos indignos de 2 e 3 anos.

Apesar desta vergonha, que devia ser assumida pelo Governo com um pedido de desculpas e com soluções eficazes, o Dr. Costa e a Dra. Temido brincam com os Guardenses e vêm a dias das eleições europeias e poucos meses das eleições legislativas querer enganar as nossas gentes com mais um número de circo.

Andaram quase três anos sem mexer uma palha e não anunciaram nem um tijolo para o Pavilhão 5 (onde é suposto passar a funcionar o bloco de partos, os serviços de obstetrícia, pediatria e ginecologia).

Foi preciso o cabeça de lista do PSD Paulo Rangel visitar o Hospital da Guarda na passada 6ª feira (dia 17 de Maio) e os deputados na AR terem interpelado por escrito já em 27/02/2019 a Ministra da Saúde sobre o que queria, como queria e quando queria fazer algo relativamente a essa obra – sem que ela se tenha dignado responder – para surgir o forrobodó e o desaforo do costume.

Soube-se hoje que o que antes não foi, agora é que vai ser…

Não se enganem.

Não é nenhuma obra nem nenhum concurso para a tão desejada construção do Pavilhão.

É, se bem se percebeu, uma espécie de tiro de pólvora seca, é apenas um anúncio de que a ULS tem autorização para prosseguir com o projeto e para o estabilizar, sem que se saiba ao certo o que isto é.

Diz o deputado da AR eleito pelo PS que estará estabelecido o programa funcional e o perfil assistencial das novas instalações para se fazer a sua apreciação final.

Ou seja, com uma pompa que já enfastia, com um atrevimento que já ninguém suporta, com um malabarismo que tresanda, anuncia-se hoje algo que antes já estava estabilizado e que este Governo rejeitou, reprovando pela mão da CCDRC a candidatura antes apresentada pela ULS.

Para bom entendedor, meia palavra basta. Criam-se mais uma vez expetativas, constrói-se mais uma fake news, anestesiam-se mais alguns que teimam em ter esperança, pisca-se o olho aos eleitores e daqui a uns anos estamos na mesma, isto é, sem obra.

Nada se garante, pouco se avança e muito se engana, ao bom estilo da política da terra queimada, aquela que descredibiliza e que faz crescer a abstenção e a repulsa por quem assim procede.

Mais lá para a frente, antes de Outubro, virá mais um fogacho qualquer para manter a chama viva.

Depois tudo voltará a gelar e cristalizar e o Pavilhão 5 dificilmente passará de uma miragem com este Governo socialista.

Vai uma aposta?

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